Olá! Deixo aqui a terceira parte dos relatos. Os outros podem ser encontrados no meu perfil (não sejam preguiçosos e entrem) xD. Tentei colocar como link, mas... deu errado. Enfim, é hora de se masturbar. Lembrem-se: se virem a história circulando por aí, não se preocupem. É minha, mas perdi a conta e assumo que todo o trabalho também. De qualquer forma, saudações!
Sem mais incidentes naquela noite, no dia seguinte já estávamos todos a caminho de passar umas férias agradáveis na casa de verão que tinham emprestado ao meu irmão Alejandro só para essa ocasião. Era interessante para todos saber que tipo de pessoa era o amigo dele, a ponto de lhe emprestar um luxo desses que nos permitia ficar lá. Nós sete íamos no carro, que era meio pequeno, então estávamos um pouco apertados. Meus pais nos bancos da frente e nós atrás. Bom, eu estava sentada no colo do meu irmão para abrir espaço para a Celia, a namorada da minha irmã Ana, e a Lilian estava no canto, muito entretida jogando no videogame.
— Não se mexa muito, irmã — dizia Alejandro, que estava se divertindo pra caralho com minha bunda bem em cima dele. Celia e Ana trocavam uns beijinhos e riam de mim, que estava corada por sentir o volume do pau do meu irmão ereto debaixo do meu rabo.
— Cuidado aí atrás — avisou minha mãe, especialmente para mim.
Desde o incidente, eu não ousava olhar na cara dela, e nem a Lilian, porque estávamos muito envergonhados pelo arroubo incestuoso que tínhamos feito. Meu pai não estava totalmente por dentro, e ainda bem.
Alejandro parecia se divertir muito com a situação, e tinha inocentemente as mãos nas minhas pernas, não perdendo um momento para acariciá-las furtivamente. Eu mordi o lábio inferior de tesão, e mais ainda quando ele, silenciosamente, começou a deslizar um dedo dentro do meu short de banho, que era bem curto e sexy.
— Vou fazer devagar — disse no meu ouvido.
Eu tremi ao sentir as mãos dele perto da minha bucetinha e soltei um Risadinha quando encontrou meu clitóris e começou a brincar com ele. Minha irmã percebeu e franziu a testa, apontando pro pai com o olhar como um aviso. Ela tava por dentro do nosso encontro com o Alejandro. Revirou os olhos e continuou fazendo carinho na namorada dela. A coitada da Lilian tava sozinha.
Durante quase uma hora me acostumei a ter os dedos do meu irmão acariciando suavemente a entrada da minha buceta, e nessa altura já tava muito molhada e com vontade de que ele enfiasse tudo até o fundo. Até desejei que ele tirasse a calça pra eu sentir o pau dele na minha pele, e quem sabe enfiar em algum outro lugar. Não tive sorte e continuei aproveitando. De repente, senti a mão da minha irmã pousar na minha perna e começar a me acariciar. Olhei pra ela com uma cara de interrogação, e ela, rindo, tirou os dedos. O que significava aquilo?
Resumindo, chegamos na praia depois de umas duas horas. O Alejandro falou pro meu pai onde era a casa do amigo dele e fomos direto pra lá. Achamos rápido, porque era meio afastada das outras, rodeada de palmeiras e areia. Tinha dois andares, era branca e com uma varanda bonita que dava pra praia.
Meus pais entraram primeiro enquanto a gente foi dar uma volta pra ver o oceano. A brisa era fresca e salgada. Não tinha muita gente e o sol tava uma delícia.
— Bem-vindas — disse meu irmão e abraçou eu e a Ana.
— Ai, odeio me queimar — reclamou nossa irmã mais nova e, fazendo cara de nojo, foi pra casa.
A Celia não perdeu tempo e tirou a blusa e o short. Por baixo, tava usando um biquíni fio-dental sexy que destacava a bunda grande e bem feita dela. Minha irmã abraçou ela e se deram um puta beijo de língua.
— Vai entrar no mar comigo, love?
— Não coloquei meu biquíni ainda.
— Te espero. E vocês?
— A gente já volta.
A Celia mergulhou na água primeiro.
Nós voltamos pra casa e nos apressamos pra dividir os quartos, já que que passaríamos uns dias lá. Só tinha três quartos. Minha mãe e meu pai escolheram um, o da cama maior, enquanto eu, Lilian e Celia nos acomodamos em outro. Ana, que era a lésbica da família, colocaram pra dormir com meu irmão. Essa era a estratégia da mamãe pra gente não fazer nada indevido, já que como ela gostava mais de minas do que de caras, e praticamente era tipo o anjo da família… bem. Vocês já sabem qual foi a lógica materna ali.
