Como começar a contar algo tão complicado... é meio difícil, mas vou começar pelo mais importante.
Quando me casei com quem achava que era o amor da minha vida, tinha só 20 anos e logo depois tive minha primeira filha desse relacionamento. Decidimos chamar ela de Dulce, uma menina muito parecida com minha mãe, pelo menos pelas fotos daquela idade. Como tudo, passou rápido e meu relacionamento com aquela mulher não durou muito, só 2 anos, e nos divorciamos. Ela seguiu o lado dela e eu o meu... Decidi me afastar das duas, não queria vê-las de novo, me causava muita dor. Fui para os Estados Unidos, conheci uma garota, mas só duramos 1 ano. Ela me abandonou porque, por muito tempo, só trabalhei, economizei e montei negócios. Nunca mais me casei. Quando já tinha 39 anos, minha filha Dulce foi morar comigo aqui nos Estados Unidos e, desde o primeiro momento, me senti atraído por ela. Mas qual não foi minha surpresa quando ela também sentia o mesmo. Ela tinha uma cabeleira castanho claro com uns olhos negros impressionantes, e um corpo de uma jovem de tirar o fôlego. Uma das coisas que me fez casar com a mãe dela foi o tamanho dos peitos dela, coisa que minha princesa herdou... Assim passou um ano, até que no Dia dos Pais, ao chegar em casa depois do trabalho, fui tomar banho. Quando saí, indo para o meu quarto, lá estava Dulce, com uma lingerie muito sexy. Não demorei muito para ter uma ereção. Naquele momento, ela disse:
— Vem... Vejo que já está pronto.
E sim, me aproximei dela e ela começou a chupar a enorme pica que eu já tinha naquele momento. Deitei ao lado dela e ela me montou como toda uma expert. Para minha surpresa, a virgindade dela foi minha naquele dia. Aproveitei muito, e ela também. Depois de um tempo, senti que minha porra já ia sair, quando ela abriu a boca e engoliu meu esperma... Nunca antes alguém tinha feito algo assim...
Passamos a noite juntos naquela noite. No outro dia, sábado, fui acordado pelo cheiro do café da manhã. Quando desci, foi para vê-la com um uniforme de Maid (empregada). Tava com fome e comi bastante, a verdade é que... Dulce sempre teve um tempero muito bom, mas chegou a hora de falar sobre o que realmente importava do que tinha acontecido:
— Dulce... a gente precisa conversar!
— Sobre o quê? Sobre o que rolou ontem?
— Sim! Aquilo foi errado... eu sou seu pai!
— Você é meu pai, não nego, mas já somos algo mais.
— Como assim? O que você quer dizer?
— Bom, já faz um ano que sou... praticamente sua mulher desde que cheguei. Eu lavo sua roupa, cozinho, limpo, faço as compras, cuido de você.
— Sim, mas isso não muda o fato de eu ser seu pai.
— Sim, mas você esquece que desde ontem já somos amantes.
— Bom... bom, aonde você quer chegar?
— Desde que nos vimos, sentimos uma atração forte... e ontem nós dois confirmamos isso.
— Vamos ser logo um casal em união livre. Quem sabe, só o futuro vai dizer até onde vamos. De manhã, tomei uma pílula de emergência pra não engravidar.
— QUE BOM! Eu ia te perguntar sobre isso, mas já não tenho mais esse medo.
— Além disso, se você aceitar, amanhã vou tomar a injeção pra não engravidar. Só depende de você aceitar a realidade dos nossos sentimentos.
— Você tem razão... mas vamos ter que mudar desse bairro. Aqui todos os vizinhos sabem que você é minha filha. Se vamos ter um relacionamento de união livre, vou ter que vender esse miniapartamento e a gente vai pros subúrbios arrumar uma casa.
