Olá, pessoal do Poringa. Já passei por aqui há um tempão, mas perdi minha conta e um monte de coisas. Espero voltar e compartilhar minhas histórias pervertidas com vocês. Agradeceria demais se comentassem nelas. Seria uma forma divertida de entrar em contato com vocês. Não mordo (a não ser que queiram), então espero que a gente se dê bem. (é sério sobre os comentários kkk) Saudações, e como sei que aqui tem muito homem, espero ser bem recebida.
Essas histórias vão estar no meu perfil. Entrem e não hesitem em encontrá-las.
No total, somos cinco pessoas na minha casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, porque ela acha que uma mulher deve tentar ser bonita em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e nos criou assim desde pequenos. O nome dela é Julia, aliás, e com o cabelo liso e as tetas generosas, ela até causa inveja em nós.
O segundo é meu pai, Manuel, um homem de quase 1,80 m de altura, e bem gostoso, já que é professor de educação física e daqueles que realmente trabalham, então já podem imaginar como ele é bom. O que minha mãe mais gosta nele, e a gente também curte, é que ele sempre foi um cara muito atencioso com a família. E meio inocente, muito apegado a mim, ou melhor, eu sou mais chegada nele. O nome dele é Manuel.
Minha irmã gêmea, Tifany, e é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. O motivo é que ela acha divertidas todas as situações que rolam por causa da confusão. Por outro lado, Tifany é meio piranha, na minha humilde opinião, porque a paquera dela chega a incomodar nosso pai, do jeito que ela pede as coisas e como se esfrega nele quando quer tirar dinheiro e permissão pra sair. Um detalhe sobre minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela tá naquela fase em que não decide se gosta de pinto ou não, então por que não abraçar os dois? Possibilidades?
O próximo membro da minha família maluca é o Alejandro, nosso irmão mais velho. Ele tá morando num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita falta dele, principalmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde pequena a gente sempre foi tipo melhores amigos. Ele é um cara gato, de aparência elegante e muito carinhoso. Amo ele.
A outra se chama Lilian, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo pros meus pais, porque como todo mundo diz, não importa quantos anos ela tenha, sempre vai ser a mimada da família e a princesa da casa. Infelizmente, a Lilian levou isso tão ao pé da letra que até hoje age meio infantil. Já não tem mais idade pra isso, mas fazer o quê? Minha mãe mima ela e até deixa ir pras festinhas com os amiguinhos da escola, enquanto eu tenho que me matar pra conseguir um mísero sim pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, a Jennifer, a desajustada da casa, virgem claro, porque tenho medo demais de deixar alguém arrebentar minha buceta. É, pode rir, mas ainda tô esperando o cara certo pra me tirar a virgindade, embora isso não signifique que eu nunca transei por trás. Sexo anal pra mim era uma puta bênção dos deuses, mesmo não praticando tanto quanto queria. Diferente da minha gêmea, eu não ia com o primeiro bonitão que aparecesse na minha frente, era bem seletiva, e isso não agradava muito os caras, mas fazer o quê? Era assim que eu era, com uma buceta reservada e completamente limpa, igual a de um bebê. Graças a Deus que por genética da minha mãe nenhuma de nós três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente os cinco da família ficávamos em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo A diretora de uma escola, fazia a mesma coisa. Por um lado, era legal porque todo mundo convivia e se divertia, mas, por outro lado, era realmente chato, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Lilian tinha quebrado, então ela dormia comigo, no meu beliche, enquanto a Tifany me deixou pra dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal deles, a televisão de 40 polegadas e o próprio computador. Eram os reis. A gente, as pobres escravas.
— Jennifer! — minha mãe me chamou naquela noite em que eu já estava me conformando que as coisas iam continuar chatas — Desce pra jantar!
A hora da comida era sagrada pra minha mãe, que adorava ver todo mundo junto.
— Vamos, Jennifer — disse a Lilian, pulando do beliche dela.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada de nós, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela tinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada pela blusinha, e uns shortinhos bem curtos que só ajudavam a destacar a bunda empinada dela.
— Já vou, já vou.
— Anda, boba — ela disse, e eu aproveitei pra dar um tapa na bunda dela de castigo — Ai! Idiota.