— Vocês vão entrar na água? — perguntou meu pai.
— Sim! — respondemos todas ao mesmo tempo.
Entramos pra trocar de roupa só as mulheres, incluindo a mamãe, que não tinha vergonha de ficar pelada na frente das filhas. Não tinha putaria, exceto pela Lilian que olhava com um certo desconforto os peitos das outras. Mesmo sendo parecida com a gente, em algumas medidas não tinha desenvolvido igual. Ela tinha uma bunda bonita de nalgas empinadinhas, mas os peitos dela não chegavam nem perto dos da mamãe, uma coroa na flor da beleza, nem dos meus e da Ana, que éramos mais novas e um pouco mais bronzeadas que ela.
O que nos surpreendeu foi o biquíni dela, cuja parte de baixo era tão pequena e branca que quase dava pra ver tudo.
— Filha? Não tá meio pequenininho?
— Cê acha? — disse ela com inocência, dando uma voltinha. O fio dental se enfiava entre as nádegas —. Eu gosto.
— Sim, mas se seu pai e seu irmão te virem, não vão te deixar em paz. Principalmente seu irmão.
— Mãe, o que aconteceu… — comecei a dizer, tentando me desculpar — foi um erro. Não sei como rolou…
— Já sei, já sei. Sei que o Alejandro atrai vocês. Até eu, que sou mãe dele, posso dizer que ele é muito gostoso.
Isso surpreendeu todas nós.
— Mas entendam que são irmãs dele e que devem respeitar ele e não fazer esse tipo de coisa. Podem arrumar um namorado pra isso, ou façam como sua irmã Ana — piscou o olho pra ela e riu. Minha irmã ficou vermelha.
— O quê? — perguntou Lilian — Que a gente arrume uma namorada? Bah. Eu gosto é de pica bem grande.
Minha mãe riu um pouco. Corada pela ousadia do seu docinho de açúcar, a Lilian. Desde que a pestinha era criança, sempre foi meio safadinha e falava cada coisa na hora mais errada, e agora que tava mais velha, as coisas não melhoraram.
—Bom, bom. Vamos, tomar banho.
O sol bateu na pobre Lilian, que teve que passar protetor com medo de perder o tom clarinho da pele. Ana e eu nos demos as mãos e corremos pra água, onde o Alejandro e a Celia já estavam se banhando. Meu pai, que tava com a barriga torneada no sol, ficou na areia com a mãe do lado, abraçados e trocando uns beijos. Como meu pai tava de sunga justa, eu não perdi detalhe de como o pau dele começou a tomar forma por causa da língua da nossa mãe, que dava uns beijinhos amorosos.
—Já viram isso? —disse minha irmã—, parecem adolescentes.
—A gente também devia se divertir —disse Alejandro e puxou o sutiã da Lilian de uma vez, que ficou dura por um segundo e depois cobriu os peitos.
—Alejandro! Não seja idiota! —gritou e deu uns tapinhas nele.
—Por que não? —falou Celia pra gente e, na mesma hora, tirou o sutiã dela. Os peitos morenos dela ficaram de fora, molhados. Minha irmã também tirou o dela, e eu, sem poder ficar pra trás, e excitada por ver as tetas das minhas irmãs, fiz o mesmo. Lilian bufou.
—Tá bom, pelo menos me deem as coisas de vocês pra eu levar pra praia.
Voltou pouco depois.
—Mamãe falou alguma coisa quando te viu sem sutiã? —perguntou Alejandro.
—Ela riu e disse que tá de boa, que eu preciso de um pouco de cor nos meus mamilos.
—Mas se são lindos —Celia não perdeu tempo e apertou eles.
—Ei! Não sou sapatão, não me toca!
—Mas tua irmã te masturba direitinho, né?
—Isso é diferente. Ah! Alejandro, você também não!
Lilian tava meio diferente. Quando não tava excitada, podia ser a garota mais santa do mundo, mas bastava se molhar um pouco ou ouvir a palavra anal pra virar uma putinha. Depravada, que adorava ver os pais transando.