E foi assim que, naquele dia, depois do café da manhã, levei ela no médico pra tomar a injeção e não engravidar. Fui ver meus negócios e, à tarde, fui numa empresa de compra e venda de casas... Não demorei mais de um mês pra conseguir uma casa. Consegui vender meu apartamento pra uma família jovem, e a casa agora ficava um pouco mais longe do trabalho do que antes, mas era mínimo. A gente se mudou rápido. O problema foi me acostumar com a ideia do relacionamento com minha filha, mas não demorei muito. Adoro passar o fim de semana com minha princesa, especialmente porque a casa tem piscina — vê-la de biquíni — e, à noite, transar, sentir como ela esvazia meu esperma dentro dela. boca ou no cuzinho dela, essa relação mesmo proibida me agrada pra caralho. O tempo passou, minha filha se formou na Universidade da Califórnia em atletismo e cultura esportiva, mas eu já queria que essa relação passasse pra outro nível, ou pelo menos ela me dava a entender isso. A gente como homem e na minha idade sabe que o sonho de muitas mulheres é, mais cedo ou mais tarde, ter filhos, nem que seja um.
Mas como eu, sinceramente, não tinha experiência em criar crianças, me dava um puta medo, além de ser estranho ser pai de um neto ou neta... Mas lembro que naquele dia fui na igreja me confessar e ouvir o sermão, e por sorte minha leram a história de Ló e suas filhas, onde ele procria com as duas. Tomei aquilo como um sinal divino.
Não demorou muito e no aniversário da nossa relação, minha Doce e eu decidimos tatuar. Ela tatuou perto do cu a legenda "daddy's property" (propriedade do papai), e no peito um coração de caramelo com meu nome e o dela. Naquela noite, depois de fuder, falei o que vinha se formando na minha mente, que eu tinha que propor algo pra ela, principalmente agora que ela já tinha terminado a faculdade.
— Doce... amor da minha vida, acho que já estamos prontos pra dar o próximo passo na nossa relação. Além disso, na sua idade, não quero que você perca sua fase mais fértil, pra você ser uma mulher completa... acho que é a única coisa que falta na sua vida.
— Do que você tá falando, amor? Onde você quer chegar?
— Bom, não quero te obrigar, nem fodendo, mas acho que é hora de termos pelo menos um filho, pararmos de nos cuidar e te levar a uma clínica de gestação pra ter um bebê, homem ou mulher não importa, mas é hora. Já vou fazer 44 e sinto que amadureci e que posso cuidar de um bebê, diferente do que fiz com você e sua mãe. Acho que você também quer que essa relação fique mais formal e estável.
— Sim, eu também tava pensando nisso, mas não sabia como. pedir pra você e talvez você não aceitasse, além disso, não tem outro homem na minha vida.
— Nesse caso, você já está pronta pra ser mãe? Ou quer esperar? Ou o que mais você quer viver antes de virarmos pais?
— Não vamos esperar mais, mesmo que eu ainda seja jovem, mas eu quero uma menina que seja igual a mim, meiga e gostosa. Mas se tem uma coisa que quero viver, é casar num cruzeiro! Li que nas Bahamas não pedem muitos requisitos pra casar estrangeiros que vêm de cruzeiro...
— Bom... bom... eu preferiria só 1 bebê, não queria encher de filhos, mas tudo bem, a gente precisa pesquisar se isso é verdade, afinal de contas, eu sou seu pai.
— Eu também não quero, mas quero uma neném!!! Amanhã vamos na clínica de fertilidade e de quebra comprar as passagens do cruzeiro.
E foi assim, chegamos na clínica, mas só conseguimos marcar pra daqui a 2 meses. No meu caso, não teria problema, enquanto isso, a Dulce tinha parado de se cuidar e eu gozava dentro dela. Nosso relacionamento tinha avançado, agora a gente falhava mais, era como se o instinto de preservação me desse forças como nunca antes tive, ou será o fato de ser o pai do meu neto ou o marido da minha própria filha? Chegou o dia do cruzeiro, no Royal Caribbean saindo de Cabo Canaveral para as Bahamas. Foram 7 dias muito bons, foi tipo uma lua de mel. Ao chegar nas Bahamas, conseguimos que o capitão do navio nos casasse, ele não pediu muita coisa e, graças a Deus, realizei o que a Dulce queria...