— Idiota é você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, todo mundo já estava reunido. Até a Celia, a namorada da Tifany, que meus pais adoravam, tinha vindo. Já falei. Eles são muito liberais em relação à sexualidade. Pelo que eu sabia, minha mãe transou com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou... Bom, não nos surpreendeu muito. Afinal, já estávamos acostumadas a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra gente não cometer os mesmos erros que ela.
Celia me cumprimentou com um sorriso provocante, como sempre, porque ela gosta tanto que a Tifany se pareça comigo que até eu, às vezes, viro alvo dos olhares safados dela. Eu Sentei do lado da Lilian e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos pras férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Tifany queria ir esquiar, mas a gente não tinha grana pra uma viagem tão longe. A Lilian optou por ir pra praia, mas quando minha mãe falou que dessa vez ela teria que se bronzear, largou a ideia. Minha irmã tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir pro interior ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele ia com o que a maioria decidisse.
—E você, Jennifer? Pra onde quer ir? —me perguntou papai.
—Bom, a ideia da Lilian me agradou. A praia soa bem.
—É, vamos pra praia —minha gêmea me apoiou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero pegar um bronzeado e vestir um biquíni gostoso.
—Eu também quero um biquíni —disse a Lilian —. Acho que se todo mundo topar, posso me sacrificar.
—E por que não perguntamos pro Alejandro? Pelo que sei, ele chega amanhã.
As três irmãs se olharam empolgadas.
—Ele vem?
—Sim. Era uma surpresa, mas já que é, falei. Então, Tifany, você vai ter que liberar o quarto dele.
—Vou sim, mãe —a ideia não a animou muito. A Lilian e eu estávamos mais empolgadas em rever nosso irmão.
Terminado o jantar, fui tomar um banho de banheira. Era relaxante ficar na água fresca, totalmente pelada e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e que finalmente a gente ia ficar todo mundo junto, pelo menos nas férias. Já tava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Nisso, meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma pra ele não ver meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau pra mijar. Pelo visto, na nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito ele entrar sem avisar, tinha horas que eu precisava ficar sozinha.
—Você tá animada com a chegada do seu irmão.
—Muito —finalmente consegui olhar pra ele e ele me sorriu. Eu fiquei meio corada.
—Sa-i, pa-pai —disse a Lilian num tom debochado. Ela tratava meu pai com um certo desprezo. mais confiável do que a gente. Ele só deu risada e fez um carinho na cabeça da minha irmã mais nova — posso tomar banho com você?
— Claro, entra.
Lilian tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes eu ficava me perguntando se ela não era filha de outro homem, porque com aqueles olhos verdes, as sardas delicadas e o nariz pequenininho, não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e Lilian ficava muito irritada.
Assim que tocou a água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela: que às vezes era muito carinhosa comigo e dependia mais de mim do que da Tifany, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alejandro conseguia dominar ela de vez em quando.
Senti o cheiro do cabelo de Lilian e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço, como quem tava pedindo um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele branquinha e delicada da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e o corpo dela tremeu. Eu beijei devagar e com muito amor. Aos poucos, ela foi relaxando, até que começou a pegar nos próprios peitos e beliscar as pontinhas. Aproveitei aquele momento pra fechar meus braços em volta da barriga dela e fazer carinho.
Lilian, diferente de Tifany e de mim, ainda não tinha tido nenhum tipo de relação. Minha mãe não tava tão convencida disso, mas eu sim, porque era irmã mais velha e amava ela, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda ninguém tinha metido na pobre Lilian, então enquanto o cara certo não aparecesse na vida dela, eu, como irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer pra ela quando ela pedisse.
— Tá gostando?
Lilian concordou com a cabeça. Virei pra beijar o outro lado do pescoço dela. Vi como ela levou as mãos até a rachinha delicada dela. Começou a gemer baixinho enquanto eu dava mordidinhas na orelha dela e acariciava a barriga dela. —Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela na minha e guiei pra ela aprender como devia se masturbar. Me surpreendia que, na idade dela, ainda estivesse descobrindo esse prazer magnífico. Minha mãe tinha mostrado pra mim e pra Tifany o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina as filhas sobre sexualidade sem tabus, foi bem explícita. E por explícita, posso dizer que até vimos partes dela bem encantadoras.
— Como tão as aulas? — perguntou minha gêmea, entrando de repente pra escovar os dentes.
Lilian olhou pra ela com um certo rigor.
— Bem — respondi, feliz.