No fim, as quatro sem sutiã fomos tomar banho. Teve uns roçados, especialmente entre o Alejandro e eu. Eu gostava porque a gente tava jogando bola e ele ficava atrás de mim, esfregando o pau na minha bunda de propósito. A Celia, que tinha pegado a coitadinha da Lilian como brinquedo, ficava enchendo o saco dela beliscando os peitos ou as bundinhas de vez em quando. Nossa irmã mais nova levava na brincadeira e ria. Naquela altura, todo mundo tava se divertindo.
— Ei! Venham aqui! — papai chamou, e a gente saiu.
A cara dele quando viu as quatro garotas sem sutiã foi épica. Principalmente os melões da Celia balançando.
— Hum… ia pescar. Vocês vêm?
— Eu vou — falei na hora.
— A gente passa — os outros disseram em uníssono. A Celia e a Ana queriam continuar brincando, e a Lilian me lançou uns olhares safados e apontou pro Alejandro com o olhar. Entendi as intenções dela, mas já não dava pra largar meu pai sozinho.
Pegamos a vara de pescar e fomos pra uma área meio afastada dos outros, onde não tinha ninguém e tinha um cais velho que ninguém usava. Sentamos na beira e ele preparou as varas. Eu tava de camisola pra me resguardar dele por causa dessas coisas de decência e pra minha mãe não encher o saco por andar seminua na frente do marido dela.
— O que houve entre vocês? — ele me perguntou —. Tô notando vocês estranhos. Falo de você e do Alejandro. Também a Lilian. Brigaram?
— Hum… não exatamente — ri ao lembrar. Meu pai me olhou curioso.
— Não sou bobo.
— Ai, pai. É que…
— O que foi? Pela sua risada, já tenho uma ideia.
— Bom… — eu confiava muito no meu pai, mas tanto a ponto de confessar que a gente quase tirou a virgindade da minha irmã Lilian?
— Fizeram?
— O quê? Bom…
— Não importa. Pode me contar. Mais que isso. Vou te confessar que na sua idade eu sentia uma atração danada pela minha irmã, sua tia Sofi.
— A tia Sofi? Você?
Agora meu pai ficou meio vermelho.
— Sim. Vou te confessar. mas me promete que não vai contar pra sua mãe. Em troca, você me conta o que aconteceu, tá?
—É… tá bom.
—Como você sabe, meu pai, seu avô, morreu de câncer, então ficamos só eu, minha mãe e minha irmã. Por causa da depressão, sua avó virou meio alcoólatra e parou de cuidar da casa. A Sofi e eu tivemos que tomar conta dela e, com o tempo, a atração entre nós era grande. Desde crianças, a gente tomava banho junto e nossas primeiras pegadas foram entre nós.
—Igual eu e minhas irmãs.
—É —ela riu ao lembrar —. O primeiro boquete que eu ganhei foi dela.
Eu dei um tapinha no ombro dela.
—Com certeza a tia Sofi adorou.
—Hahaha! Adorou. Quer ver?
—O quê?
—Posso te mostrar, mas não conta pra mamãe. Você já viu por acidente, mas não de propósito.
—Hmm… —falei enquanto fazia uma cara safada —. Tá bom. Me mostra.
Ela olhou em volta pra ver se tinha alguém, e depois me passou a vara de pescar pra eu segurar. Num movimento só, puxou o short do biquíni pra baixo e o pau dela ficou no ar. Eu senti meu rosto ficar vermelho ao ver aquela rola começando a endurecer. A cabeça tava aparecendo e umas veias cheias de sangue davam pra ver por baixo da pele.
—Papai… —eu ri que nem uma boba, sem conseguir desviar o olhar.
—Toca.
—É… acho que não.
—Vai, ninguém vai saber. Sei que você tá morrendo de vontade.
—Não te incomoda que eu sou sua filha?
—Pelo contrário. Eu adoro o que você faz com sua irmã Lilian, e mais ainda o que fizeram com o Alejandro.
Enquanto ela falava, o pau dela começou a subir mais. As bolas pendiam como dois sacos pesados.
—Você gosta? Aprova a gente se pegar entre nós? —perguntei surpresa. Meu pai era meio que o inocente, e só a mamãe era mais pervertida em comparação.
—Sim. Olha como eu mexo.
O pau dela pulsou. Meu Deus! Eu… tava ficando excitada com o pau do meu pai. Olhei pra ver se tinha alguém e, ainda meio sem graça, envolvi a rola dela com minha mão pequena. Tava quente e pulsando. Meu pai fechou os olhos.
