No dia seguinte, à tarde, fui na casa da minha cunhada. Já fazia duas semanas que não via ela. Mas procuro visitar ela nas segundas, quartas e sextas. Sou a puta do meu filho, mas não quero abrir mão da minha cunhada, mesmo ela não sabendo nada da putaria que eu tava com o sobrinho dela.
A gostosa me recebeu vestida só com uma calcinha branca de renda nas laterais, que caía um absurdo nela.
— Que delícia, sua puta — comi ela com os olhos.
Mal fechei a porta da rua, a gente se beijou de língua. Abri as pernas e minha cunhada enfiou a mão por baixo da minha saia e passou a mão na minha buceta por cima da calcinha. Eu apertei as nádegas dela e enfiei meus dedos na fenda da bunda dela, roçando o cu. Ficamos um tempão nos beijando e nos apalpando; aos poucos nos separamos e recuperamos a compostura, porque eu tinha que contar tudo que tava rolando comigo.
— Espera um pouco — falei, mas minha cunhada não parou de tirar minha roupa.
Deixei ela me despir e, enquanto isso, me distraí com os peitos dela, brincando com os bicos.
— Quero te contar uma coisa, você tá sozinha? — falei. Minha cunhada, depois de me despir, sentou de pernas abertas em cima das minhas coxas. Me beijou os lábios.
— Mais do que nunca, todo dia, espero ansiosa você bater na minha porta, mas você só vem me ver três dias por semana. Você me deixa louca. Não faz essa cara, desde que a gente transa, sinto um monte de coisas, você já sabe.
— Então o que vim te contar vai te deixar mais louca ainda.
Acariciei os peitos dela e expliquei o que tava rolando entre eu e meu filho. Contei tudo, com todos os detalhes, sem omitir nada. Senti nas minhas coxas como ela ficava excitada, enquanto eu contava como meu filho curtia meu corpo quando dava na telha dele.
— Agora ele me pediu pra te convencer a se juntar com a gente — falei, brincando com os bicos duros dela.
— Olha só meu sobrinho — minha cunhada me abraçou contra o peito dela — Faz tempo que ele me atrai, seu... filho, e por respeito a você e ao meu irmão, nunca tentei nada com ele, mas agora que as coisas estão diferentes entre vocês, não tenho problema nenhum em a gente se pegar os três. — Olhei pra ela e me senti aliviada por ela ter aceitado sem reclamar. — Como é que ele tem? — ela me perguntou de repente — O quê? — respondi — Não se faz de sonsa, cunhada, só vi um pouquinho na cozinha. Me conta como é a pica do seu filho. — Minha cunhada tinha se escancarado, e eu tava morrendo de tesão pelo volume da buceta dela. Tava muito excitada; dava pra sentir o cheiro da xota dela. — Ele tem uma extremamente grossa, você já viu na cozinha, mas principalmente enorme, muito comprida, maior que seus brinquedos, você precisa ver pra acreditar — respondi olhando pra entreperna dela e sem me segurar mais, meti a mão dentro da calcinha dela. — Porra, seu filho, com uma ferramenta dessas, você deve ficar louca. — Você não faz ideia — respondi passando a mão na racha molhada dela. Ela tem o corpo muito flexível. Se jogou pra trás, até apoiar as mãos no chão, e abriu as pernas; eu só tive que me abaixar e devorar aquela bucetona com muita, mas muita safadeza. o00o Meu marido foi viajar a negócios ao meio-dia, só voltaria no dia seguinte. À tarde, meu filho me disse pra vestir um vestido de alcinha que eu tenho, exageradamente curto e bem fininho; meus peitos quase caíam pra fora, meus bicos marcavam descaradamente, e a parte de baixo mal cobria nada; claro, ele me proibiu de usar roupa íntima, queria que eu recebesse a tia assim. Ele vestiu uma sunga tipo fio dental daquelas que eu comprei pra ele (as minhas ficam tão apertadas que machucam ele) porque eu pedi. Assim ia dar mais tesão. Quando minha cunhada chegou, abri a porta e ela me cumprimentou com um sorriso, dizendo excitada que eu parecia uma puta. Ela tava de camisa, saia curtíssima e salto alto. Depois de nos beijarmos de língua rapidinho, a gente passou. Na sala; lá, meu filho a esperava. Ao vê-lo só de sunga tipo fio dental, ela ficou sem palavras e de boca aberta. Não é porque é meu filho, mas ele parecia a encarnação viva do deus "Apolo". Ele se aproximou dela e a beijou na boca com paixão enquanto passava a mão na bunda dela por cima da calcinha. Minha cunhada devolveu o beijo encantada, como se sempre tivessem feito aquilo, e passou a mão no volume dele, sem parar de apalpar e reconhecer. Ela estava muito nervosa.
