A professora de inglês 3 - final

A professora chegou tarde em casa, estava cansada e só queria dormir. Tomou um banho, comeu algo leve e viu um pouco de TV, nada demais. Seus pensamentos foram para o presente; ela tinha deixado ele de lado. Pensou e pensou, uma e outra vez, até que finalmente decidiu experimentar pra ver como ficava. Se despiu, viu a buceta depilada, vestiu o sutiã preto e depois a calcinha fio dental combinando. Sentiu o tecido deslizar quase como um fio dental entre as bandas. Se olhou no espelho, de frente, de costas, se viu tão puta que não conseguiu se controlar. Foi pra cama, se deitou, se sentiu excitada com aquela lingerie. Lembrou do Rodrigo e de tudo que ele fazia com ela. Ele já tinha como hobby fotografá-la, mesmo que ela não se sentisse confortável com as curvas. Ele dizia que ela era perfeita do jeito que era e isso mexia com o ego dela, se sentir a modelo particular dele. Começou a ter ele na mente, sabia como aquilo ia acabar. Ainda parecia sentir o néctar masculino na boca, tão gostoso! Aquele que tinha bebido horas antes? Depois de três orgasmos, só apagou? Acordou tarde, preparou o café, comeu uns biscoitos diet e sentou à mesa. Debaixo do roupão, ainda estava com o conjunto sexy que o amor dela tinha dado. A cabeça dela pensava e pensava, toda aquela loucura. Fazia um paralelo entre a puta secreta e a mulher que seria avó em breve, a professora respeitada que já tinha passado dos cinquenta. Tudo era insano. A loucura do Rodrigo a envolvia, mas o jovem também chegava a assustá-la, porque ele não compartilhava com ela, ele pegava o que queria. As brincadeiras dele eram excitantes, mas perigosas. Decidiu que não, não usaria aquele conjunto pra ir pro colégio. Então pegou uma das calcinhas clássicas de sexagenária e esqueceu o assunto. O encontro com Rodrigo seria meio doido. Os amores deles continuavam sendo segredo pra todo mundo. Só trocavam olhares que só eles entendiam. Notou como o macho dela a observava naquele dia, tentando despir ela com os olhos, especialmente quando ela escrevia. Sobre a lousa, de costas pra turma, Agustina adivinhava que ele tava olhando pra bunda dela, tentando desenhar por baixo da saia justa o presentinho dela, e isso já tava começando a incomodar ela de certa forma. Com o passar dos minutos, ela percebeu que o olhar do Rodrigo foi mudando, daquela excitação pecaminosa foi passando devagar pra uma mistura de indiferença com raiva, e ela adivinhou de novo o que tava rolando, com certeza ele tinha notado como a calcinha aparecia, bem longe do que ele tinha pedido. Agustina terminou a aula, ainda tinha umas horas com outras turmas e viu que Rodrigo saía da sala puto, mas não se preocupou muito, já já passava o chilique dele. Tentou relaxar, precisava descansar uns minutos e ir mijar, então foi pra um dos vários banheiros públicos do complexo educacional. Terminou de fazer e começou a se arrumar naquele espaço apertado, espremida contra o vaso, quando de repente aquela portinha de metal abriu com um tranco seco, ela se assustou, e mais ainda quando Rodrigo entrou de repente e fechou a porta do cubículo atrás dele. Ela recriminou com firmeza, mas quase num sussurro: "O que cê tá fazendo? Cê é louco? Isso é um banheiro público! Sabe o que aconteceria se?" Rodrigo tapou a boca dela com a mão e falou no ouvido dela, mantendo o tom baixo, calmo e ameaçador: "Sabe, sua puta velha, você tinha que ter colocado a tanga que eu te dei? E não colocou? E parece que a gente não entende quem manda, né?" As palavras do jovem intimidaram Agustina, ele nunca tinha tratado ela assim, de forma desrespeitosa, os olhos dele pareciam injetados de ódio, ele enfiou a mão num dos bolsos e tirou uma tesoura afiada, a professora sentiu o sangue gelar na hora, ele levantou a saia dela e passou o metal frio do objeto cortante acariciando a coxa dela, devagar foi subindo até enfiar por baixo da calcinha, pra depois começar a cortar até deixar a buceta dela nua. Depois fez ela virar de costas, apoiar as mãos na parede do fundo, e mandou ela abrir as pernas. Com as pernas abertas como se fosse apalpá-la, Rodrigo puxou o pau pra fora e começou a meter nela, fundo de repente, com fúria. Pra Agustina foram minutos eternos, ela não conseguia entender por que tudo aquilo que a assustava era justamente o motivo pelo qual ela ficava tão excitada, por que pensava que não podia viver sem ele, mas também não podia viver com ele, fechava os olhos sentindo aquele pau entrando com fúria na sua buceta, como tudo aquilo a perturbava, como tudo aquilo a excitava? Ela