Fala, galera. Meu nome é Richard, mas todo mundo me conhece como "Richi", e vou contar pra vocês o que vem rolando há um ano. Moro em Madri, nasci numa família bem de vida, tenho 18 anos, quase fazendo 19. Larguei os estudos aos 16 — embora alguns leitores possam não ligar pra esses detalhes, tô pouco me fodendo, porque é minha experiência e conto do jeito que sai dos meus grandes e depilados culhões —, desde então, vivo sem estudar nem trabalhar, já que grana em casa não falta. Peraí, vou me descrever, que adoro fazer isso, sou narcisista e me acho uma puta gostosa, me curto, sou um cara de 1,81m de altura, magro mas definido, sem ser musculoso, que sem malhar já seria foda, mas sou preguiçoso pra isso. Meu tempo livre passo mais com os amigos, vendo pornô no meu quarto ou no dos meus pais, que têm um computador com uma tela enorme, ou com as vadias que eu como. Tenho cabelo castanho claro, olhos verdes escuros, um pauzão de 22 centímetros e uns culhões enormes, sempre depilado.
Mas minha mãe é uma mulher jovem de 36 anos, se chama Lúcia, me teve aos 18 anos e ocupa um cargo de chefia no departamento de administração de uma empresa importante. Ela tem cabelo castanho, mas pinta de loiro, com uns olhos iguais aos meus, verdes escuros, uma pele branca e lisa, uma mulher muito elegante e de bom gosto, cuida muito da aparência, geralmente usando terninhos de calça social ou vestidos elegantes, porque no trabalho e no cargo dela, é muito importante cuidar da imagem, dado o status que ela tem na empresa. Quando chega em casa, já fica mais na dela, veste pijama e roupão, camisola, ou até camisas do meu pai ou camisetas compridas, até algumas minhas.
Ela tem um corpo pequeno, mede 1,65m, com uma cinturinha fina e umas bundas que, até eu sempre reparei nelas, isso faz com que as calças sempre caiam nela de um jeito invejável. Ela tem uns peitos lindos, uns melões naturais de tamanho 100, nada de silicone, odeio silicone. Já meu pai é um homem de 44 anos, com bastante calvície no topo da cabeça e muitas entradas, está ficando careca, que era o que faltava, com a cara que ele tem. Ele tem uma boa barriga de chopp, mole, não sei o que minha mãe viu nele, mas ele é um bom marido e qualquer garoto adoraria ter um pai como o meu, embora eu nunca dê muita bola pra ele. Ele ocupa um cargo administrativo na empresa onde minha mãe trabalha, acho que ela que o colocou lá, mas tudo bem... Ela no trabalho tem um caráter rígido, é exigente, organizada, perfeccionista e meticulosa. Em casa, no entanto, no que diz respeito a mim, ela tem um jeito doce e paciente, acho que porque sou filho único, tendo paciência comigo mesmo eu sendo de caráter difícil, sem-vergonha, desaforado e rebelde.
Sempre fui discreto com meus assuntos sexuais, mas comecei a deixar de ser... tudo tem um começo, um fim e um motivo pra isso... acho, mas também não ligo, contanto que eu consiga o que quero, me chamem do que quiserem. Sempre batia uma punheta discretamente, quando não tava comendo alguma vaca, até que, um dia, sozinho em casa, comecei a praticar meu melhor hobby, tocar uma bronha no quarto dos meus pais. Coloquei no computador deles uma cena de pornô pesado, com o som alto, já que não esperava ninguém, meus pais só chegariam daqui a umas três horas, podia dar vazão à minha testosterona.
Sentado na cadeira do quarto dos meus pais, na minha frente, o computador da minha mãe e, ao lado dele, em cima da escrivaninha, a roupa de trabalho dela, recém-lavada e passada, enquanto eu, escarrapachado na cadeira, com minha calça e cueca nos tornozelos, com meu pau de 22 centímetros apontando pro teto e minhas bolas penduradas como duas bolas de tênis, enquanto minha mão subia e descia ao longo do meu pauzão, com a cabeça vermelha e brilhante, toda lubrificada pela minha própria saliva, com o olhar fixo na tela do computador, onde rolavam os sons fortes e as palmadas da foda que eu tava assistindo, enquanto minha mão esquerda começou a pegar nas minhas duas bolas pra estimular elas, minha mão direita subia até a ponta da cabeça, onde eu fazia força esfregando pra depois descer de novo por todo o tronco, venoso e musculoso, até a base dos meus ovos pesados, pra repetir a operação com meus olhos hipnotizados pela cena, onde uma milf tava sendo fodida, sodomizada e levando palmada, por um cara jovem de uns 25 anos. Todos os meus sentidos estavam entregues a me satisfazer, a bater uma punheta e me limpar com o rolo de papel higiênico que eu tinha deixado em cima da roupinha dobrada da mãe. Meu prazer tava chegando no auge, minha mão já deslizava aumentando a velocidade e a pressão no meu pauzão, se refletindo na cor arroxeada da ameixa que eu tenho como cabeça, pela pressão que eu fazia nela, onde meus líquidos pré-seminais anunciavam uma gozada abundante e potente. Minha língua passava pelos meus lábios secos de tesão e meus gemidos iam no ritmo das contrações do diafragma e, é bem nesse momento, quando vou esticar o braço pra pegar o rolo de papel, que meu ouvido me alerta de uma presença na porta que, devagar, começa a se abrir, meu orgasmo não para de se aproximar a toda velocidade por dentro do tronco do meu pau, dirijo meu olhar pra porta e, ali parada, não sei desde quando, ou se acabou de chegar naquele milésimo de segundo, minha mãe de olhos arregalados dirige o olhar para os meus olhos e, por um segundo, para a minha pica, onde eu aperto com força pra evitar a gozada enquanto aperto os dentes com força, não conseguindo meu objetivo, começando a cuspir jatos fortes de porra sob o olhar da minha mãe. Os jatos saem com potência, em alta velocidade, atingindo a tela do computador, pra continuar saindo até chegar na roupa dobrada da minha mãe, que eu deixo toda perdida sem controle, o teclado do computador, a escrivaninha e toda a minha mão, por onde a porra escorre pelos meus dedos até deslizar até minhas bolas, onde goteja até o chão, formando uma poça pequena.
Minha mãe sai correndo feito uma bala pelo corredor, nunca imaginou que se depararia com uma situação dessas. Achava que eu faria isso no banheiro, ou escondido, mas nunca daquele jeito, no quarto dela, com o pau completamente duro, em todo o seu esplendor. Ela, que não via meu pau desde os 12 anos, agora descobria que o filho dela não era só um viciado em pornô, mas que acabava de ver o tamanhão do pau e das bolas que o filho dela tinha entre as pernas.
Espero uns segundos recuperando o fôlego depois da punheta violenta, que me deixou meio atordoado, e tento pensar em como reagir quando sair, em como olhar pra minha mãe. O melhor é fingir que tô indignado, sentindo minha privacidade invadida... é isso que vou fazer. Levanto sem limpar nada, deixo a porra no chão e na roupa, espalhada por todo lado, tudo enfeitado com meu esperma. Me preparo psicologicamente pra encarar minha mãe de forma agressiva. Subo as calças e, ao me levantar, percebo que minha gozada também encharcou todo o estofado da cadeira, onde meu cu tava apoiado... Que se foda, porra! Se ela se incomodar, que limpe ela! Então me preparo pra sair do quarto, onde encontro ela no corredor. Ela tá vestida com calças brancas de alfaiataria, uma blusa branca de seda, muito elegante, e o cabelo preso num rabo de cavalo chique. Minha mãe me olha de canto, com insegurança e vergonha, e não é pra menos, depois de ver o filho batendo uma bronha e vendo aqueles jorros grossos e espessos de porra saírem enquanto, com cara de surpresa, a gente se encarou. Vendo a reação dela de se esquivar, bem que eu podia tentar passar despercebido e dar o fora ou, ao contrário, meter o peito fingindo raiva, indignação, fazendo minha mãe se sentir culpada, senão eu ia ficar como um punheteiro que esconde a cara, um moleque, um pivete, algo que eu não tava disposto a aceitar, antes morto do que rotulado. Então fixo meu olhar furioso nela, e paro ali, intimidador e confiante.
—Pô, já conseguiu o que queria! Queria me pegar desprevenido pra me humilhar! Cê acha certo ficar descobrindo como é que o filho da senhora bate punheta, é?! —Falei na cara dela, sem tremer a voz, deixando ela de boca aberta com um comentário tão inesperado, então era hora de não me acovardar e continuar —Se o que cê queria era saber se eu toco bronha no meu pau, bem que podia ter me perguntado, eu teria contado numa boa! —A cara dela ficou branca, o olhar grudou nos meus olhos irados, ela tentou falar alguma coisa, mas não saiu nada da boca dela, só uma tentativa frustrada.
—eeehh… —Foi como um suspiro, nem sequer uma palavra.