— Porra, que beleza! — disse ela.
Meu filho deixou a tia dar uma volta completa nele e se deliciar com seu corpo lindo. Me aproximei por trás da minha cunhada, sem esperar meu filho falar nada, sabia que ele queria ver como a gente se acariciava. Desabotoei a camisa da minha cunhada e, por trás, acariciei os peitos dela, sentindo a excitação crescer aos poucos dentro de nós duas. Ele disse pra gente se beijar. Não precisou repetir, fizemos com muito gosto, aproximando nossas bocas e colocando as línguas pra fora pra se roçar uma na outra. Meu filho estava louco de tesão, vendo a mãe e a tia se apalpando e se beijando com luxúria na frente dele.
— Vocês são umas putas — disse ele.
Minha cunhada ficou atrás de mim. Uma mão afastou minha calcinha, e eu abri as pernas, enquanto a outra se apossou da minha buceta — Olha como eu meto a mão na sua mãe — Ela olhou pra ele sorrindo, sem parar de me beijar e apalpar.
Meu filho se aproximou, sem se conter mais, e se juntou a nós, acariciando nossas bundas e juntando a língua dele com a nossa. Ele tirou meus peitos pra fora do vestido e apertou. Segurou eles pra tia chupar meus mamilos, enquanto me beijava na boca e perguntava se eu tava gostando. Eu tava louca de prazer e respondi que sim.
Aceitei sem problemas que me chamasse de puta e gostosa, e até que cuspisse nos meus peitos e no meu rosto, pra minha cunhada lamber a saliva dele. Ficamos assim por um bom tempo, até que meu filho nos deixou completamente nuas. Então ele nos levou pra cama, pra minha cama, a que eu dividia com o pai dele, e lá deitamos e continuamos nos acariciando enquanto ele nos observava, estranhei que ele já não estivesse de pau duro até o talo. O que eu não sabia é que meu filho queria surpreender a tia dele.
Ele se aproximou de nós e ficou na frente da tia pra ela ver ao natural o que já tinha visto na cozinha. Minha pobre cunhada estava com os olhos arregalados, parecia hipnotizada, me deu vontade de rir vendo ela naquele estado. Quando meu filho ficou de pau duro, mandou a tia chupar ele. Me agarrou pelo cabelo.
— Chupa você também, foxy — e me juntou a ela.
Chupamos ele as duas juntas e ainda sobrava pau suficiente pra uma terceira. Comemos as bolas do meu filho, uma cada uma, juntando nossas línguas ao mesmo tempo. Ele se deixou comer bem excitado, depois de um tempo, nos afastou dele.
Então ele me disse que queria ver como uma puta como eu comia a buceta de outra puta. Minha cunhada estava deitada, me esperando bem tesuda. Ela ainda estava de calcinha e eu tirei. Abri as pernas dela pra meu filho ver a xereca.
— Caralho, que bucetão! — ele disse, me afastando da minha cunhada.
Ficou tão impressionado quanto a tia com ele. Tocou, abriu e estudou com os dedos, chupou um pouco e me deixou o lugar.
— Agora você, vagabunda — ele me disse.
Me abaixei sobre a virilha da minha cunhada e chupei ela, arrancando gemidos, enquanto meu filho fodia a boca dela. Segurava a cabeça dela e prendia com um bom pedaço do pau dele dentro da boca, parecia que ela ia se engasgar e até teve ânsia. Então ele soltava e minha cunhada babava e cuspia saliva, ele repetiu várias vezes. Eu me assustei vendo como a coitada se engasgava e tinha náuseas, mas quando ele soltou, ela olhou pro sobrinho sorrindo com luxúria.