Quando já estávamos voltando pra casa, vimos uma garota na entrada da casa com uma mala. Ao descer da caminhonete, me aproximei e vi que ela me lembrava minha namorada de muito tempo atrás. Ela me deu uma carta. Aquela garota de 21 anos era minha filha que tive com aquela garota que conheci quando cheguei nos EUA. Não tive escolha a não ser aceitá-la e apresentar minha "mulher" (sua meia-irmã)...
O tempo passou rápido entre o sexo e o trabalho, até que chegou a consulta com o médico. Não demorou muito pra ele me dizer que a Dulce ela começaria o tratamento e que, em seis semanas, ela poderia engravidar... senti uma lágrima de felicidade escorrendo pelo meu rosto...
Naquele dia, me avisaram que meu pai tinha morrido e eu tive que vir para o México para o funeral. Meu coração sentiu que o tempo que passei nos Estados Unidos me fez esquecer do meu país. Levei minha filha Amanda comigo, então falei para a Dulce ficar nos EUA enquanto a gente afogava a dor da perda do meu pai no álcool — tanto eu quanto minha filha Amanda, que é bem festeira. Naquele dia, acabei transando sem proteção com minha outra filha. Me senti culpado e, além disso, estava traindo a Dulce com a meia-irmã dela, e ainda por cima no funeral. Enquanto a Dulce fazia o tratamento para engravidar, minha surpresa foi quando recebi uma ligação da minha filha Amanda: ela tinha feito três testes de gravidez, e todos deram positivo. Eu tinha engravidado minha outra filha. O que eu devo fazer? Falei para ela manter a calma e que, quando chegasse em casa, a gente conversaria. Mas, ao chegar em casa, minha Dulce já sabia de tudo e não se importou, porque ela também estava grávida. Decidi que era hora de voltarmos para o México. Comprei uma casa maior, mas em Cuernavaca, México, depois de vender tudo na Califórnia. A casa que comprei é bem grande, mas o calor às vezes é insuportável. Agora, como eu ia lidar com essa ideia? Tive que carregar meu erro. Mas, como família que somos e futuros pais, a verdade é que não perdemos tempo com sexo. Nós três — Amanda já sabe que a Dulce é meia-irmã dela —, aqui no México, montei uma distribuidora de medicamentos genéricos, e estamos indo muito bem: eu, a Dulce e a Amanda. Em questão de semanas, elas adoram ir aos shoppings comprar roupinhas para os bebês que estamos esperando. Adoro ver a barriguinha crescendo das duas e esperar pelo nascimento. Mas tenho um pressentimento de que vão ser dois meninos — é uma intuição que sinto, e gosto dessa ideia. Agora que estamos aqui no México, como quase não temos vizinhos... a única roupa que minhas mulheres usam são biquínis e lingerie, não deixo elas usarem outra coisa a não ser que a gente saia pra fazer compras no Walmart ou no shopping, embora as compras online ajudem pra caralho. Às vezes a gente vai jantar os três, eu como marido e elas como mulheres (amo me sentir como um árabe com suas mulheres). Já vi na internet e aqui no Poringa um cara comentou sobre uma igreja cristã espiritualista, visitei o templo e sim, eles podem me casar com minhas duas filhas se eu fizer um puta donativo pra igreja. Mas só pensei nisso, ainda não conversei com a Dulce e a Amanda por enquanto.
