Extorsão, sou sua putinha.

Olá. Quanto tempo sem se ver num conto.

Como alguns sabem, meus pais são separados há muito tempo. Meu pai agora tem uma nova esposa e enteados. Minha mãe, embora ainda não tenha se casado de novo, sai com homens como qualquer pessoa. Somos todos felizes e, mesmo morando com minha mãe, posso ver meu pai quando quiser.

Vou dar uma breve introdução a essa história. Minha mãe está saindo com um homem há algumas semanas. Ele é bem gentil, gosta muito dela e também criou afeto por mim. É supervisor de não sei o quê, mas ganha bem. Às vezes, quando leva minha mãe pra sair, me levam junto. Ele até já me deu alguns presentes, como blusas, tênis, cartões da Netflix e várias coisas simples, mas que não é qualquer um que dá assim de mão beijada.

Um belo dia, estava num site onde encontrei uma bolsa da MK que gostei, mas não tenho cartão de crédito pra comprar (nem dinheiro, haha). Então, pedi pra minha mãe. No fim, ela me negou. Um dia, quando o homem que sai com minha mãe, Brandon, estava em casa com a gente, minha mãe fez o jantar e estávamos ali conversando. O celular dela tocou, ela se levantou pra atender longe da mesa. Aproveitei a oportunidade pra insinuar pro Brandon a história da bolsa, pra ele se oferecer pra comprar pra mim. Fiz minha cara triste, minha voz mais fina e, se pudesse, teria derramado uma ou duas lágrimas, mas não sou tão boa atriz assim. Pra não prolongar a história, depois de pensar um pouco entre piadas sem graça, tipo:Então devia trabalharoCresce logo pra te darem teu créditoEle me passou o número do cartão dele pra fazer a compra. Uns minutos depois, minha mãe voltou. Pensei que ele ia mencionar aquilo e ela ia fazer um escândalo, mas ele não falou nada, e eu também não. Foi como se nada tivesse acontecido.

Pedi a carteira, chegou meu e-mail de confirmação da compra dizendo que chegaria em alguns dias. Uns dois dias depois, recebi um novo e-mail falando que a compra foi cancelada. Fiz a compra de novo, mas dessa vez chegou na hora um e-mail dizendo que a compra não ia ser processada. Desisti. No mesmo dia, o namorado da minha mãe, Brandon, foi em casa buscar ela. Enquanto ela se arrumava, eu fiquei batendo papo com o Brandon.E aí? Já pediu sua bolsa?

É uma bolsa, e não foi por algum motivo que recusaram minha compra.

Que mal, qual foi o motivo?

Não sei, simplesmente foi cancelada.

Vou perguntar ao banco o que aconteceu.Depois de dizer isso, mamãe terminou de se arrumar e foram jantar num restaurante, eu fiquei em casa.

Umas 40 minutos depois, recebi um e-mail (quem me manda inbox sabe que eu respondo bem rápido, porque sou muito ligado nessas coisas). Era um remetente estranho, um monte de letras e números misturados com o domínio do Gmail. O e-mail dizia "Obrigado pelo cartão". Achei que era engano e ignorei. Fui dormir tarde e mamãe ainda não tinha chegado.

Na manhã seguinte, mamãe estava na cozinha fazendo café da manhã. Sentei pra bater um papo com ela enquanto preparava algo. Ela comentou que ontem à noite tiveram problemas: quando o Brandon tentou pagar, disseram que o cartão dele estava no limite e que demoraram porque ele ficou ligando pro banco e tal. Aí lembrei do e-mail que recebi ontem, "Obrigado pelo cartão". Imaginei que tinham roubado os dados do cartão do senhor Brandon. Fiquei nervosa e assustada. Pra não levantar suspeitas, papeei com mamãe sobre outra coisa e fui pro meu quarto responder aquele e-mail: "Quem é você?", falei. Demorou uma hora mais ou menos pra responder. Mais ou menos essa foi nossa conversa por e-mails.Bom dia, sua sem-vergonha.
Quem é você? Roubou meu cartão?(óbvio que fingi que era minha)Você me deu de presente.
Não inventa, vou te denunciar.