— Me dá mais, filho da puta — ela estava adorando, a vagabunda!
Eu nunca tinha fodido de um jeito tão violento, e era meu próprio filho que estava me mostrando. Viu minha cara de curiosidade e disse:
— Você também quer experimentar, né, putinha?
Eu me deitei com a cabeça entre os joelhos dele. Meu filho enfiou o pau na minha boca e fez comigo o mesmo que fez com a tia, enquanto ela chupava minha buceta. Foi horrível e excitante ao mesmo tempo. Umas duas vezes achei que ia me afogar de verdade, me debatia com violência pra ele me soltar, mas isso só deixava ele mais excitado, até que ele me soltava quando queria. Quando terminou, eu estava com o rosto vermelho e congestionado, e as lágrimas tinham escorrido por causa dos engasgos.
— Filho da puta, o que você queria, afogar sua pobre mãe?
— Você foi muito bem, mãe, que gostosa você é — ele me beijou na boca.
Ele me deixou descansar enquanto a tia dele continuava chupando minha buceta, a safada chupava meu clitóris e eu já estava quase gozando. Meu filho se posicionou atrás da tia e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro na buceta dela. Minha pobre cunhada soltou um grito e começou a gemer de prazer, enquanto o sobrinho a fodia olhando nos meus olhos com luxúria.
— Que buceta gostosa você tem, tia.
— Ele segurava ela com força pelos quadris e dava umas estocadas violentas.
Eu me aproximei dela e comecei a beijá-la, meu filho mandou eu chupar os peitos dela e eu, obediente, chupei os seios dela.
— Que rabo você tem, tia, me deixa louco. Preciso te comer no cu agora — disse meu filho.
— Faz com carinho, sobrinho — pediu minha cunhada.
Meu filho encostou a cabeça inchada do pau no cu da tia e empurrou, enfiando tudo. — Espera um pouco, pelo amor de Deus, deixa eu me acostumar! — implorou minha cunhada.
Enquanto esperava, meu filho puxou meu cabelo, levantando minha cabeça. Ele estava com a língua pra fora e me ofereceu. Chupei ela inteira, enfiando na minha boca, e começamos a nos beijar de língua. Meu filho empurrava enquanto devorávamos a boca um do outro, mas ele estava tão excitado que agarrou minha cunhada pelos lados e... A tia dele e empurrou com violência contra a bunda da minha cunhada, enterrando de uma vez toda a pica enorme dela.
—Que bunda mais apertada você tem, sua puta — disse, dando um tapa na bunda dela.
Eu me inclinei pra ver como ele metia na minha cunhada. Meu filho puxou o pau pra fora, e fiquei chocada ao ver o buraco aberto da bunda da minha cunhada.
—Vou deixar o seu igual, mãe — ele me disse, e senti um arrepio.
Meu filho se deitou nas costas da tia dele e continuou macetando a bunda dela.
—Tá gostando, rabuda? Que filha da puta você é, deixando dar no cu — ele falava, e um monte de coisas cada vez mais obscenas.
A tia dele já não se aguentava mais, gritava que nem uma louca, pedindo pro filho da puta do sobrinho dela arrebentar ela, e me chamava de vadia e putona. Eu torturava o clitóris dela; batia uma com raiva na buceta dela com os dedos, até que ela gozou na minha mão, fiz ela chupar, e enfiei de novo na vagina, e logo ela gozou de novo, e meu filho, gritando, gozou também.
—Toma meu leite, sua porca — disse, enchendo a bunda dela de porra.
Eu fiquei atrás do meu filho e abri a bunda dele pra ver ele gozar. O cu dele abria e fechava, a pele que separa o ânus do saco dele pulsava muito rápido, bombeando jorros e jorros de porra, os ovos subiam quando ele empurrava com força. Não consegui contar quantos jorros ele tinha bombeado, mas tive uma ideia quando vi a porra transbordando da bunda da minha cunhada. Meu filho tirou o pau dela mais tarde. Me agarrou e me colocou atrás da tia dele.
—Chupa o cu dela, puta, e bebe toda a minha gozada — ele ordenou.
