Oi, como já falei, meu nome é Gabriela, mas todo mundo me chama de Gaby. Sou uma mulher de 48 anos, alta, loira. Não gosto de me achar, mas ainda me conservo bem, tenho meus peitos bem firmes e, bom, a bunda já está um pouco mais caída, mas ainda dá água na boca, hehehe. Sou divorciada por causa de uma infidelidade que eu mesma cometi, mas não me arrependo. Atualmente moro em Guadalajara com meu único filho de 18 anos, mas somos de Michoacán. Mas, enfim, agora vou contar como foi que acabei transando com o amigo do meu filho.
Como eu disse, sou divorciada, e por causa do divórcio, viemos eu e meu filho morar em Guadalajara. A gente tinha acabado de se mudar para a casa nova e logo coloquei meu filho na escola. Ele começou a ir e, no terceiro dia de aula, era aniversário dele, mas ele só tinha um amigo, já que tinha começado a fazer amizades há pouco. Nesse dia, falei pro meu filho que, depois da aula, ele chamasse o amigo pra acompanhar, porque eu tinha preparado uma comida e, bom, achei que meu filho e o amigo já eram grandes o suficiente pra tomar uma garrafa de vinho comigo, então comprei.
Eles chegaram por volta das 3 da tarde e a gente começou a comer. Eu ficava olhando e olhando pro amigo dele, pra ser sincera, eu me conheço e, apesar de ele ser muito jovem, o garoto era muito gato. A gente terminou de comer e começou a tomar as primeiras cubas. Meu filho nunca tinha bebido e logo ficou bêbado e foi dormir no quarto dele. Eu e o amigo dele continuamos bebendo, mas eu mais por obrigação do que por gosto, não queria deixá-lo sozinho. Aí, por volta das 8 da noite, perguntei se ele ia dormir lá com meu filho, já que era sexta e no sábado poderiam dormir até mais tarde, e ele disse que sim, que já tinha mandado uma mensagem pra mãe dele avisando. E, como eu falei, eu e o amigo do meu filho continuamos bebendo e, pra ser sincera, eu já estava meio tonta. Ele puxava assunto, a gente já estava quase dormindo quando ele teve a ideia de me chamar pra dançar e, bom... a gente fez, colocamos música bem baixinha e começamos. Em alguns momentos, eu sentia a mão dele nas minhas bundas e eu a levantava. Sendo sincera, eu já estava ficando com tesão com a dança e as apalpadas que o garoto estava me dando. Já fazia mais ou menos uns 5 meses sem sexo nenhum, e com certeza foi isso que me deixou excitada.
Decidimos nos sentar de novo na sala e começamos a conversar novamente, eu na beirada do sofá e ele do meu lado. Ele começou a me perguntar: "E o senhor, o pai do Mabuel?" (é assim que meu filho se chama). Como já disse, eu estava tonta, melhor dizendo, bêbada, e sem nenhuma vergonha respondi: "Me separei dele porque fui infiel e ele descobriu." Ao dizer isso ao garoto, ele ficou corado e um pouco nervoso, pude notar. Mas ele foi muito astuto; ao ouvir isso, ele se aproximou mais de mim e colocou a mão na minha perna. Naquele dia, eu estava usando uma minissaia bem provocante, uma blusa de alcinhas, normalmente uso fio dental e aquele dia não foi exceção, obviamente também estava de sutiã, e uns saltos que me faziam parecer ainda mais alta.
A conversa foi ficando mais quente, assim como a mão do garoto, até que ele conseguiu tocar minha buceta e foi quando eu estremeci e rapidamente tirei a mão dele, pensando: "O que estou fazendo? Ele é amigo do meu filho?" Mas ele, insistente, colocou a mão de novo e logo puxou meu fio dental para o lado e começou a tocar meu clitóris. O garoto tinha experiência, dava para perceber. Eu deixei ele continuar. Ele aproximou o rosto do meu e eu, como uma adolescente, comecei a beijá-lo. Nos beijamos como um par de jovens do ensino médio — ele era, mas eu não, eu já tinha 46 anos. Ele tirou a mão de debaixo da minha saia, toda molhada dos meus fluidos, e com ela tirou meus seios da blusa e do sutiã e começou a lambê-los. Eu já estava com muito tesão e não conseguia parar, nem queria. Enquanto lambia meus seios, com uma das mãos ele pegou a minha e fez com que eu a metesse por baixo da calça dele. Comecei a sentir como o pênis dele pulsava, parecia grosso e era, para... O rapaz era bem dotado e isso me atraiu ainda mais. Ele abriu a calça e pude apreciar seu pau, que era longo e grosso. Afastei seu rosto dos meus seios e, como estávamos sentados, me inclinei e comecei a chupar seu pau. Fazia tempo que não fazia isso e, na verdade, estava com saudade. Fiquei assim por um bom tempo, até que meu próprio tesão me fez levantar e erguer minha saia. Virei de costas para ele e mostrei minhas nádegas enquanto abaixava minha calcinha. Mal tinha tirado a calcinha quando ele me puxou para onde estava sentado, e caí sentada exatamente com o pau dele entre minhas nádegas. Claro que não entrou, senão eu teria dado um belo grito. Ele rapidamente tentou enfiar, mas eu o parei e disse: "Espera, melhor irmos pro meu quarto". Peguei sua mão e ele veio andando atrás de mim.
