Naquela noite, ela dormiu tranquilamente. No dia seguinte, eu tinha a ilusão de que íamos transar sem pudor. Comecei a acordá-la com beijos no pescoço, acariciando os peitos dela, como fiz na manhã anterior, mas ela não acordou com o sorriso de sempre. Estava séria, pensativa, nostálgica ou algo assim. Uns minutos depois, ela se levantou, foi ao banheiro e me avisou que precisava ir pagar umas contas. Me apressei em perguntar se estava acontecendo algo, mas ela negou com a cabeça e forçou um sorriso falso. Então foi embora com um beijo morno e um afago no cabelo, dizendo que a gente se veria em breve.
A prova foi numa quarta-feira. Naquele fim de semana, não nos vimos, tanto eu quanto ela tínhamos que estudar. Eu sabia que não ia ver o Marcelo porque ele se juntava com outro grupo de estudo, que era só de mulheres. Me senti aliviado quando vi fotos no Instagram que confirmavam o que ela dizia. Só na segunda-feira de manhã a gente se viu, ela estava eufórica. Chegou na minha porta e se jogou em cima de mim, me dando um beijo bem longo. Eu correspondi, abracei ela com força e a levei direto pra cama, onde tirei a camisa xadrez que ela tava usando e a calça jeans. Ela tava de lingerie nova, linda, plena. Não demorei pra tirar e mergulhar nos peitos lindos dela, que eu acariciava com muito amor enquanto percorria o pescoço dela com beijos e uns chupões leves. Deitei ela na cama e automaticamente ela abriu as pernas. Eu me joguei pra penetrar ela, mas ela me parou, dizendo: – Quero que você chupe bem minha buceta, preciso de muito prazer – acrescentou com exigência. Obedeci na hora e me deparei com a buceta dela depilada e meio molhada. Apoiei minha língua num dos lábios dela e ela começou a se contorcer, tava no cio mesmo. A cada investida da minha língua, ela suspirava, gemia e me puxava pelos cabelos, enfiando minha cara mais fundo na vulva já lubrificada dela. Ela diz num tom orgásmico: – Vai, enfia a pica bem fundo, meu amor. Sigo as instruções dela e... procedo. Ela continua no mesmo tom – Nem pense em gozar rápido. Eu me concentro na investida, bombeando firme, e de repente ela me para, me tira de cima e sobe em mim, mas de costas. Começa a cavalgar com sentadas violentas, movimentos pélvicos pra todos os lados e gritando bem alto. De vez em quando eu ouvia a campainha do apartamento, com certeza era algum vizinho reclamando, não liguei e ela menos ainda. Ia arrancar minha pica, tava endemoniada, até que num momento ela para, os olhos viram e ela se joga pra trás em cima de mim, segurando minha cabeça e com as pernas tremendo. Nunca tinha visto ela assim. – Obrigada, meu amor – fala com a voz ofegante. Você ainda ficou com vontade – completa. Eu tava estupefato. Sem falar nada, desce até meu pau ainda duro e cheio de fluidos vaginais e começa a chupar com muito afinco, me masturbando. Me olha com olhos meigos e fala – vou deixar limpinho, do jeito que encontrei. Não acreditava que aquela era minha namorada, em poucos minutos sai um rio de porra que ela engole sem desperdiçar uma gota. – Você tá cansadinho, deita um pouco que vou tomar banho – fala, entrando no banheiro nua e com muita graça. Caio no sono, mas não durmo. Vejo que ela tinha deixado o celular do lado da cama, ela nunca deixa bloqueado porque esquece a senha. Fico tentado e pego pra ver se tava trocando ideia com o Marcelo, mas nada, tava limpo. Notei uma longa troca de mensagens de voz com a Mariela. Com todo cuidado, coloquei pra tocar:
Pilar: No final, você não me contou o que rolou com o Hernán ontem quando você foi buscar “seu material”.