Eu comecei a fazer aquilo feliz da vida. Minha cunhada gemia de esforço e prazer, enquanto eu enchia a boca de porra, meu filho nos observava descansando e acariciando o pau dele.
Continuamos nos acariciando e nos beijando, esperando meu filho se recuperar, o que não demorou nada, porque a visão da mãe e da tia nuas se beijando esquentou ele na hora. Ele se aproximou de nós com o pau duro de novo, e nós três nos misturamos em carícias e beijos; era difícil saber onde começava um corpo e onde terminava o outro. Ele me deitou em cima da tia dela, cara a cara, e comeu ela primeiro, enquanto a gente se beijava. Depois me penetrou e me fodeu. Ele metia nas duas, alternando.
— Vocês gostam do meu pau, putas? Gostam de como eu como vocês? — ele perguntava, e minha cunhada e eu, como duas boas putas, respondíamos em dueto que sim.
Assim continuamos por um bom tempo, até que ele não aguentou mais.
— Fiquem de joelhos, porcas, que vou jogar minha porra em vocês — ele disse, e se colocou em pé na cama — Abram bem as bocas, vadias — e começou a bater uma com fúria em cima de nós, e entre espasmos e gemidos incontroláveis, gozou pra caralho. Jorrou uma enxurrada de porra; jato após jato sobre nossas caras e bocas. Quando parou de gozar, a gente se beijou na hora, eu e minha cunhada. Nossas bocas estavam cheias de esperma quente e viscoso, que se misturava com nossa saliva, e a gente engoliu tudo.
A gente se sentia tão puta e tão à vontade, que minha cunhada se afastou e lambeu a porra que escorria pelo meu rosto e pelos meus peitos, e me beijou de novo pra eu engolir tudo; depois eu fiz o mesmo com ela. Juntas, limpamos o pau do meu filho, depois deitamos ele, e eu e minha cunhada comemos as bolas dele, e disputamos o buraco do cu dele como duas boas putas.
— Isso! Briguem pra chupar meu cu. Me comam, filhas da puta — disse meu filho, que estava em êxtase.
Passamos a noite toda os três juntos na cama, dormindo de vez em quando e fodendo o resto do tempo.
Acordamos famintos às cinco da manhã e descemos os três pelados pra cozinha. Meu filho ia no meio das duas, segurando a gente pela cintura e passando a mão na nossa bunda. Saqueei a geladeira e a despensa atrás de comida e preparei uns sanduíches. Tava passando a manteiga no pão, quando minha cunhada beijou meu filho. nos lábios e disse que estava encantada de ser a putinha dele.
— Vem morar com a gente de novo — pediu meu filho.
— Temos espaço de sobra, você sabe — falei pra minha cunhada.
— Sério? — perguntou com os olhos brilhando — Vale! Tá bom — aceitou na hora, sem pensar — Vou demorar uns dias, antes tenho que falar com o dono do imóvel e resolver umas paradas.
— Te amo, tia — disse meu filho, beijando ela na boca. Eu olhei pra eles. Era tão lindo ver como se amavam.
Comemos os sanduíches comentando todas as coisas que íamos fazer juntos. Meu filho planejava o futuro dos três e, pelo que contava, era muito excitante.
— Cê ainda tem fôlego pra mais uma foda, sobrinho? — perguntou minha cunhada depois de comer.
— Claro, sua putinha, quantas você quiser. Mãe, você topa?
— Não, querido, tô mais que satisfeita, só vou olhar.
Minha cunhada subiu na mesa e se deitou de costas. Abriu as pernas provocando meu filho.
— Vamos trepar, sobrinho, e dar um belo show pra gostosa da sua mãe.
E eles me deram. Só de ver de perto meu filho comendo minha cunhada já era um espetáculo. O filho da puta tirava a rola pra eu ver o buraco da buceta — que buraco! Cabia minha mão lá dentro e, pra confirmar, enfiei até o pulso sem dificuldade. Meu filho ficou chocado ao ver a mãe enfiar a mão na buceta da tia. E aquilo não era nada, ele ainda não sabia o quanto a tia e eu éramos putas. Já teria tempo de mostrar pra ele; por enquanto, já bastava pro primeiro dia. Agora éramos duas: as putas do meu filho, e as duas estávamos encantadas de ser as putinhas dele.