Mal entramos no meu quarto e fechei a porta, nos despimos completamente e me joguei na cama. Ele logo subiu e se posicionou entre minhas pernas, começando a me beijar novamente. Parecíamos recém-casados. Enquanto me beijava, eu sentia seu pau roçar minha buceta, até que não aguentei mais e disse: "Enfia logo, meu filho". Ele imediatamente não pensou duas vezes e enfiou tudo de uma vez. Eu só soltei um pequeno gemido e ele começou a me bombear. Ficamos um tempo assim e eu disse: "Vira, meu filho, agora deita você que agora eu vou te comer". Ele se deitou de costas e eu montei nele de frente, começando a cavalgar. Me virei, mas ainda cavalgando, agora de costas para ele. Fiquei cerca de 20 minutos montando nele, e agora foi ele quem me disse: "Dona Gaby, podemos fazer outra posição?" Eu: "Sim, meu filho". Ele: "Pode ficar de quatro?" Mal me perguntou e logo me levantei e fiquei como ele disse. Ele se colocou atrás de mim e começou a me elogiar: "Ai, senhora, que nádegas boas você tem, que nádegas gostosas". Eu disse: "Por hoje são suas, meu filho, aproveite. Vamos, me come logo que já quero dormir". Ele: "Como a senhora mandar, dona Gaby". Ficamos aí comendo e comendo até que ele gozou dentro de mim. Óbvio que já sou operada, senão nunca teria deixado. deixado. Nem percebemos a hora que pegamos no sono, no outro dia acordei, me vi toda pelada, ele na minha frente igualmente pelado na cama, aí levantei e corri ele pra casa antes do meu filho acordar. Bom, espero que tenham gostado e não tenha incomodado ninguém, adoraria que deixassem alguns comentários. Muito obrigada a todos. Abraços.
:)
Como eu disse, sou divorciada, e por causa do divórcio, viemos eu e meu filho morar em Guadalajara. A gente tinha acabado de se mudar para a casa nova e logo coloquei meu filho na escola. Ele começou a ir e, no terceiro dia de aula, era aniversário dele, mas ele só tinha um amigo, já que tinha começado a fazer amizades há pouco. Nesse dia, falei pro meu filho que, depois da aula, ele chamasse o amigo pra acompanhar, porque eu tinha preparado uma comida e, bom, achei que meu filho e o amigo já eram grandes o suficiente pra tomar uma garrafa de vinho comigo, então comprei.
Eles chegaram por volta das 3 da tarde e a gente começou a comer. Eu ficava olhando e olhando pro amigo dele, pra ser sincera, eu me conheço e, apesar de ele ser muito jovem, o garoto era muito gato. A gente terminou de comer e começou a tomar as primeiras cubas. Meu filho nunca tinha bebido e logo ficou bêbado e foi dormir no quarto dele. Eu e o amigo dele continuamos bebendo, mas eu mais por obrigação do que por gosto, não queria deixá-lo sozinho. Aí, por volta das 8 da noite, perguntei se ele ia dormir lá com meu filho, já que era sexta e no sábado poderiam dormir até mais tarde, e ele disse que sim, que já tinha mandado uma mensagem pra mãe dele avisando. E, como eu falei, eu e o amigo do meu filho continuamos bebendo e, pra ser sincera, eu já estava meio tonta. Ele puxava assunto, a gente já estava quase dormindo quando ele teve a ideia de me chamar pra dançar e, bom... a gente fez, colocamos música bem baixinha e começamos. Em alguns momentos, eu sentia a mão dele nas minhas bundas e eu a levantava. Sendo sincera, eu já estava ficando com tesão com a dança e as apalpadas que o garoto estava me dando. Já fazia mais ou menos uns 5 meses sem sexo nenhum, e com certeza foi isso que me deixou excitada.