mordia os lábios com raiva, não podia se dar ao luxo de deixar escapar um gemido, com certeza naquele banheiro público tinha mais gente, e ela não podia nem imaginar que alguém desconfiasse. Perguntava a si mesma que porra tava fazendo com aquele guri de vinte e poucos anos e, com a mesma força que desejava que tudo acabasse logo, desejava que nunca terminasse? Finalmente sentiu o líquido grosso e quente do seu homem enchendo a sua xota, Rodrigo pareceu relaxar e se entregar nas costas dela, e ainda ofegante murmurou no ouvido dela: "Não vai mais me desobedecer? Entendido?" Ela não conseguiu responder, em segundos ele tinha deixado ela sozinha de novo, tinha sumido do banheiro feminino. Ela tava perturbada, com mil ideias cruzando a cabeça naquele instante, o moleque parecia não ter limites, mas... será que ela tinha limites? Então ela xingou ele, e achou graça da situação, o esperma escorria da buceta dela, e por mais que ela se limpasse com papel higiênico, parecia que sempre tinha mais, Rodrigo tinha deixado ela sem calcinha, só tinha a saia, e o medo de se expor manchada na frente dos alunos dela fazia ela empalidecer? Embora naquele dia ela tenha dado as aulas normalmente, na imaginação dela não parava de sentir que o esperma molhava o tecido da saia e escorria pelas pernas, ela tentava adivinhar o que os alunos viam, embora os alunos estivessem alheios a tudo, mas ela não parava de corar as bochechas imaginando algo que, pra sorte dela, não ia acontecer? Os dias passavam e estava cada vez mais difícil manter essa história em segredo, Agustina não aguentava mais tanta adrenalina, e Rodrigo ficava cada vez mais perigoso, mais incisivo, cada vez mais no limite, um jogo louco que ela adorava, porque cada dia era uma surpresa nova e cada dia era pior? As fotos de sempre do Rodrigo foram subindo de tom, daquela mulher normal que ele costumava fotografar em cada motel de ocasião, passaram a retratos de lingerie e até pelada? E os lugares também foram mudando e Agustina se sentia cada vez mais puta com tudo aquilo, estava vivendo uma sexualidade que nunca tinha imaginado na vida. Um novo fim de aula, naquela tarde fazia calor, eram só quinze minutos até a próxima hora, os jovens foram saindo da sala, Rodrigo continuava sentado, Agustina tinha notado mas ignorava enquanto arrumava suas coisas, era só mais um aluno, por fim ficaram sozinhos, ele se levantou e foi até a porta, fechou, pegou uma cadeira e travou no trinco, ficaram sozinhos no lugar, ela se exaltou O que você está fazendo? De novo com seus jogos? Isso não pode continuar assim, abre essa porta! Rodrigo só sorriu, como sempre fazia, parecendo não ouvir suas palavras, só disse Tira a roupa O quê? O que você ouviu, tira a roupa, sua velha chupadora de pica? Não! não vou fazer isso! Você é louco? Não estou pedindo, estou mandando! Não, não vou fazer? Rodrigo avançou firme até onde ela estava, começaram a se debater, ele para tirar a roupa dela, ela para evitar, ele abusou da força, a fez girar e torceu o braço feminino da professora nas costas até doer, a levou contra o quadro-negro apoiando com força, com o rosto comprimido, imóvel, com a mão livre começou a acariciar a bunda generosa dela e a passar a língua no pescoço, sentia a respiração do jovem nos cabelos, fechou os olhos, só fechou os olhos? Não conseguia evitar, de novo enredada em cantos de sereia, todo o lugar a excitava, a situação a excitava, a loucura Ela estava excitada, Rodrigo a excitava? Uma a uma, suas roupas foram caindo no chão, ela só olhava de canto o ventilador de teto que girava com um ronronar persistente, os segundos passaram, até que ela se viu como Deus a trouxe ao mundo, se sentia inundada de fluidos, olhou para Rodrigo e perguntou: Satisfeito? Não, ainda não? Rodrigo pegou o celular e começou a fotografá-la, mais uma vez, agora completamente nua, no trabalho dela. Você é linda! — disse ele. Não, não é verdade, sou uma velha gorda? — respondeu ela, mostrando sua baixa autoestima. Ele a pegou pelos cabelos e a levou até a mesa onde dava aulas todo dia, fez ela sentar em cima dela, depois a deitou e abriu suas pernas, Agustina se acomodou apoiando nos cotovelos, só suspirava, naqueles momentos ela estava perdida e sem qualquer força de vontade, sabia perfeitamente o que vinha a seguir, não seria a primeira vez, mas sim a primeira naquele lugar? Ela seguiu com o olhar aquele jovem, até vê-lo quase desaparecer entre suas pernas, sentiu sua língua brincando na sua buceta, Deus! só gemidos, percorrendo seus lábios depilados, beijando seu