A gostosa me recebeu vestida só com uma calcinha branca de renda nas laterais, que caía um absurdo nela.
— Que delícia, sua puta — comi ela com os olhos.
Mal fechei a porta da rua, a gente se beijou de língua. Abri as pernas e minha cunhada enfiou a mão por baixo da minha saia e passou a mão na minha buceta por cima da calcinha. Eu apertei as nádegas dela e enfiei meus dedos na fenda da bunda dela, roçando o cu. Ficamos um tempão nos beijando e nos apalpando; aos poucos nos separamos e recuperamos a compostura, porque eu tinha que contar tudo que tava rolando comigo.
— Espera um pouco — falei, mas minha cunhada não parou de tirar minha roupa.
Deixei ela me despir e, enquanto isso, me distraí com os peitos dela, brincando com os bicos.
— Quero te contar uma coisa, você tá sozinha? — falei. Minha cunhada, depois de me despir, sentou de pernas abertas em cima das minhas coxas. Me beijou os lábios.
— Mais do que nunca, todo dia, espero ansiosa você bater na minha porta, mas você só vem me ver três dias por semana. Você me deixa louca. Não faz essa cara, desde que a gente transa, sinto um monte de coisas, você já sabe.
— Então o que vim te contar vai te deixar mais louca ainda.
Acariciei os peitos dela e expliquei o que tava rolando entre eu e meu filho. Contei tudo, com todos os detalhes, sem omitir nada. Senti nas minhas coxas como ela ficava excitada, enquanto eu contava como meu filho curtia meu corpo quando dava na telha dele.
— Agora ele me pediu pra te convencer a se juntar com a gente — falei, brincando com os bicos duros dela.
— Olha só meu sobrinho — minha cunhada me abraçou contra o peito dela — Faz tempo que ele me atrai, seu... filho, e por respeito a você e ao meu irmão, nunca tentei nada com ele, mas agora que as coisas estão diferentes entre vocês, não tenho problema nenhum em a gente se pegar os três. — Olhei pra ela e me senti aliviada por ela ter aceitado sem reclamar. — Como é que ele tem? — ela me perguntou de repente — O quê? — respondi — Não se faz de sonsa, cunhada, só vi um pouquinho na cozinha. Me conta como é a pica do seu filho. — Minha cunhada tinha se escancarado, e eu tava morrendo de tesão pelo volume da buceta dela. Tava muito excitada; dava pra sentir o cheiro da xota dela. — Ele tem uma extremamente grossa, você já viu na cozinha, mas principalmente enorme, muito comprida, maior que seus brinquedos, você precisa ver pra acreditar — respondi olhando pra entreperna dela e sem me segurar mais, meti a mão dentro da calcinha dela. — Porra, seu filho, com uma ferramenta dessas, você deve ficar louca. — Você não faz ideia — respondi passando a mão na racha molhada dela. Ela tem o corpo muito flexível. Se jogou pra trás, até apoiar as mãos no chão, e abriu as pernas; eu só tive que me abaixar e devorar aquela bucetona com muita, mas muita safadeza. o00o Meu marido foi viajar a negócios ao meio-dia, só voltaria no dia seguinte. À tarde, meu filho me disse pra vestir um vestido de alcinha que eu tenho, exageradamente curto e bem fininho; meus peitos quase caíam pra fora, meus bicos marcavam descaradamente, e a parte de baixo mal cobria nada; claro, ele me proibiu de usar roupa íntima, queria que eu recebesse a tia assim. Ele vestiu uma sunga tipo fio dental daquelas que eu comprei pra ele (as minhas ficam tão apertadas que machucam ele) porque eu pedi. Assim ia dar mais tesão. Quando minha cunhada chegou, abri a porta e ela me cumprimentou com um sorriso, dizendo excitada que eu parecia uma puta. Ela tava de camisa, saia curtíssima e salto alto. Depois de nos beijarmos de língua rapidinho, a gente passou. Na sala; lá, meu filho a esperava. Ao vê-lo só de sunga tipo fio dental, ela ficou sem palavras e de boca aberta. Não é porque é meu filho, mas ele parecia a encarnação viva do deus "Apolo". Ele se aproximou dela e a beijou na boca com paixão enquanto passava a mão na bunda dela por cima da calcinha. Minha cunhada devolveu o beijo encantada, como se sempre tivessem feito aquilo, e passou a mão no volume dele, sem parar de apalpar e reconhecer. Ela estava muito nervosa.
