Desculpa por não postar, tava viajando esses dias, então pra quem acompanha meus relatos, vem aí uma boa história de uns anos atrás.
Eu ainda morava na minha cidade (na real é uma cidade, mas comparando com CBA, é um povoado). E já tava muito interessado no terceiro gênero. Esses desejos vinham junto com minhas primeiras punhetas anais e curiosidade sobre o que era aquela categoria "SHEMALE" nos sites pornô, foi um combo perfeito.
Como sempre, e acho que muitos aqui sabem disso, eu tinha feito um Facebook pra pegar gente, como diriam os espanhóis, aqueles Facebook com fotos que não dizem nada mas basicamente gritam: "ME ACEITA QUE TE COMO", e foi assim que comecei a conhecer o lado trans da minha cidade. Com algumas eu trocava ideia, com outras não, algumas cobravam, outras não. Mas chegou uma que era muito gente boa e mandava foto na hora, já tinha o pack pronto, então foquei mais nela. Vamos chamar ela de Lucia.
O problema é que a Lucia não morava muito perto, a maioria das trans morava na periferia e eu na região central. Não tinha carro, mas tinha minha bike, então combinamos e fui igual um raio de bike até a casa dela. Vale destacar que eu era totalmente virgem, nunca tinha tido contato físico sexual com ninguém.
Bato na porta da casa dela, era bem discreto, tinha uma senhora regando um pouco lá fora na esquina daquela quadra que me olhou, mas só. Lucia, meio receosa, abre a janelinha da porta e pergunta:
- Quem é você?
- Sugri :D - respondi.
- Aiii, mas você é um menino, não pensei que ia vir, entra, entra.
Entrei com minha bike, ela me ofereceu água e perguntou se eu queria ir ao banheiro. Aceitei a água e ela pediu pra eu esperar uns minutos, tirar a roupa e ir pra cama.
Ela saiu do banheiro de camisola e uma fio dental. Lucia era uma coroa, baixinha e big booty, quase não tinha peitos, mas uma bunda e umas coxas do caralho. Ela já chegou me beijando forte e eu subi nela, passando a mão na rola dela enquanto ela ria de um jeito morbidamente safado, era uma gostosa.
Perguntei se podia chupar ela, e ela disse que sim, mas que a gente fizesse 69 tipo colher. As luzes estavam acesas, então dava pra ver tudo muito bem. O pau dela era bem pequeno, mas bonito, era circuncidado, mas era muito pequeno até ereto, mas ver ela ali, toda depiladinha e delicada, me dava mais vontade de lamber e fazer uma masturbação nela, que foi o que eu fiz, até ela gozar.
Ela se limpou e passou um lubrificante no cu, com cheiro de pêssego (toda vez que sinto o cheiro desse mesmo gel, lembro desse encontro). Ela ficou de quatro e pediu pra eu meter.
Coloquei a camisinha e meti. Ela gritava, me dizia "que tamanho bom", eu puxava ela pelo cabelo e a voz verdadeira dela queria sair com os gritos, mas alguma coisa não deixava. Eu dava tapas nela e chupava o pau todo melado de gozo que ela tinha. Ficamos assim por um bom tempo, mas eu não conseguia gozar. Então ela tirou a camisinha, ainda de quatro, levantou a bunda e apoiou o corpo todo na cama, pra eu gozar na bunda/costas dela.
Depois de gozar nela, ela me deu uma toalha pra me limpar, e ela se vestiu na minha frente enquanto a gente conversava um pouco. Eu tava com medo de que ela não fosse discreta, porque parecia que ela tinha gostado muito do encontro. Ela tinha me pedido meu WhatsApp, porque ela, normalmente, mandava nudes e fazia grupos. Eu menti que tava na cidade de passagem, que na verdade morava em outra, mas como meus pais eram divorciados, de vez em quando vinha visitar meu pai ou algo assim, foi a mentira que contei.
Infelizmente, foi a primeira e a última vez que vi ela pelada. Cruzei com ela muito tempo depois, mas acho que ela nem me notou, porque passou andando como se eu fosse mais um pedestre, ou ela é muito discreta, nunca saberemos. Eu sei que agora, graças ao Facebook, ela tem uma namorada transexual recém-saída do forno hormonal. Não sei se ela tá disponível, acho que não, mas talvez esteja disponível pra um ménage...
PS1: Essa é uma história tipo prequela, não corresponde à nova saga que estou prestes a escrever sobre minhas experiências em 2018. O próximo post vai ser dessa saga mesmo.
PS2: Deixa nos comentários como foi sua primeira transsexual #MeuPrimeiroTrans
Eu ainda morava na minha cidade (na real é uma cidade, mas comparando com CBA, é um povoado). E já tava muito interessado no terceiro gênero. Esses desejos vinham junto com minhas primeiras punhetas anais e curiosidade sobre o que era aquela categoria "SHEMALE" nos sites pornô, foi um combo perfeito.