Passaram-se 8 meses e de madrugada as contrações da Amanda começaram, levei ela voando na caminhonete, minha mulher, é a hora dela ter nosso bebê. Naquele dia nasceu e sim, o que eu pressentia era um menino. Tive a chance de ficar no parto, cortar o cordão umbilical e dar o primeiro beijo nele, nunca tinha ficado tão emocionado e feliz... Naquela manhã, quando a Dulce estava no hospital pra dar alta pra irmã dela, ela começou o trabalho de parto também, e eu tive outro menino com ela. Enquanto ela amamentava, me perguntou o nome do nosso bebê e eu disse que pensei em chamar ele de Rafael, igual meu falecido pai. A Dulce falou que tava pensando em uma mistura do meu nome com o segundo nome dela, então aceitei. Já eu e a Amanda decidimos que o filho dela teria o nome do meu pai, e ela disse que tava de boa... que era um nome bonito... Quando vi as duas com nossos bebês, acabei soltando pra ambas:
— Não se preocupem, a gente vai atrás da menina!
Elas me olharam e as duas falaram:
— Você quer outro? —
Passou o primeiro ano dos nossos bebês e no aniversário deles, a Amanda já tá grávida de 5 meses de novo, verdade seja dita, ela se mostrou mais fértil que a irmã. E a Dulce me disse naquela noite que também tava grávida de novo... Dormir no meio das duas e tê-las como minhas mulheres é muito foda. Hermoso é a fantasia que qualquer homem poderia sonhar.
Deus abençoa nossa relação de nós três e nos deu uma linda família. Decidi dar uma surpresa pras duas, deixamos o Rafael e o irmão dele com uma babá, ia ser só 3 dias de lua de mel em Playa del Carmen. Naquele dia, ao chegar no quarto, carreguei elas e joguei direto na cama, tomei um Viagra e arranquei o vestido das duas e as calcinhas, fodi elas... quantas vezes a gente conseguiu e o corpo aguentou... foi a melhor noite de férias.
Ao voltar pro México, como sempre, fui ver meus negócios... mas, como sempre, continuamos pelados em casa. Gosto que de manhã, enquanto as duas fazem a limpeza, a Dulce usa só o vestido de empregada sexy com as tangas dela, e a Amanda me deixa mais louco e duro, principalmente porque ela só usa os baby dolls dela e tem vários modelos... mas já de tarde, se não estamos vendo um filme XXX pelados, estamos tomando sol na beira da piscina e, por que não, às vezes fodemos na piscina... O problema vai ser quando meu Rafael e o irmão dele crescerem mais...
Passaram os nove meses da Amanda e tivemos outro bebê homem. Dei a opção pra Amanda escolher o nome e ela decidiu que se chamaria como o pai dela, ARIEL, que é meu nome. ...Passou o tempo até a Dulce dar à luz de novo, foi uma menina linda, e a Dulce não me deu opção de escolher o nome, ela decidiu que se chamaria como ela, DULCE MICHELLE. Assim se passaram 10 anos até que voltamos a ser pais de duas meninas que se chamam: a mais velha, AMANDA CAROLINE, e a mais nova, decidimos que se chamaria como a mãe da Dulce, minha primeira mulher, VIRGINIA AURORA... Se me perguntam, vou dizer que desde que a mãe dela se casou com o segundo marido, maltratou muito a Dulce, e por isso as duas não têm relação nenhuma...
Agora que já estou velhinho e meus filhos já têm suas famílias, a Dulce e a Amanda e eu não paramos de voltar à nossa vida antes dos filhos: pelados em casa, sempre que podemos, a gente faz amor. Fui muito feliz na minha vida como empresário e como pai de família. Aos meus 65 anos, agora que sou avô dos filhos das minhas filhas, me dá uma felicidade danada quando eles vêm me visitar. Claro, nenhum dos meus filhos sabe que Amanda e Dulce são minhas filhas... mas posso te dizer que esse segredo a gente divide em três. E bom, agora você que tá lendo esse relato que compartilhei com uma amiga pra ela postar online.