—Mexe. Um pouco, Jennifer.
—Assim?
Naquela altura, que importava se eu o masturbava? Engoli seco. Meu coração dava pulos enquanto eu fazia uma punheta pro meu próprio pai, que parecia estar adorando.
—Mais rápido, Jennifer.
Eu me divertia. Mais do que estar excitada, achava aquilo deliciosamente divertido e morbidamente erótico. Sim, já tinha sonhado com a arma dele, mas não em fazer aquilo. Era algo bem diferente. Comecei a mover minha mão mais rápido, e de repente notei que os dedos dele deslizavam pela minha perna e entravam até acariciar minha bucetinha bem em cima do biquíni. Uma descarga elétrica me atingiu quando o dedo dele abriu caminho entre as dobras do tecido e começou a brincar com meu clitóris.
—Ah, filha.
Naquele ponto, nada mais importava. Absolutamente nada. Tirei o cabelo do rosto. Abaixei a cabeça e enfiei aquela pica do meu pai na minha boca. Ele parou de brincar com minha buceta e ficou imóvel, aproveitando minha boca. Passei minha língua pela cabeça do pau, e soltei saliva pra tentar engolir todo aquele pedaço de carne. O pau dele pulsava dentro dos meus lábios. Ele acariciava minhas costas e meu cabelo, depois me segurou pelo rabo de cavalo e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. Tive que me afastar pra pegar um pouco de ar, e então, sem mais, ele me empurrou de novo pra me penetrar pela boca.
Ficamos assim por um tempo. Já tava doendo meu pescoço e minha mandíbula por causa da posição que eu tava chupando. Sentir o pau do meu pai coberto pela minha saliva me excitava, mas também me enchia de algo parecido com amor.
—Assim, putinha?
Adorava brincar assim. Chupei e chupei tanto que, de repente, uma descarga inteira de porra gostosa chegou até minha garganta. Me pegou de surpresa. Não tava preparada pra engolir o esperma do papai e um pouco caiu na base do pau dele. Me separei e, em seguida, um segundo jato me banhou o rosto.
Limpei a porra do rosto. O pau dele começou a murchar, mas ainda mantendo um bom tamanho.
—Vão ser umas boas férias, Jennifer. —Não duvido.
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Uff, essas coisinhas de irmãos! haha, valeu por ler e comentar. Boa tarde 🙂
Sem mais incidentes naquela noite, no dia seguinte já estávamos todos a caminho de passar umas férias agradáveis na casa de verão que tinham emprestado ao meu irmão Alejandro só para essa ocasião. Era interessante para todos saber que tipo de pessoa era o amigo dele, a ponto de lhe emprestar um luxo desses que nos permitia ficar lá. Nós sete íamos no carro, que era meio pequeno, então estávamos um pouco apertados. Meus pais nos bancos da frente e nós atrás. Bom, eu estava sentada no colo do meu irmão para abrir espaço para a Celia, a namorada da minha irmã Ana, e a Lilian estava no canto, muito entretida jogando no videogame.
— Não se mexa muito, irmã — dizia Alejandro, que estava se divertindo pra caralho com minha bunda bem em cima dele. Celia e Ana trocavam uns beijinhos e riam de mim, que estava corada por sentir o volume do pau do meu irmão ereto debaixo do meu rabo.
— Cuidado aí atrás — avisou minha mãe, especialmente para mim.
Desde o incidente, eu não ousava olhar na cara dela, e nem a Lilian, porque estávamos muito envergonhados pelo arroubo incestuoso que tínhamos feito. Meu pai não estava totalmente por dentro, e ainda bem.
Alejandro parecia se divertir muito com a situação, e tinha inocentemente as mãos nas minhas pernas, não perdendo um momento para acariciá-las furtivamente. Eu mordi o lábio inferior de tesão, e mais ainda quando ele, silenciosamente, começou a deslizar um dedo dentro do meu short de banho, que era bem curto e sexy.
— Vou fazer devagar — disse no meu ouvido.
Eu tremi ao sentir as mãos dele perto da minha bucetinha e soltei um Risadinha quando encontrou meu clitóris e começou a brincar com ele. Minha irmã percebeu e franziu a testa, apontando pro pai com o olhar como um aviso. Ela tava por dentro do nosso encontro com o Alejandro. Revirou os olhos e continuou fazendo carinho na namorada dela. A coitada da Lilian tava sozinha.