— Porra, que beleza! — disse ela.
Meu filho deixou a tia dar uma volta completa nele e se deliciar com seu corpo lindo. Me aproximei por trás da minha cunhada, sem esperar meu filho falar nada, sabia que ele queria ver como a gente se acariciava. Desabotoei a camisa da minha cunhada e, por trás, acariciei os peitos dela, sentindo a excitação crescer aos poucos dentro de nós duas. Ele disse pra gente se beijar. Não precisou repetir, fizemos com muito gosto, aproximando nossas bocas e colocando as línguas pra fora pra se roçar uma na outra. Meu filho estava louco de tesão, vendo a mãe e a tia se apalpando e se beijando com luxúria na frente dele.
— Vocês são umas putas — disse ele.
Minha cunhada ficou atrás de mim. Uma mão afastou minha calcinha, e eu abri as pernas, enquanto a outra se apossou da minha buceta — Olha como eu meto a mão na sua mãe — Ela olhou pra ele sorrindo, sem parar de me beijar e apalpar.
Meu filho se aproximou, sem se conter mais, e se juntou a nós, acariciando nossas bundas e juntando a língua dele com a nossa. Ele tirou meus peitos pra fora do vestido e apertou. Segurou eles pra tia chupar meus mamilos, enquanto me beijava na boca e perguntava se eu tava gostando. Eu tava louca de prazer e respondi que sim.
Aceitei sem problemas que me chamasse de puta e gostosa, e até que cuspisse nos meus peitos e no meu rosto, pra minha cunhada lamber a saliva dele. Ficamos assim por um bom tempo, até que meu filho nos deixou completamente nuas. Então ele nos levou pra cama, pra minha cama, a que eu dividia com o pai dele, e lá deitamos e continuamos nos acariciando enquanto ele nos observava, estranhei que ele já não estivesse de pau duro até o talo. O que eu não sabia é que meu filho queria surpreender a tia dele.
Ele se aproximou de nós e ficou na frente da tia pra ela ver ao natural o que já tinha visto na cozinha. Minha pobre cunhada estava com os olhos arregalados, parecia hipnotizada, me deu vontade de rir vendo ela naquele estado. Quando meu filho ficou de pau duro, mandou a tia chupar ele. Me agarrou pelo cabelo.
— Chupa você também, foxy — e me juntou a ela.
Chupamos ele as duas juntas e ainda sobrava pau suficiente pra uma terceira. Comemos as bolas do meu filho, uma cada uma, juntando nossas línguas ao mesmo tempo. Ele se deixou comer bem excitado, depois de um tempo, nos afastou dele.
Então ele me disse que queria ver como uma puta como eu comia a buceta de outra puta. Minha cunhada estava deitada, me esperando bem tesuda. Ela ainda estava de calcinha e eu tirei. Abri as pernas dela pra meu filho ver a xereca.
— Caralho, que bucetão! — ele disse, me afastando da minha cunhada.
Ficou tão impressionado quanto a tia com ele. Tocou, abriu e estudou com os dedos, chupou um pouco e me deixou o lugar.
— Agora você, vagabunda — ele me disse.
Me abaixei sobre a virilha da minha cunhada e chupei ela, arrancando gemidos, enquanto meu filho fodia a boca dela. Segurava a cabeça dela e prendia com um bom pedaço do pau dele dentro da boca, parecia que ela ia se engasgar e até teve ânsia. Então ele soltava e minha cunhada babava e cuspia saliva, ele repetiu várias vezes. Eu me assustei vendo como a coitada se engasgava e tinha náuseas, mas quando ele soltou, ela olhou pro sobrinho sorrindo com luxúria.
— Me dá mais, filho da puta — ela estava adorando, a vagabunda!
