mi marido causo esto

Um dia, sexta-feira, aceitei de bom grado o convite do meu marido, já que a monotonia tava acabando com a nossa vida. Deixamos os meninos na casa dos meus pais, fomos pra casa e ele me disse que a ideia era eu me vestir e me maquiar bem como uma "puta", porque ele queria que os outros homens tivessem inveja da mulher que tava do lado dele.
Me chamou um pouco a atenção, mas aceitei o desafio. Ele disse que ia escolher minha roupa. Uma calcinha fio dental branca, uma blusa azul clara quase transparente, que eu sempre usava com sutiã, mas dessa vez sem nada por baixo. Meus peitos são bem empinados, então meus bicos iam aparecer de um jeito pecaminoso. Coloquei uma saia tubinho preta, bem curtinha, meias ¾ pretas e sapatos.mi marido causo estoCompletando uma biju com brincos, tipo argolas bem grandes (como meu marido fala, brincos de acompanhante, ou melhor, de puta de luxo). Unhas pintadas de verde (mãos e pés), batom bem chamativo, cor vermelhão. Digamos, bem produzida. Fomos pro evento, na saída ele me propôs tomar uma bebida ou café numa confeitaria bem conhecida. Aí ele me pediu pra arregaçar a saia da cintura, deixando mais curta, acho que se eu me inclinasse um pouquinho, dava pra ver a bunda. Eu achava graça e me sentia lisonjeada com o jeito que os homens me olhavam, meus peitos quase à mostra, minhas coxas também. Em alguns casos, asmulheresque iam acompanhadas acabavam desafiando seus parceiros, que não tiravam os olhos de mim.
Chegando no bar em questão, rapidamente percebo que viro o centro das atenções de todos os olhares, sentada, a saia sobe e não tenho dúvidas de que estava aparecendo a Booty less. Depois da minha vida agitada, mostrar o branco da calcinha não ia me abalar.
Estávamos bebendo uma cerveja bem gelada, quando vejo um cara bonitão avançando decididamente na nossa direção, fico desconfortável, mas ele se aproxima do meu marido e o cumprimenta efusivamente. Meu esposo me apresenta como um velho colega de faculdade que não via há anos.
Ele me apresenta a Eduardo como sua parceira, e esse “amigavelmente” me dá dois beijos, um deles quase na minha boca. Meu marido o convida a sentar e rola mais ou menos o seguinte diálogo:
— Como você está, Edu, depois de tanto tempo?
— No geral, bem, mas com uma dor de cabeça.
— Qual é, cara, você está com ótima aparência.
— Fisicamente não posso reclamar, mas você sabe que tenho uma pequena empresa de turismo. Lembra da Carmen, aquela garota que fazia Penal II com a gente, aquela de olhos verdes raros, que sempre ia pra aula bem produzida, de saia curta e decotes escandalosos? Pois é, a imagem dela era ótima como apresentação, então a contratei como funcionária. Ela se mostrou maravilhosamente boa. Tanto que me substituía em todas as minhas atividades. Assim, ela partia com os grupos em vários cruzeiros, seja pelo Mediterrâneo, Bahamas, Antilhas e onde mais fosse. Eu entregava cheques de viagem pra ela e, na volta, ela prestava contas. Às vezes sem recibos, já que sabia onde parar pra comer mais barato sem pedir comprovante. Realmente, uma garota assim, com essa postura, é rara. Há um tempo, ela começou a namorar um rapaz do interior, na sexta se casou, fui testemunha no cartório e, há 15 dias, ela pediu demissão pra ir morar em Bahía Blanca. Fiquei sem minha mão direita. Conhece alguém de... confiança, que seja uma mulher de uns 40 anos, que seja bonita pra vitrine da empresa e que seja de confiança?. Não quero nenhuma tonta, que só goste de viajar e não tenha responsabilidade? Pois não, não tenho em mente ninguém no momento que possa cobrir os requisitos.