Durante quase uma hora me acostumei a ter os dedos do meu irmão acariciando suavemente a entrada da minha buceta, e nessa altura já tava muito molhada e com vontade de que ele enfiasse tudo até o fundo. Até desejei que ele tirasse a calça pra eu sentir o pau dele na minha pele, e quem sabe enfiar em algum outro lugar. Não tive sorte e continuei aproveitando. De repente, senti a mão da minha irmã pousar na minha perna e começar a me acariciar. Olhei pra ela com uma cara de interrogação, e ela, rindo, tirou os dedos. O que significava aquilo?
Resumindo, chegamos na praia depois de umas duas horas. O Alejandro falou pro meu pai onde era a casa do amigo dele e fomos direto pra lá. Achamos rápido, porque era meio afastada das outras, rodeada de palmeiras e areia. Tinha dois andares, era branca e com uma varanda bonita que dava pra praia.
Meus pais entraram primeiro enquanto a gente foi dar uma volta pra ver o oceano. A brisa era fresca e salgada. Não tinha muita gente e o sol tava uma delícia.
— Bem-vindas — disse meu irmão e abraçou eu e a Ana.
— Ai, odeio me queimar — reclamou nossa irmã mais nova e, fazendo cara de nojo, foi pra casa.
A Celia não perdeu tempo e tirou a blusa e o short. Por baixo, tava usando um biquíni fio-dental sexy que destacava a bunda grande e bem feita dela. Minha irmã abraçou ela e se deram um puta beijo de língua.
— Vai entrar no mar comigo, love?
— Não coloquei meu biquíni ainda.
— Te espero. E vocês?
— A gente já volta.
A Celia mergulhou na água primeiro.
Nós voltamos pra casa e nos apressamos pra dividir os quartos, já que que passaríamos uns dias lá. Só tinha três quartos. Minha mãe e meu pai escolheram um, o da cama maior, enquanto eu, Lilian e Celia nos acomodamos em outro. Ana, que era a lésbica da família, colocaram pra dormir com meu irmão. Essa era a estratégia da mamãe pra gente não fazer nada indevido, já que como ela gostava mais de minas do que de caras, e praticamente era tipo o anjo da família… bem. Vocês já sabem qual foi a lógica materna ali.
— Vocês vão entrar na água? — perguntou meu pai.
— Sim! — respondemos todas ao mesmo tempo.
Entramos pra trocar de roupa só as mulheres, incluindo a mamãe, que não tinha vergonha de ficar pelada na frente das filhas. Não tinha putaria, exceto pela Lilian que olhava com um certo desconforto os peitos das outras. Mesmo sendo parecida com a gente, em algumas medidas não tinha desenvolvido igual. Ela tinha uma bunda bonita de nalgas empinadinhas, mas os peitos dela não chegavam nem perto dos da mamãe, uma coroa na flor da beleza, nem dos meus e da Ana, que éramos mais novas e um pouco mais bronzeadas que ela.
O que nos surpreendeu foi o biquíni dela, cuja parte de baixo era tão pequena e branca que quase dava pra ver tudo.
— Filha? Não tá meio pequenininho?
— Cê acha? — disse ela com inocência, dando uma voltinha. O fio dental se enfiava entre as nádegas —. Eu gosto.
— Sim, mas se seu pai e seu irmão te virem, não vão te deixar em paz. Principalmente seu irmão.
— Mãe, o que aconteceu… — comecei a dizer, tentando me desculpar — foi um erro. Não sei como rolou…
— Já sei, já sei. Sei que o Alejandro atrai vocês. Até eu, que sou mãe dele, posso dizer que ele é muito gostoso.
Isso surpreendeu todas nós.
— Mas entendam que são irmãs dele e que devem respeitar ele e não fazer esse tipo de coisa. Podem arrumar um namorado pra isso, ou façam como sua irmã Ana — piscou o olho pra ela e riu. Minha irmã ficou vermelha.
— O quê? — perguntou Lilian — Que a gente arrume uma namorada? Bah. Eu gosto é de pica bem grande.
Minha mãe riu um pouco. Corada pela ousadia do seu docinho de açúcar, a Lilian. Desde que a pestinha era criança, sempre foi meio safadinha e falava cada coisa na hora mais errada, e agora que tava mais velha, as coisas não melhoraram.
—Bom, bom. Vamos, tomar banho.