Mariela: Ok, chegamos no apartamento e comecei a procurar logo o bendito material. Ele se aproxima por trás pra me ajudar, “mas tava muito perto, burra” – exclama. Eu me virei e nossos rostos se encontraram a cinco centímetros. Foi inevitável, ele avançou e me deu um beijo pequeno e suave, eu me virei. e devolvi, mas com língua. Ficamos nos beijando assim por um tempão, Hernán tenta tirar minha blusa, mas eu seguro e falo – Não, temos que voltar. Ele responde – Vamos dar tempo pra Pilar e Marce ver se rola algo, ele tá apaixonado por ela – completa. Continuamos nos beijando e nos tocando, estávamos pegando fogo, mas não transamos.
Pilar: Não, não rolou nada, ficamos tomando café e estudando. Era importante passar, com essa prova a gente eliminava a matéria. E depois no bar? Vocês dois sumiram, cadê que estavam? – pergunta com um tom safado.
Mariela: Sim, sim, tomando café – responde com tom irônico. No bar a gente bebeu pra caralho, entramos num cubículo do banheiro e conheci o pauzão dele. Continuamos nos beijando lá dentro e meti a mão na calça dele. Amiga, você sabe que não sou assim, mas ele me deixou muito puta na minha casa e não consegui evitar. Tirei o pau dele da calça e comecei a chupar como dava, era realmente grande. Não se faz de sonsa que eu sei que você tava transando do lado com o Marcelo e quando me ouviu saiu voando – ela reclama.
Pilar: Tá bom, você tem razão, Marce e eu transamos na casa do Hernán, no banheiro do bar e depois na minha casa. Foi incrível – exclama. Já tô com saudade e faz só um dia – completa com um tom nostálgico.
Mariela: Viu que eu tava certa? Já é hora de largar o vagabundo do Gabriel e namorar um homem de verdade (ela me destruiu, mas ao mesmo tempo continuava me excitando).
Pilar foge do assunto e pergunta: Vocês transaram no banheiro?
Mariela: Tentamos, mas doía pra caralho e eu nem tinha colocado a metade ainda, decidimos ir pra casa dele, que ele tinha lubrificante. Saímos do banheiro pra procurar vocês e já não estavam mais.
Pilar: Marcelo queria ir pra lá pra continuar o que a gente tinha começado no banheiro. Ainda bem que levei ele pra minha casa, que eu tinha tudo pra mim – completa com um tom sexy. Teria sido estranho sermos pegos no ato na casa do Hernán.
Mariela: Pode ser, ou talvez não – ela ri.
Eu interrompo as reproduções porque ouvi que o chuveiro tinha desligado. Mas percebo que tinha mais diálogo abaixo, do mesmo segunda-feira, mas de madrugada. Deixo o celular onde estava, de repente Pilar sai do banho pelada e vai até o celular pra ver as horas. Tô atrasada – exclama largando o celular pra se trocar no banheiro, momento que aproveitei pra esconder o telefone debaixo do travesseiro. Ela é muito distraída quando tá apressada e foi assim que saiu sem o celular. Imediatamente tirei do esconderijo e coloquei pra reproduzir de novo:
Mariela com voz de bêbada: Pili amiga, que flores boas que a gente fumou ontem à noite. Juro que acabei de transar com o Hernán, ele já foi. Me furou a noite inteira com aquele pedaço de carne dele e tô sentindo a buceta adormecida, me matou, mas que gostoso que foi – diz rindo. A Marce vai comprar um carro – destaca – você vai ter um hotel móvel agora – continua a gargalhada.
