Acampamento de Verão
Oi, sou a Karin e moro em Lima, Peru. Tudo começou quando uns amigos da faculdade, Carlos e Rossana, convidaram eu e meu namorado pra ir acampar numa das praias do sul da capital.
O problema surgiu quando Carlos brigou com a namorada dele bem no dia antes de irmos, então o acampamento de dois casais virou um acampamento de três. Mesmo assim, fomos só nós três e nos divertimos bastante nos dois primeiros dias, apesar de eu e meu namorado não termos tido nenhum momento pra fugir e transar, muito menos à noite, quando dormíamos os três na mesma barraca, com meu namorado sempre no meio.
A abstinência que eu tava sofrendo ficou evidente na terceira noite, porque eu me sentia bem excitada, principalmente quando pensava que tava numa barraca, deitada com dois caras, e não podia ter nenhuma satisfação.
Naquela noite, em certo momento, acordei com sede e levantei pra beber água. Quando voltei pra me deitar, meu namorado tinha virado no lugar dele e ocupado o lado onde eu dormia, deixando um espaço livre entre ele e o Carlos. Como não quis acordá-lo pra pedir que se mexesse, deitei no lugar dele, no meio dos dois.
Depois de dormir, não sei quanto tempo, acordei ainda de noite, com a deliciosa sensação do corpo do meu namorado colado no meu, nas minhas costas, e sentindo o volume duro da virilha dele entre minhas nádegas. Sem acordar de vez, comecei a me esfregar nele, e fui sentindo o pau dele crescer contra minha bunda, até que fui despertando e me dei conta de onde estava.
Lembrei que, de acordo com como eu tinha me deitado, no meio dos dois, quem tava nas minhas costas encostando o pau duro era o Carlos, e não meu namorado como eu pensava. Por um instante, pensei em me afastar dele e até xingá-lo pelo que tava fazendo, mas na real não senti Tava com vontade disso, queria que ele continuasse com o carinho, e por isso fui me esfregando e levei minha mão pra trás pra acariciar ele.
Quando toquei no pau dele, o Carlos se animou mais e me abraçou, começando a acariciar meus peitos, sempre por trás. Como era pleno verão, dormíamos com pouca roupa, eles só de shorts e eu com a parte de baixo do biquíni, uma minissaia e uma camiseta, lógico sem sutiã.
As carícias das mãos dele nos meus peitos, por cima da camiseta, fizeram meus bicos ficarem duros, respondendo à excitação que todo meu corpo sentia com o amigo do meu namorado. Eu já não aguentava mais e comecei a fuçar no short dele até achar o pau e puxar pra fora, acariciando devagar e esfregando ele nas minhas nádegas. Ele enfiou uma mão debaixo da minha camiseta e acariciou meus peitos diretamente, beliscando os bicos e apalpando minhas tetas.
Num certo momento, ele largou minhas tetas e pegou o pau dele com uma mão, enquanto com a outra levantava minha minissaia e afastava meu biquíni pra deixar o pau dele passar livre até minha buceta. Eu levantei um pouco a perna como deixando ele fazer, sentindo devagar o pau dele entrando na minha buceta.
Assim que chegou no fundo da minha xota, ele começou a entrar e sair devagar, e eu respondi com um movimento lento dos meus quadris, tentando não acordar meu namorado.
Sentindo minha buceta cheia do pau dele, comecei a me agitar no começo de um orgasmo, e ele me ajudou serrando um pouco mais forte. Tive um orgasmo contido, mas delicioso. Depois que gozei, pensando no que aconteceria se meu namorado acordasse do meu lado e me visse dando pro melhor amigo dele, o próprio Carlos começou a me comer com mais e mais força, o que me levou, misturado com a excitação desse ato proibido, a um novo orgasmo, ao mesmo tempo que ele enchia minha buceta com o leitinho quente e generoso dele.
Depois que me gozou dentro, ficou uns minutos parado, com o pau dele dentro de mim, pra depois tirar devagar, enquanto eu arrumava meu biquíni e minha roupa, pra continuar dormindo, dessa vez bem mais tranquila por causa das três gozadas que eu tinha tomado do amigo do meu namorado. Quando acordei de novo, já era dia e os dois tinham levantado, e estavam tomando café.