—Agora não fala nada, hein, fica calada feito uma putinha (expressão pronta, mas incluindo essa palavra que nunca tinha usado com ela, acabava de passar uma faixa vermelha)!
—Richard... querido... eu... não... — Ela disse, tropeçando nas palavras que saíam da boca dela, seca pelo nervosismo, vendo ela toda linda, com aquela carinha de santa, com aquela roupa chique, com aquela exigência que ela levava no apartamento dela, extinta pelo pior momento da vida dela, pelo momento...
—Por sua culpa, deixei tudo uma zona!
—Não… não… se… preocupa… céu… — Ela disse, tentando tirar o peso e a gravidade da situação. Ela só precisava de um segundo de fôlego pra pensar, mas claro que eu não ia dar essa chance.
—Só faltava eu ter que me preocupar! Você vem me espionando e, ainda por cima, quer que eu agradeça! Com certeza me espia direto! —Deixei escapar, sem esperar resposta por causa da situação violenta.
Me virei de repente e deixei ela falando sozinha, tinha dominado a situação, eu tinha assumido o controle, ela ficou na dúvida, parecia uma... será que o filho dela ia achar que era uma bisbilhoteira? Com certeza na cabeça dela eu devia ter plantado a dúvida se isso ia vazar. Será que ela ia contar alguma coisa pro meu pai? A cabeça dela devia estar um verdadeiro jardim de dúvidas e sentimentos de culpa.
Fui pra sala e, pelo vidro da porta, vi minha mãe pegando um pano na cozinha e indo pro quarto dela limpar toda minha porra. E agora que tava caindo a ficha, nem tinha fechado a cena pornô no computador na pressa, então ela não só ia encontrar a tela do PC cheia de jatos de leite, como também ia ter que ver o tipo de cena que o filho dela usa pra ordenhar o pau. Quinze minutos depois, ela saiu do quarto… mas… porra, que porra é essa…? Ela tinha trocado a blusa que tava usando e colocado a que eu tinha enchido de leitada, e eu percebi que nas costas da blusa que ela vestiu, ainda tinha todo o borrão de porra. Ela não tinha notado, e eu também não ia contar… kkkkkkk.
Assim que pegou a bolsa de mão, veio pra sala se despedir.
—Richard… amor… vou embora —Ela disse da porta, com um sorrisinho.
—Pois muito bem — respondi indiferente — e você não vem me dar um beijo? — falei com um olhar malicioso.
—Sim… claro que sim, gostosa —Respondeu, se aproximando com um jeito mais solto.
Ela chegou na minha altura e me deu um beijo na bochecha, eu não respondi, mantive minha cara de indiferença, só soltei um…
—Você limpou todos os jatos de porra do seu quarto? —Falei, deixando minha mãe desconfortável de novo.
—Eeehhh…sim…ejeemmm…tá tudo limpinho… —Ela respondeu como se algo tivesse entalado na garganta dela.
—Muito bem, mamãe! Também sujei a cueca, deixei no meu quarto, no chão, escorrendo de porra. Você vai lavar pra mim, né? —Perguntei com toda a cara de pau.
—Sim… claro, amor… eu pego eles pra você… — Respondeu com uma postura obediente.
—Beleza! Plaaaaaaaaaassssss! — Bem na hora que ela se virou, dei um tapa forte na bunda dela que a fez dar um pulinho, me olhando tímida por cima do ombro, esfregando a bunda esquerda, que devia estar com a marca da minha mão toda, mas ela ficou calada depois desses acontecimentos recentes.
Foi até meu quarto e pegou minhas cuecas pra jogar na lavagem.
—Já é, Richard, então vou indo… —Isso soou mais como pergunta do que afirmação.
—Ei, uma coisa! —Falei, vendo o pescoço da minha mãe ficar tenso.
— O filme pornô que deixei ligado, antes de descobrir que você ficava me olhando gozar, você tirou? — perguntei, encarando os olhos dela com toda a cara de pau.
—Sssiiii…claro…sim…tá tudo…limpinho.
—Bom, então vou colocar de novo, já que me deixou insatisfeito. Espero que dessa vez não venha me vigiar, porque já tô avisando que vou ordenhar meu pau no seu quarto — falei de forma cortante. —Tá achando ruim, ou o quê?
—Não… não… —Ela respondeu, engolindo seco.
—Então me fala, seu bunda mole! Fala que você acha muito bom, porra! —Falei pra ela, levantando a voz.
—…Me…pa…re…
—Não, melhor ainda! Me diz que por favor você vai ordenhar meu rabo no seu quarto! Isso… sim…! — Eu tava arriscando tudo… mas era tudo ou nada. O tempo de resposta pareceu uma eternidade, pensei que ia acabar ali, que a brincadeira tinha chegado ao fim, que ele ia mostrar o verdadeiro jeito e pronto.
—Mas… Richard… faz se quiser… —Ela respondeu com uma voz derrotada, estava com a guarda baixa, tudo isso devia estar afetando ela pra caralho, a cabeça dela devia ser uma bagunça confusa.
—Não! Olha só, já que antes tive que fazer isso com plateia incluída, agora você vai me pedir pra, por favor, ordenhar meu pau no seu quarto! — Falei com total e absoluta convicção.
Minha mãe me encarou, me olhava como se nos meus olhos tentasse encontrar vestígios do filho dela, aquele garoto que, mesmo tendo personalidade, nunca tinha se comportado daquele jeito. Parecia que ela tinha outra pessoa na frente dela, totalmente diferente, humilhando ela e criando argumentos que faziam ela parecer uma bisbilhoteira, uma qualquer, e que até ela mesma tinha se convencido disso, se sentindo envergonhada, culpada e em dívida comigo por tudo aquilo. Finalmente os lábios dela começaram a se abrir, parecia que ela tinha pensado bem.
—Por…favor…tira…tira…o…rabo…no…meu…quarto… —Falou com um fio de voz, arrastando as palavras timidamente, como se pesassem uma tonelada, tendo que dividi-las em sílabas.
—Beleza, espero que você esteja orgulhosa de pedir pro seu filho rebolar a bunda no seu quarto! Já pode vir logo limpar, porque se o pai chegar antes, vai encontrar tudo bagunçado.
—Siim… vale… não… se preocupa… céu —Ela disse num tom que tentou soar maternal.
—Então beleza, tchau, “olheira”! —Falei pra ela, batizando com o novo apelido —porque, cê não acha ruim que, de agora em diante, eu te chame de olheira depois de tudo isso, né?! —Falei com maldade e zoação ao mesmo tempo.
—Mas… Richard… eu sou sua mãe… — Ela me disse suplicante — foi tudo um mal-entendido… eu não… — Disse tentando se justificar.
—Perdoa?! Um mal-entendido!? Um mal-entendido, “xereta”, é que, quando você entra em casa e ouve o volume no talo de um filme pornô, fácil de reconhecer, principalmente pelos gemidos, e que esses gemidos vêm do seu quarto, sabendo muito bem que eu tô em casa, porque minhas chaves estão no hall, junto onde você deixou as suas, você já deduz na hora o que seu filho de 18 anos tá fazendo no seu quarto — não acho que seja jogando cartas — e, pelo menos, me chamasse aos berros pra eu parar o que tô fazendo e não ser pego de surpresa, desse jeito. Acho que nada teria acontecido e, se mesmo assim não fosse suficiente, dava pra considerar um mal-entendido. E, ainda assim, no caso de você ser obrigada a abrir a porta, pelo menos batesse com o nó dos dedos e não ficasse de olhos arregalados vendo seu filho de 18 anos se masturbando enquanto a própria mãe fica olhando pro pau dele, porque eu vi você olhando, e você viu como meu cacete começou a jorrar porra — A cara dela era um poema, tava completamente descomposta, nocauteada, fora de jogo.
—já…eu…
—Só quero que você me diga, que te chame de "olheira", porque é isso que você é! —Falei com firmeza.
—Eu… —A luta interior dela devia ser brutal —me…cha…ma…ro…na… —Falou olhando pro nada —mas…por favor…na frente do…papai…não… —Implorava.
—Já terminamos de falar, tchau! — Cortei a conversa e passei por ela, mas antes dei mais um tapa forte na bunda dela que ecoou pela casa toda — Poooooorraaaaaa!!! Já cresceu, sua buceta, ficou besta, pra olhar pro meu pau você tava esperta, “olhuda”! — Falei, enquanto entrava no corredor em direção ao banheiro, ouvindo logo em seguida a porta de casa se fechar.
Por volta das 20h da noite, minha mãe chegou, enquanto eu estava de boa na sala, vendo TV, numa boa.
—Oi, Richard —Disse minha mãe com um sorrisinho maroto.
—Oi, “olheira” —respondi com indiferença, vendo que o olhar dela já não era daquela mãe com autoridade, não havia sinal disso no seu olhar.
Automaticamente foi pro quarto dela, trocar de roupa e limpar a bagunça que tinha lá, porque durante a tarde, como eu avisei, não foi só uma vez que eu fiquei batendo punheta, foram três vezes, derramando uma porrada de porra no computador, no terno com saia que ela tinha separado pra vestir amanhã e, numa ideia que me veio, no travesseiro dela.