… Eduardo se virando pra mim: Com perdão da sua parceira, a senhora não se anima a tentar? Olhei pro meu marido, perguntando com o olhar, já que a proposta era muito tentadora e, me entendendo, ele disse que por que eu não tentava, ele estava de acordo. Combinamos que na segunda seguinte eu me apresentaria no escritório e o Edu começaria a me explicar todos os tramites. Brindamos pelo acordo e ele nos convidou pra jantar. Pusemos alguns empecilhos mas no fim liguei pra minha mãe, pra que meus filhos dormissem na casa dela. Fomos buscar o carro do Edu na garagem e rumamos pro norte, fora da cidade. O Edu, que conhecia bem, nos levou a uma confeitaria dançante, com restaurante e piscina. Jantamos, regado com um bom vinho, eu me sentia meio tonta. De tanto tempo na rua precisei ir ao banheiro. Ao voltar pra mesa, estava só meu marido, o Edu tinha ido ao balcão pegar uma cerveja, de primeira marca, ao saber por comentário do meu parceiro que eu adoro essa bebida. Lá vinha o Edu com uma bandeja contendo três copos servidos e a respectiva garrafa. Ele nos alcançou um copo pra cada e o restante pra ele. O frescor da bebida me relaxou. Seguimos papeando um pouco de tudo, quando o Edu nos convidou pra dançar. Meu marido não tem muita queda pra dança, além de estar meio tonto pelas bebidas que tomou. Ele recusou, e o amigo pediu permissão pra dançar comigo. Saímos pra pista de dança, eu meio desinibida. Ele me pegou nas mãos e rapidamente me apertou contra ele. Eu não sei por que me deixei “apertar”. Sentia claramente o pau dele duro entre minhas pernas, apoiando o púbis, minha excitação foi aumentando e eu sentia minha bucetinha molhada. Num momento de lucidez pedi pra ele que fôssemos pra mesa onde meu marido estava. Me aproximei, sentei no colo do meu esposo. Edu foi para o banheiro. Meu marido colocou a mão entre minhas pernas e encontrou um mar de fluidos. Me disse: vai no banheiro, tira essa calcinha fio dental que tá pingando, seca essa buceta e traz pra mim, vou colocar no bolso que tenho um saquinho de nylon.
Fiz isso e fiquei com tudo arejando.
Depois de um tempo, Edu me convidou pra dançar de novo. Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele encostado no meu púbis de novo, tava muito excitada e sem freios morais. Já na pista, ele me abraçou de novo, as mãos dele desceram pra minha bunda, sem eu reclamar, uma das mãos subiu e se enfiou pelo decote da minha blusa, acariciando meus peitos pele a pele.
Minha safadeza já não tinha limites, eu deixaria ser apalpada por todo lado. Minha nudez por baixo da saia curta me excitava. Num momento, tocaram música de perreo. Ele foi me tirando da pista de dança, em direção ao jardim escuro, me pediu pra rebolar pra ele, não fiz questão e minha bunda começou a se esfregar no púbis dele, a piroca dele crescia a cada instante.
De repente, sinto ele levantar um pouco minha saia e sinto o membro dele entre minhas nádegas, eu continuei rebolando, mas já sentindo o pau viril dele esfregando direto na minha bunda. Minha excitação não tinha comparação. Num momento, ele me pede pra me inclinar mais e ali, sem aviso prévio, ele me penetra vaginalmente, meu prazer foi indescritível.
A entrada e saída dele me deixava louca, quase ao mesmo tempo chegamos ao orgasmo. O gozo dele saía em quantidade da minha buceta, escorrendo pelas minhas pernas. Fui ao banheiro me secar com papel higiênico. Foi assim que comecei a ser a amante do amigo do meu marido.

8 comentários - mi marido causo esto

Muy bueno m encantaria poder admirarte mas eres muy heemosa y muy excitante te dejo mi wapsap lindura 0442228989211 espero q te siga llenando de lechita tu rica conchita humeda linda besitos te va un 10+
iron6
cuantos hijos tenes?? siempre hablas de una nena, pero aca dice dejamos a los chicos... me confunde eso..
Excelente como conseguiste amante y trabajo juntos mas gata que nunca saludos bebe!