No resto do dia ficamos nos evitando sempre que estávamos sozinhos, sem mencionar o que a gente tinha feito, mas mandando indiretas um pro outro.
Quando chegou a noite, conversei com meu namorado sobre a necessidade que nós dois tínhamos de transar, mas que não dava por causa do Carlos. Num momento, perguntei se não dava pra gente transar quando ele dormisse, e meu namorado respondeu que se a gente fizesse, ele ia acordar, e que não era legal ele nos ouvir ou nos ver, porque ele tava sozinho e ia ficar de pau duro sem ter com quem aliviar. Resignada, fui dormir.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei sentindo uma mão que mexia na minha buceta, acariciando meu clitóris e me excitando. No escuro, não consegui ver quem era, mas quando lembrei da posição que a gente tinha dormido, percebi que era o Carlos que tava acariciando minha buceta.
Estendi minha mão, peguei o pau dele e comecei a acariciar também, até que, depois de alguns segundos, ele se mexeu pra virar e levar a cara até minha entrepernas, começando a lamber minha buceta enquanto apoiava os joelhos dos lados da minha cara, então o pau dele ficou apontando pra minha boca. Sem fazer charme, peguei e comecei a chupar ele enquanto ele chupava minha buceta num lindo sessenta e nove.
Depois de alguns minutos em que ele me fez gozar enquanto eu saboreava toda a extensão do pau dele com minha boca e acariciava com a língua a cabeça linda e dura dele, ele se virou e deitou em cima de mim. Eu, enfiando o pau dele na minha buceta de uma só estocada, o que me fez soltar um gemido que ele imediatamente calou tapando minha boca e sussurrando pra eu não fazer barulho.
Era óbvio que ele não queria acordar meu namorado. O pau dele entrava e saía da minha buceta, fazendo minha temperatura subir até que comecei a sentir ele ficar ainda mais duro. Era o prelúdio do orgasmo dele, então me deixei levar e também gozei depois dele. Mas diferente da primeira noite, ele não se contentou com uma só gozada e continuou me comendo até depositar outra vez o leite dele dentro de mim. Depois dessa transa do caralho, nós dois voltamos a dormir.
Na manhã seguinte, fizemos a vida normal que a gente vinha levando, conversando com outros amigos que fizemos no acampamento, indo pra praia e, quando voltamos, combinamos que meu namorado ia no carro de uns vizinhos comprar o necessário pro almoço.
Poucos segundos depois do meu namorado ter ido embora, Carlos entrou na barraca e me chamou. Quando entrei, ele me abraçou e me beijou com paixão, mas eu não correspondi, me soltei e falei que o que tinha rolado foi algo que aconteceu por causa das circunstâncias, mas não significava nada mais.
Ele disse que na noite anterior tinham acontecido várias coisas. "Te comi e você gostou, e a mesma coisa a gente fez na noite anterior" e me beijou de novo, mas dessa vez sem eu me negar, e eu correspondi do mesmo jeito, enfiando minha língua na boca dele.
Ele soltou o gancho do biquíni e tirou meu biquíni, enquanto eu tirava o short dele e a gente continuava se beijando. Devagar, fomos nos deitando, pelados, até que, igual na noite anterior, viramos e começamos a fazer um sessenta e nove, chupando ele rápido minha buceta e eu recebendo na boca o pau dele duro. Sem me fazer gozar com a chupada de buceta, ele terminou o sessenta e nove e me fez ficar de joelhos e com os cotovelos. apoiados no chão, enquanto ele se colocava atrás de mim e encostava a cabeça do pau na entrada do meu cu.
Eu pedi pra ele não fazer por trás, que ia doer, mas ele disse pra eu não me preocupar, que logo eu ia começar a gostar. Devagarzinho, enquanto me acariciava a buceta, ele foi enfiando a cabeça do pau e esse foi o único momento em que doeu, porque assim que a cabeça passou pela entrada, comecei a sentir uma onda de prazer e tesão tão grande que realmente curti quando o pau continuou me penetrando, abrindo caminho pelo meu cu.
