Como lhe contei no relato anterior. Ese domingo, após deixá-la com Lucila em sua casa, fui trabalhar, dia normal, fechei e fui para minha casa, me banhei e mudei para ir ao batismo. Passei pela negra e nos vamos a esse evento. Voltamos tarde, tipo 23:30hs. A negra se quedou em sua casa e eu arranquei para a minha, já era muito tarde para ligar para Lucila, então não fiz. Essa noite, já em minha casa, estendi-me no sofá, assistindo a um programa de repetição do futebol do dia. Pensava em tudo que vinha passando e como estava me sentindo, isso de jogar a dois pontos me estava gostando e, além disso, uma delas maior que eu, me sentia gadel!!! Fui dormir com essa ideia na cabeça, da linda que estava passando e de como ia fazer para sustentá-la, pois não queria que se terminasse. O lunes, trabalhando como de costume. Aparece Lucila, mas essa vez às 9:30 da manhã.... Muito irritada e ofendida. Ela me pediu que saísse para falar, nos colocamos num canto do negócio e ela me repreendeu por não ter ligado na noite anterior, eu tentava explicar que havia se feito tarde e que por isso não havia ligado, mas não entrava em razão, até que fiz o planteio de se estar com outra... Ou seja, para ela era oficialmente seu namorado, Flor de Quilombo tinha! Eu disse que não, que não era assim e de alguma maneira a convenci. Entramos no negócio e comecei a comprar, essa vez era muito mais do normal o que ela pedia, então perguntei por que tanta mercadoria. Ela me contou que os senhores estavam jantando com amigos e que por isso a quantidade, era muito realmente o que levava, então disse que a acompanhava. Eu pensava que talvez com sorte ligasse um polvo rápido. Chegamos ao edifício e ela me pediu para colocar as bolsas no elevador, eu disse não, vamos que te acompanho até cima (sempre com os ratos à espera). Ela disse bem, mas olha que está a Ludmila.... Ludmila até onde sabia era a filha menor dos donos da casa, crei que era uma menina..... Entramos por... Uma porta que dava para a cozinha e quando eu estava dentro, em uma mesa que estava atrás da porta, estava sentada Ludmila desjejumando... Minha mesma idade, castanha, cabelo ondulado, olhos castanhos, cara de puta e roupa de dormir. Apoiei as bolsas na mesada e cumprimentei. Bom dia... bom provecho! Bom dia, obrigado.... Voz de puta doce e uma boca de head master incrível. Bem.... Me abri? Lhe disse a Lucila. Sim, vamos, me disse ela. E antes que dissesse tchau, Ludmila me disse: tchau, que tenhas um lindo dia!... Dava para responder-lhe de tudo, mas estava Lucila, então não disse mais nada, obrigado, você também... No elevador, Lucila me disse que a senhorita jovem não havia ido ao colégio porque se sentia mal. No hall do edifício, deu um beijo e pediu que eu a chamasse à tarde porque à noite não poderia falar, dei o ok e fui embora. Enquanto voltava para o local, estava pensando em como era linda Ludmila e sem pensar a converti em um objetivo. À tarde, como todos os dias, fui à casa da negra, polvo, merenda e de volta ao trabalho. Parei num telefone para ligar um toque para Lucila e, como um presente do céu, atendeu Ludmila, reconheci a voz no instante. Eu: olá Lu? Ludmila: olá... sim, quem fala. Eu: como? Não reconhecias minha voz? Ludmila: ehhh não, não sei... Quem é você? Eu: não importa isso agora.... já vais te dar conta! Ludmila: bom... Mas me diga quem você é Eu: jajajajaja agora vou dizer quem sou... como você se sentiu? Ludmila: bem, um pouco melhor, mas tenho chagas de frio... Dale, me diga quem você é Eu: bom, vou dizer.... Nos conhecemos esta manhã Ludmila: esta manhã? Sim, eu não saí de casa... Eu: já sei, por isso mesmo.... Lindo pijama... Ludmila: ahhh jajajjajajaa sou o garoto da verduleria! Eu: sim, o mesmo.... Ludmila: jajajjajajaja e como tens o número do telefone da minha casa? Eu: bom..... quando eu quero algo, consigo... Ludmila: ah si? E para que querias o telefone da minha casa? Eu: como para que? Para saber como estavas! Ludmila: ahhh mira você.... e porque Tanto interesse? Eu: porque me pareciste muito linda e te vi meio pachucha esta manhã assim que queria saber como estavas ou se necessitavas de alguma coisa Ludmila: jajajajajajaa olha você...que serviço o da verduleria Eu: uffff não te imaginas tudo o que fazemos pelas clientes que nos interessam Ludmila: jajajjaajajaa que louco... Eu: bom, agora vou dizer a verdade, liguei para falar com Lucila, ela acha que somos namorados... Não sei... Me parece que esta meio louca, se saímos um par de vezes, mas em nenhum momento perguntei que seja minha namora....assim que não sei, ligava para falar sobre isso porque no negócio não posso falar. Ludmila: ahh vos são o garoto com quem estava saindo? Bom, agora te passo Eu: sim, sou eu. Não sei se abri outro. Mas creo que sim. Igualmente não me pases Ludmila: não? Por quê? Eu: porque agora quero falar com você....tens uma voz muito doce Ludmila: ai graças, mas está mal.... Se ligaste para falar com ela não comigo Eu: sim.... É verdade.... Vamos fazer algo, me diga a que hora posso te ligar para falar com você. Ludmila: não sei...o que eu sei... Te parece às 22h30? Vêm alguns amigos de meus velhos para comer e eu estou aqui em minha habitação tenho telefone Eu: dale, bom, te ligo à Noite.agoraSe passa con Lucila, por favor. Ludmila: bom, aqui te passo, falamos depois, beijos... Falei com Lucila sobre besteiras e corte. Me sentia o mais campeão dos campeões. À noite, falo com a negra como sempre e após 1 hora com Ludmila. Foi uma conversa variada de tudo um pouco. Mas o importante foi que ficamos em nos encontrar ao outro dia à tarde na praça. Terça-feira, Lucila não aparece.... Eu fazia barulho....corte do meu horário laboral, liguei para a negra e disse que não iria porque havia faltado um colega e eu tinha que ficar, liguei para Lucila e perguntei se estava tudo bem, pois não havia ido ao negócio, me contou que sobrava muito comida da noite anterior, por isso não havia ido comprar e que tinha muito trabalho. Disse que também eu e que a ligava à noite. Fui ao meu encontro com Ludmila e estava com o uniforme do colégio....apareceram todos os ratos juntos, falamos bastante tempo, caminhamos e nisso a arrinquei contra uma parede e me a transou, a cock se pôs bonner automaticamente, ela sentiu e enquanto transávamos inclinei sua pelve para mim. Tentei meter mão debaixo de sua perna, mas não tiveSucesso. Caminhamos.Um tempo mais, outra vez contra uma parede e foi hora de voltar para meu trabalho. Eu disse que a noite eu a chamaria. Durante toda a semana, à manhã eu a via Lucila no negócio e disse que não ia chamá-la à noite porque terminava muito cansado e queria ir para casa. À tarde em casa e à noite uma chamada e então chamava Ludmila, uma só vez atendi a mãe e mudei de voz por medo de ela me reconhecer. O jueves ficamos marcados para sair o sábado à tarde com Ludmila. Assim que pedi ao meu chefe que me desse meio dia de férias, eu merecia desde muitos meses que não tinha férias, à negra disse que haviam mudado o partido para o sábado à tarde. E com Lucila que nos víssemos à noite 23:30hs. Esse sábado eu me encontrei com Ludmila, ela tinha um jeans rosa claro, zapatilhas, pulover e campera de jeans azul, nada chamativo, mas era realmente uma garota muito linda, fomos caminhar por aqui e eu a transava de tanto em tanto, até que mude o rumo e encare para o bulo, disse que íamos ir ao apartamento do meu irmão, que eu tinha chaves e ele não estava e voltaria tarde. Havia muito frio esse dia, assim que não pôs objecção. Quando entramos, ela olhava tudo e me dizia que o meu irmão era um pervertido e se ria. A tirei sobre a cama e