Por ordens diretas da minha Dona, estou nua e ajoelhada na frente do computador pra contar como foi que minha filha mais velha, ou melhor, nossa atual Dona, conseguiu nos colocar definitivamente aos pés dela pra sempre como suas escravas pessoais. Minha filha mais velha, desde pequena, sempre teve um caráter bem definido; nunca deixou ninguém mandar nela, sempre tomou as próprias decisões. Já eu sou o oposto, porque sempre que tomava uma decisão, depois ficava me perguntando se tava certo ou não. E minha segunda filha, a caçula, ainda não tinha essa capacidade de decidir ou saber o que era melhor pra ela ou o que era certo.
Quando meu marido morreu, minha filha mais velha, sendo a de personalidade mais forte, decidiu que, como eu era de personalidade fraca e a irmã dela ainda muito imatura, seria ela quem ia tomar as rédeas da casa, passando até por cima de mim, que sou a mãe. Começou dando ordens simples tipo "vem aqui e me faz massagem nos pés agora" ou "amanhã quero o café da manhã cedo na cama". Aos poucos, foi me dando mais ordens e, ao ver que eu não reclamava de nada, pelo contrário, me esforçava pra cumprir o que mandava, minha filha mais velha percebeu a fraqueza do meu caráter. Assim, ela tomou a decisão de se declarar nossa Dona e assumiu o controle total das nossas vidas.
Nossa Dona acabou de mandar a gente se despir e ficar de pé na frente dela com as mãos na nuca, peito pra frente e as pernas bem abertas pra ela poder inspecionar nosso corpo inteiro. E claro, temos estrita e definitivamente proibido falar uma palavra ou até respirar sem a aprovação dela. Depois da inspeção, nossa Dona mandou a gente depilar das axilas até os pés, com mais capricho na nossa área íntima, porque não era nada estético nem agradável pros olhos dela ver um monte de raiz saindo da nossa buceta. Então, ela ordenou uma depilação a laser imediatamente pra evitar que o pelo crescesse de novo, já que isso atrapalharia os planos que ela tinha pra gente. Assim que Concluída a depilação dos nossos corpos, nossa Amante nos fez vestir uniformes de empregada francesa, tanto na irmã mais nova dela quanto em mim, já que nos tornamos suas escravas, seus brinquedos ou qualquer coisa que a Amante desejasse, inclusive se quisesse nos fazia agir como seus animais de estimação. Nossa Amante se aproximou para colocar e ajustar umas coleiras de cachorro com abertura eletromagnética, o que tornava impossível tentar tirar essas coleiras, já que o magnetismo impedia até mesmo mover a coleira meio centímetro. Essas coleiras tinham uma placa brilhante onde ficava totalmente legível que somos escravas e quem era a Amante. As coleiras tinham um dispositivo que nos fazia receber uma certa quantidade de choque elétrico quando desobedecíamos uma ordem, e o choque só parava quando corrigíamos nossa rebeldia. Isso nos ensinou quem dava as ordens e que, querendo ou não, achando bom ou não, a ordem tinha que ser obedecida e cumprida sem qualquer protesto. Foram colocadas tanto pulseiras quanto tornozeleiras que eram unidas por uma corrente que limitava nossa liberdade de movimento de tal forma que, se quiséssemos correr e fugir, cairíamos além de levar o choque da coleira descrito antes. Ela nos tinha totalmente aos seus pés, sendo suas escravas absolutas, o que não foi nada difícil graças ao meu caráter mole e ao dela ser bastante dominante, infundindo muito medo e, principalmente, insegurança em mim, então decidi recomendar à minha filha mais nova calar a boca e obedecer apenas. A fechadura da casa era operada só por digital, o que só autorizava a digital da Amante, e assim ela podia sair de casa sabendo que suas escravas não conseguiriam escapar. Nossa única liberdade permitida era manter a casa brilhando como um espelho e servi-la em tudo sempre que ela chegasse em casa ou nos chamasse à presença dela, o que devia ser feito andando só de quatro, e uma vez lá, a primeira coisa que devíamos fazer imediatamente era era beijar e lamber os pés da nossa Amante absoluta, assim como fazíamos quando ela chegava da rua, tínhamos que tirar seus sapatos, beijar seus pés para continuar com massagens, levar uma bebida e abaná-la pelo tempo que ela quisesse e achasse necessário.