Ele ficou me comendo por trás por vários minutos, durante os quais me fez gozar duas vezes, entre o prazer dos dedos dele na minha buceta e o que o pau dele me dava entrando e saindo do meu cu. Quando finalmente resolveu gozar, senti o leite quente dele derramar dentro do meu cu e me encher toda, algo que nunca tinha sentido e amei, porque meu namorado nunca tinha me comido pelo cu. Carlos tinha uma resistência enorme, apesar da porrada de leite que jorrou no meu cu, ele continuava se movendo, metendo e tirando aquele troço extraordinário que não perdeu a dureza em nenhum momento. Minha bunda recebeu mais uma carga de leite.
Quando meu namorado voltou de fazer as compras pro almoço, eu ainda tava deitada na barraca, exausta depois da longa sessão de sexo com Carlos e com o cu bem dolorido, mas realmente satisfeita.
Os três dias restantes do acampamento, quando estávamos os três juntos, agíamos como se nada tivesse acontecido.
Com meu namorado só transei uma noite, quando achamos que Carlos tava dormindo. Mas com Carlos transei todos os dias, porque ele dava um jeito de ficar sozinho comigo, inclusive uma vez que fomos pra praia os três, num momento em que meu namorado ficou deitado tomando sol, e eu fui pra água com Carlos, ele me comeu debaixo d'água, enquanto vigiávamos meu namorado pra ele não nos ver.
Quando voltamos pra Em casa, a situação voltou ao normal, ou seja, meu relacionamento com meu namorado voltou ao normal e por três dias não pensei mais no acampamento, embora isso seja mentira, porque sim, pensei no quanto Carlos me fez gozar quando me comia. Foi ele o primeiro que me comeu no cu (três vezes no acampamento) e gozou na minha boca e me fez engolir a porra no terceiro dia que chupei ele, e vale destacar que, por exemplo, meu namorado gozou na minha boca pela primeira vez só depois de um mês ficando com ele.
Oi, sou a Karin e moro em Lima, Peru. Tudo começou quando uns amigos da faculdade, Carlos e Rossana, convidaram eu e meu namorado pra ir acampar numa das praias do sul da capital.
O problema surgiu quando Carlos brigou com a namorada dele bem no dia antes de irmos, então o acampamento de dois casais virou um acampamento de três. Mesmo assim, fomos só nós três e nos divertimos bastante nos dois primeiros dias, apesar de eu e meu namorado não termos tido nenhum momento pra fugir e transar, muito menos à noite, quando dormíamos os três na mesma barraca, com meu namorado sempre no meio.
A abstinência que eu tava sofrendo ficou evidente na terceira noite, porque eu me sentia bem excitada, principalmente quando pensava que tava numa barraca, deitada com dois caras, e não podia ter nenhuma satisfação.
Naquela noite, em certo momento, acordei com sede e levantei pra beber água. Quando voltei pra me deitar, meu namorado tinha virado no lugar dele e ocupado o lado onde eu dormia, deixando um espaço livre entre ele e o Carlos. Como não quis acordá-lo pra pedir que se mexesse, deitei no lugar dele, no meio dos dois.
Depois de dormir, não sei quanto tempo, acordei ainda de noite, com a deliciosa sensação do corpo do meu namorado colado no meu, nas minhas costas, e sentindo o volume duro da virilha dele entre minhas nádegas. Sem acordar de vez, comecei a me esfregar nele, e fui sentindo o pau dele crescer contra minha bunda, até que fui despertando e me dei conta de onde estava.
Lembrei que, de acordo com como eu tinha me deitado, no meio dos dois, quem tava nas minhas costas encostando o pau duro era o Carlos, e não meu namorado como eu pensava. Por um instante, pensei em me afastar dele e até xingá-lo pelo que tava fazendo, mas na real não senti Tava com vontade disso, queria que ele continuasse com o carinho, e por isso fui me esfregando e levei minha mão pra trás pra acariciar ele.