Vai fundo

Quem é você? Por favor, me fala a verdade, esse cartão é de uma pessoa que me emprestou.

Não é problema meu.
O que você quer de mim?

Mostra as tetas pra mim.

O quê?? ImpossívelEntão ele parou de responder, mandei mais uns e-mails, mas ele não dava sinal de vida, só me enviou um horário, tipo umas 3 horas a partir do momento que ele mandou. O mais lógico era pensar que ele tinha me dado um limite, mas eu não sabia o que ia rolar se eu não obedecesse. Mandei uma foto de uma atriz pornô, a Alice March, ela não tem tatuagens que entreguem, e cortei o rosto dela. Ele respondeu na hora: "Não trapaceia". Achei que talvez ele tivesse reconhecido a atriz da foto, já que ela é famosa. Enquanto pensava no que fazer, chegou outro e-mail e, quando abri, quase tive um infarto: "Última chance; o tempo está acabando", dizia, e veio uma foto da minha casa. Fiquei com um medo danado, comecei a chorar e, sem pensar duas vezes, tirei uma foto dos peitos e mandei pra ele. "Boa garota", ele me mandou num e-mail. O resto do dia ele não falou nada, e eu também não disse mais nada. Morria de medo e não sabia pra quem contar, pros meus pais, óbvio que não. De noite, chegou um e-mail do cara estranho: "O que você está vestindo?". Sem questionar nada, respondi.Uma blusa de puta e uma calça cinza

Mostre pra mimMandei uma foto pra ela sem acender a luz.Você é burra, porra?Usei o flash do meu celular e mandei outra foto dela.Tira essa roupa.Comecei a chorar e mandei outra como ela pediu, nenhuma das fotos mostrava meu rosto, só meu corpo.Mostra sua carinhaComecei a chorar maisPor favor, me deixa em paz.

Última chance.Então mandei uma foto do meu rosto todo cheio de lágrimas.Boa noite.No dia seguinte, minha mãe falou comigo furiosa. Parece que roubaram os dados do cartão do Brandon, e ele contou pra ela que tinha emprestado pra mim comprar a bolsa da MK. Tudo apontava que a culpa era minha. Só pedi desculpas um milhão de vezes, mas não falei nada sobre os e-mails. Fui pro meu quarto, já tava há três dias sem parar de chorar. Pra resumir, o cara dos e-mails continuou me pedindo fotos por alguns dias. Cada vez pedia coisas diferentes: primeiro foram fotos do meu corpo pelado, depois algumas me tocando, chupando pepinos como se fossem paus, me gravando batendo uma com as mãos e com objetos diferentes, escrevendo palavras como "slut" e "puta" na minha barriga, um monte de coisa. No fim, achei que as coisas iam acabar...Você foi uma boa menina, ficou bem obediente e isso merece uma recompensa. Dá uma olhada no arbusto da sua mãe.Na garagem tem um arbusto grande, procurei lá sem perguntar nada, tinha uma sacola preta com o que parecia uma caixa dentro.Posso abrir ela?

Por favor.Então abri a sacola plástica preta, e de fato tinha uma caixa de papelão dentro, era uma caixa daquelas barrinhas de cereal, daquelas que vendem em lojas de atacado. Dentro da caixa tinha um monte de bolas de papel jornal. Quando tirei tudo, me deparei com a carteira MK que tinha pedido, fiquei sem palavras.E isso? Por que a carteira tá aqui?

Seu prêmio por ser uma boa... cachorrinha. Já abriu a carteira? Se não abriu, abre agora.Quando abri, tava cheia de camisinha, eram 9 e um potinho de lubrificante pra no máximo umas 3 usadas. Meu coração parou, isso só significava que eu ia encontrar esse cara logo e ele ia me fazer transar com ele. Respondi o e-mail dele.O que é isso? O que significa?

