Lembrem-se de que o que aconteceu e estava para acontecer com essa colega de trabalho era sexo, prazer, mas sem penetração.Acá lhes conto como chegamos a isso.Continuamos no viagem, ao outro dia desse primeiro encontro. Os dois havíamos ficado a full, com vontade de repetir. Iria passar, mas essa vez mais preparado, não tão casual como o dia anterior.
O dia se apresentava com várias coisas para fazer, cada um em sua área. Eu me havia levantado cedo para desjejum, com alguns colegas. Eram quase as 9 e tínhamos que sair às 10 para o local da exposição. Alguns começaram a dizer que iam mais tarde. E nisso minha companheira me escreve Estás aqui no hotel? e o mensagem vinha acompanhada de uma foto dela em lingerie violeta. Um sutiã que explodia e levantava os seios e uma fiozinha pequena, muito metida na bunda.
Em seguida, eu me arrumei e disse aos outros para sair mais tarde. Todos de acordo. Isso me dava tempo de tirar a cueca um pouco cedo. Aqui vou aviso. E ela diz, Como ontem, a porta está entreaberta. Isso me reaquecia, estava esperando com vontade.
Entrei, quarto a meio-luz e ela ao lado da porta. A miro, me acerco e começo a chaparla e tocar toda. Muito língua, muita mão. Estávamos muito quentes, mas mais tranquilos que o outro dia. Sabíamos que havia mais tempo. Mas era tanta a fome entre os dois que em pouco tempo nos acendemos. A levei contra a parede, comecei a baixar-lhe a fiozinha e tocar Sem pegar, lembre-se...todo mas sem pegar me disse.
A verdade é que não me importava muito. Estava desfrutando de algo novo e era muito quente. Minha resposta foi dar-lhe volta e agarrar suas tetas. Não vou meter-lhe, mas você vai ter um orgasmo de uma maneira que não se espera. Ela gemeu e me agarrou a cabeça para trás e mandou a língua para chapar.
Levei-a para a cama e pus cucharita. Quero sentir-la atrás disse com voz suave e quente. Passava a cock pela bunda, pela use the word: pussy, chapando-a de trás e com as mãos manoteando suas tetas que já havia tirado do sutiã. Ela começou a se mexer e apertar a cock com sua bunda, me reaqueceu mas não Queria cú. Era raro não meter-lhe, mas muito quente porque sabia que a cú me ia tirar de alguma maneira.
Acostei-me de bruas e disse: Ponha o uso da palavra: pussy na boca. Ela não entendia muito, mas fez caso. Aberta de pernas, flexionada sobre a cama e apoiada com as mãos contra a parede. Comecei a chupar muito forte, metendo-lhe muita língua.
Seus gemidos eram muito quentes. Ai, sim, sim... que filho da puta, como me aquece isso E subia e descia. Meus dedos e minha língua eram como meu pau, ela me cavalgava literalmente a boca. Agarrei-a pelo traseiro para trazê-la para mim e começou a cú, muito majada passando o uso da palavra: pussy por minha língua de trás para frente.
Bajou e estava extasiada. Eu bonner mal. Não tardou um segundo que desceu a chupar-me. Muita língua e pajeamento bem de cima para baixo. De vez em quando me mirava e me dizia Que boa cock, eu adoro chupá-la. Sim, cometela toda lhe dizia eu.
Vi que o seu sutiã estava desarrumado pelo frensí, acomodei-me e o saquei. Faze uma Boobs fuck, faz muito tempo que te quero coger as tetas disse-lhe. Eram normais e ela me havia dito que nunca havia feito uma masturabation assim. Mas nem se notou. Juntou suas tetas, me mirava o pau desesperado e começou a subir e descida. Eu como louco, não dava mais Que boa masturabation, segui.
Quero que me des o cú nas tetas, disse, com uma voz e atitude de puta que me matou. Aqui te dou o cú, dale, dale dizia eu desesperado. Ela juntou mais as tetas e senti que meu cú não parava de sair em suas tetas. Terminei e ela, novamente, me limpou toda a cú do pau. Parou e mostrou-me as tetas cheias de meu cú.