Pilar com voz sonolenta: Oi amiga, que bom que você aproveitou o Hernán o fim de semana inteiro, foi uma semana agitada – completa bocejando. Por que você tá falando do hotel móvel? Pergunta confusa. (Nunca tinha passado pela cabeça da Pilar largar o Marcelo)
Mariela: Ontem à noite você tava tão chapada que esqueceu que a gente também tava no carro do Hernán e você começou a chupar a rola do Marcelo no banco de trás, a gente viu tudo. Depois, levantou a saia, tirou a calcinha fio dental de lado e subiu em cima dele pra cavalgar. Você fez de tudo, amiga – completa sem parar de rir da história. A gente te segurou porque você ia sujar o estofado, tava muito tarada. Depois te levamos pra sua casa e te deixamos lá. (Eu fervia de tesão sabendo que ela não ligava pra nada quando tava com ele e era capaz de trepar em qualquer lugar)
De repente o celular da Pilar começa a vibrar e vejo que é uma chamada entrante de um tal de Gaspar. Quem é Gaspar? CONTINUA
Ela é a Pilar (Pra quem pediu foto)
A prova foi numa quarta-feira. Naquele fim de semana, não nos vimos, tanto eu quanto ela tínhamos que estudar. Eu sabia que não ia ver o Marcelo porque ele se juntava com outro grupo de estudo, que era só de mulheres. Me senti aliviado quando vi fotos no Instagram que confirmavam o que ela dizia. Só na segunda-feira de manhã a gente se viu, ela estava eufórica. Chegou na minha porta e se jogou em cima de mim, me dando um beijo bem longo. Eu correspondi, abracei ela com força e a levei direto pra cama, onde tirei a camisa xadrez que ela tava usando e a calça jeans. Ela tava de lingerie nova, linda, plena. Não demorei pra tirar e mergulhar nos peitos lindos dela, que eu acariciava com muito amor enquanto percorria o pescoço dela com beijos e uns chupões leves. Deitei ela na cama e automaticamente ela abriu as pernas. Eu me joguei pra penetrar ela, mas ela me parou, dizendo: – Quero que você chupe bem minha buceta, preciso de muito prazer – acrescentou com exigência. Obedeci na hora e me deparei com a buceta dela depilada e meio molhada. Apoiei minha língua num dos lábios dela e ela começou a se contorcer, tava no cio mesmo. A cada investida da minha língua, ela suspirava, gemia e me puxava pelos cabelos, enfiando minha cara mais fundo na vulva já lubrificada dela. Ela diz num tom orgásmico: – Vai, enfia a pica bem fundo, meu amor. Sigo as instruções dela e... procedo. Ela continua no mesmo tom – Nem pense em gozar rápido. Eu me concentro na investida, bombeando firme, e de repente ela me para, me tira de cima e sobe em mim, mas de costas. Começa a cavalgar com sentadas violentas, movimentos pélvicos pra todos os lados e gritando bem alto. De vez em quando eu ouvia a campainha do apartamento, com certeza era algum vizinho reclamando, não liguei e ela menos ainda. Ia arrancar minha pica, tava endemoniada, até que num momento ela para, os olhos viram e ela se joga pra trás em cima de mim, segurando minha cabeça e com as pernas tremendo. Nunca tinha visto ela assim. – Obrigada, meu amor – fala com a voz ofegante. Você ainda ficou com vontade – completa. Eu tava estupefato. Sem falar nada, desce até meu pau ainda duro e cheio de fluidos vaginais e começa a chupar com muito afinco, me masturbando. Me olha com olhos meigos e fala – vou deixar limpinho, do jeito que encontrei. Não acreditava que aquela era minha namorada, em poucos minutos sai um rio de porra que ela engole sem desperdiçar uma gota. – Você tá cansadinho, deita um pouco que vou tomar banho – fala, entrando no banheiro nua e com muita graça. Caio no sono, mas não durmo. Vejo que ela tinha deixado o celular do lado da cama, ela nunca deixa bloqueado porque esquece a senha. Fico tentado e pego pra ver se tava trocando ideia com o Marcelo, mas nada, tava limpo. Notei uma longa troca de mensagens de voz com a Mariela. Com todo cuidado, coloquei pra tocar:
Pilar: No final, você não me contou o que rolou com o Hernán ontem quando você foi buscar “seu material”.
Mariela: Ok, chegamos no apartamento e comecei a procurar logo o bendito material. Ele se aproxima por trás pra me ajudar, “mas tava muito perto, burra” – exclama. Eu me virei e nossos rostos se encontraram a cinco centímetros. Foi inevitável, ele avançou e me deu um beijo pequeno e suave, eu me virei. e devolvi, mas com língua. Ficamos nos beijando assim por um tempão, Hernán tenta tirar minha blusa, mas eu seguro e falo – Não, temos que voltar. Ele responde – Vamos dar tempo pra Pilar e Marce ver se rola algo, ele tá apaixonado por ela – completa. Continuamos nos beijando e nos tocando, estávamos pegando fogo, mas não transamos.