Entre hoje e amanhã vai chegar um pacote pra você, ninguém pode ficar sabendo. A gente se fala.Minha mãe tava com o namorado dela, passavam muito tempo juntos, isso me aliviava um pouco, porque pensei que eles iam brigar por minha causa por ter perdido os dados do cartão do Brandon, mas não foi assim.
Como o cara disse, chegou um pacote da FedEx, uma caixa média no meu nome, abri ela, dentro da caixa tinha uma coleira de cachorro, uma guia, lingerie rosa, uma cinta-liga e um saquinho.Chegou teu pacote, o que eu faço com isso?Mamãe voltou pra casa umas 3 horas depois e eu não tinha recebido resposta. Ela foi no meu quarto me falar que trouxe um hambúrguer, parecia que a raiva dela tinha passado, mas ela não sabia como me contar, talvez fosse isso. Fui com ela pra sala de jantar, levei meu celular no bolso da calça de moletom que uso como pijama. Enquanto ela me contava o dia dela, chegou uma notificação, achei que era a resposta do cara, tirei o celular debaixo da mesa tentando ver disfarçado o que era, era sim um e-mail do cara, tinha uma localização, uma data e uma hora. Meu rosto fez uma careta sem querer que minha mãe percebeu, "O que foi?", -Nada, uma foto que me mandaram.

Ir naquele lugar era extremamente idiota, podiam me matar ou me sequestrar ou algo assim, o bom senso era contar pra minha mãe e chamar a polícia, mas a verdade é que eu queria ir... O cara me tratou como lixo, me assustou e me fez chorar mil vezes, mas uma parte de mim gostava desse maltrato, além disso ele sabe onde eu moro, podia muito bem ver quando minha mãe saísse, entrar e fazer o que quisesse comigo, mas nunca fez. Decidi me arriscar e ir sem falar nada. Sábado, 8:30 no campo esportivo do centro, mais especificamente na piscina de natação, não precisava me falar pra levar a roupa que ele mandou, era óbvio.

Chegou o dia e minha mãe já tava tranquila sobre o incidente do cartão. Pedi permissão pra sair e ela deixou, saí desde as 5 da tarde pra ela não desconfiar de nada. Levei minha bolsa, as meias que vieram no pacote que ele me mandou pareciam meio de puta, não sei como descrever, mas sinto que se minha mãe visse ia fazer um escândalo. Então vesti a lingerie, mas em vez de vestido ou saia, coloquei uma calça jeans que fica um pouco folgada pra não marcar o cinta-liga, uma blusa da Hollister e uns Vans brancos. Óbvio que não ia colocar o colar e a coleira, coloquei na sacola que veio junto com uns saltos brancos e levei na mão, meti a carteira com as camisinhas e lubrificante na minha bolsa. Fui no shopping matar tempo, ainda faltavam mais de 2 horas pro encontro, mandei uns e-mails pro cara mas ele não respondeu, decidi economizar bateria e também deixei pronto o número de emergência e uma mensagem com a localização pra uma amiga (sem enviar, só deixei preparado) caso desse merda, ou seja, piorasse.

Chegando perto da hora, fui pro clube esportivo, 10 minutos antes do horário chegou um e-mail.O vestiário das minas tá pronto, entra e troca de roupa, depois sai e coloca a mochila em cima do extintor do corredor, volta pra entrada dos vestiários e vira de costas pro corredor, se tiver uma bolsa deixa no chão debaixo do extintor.Muitas instruções, mas bem claras. De novo comecei a sentir medo, mas já era tarde — se ele tava ali e eu tentasse correr, com certeza faria alguma coisa. Também, se me visse usando o celular muito, podia até ter câmeras no vestiário. Mil ideias vieram na minha cabeça, então só me restava obedecer. Segui as instruções.