Como sempre, e acho que muitos aqui sabem disso, eu tinha feito um Facebook pra pegar gente, como diriam os espanhóis, aqueles Facebook com fotos que não dizem nada mas basicamente gritam: "ME ACEITA QUE TE COMO", e foi assim que comecei a conhecer o lado trans da minha cidade. Com algumas eu trocava ideia, com outras não, algumas cobravam, outras não. Mas chegou uma que era muito gente boa e mandava foto na hora, já tinha o pack pronto, então foquei mais nela. Vamos chamar ela de Lucia.
O problema é que a Lucia não morava muito perto, a maioria das trans morava na periferia e eu na região central. Não tinha carro, mas tinha minha bike, então combinamos e fui igual um raio de bike até a casa dela. Vale destacar que eu era totalmente virgem, nunca tinha tido contato físico sexual com ninguém.
Bato na porta da casa dela, era bem discreto, tinha uma senhora regando um pouco lá fora na esquina daquela quadra que me olhou, mas só. Lucia, meio receosa, abre a janelinha da porta e pergunta:
- Quem é você?
- Sugri :D - respondi.
- Aiii, mas você é um menino, não pensei que ia vir, entra, entra.
Entrei com minha bike, ela me ofereceu água e perguntou se eu queria ir ao banheiro. Aceitei a água e ela pediu pra eu esperar uns minutos, tirar a roupa e ir pra cama.
Ela saiu do banheiro de camisola e uma fio dental. Lucia era uma coroa, baixinha e big booty, quase não tinha peitos, mas uma bunda e umas coxas do caralho. Ela já chegou me beijando forte e eu subi nela, passando a mão na rola dela enquanto ela ria de um jeito morbidamente safado, era uma gostosa.
Perguntei se podia chupar ela, e ela disse que sim, mas que a gente fizesse 69 tipo colher. As luzes estavam acesas, então dava pra ver tudo muito bem. O pau dela era bem pequeno, mas bonito, era circuncidado, mas era muito pequeno até ereto, mas ver ela ali, toda depiladinha e delicada, me dava mais vontade de lamber e fazer uma masturbação nela, que foi o que eu fiz, até ela gozar.
Ela se limpou e passou um lubrificante no cu, com cheiro de pêssego (toda vez que sinto o cheiro desse mesmo gel, lembro desse encontro). Ela ficou de quatro e pediu pra eu meter.
Coloquei a camisinha e meti. Ela gritava, me dizia "que tamanho bom", eu puxava ela pelo cabelo e a voz verdadeira dela queria sair com os gritos, mas alguma coisa não deixava. Eu dava tapas nela e chupava o pau todo melado de gozo que ela tinha. Ficamos assim por um bom tempo, mas eu não conseguia gozar. Então ela tirou a camisinha, ainda de quatro, levantou a bunda e apoiou o corpo todo na cama, pra eu gozar na bunda/costas dela.
Depois de gozar nela, ela me deu uma toalha pra me limpar, e ela se vestiu na minha frente enquanto a gente conversava um pouco. Eu tava com medo de que ela não fosse discreta, porque parecia que ela tinha gostado muito do encontro. Ela tinha me pedido meu WhatsApp, porque ela, normalmente, mandava nudes e fazia grupos. Eu menti que tava na cidade de passagem, que na verdade morava em outra, mas como meus pais eram divorciados, de vez em quando vinha visitar meu pai ou algo assim, foi a mentira que contei.
Infelizmente, foi a primeira e a última vez que vi ela pelada. Cruzei com ela muito tempo depois, mas acho que ela nem me notou, porque passou andando como se eu fosse mais um pedestre, ou ela é muito discreta, nunca saberemos. Eu sei que agora, graças ao Facebook, ela tem uma namorada transexual recém-saída do forno hormonal. Não sei se ela tá disponível, acho que não, mas talvez esteja disponível pra um ménage...
PS1: Essa é uma história tipo prequela, não corresponde à nova saga que estou prestes a escrever sobre minhas experiências em 2018. O próximo post vai ser dessa saga mesmo.
PS2: Deixa nos comentários como foi sua primeira transsexual #MeuPrimeiroTrans
2 comentários - Minha Primeira Primeira Vez
Por cierto, respondiendo a tu pedido yo aún no tuve un encuentro con #MiPrimerTrans pero me muero de ganas.
Me muero de ganas por besar a una, por acariciarla, por recorrerle el cuerpo con mis manos, por tocarle la pija, por hacerle una paja y que se le vaya parando, por hacerle un pete y que me acabe en la boca, por romperle la cola, por hacer un 69 y que nos enlechemos, es más, soy algo tímido pero tus relatos son tan buenos que hasta pensaría en entregarle el culo... tristemente aún no es el momento pero sé que tarde o temprano cumpliré mi fantasía... ¡NO!¡Mi deseo! de estar con una hermosa mujer con pene... ¡NO!¡Estar con una mujer con clítoris XL!