Quando toquei no pau dele, o Carlos se animou mais e me abraçou, começando a acariciar meus peitos, sempre por trás. Como era pleno verão, dormíamos com pouca roupa, eles só de shorts e eu com a parte de baixo do biquíni, uma minissaia e uma camiseta, lógico sem sutiã.
As carícias das mãos dele nos meus peitos, por cima da camiseta, fizeram meus bicos ficarem duros, respondendo à excitação que todo meu corpo sentia com o amigo do meu namorado. Eu já não aguentava mais e comecei a fuçar no short dele até achar o pau e puxar pra fora, acariciando devagar e esfregando ele nas minhas nádegas. Ele enfiou uma mão debaixo da minha camiseta e acariciou meus peitos diretamente, beliscando os bicos e apalpando minhas tetas.
Num certo momento, ele largou minhas tetas e pegou o pau dele com uma mão, enquanto com a outra levantava minha minissaia e afastava meu biquíni pra deixar o pau dele passar livre até minha buceta. Eu levantei um pouco a perna como deixando ele fazer, sentindo devagar o pau dele entrando na minha buceta.
Assim que chegou no fundo da minha xota, ele começou a entrar e sair devagar, e eu respondi com um movimento lento dos meus quadris, tentando não acordar meu namorado.
Sentindo minha buceta cheia do pau dele, comecei a me agitar no começo de um orgasmo, e ele me ajudou serrando um pouco mais forte. Tive um orgasmo contido, mas delicioso. Depois que gozei, pensando no que aconteceria se meu namorado acordasse do meu lado e me visse dando pro melhor amigo dele, o próprio Carlos começou a me comer com mais e mais força, o que me levou, misturado com a excitação desse ato proibido, a um novo orgasmo, ao mesmo tempo que ele enchia minha buceta com o leitinho quente e generoso dele.
Depois que me gozou dentro, ficou uns minutos parado, com o pau dele dentro de mim, pra depois tirar devagar, enquanto eu arrumava meu biquíni e minha roupa, pra continuar dormindo, dessa vez bem mais tranquila por causa das três gozadas que eu tinha tomado do amigo do meu namorado. Quando acordei de novo, já era dia e os dois tinham levantado, e estavam tomando café.
No resto do dia ficamos nos evitando sempre que estávamos sozinhos, sem mencionar o que a gente tinha feito, mas mandando indiretas um pro outro.
Quando chegou a noite, conversei com meu namorado sobre a necessidade que nós dois tínhamos de transar, mas que não dava por causa do Carlos. Num momento, perguntei se não dava pra gente transar quando ele dormisse, e meu namorado respondeu que se a gente fizesse, ele ia acordar, e que não era legal ele nos ouvir ou nos ver, porque ele tava sozinho e ia ficar de pau duro sem ter com quem aliviar. Resignada, fui dormir.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei sentindo uma mão que mexia na minha buceta, acariciando meu clitóris e me excitando. No escuro, não consegui ver quem era, mas quando lembrei da posição que a gente tinha dormido, percebi que era o Carlos que tava acariciando minha buceta.
Estendi minha mão, peguei o pau dele e comecei a acariciar também, até que, depois de alguns segundos, ele se mexeu pra virar e levar a cara até minha entrepernas, começando a lamber minha buceta enquanto apoiava os joelhos dos lados da minha cara, então o pau dele ficou apontando pra minha boca. Sem fazer charme, peguei e comecei a chupar ele enquanto ele chupava minha buceta num lindo sessenta e nove.
Depois de alguns minutos em que ele me fez gozar enquanto eu saboreava toda a extensão do pau dele com minha boca e acariciava com a língua a cabeça linda e dura dele, ele se virou e deitou em cima de mim. Eu, enfiando o pau dele na minha buceta de uma só estocada, o que me fez soltar um gemido que ele imediatamente calou tapando minha boca e sussurrando pra eu não fazer barulho.