Só precisei tirar a roupa, já que a lingerie eu já tava usando. Coloquei a coleira com a guia e deixei as coisas onde ele mandou. Fiquei de pé na frente do vestiário, de costas pro corredor. Uns minutos depois, ouvi passos. O tempo passou devagar a partir daquele momento. Eu ali, de lingerie à noite, uns passos atrás de mim — qualquer coisa podia dar errado. Não virei. Fechei os olhos e chorei. Me arrependi do que fiz. Meu celular tava na minha bolsa, e correr de salto com o homem atrás de mim era suicídio. Queria morrer. Daí ele só colocou o saco na minha cabeça, me deu um tapa na bunda e me puxou pela guia. Era difícil andar às cegas de salto. Tropecei umas duas vezes, e mesmo quando eu tropeçava, ele continuava puxando a guia. Eram 8:30 de sábado, o clube esportivo tava praticamente fechado, mas ainda assim era impossível que não tivesse ninguém pra nos ver. Ou sei lá pra onde esse cara tava me levando pra ninguém nos ver. Atravessamos um caminho de terra — pelo menos era o que eu sentia — e ele me colocou num carro. Pois é, era um sequestro. Eu mesma me ofereci pra isso.

Ele dirigiu por uns minutos, depois ouvi um portão elétrico. Colocou nas minhas mãos o que eu achava que era minha bolsa. Daí me puxou pela guia, abriu uma porta — não sabia se era de uma casa — e entramos. Ouvi ele trancar a porta com chave. Tirou a bolsa das minhas mãos e sacudiu ela vazia no chão. Pegou meu celular e colocou nas minhas mãos (se eu olhasse pra baixo, dava pra ver o chão; por ali vi que era meu celular). Não sabia o que fazer com ele. Daí chegou um e-mail pra mim. Era o sujeito. Obviamente, ele não queria que eu ouvisse a voz dele.Cachorrinha, nem precisei te pedir pra não tirar aquilo, você é tão boazinha agora.

Dança.Comecei a fazer uma dança simples tipo strip, não enxergava nada, então me mexia com cuidado pra não cair. Ouvi ele se despindo, acho que tava se masturbando. Depois de alguns minutos, ele pegou minha coleira, que não era muito comprida, mas chegava no chão, e me puxou com um pouco de força pra sentir, mas não tanto a ponto de machucar meu pescoço. Começou a beijar minhas costas e minha bunda, estalou os dedos como quem diz pra eu não parar de dançar, então continuei. Ele agarrou meus peitos e minha buceta por cima da calcinha fio dental, apertava minha bunda, mordia e passava a língua entre elas como se procurasse meu cu. Fiquei toda molhada com tudo aquilo.

Ele me inclinou um pouco e, quando sentiu minha xota molhada, parece que algo ativou nele, porque passou de umas carícias suaves pra um apalpão bruto e invasivo. Quando tava no shopping, comprei uma bebida mas não fui no banheiro. A pressão na minha barriga por causa dos espasmos que eu tinha quando ele me lambia e o próprio apalpação apertaram minha bexiga, e então eu mijei enquanto ele lambia minha buceta por cima da calcinha. Ele não parou, como se curtisse minha urina — era impossível não notar, porque o cheiro tava forte.Perdão!Eu disse, chorando, com medo de que ele fosse ficar bravo e fazer alguma coisa comigo. Acabei de mijar e ele parou de me lamber e apalpar. Não fez nada por uns segundos, e chegou um e-mail novo (eu tava com o celular na mão): "Por que você parou, puta?" Era isso que o e-mail dizia. Antes de eu responder qualquer coisa, ele se levantou, ficou na minha frente e me deu um tapa. Não foi muito forte, e o saco de estopa amorteceu o golpe. Eu me assustei e chorei mais. Ele me empurrou e eu caí numa cama. Ele subiu em cima de mim e arrastou os joelhos pelas laterais do meu corpo na cama, até chegar na altura da minha cabeça. Enfiou alguma coisa por baixo do saco de estopa, era o pau dele. Eu chupei.