Eu nunca tinha fodido de um jeito tão violento, e era meu próprio filho que estava me mostrando. Viu minha cara de curiosidade e disse:
— Você também quer experimentar, né, putinha?
Eu me deitei com a cabeça entre os joelhos dele. Meu filho enfiou o pau na minha boca e fez comigo o mesmo que fez com a tia, enquanto ela chupava minha buceta. Foi horrível e excitante ao mesmo tempo. Umas duas vezes achei que ia me afogar de verdade, me debatia com violência pra ele me soltar, mas isso só deixava ele mais excitado, até que ele me soltava quando queria. Quando terminou, eu estava com o rosto vermelho e congestionado, e as lágrimas tinham escorrido por causa dos engasgos.
— Filho da puta, o que você queria, afogar sua pobre mãe?
— Você foi muito bem, mãe, que gostosa você é — ele me beijou na boca.
Ele me deixou descansar enquanto a tia dele continuava chupando minha buceta, a safada chupava meu clitóris e eu já estava quase gozando. Meu filho se posicionou atrás da tia e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro na buceta dela. Minha pobre cunhada soltou um grito e começou a gemer de prazer, enquanto o sobrinho a fodia olhando nos meus olhos com luxúria.
— Que buceta gostosa você tem, tia.
— Ele segurava ela com força pelos quadris e dava umas estocadas violentas.
Eu me aproximei dela e comecei a beijá-la, meu filho mandou eu chupar os peitos dela e eu, obediente, chupei os seios dela.
— Que rabo você tem, tia, me deixa louco. Preciso te comer no cu agora — disse meu filho.
— Faz com carinho, sobrinho — pediu minha cunhada.
Meu filho encostou a cabeça inchada do pau no cu da tia e empurrou, enfiando tudo. — Espera um pouco, pelo amor de Deus, deixa eu me acostumar! — implorou minha cunhada.
Enquanto esperava, meu filho puxou meu cabelo, levantando minha cabeça. Ele estava com a língua pra fora e me ofereceu. Chupei ela inteira, enfiando na minha boca, e começamos a nos beijar de língua. Meu filho empurrava enquanto devorávamos a boca um do outro, mas ele estava tão excitado que agarrou minha cunhada pelos lados e... A tia dele e empurrou com violência contra a bunda da minha cunhada, enterrando de uma vez toda a pica enorme dela.
—Que bunda mais apertada você tem, sua puta — disse, dando um tapa na bunda dela.
Eu me inclinei pra ver como ele metia na minha cunhada. Meu filho puxou o pau pra fora, e fiquei chocada ao ver o buraco aberto da bunda da minha cunhada.
—Vou deixar o seu igual, mãe — ele me disse, e senti um arrepio.
Meu filho se deitou nas costas da tia dele e continuou macetando a bunda dela.
—Tá gostando, rabuda? Que filha da puta você é, deixando dar no cu — ele falava, e um monte de coisas cada vez mais obscenas.
A tia dele já não se aguentava mais, gritava que nem uma louca, pedindo pro filho da puta do sobrinho dela arrebentar ela, e me chamava de vadia e putona. Eu torturava o clitóris dela; batia uma com raiva na buceta dela com os dedos, até que ela gozou na minha mão, fiz ela chupar, e enfiei de novo na vagina, e logo ela gozou de novo, e meu filho, gritando, gozou também.
—Toma meu leite, sua porca — disse, enchendo a bunda dela de porra.
Eu fiquei atrás do meu filho e abri a bunda dele pra ver ele gozar. O cu dele abria e fechava, a pele que separa o ânus do saco dele pulsava muito rápido, bombeando jorros e jorros de porra, os ovos subiam quando ele empurrava com força. Não consegui contar quantos jorros ele tinha bombeado, mas tive uma ideia quando vi a porra transbordando da bunda da minha cunhada. Meu filho tirou o pau dela mais tarde. Me agarrou e me colocou atrás da tia dele.
—Chupa o cu dela, puta, e bebe toda a minha gozada — ele ordenou.
Eu comecei a fazer aquilo feliz da vida. Minha cunhada gemia de esforço e prazer, enquanto eu enchia a boca de porra, meu filho nos observava descansando e acariciando o pau dele.