O sol bateu na pobre Lilian, que teve que passar protetor com medo de perder o tom clarinho da pele. Ana e eu nos demos as mãos e corremos pra água, onde o Alejandro e a Celia já estavam se banhando. Meu pai, que tava com a barriga torneada no sol, ficou na areia com a mãe do lado, abraçados e trocando uns beijos. Como meu pai tava de sunga justa, eu não perdi detalhe de como o pau dele começou a tomar forma por causa da língua da nossa mãe, que dava uns beijinhos amorosos.
—Já viram isso? —disse minha irmã—, parecem adolescentes.
—A gente também devia se divertir —disse Alejandro e puxou o sutiã da Lilian de uma vez, que ficou dura por um segundo e depois cobriu os peitos.
—Alejandro! Não seja idiota! —gritou e deu uns tapinhas nele.
—Por que não? —falou Celia pra gente e, na mesma hora, tirou o sutiã dela. Os peitos morenos dela ficaram de fora, molhados. Minha irmã também tirou o dela, e eu, sem poder ficar pra trás, e excitada por ver as tetas das minhas irmãs, fiz o mesmo. Lilian bufou.
—Tá bom, pelo menos me deem as coisas de vocês pra eu levar pra praia.
Voltou pouco depois.
—Mamãe falou alguma coisa quando te viu sem sutiã? —perguntou Alejandro.
—Ela riu e disse que tá de boa, que eu preciso de um pouco de cor nos meus mamilos.
—Mas se são lindos —Celia não perdeu tempo e apertou eles.
—Ei! Não sou sapatão, não me toca!
—Mas tua irmã te masturba direitinho, né?
—Isso é diferente. Ah! Alejandro, você também não!
Lilian tava meio diferente. Quando não tava excitada, podia ser a garota mais santa do mundo, mas bastava se molhar um pouco ou ouvir a palavra anal pra virar uma putinha. Depravada, que adorava ver os pais transando.
No fim, as quatro sem sutiã fomos tomar banho. Teve uns roçados, especialmente entre o Alejandro e eu. Eu gostava porque a gente tava jogando bola e ele ficava atrás de mim, esfregando o pau na minha bunda de propósito. A Celia, que tinha pegado a coitadinha da Lilian como brinquedo, ficava enchendo o saco dela beliscando os peitos ou as bundinhas de vez em quando. Nossa irmã mais nova levava na brincadeira e ria. Naquela altura, todo mundo tava se divertindo.
— Ei! Venham aqui! — papai chamou, e a gente saiu.
A cara dele quando viu as quatro garotas sem sutiã foi épica. Principalmente os melões da Celia balançando.
— Hum… ia pescar. Vocês vêm?
— Eu vou — falei na hora.
— A gente passa — os outros disseram em uníssono. A Celia e a Ana queriam continuar brincando, e a Lilian me lançou uns olhares safados e apontou pro Alejandro com o olhar. Entendi as intenções dela, mas já não dava pra largar meu pai sozinho.
Pegamos a vara de pescar e fomos pra uma área meio afastada dos outros, onde não tinha ninguém e tinha um cais velho que ninguém usava. Sentamos na beira e ele preparou as varas. Eu tava de camisola pra me resguardar dele por causa dessas coisas de decência e pra minha mãe não encher o saco por andar seminua na frente do marido dela.
— O que houve entre vocês? — ele me perguntou —. Tô notando vocês estranhos. Falo de você e do Alejandro. Também a Lilian. Brigaram?
— Hum… não exatamente — ri ao lembrar. Meu pai me olhou curioso.
— Não sou bobo.
— Ai, pai. É que…
— O que foi? Pela sua risada, já tenho uma ideia.
— Bom… — eu confiava muito no meu pai, mas tanto a ponto de confessar que a gente quase tirou a virgindade da minha irmã Lilian?
— Fizeram?
— O quê? Bom…
— Não importa. Pode me contar. Mais que isso. Vou te confessar que na sua idade eu sentia uma atração danada pela minha irmã, sua tia Sofi.
— A tia Sofi? Você?
Agora meu pai ficou meio vermelho.
— Sim. Vou te confessar. mas me promete que não vai contar pra sua mãe. Em troca, você me conta o que aconteceu, tá?
—É… tá bom.
—Como você sabe, meu pai, seu avô, morreu de câncer, então ficamos só eu, minha mãe e minha irmã. Por causa da depressão, sua avó virou meio alcoólatra e parou de cuidar da casa. A Sofi e eu tivemos que tomar conta dela e, com o tempo, a atração entre nós era grande. Desde crianças, a gente tomava banho junto e nossas primeiras pegadas foram entre nós.