Chupei com força desde o começo. Não sabia se era comprido, porque não dava pra ver nada nem mexer muito o pescoço pra tentar enfiar na garganta e adivinhar o tamanho, mas era grosso e cheio de veias. Primeiro, só acariciei com os lábios bem rápido, mas por causa da posição, cansei logo, então era melhor chupar. Ele soltou um gemido e se inclinou mais, enfiou mais da vara na minha boca. E era comprido mesmo, minha boca tava cheia e dava pra ver que ele ainda tinha mais pra enfiar. Depois de mamar um tempo, ele saiu de cima. Ainda deitada, tentei ver por baixo do saco de estopa se dava pra enxergar quem era, mas só vi a barriga dele por um instante. A pele era meio morena. Era tudo que eu sabia. Ele me virou de repente, fiquei de bruços. Ele tava procurando alguma coisa, os preservativos, claro. Se posicionou atrás de mim, puxou minhas pernas e me penetrou. Só afastou minha calcinha de lado e me meteu. Enfiou de uma vez, deslizou fácil porque eu tava molhada e o pau dele claramente tinha sido banhado em lubrificante. Ele me comeu por um bom tempo: penetrações lentas mas fortes, curtas e rápidas, e finalmente rápidas e profundas. Seguia esse ciclo nessa ordem. Duas vezes ele tirou o membro por um tempo e meteu de novo, trocando de camisinha, suponho. Cuspiu no meu cu e ficou acariciando com o dedo, enfiando um pouco. Eu gemia que nem uma puta de rua.

Ele gemia, mas não o suficiente pra dizer que dava pra ouvir. Reconhecer a voz dele, eu sei que ele morria de vontade de me insultar ou falar alguma merda.Que gostosa, assim! Adoro!! Ahhh♥Deixei ele saber que eu tava afim, pra ver se ele falava alguma coisa, mas nada. Ele deu um jeito de me pegar pelas pernas e me penetrar de pé. Foi ridiculamente gostoso, do jeito que ele me metia e eu morria de vontade de me ver num espelho, sendo fodida por aquele estranho. Queria saber quem era, mas ao mesmo tempo, a putaria de um desconhecido me levar pra um lugar que eu nem fazia ideia onde era me excitava demais. Comecei até a desejar que, de repente, aparecesse outro estranho e me obrigasse a chupar o pau dele também. Isso teria sido perfeito, mas era pedir demais. Parece que ele tava cansando ou quase gozando, porque os movimentos dele ficaram mais lentos.Não goza dentro, por favor♥Desço com delicadeza e me deito na cama, minhas nádegas ficaram na beirada, ele se ajoelhou e me fez sexo oral, de novo tentei ver o rosto dele, mas só vi o cabelo, estava todo bagunçado, é a única coisa que consegui ver, o rosto dele estava enterrado entre minhas pernas e, embora eu quisesse ver a cara dele, preferia que ele continuasse me comendo, a língua dele ia de cima pra baixo, dava voltas, mexia no meu clitóris como se estivesse usando uma colher pra bater panqueca, pegava meus lábios da buceta com a boca e chupava, sem dúvida sabia o que fazia. Minhas mãos estavam livres, mas nunca tirei o saco, nem toquei nele, exceto pra, ironicamente, evitar que caísse, de fato, ele me treinou como uma puta que vai contra os próprios instintos e obedece ao dono sem questionar, obviamente eu esperava meu prêmio no final...

De cowgirl, de quatro, papai e mamãe e posições que não sei o nome, fizemos de tudo e eu não reclamava de nada, talvez já estivesse usando o último preservativo e já tinha passado mais de uma hora de sexo, ele se levantou e guiou meu corpo pra me colocar de quatro na cama, enquanto se masturbava, aproximou o pau do meu rosto, colocou debaixo do saco enquanto se masturbava e eu chupei com carinho, ele segurou minha cabeça com uma das mãos e gozou dentro da minha boca, gozou por uns 10 segundos uma quantidade absurda e depois sentou, fiquei um tempo com o gozo na boca e depois engoli tudo, ele sentado do meu lado, procurei o membro dele, coloquei debaixo do saco e limpei as gotas que ficaram escorrendo, ele acariciou minha cabeça como se eu fosse uma cachorrinha. Deitou e me puxou pro lado dele, coloquei meu braço no peito dele.

Ele se esticou um pouco, acho que era pra pegar os celulares, me deu o meu.Posso te olhar?Eu falava com ele com minha voz e ele continuava me mandando e-mails, por isso peguei meu telefone.Não, ainda não é hora de você voltar pra casa.