Quando ela saiu do quarto, tava vestindo uma camisa comprida do meu pai, que batia no meio da coxa.
O dia passou com relativa normalidade, já que em 3 ocasiões bati na bunda nua por baixo da camisa que ela usava quando se abaixava, 2 delas na frente do meu pai, que não soube de onde veio aquele som, embora tenha olhado pra gente. Minha mãe disfarçou muito bem, com a bunda coberta só por uma calcinha que entrava no meio do rabo dela.
Caiu a noite, esperando aquele momento pra ficar a sós com a mamãe. O filme que eu tinha colocado era bem chato, então meu pai levantou do sofá, deixando minha mãe, que tinha caído no sono ali, e foi dormir depois de me dar boa noite, ficando eu a sós com ela. Quando senti que meu pai já devia ter dormido, já que ele não demorava mais de 10 minutos, fui pro meu quarto e peguei um filme pornô, que coloquei no DVD e, com minha mãe ainda dormindo no sofá, tirei a pica e as bolas pra fora da calça do pijama, pra começar a me estimular a pica com minhas bolonas penduradas. Os gemidos da TV começaram a ficar mais evidentes. Na nossa frente tem um vidro que, com luz suficiente, como a da TV e, mais ainda no escuro, faz efeito de reflexo, então eu via minha mãe perfeitamente deitada no sofá. Eu tava mais excitado por ter minha mãe do meu lado do que pela cena, então decidi desligar a TV e acender a luz da sala, pra continuar escarrapachado no sofá com a calça já tirada e, completamente pelado, com minha mãe do meu lado, comecei a bater uma pra pica, cuspindo um cusparada na cabeça dela pra deslizar por todo o tronco, espalhando por toda a pica e conseguindo lubrificação suficiente pra deslizar minha mão por todo o comprimento dela, subindo devagar por todo o tronco venoso até chegar na cabeça, onde apertava pra fazer sair o líquido pré-seminal, que escorria pela cabeça, pra ser pego pela minha mão e servir de lubrificante também. Pude ver pelo reflexo do vidro como minha mãe levantou a cabeça de leve pra ver o que tava rolando, quase desorientada por ter dormido, vendo o filho ordenhando aquele instrumento enorme, de novo, do lado dela, então decidiu fingir que continuava dormindo, era mais fácil do que encarar aquela situação difícil, não. Não tive forças nem argumentos pra fazer isso depois de tudo que aconteceu naquele dia, onde tudo tinha dado uma volta de 360°, mas claro, ela não contava que o filho da puta do filho dela tinha pegado ela por uma fração de segundo com o olho aberto. Então decidi me levantar sem parar de bater uma pra minha pica, completamente nu da cintura pra baixo, com minhas bolas balançando, e fui até ela, me sentei na cabeça dela com as pernas abertas, deixando a cabeça dela entre elas, com minhas bolas tocando o nariz dela. Sabia que ela podia sentir o cheiro de macho das minhas bolas, cuspi mais uma cuspida grossa na ponta do pauzão e tirei a mão do rabo, pra saliva escorrer livre e rápido até minhas bolas, pra no fim cair na cara da minha mãe, mais especificamente entre o nariz e os lábios dela, onde escorreu pelas bochechas em direção à orelha. Dava pra sentir a respiração ofegante dela, minha mão agarrou a pica e comecei a bater uma lentamente, fazendo minhas bolas subirem e descerem batendo no nariz e nos lábios dela, aumentando o ritmo da minha mão no pauzão. Dava pra ouvir o estalo da saliva causado pelo atrito da minha mão na pica, vendo as pálpebras dela se mexerem levemente, claramente dando pra perceber que ela não tava dormindo, só fingindo que tava, isso me excitou ainda mais, sentindo minha gozada subir por toda minha uretra, dava pra sentir pela minha mão a vibração da corrente subindo a toda velocidade pelo tronco, olhava fixamente pra carinha da minha mãe coberta pelas minhas bolas grandes e o buraco do meu cu tocando o queixo dela. Apertei com força a base da minha cabecinha e, apontando pra cara dela, comecei a descarregar uma enxurrada de porra, jatos potentes e grossos que se estilhaçaram no rosto dela, cobrindo todo o caminho do queixo até a testa, 8 jatos fortes que acabaram deixando a cara dela como uma lasanha, coberta de bechamel grosso, escorrendo pelos lados do rosto. Apertei bem meu rabo. pra esvaziar completamente as últimas gotas. Durante todo o tempo, minha mãe ficou completamente imóvel, “dormindo”.
Tendo me saciado por esta noite, decidi deixá-la ali daquele jeito e, depois de pegar minhas roupas, fui pro meu quarto dormir bem sossegado.
No dia seguinte, meus pais já não estavam em casa quando acordei, como de costume, então tomei café da manhã sossegado. Durante o café, meu celular toca.
—Sim? —Respondo.
—Sou eu, Mônica —Respondem do outro lado do telefone.
—Me diz.
—Você vai vir na minha casa? Meu marido não tá.
—Mmmmm… Não! Você quem vai vir na minha casa — Respondo.
—Na sua casa, cê tá maluco?
—Não tem ninguém, tô sozinho, se quiser rabo já sabe onde estou, mas antes das 12:00.
—Eeehh…bom…vale…vamo lá, sim, depois vou praí —Ela me responde.
—Até logo —Respondo, desligando o telefone.
Minha mãe não sabia de uma coisa: eu tava comendo a melhor amiga dela, a Mônica, uma mulher da idade da minha mãe, de um status social alto igual o nosso, também chefe numa empresa, no departamento de Marketing. A tia é uma gostosa, morena, cabelo na altura do ombro, olhos castanhos bem claros, com um corpo pequeno igual o da minha mãe, mesma altura, acho, uma raba de matar e uns peitões generosos. Conheço ela há muito tempo, já que vem direto com o marido aqui em casa e são amigos dos meus pais, já fomos todos jantar e almoçar em restaurantes bons e eles têm uma relação próxima, principalmente, como já falei, com a minha mãe. Tô comendo ela há 3 meses, sempre na casa dela, quando o marido não tá, porque ele, ao contrário do meu pai banana, tem um trabalho como chefe de Recursos Humanos numa empresa diferente e, por causa de várias reuniões, tem que viajar bastante, saindo de casa direto, algo que eu aproveito pra encher a mulherzinha dele de pica.
Às 12:08, Lucía abre a porta, ouve o filho gritando, como se estivesse discutindo. Ela se aproxima pelo corredor pra ver de onde vem a voz.
—¡Assim, Promíscua, engole mais, mais!!! Pooooooooooof!!! —Era a voz do filho dela, com certeza com outra mina, mas se ele sabia que hoje ela chegava às 12:00 como toda quinta-feira —Pensa.
Lucía se aproxima mais, parece que tão dentro do quarto, a porta tá entreaberta, e o que Lucía vê, ela não acredita. Tá o filho dela sentado na cama, com as pernas abertas e, entre elas… A amiga dela! A amiga íntima dela, a Mônica.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mônica estava com o vestido da Lúcia levantado até a cintura, de calcinha branca, com os peitos pra fora, balançando e sem sutiã, chupando o pau do filho dela, enquanto ele dava tapas fortes na bunda dela, tratando a amiga como uma porca qualquer — uma chefe de Marketing, de status social alto, mulher fiel e casada, ajoelhada entre as pernas do filho de 18 anos, tentando engolir aquele rabo descomunal sem conseguir, com as mãos juntas nas costas, subindo e descendo a cabeça enquanto era xingada pelo próprio filho.
— Vergonha é o que tu devia ter, porca! Plaaaaaaaasssss! Com o filho de 18 anos da tua amiga, vaca! Plaaaaaaaasssss! — Ela dizia pra Mônica enquanto dava palmadas nela, enquanto a Lúcia observava como ela só conseguia engolir meio pau, que batia na garganta dela enquanto o Richi metia com solavancos de quadril pra cima, tentando enfiar a vara de carne ainda mais fundo no esôfago dela, curtindo a agonia que a Mônica tava passando, que tossia com o cacete entalado na garganta, acompanhando a tosse com bolhas de cuspe espumoso que saía pelo canto dos lábios e do nariz dela, ficando em cima da pica do Richi, por onde começavam a escorrer em fios grossos que deslizavam pelo tronco até as bolas, que descansavam na colcha da cama dos pais dele.
—Podia ser teu filho, porca! Plaaaaaaaasssss! Cê gosta de chupar o rabo do filho da sua melhor amiga na cama dela, Piranha? — perguntou o filho dela.
—¡…iiiii! —Tentou responder com uma sílaba ininteligível e borbulhante por causa da quantidade de saliva acumulada na boca e no nariz.