Quando me casei com quem achava que era o amor da minha vida, tinha só 20 anos e logo depois tive minha primeira filha desse relacionamento. Decidimos chamar ela de Dulce, uma menina muito parecida com minha mãe, pelo menos pelas fotos daquela idade. Como tudo, passou rápido e meu relacionamento com aquela mulher não durou muito, só 2 anos, e nos divorciamos. Ela seguiu o lado dela e eu o meu... Decidi me afastar das duas, não queria vê-las de novo, me causava muita dor. Fui para os Estados Unidos, conheci uma garota, mas só duramos 1 ano. Ela me abandonou porque, por muito tempo, só trabalhei, economizei e montei negócios. Nunca mais me casei. Quando já tinha 39 anos, minha filha Dulce foi morar comigo aqui nos Estados Unidos e, desde o primeiro momento, me senti atraído por ela. Mas qual não foi minha surpresa quando ela também sentia o mesmo. Ela tinha uma cabeleira castanho claro com uns olhos negros impressionantes, e um corpo de uma jovem de tirar o fôlego. Uma das coisas que me fez casar com a mãe dela foi o tamanho dos peitos dela, coisa que minha princesa herdou... Assim passou um ano, até que no Dia dos Pais, ao chegar em casa depois do trabalho, fui tomar banho. Quando saí, indo para o meu quarto, lá estava Dulce, com uma lingerie muito sexy. Não demorei muito para ter uma ereção. Naquele momento, ela disse:
— Vem... Vejo que já está pronto.
E sim, me aproximei dela e ela começou a chupar a enorme pica que eu já tinha naquele momento. Deitei ao lado dela e ela me montou como toda uma expert. Para minha surpresa, a virgindade dela foi minha naquele dia. Aproveitei muito, e ela também. Depois de um tempo, senti que minha porra já ia sair, quando ela abriu a boca e engoliu meu esperma... Nunca antes alguém tinha feito algo assim...
Passamos a noite juntos naquela noite. No outro dia, sábado, fui acordado pelo cheiro do café da manhã. Quando desci, foi para vê-la com um uniforme de Maid (empregada). Tava com fome e comi bastante, a verdade é que... Dulce sempre teve um tempero muito bom, mas chegou a hora de falar sobre o que realmente importava do que tinha acontecido:
— Dulce... a gente precisa conversar!
— Sobre o quê? Sobre o que rolou ontem?
— Sim! Aquilo foi errado... eu sou seu pai!
— Você é meu pai, não nego, mas já somos algo mais.
— Como assim? O que você quer dizer?
— Bom, já faz um ano que sou... praticamente sua mulher desde que cheguei. Eu lavo sua roupa, cozinho, limpo, faço as compras, cuido de você.
— Sim, mas isso não muda o fato de eu ser seu pai.
— Sim, mas você esquece que desde ontem já somos amantes.
— Bom... bom, aonde você quer chegar?
— Desde que nos vimos, sentimos uma atração forte... e ontem nós dois confirmamos isso.
— Vamos ser logo um casal em união livre. Quem sabe, só o futuro vai dizer até onde vamos. De manhã, tomei uma pílula de emergência pra não engravidar.
— QUE BOM! Eu ia te perguntar sobre isso, mas já não tenho mais esse medo.
— Além disso, se você aceitar, amanhã vou tomar a injeção pra não engravidar. Só depende de você aceitar a realidade dos nossos sentimentos.
— Você tem razão... mas vamos ter que mudar desse bairro. Aqui todos os vizinhos sabem que você é minha filha. Se vamos ter um relacionamento de união livre, vou ter que vender esse miniapartamento e a gente vai pros subúrbios arrumar uma casa.