—Igual eu e minhas irmãs.
—É —ela riu ao lembrar —. O primeiro boquete que eu ganhei foi dela.
Eu dei um tapinha no ombro dela.
—Com certeza a tia Sofi adorou.
—Hahaha! Adorou. Quer ver?
—O quê?
—Posso te mostrar, mas não conta pra mamãe. Você já viu por acidente, mas não de propósito.
—Hmm… —falei enquanto fazia uma cara safada —. Tá bom. Me mostra.
Ela olhou em volta pra ver se tinha alguém, e depois me passou a vara de pescar pra eu segurar. Num movimento só, puxou o short do biquíni pra baixo e o pau dela ficou no ar. Eu senti meu rosto ficar vermelho ao ver aquela rola começando a endurecer. A cabeça tava aparecendo e umas veias cheias de sangue davam pra ver por baixo da pele.
—Papai… —eu ri que nem uma boba, sem conseguir desviar o olhar.
—Toca.
—É… acho que não.
—Vai, ninguém vai saber. Sei que você tá morrendo de vontade.
—Não te incomoda que eu sou sua filha?
—Pelo contrário. Eu adoro o que você faz com sua irmã Lilian, e mais ainda o que fizeram com o Alejandro.
Enquanto ela falava, o pau dela começou a subir mais. As bolas pendiam como dois sacos pesados.
—Você gosta? Aprova a gente se pegar entre nós? —perguntei surpresa. Meu pai era meio que o inocente, e só a mamãe era mais pervertida em comparação.
—Sim. Olha como eu mexo.
O pau dela pulsou. Meu Deus! Eu… tava ficando excitada com o pau do meu pai. Olhei pra ver se tinha alguém e, ainda meio sem graça, envolvi a rola dela com minha mão pequena. Tava quente e pulsando. Meu pai fechou os olhos.
—Mexe. Um pouco, Jennifer.
—Assim?
Naquela altura, que importava se eu o masturbava? Engoli seco. Meu coração dava pulos enquanto eu fazia uma punheta pro meu próprio pai, que parecia estar adorando.
—Mais rápido, Jennifer.
Eu me divertia. Mais do que estar excitada, achava aquilo deliciosamente divertido e morbidamente erótico. Sim, já tinha sonhado com a arma dele, mas não em fazer aquilo. Era algo bem diferente. Comecei a mover minha mão mais rápido, e de repente notei que os dedos dele deslizavam pela minha perna e entravam até acariciar minha bucetinha bem em cima do biquíni. Uma descarga elétrica me atingiu quando o dedo dele abriu caminho entre as dobras do tecido e começou a brincar com meu clitóris.
—Ah, filha.
Naquele ponto, nada mais importava. Absolutamente nada. Tirei o cabelo do rosto. Abaixei a cabeça e enfiei aquela pica do meu pai na minha boca. Ele parou de brincar com minha buceta e ficou imóvel, aproveitando minha boca. Passei minha língua pela cabeça do pau, e soltei saliva pra tentar engolir todo aquele pedaço de carne. O pau dele pulsava dentro dos meus lábios. Ele acariciava minhas costas e meu cabelo, depois me segurou pelo rabo de cavalo e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. Tive que me afastar pra pegar um pouco de ar, e então, sem mais, ele me empurrou de novo pra me penetrar pela boca.
Ficamos assim por um tempo. Já tava doendo meu pescoço e minha mandíbula por causa da posição que eu tava chupando. Sentir o pau do meu pai coberto pela minha saliva me excitava, mas também me enchia de algo parecido com amor.
—Assim, putinha?
Adorava brincar assim. Chupei e chupei tanto que, de repente, uma descarga inteira de porra gostosa chegou até minha garganta. Me pegou de surpresa. Não tava preparada pra engolir o esperma do papai e um pouco caiu na base do pau dele. Me separei e, em seguida, um segundo jato me banhou o rosto.
Limpei a porra do rosto. O pau dele começou a murchar, mas ainda mantendo um bom tamanho.
—Vão ser umas boas férias, Jennifer. —Não duvido.
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Uff, essas coisinhas de irmãos! haha, valeu por ler e comentar. Boa tarde 🙂
9 comentários - Familia y Sexo capítulo 3