— Vaza, Tifany — rosnou Lilian. — A gente não interrompe vocês quando cê tá com a Celia aqui.
— Ah, a minilesbiana — disse Celia, provocando Lilian como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã adorava fazer ela ficar puta. Entrou e trancou a porta.
— Já, tô perdendo a concentração.
— Saiam — pedi. — Lilian já tava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã se relaxou de novo.
— Dá pra fazer outra coisa, Jennifer?
— Sim, amor.
Ela se virou pra mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de um jeito que os peitinhos dela, pequenos e suculentos, ficaram a só centímetros da minha boca. Eu segurei ela pela cintura e, sorrindo, meti um dos biquinhos na boca.
— Não morde forte, que dói.
— Vou te deixar um chupão — pisquei um olho. — Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
— O que eu quero é que cê me coma logo — ela riu docemente.
— Isso não vai rolar, Lilian. Mamãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
— Bu. Chupa meus peitos pelo menos.
Era nisso que eu tava. Lilian fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele par delicioso de peitos firmes e branquinhos. Baixei o olhar e vi a linda bucetinha da minha irmã e, tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pela barriga dela até chegar na boceta. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido. —Ei, ei, calma aí —disse o pai, entrando de novo pra escovar os dentes. A Lilian deu um gritinho e mergulhou de volta na água. Eu encerrei a sessão e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando eu, a Tifany e o Alejandro éramos crianças, em casa a gente praticava nudismo como um estilo de vida. Meus pais tinham se juntado a um grupo de gente que conheceram numa praia de nudismo. Agora que não frequentavam mais, aquela lembrança já era coisa do passado, mas nem por isso a gente tinha vergonha de se mostrar.
Bom, eu era a que menos se importava em ser vista nua. Tanto a Tifany quanto a Lilian eram mais reservadas nesse aspecto e já não se sentiam tão à vontade sem roupa na frente dos nossos pais.
—Vão dormir cedo —foi só o que ele nos disse e saiu rápido, meio corado.
A Lilian saiu na hora. Tava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um apertão na bunda.
—Te vejo no quarto —ela se enrolou numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banheiro escovando os dentes, imaginando que tipo de férias maravilhosas a gente ia ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
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Espero os comentários de vocês, galera! Saudações! Sigam-me e fiquem de olho quando eu postar a próxima parte dessa história deliciosa.
Essas histórias vão estar no meu perfil. Entrem e não hesitem em encontrá-las.
No total, somos cinco pessoas na minha casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, porque ela acha que uma mulher deve tentar ser bonita em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e nos criou assim desde pequenos. O nome dela é Julia, aliás, e com o cabelo liso e as tetas generosas, ela até causa inveja em nós.
O segundo é meu pai, Manuel, um homem de quase 1,80 m de altura, e bem gostoso, já que é professor de educação física e daqueles que realmente trabalham, então já podem imaginar como ele é bom. O que minha mãe mais gosta nele, e a gente também curte, é que ele sempre foi um cara muito atencioso com a família. E meio inocente, muito apegado a mim, ou melhor, eu sou mais chegada nele. O nome dele é Manuel.
Minha irmã gêmea, Tifany, e é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. O motivo é que ela acha divertidas todas as situações que rolam por causa da confusão. Por outro lado, Tifany é meio piranha, na minha humilde opinião, porque a paquera dela chega a incomodar nosso pai, do jeito que ela pede as coisas e como se esfrega nele quando quer tirar dinheiro e permissão pra sair. Um detalhe sobre minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela tá naquela fase em que não decide se gosta de pinto ou não, então por que não abraçar os dois? Possibilidades?
O próximo membro da minha família maluca é o Alejandro, nosso irmão mais velho. Ele tá morando num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita falta dele, principalmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde pequena a gente sempre foi tipo melhores amigos. Ele é um cara gato, de aparência elegante e muito carinhoso. Amo ele.