começamos a beijar-nos, pude meter mão por todos os lados, subiu para cima de mim e se frotava como pegando, mas vestida. Pude sacar o pulover, a blusa... E quedou em sutiã, mas não deixava de se masturbar sobre mim, tinha uns seios muito bons, entre 90 e 95, muito duros e bem marcados. Pude sacar um seio do sutiã e comecei a chupá-la enquanto ela seguia se masturbando sobre mim e me fez cair em seco. Quedou tudo enchastrado e sem possibilidade de tirar o calção, continuamos beijando-nos, eu ressuscitei, outra vez boner e outra vez masturbação vestidos. Eu me dei conta que era virgem e que por isso fazia. Nos quedamos um par de horas, muitos beijos, muitas tocações mas não pusei nada. A acompanhei para casa às 21hs. Fui para casa, eu banhei, mudei, morei e fui ao encontro com Lucila, mesma garota quadrada, meias longas, blusa de lã eCampeira. Fomos.Ver uma película e direto ao apartamento. Quando entramos, Lucila se jogou sobre o sofá (erótico) e subiu para cima enquanto nos beijávamos e se tirava a roupa com desespero e a minha também, levantou-se sem sair de cima, baixei o calção até a metade dos meus joelhos, me pajei 3 ou 4 vezes, baixei suas meias largas até os seus joelhos e sentei-me sobre o meu pau, não havia calcinha, estava toda molhada, sentia como caíam seus fluidos sobre o meu pau, bolas, bunda e como se encharcava toda a parte de trás do sofá, uma loucura como subia e descia sobre mim. Eu nem mais chegava a tocar um pouco dos seus seios, começou a apertá-los ela mesma e cada vez subia e descia com mais força, quando acabei, fiquei ressabiada sobre o meu peito e eu estava todo molhado de todos os fluidos. A alguns segundos, levantou-se, eu me levantei também, ainda bêbado, tirei a saia dela, tirei as meias e enquanto eu me tirava do calção, ela se arrodilhou diante de mim e meteu toda a bunda na boca, chupava-a toda da cabeça ao tronco e apertava os meus bolas, cada vez a molhava mais e mais. Em um momento, tirou-a da boca, olhou para mim com cara muito de puta e disse: Estou mojando tudo para que você me ponha na tiny ass... Queres? E antes que eu respondesse, meteu-a novamente na boca. Sim... Mamita, moja toda que vou te pegar o bum! Comecei a chupar com mais vontade, tirava-a da boca, escupia e voltava a chupar. Assim, um par de vezes, levantou-se e se acomodou no sofá (finalmente eu sabia para que servia). Todo o seu bum empinado e à altura perfeita para que eu a pegasse. Apoiei a cabeça do meu pau e entrei sozinha como resbalando.... Uma sensação maravilhosa e única, peguei a bunda por alguns minutos e disse: Ponha-me na pussy, saco, pongo. E começou a contar umooo, doissss, desaceleração, tressss, quatroooo. Assim até dez. Agora na tiny ass...saco, pongo e outra vez, unooo, dosssss, tressss. E outra vez até dez. Agora na pussy e outra vez o conteúdo, isso me fez esquentar demais. Era para gozar, percebiu, virou-se e com muita voz de puta e cara de mais puta me disse: não papai aqui não, deixe-me a cum na tiny ass.... Foi ao pedo, explodiu em seu use the word: pussy e ela acabou comigo. Que gostosa....que quente está....quanta cum.... Filha de puta! Me pôs boner outra vez com 3 boludeces. Uyyyy como se te pôs, que dura está, agora sim me vais dar cum na Booty? Saquei-a da use the word: pussy, entrei no seu culo, inclinei-me mais para mim e a agarrei forte, muito forte até gozar, gritava, gemia, agarrava-se aos costados do sofá e repetia constantemente, assim, cogie assim, assim, siiii, que cock! Quando acabei, ela começou a masturbar o clítoris até gozar. Nós nos deitamos na cama, fazendo cucharita e nos dormimos. Como sempre, entrava para trabalhar às 9. Me despertei às 9:30..... Nós nos levantamos rápido, nos banhamos, tomamos um táxi, a deixei em casa e segui rumo ao meu trabalho.
3 comentários - Lendas de um verdeiro 4