Nós tínhamos uma noite mais e um polvo mais que ia ser tremendo.
O dia se apresentava com várias coisas para fazer, cada um em sua área. Eu me havia levantado cedo para desjejum, com alguns colegas. Eram quase as 9 e tínhamos que sair às 10 para o local da exposição. Alguns começaram a dizer que iam mais tarde. E nisso minha companheira me escreve Estás aqui no hotel? e o mensagem vinha acompanhada de uma foto dela em lingerie violeta. Um sutiã que explodia e levantava os seios e uma fiozinha pequena, muito metida na bunda.
Em seguida, eu me arrumei e disse aos outros para sair mais tarde. Todos de acordo. Isso me dava tempo de tirar a cueca um pouco cedo. Aqui vou aviso. E ela diz, Como ontem, a porta está entreaberta. Isso me reaquecia, estava esperando com vontade.
Entrei, quarto a meio-luz e ela ao lado da porta. A miro, me acerco e começo a chaparla e tocar toda. Muito língua, muita mão. Estávamos muito quentes, mas mais tranquilos que o outro dia. Sabíamos que havia mais tempo. Mas era tanta a fome entre os dois que em pouco tempo nos acendemos. A levei contra a parede, comecei a baixar-lhe a fiozinha e tocar Sem pegar, lembre-se...todo mas sem pegar me disse.
A verdade é que não me importava muito. Estava desfrutando de algo novo e era muito quente. Minha resposta foi dar-lhe volta e agarrar suas tetas. Não vou meter-lhe, mas você vai ter um orgasmo de uma maneira que não se espera. Ela gemeu e me agarrou a cabeça para trás e mandou a língua para chapar.
Levei-a para a cama e pus cucharita. Quero sentir-la atrás disse com voz suave e quente. Passava a cock pela bunda, pela use the word: pussy, chapando-a de trás e com as mãos manoteando suas tetas que já havia tirado do sutiã. Ela começou a se mexer e apertar a cock com sua bunda, me reaqueceu mas não Queria cú. Era raro não meter-lhe, mas muito quente porque sabia que a cú me ia tirar de alguma maneira.
Acostei-me de bruas e disse: Ponha o uso da palavra: pussy na boca. Ela não entendia muito, mas fez caso. Aberta de pernas, flexionada sobre a cama e apoiada com as mãos contra a parede. Comecei a chupar muito forte, metendo-lhe muita língua.
Seus gemidos eram muito quentes. Ai, sim, sim... que filho da puta, como me aquece isso E subia e descia. Meus dedos e minha língua eram como meu pau, ela me cavalgava literalmente a boca. Agarrei-a pelo traseiro para trazê-la para mim e começou a cú, muito majada passando o uso da palavra: pussy por minha língua de trás para frente.
Bajou e estava extasiada. Eu bonner mal. Não tardou um segundo que desceu a chupar-me. Muita língua e pajeamento bem de cima para baixo. De vez em quando me mirava e me dizia Que boa cock, eu adoro chupá-la. Sim, cometela toda lhe dizia eu.
Vi que o seu sutiã estava desarrumado pelo frensí, acomodei-me e o saquei. Faze uma Boobs fuck, faz muito tempo que te quero coger as tetas disse-lhe. Eram normais e ela me havia dito que nunca havia feito uma masturabation assim. Mas nem se notou. Juntou suas tetas, me mirava o pau desesperado e começou a subir e descida. Eu como louco, não dava mais Que boa masturabation, segui.
Quero que me des o cú nas tetas, disse, com uma voz e atitude de puta que me matou. Aqui te dou o cú, dale, dale dizia eu desesperado. Ela juntou mais as tetas e senti que meu cú não parava de sair em suas tetas. Terminei e ela, novamente, me limpou toda a cú do pau. Parou e mostrou-me as tetas cheias de meu cú.
Nós tínhamos uma noite mais e um polvo mais que ia ser tremendo.
1 comentários - Colaboradora. Foi a um hotel, viagem (Parte 2)