—Vocaliza, gostosa! Que delícia como você levanta a voz pra impor suas exigências pros seus funcionários, porca! Plaaaaaaaasssss! — Dizia o filho pra amiga dela, batendo com as mãos nas nádegas brancas dela enquanto, o filho se levantou e puxou a calcinha dela pra baixo do rabo pra deixar as nádegas bem à disposição dele, pra poderem ser espancadas. As mãos enormes dele marcavam as cachas lindas, e a Lúcia via como o filho dela era capaz de tratar uma mulher com aquela segurança, aquela autoridade, tão dominante e incisivo nas ordens e exigências, não era o filho que ela conhecia, nem parecia com o pai dele, aquele caráter dominante parecia ter deixado a amiga dela fora de si, aos pés de um garoto que podia ser filho dela, que era o filho da amiga dela.
—¡¡¡…iii…iiii…!!! —Mônica respondia de novo, com mais força, berrando do fundo da garganta castigada dela.
—Cê gosta de fazer teu marido de corno, sua porca?!
—…
—Plaaaaaaaasssss! Atende o teu macho, porca! —disse meu filho, dando um tapa sonoro na bunda direita dela —Agora não vem se fazer de difícil, que tu tá entre as pernas de um moleque de 18 anos chupando pau e babando igual uma porca! Agora tapa o nariz e me responde assim! Plaaaaaaaasssss! —dizia Richi, tendo um domínio absoluto da situação e sobre a amiga, dando palmadas nela à vontade e com total liberdade.
—¡…mmmm…iiiiiiiii…gggg! —A amiga da Lúcia tentava falar, enquanto ela via a cara da amiga toda vermelha de tanta congestão.
Lucía vê o filho se levantar e puxar Mônica pelo cabelo.
—Levanta, vagabunda, de quatro no canto da cama! —Ele disse, puxando Mônica, colocando ela de quatro com a bunda toda oferecida igual uma porca vulgar, com a calcinha arriada e o vestido da Lúcia na cintura, deixando os peitões dela balançando.
O contraste do corpinho miúdo da Mônica, quase igual ao da Lúcia, dava uma imagem sacana e excitante. Richi pegou uma das fitas azuis que a Lúcia usava pra fazer seus rabinhos elegantes, com a qual amarrou as mãos dela nas costas, deixando a Mônica com a cara enfiada no colchão da cama e a bunda empinada, olhando pro teto. Richi também pegou um tubo que servia de capa pra um charuto do pai dele, que deram num casamento, e enfiou na buceta da Mônica, enquanto dava tapas na bunda dela, fazendo vibrar as nádegas expostas e estampando as mãos nelas.
—Porca, vou te deixar o cu bem aberto, pra tu nem conseguir sentar junto do corno! Pááááááááá! —Dizia o filho pra Mônica, dando tapas na bunda dela enquanto enfiava dois dedos no cu dela, cuspindo um monte de saliva no rabo da amiga, que já começava a escorrer pro olho do cu pra dar uma lubrificação boa pra ser penetrado sem dó, tudo isso no meio dos gemidos da Mônica que, parecia até que tava gostando do tratamento que o macho dela tava dando.
Lucía viava o filho subir na cama, deixando a bunda da amiga apoiada na perna dele, e ele começava a apontar aquele pauzão veiudo de 22 cm pro cu dela, enquanto a amiga ficava com a cara esmagada na própria cama, de bunda empinada e o vestido todo arregaçado. Tudo isso enquanto o marido pobre tava no trampo, acreditando cegamente na fidelidade da mulher, prestes a ser comida no cu pelo próprio filho.
Lucía viu como o filho começou a pressionar com a pica no cu da mulher, já lubrificado, e foi entrando sem resistência, enquanto Mónica gemia. O filho apertava a cabeça da amiga da mãe contra o colchão, começando a bombar devagar o pau de touro no cu dela, vendo como tirava até a cabeça para, lentamente, enfiar de novo até mais da metade, e repetir a manobra, se deliciando com o prazer de ter a amiga da mãe de quatro, fazendo o que queria com ela como uma vadia qualquer.
—Você é uma puta igualzinha à minha mãe! Vocês têm a mesma cara de vagabunda! — Ao dizer isso, Richi fez com que as pupilas de Lucía se dilatassem. Ela ficou paralisada ao ver como ele manchava o nome dela na frente de uma fodida violenta na amiga dela. — Assim que eu gosto, vestida com a roupa da porca da minha mãe! Plaaaaaaasssss! Plaaaaaaasssss! — Ele dizia enquanto dava tapas nas bochechas dela e palmadas na bunda durante o que já tinha se tornado uma fodida brutal no cu.
O rabo dela entrava e saía com facilidade, com a embalagem do charuto do pai enfiada na buceta escorrendo, enquanto o cu dela era penetrado sem piedade pelo filho.
—Diz que minha mãe é uma puta! — Dizia durante as porradas fortes que ele dava nela.
—Aaaaaaahhhhhhh! Aaaaaaahhhhhhh! Sua…pooooorraaaa…éééé…uuuuumaaa…vaaagaaa…buuuunda…! —Respondia Mônica sob os olhares da “xereta Lúcia”.
—Tinha que ter vocês duas aqui, de quatro, sendo tratadas como o que são: umas putas! Plaaaaaaasssss! —Lucía não acreditava nas atrocidades que saíam da boca do próprio filho, de como ele fazia a amiga dela testemunhar seus desejos pervertidos a realizar. Comigo —Aaaaaaahhhhhhh! Vou gozar, sua cadela! Aaaaaaahhhhhhh! —O filho dela começou a gritar, agarrando a amiga e virando ela, arrastando até deixar a cabeça dela pendurada na borda da cama, olhando pra cima.
—Vou encher sua barriga de porra, vou te transformar num depósito de sêmen, sua porca! —disse pra Mônica, enquanto apontava o pauzão pra boca dela, que já tava aberta esperando, e começou a enfiar devagar na garganta até bater no fundo, segurando ali até ela ter ânsias fortes, os olhos ficarem vermelhos e o pescoço alargar de tanto esforço pra aguentar aquele rabo invasor. Meu filho começou a tirar o pau de dentro da garganta dela, cheio de fios viscosos de saliva e meleca, até deixar na altura dos olhos dela pra molhar a cara com as linhas de cuspe, que escorriam pelos olhos formando uma máscara grossa. Aí, ele enfiou de novo, dessa vez apertando o nariz dela com os dedos e metendo o pauzão até o fundo, sem pena nenhuma.
—Seus funcionários tinham que ver a sua chefe Promíscua, com o rabo inteiro de um moleque enfiado até a garganta, sua puta! – Dizia Richi sodomizando a boca da Chefe de Marketing, tão recatada, tão culta e organizada, tão… bem comida.
—…iiiiigggggghhhhhh! Aaaaaagggggggghhhhh! Uuuuugggggghhhh! —Eram os sons que saíam da garganta da Mônica enquanto tentava respirar, babando pela boca até que toda a saliva escorria pelo nariz, impedindo o ar de entrar pelas narinas. Assim, o único fio de ar que ela tentava pegar era pelos pequenos espaços livres na boca, totalmente ocupada pelo pauzão daquele jovem garanhão, que investia tapando o nariz dela e a subjugando à vontade dele, com toda a virilidade enfiada até o esôfago, fazendo ela cuspir torrentes de saliva causadas pela tosse e ânsia ao tentar respirar. De repente, o filho dela fechou os olhos com força e olhou para o teto, soltando um urro.
—Aaaaaaaahhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuffffffffffffff! Tooooou tô goooozandooooooo! —Ela gritou, tensionando todos os músculos, com a barra de carne inteira enfiada na garganta da amiga, enquanto o esperma começava a jorrar com pressão pelo canto dos lábios e pelas narinas que Richi tinha liberado antes, escorrendo tudo na direção da carinha de senhora recatada, uma grande massa de uma mistura de saliva grossa, meleca e porra, tudo isso entre engasgos violentos, diante dos quais Richi ficou impassível, até se esvaziar completamente. Nesse momento, devagar e sem pressa, ele começou a tirar o pau da boca dela, trazendo junto uma massa viscosa formada por fios grossos e espessos que arrastou durante a retirada, que começaram a cair sobre o rosto dela, até cobri-lo por completo, deixando-o irreconhecível.
Richard pegou a calça que a Mônica estava usando quando chegou e passou no rosto dela, mais pra sujar a roupa toda do que pra limpar, fazendo com que ela tivesse que andar na rua cheia de borrões de porra, enquanto ela ainda tava desnorteada e tentando recuperar o fôlego.
Naqueles momentos em que Lucía continuava espiando pela fresta da porta, ela percebeu que o filho estava com os olhos fixos nos dela... através do espelho na parede, momento em que Lucía se deu conta, mas já era tarde.
Naquela hora, vi pelo espelho minha mãe, espiando pela fresta da porta entreaberta, os olhos dela encontraram os meus, nossos olhares se cruzaram e…
—Levanta, raposa, fica de quatro que vou te levar pra passear pela casa toda, pra você desfilar com o vestido da minha mãe, igual uma puta! —Falei pra Mônica, que já se ajoelhou de quatro, com a cara toda lambuzada de porra e baba, e começou a andar de quatro, com a calcinha arriada, na minha frente, rebolando aquela bunda maravilhosa e toda castigada.