Minha roupa ficou no vestiário do clube, não pensei que você fosse me levar pra outro lugar...

Toma um banho rápido e, quando sair, veste o saco.Eu obedeci. Ao sair do chuveiro, vesti de novo a lingerie suada e cheia de fluidos sexuais, sequei o cabelo o máximo que pude e coloquei o saco de novo. Também cheirava a suor e a pica, talvez isso fosse sugestão minha, talvez não.Estou pronta.Não disse nada, só colocou a coleira em mim como se fosse sair pra passear com a putinha dele. Me guiou pro banco de trás e ele subiu no do motorista, estendeu a mão e me deu meu celular com a tela ligada, tinha um e-mail novo, dele obviamente.Vou te largar onde te peguei. Se tiver sorte, sua roupa ainda vai estar onde você deixou. Senão, vai ter que se virar.Não disse nada, ele foi direto pro carro esportivo.

Já passava das 10 da noite, não tinha mensagem da mãe, talvez pra evitar outra briga ela resolveu me dar meu espaço, afinal eu nunca dava problema pra ela se preocupar. Mesmo assim, mandei uma mensagem pra não deixar ela preocupada: "Tô com a Mara, volto daqui a pouco". A verdade era totalmente diferente: eu tinha transado com sei lá quem e engoli a porra toda. Agora tava de lingerie indo direto pro carro, na esperança de que minha roupa ainda estivesse lá, senão ia voltar de calcinha mesmo. Quase não tinha mais ninguém na rua naquela hora, mas ainda assim alguém podia me ver. Chegamos mais rápido do que demoramos pra ir praquele quarto (algum motel, provavelmente), acho que por causa do trânsito. Quando chegamos, ele me guiou pela coleira, passamos pelo mesmo caminho de terra, andamos um pouco mais e paramos. Recebi um e-mail.Espera aqui, conta até 120 e tira o saco.Tiro a correia (mas deixo o colar) e começo a andar, os passos dele ficavam cada vez mais distantes, não sabia quando podia começar a contar, mas assumi que já era hora. Contei até 120 e tirei o saco, estava exatamente onde esperei aquele estranho, minha bolsa estava aos meus pés, peguei ela e fui para os vestiários, minhas roupas ainda estavam lá, me vesti, guardei o colar e os saltos no saco. Naquela hora, o transporte público já não circulava, então teria que pedir um táxi ou Uber, mas não tinha muito dinheiro. Procurei na bolsa pra ver quanto tinha e na carteira MK, onde levava as camisinhas e o lubrificante, tinha um post-it que dizia "me abre", tinha dinheiro, uns 1300, suficiente pra chegar em casa várias vezes. Pedi um Uber com a opção de pagar em dinheiro, não estava muito perto, mas chegou rápido. Ao chegar em casa, mamãe estava no quarto dela vendo TV ou talvez vídeos no celular, só avisei que cheguei e fui pro meu quarto, mandei umas mensagens pro cara, mas não recebi resposta.

No dia seguinte (domingo), também não recebi resposta, então parei de insistir. Perguntei pra mamãe por que não tinha saído com o Brandon no sábado, e ela disse que ele ia estar ocupado no fim de semana.
Na segunda, mamãe saiu com o Brandon, eu fiquei em casa, não tentei mais falar com o cara, decidi esquecer ele, mesmo ainda devendo ter uma quantidade considerável de porra dele dentro de mim. Mamãe e Brandon voltaram cedo, fui até a porta receber eles e cumprimentar o Brandon.O banco já resolveu meu problema com o cartão, parece que bloquearam por uma tentativa de fraude.Senti alívio ao ouvir isso.Ah, que bom!! Desculpa pela minha culpa, você não pôde usar ela por um tempo.

Não se preocupa, podia ter acontecido comigo também. Bom, vou deixar vocês terem uma noite gostosa, a gente se vê.cachorrinhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

4 comentários - Extorsão, sou sua putinha.

Teito69 +2
Que buen relato y buena jugada de Brandon jaja. Van puntos "Cachorrita"
fuaaa que relato ,muy bueno cachorrita .van pts