Tínhamos a obrigação de ficar sempre nuas e de quatro, a menos que ela tivesse visitas, aí devíamos vestir uniforme de empregada francesa, que só incluía uma tanga deixando nossas bundas de fora, um semi-vestido de gaze preta totalmente transparente que deixava nossos peitos em total exibição, uns saltos pretos que combinavam com o resto da roupa e, para finalizar, um avental pequeno onde devíamos ter à mão o necessário para um bom serviço com as visitas da nossa Amante, e claro, uma touca, era um verdadeiro uniforme de escrava.
Poucos dias depois de assumir o controle de nossas vidas, ela colocou um anel no nosso nariz como se fôssemos bois, e assim podia prender tanto na nossa coleira quanto no nariz a guia, que se não colocava na coleira era com a intenção de nos usar como cadelas de estimação. No entanto, quando prendia a guia no argola do nariz, se lhe desse na telha, puxava com força, fazendo a gente cair de quatro de forma brusca, causando uma tortura difícil de aguentar por causa da dor. A relação familiar que um dia existiu tinha morrido, agora éramos vistas só como móveis para usar, acessórios, escravas ou simples mascotes, nossa vida tinha mudado completamente.
Um certo dia, uma amiga da nossa Amante ia organizar uma festa, nossa Amante se ofereceu para nos levar como atração principal, então bastou ativar a descarga elétrica da coleira para nos fazer saber que devíamos nos apresentar o mais rápido aos pés dela. Ao chegar diante da nossa Amante, foi ordenado que entrássemos numa caminhonete preta de propriedade da nossa Amante com vidros totalmente escuros, ela nos colocou em umas gaiolas para sermos transportadas, nos amordaçou e prendeu nossas tornozeleiras e pulseiras. para as jaulas, nos deixando totalmente imóveis e sem chance de emitir qualquer som. Por estarmos em jaulas de transporte de cachorros, nossa visão era totalmente nula, então não fazíamos ideia para onde estávamos sendo levadas.
Finalmente, nossa Amã parou em um lugar cuja localização desconhecíamos, já que, como escravas, tínhamos proibição de sair da casa da Amã. Fomos descarregadas da caminhonete ainda dentro das jaulas em que fomos metidas como as cachorras que somos; logo fomos levadas para uma mansão onde fomos contratadas primeiro como garçonetes do evento e depois para divertir os convidados com o uniforme de empregadas, que ao mesmo tempo nos fazia parecer totalmente nuas por causa do tecido de gaze transparente. Fomos a atração da festa.
Quando o jantar terminou, a anfitriã da festa anunciou que era hora de começar a diversão, então tanto minha filha mais nova quanto eu fomos novamente algemadas com correntes presas às tornozeleiras e pulseiras, colocaram a coleira no nosso nariz e nos puseram uma venda, impedindo-nos de ver para onde fomos levadas.
Quando meu marido morreu, minha filha mais velha, sendo a de personalidade mais forte, decidiu que, como eu era de personalidade fraca e a irmã dela ainda muito imatura, seria ela quem ia tomar as rédeas da casa, passando até por cima de mim, que sou a mãe. Começou dando ordens simples tipo "vem aqui e me faz massagem nos pés agora" ou "amanhã quero o café da manhã cedo na cama". Aos poucos, foi me dando mais ordens e, ao ver que eu não reclamava de nada, pelo contrário, me esforçava pra cumprir o que mandava, minha filha mais velha percebeu a fraqueza do meu caráter. Assim, ela tomou a decisão de se declarar nossa Dona e assumiu o controle total das nossas vidas.
