Yair tinha ido pra uma festa na casa da amiga Yamilet, era aniversário dela. Yamilet era baixinha, mas tinha peito e rabo bem torneados. A festa foi até de noite, só ficaram a melhor amiga dela e outras duas minas que pediram pra dormir lá porque moravam do outro lado da cidade. Lá pelas duas da manhã, Dana, Vanesa e Alexa se despediram do Yair e subiram pros quartos. De todo mundo que foi na festa, Yamilet era a mais bebada, continuava bebendo. Quando Yair percebeu que todas estavam dormindo, foi pro quarto da Yamilet, tirou a roupa, entrou no banheiro que fica dentro do mesmo quarto com um copo vermelho, mijou no copo, tirou um vidrinho da calça e derramou ali mesmo. Dana tinha ficado no mesmo quarto onde Yamilet dorme, mas não ouviu nada. Yair desceu excitado com o copo na mão, Yamilet tava na cozinha vendo o celular enquanto bebia. Yair deixou o copo perto dela pra ela tomar. Ela tava tão bêbada que já não enxergava direito as pessoas, nem percebeu que ele tava pelado. Yair ficou atrás dela se masturbando. — Que isso? — perguntou ela, vendo ele todo borrado. — É um coquetel, eu fiz. — Ela deu o primeiro gole e gostou, continuou assim pelos próximos cinco minutos até que Yair chegou perto dela com o pau duro, esfregando na bunda dela coberta por uma calça branca justa. Ele apalpava os peitos dela por cima da roupa, depois foi enfiando a mão devagar, tirou a camiseta dela. Ela já não tinha como se defender, tava sob o domínio dele. Virou ela pra beijar, o bafo de álcool dela era excitante pra ele. Beijava os peitos dela, fez ela ajoelhar no chão, esfregou o pau no peito dela e foi enfiando na boca dela aos poucos até o fundo, fez isso por dez minutos. Depois que o pau já tava bem molhado, levantou ela, virou e inclinou ela sobre a mesa do centro, tirou a calça dela e enfiou o pau devagar até o fundo. Ela começou a gemer, ele foi comendo devagar, depois Rápido, tocando os peitos e a buceta dela, ela começou a gritar de dor e ele tapou a boca dela pra ninguém ouvir. Transaram por meia hora, a resistência do Yair era impressionante. No clímax, ele meteu mais forte e rápido até gozar dentro dela. Tirou o pau e o pouco de porra que sobrou, bateu uma punheta e gozou nas costas dela. Puxou ela pra perto e beijou. Foi aí que ela desmaiou. Ele carregou ela pro quarto, tirou a roupa dela de vez, foi no banheiro, mijou, e deitou atrás dela.
Na manhã seguinte, Yair acordou cansado e de ressaca leve. Yamilet ainda tava dormindo, então ele aproveitou pra enfiar o pau no cu dela de novo. Ele foi devagar, e quando gozou junto com um orgasmo, parecia que não tinha batido uma há meses. Ele se levantou, foi pro banheiro, tomou um banho e mijou com um pouco de dificuldade. Saiu pelado de novo, as minas ainda tavam dormindo. Pegou a boca de Yamilet, abriu ela e começou a se mexer como se tivesse fodendo ela, até que gozou. Tirou o pau escorrendo porra, limpou na bochecha da Vanesa, a mina que tava dormindo no beliche do lado. Se vestiu e saiu de casa sem fazer barulho.