—Isso, porquinha! Plaaaaaaasssss! Vou deixar sua bunda bem quente! Plaaaaaaasssss! Que teu corno veja! Plaaaaaaasssss! —Ele gritava, enquanto começava a dar palmadas nela andando atrás dela —Sai do quarto, passeia pelo corredor, puta! Plaaaaaaasssss!
Naquela hora, minha mãe sumiu da porta… mas ainda tava em casa…
Continua…
Mas minha mãe é uma mulher jovem de 36 anos, se chama Lúcia, me teve aos 18 anos e ocupa um cargo de chefia no departamento de administração de uma empresa importante. Ela tem cabelo castanho, mas pinta de loiro, com uns olhos iguais aos meus, verdes escuros, uma pele branca e lisa, uma mulher muito elegante e de bom gosto, cuida muito da aparência, geralmente usando terninhos de calça social ou vestidos elegantes, porque no trabalho e no cargo dela, é muito importante cuidar da imagem, dado o status que ela tem na empresa. Quando chega em casa, já fica mais na dela, veste pijama e roupão, camisola, ou até camisas do meu pai ou camisetas compridas, até algumas minhas.
Ela tem um corpo pequeno, mede 1,65m, com uma cinturinha fina e umas bundas que, até eu sempre reparei nelas, isso faz com que as calças sempre caiam nela de um jeito invejável. Ela tem uns peitos lindos, uns melões naturais de tamanho 100, nada de silicone, odeio silicone. Já meu pai é um homem de 44 anos, com bastante calvície no topo da cabeça e muitas entradas, está ficando careca, que era o que faltava, com a cara que ele tem. Ele tem uma boa barriga de chopp, mole, não sei o que minha mãe viu nele, mas ele é um bom marido e qualquer garoto adoraria ter um pai como o meu, embora eu nunca dê muita bola pra ele. Ele ocupa um cargo administrativo na empresa onde minha mãe trabalha, acho que ela que o colocou lá, mas tudo bem... Ela no trabalho tem um caráter rígido, é exigente, organizada, perfeccionista e meticulosa. Em casa, no entanto, no que diz respeito a mim, ela tem um jeito doce e paciente, acho que porque sou filho único, tendo paciência comigo mesmo eu sendo de caráter difícil, sem-vergonha, desaforado e rebelde.
Sempre fui discreto com meus assuntos sexuais, mas comecei a deixar de ser... tudo tem um começo, um fim e um motivo pra isso... acho, mas também não ligo, contanto que eu consiga o que quero, me chamem do que quiserem. Sempre batia uma punheta discretamente, quando não tava comendo alguma vaca, até que, um dia, sozinho em casa, comecei a praticar meu melhor hobby, tocar uma bronha no quarto dos meus pais. Coloquei no computador deles uma cena de pornô pesado, com o som alto, já que não esperava ninguém, meus pais só chegariam daqui a umas três horas, podia dar vazão à minha testosterona.
Sentado na cadeira do quarto dos meus pais, na minha frente, o computador da minha mãe e, ao lado dele, em cima da escrivaninha, a roupa de trabalho dela, recém-lavada e passada, enquanto eu, escarrapachado na cadeira, com minha calça e cueca nos tornozelos, com meu pau de 22 centímetros apontando pro teto e minhas bolas penduradas como duas bolas de tênis, enquanto minha mão subia e descia ao longo do meu pauzão, com a cabeça vermelha e brilhante, toda lubrificada pela minha própria saliva, com o olhar fixo na tela do computador, onde rolavam os sons fortes e as palmadas da foda que eu tava assistindo, enquanto minha mão esquerda começou a pegar nas minhas duas bolas pra estimular elas, minha mão direita subia até a ponta da cabeça, onde eu fazia força esfregando pra depois descer de novo por todo o tronco, venoso e musculoso, até a base dos meus ovos pesados, pra repetir a operação com meus olhos hipnotizados pela cena, onde uma milf tava sendo fodida, sodomizada e levando palmada, por um cara jovem de uns 25 anos. Todos os meus sentidos estavam entregues a me satisfazer, a bater uma punheta e me limpar com o rolo de papel higiênico que eu tinha deixado em cima da roupinha dobrada da mãe. Meu prazer tava chegando no auge, minha mão já deslizava aumentando a velocidade e a pressão no meu pauzão, se refletindo na cor arroxeada da ameixa que eu tenho como cabeça, pela pressão que eu fazia nela, onde meus líquidos pré-seminais anunciavam uma gozada abundante e potente. Minha língua passava pelos meus lábios secos de tesão e meus gemidos iam no ritmo das contrações do diafragma e, é bem nesse momento, quando vou esticar o braço pra pegar o rolo de papel, que meu ouvido me alerta de uma presença na porta que, devagar, começa a se abrir, meu orgasmo não para de se aproximar a toda velocidade por dentro do tronco do meu pau, dirijo meu olhar pra porta e, ali parada, não sei desde quando, ou se acabou de chegar naquele milésimo de segundo, minha mãe de olhos arregalados dirige o olhar para os meus olhos e, por um segundo, para a minha pica, onde eu aperto com força pra evitar a gozada enquanto aperto os dentes com força, não conseguindo meu objetivo, começando a cuspir jatos fortes de porra sob o olhar da minha mãe. Os jatos saem com potência, em alta velocidade, atingindo a tela do computador, pra continuar saindo até chegar na roupa dobrada da minha mãe, que eu deixo toda perdida sem controle, o teclado do computador, a escrivaninha e toda a minha mão, por onde a porra escorre pelos meus dedos até deslizar até minhas bolas, onde goteja até o chão, formando uma poça pequena.
Minha mãe sai correndo feito uma bala pelo corredor, nunca imaginou que se depararia com uma situação dessas. Achava que eu faria isso no banheiro, ou escondido, mas nunca daquele jeito, no quarto dela, com o pau completamente duro, em todo o seu esplendor. Ela, que não via meu pau desde os 12 anos, agora descobria que o filho dela não era só um viciado em pornô, mas que acabava de ver o tamanhão do pau e das bolas que o filho dela tinha entre as pernas.
Espero uns segundos recuperando o fôlego depois da punheta violenta, que me deixou meio atordoado, e tento pensar em como reagir quando sair, em como olhar pra minha mãe. O melhor é fingir que tô indignado, sentindo minha privacidade invadida... é isso que vou fazer. Levanto sem limpar nada, deixo a porra no chão e na roupa, espalhada por todo lado, tudo enfeitado com meu esperma. Me preparo psicologicamente pra encarar minha mãe de forma agressiva. Subo as calças e, ao me levantar, percebo que minha gozada também encharcou todo o estofado da cadeira, onde meu cu tava apoiado... Que se foda, porra! Se ela se incomodar, que limpe ela! Então me preparo pra sair do quarto, onde encontro ela no corredor. Ela tá vestida com calças brancas de alfaiataria, uma blusa branca de seda, muito elegante, e o cabelo preso num rabo de cavalo chique. Minha mãe me olha de canto, com insegurança e vergonha, e não é pra menos, depois de ver o filho batendo uma bronha e vendo aqueles jorros grossos e espessos de porra saírem enquanto, com cara de surpresa, a gente se encarou. Vendo a reação dela de se esquivar, bem que eu podia tentar passar despercebido e dar o fora ou, ao contrário, meter o peito fingindo raiva, indignação, fazendo minha mãe se sentir culpada, senão eu ia ficar como um punheteiro que esconde a cara, um moleque, um pivete, algo que eu não tava disposto a aceitar, antes morto do que rotulado. Então fixo meu olhar furioso nela, e paro ali, intimidador e confiante.
—Pô, já conseguiu o que queria! Queria me pegar desprevenido pra me humilhar! Cê acha certo ficar descobrindo como é que o filho da senhora bate punheta, é?! —Falei na cara dela, sem tremer a voz, deixando ela de boca aberta com um comentário tão inesperado, então era hora de não me acovardar e continuar —Se o que cê queria era saber se eu toco bronha no meu pau, bem que podia ter me perguntado, eu teria contado numa boa! —A cara dela ficou branca, o olhar grudou nos meus olhos irados, ela tentou falar alguma coisa, mas não saiu nada da boca dela, só uma tentativa frustrada.
—eeehh… —Foi como um suspiro, nem sequer uma palavra.
—Agora não fala nada, hein, fica calada feito uma putinha (expressão pronta, mas incluindo essa palavra que nunca tinha usado com ela, acabava de passar uma faixa vermelha)!
—Richard... querido... eu... não... — Ela disse, tropeçando nas palavras que saíam da boca dela, seca pelo nervosismo, vendo ela toda linda, com aquela carinha de santa, com aquela roupa chique, com aquela exigência que ela levava no apartamento dela, extinta pelo pior momento da vida dela, pelo momento...
—Por sua culpa, deixei tudo uma zona!