E foi assim que, naquele dia, depois do café da manhã, levei ela no médico pra tomar a injeção e não engravidar. Fui ver meus negócios e, à tarde, fui numa empresa de compra e venda de casas... Não demorei mais de um mês pra conseguir uma casa. Consegui vender meu apartamento pra uma família jovem, e a casa agora ficava um pouco mais longe do trabalho do que antes, mas era mínimo. A gente se mudou rápido. O problema foi me acostumar com a ideia do relacionamento com minha filha, mas não demorei muito. Adoro passar o fim de semana com minha princesa, especialmente porque a casa tem piscina — vê-la de biquíni — e, à noite, transar, sentir como ela esvazia meu esperma dentro dela. boca ou no cuzinho dela, essa relação mesmo proibida me agrada pra caralho. O tempo passou, minha filha se formou na Universidade da Califórnia em atletismo e cultura esportiva, mas eu já queria que essa relação passasse pra outro nível, ou pelo menos ela me dava a entender isso. A gente como homem e na minha idade sabe que o sonho de muitas mulheres é, mais cedo ou mais tarde, ter filhos, nem que seja um.
Mas como eu, sinceramente, não tinha experiência em criar crianças, me dava um puta medo, além de ser estranho ser pai de um neto ou neta... Mas lembro que naquele dia fui na igreja me confessar e ouvir o sermão, e por sorte minha leram a história de Ló e suas filhas, onde ele procria com as duas. Tomei aquilo como um sinal divino.
Não demorou muito e no aniversário da nossa relação, minha Doce e eu decidimos tatuar. Ela tatuou perto do cu a legenda "daddy's property" (propriedade do papai), e no peito um coração de caramelo com meu nome e o dela. Naquela noite, depois de fuder, falei o que vinha se formando na minha mente, que eu tinha que propor algo pra ela, principalmente agora que ela já tinha terminado a faculdade.
— Doce... amor da minha vida, acho que já estamos prontos pra dar o próximo passo na nossa relação. Além disso, na sua idade, não quero que você perca sua fase mais fértil, pra você ser uma mulher completa... acho que é a única coisa que falta na sua vida.
— Do que você tá falando, amor? Onde você quer chegar?
— Bom, não quero te obrigar, nem fodendo, mas acho que é hora de termos pelo menos um filho, pararmos de nos cuidar e te levar a uma clínica de gestação pra ter um bebê, homem ou mulher não importa, mas é hora. Já vou fazer 44 e sinto que amadureci e que posso cuidar de um bebê, diferente do que fiz com você e sua mãe. Acho que você também quer que essa relação fique mais formal e estável.
— Sim, eu também tava pensando nisso, mas não sabia como. pedir pra você e talvez você não aceitasse, além disso, não tem outro homem na minha vida.
— Nesse caso, você já está pronta pra ser mãe? Ou quer esperar? Ou o que mais você quer viver antes de virarmos pais?
— Não vamos esperar mais, mesmo que eu ainda seja jovem, mas eu quero uma menina que seja igual a mim, meiga e gostosa. Mas se tem uma coisa que quero viver, é casar num cruzeiro! Li que nas Bahamas não pedem muitos requisitos pra casar estrangeiros que vêm de cruzeiro...
— Bom... bom... eu preferiria só 1 bebê, não queria encher de filhos, mas tudo bem, a gente precisa pesquisar se isso é verdade, afinal de contas, eu sou seu pai.
— Eu também não quero, mas quero uma neném!!! Amanhã vamos na clínica de fertilidade e de quebra comprar as passagens do cruzeiro.
E foi assim, chegamos na clínica, mas só conseguimos marcar pra daqui a 2 meses. No meu caso, não teria problema, enquanto isso, a Dulce tinha parado de se cuidar e eu gozava dentro dela. Nosso relacionamento tinha avançado, agora a gente falhava mais, era como se o instinto de preservação me desse forças como nunca antes tive, ou será o fato de ser o pai do meu neto ou o marido da minha própria filha? Chegou o dia do cruzeiro, no Royal Caribbean saindo de Cabo Canaveral para as Bahamas. Foram 7 dias muito bons, foi tipo uma lua de mel. Ao chegar nas Bahamas, conseguimos que o capitão do navio nos casasse, ele não pediu muita coisa e, graças a Deus, realizei o que a Dulce queria...