Lá pelo meio-dia, Yamilet foi acordando de ressaca, com dor de cabeça, enjoo, ânsia e a boca com um gosto ruim. Levantou rápido e foi vomitar. As outras minas foram ajudar ela. Quando terminou, sentia as pernas bambas e ainda com ânsia. — Mano, não tô bem — falou chorando. Alexa quis levantar ela pra levar de volta pra cama, e nessa hora viu a buceta dela, molhada e melada. Levou ela pra cama e começou a perguntar: — Com quem você fez isso? — Alexa perguntou séria, mas Yamilet não soube responder porque não lembrava de nada. Disse que a última coisa que viu foi um copo vermelho com coquetel pronto, que tinha deixado lá embaixo na cozinha. Vanesa foi ver e o copo ainda tava lá com um pouco de líquido dentro. Pegou, cheirou e quase vomitou: cheirava a mijo concentrado. Subiu e deu pra Alexa, que perguntou de novo o que mais ela lembrava. Yamilet respondeu que nada, tudo era muito confuso. — Vou ter que limpar você por dentro, pra ver se não tem resíduo — Alexa foi enfiando a mão na buceta dela, percorrendo toda a cavidade, e Yamilet começou a chorar de dor no primeiro momento. Vanesa mandou ela calar a boca, mas ela não conseguia. A dor e a excitação de Yamilet foram tão fortes que ela gozou na cara da Alexa, molhando os lençóis e o chão. Terminou, e elas colocaram ela na banheira do banheiro que ficava fora do quarto. Vanesa entrou no banho junto. Ela e a Yamilet não se falavam, desceram pra tomar café. —Cara, você tem que ir no médico agora. —Não... não quero, tenho medo dos meus pais, melhor me ajudarem a limpar tudo isso. —Cara, é sério, você tem que ir no médico ou... —Não, se meus pais descobrirem, me matam, melhor deixar passar umas semanas e ver o que a gente faz, por favor. —A Alexa não gostou da ideia, mas deixou ela fazer o que quisesse. A Vanesa ainda tinha o copo com a urina, a Vanesa era pervertida e muitas vezes ninfomaníaca, bebeu o que sobrou no copo e começou a se tocar. Semanas depois, em Querétaro, fizeram outra farra na casa da Jeni e do Michel, era aniversário dela, então foi uma festa fenomenal.
Yair esperou de novo a maioria ir embora e foi ao banheiro de baixo mijar num copo. Dessa vez a Yamilet não tinha bebido muito, mas se deixou convencer. Na verdade, Yamilet, Alexa, Jeni, Michel e Vanesa viram ele preparar o coquetel — nada de errado à primeira vista. Ele deu pras minas, subiu pro quarto da Jeni e tirou a roupa; a droga já tinha colocado no banheiro. Quando desceu, viu que só faltava a Vanesa beber, mas ela tinha ido pra sala atender uma ligação da família. Yair não ligou e foi primeiro apalpar os peitos da Yamilet, esfregando o pau na bunda dela. Depois beijou a Alexa enquanto puxava a mão esquerda dela pro pau dele, sem esperar nada. Encostou a Michel na mesa da cozinha, baixou a calça dela, meteu rápido e começou a foder ela. A Vanesa ouviu os gemidos e gritos da mina e foi ver o que tava rolando. Yair tava comendo ela rápido e o pau dele ficava mais duro. Aí colocou a Jeni em cima da mesa, baixou a legging que ela tava usando e meteu o pau na buceta dela. Ela abraçou ele e ele fodeu até gozar em 10 minutos. Depois forçou a Alexa a fazer um boquete nele enquanto enfiava os dedos na buceta da Jeni. Ela gemia e gritava de prazer e dor. Então gozou em todas as minas e se masturbou até gozar de novo. Todas estavam doloridas, cansadas, bêbadas e suadas. A Vanesa tava na entrada da cozinha só olhando. — Então foi você que estuprou a Yamilet. — Sabe, eu não levaria por esse lado. Eu gosto dela, assim como de todas elas. Só mostrei o quanto amo elas, com meu pau, claro. — E você não tem medo de que algo aconteça com você? — No começo sim, um pouco. Mas aí lembro que elas são as maiores putas da sala, principalmente a Alexa. Mês passado paguei pra ela fazer um boquete num banheiro da escola. Nunca vou esquecer aquele dia. — Ele levantou as minas e levou uma por uma pro quarto principal. Quando deitava elas, tirava a roupa e beijava os bicos dos peitos enquanto batia uma de novo. No final, disse: — Me Pergunto com quem vou dormir agora. A Yamilet é bem gostosa, mas isso foi umas semanas atrás. — Por que não comigo? — Ela colocou a mão dele na buceta dela, e ele começou a apalpar. — Sua buceta parece virgem, por quê? Você é a mais foxy que conheço. — Talvez porque você ainda não me comeu. Não vou te cobrar nada. — Os dois se beijaram, ela se ajoelhou no pau dele e começou a chupar. Ela tirou a calça e a camiseta que tava usando. Foram pra cozinha, ele a curvou de frente, meteu pelo cu. Nunca tinham sentido tanto prazer e dor ao mesmo tempo. Ele sabia que ia gozar rápido, mas segurou a porra, se movendo bruto enquanto ela gritava. Ele tapou a boca dela pra ninguém ouvir. Aí gozou, um jorro grosso. Tirou o pau, e ela tava com as pernas tremendo. Ele levou ela pra sala, onde terminaram deitados no tapete, depois de mais sexo e dele gozar um jorro líquido que tinha urina na cara da Vanesa. Na manhã seguinte, acordaram cansados e com dor de cabeça. Se vestiram de novo sem tomar banho, mas antes a Vanesa tirou uma foto e postou no Instagram dela.