—Não… não… se… preocupa… céu… — Ela disse, tentando tirar o peso e a gravidade da situação. Ela só precisava de um segundo de fôlego pra pensar, mas claro que eu não ia dar essa chance.
—Só faltava eu ter que me preocupar! Você vem me espionando e, ainda por cima, quer que eu agradeça! Com certeza me espia direto! —Deixei escapar, sem esperar resposta por causa da situação violenta.
Me virei de repente e deixei ela falando sozinha, tinha dominado a situação, eu tinha assumido o controle, ela ficou na dúvida, parecia uma... será que o filho dela ia achar que era uma bisbilhoteira? Com certeza na cabeça dela eu devia ter plantado a dúvida se isso ia vazar. Será que ela ia contar alguma coisa pro meu pai? A cabeça dela devia estar um verdadeiro jardim de dúvidas e sentimentos de culpa.
Fui pra sala e, pelo vidro da porta, vi minha mãe pegando um pano na cozinha e indo pro quarto dela limpar toda minha porra. E agora que tava caindo a ficha, nem tinha fechado a cena pornô no computador na pressa, então ela não só ia encontrar a tela do PC cheia de jatos de leite, como também ia ter que ver o tipo de cena que o filho dela usa pra ordenhar o pau. Quinze minutos depois, ela saiu do quarto… mas… porra, que porra é essa…? Ela tinha trocado a blusa que tava usando e colocado a que eu tinha enchido de leitada, e eu percebi que nas costas da blusa que ela vestiu, ainda tinha todo o borrão de porra. Ela não tinha notado, e eu também não ia contar… kkkkkkk.
Assim que pegou a bolsa de mão, veio pra sala se despedir.
—Richard… amor… vou embora —Ela disse da porta, com um sorrisinho.
—Pois muito bem — respondi indiferente — e você não vem me dar um beijo? — falei com um olhar malicioso.
—Sim… claro que sim, gostosa —Respondeu, se aproximando com um jeito mais solto.
Ela chegou na minha altura e me deu um beijo na bochecha, eu não respondi, mantive minha cara de indiferença, só soltei um…
—Você limpou todos os jatos de porra do seu quarto? —Falei, deixando minha mãe desconfortável de novo.
—Eeehhh…sim…ejeemmm…tá tudo limpinho… —Ela respondeu como se algo tivesse entalado na garganta dela.
—Muito bem, mamãe! Também sujei a cueca, deixei no meu quarto, no chão, escorrendo de porra. Você vai lavar pra mim, né? —Perguntei com toda a cara de pau.
—Sim… claro, amor… eu pego eles pra você… — Respondeu com uma postura obediente.
—Beleza! Plaaaaaaaaaassssss! — Bem na hora que ela se virou, dei um tapa forte na bunda dela que a fez dar um pulinho, me olhando tímida por cima do ombro, esfregando a bunda esquerda, que devia estar com a marca da minha mão toda, mas ela ficou calada depois desses acontecimentos recentes.
Foi até meu quarto e pegou minhas cuecas pra jogar na lavagem.
—Já é, Richard, então vou indo… —Isso soou mais como pergunta do que afirmação.
—Ei, uma coisa! —Falei, vendo o pescoço da minha mãe ficar tenso.
— O filme pornô que deixei ligado, antes de descobrir que você ficava me olhando gozar, você tirou? — perguntei, encarando os olhos dela com toda a cara de pau.
—Sssiiii…claro…sim…tá tudo…limpinho.
—Bom, então vou colocar de novo, já que me deixou insatisfeito. Espero que dessa vez não venha me vigiar, porque já tô avisando que vou ordenhar meu pau no seu quarto — falei de forma cortante. —Tá achando ruim, ou o quê?
—Não… não… —Ela respondeu, engolindo seco.
—Então me fala, seu bunda mole! Fala que você acha muito bom, porra! —Falei pra ela, levantando a voz.
—…Me…pa…re…
—Não, melhor ainda! Me diz que por favor você vai ordenhar meu rabo no seu quarto! Isso… sim…! — Eu tava arriscando tudo… mas era tudo ou nada. O tempo de resposta pareceu uma eternidade, pensei que ia acabar ali, que a brincadeira tinha chegado ao fim, que ele ia mostrar o verdadeiro jeito e pronto.
—Mas… Richard… faz se quiser… —Ela respondeu com uma voz derrotada, estava com a guarda baixa, tudo isso devia estar afetando ela pra caralho, a cabeça dela devia ser uma bagunça confusa.
—Não! Olha só, já que antes tive que fazer isso com plateia incluída, agora você vai me pedir pra, por favor, ordenhar meu pau no seu quarto! — Falei com total e absoluta convicção.
Minha mãe me encarou, me olhava como se nos meus olhos tentasse encontrar vestígios do filho dela, aquele garoto que, mesmo tendo personalidade, nunca tinha se comportado daquele jeito. Parecia que ela tinha outra pessoa na frente dela, totalmente diferente, humilhando ela e criando argumentos que faziam ela parecer uma bisbilhoteira, uma qualquer, e que até ela mesma tinha se convencido disso, se sentindo envergonhada, culpada e em dívida comigo por tudo aquilo. Finalmente os lábios dela começaram a se abrir, parecia que ela tinha pensado bem.
—Por…favor…tira…tira…o…rabo…no…meu…quarto… —Falou com um fio de voz, arrastando as palavras timidamente, como se pesassem uma tonelada, tendo que dividi-las em sílabas.
—Beleza, espero que você esteja orgulhosa de pedir pro seu filho rebolar a bunda no seu quarto! Já pode vir logo limpar, porque se o pai chegar antes, vai encontrar tudo bagunçado.
—Siim… vale… não… se preocupa… céu —Ela disse num tom que tentou soar maternal.
—Então beleza, tchau, “olheira”! —Falei pra ela, batizando com o novo apelido —porque, cê não acha ruim que, de agora em diante, eu te chame de olheira depois de tudo isso, né?! —Falei com maldade e zoação ao mesmo tempo.
—Mas… Richard… eu sou sua mãe… — Ela me disse suplicante — foi tudo um mal-entendido… eu não… — Disse tentando se justificar.
—Perdoa?! Um mal-entendido!? Um mal-entendido, “xereta”, é que, quando você entra em casa e ouve o volume no talo de um filme pornô, fácil de reconhecer, principalmente pelos gemidos, e que esses gemidos vêm do seu quarto, sabendo muito bem que eu tô em casa, porque minhas chaves estão no hall, junto onde você deixou as suas, você já deduz na hora o que seu filho de 18 anos tá fazendo no seu quarto — não acho que seja jogando cartas — e, pelo menos, me chamasse aos berros pra eu parar o que tô fazendo e não ser pego de surpresa, desse jeito. Acho que nada teria acontecido e, se mesmo assim não fosse suficiente, dava pra considerar um mal-entendido. E, ainda assim, no caso de você ser obrigada a abrir a porta, pelo menos batesse com o nó dos dedos e não ficasse de olhos arregalados vendo seu filho de 18 anos se masturbando enquanto a própria mãe fica olhando pro pau dele, porque eu vi você olhando, e você viu como meu cacete começou a jorrar porra — A cara dela era um poema, tava completamente descomposta, nocauteada, fora de jogo.
—já…eu…
—Só quero que você me diga, que te chame de "olheira", porque é isso que você é! —Falei com firmeza.
—Eu… —A luta interior dela devia ser brutal —me…cha…ma…ro…na… —Falou olhando pro nada —mas…por favor…na frente do…papai…não… —Implorava.
—Já terminamos de falar, tchau! — Cortei a conversa e passei por ela, mas antes dei mais um tapa forte na bunda dela que ecoou pela casa toda — Poooooorraaaaaa!!! Já cresceu, sua buceta, ficou besta, pra olhar pro meu pau você tava esperta, “olhuda”! — Falei, enquanto entrava no corredor em direção ao banheiro, ouvindo logo em seguida a porta de casa se fechar.
Por volta das 20h da noite, minha mãe chegou, enquanto eu estava de boa na sala, vendo TV, numa boa.
—Oi, Richard —Disse minha mãe com um sorrisinho maroto.
—Oi, “olheira” —respondi com indiferença, vendo que o olhar dela já não era daquela mãe com autoridade, não havia sinal disso no seu olhar.
Automaticamente foi pro quarto dela, trocar de roupa e limpar a bagunça que tinha lá, porque durante a tarde, como eu avisei, não foi só uma vez que eu fiquei batendo punheta, foram três vezes, derramando uma porrada de porra no computador, no terno com saia que ela tinha separado pra vestir amanhã e, numa ideia que me veio, no travesseiro dela.
Quando ela saiu do quarto, tava vestindo uma camisa comprida do meu pai, que batia no meio da coxa.
O dia passou com relativa normalidade, já que em 3 ocasiões bati na bunda nua por baixo da camisa que ela usava quando se abaixava, 2 delas na frente do meu pai, que não soube de onde veio aquele som, embora tenha olhado pra gente. Minha mãe disfarçou muito bem, com a bunda coberta só por uma calcinha que entrava no meio do rabo dela.