Quando já estávamos voltando pra casa, vimos uma garota na entrada da casa com uma mala. Ao descer da caminhonete, me aproximei e vi que ela me lembrava minha namorada de muito tempo atrás. Ela me deu uma carta. Aquela garota de 21 anos era minha filha que tive com aquela garota que conheci quando cheguei nos EUA. Não tive escolha a não ser aceitá-la e apresentar minha "mulher" (sua meia-irmã)...
O tempo passou rápido entre o sexo e o trabalho, até que chegou a consulta com o médico. Não demorou muito pra ele me dizer que a Dulce ela começaria o tratamento e que, em seis semanas, ela poderia engravidar... senti uma lágrima de felicidade escorrendo pelo meu rosto...
Naquele dia, me avisaram que meu pai tinha morrido e eu tive que vir para o México para o funeral. Meu coração sentiu que o tempo que passei nos Estados Unidos me fez esquecer do meu país. Levei minha filha Amanda comigo, então falei para a Dulce ficar nos EUA enquanto a gente afogava a dor da perda do meu pai no álcool — tanto eu quanto minha filha Amanda, que é bem festeira. Naquele dia, acabei transando sem proteção com minha outra filha. Me senti culpado e, além disso, estava traindo a Dulce com a meia-irmã dela, e ainda por cima no funeral. Enquanto a Dulce fazia o tratamento para engravidar, minha surpresa foi quando recebi uma ligação da minha filha Amanda: ela tinha feito três testes de gravidez, e todos deram positivo. Eu tinha engravidado minha outra filha. O que eu devo fazer? Falei para ela manter a calma e que, quando chegasse em casa, a gente conversaria. Mas, ao chegar em casa, minha Dulce já sabia de tudo e não se importou, porque ela também estava grávida. Decidi que era hora de voltarmos para o México. Comprei uma casa maior, mas em Cuernavaca, México, depois de vender tudo na Califórnia. A casa que comprei é bem grande, mas o calor às vezes é insuportável. Agora, como eu ia lidar com essa ideia? Tive que carregar meu erro. Mas, como família que somos e futuros pais, a verdade é que não perdemos tempo com sexo. Nós três — Amanda já sabe que a Dulce é meia-irmã dela —, aqui no México, montei uma distribuidora de medicamentos genéricos, e estamos indo muito bem: eu, a Dulce e a Amanda. Em questão de semanas, elas adoram ir aos shoppings comprar roupinhas para os bebês que estamos esperando. Adoro ver a barriguinha crescendo das duas e esperar pelo nascimento. Mas tenho um pressentimento de que vão ser dois meninos — é uma intuição que sinto, e gosto dessa ideia. Agora que estamos aqui no México, como quase não temos vizinhos... a única roupa que minhas mulheres usam são biquínis e lingerie, não deixo elas usarem outra coisa a não ser que a gente saia pra fazer compras no Walmart ou no shopping, embora as compras online ajudem pra caralho. Às vezes a gente vai jantar os três, eu como marido e elas como mulheres (amo me sentir como um árabe com suas mulheres). Já vi na internet e aqui no Poringa um cara comentou sobre uma igreja cristã espiritualista, visitei o templo e sim, eles podem me casar com minhas duas filhas se eu fizer um puta donativo pra igreja. Mas só pensei nisso, ainda não conversei com a Dulce e a Amanda por enquanto.