Nossa Dona acabou de mandar a gente se despir e ficar de pé na frente dela com as mãos na nuca, peito pra frente e as pernas bem abertas pra ela poder inspecionar nosso corpo inteiro. E claro, temos estrita e definitivamente proibido falar uma palavra ou até respirar sem a aprovação dela. Depois da inspeção, nossa Dona mandou a gente depilar das axilas até os pés, com mais capricho na nossa área íntima, porque não era nada estético nem agradável pros olhos dela ver um monte de raiz saindo da nossa buceta. Então, ela ordenou uma depilação a laser imediatamente pra evitar que o pelo crescesse de novo, já que isso atrapalharia os planos que ela tinha pra gente. Assim que Concluída a depilação dos nossos corpos, nossa Amante nos fez vestir uniformes de empregada francesa, tanto na irmã mais nova dela quanto em mim, já que nos tornamos suas escravas, seus brinquedos ou qualquer coisa que a Amante desejasse, inclusive se quisesse nos fazia agir como seus animais de estimação. Nossa Amante se aproximou para colocar e ajustar umas coleiras de cachorro com abertura eletromagnética, o que tornava impossível tentar tirar essas coleiras, já que o magnetismo impedia até mesmo mover a coleira meio centímetro. Essas coleiras tinham uma placa brilhante onde ficava totalmente legível que somos escravas e quem era a Amante. As coleiras tinham um dispositivo que nos fazia receber uma certa quantidade de choque elétrico quando desobedecíamos uma ordem, e o choque só parava quando corrigíamos nossa rebeldia. Isso nos ensinou quem dava as ordens e que, querendo ou não, achando bom ou não, a ordem tinha que ser obedecida e cumprida sem qualquer protesto. Foram colocadas tanto pulseiras quanto tornozeleiras que eram unidas por uma corrente que limitava nossa liberdade de movimento de tal forma que, se quiséssemos correr e fugir, cairíamos além de levar o choque da coleira descrito antes. Ela nos tinha totalmente aos seus pés, sendo suas escravas absolutas, o que não foi nada difícil graças ao meu caráter mole e ao dela ser bastante dominante, infundindo muito medo e, principalmente, insegurança em mim, então decidi recomendar à minha filha mais nova calar a boca e obedecer apenas. A fechadura da casa era operada só por digital, o que só autorizava a digital da Amante, e assim ela podia sair de casa sabendo que suas escravas não conseguiriam escapar. Nossa única liberdade permitida era manter a casa brilhando como um espelho e servi-la em tudo sempre que ela chegasse em casa ou nos chamasse à presença dela, o que devia ser feito andando só de quatro, e uma vez lá, a primeira coisa que devíamos fazer imediatamente era era beijar e lamber os pés da nossa Amante absoluta, assim como fazíamos quando ela chegava da rua, tínhamos que tirar seus sapatos, beijar seus pés para continuar com massagens, levar uma bebida e abaná-la pelo tempo que ela quisesse e achasse necessário.
Tínhamos a obrigação de ficar sempre nuas e de quatro, a menos que ela tivesse visitas, aí devíamos vestir uniforme de empregada francesa, que só incluía uma tanga deixando nossas bundas de fora, um semi-vestido de gaze preta totalmente transparente que deixava nossos peitos em total exibição, uns saltos pretos que combinavam com o resto da roupa e, para finalizar, um avental pequeno onde devíamos ter à mão o necessário para um bom serviço com as visitas da nossa Amante, e claro, uma touca, era um verdadeiro uniforme de escrava.
Poucos dias depois de assumir o controle de nossas vidas, ela colocou um anel no nosso nariz como se fôssemos bois, e assim podia prender tanto na nossa coleira quanto no nariz a guia, que se não colocava na coleira era com a intenção de nos usar como cadelas de estimação. No entanto, quando prendia a guia no argola do nariz, se lhe desse na telha, puxava com força, fazendo a gente cair de quatro de forma brusca, causando uma tortura difícil de aguentar por causa da dor. A relação familiar que um dia existiu tinha morrido, agora éramos vistas só como móveis para usar, acessórios, escravas ou simples mascotes, nossa vida tinha mudado completamente.
Um certo dia, uma amiga da nossa Amante ia organizar uma festa, nossa Amante se ofereceu para nos levar como atração principal, então bastou ativar a descarga elétrica da coleira para nos fazer saber que devíamos nos apresentar o mais rápido aos pés dela. Ao chegar diante da nossa Amante, foi ordenado que entrássemos numa caminhonete preta de propriedade da nossa Amante com vidros totalmente escuros, ela nos colocou em umas gaiolas para sermos transportadas, nos amordaçou e prendeu nossas tornozeleiras e pulseiras. para as jaulas, nos deixando totalmente imóveis e sem chance de emitir qualquer som. Por estarmos em jaulas de transporte de cachorros, nossa visão era totalmente nula, então não fazíamos ideia para onde estávamos sendo levadas.
Finalmente, nossa Amã parou em um lugar cuja localização desconhecíamos, já que, como escravas, tínhamos proibição de sair da casa da Amã. Fomos descarregadas da caminhonete ainda dentro das jaulas em que fomos metidas como as cachorras que somos; logo fomos levadas para uma mansão onde fomos contratadas primeiro como garçonetes do evento e depois para divertir os convidados com o uniforme de empregadas, que ao mesmo tempo nos fazia parecer totalmente nuas por causa do tecido de gaze transparente. Fomos a atração da festa.
Quando o jantar terminou, a anfitriã da festa anunciou que era hora de começar a diversão, então tanto minha filha mais nova quanto eu fomos novamente algemadas com correntes presas às tornozeleiras e pulseiras, colocaram a coleira no nosso nariz e nos puseram uma venda, impedindo-nos de ver para onde fomos levadas.
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