Caiu a noite, esperando aquele momento pra ficar a sós com a mamãe. O filme que eu tinha colocado era bem chato, então meu pai levantou do sofá, deixando minha mãe, que tinha caído no sono ali, e foi dormir depois de me dar boa noite, ficando eu a sós com ela. Quando senti que meu pai já devia ter dormido, já que ele não demorava mais de 10 minutos, fui pro meu quarto e peguei um filme pornô, que coloquei no DVD e, com minha mãe ainda dormindo no sofá, tirei a pica e as bolas pra fora da calça do pijama, pra começar a me estimular a pica com minhas bolonas penduradas. Os gemidos da TV começaram a ficar mais evidentes. Na nossa frente tem um vidro que, com luz suficiente, como a da TV e, mais ainda no escuro, faz efeito de reflexo, então eu via minha mãe perfeitamente deitada no sofá. Eu tava mais excitado por ter minha mãe do meu lado do que pela cena, então decidi desligar a TV e acender a luz da sala, pra continuar escarrapachado no sofá com a calça já tirada e, completamente pelado, com minha mãe do meu lado, comecei a bater uma pra pica, cuspindo um cusparada na cabeça dela pra deslizar por todo o tronco, espalhando por toda a pica e conseguindo lubrificação suficiente pra deslizar minha mão por todo o comprimento dela, subindo devagar por todo o tronco venoso até chegar na cabeça, onde apertava pra fazer sair o líquido pré-seminal, que escorria pela cabeça, pra ser pego pela minha mão e servir de lubrificante também. Pude ver pelo reflexo do vidro como minha mãe levantou a cabeça de leve pra ver o que tava rolando, quase desorientada por ter dormido, vendo o filho ordenhando aquele instrumento enorme, de novo, do lado dela, então decidiu fingir que continuava dormindo, era mais fácil do que encarar aquela situação difícil, não. Não tive forças nem argumentos pra fazer isso depois de tudo que aconteceu naquele dia, onde tudo tinha dado uma volta de 360°, mas claro, ela não contava que o filho da puta do filho dela tinha pegado ela por uma fração de segundo com o olho aberto. Então decidi me levantar sem parar de bater uma pra minha pica, completamente nu da cintura pra baixo, com minhas bolas balançando, e fui até ela, me sentei na cabeça dela com as pernas abertas, deixando a cabeça dela entre elas, com minhas bolas tocando o nariz dela. Sabia que ela podia sentir o cheiro de macho das minhas bolas, cuspi mais uma cuspida grossa na ponta do pauzão e tirei a mão do rabo, pra saliva escorrer livre e rápido até minhas bolas, pra no fim cair na cara da minha mãe, mais especificamente entre o nariz e os lábios dela, onde escorreu pelas bochechas em direção à orelha. Dava pra sentir a respiração ofegante dela, minha mão agarrou a pica e comecei a bater uma lentamente, fazendo minhas bolas subirem e descerem batendo no nariz e nos lábios dela, aumentando o ritmo da minha mão no pauzão. Dava pra ouvir o estalo da saliva causado pelo atrito da minha mão na pica, vendo as pálpebras dela se mexerem levemente, claramente dando pra perceber que ela não tava dormindo, só fingindo que tava, isso me excitou ainda mais, sentindo minha gozada subir por toda minha uretra, dava pra sentir pela minha mão a vibração da corrente subindo a toda velocidade pelo tronco, olhava fixamente pra carinha da minha mãe coberta pelas minhas bolas grandes e o buraco do meu cu tocando o queixo dela. Apertei com força a base da minha cabecinha e, apontando pra cara dela, comecei a descarregar uma enxurrada de porra, jatos potentes e grossos que se estilhaçaram no rosto dela, cobrindo todo o caminho do queixo até a testa, 8 jatos fortes que acabaram deixando a cara dela como uma lasanha, coberta de bechamel grosso, escorrendo pelos lados do rosto. Apertei bem meu rabo. pra esvaziar completamente as últimas gotas. Durante todo o tempo, minha mãe ficou completamente imóvel, “dormindo”.
Tendo me saciado por esta noite, decidi deixá-la ali daquele jeito e, depois de pegar minhas roupas, fui pro meu quarto dormir bem sossegado.
No dia seguinte, meus pais já não estavam em casa quando acordei, como de costume, então tomei café da manhã sossegado. Durante o café, meu celular toca.
—Sim? —Respondo.
—Sou eu, Mônica —Respondem do outro lado do telefone.
—Me diz.
—Você vai vir na minha casa? Meu marido não tá.
—Mmmmm… Não! Você quem vai vir na minha casa — Respondo.
—Na sua casa, cê tá maluco?
—Não tem ninguém, tô sozinho, se quiser rabo já sabe onde estou, mas antes das 12:00.
—Eeehh…bom…vale…vamo lá, sim, depois vou praí —Ela me responde.
—Até logo —Respondo, desligando o telefone.
Minha mãe não sabia de uma coisa: eu tava comendo a melhor amiga dela, a Mônica, uma mulher da idade da minha mãe, de um status social alto igual o nosso, também chefe numa empresa, no departamento de Marketing. A tia é uma gostosa, morena, cabelo na altura do ombro, olhos castanhos bem claros, com um corpo pequeno igual o da minha mãe, mesma altura, acho, uma raba de matar e uns peitões generosos. Conheço ela há muito tempo, já que vem direto com o marido aqui em casa e são amigos dos meus pais, já fomos todos jantar e almoçar em restaurantes bons e eles têm uma relação próxima, principalmente, como já falei, com a minha mãe. Tô comendo ela há 3 meses, sempre na casa dela, quando o marido não tá, porque ele, ao contrário do meu pai banana, tem um trabalho como chefe de Recursos Humanos numa empresa diferente e, por causa de várias reuniões, tem que viajar bastante, saindo de casa direto, algo que eu aproveito pra encher a mulherzinha dele de pica.
Às 12:08, Lucía abre a porta, ouve o filho gritando, como se estivesse discutindo. Ela se aproxima pelo corredor pra ver de onde vem a voz.
—¡Assim, Promíscua, engole mais, mais!!! Pooooooooooof!!! —Era a voz do filho dela, com certeza com outra mina, mas se ele sabia que hoje ela chegava às 12:00 como toda quinta-feira —Pensa.
Lucía se aproxima mais, parece que tão dentro do quarto, a porta tá entreaberta, e o que Lucía vê, ela não acredita. Tá o filho dela sentado na cama, com as pernas abertas e, entre elas… A amiga dela! A amiga íntima dela, a Mônica.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Mônica estava com o vestido da Lúcia levantado até a cintura, de calcinha branca, com os peitos pra fora, balançando e sem sutiã, chupando o pau do filho dela, enquanto ele dava tapas fortes na bunda dela, tratando a amiga como uma porca qualquer — uma chefe de Marketing, de status social alto, mulher fiel e casada, ajoelhada entre as pernas do filho de 18 anos, tentando engolir aquele rabo descomunal sem conseguir, com as mãos juntas nas costas, subindo e descendo a cabeça enquanto era xingada pelo próprio filho.
— Vergonha é o que tu devia ter, porca! Plaaaaaaaasssss! Com o filho de 18 anos da tua amiga, vaca! Plaaaaaaaasssss! — Ela dizia pra Mônica enquanto dava palmadas nela, enquanto a Lúcia observava como ela só conseguia engolir meio pau, que batia na garganta dela enquanto o Richi metia com solavancos de quadril pra cima, tentando enfiar a vara de carne ainda mais fundo no esôfago dela, curtindo a agonia que a Mônica tava passando, que tossia com o cacete entalado na garganta, acompanhando a tosse com bolhas de cuspe espumoso que saía pelo canto dos lábios e do nariz dela, ficando em cima da pica do Richi, por onde começavam a escorrer em fios grossos que deslizavam pelo tronco até as bolas, que descansavam na colcha da cama dos pais dele.
—Podia ser teu filho, porca! Plaaaaaaaasssss! Cê gosta de chupar o rabo do filho da sua melhor amiga na cama dela, Piranha? — perguntou o filho dela.
—¡…iiiii! —Tentou responder com uma sílaba ininteligível e borbulhante por causa da quantidade de saliva acumulada na boca e no nariz.
—Vocaliza, gostosa! Que delícia como você levanta a voz pra impor suas exigências pros seus funcionários, porca! Plaaaaaaaasssss! — Dizia o filho pra amiga dela, batendo com as mãos nas nádegas brancas dela enquanto, o filho se levantou e puxou a calcinha dela pra baixo do rabo pra deixar as nádegas bem à disposição dele, pra poderem ser espancadas. As mãos enormes dele marcavam as cachas lindas, e a Lúcia via como o filho dela era capaz de tratar uma mulher com aquela segurança, aquela autoridade, tão dominante e incisivo nas ordens e exigências, não era o filho que ela conhecia, nem parecia com o pai dele, aquele caráter dominante parecia ter deixado a amiga dela fora de si, aos pés de um garoto que podia ser filho dela, que era o filho da amiga dela.