clitóris, descendo até seu cu, enfiando de vez em quando os dedos no seu buraco molhado que parecia um vulcão prestes a explodir, ela acariciou com suavidade seus peitos enormes, e até seu púbis com um tanto de loucura, buscando um combo de prazer que fosse perfeito, não demorou muito para gozar, seus olhos pareceram se perder sob as pálpebras, explodiu de tal jeito que pareceu ter convulsões, até dessa vez não conseguiu abafar seus próprios gemidos? Agustina olhou de canto os ponteiros do relógio na parede, um calor de vergonha subiu pelo seu rosto, como diabos tinha passado tanto tempo! Já quase tinha que começar outra aula, os alunos chegariam a qualquer momento, ela praticamente empurrou Rodrigo para fora, para catar todas as suas roupas que estavam espalhadas pelo chão, mas ele queria transar com ela, não queria sair com o tesão daquele lugar, começou uma leve discussão, ele queria continuar imerso num... capricho de juventude, ela queria parar aquilo, queria botar um freio em tanta loucura, ele a pegou com força pelo braço, e apertou tanto até machucar. Me solta, idiota! Ela berrou com raiva, aquilo já não era mais um jogo, já não era mais excitante. Rodrigo a soltou, apontou o dedo indicador pra ela e respondeu: Isso não vai ficar assim, te prometo? Rodrigo sumiu, tinha chegado o momento mais tenso da relação, enquanto os alunos entravam na sala ignorando o que tinha acontecido, Agustina se afundava num mar de dúvidas, os pratos da balança se esforçavam pra manter o equilíbrio entre aquele prazer doido que o amante propunha e aquela raiva masculina e prepotente que a assustava. Durante a aula, ela se mostrou perdida, desconexa e hesitante, porque o corpo dela tava ali, mas os pensamentos não, a mente dela tava em outra coisa? Eles se distanciaram depois daquele desencontro, Rodrigo começou a ignorar ela, pior ainda que uma relação fria de aluno e professora, nas aulas ele se mostrava hostil, e Agustina não entendia por que ele tratava ela daquele jeito, típico do chilique de um moleque imaturo. Ele ignorava ela, uma vez e outra, não atendia as ligações dela, nada, nada de nada. Rodrigo costumava desfilar na frente da professora com garotas da idade dele, jovens e gostosas, loiras, morenas, ruivas, só queria que ela visse ele. Mas as coisas tavam mudando pra professora, aquele impasse fez ela pensar em um monte de coisas, repensar o presente dela, imaginar o futuro. De certa forma, ela já tinha se dado ao luxo de conhecer a cidade grande, e conseguiu pensar com calma, o sexo com Rodrigo era apaixonante, louco, arriscado, mas era só sexo, nada de amor, e além disso, ele podia ser filho dela. E ela sentia falta da paz do povoado dela, sentia falta do amor da filha, sentia falta de ser avó, de viver os últimos anos da mãe dela ao lado dela, já não tinha mais o que fazer naquele lugar, pediu demissão? Preparou a mala pra voltar, ficou mais uns dias. Pra acomodar e fechar a vida dela naquele lugar, o trem ia partir ao anoitecer? Bateram na porta, ao abrir, exatamente como ela tinha imaginado, ia encontrar Rodrigo do outro lado, com o olhar meio perdido, como preso numa confusão eterna, mais perto do garoto tímido que ela conheceu do que do homem bruto em que ele se transformou, com um puta buquê de flores numa das mãos, igual aquela tarde no bar, que ele não tinha coragem de dar. Ela tomou a iniciativa, fez ele entrar, colou os lábios nos do cara, invadiu a boca dele com a língua, se pendurou no pescoço dele, palavras sobraram, era hora de sexo selvagem, sexo de despedida? No silêncio do quarto, só se ouvia gemidos, suspiros e o rangido constante da madeira velha da cama que balançava de um lado pro outro como ondas do mar. Foi um último encontro, cheio de nostalgia, vazio de amor, sexo por sexo, o fim de uma história? Agustina partiu na última hora, sozinha como tinha chegado anos atrás. Devagar, o trem começou a andar, ela com a cabeça colada na janela, presa nos pensamentos, olhando pro nada. O fiscal interrompeu: "Senhora, boa noite, me permite o bilhete?" "Sim? Desculpa? Pode pegar, por favor?" "Tá bem, precisa de algo?" — perguntou o homem ao notar o rosto de Agustina meio abatido. "Não... não... obrigada... tô bem... não preciso de nada" — respondeu ela gaguejando. E era assim, não precisava de nada, porque já tinha tido tudo? FIM

5 comentários - A professora de inglês 3 - final

La transformación de Rodrigo en esta tercera parte no me gustó, pudo haber sido su amante pot siempre. Me hubiera gustado que su hija los sorprendiera o que una de las alumnas de la profesora.