Quando o Yair viu ela, entrou no banheiro, baixou a braguilha, bateu uma punheta enquanto a Vanesa fazia um rabo de cavalo olhando o pau do Yair de frente. Depois ela se virou, se inclinou, e ele comeu ela rápido até gozar dentro de novo. A Vanesa pegou um pedaço de papel e se limpou, aí se beijaram e saíram de casa. A Jani tava descendo as escadas, deu um treco forte nela e ela foi no banheiro vomitar.
Na rodoviária, Vanesa tava fazendo um boquete no Yair que durou cinco minutos no banheiro, a boca dela tava quente igual ontem à noite, ele apalpava os peitos dela pra ficar mais excitado rápido e gozar logo. Quando chegaram na capital, foram pra um lugar afastado onde ela abaixou a calça e os dois transaram. Dessa vez, ela abraçou ele com força por causa de uma dor que sentiu na buceta quando ele gozou. Os dois foram pra casa sem contar isso pra ninguém.
Na manhã seguinte, Yair acordou cansado e de ressaca leve. Yamilet ainda tava dormindo, então ele aproveitou pra enfiar o pau no cu dela de novo. Ele foi devagar, e quando gozou junto com um orgasmo, parecia que não tinha batido uma há meses. Ele se levantou, foi pro banheiro, tomou um banho e mijou com um pouco de dificuldade. Saiu pelado de novo, as minas ainda tavam dormindo. Pegou a boca de Yamilet, abriu ela e começou a se mexer como se tivesse fodendo ela, até que gozou. Tirou o pau escorrendo porra, limpou na bochecha da Vanesa, a mina que tava dormindo no beliche do lado. Se vestiu e saiu de casa sem fazer barulho.Lá pelo meio-dia, Yamilet foi acordando de ressaca, com dor de cabeça, enjoo, ânsia e a boca com um gosto ruim. Levantou rápido e foi vomitar. As outras minas foram ajudar ela. Quando terminou, sentia as pernas bambas e ainda com ânsia. — Mano, não tô bem — falou chorando. Alexa quis levantar ela pra levar de volta pra cama, e nessa hora viu a buceta dela, molhada e melada. Levou ela pra cama e começou a perguntar: — Com quem você fez isso? — Alexa perguntou séria, mas Yamilet não soube responder porque não lembrava de nada. Disse que a última coisa que viu foi um copo vermelho com coquetel pronto, que tinha deixado lá embaixo na cozinha. Vanesa foi ver e o copo ainda tava lá com um pouco de líquido dentro. Pegou, cheirou e quase vomitou: cheirava a mijo concentrado. Subiu e deu pra Alexa, que perguntou de novo o que mais ela lembrava. Yamilet respondeu que nada, tudo era muito confuso. — Vou ter que limpar você por dentro, pra ver se não tem resíduo — Alexa foi enfiando a mão na buceta dela, percorrendo toda a cavidade, e Yamilet começou a chorar de dor no primeiro momento. Vanesa mandou ela calar a boca, mas ela não conseguia. A dor e a excitação de Yamilet foram tão fortes que ela gozou na cara da Alexa, molhando os lençóis e o chão. Terminou, e elas colocaram ela na banheira do banheiro que ficava fora do quarto. Vanesa entrou no banho junto. Ela e a Yamilet não se falavam, desceram pra tomar café. —Cara, você tem que ir no médico agora. —Não... não quero, tenho medo dos meus pais, melhor me ajudarem a limpar tudo isso. —Cara, é sério, você tem que ir no médico ou... —Não, se meus pais descobrirem, me matam, melhor deixar passar umas semanas e ver o que a gente faz, por favor. —A Alexa não gostou da ideia, mas deixou ela fazer o que quisesse. A Vanesa ainda tinha o copo com a urina, a Vanesa era pervertida e muitas vezes ninfomaníaca, bebeu o que sobrou no copo e começou a se tocar. Semanas depois, em Querétaro, fizeram outra farra na casa da Jeni e do Michel, era aniversário dela, então foi uma festa fenomenal.