—¡¡¡…iii…iiii…!!! —Mônica respondia de novo, com mais força, berrando do fundo da garganta castigada dela.
—Cê gosta de fazer teu marido de corno, sua porca?!
—…
—Plaaaaaaaasssss! Atende o teu macho, porca! —disse meu filho, dando um tapa sonoro na bunda direita dela —Agora não vem se fazer de difícil, que tu tá entre as pernas de um moleque de 18 anos chupando pau e babando igual uma porca! Agora tapa o nariz e me responde assim! Plaaaaaaaasssss! —dizia Richi, tendo um domínio absoluto da situação e sobre a amiga, dando palmadas nela à vontade e com total liberdade.
—¡…mmmm…iiiiiiiii…gggg! —A amiga da Lúcia tentava falar, enquanto ela via a cara da amiga toda vermelha de tanta congestão.
Lucía vê o filho se levantar e puxar Mônica pelo cabelo.
—Levanta, vagabunda, de quatro no canto da cama! —Ele disse, puxando Mônica, colocando ela de quatro com a bunda toda oferecida igual uma porca vulgar, com a calcinha arriada e o vestido da Lúcia na cintura, deixando os peitões dela balançando.
O contraste do corpinho miúdo da Mônica, quase igual ao da Lúcia, dava uma imagem sacana e excitante. Richi pegou uma das fitas azuis que a Lúcia usava pra fazer seus rabinhos elegantes, com a qual amarrou as mãos dela nas costas, deixando a Mônica com a cara enfiada no colchão da cama e a bunda empinada, olhando pro teto. Richi também pegou um tubo que servia de capa pra um charuto do pai dele, que deram num casamento, e enfiou na buceta da Mônica, enquanto dava tapas na bunda dela, fazendo vibrar as nádegas expostas e estampando as mãos nelas.
—Porca, vou te deixar o cu bem aberto, pra tu nem conseguir sentar junto do corno! Pááááááááá! —Dizia o filho pra Mônica, dando tapas na bunda dela enquanto enfiava dois dedos no cu dela, cuspindo um monte de saliva no rabo da amiga, que já começava a escorrer pro olho do cu pra dar uma lubrificação boa pra ser penetrado sem dó, tudo isso no meio dos gemidos da Mônica que, parecia até que tava gostando do tratamento que o macho dela tava dando.
Lucía viava o filho subir na cama, deixando a bunda da amiga apoiada na perna dele, e ele começava a apontar aquele pauzão veiudo de 22 cm pro cu dela, enquanto a amiga ficava com a cara esmagada na própria cama, de bunda empinada e o vestido todo arregaçado. Tudo isso enquanto o marido pobre tava no trampo, acreditando cegamente na fidelidade da mulher, prestes a ser comida no cu pelo próprio filho.
Lucía viu como o filho começou a pressionar com a pica no cu da mulher, já lubrificado, e foi entrando sem resistência, enquanto Mónica gemia. O filho apertava a cabeça da amiga da mãe contra o colchão, começando a bombar devagar o pau de touro no cu dela, vendo como tirava até a cabeça para, lentamente, enfiar de novo até mais da metade, e repetir a manobra, se deliciando com o prazer de ter a amiga da mãe de quatro, fazendo o que queria com ela como uma vadia qualquer.
—Você é uma puta igualzinha à minha mãe! Vocês têm a mesma cara de vagabunda! — Ao dizer isso, Richi fez com que as pupilas de Lucía se dilatassem. Ela ficou paralisada ao ver como ele manchava o nome dela na frente de uma fodida violenta na amiga dela. — Assim que eu gosto, vestida com a roupa da porca da minha mãe! Plaaaaaaasssss! Plaaaaaaasssss! — Ele dizia enquanto dava tapas nas bochechas dela e palmadas na bunda durante o que já tinha se tornado uma fodida brutal no cu.
O rabo dela entrava e saía com facilidade, com a embalagem do charuto do pai enfiada na buceta escorrendo, enquanto o cu dela era penetrado sem piedade pelo filho.
—Diz que minha mãe é uma puta! — Dizia durante as porradas fortes que ele dava nela.
—Aaaaaaahhhhhhh! Aaaaaaahhhhhhh! Sua…pooooorraaaa…éééé…uuuuumaaa…vaaagaaa…buuuunda…! —Respondia Mônica sob os olhares da “xereta Lúcia”.
—Tinha que ter vocês duas aqui, de quatro, sendo tratadas como o que são: umas putas! Plaaaaaaasssss! —Lucía não acreditava nas atrocidades que saíam da boca do próprio filho, de como ele fazia a amiga dela testemunhar seus desejos pervertidos a realizar. Comigo —Aaaaaaahhhhhhh! Vou gozar, sua cadela! Aaaaaaahhhhhhh! —O filho dela começou a gritar, agarrando a amiga e virando ela, arrastando até deixar a cabeça dela pendurada na borda da cama, olhando pra cima.
—Vou encher sua barriga de porra, vou te transformar num depósito de sêmen, sua porca! —disse pra Mônica, enquanto apontava o pauzão pra boca dela, que já tava aberta esperando, e começou a enfiar devagar na garganta até bater no fundo, segurando ali até ela ter ânsias fortes, os olhos ficarem vermelhos e o pescoço alargar de tanto esforço pra aguentar aquele rabo invasor. Meu filho começou a tirar o pau de dentro da garganta dela, cheio de fios viscosos de saliva e meleca, até deixar na altura dos olhos dela pra molhar a cara com as linhas de cuspe, que escorriam pelos olhos formando uma máscara grossa. Aí, ele enfiou de novo, dessa vez apertando o nariz dela com os dedos e metendo o pauzão até o fundo, sem pena nenhuma.
—Seus funcionários tinham que ver a sua chefe Promíscua, com o rabo inteiro de um moleque enfiado até a garganta, sua puta! – Dizia Richi sodomizando a boca da Chefe de Marketing, tão recatada, tão culta e organizada, tão… bem comida.
—…iiiiigggggghhhhhh! Aaaaaagggggggghhhhh! Uuuuugggggghhhh! —Eram os sons que saíam da garganta da Mônica enquanto tentava respirar, babando pela boca até que toda a saliva escorria pelo nariz, impedindo o ar de entrar pelas narinas. Assim, o único fio de ar que ela tentava pegar era pelos pequenos espaços livres na boca, totalmente ocupada pelo pauzão daquele jovem garanhão, que investia tapando o nariz dela e a subjugando à vontade dele, com toda a virilidade enfiada até o esôfago, fazendo ela cuspir torrentes de saliva causadas pela tosse e ânsia ao tentar respirar. De repente, o filho dela fechou os olhos com força e olhou para o teto, soltando um urro.
—Aaaaaaaahhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuffffffffffffff! Tooooou tô goooozandooooooo! —Ela gritou, tensionando todos os músculos, com a barra de carne inteira enfiada na garganta da amiga, enquanto o esperma começava a jorrar com pressão pelo canto dos lábios e pelas narinas que Richi tinha liberado antes, escorrendo tudo na direção da carinha de senhora recatada, uma grande massa de uma mistura de saliva grossa, meleca e porra, tudo isso entre engasgos violentos, diante dos quais Richi ficou impassível, até se esvaziar completamente. Nesse momento, devagar e sem pressa, ele começou a tirar o pau da boca dela, trazendo junto uma massa viscosa formada por fios grossos e espessos que arrastou durante a retirada, que começaram a cair sobre o rosto dela, até cobri-lo por completo, deixando-o irreconhecível.
Richard pegou a calça que a Mônica estava usando quando chegou e passou no rosto dela, mais pra sujar a roupa toda do que pra limpar, fazendo com que ela tivesse que andar na rua cheia de borrões de porra, enquanto ela ainda tava desnorteada e tentando recuperar o fôlego.
Naqueles momentos em que Lucía continuava espiando pela fresta da porta, ela percebeu que o filho estava com os olhos fixos nos dela... através do espelho na parede, momento em que Lucía se deu conta, mas já era tarde.
Naquela hora, vi pelo espelho minha mãe, espiando pela fresta da porta entreaberta, os olhos dela encontraram os meus, nossos olhares se cruzaram e…
—Levanta, raposa, fica de quatro que vou te levar pra passear pela casa toda, pra você desfilar com o vestido da minha mãe, igual uma puta! —Falei pra Mônica, que já se ajoelhou de quatro, com a cara toda lambuzada de porra e baba, e começou a andar de quatro, com a calcinha arriada, na minha frente, rebolando aquela bunda maravilhosa e toda castigada.
—Isso, porquinha! Plaaaaaaasssss! Vou deixar sua bunda bem quente! Plaaaaaaasssss! Que teu corno veja! Plaaaaaaasssss! —Ele gritava, enquanto começava a dar palmadas nela andando atrás dela —Sai do quarto, passeia pelo corredor, puta! Plaaaaaaasssss!
Naquela hora, minha mãe sumiu da porta… mas ainda tava em casa…
Continua…
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