A outra se chama Lilian, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo pros meus pais, porque como todo mundo diz, não importa quantos anos ela tenha, sempre vai ser a mimada da família e a princesa da casa. Infelizmente, a Lilian levou isso tão ao pé da letra que até hoje age meio infantil. Já não tem mais idade pra isso, mas fazer o quê? Minha mãe mima ela e até deixa ir pras festinhas com os amiguinhos da escola, enquanto eu tenho que me matar pra conseguir um mísero sim pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, a Jennifer, a desajustada da casa, virgem claro, porque tenho medo demais de deixar alguém arrebentar minha buceta. É, pode rir, mas ainda tô esperando o cara certo pra me tirar a virgindade, embora isso não signifique que eu nunca transei por trás. Sexo anal pra mim era uma puta bênção dos deuses, mesmo não praticando tanto quanto queria. Diferente da minha gêmea, eu não ia com o primeiro bonitão que aparecesse na minha frente, era bem seletiva, e isso não agradava muito os caras, mas fazer o quê? Era assim que eu era, com uma buceta reservada e completamente limpa, igual a de um bebê. Graças a Deus que por genética da minha mãe nenhuma de nós três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente os cinco da família ficávamos em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo A diretora de uma escola, fazia a mesma coisa. Por um lado, era legal porque todo mundo convivia e se divertia, mas, por outro lado, era realmente chato, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Lilian tinha quebrado, então ela dormia comigo, no meu beliche, enquanto a Tifany me deixou pra dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal deles, a televisão de 40 polegadas e o próprio computador. Eram os reis. A gente, as pobres escravas.
— Jennifer! — minha mãe me chamou naquela noite em que eu já estava me conformando que as coisas iam continuar chatas — Desce pra jantar!
A hora da comida era sagrada pra minha mãe, que adorava ver todo mundo junto.
— Vamos, Jennifer — disse a Lilian, pulando do beliche dela.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada de nós, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela tinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada pela blusinha, e uns shortinhos bem curtos que só ajudavam a destacar a bunda empinada dela.
— Já vou, já vou.
— Anda, boba — ela disse, e eu aproveitei pra dar um tapa na bunda dela de castigo — Ai! Idiota.
— Idiota é você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, todo mundo já estava reunido. Até a Celia, a namorada da Tifany, que meus pais adoravam, tinha vindo. Já falei. Eles são muito liberais em relação à sexualidade. Pelo que eu sabia, minha mãe transou com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou... Bom, não nos surpreendeu muito. Afinal, já estávamos acostumadas a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra gente não cometer os mesmos erros que ela.
Celia me cumprimentou com um sorriso provocante, como sempre, porque ela gosta tanto que a Tifany se pareça comigo que até eu, às vezes, viro alvo dos olhares safados dela. Eu Sentei do lado da Lilian e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos pras férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Tifany queria ir esquiar, mas a gente não tinha grana pra uma viagem tão longe. A Lilian optou por ir pra praia, mas quando minha mãe falou que dessa vez ela teria que se bronzear, largou a ideia. Minha irmã tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir pro interior ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele ia com o que a maioria decidisse.
—E você, Jennifer? Pra onde quer ir? —me perguntou papai.
—Bom, a ideia da Lilian me agradou. A praia soa bem.
—É, vamos pra praia —minha gêmea me apoiou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero pegar um bronzeado e vestir um biquíni gostoso.
—Eu também quero um biquíni —disse a Lilian —. Acho que se todo mundo topar, posso me sacrificar.
—E por que não perguntamos pro Alejandro? Pelo que sei, ele chega amanhã.
As três irmãs se olharam empolgadas.
—Ele vem?
—Sim. Era uma surpresa, mas já que é, falei. Então, Tifany, você vai ter que liberar o quarto dele.
—Vou sim, mãe —a ideia não a animou muito. A Lilian e eu estávamos mais empolgadas em rever nosso irmão.
Terminado o jantar, fui tomar um banho de banheira. Era relaxante ficar na água fresca, totalmente pelada e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e que finalmente a gente ia ficar todo mundo junto, pelo menos nas férias. Já tava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Nisso, meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma pra ele não ver meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau pra mijar. Pelo visto, na nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito ele entrar sem avisar, tinha horas que eu precisava ficar sozinha.
—Você tá animada com a chegada do seu irmão.
—Muito —finalmente consegui olhar pra ele e ele me sorriu. Eu fiquei meio corada.
—Sa-i, pa-pai —disse a Lilian num tom debochado. Ela tratava meu pai com um certo desprezo. mais confiável do que a gente. Ele só deu risada e fez um carinho na cabeça da minha irmã mais nova — posso tomar banho com você?
— Claro, entra.