Era óbvio que ele não queria acordar meu namorado. O pau dele entrava e saía da minha buceta, fazendo minha temperatura subir até que comecei a sentir ele ficar ainda mais duro. Era o prelúdio do orgasmo dele, então me deixei levar e também gozei depois dele. Mas diferente da primeira noite, ele não se contentou com uma só gozada e continuou me comendo até depositar outra vez o leite dele dentro de mim. Depois dessa transa do caralho, nós dois voltamos a dormir.
Na manhã seguinte, fizemos a vida normal que a gente vinha levando, conversando com outros amigos que fizemos no acampamento, indo pra praia e, quando voltamos, combinamos que meu namorado ia no carro de uns vizinhos comprar o necessário pro almoço.
Poucos segundos depois do meu namorado ter ido embora, Carlos entrou na barraca e me chamou. Quando entrei, ele me abraçou e me beijou com paixão, mas eu não correspondi, me soltei e falei que o que tinha rolado foi algo que aconteceu por causa das circunstâncias, mas não significava nada mais.
Ele disse que na noite anterior tinham acontecido várias coisas. "Te comi e você gostou, e a mesma coisa a gente fez na noite anterior" e me beijou de novo, mas dessa vez sem eu me negar, e eu correspondi do mesmo jeito, enfiando minha língua na boca dele.
Ele soltou o gancho do biquíni e tirou meu biquíni, enquanto eu tirava o short dele e a gente continuava se beijando. Devagar, fomos nos deitando, pelados, até que, igual na noite anterior, viramos e começamos a fazer um sessenta e nove, chupando ele rápido minha buceta e eu recebendo na boca o pau dele duro. Sem me fazer gozar com a chupada de buceta, ele terminou o sessenta e nove e me fez ficar de joelhos e com os cotovelos. apoiados no chão, enquanto ele se colocava atrás de mim e encostava a cabeça do pau na entrada do meu cu.
Eu pedi pra ele não fazer por trás, que ia doer, mas ele disse pra eu não me preocupar, que logo eu ia começar a gostar. Devagarzinho, enquanto me acariciava a buceta, ele foi enfiando a cabeça do pau e esse foi o único momento em que doeu, porque assim que a cabeça passou pela entrada, comecei a sentir uma onda de prazer e tesão tão grande que realmente curti quando o pau continuou me penetrando, abrindo caminho pelo meu cu.
Ele ficou me comendo por trás por vários minutos, durante os quais me fez gozar duas vezes, entre o prazer dos dedos dele na minha buceta e o que o pau dele me dava entrando e saindo do meu cu. Quando finalmente resolveu gozar, senti o leite quente dele derramar dentro do meu cu e me encher toda, algo que nunca tinha sentido e amei, porque meu namorado nunca tinha me comido pelo cu. Carlos tinha uma resistência enorme, apesar da porrada de leite que jorrou no meu cu, ele continuava se movendo, metendo e tirando aquele troço extraordinário que não perdeu a dureza em nenhum momento. Minha bunda recebeu mais uma carga de leite.
Quando meu namorado voltou de fazer as compras pro almoço, eu ainda tava deitada na barraca, exausta depois da longa sessão de sexo com Carlos e com o cu bem dolorido, mas realmente satisfeita.
Os três dias restantes do acampamento, quando estávamos os três juntos, agíamos como se nada tivesse acontecido.
Com meu namorado só transei uma noite, quando achamos que Carlos tava dormindo. Mas com Carlos transei todos os dias, porque ele dava um jeito de ficar sozinho comigo, inclusive uma vez que fomos pra praia os três, num momento em que meu namorado ficou deitado tomando sol, e eu fui pra água com Carlos, ele me comeu debaixo d'água, enquanto vigiávamos meu namorado pra ele não nos ver.
Quando voltamos pra Em casa, a situação voltou ao normal, ou seja, meu relacionamento com meu namorado voltou ao normal e por três dias não pensei mais no acampamento, embora isso seja mentira, porque sim, pensei no quanto Carlos me fez gozar quando me comia. Foi ele o primeiro que me comeu no cu (três vezes no acampamento) e gozou na minha boca e me fez engolir a porra no terceiro dia que chupei ele, e vale destacar que, por exemplo, meu namorado gozou na minha boca pela primeira vez só depois de um mês ficando com ele.
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