Continuamos nos acariciando e nos beijando, esperando meu filho se recuperar, o que não demorou nada, porque a visão da mãe e da tia nuas se beijando esquentou ele na hora. Ele se aproximou de nós com o pau duro de novo, e nós três nos misturamos em carícias e beijos; era difícil saber onde começava um corpo e onde terminava o outro. Ele me deitou em cima da tia dela, cara a cara, e comeu ela primeiro, enquanto a gente se beijava. Depois me penetrou e me fodeu. Ele metia nas duas, alternando.
— Vocês gostam do meu pau, putas? Gostam de como eu como vocês? — ele perguntava, e minha cunhada e eu, como duas boas putas, respondíamos em dueto que sim.
Assim continuamos por um bom tempo, até que ele não aguentou mais.
— Fiquem de joelhos, porcas, que vou jogar minha porra em vocês — ele disse, e se colocou em pé na cama — Abram bem as bocas, vadias — e começou a bater uma com fúria em cima de nós, e entre espasmos e gemidos incontroláveis, gozou pra caralho. Jorrou uma enxurrada de porra; jato após jato sobre nossas caras e bocas. Quando parou de gozar, a gente se beijou na hora, eu e minha cunhada. Nossas bocas estavam cheias de esperma quente e viscoso, que se misturava com nossa saliva, e a gente engoliu tudo.
A gente se sentia tão puta e tão à vontade, que minha cunhada se afastou e lambeu a porra que escorria pelo meu rosto e pelos meus peitos, e me beijou de novo pra eu engolir tudo; depois eu fiz o mesmo com ela. Juntas, limpamos o pau do meu filho, depois deitamos ele, e eu e minha cunhada comemos as bolas dele, e disputamos o buraco do cu dele como duas boas putas.
— Isso! Briguem pra chupar meu cu. Me comam, filhas da puta — disse meu filho, que estava em êxtase.
Passamos a noite toda os três juntos na cama, dormindo de vez em quando e fodendo o resto do tempo.
Acordamos famintos às cinco da manhã e descemos os três pelados pra cozinha. Meu filho ia no meio das duas, segurando a gente pela cintura e passando a mão na nossa bunda. Saqueei a geladeira e a despensa atrás de comida e preparei uns sanduíches. Tava passando a manteiga no pão, quando minha cunhada beijou meu filho. nos lábios e disse que estava encantada de ser a putinha dele.
— Vem morar com a gente de novo — pediu meu filho.
— Temos espaço de sobra, você sabe — falei pra minha cunhada.
— Sério? — perguntou com os olhos brilhando — Vale! Tá bom — aceitou na hora, sem pensar — Vou demorar uns dias, antes tenho que falar com o dono do imóvel e resolver umas paradas.
— Te amo, tia — disse meu filho, beijando ela na boca. Eu olhei pra eles. Era tão lindo ver como se amavam.
Comemos os sanduíches comentando todas as coisas que íamos fazer juntos. Meu filho planejava o futuro dos três e, pelo que contava, era muito excitante.
— Cê ainda tem fôlego pra mais uma foda, sobrinho? — perguntou minha cunhada depois de comer.
— Claro, sua putinha, quantas você quiser. Mãe, você topa?
— Não, querido, tô mais que satisfeita, só vou olhar.
Minha cunhada subiu na mesa e se deitou de costas. Abriu as pernas provocando meu filho.
— Vamos trepar, sobrinho, e dar um belo show pra gostosa da sua mãe.
E eles me deram. Só de ver de perto meu filho comendo minha cunhada já era um espetáculo. O filho da puta tirava a rola pra eu ver o buraco da buceta — que buraco! Cabia minha mão lá dentro e, pra confirmar, enfiei até o pulso sem dificuldade. Meu filho ficou chocado ao ver a mãe enfiar a mão na buceta da tia. E aquilo não era nada, ele ainda não sabia o quanto a tia e eu éramos putas. Já teria tempo de mostrar pra ele; por enquanto, já bastava pro primeiro dia. Agora éramos duas: as putas do meu filho, e as duas estávamos encantadas de ser as putinhas dele.
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