Lilian tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes eu ficava me perguntando se ela não era filha de outro homem, porque com aqueles olhos verdes, as sardas delicadas e o nariz pequenininho, não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e Lilian ficava muito irritada.
Assim que tocou a água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela: que às vezes era muito carinhosa comigo e dependia mais de mim do que da Tifany, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alejandro conseguia dominar ela de vez em quando.
Senti o cheiro do cabelo de Lilian e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço, como quem tava pedindo um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele branquinha e delicada da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e o corpo dela tremeu. Eu beijei devagar e com muito amor. Aos poucos, ela foi relaxando, até que começou a pegar nos próprios peitos e beliscar as pontinhas. Aproveitei aquele momento pra fechar meus braços em volta da barriga dela e fazer carinho.
Lilian, diferente de Tifany e de mim, ainda não tinha tido nenhum tipo de relação. Minha mãe não tava tão convencida disso, mas eu sim, porque era irmã mais velha e amava ela, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda ninguém tinha metido na pobre Lilian, então enquanto o cara certo não aparecesse na vida dela, eu, como irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer pra ela quando ela pedisse.
— Tá gostando?
Lilian concordou com a cabeça. Virei pra beijar o outro lado do pescoço dela. Vi como ela levou as mãos até a rachinha delicada dela. Começou a gemer baixinho enquanto eu dava mordidinhas na orelha dela e acariciava a barriga dela. —Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela na minha e guiei pra ela aprender como devia se masturbar. Me surpreendia que, na idade dela, ainda estivesse descobrindo esse prazer magnífico. Minha mãe tinha mostrado pra mim e pra Tifany o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina as filhas sobre sexualidade sem tabus, foi bem explícita. E por explícita, posso dizer que até vimos partes dela bem encantadoras.
— Como tão as aulas? — perguntou minha gêmea, entrando de repente pra escovar os dentes.
Lilian olhou pra ela com um certo rigor.
— Bem — respondi, feliz.
— Vaza, Tifany — rosnou Lilian. — A gente não interrompe vocês quando cê tá com a Celia aqui.
— Ah, a minilesbiana — disse Celia, provocando Lilian como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã adorava fazer ela ficar puta. Entrou e trancou a porta.
— Já, tô perdendo a concentração.
— Saiam — pedi. — Lilian já tava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã se relaxou de novo.
— Dá pra fazer outra coisa, Jennifer?
— Sim, amor.
Ela se virou pra mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de um jeito que os peitinhos dela, pequenos e suculentos, ficaram a só centímetros da minha boca. Eu segurei ela pela cintura e, sorrindo, meti um dos biquinhos na boca.
— Não morde forte, que dói.
— Vou te deixar um chupão — pisquei um olho. — Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
— O que eu quero é que cê me coma logo — ela riu docemente.
— Isso não vai rolar, Lilian. Mamãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
— Bu. Chupa meus peitos pelo menos.
Era nisso que eu tava. Lilian fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele par delicioso de peitos firmes e branquinhos. Baixei o olhar e vi a linda bucetinha da minha irmã e, tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pela barriga dela até chegar na boceta. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido. —Ei, ei, calma aí —disse o pai, entrando de novo pra escovar os dentes. A Lilian deu um gritinho e mergulhou de volta na água. Eu encerrei a sessão e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando eu, a Tifany e o Alejandro éramos crianças, em casa a gente praticava nudismo como um estilo de vida. Meus pais tinham se juntado a um grupo de gente que conheceram numa praia de nudismo. Agora que não frequentavam mais, aquela lembrança já era coisa do passado, mas nem por isso a gente tinha vergonha de se mostrar.
Bom, eu era a que menos se importava em ser vista nua. Tanto a Tifany quanto a Lilian eram mais reservadas nesse aspecto e já não se sentiam tão à vontade sem roupa na frente dos nossos pais.
—Vão dormir cedo —foi só o que ele nos disse e saiu rápido, meio corado.
A Lilian saiu na hora. Tava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um apertão na bunda.
—Te vejo no quarto —ela se enrolou numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banheiro escovando os dentes, imaginando que tipo de férias maravilhosas a gente ia ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
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Espero os comentários de vocês, galera! Saudações! Sigam-me e fiquem de olho quando eu postar a próxima parte dessa história deliciosa.
9 comentários - Família e sexo capítulo 1
Nos gustaria un post viendo tu cuerpo y/o con tus hermanitas, se puede?