Pilar: Não, não rolou nada, ficamos tomando café e estudando. Era importante passar, com essa prova a gente eliminava a matéria. E depois no bar? Vocês dois sumiram, cadê que estavam? – pergunta com um tom safado.
Mariela: Sim, sim, tomando café – responde com tom irônico. No bar a gente bebeu pra caralho, entramos num cubículo do banheiro e conheci o pauzão dele. Continuamos nos beijando lá dentro e meti a mão na calça dele. Amiga, você sabe que não sou assim, mas ele me deixou muito puta na minha casa e não consegui evitar. Tirei o pau dele da calça e comecei a chupar como dava, era realmente grande. Não se faz de sonsa que eu sei que você tava transando do lado com o Marcelo e quando me ouviu saiu voando – ela reclama.
Pilar: Tá bom, você tem razão, Marce e eu transamos na casa do Hernán, no banheiro do bar e depois na minha casa. Foi incrível – exclama. Já tô com saudade e faz só um dia – completa com um tom nostálgico.
Mariela: Viu que eu tava certa? Já é hora de largar o vagabundo do Gabriel e namorar um homem de verdade (ela me destruiu, mas ao mesmo tempo continuava me excitando).
Pilar foge do assunto e pergunta: Vocês transaram no banheiro?
Mariela: Tentamos, mas doía pra caralho e eu nem tinha colocado a metade ainda, decidimos ir pra casa dele, que ele tinha lubrificante. Saímos do banheiro pra procurar vocês e já não estavam mais.
Pilar: Marcelo queria ir pra lá pra continuar o que a gente tinha começado no banheiro. Ainda bem que levei ele pra minha casa, que eu tinha tudo pra mim – completa com um tom sexy. Teria sido estranho sermos pegos no ato na casa do Hernán.
Mariela: Pode ser, ou talvez não – ela ri.
Eu interrompo as reproduções porque ouvi que o chuveiro tinha desligado. Mas percebo que tinha mais diálogo abaixo, do mesmo segunda-feira, mas de madrugada. Deixo o celular onde estava, de repente Pilar sai do banho pelada e vai até o celular pra ver as horas. Tô atrasada – exclama largando o celular pra se trocar no banheiro, momento que aproveitei pra esconder o telefone debaixo do travesseiro. Ela é muito distraída quando tá apressada e foi assim que saiu sem o celular. Imediatamente tirei do esconderijo e coloquei pra reproduzir de novo:
Mariela com voz de bêbada: Pili amiga, que flores boas que a gente fumou ontem à noite. Juro que acabei de transar com o Hernán, ele já foi. Me furou a noite inteira com aquele pedaço de carne dele e tô sentindo a buceta adormecida, me matou, mas que gostoso que foi – diz rindo. A Marce vai comprar um carro – destaca – você vai ter um hotel móvel agora – continua a gargalhada.
Pilar com voz sonolenta: Oi amiga, que bom que você aproveitou o Hernán o fim de semana inteiro, foi uma semana agitada – completa bocejando. Por que você tá falando do hotel móvel? Pergunta confusa. (Nunca tinha passado pela cabeça da Pilar largar o Marcelo)
Mariela: Ontem à noite você tava tão chapada que esqueceu que a gente também tava no carro do Hernán e você começou a chupar a rola do Marcelo no banco de trás, a gente viu tudo. Depois, levantou a saia, tirou a calcinha fio dental de lado e subiu em cima dele pra cavalgar. Você fez de tudo, amiga – completa sem parar de rir da história. A gente te segurou porque você ia sujar o estofado, tava muito tarada. Depois te levamos pra sua casa e te deixamos lá. (Eu fervia de tesão sabendo que ela não ligava pra nada quando tava com ele e era capaz de trepar em qualquer lugar)
De repente o celular da Pilar começa a vibrar e vejo que é uma chamada entrante de um tal de Gaspar. Quem é Gaspar? CONTINUA
Ela é a Pilar (Pra quem pediu foto)
15 comentários - Cómo me enteré que mi novia me hizo cornudo (pt3)
pondrás alguna digo del culo a la próxima?
buena historia.
abrazo.