Yair esperou de novo a maioria ir embora e foi ao banheiro de baixo mijar num copo. Dessa vez a Yamilet não tinha bebido muito, mas se deixou convencer. Na verdade, Yamilet, Alexa, Jeni, Michel e Vanesa viram ele preparar o coquetel — nada de errado à primeira vista. Ele deu pras minas, subiu pro quarto da Jeni e tirou a roupa; a droga já tinha colocado no banheiro. Quando desceu, viu que só faltava a Vanesa beber, mas ela tinha ido pra sala atender uma ligação da família. Yair não ligou e foi primeiro apalpar os peitos da Yamilet, esfregando o pau na bunda dela. Depois beijou a Alexa enquanto puxava a mão esquerda dela pro pau dele, sem esperar nada. Encostou a Michel na mesa da cozinha, baixou a calça dela, meteu rápido e começou a foder ela. A Vanesa ouviu os gemidos e gritos da mina e foi ver o que tava rolando. Yair tava comendo ela rápido e o pau dele ficava mais duro. Aí colocou a Jeni em cima da mesa, baixou a legging que ela tava usando e meteu o pau na buceta dela. Ela abraçou ele e ele fodeu até gozar em 10 minutos. Depois forçou a Alexa a fazer um boquete nele enquanto enfiava os dedos na buceta da Jeni. Ela gemia e gritava de prazer e dor. Então gozou em todas as minas e se masturbou até gozar de novo. Todas estavam doloridas, cansadas, bêbadas e suadas. A Vanesa tava na entrada da cozinha só olhando. — Então foi você que estuprou a Yamilet. — Sabe, eu não levaria por esse lado. Eu gosto dela, assim como de todas elas. Só mostrei o quanto amo elas, com meu pau, claro. — E você não tem medo de que algo aconteça com você? — No começo sim, um pouco. Mas aí lembro que elas são as maiores putas da sala, principalmente a Alexa. Mês passado paguei pra ela fazer um boquete num banheiro da escola. Nunca vou esquecer aquele dia. — Ele levantou as minas e levou uma por uma pro quarto principal. Quando deitava elas, tirava a roupa e beijava os bicos dos peitos enquanto batia uma de novo. No final, disse: — Me Pergunto com quem vou dormir agora. A Yamilet é bem gostosa, mas isso foi umas semanas atrás. — Por que não comigo? — Ela colocou a mão dele na buceta dela, e ele começou a apalpar. — Sua buceta parece virgem, por quê? Você é a mais foxy que conheço. — Talvez porque você ainda não me comeu. Não vou te cobrar nada. — Os dois se beijaram, ela se ajoelhou no pau dele e começou a chupar. Ela tirou a calça e a camiseta que tava usando. Foram pra cozinha, ele a curvou de frente, meteu pelo cu. Nunca tinham sentido tanto prazer e dor ao mesmo tempo. Ele sabia que ia gozar rápido, mas segurou a porra, se movendo bruto enquanto ela gritava. Ele tapou a boca dela pra ninguém ouvir. Aí gozou, um jorro grosso. Tirou o pau, e ela tava com as pernas tremendo. Ele levou ela pra sala, onde terminaram deitados no tapete, depois de mais sexo e dele gozar um jorro líquido que tinha urina na cara da Vanesa. Na manhã seguinte, acordaram cansados e com dor de cabeça. Se vestiram de novo sem tomar banho, mas antes a Vanesa tirou uma foto e postou no Instagram dela.
Quando o Yair viu ela, entrou no banheiro, baixou a braguilha, bateu uma punheta enquanto a Vanesa fazia um rabo de cavalo olhando o pau do Yair de frente. Depois ela se virou, se inclinou, e ele comeu ela rápido até gozar dentro de novo. A Vanesa pegou um pedaço de papel e se limpou, aí se beijaram e saíram de casa. A Jani tava descendo as escadas, deu um treco forte nela e ela foi no banheiro vomitar.
Na rodoviária, Vanesa tava fazendo um boquete no Yair que durou cinco minutos no banheiro, a boca dela tava quente igual ontem à noite, ele apalpava os peitos dela pra ficar mais excitado rápido e gozar logo. Quando chegaram na capital, foram pra um lugar afastado onde ela abaixou a calça e os dois transaram. Dessa vez, ela abraçou ele com força por causa de uma dor que sentiu na buceta quando ele gozou. Os dois foram pra casa sem contar isso pra ninguém.
2 comentários - Pedas, pedas y pedas.