Passaram-se 8 meses e de madrugada as contrações da Amanda começaram, levei ela voando na caminhonete, minha mulher, é a hora dela ter nosso bebê. Naquele dia nasceu e sim, o que eu pressentia era um menino. Tive a chance de ficar no parto, cortar o cordão umbilical e dar o primeiro beijo nele, nunca tinha ficado tão emocionado e feliz... Naquela manhã, quando a Dulce estava no hospital pra dar alta pra irmã dela, ela começou o trabalho de parto também, e eu tive outro menino com ela. Enquanto ela amamentava, me perguntou o nome do nosso bebê e eu disse que pensei em chamar ele de Rafael, igual meu falecido pai. A Dulce falou que tava pensando em uma mistura do meu nome com o segundo nome dela, então aceitei. Já eu e a Amanda decidimos que o filho dela teria o nome do meu pai, e ela disse que tava de boa... que era um nome bonito... Quando vi as duas com nossos bebês, acabei soltando pra ambas:
— Não se preocupem, a gente vai atrás da menina!
Elas me olharam e as duas falaram:
— Você quer outro? —
Passou o primeiro ano dos nossos bebês e no aniversário deles, a Amanda já tá grávida de 5 meses de novo, verdade seja dita, ela se mostrou mais fértil que a irmã. E a Dulce me disse naquela noite que também tava grávida de novo... Dormir no meio das duas e tê-las como minhas mulheres é muito foda. Hermoso é a fantasia que qualquer homem poderia sonhar.
Deus abençoa nossa relação de nós três e nos deu uma linda família. Decidi dar uma surpresa pras duas, deixamos o Rafael e o irmão dele com uma babá, ia ser só 3 dias de lua de mel em Playa del Carmen. Naquele dia, ao chegar no quarto, carreguei elas e joguei direto na cama, tomei um Viagra e arranquei o vestido das duas e as calcinhas, fodi elas... quantas vezes a gente conseguiu e o corpo aguentou... foi a melhor noite de férias.
Ao voltar pro México, como sempre, fui ver meus negócios... mas, como sempre, continuamos pelados em casa. Gosto que de manhã, enquanto as duas fazem a limpeza, a Dulce usa só o vestido de empregada sexy com as tangas dela, e a Amanda me deixa mais louco e duro, principalmente porque ela só usa os baby dolls dela e tem vários modelos... mas já de tarde, se não estamos vendo um filme XXX pelados, estamos tomando sol na beira da piscina e, por que não, às vezes fodemos na piscina... O problema vai ser quando meu Rafael e o irmão dele crescerem mais...
Passaram os nove meses da Amanda e tivemos outro bebê homem. Dei a opção pra Amanda escolher o nome e ela decidiu que se chamaria como o pai dela, ARIEL, que é meu nome. ...Passou o tempo até a Dulce dar à luz de novo, foi uma menina linda, e a Dulce não me deu opção de escolher o nome, ela decidiu que se chamaria como ela, DULCE MICHELLE. Assim se passaram 10 anos até que voltamos a ser pais de duas meninas que se chamam: a mais velha, AMANDA CAROLINE, e a mais nova, decidimos que se chamaria como a mãe da Dulce, minha primeira mulher, VIRGINIA AURORA... Se me perguntam, vou dizer que desde que a mãe dela se casou com o segundo marido, maltratou muito a Dulce, e por isso as duas não têm relação nenhuma...
Agora que já estou velhinho e meus filhos já têm suas famílias, a Dulce e a Amanda e eu não paramos de voltar à nossa vida antes dos filhos: pelados em casa, sempre que podemos, a gente faz amor. Fui muito feliz na minha vida como empresário e como pai de família. Aos meus 65 anos, agora que sou avô dos filhos das minhas filhas, me dá uma felicidade danada quando eles vêm me visitar. Claro, nenhum dos meus filhos sabe que Amanda e Dulce são minhas filhas... mas posso te dizer que esse segredo a gente divide em três. E bom, agora você que tá lendo esse relato que compartilhei com uma amiga pra ela postar online.
1 comentários - Vizinhas gostosas de Cuernavaca