Decidimos nos sentar de novo na sala e começamos a conversar novamente, eu na beirada do sofá e ele do meu lado. Ele começou a me perguntar: "E o senhor, o pai do Mabuel?" (é assim que meu filho se chama). Como já disse, eu estava tonta, melhor dizendo, bêbada, e sem nenhuma vergonha respondi: "Me separei dele porque fui infiel e ele descobriu." Ao dizer isso ao garoto, ele ficou corado e um pouco nervoso, pude notar. Mas ele foi muito astuto; ao ouvir isso, ele se aproximou mais de mim e colocou a mão na minha perna. Naquele dia, eu estava usando uma minissaia bem provocante, uma blusa de alcinhas, normalmente uso fio dental e aquele dia não foi exceção, obviamente também estava de sutiã, e uns saltos que me faziam parecer ainda mais alta.
A conversa foi ficando mais quente, assim como a mão do garoto, até que ele conseguiu tocar minha buceta e foi quando eu estremeci e rapidamente tirei a mão dele, pensando: "O que estou fazendo? Ele é amigo do meu filho?" Mas ele, insistente, colocou a mão de novo e logo puxou meu fio dental para o lado e começou a tocar meu clitóris. O garoto tinha experiência, dava para perceber. Eu deixei ele continuar. Ele aproximou o rosto do meu e eu, como uma adolescente, comecei a beijá-lo. Nos beijamos como um par de jovens do ensino médio — ele era, mas eu não, eu já tinha 46 anos. Ele tirou a mão de debaixo da minha saia, toda molhada dos meus fluidos, e com ela tirou meus seios da blusa e do sutiã e começou a lambê-los. Eu já estava com muito tesão e não conseguia parar, nem queria. Enquanto lambia meus seios, com uma das mãos ele pegou a minha e fez com que eu a metesse por baixo da calça dele. Comecei a sentir como o pênis dele pulsava, parecia grosso e era, para... O rapaz era bem dotado e isso me atraiu ainda mais. Ele abriu a calça e pude apreciar seu pau, que era longo e grosso. Afastei seu rosto dos meus seios e, como estávamos sentados, me inclinei e comecei a chupar seu pau. Fazia tempo que não fazia isso e, na verdade, estava com saudade. Fiquei assim por um bom tempo, até que meu próprio tesão me fez levantar e erguer minha saia. Virei de costas para ele e mostrei minhas nádegas enquanto abaixava minha calcinha. Mal tinha tirado a calcinha quando ele me puxou para onde estava sentado, e caí sentada exatamente com o pau dele entre minhas nádegas. Claro que não entrou, senão eu teria dado um belo grito. Ele rapidamente tentou enfiar, mas eu o parei e disse: "Espera, melhor irmos pro meu quarto". Peguei sua mão e ele veio andando atrás de mim.
Mal entramos no meu quarto e fechei a porta, nos despimos completamente e me joguei na cama. Ele logo subiu e se posicionou entre minhas pernas, começando a me beijar novamente. Parecíamos recém-casados. Enquanto me beijava, eu sentia seu pau roçar minha buceta, até que não aguentei mais e disse: "Enfia logo, meu filho". Ele imediatamente não pensou duas vezes e enfiou tudo de uma vez. Eu só soltei um pequeno gemido e ele começou a me bombear. Ficamos um tempo assim e eu disse: "Vira, meu filho, agora deita você que agora eu vou te comer". Ele se deitou de costas e eu montei nele de frente, começando a cavalgar. Me virei, mas ainda cavalgando, agora de costas para ele. Fiquei cerca de 20 minutos montando nele, e agora foi ele quem me disse: "Dona Gaby, podemos fazer outra posição?" Eu: "Sim, meu filho". Ele: "Pode ficar de quatro?" Mal me perguntou e logo me levantei e fiquei como ele disse. Ele se colocou atrás de mim e começou a me elogiar: "Ai, senhora, que nádegas boas você tem, que nádegas gostosas". Eu disse: "Por hoje são suas, meu filho, aproveite. Vamos, me come logo que já quero dormir". Ele: "Como a senhora mandar, dona Gaby". Ficamos aí comendo e comendo até que ele gozou dentro de mim. Óbvio que já sou operada, senão nunca teria deixado. deixado. Nem percebemos a hora que pegamos no sono, no outro dia acordei, me vi toda pelada, ele na minha frente igualmente pelado na cama, aí levantei e corri ele pra casa antes do meu filho acordar. Bom, espero que tenham gostado e não tenha incomodado ninguém, adoraria que deixassem alguns comentários. Muito obrigada a todos. Abraços.
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