la señora de la alta 3

Já fazia vários dias que eu não via a dona Yummy no bairro, como era de costume, então perguntei pra minha mãe, tentando não demonstrar muito interesse, se ela sabia de alguma coisa dela.
— Você também, filho... Pra que quer saber dela... Ou por acaso quer pedir um empréstimo?
— Não, mãe, era só curiosidade, porque ela sempre vinha no bairro direto, não precisa ficar brava!
— Ahh... já tava achando estranho, todos os homens ficam babando quando veem ela e sonhando, então cuidado pra você não ficar sonhando também, hein?
Como dizer pra minha mãe que eu não tava sonhando com a dona Yummy igual todo mundo, mas que eu já tinha realizado o que muitos desejavam há tempos? Que ela já tinha sido minha, que tinha engolido meu esperma, que meu pau tinha estado dentro dela, fazendo ela vibrar e gemer como há muito tempo não fazia.

Precisaram passar 15 dias pra ela dar sinal de vida de novo, quando voltou ao bairro. Tudo aconteceu tão rápido naquela noite entre nós dois que não trocamos números de celular, então não tinha como me comunicar com ela antes.

Tava com uns amigos quando a vi. Ela passou na rua, e não faltou vontade de correr atrás dela e abraçá-la bem forte, mas tive que me segurar, e ainda ouvir o que eles falavam dela, aqueles comentários tarados sobre o que fariam se a tivessem nas mãos.
— Uuuh, que gostosa que ela tá. Metia o pau inteiro até ela gritar pedindo mais.

De novo tive que ficar calado e não gritar na cara de todos que eu já tinha comido ela bem gostoso. Quando ela passou do nosso lado, nos ignorou completamente. A gente cumprimentou, mas ela tava falando no celular e deu pra ouvir o que ela dizia:
— Claro, love, vou sim na casa da minha amiga depois daqui, lembra igual da última vez... Sim, depois vou pra casa... Beijos.

Todos ficaram hipnotizados vendo ela mexer aquelas cadeironas largas. Como eu disse antes, ela adorava deixar todo mundo louco. Aí eu entendi o recado, me despedi dos amigos e fui pra casa pra despistar eles. Tive que esperar eles irem embora um pouco, e a ansiedade... Ela me deixava desesperado. Peguei um táxi rapidão e fui até o hostel, meu coração tava a mil por hora. Quando cheguei, ela já tava esperando há um tempão e meio pistola. Pedi desculpas, expliquei o motivo e a gente entrou. Era o mesmo recepcionista da primeira vez que a gente se viu, ele sorriu e me entregou a chave. Mal fechei a porta, beijei ela, mas ela ainda tava irritada.

- Sabe, não gosto de esperar, ainda mais por um homem. Não é nada cavalheiro da sua parte.

Tive que aturar o chilique dela porque já tinha explicado que precisei esperar meus amigos irem embora e verem eu saindo, tinha que tomar cuidado. Enquanto isso, beijava o pescoço dela e minhas mãos percorriam o corpo dela, como diz o ditado "ninguém sente falta do que não conhece" – e eu conhecia muito bem o que outros sonhavam.

Aos poucos, a raiva foi passando quando meus beijos e mãos foram esquentando ela, e agora ela correspondia os beijos, a língua dela brincava com a minha quando se encontraram. Tirei toda a roupa dela até deixar ela pelada e beijava cada pedaço, desde as orelhas até os pés, e depois chupava os lábios da buceta dela. Agora o corpo dela tremia. Os delírios de prazer já estavam fortes, e não soltei a boceta dela até ela gritar forte e gozar. Eu tava muito excitado, tirei minha roupa também, procurei os peitos dela e chupei os bicos durinhos e inchados. A mão dela acariciou meu pau, e ela falou "hmmm, tava com vontade há dias de me sentir cheia com seu pau de novo".

- Eu também, todos esses dias senti sua falta, hmmm, sentir seu calor e sua respiração, mas não sabia como te encontrar...

Deitei sobre ela e a penetração foi bem fácil, porque ela tava toda molhada, assim como eu, tava bem tesuda. Ela enrolou as pernas em volta de mim e me puxou pra perto, a boceta quente dela apertava gostoso.

- Ah... ahhh... amor... que delícia...

- Isso, falei que essa é sua pica, ahhh... aproveita cada centímetro dentro de você...

A gente se abraçou quando chegou no clímax e nossos líquidos se Misturei meu gozo com o suco vaginal dela.
Depois a gente conversou, ela me contou que tinha viajado, por isso tinha parado de ir no bairro, e que o marido dela estava numa casa que eles têm no interior do país porque ele tá debilitado de saúde e o clima de Lima é muito úmido pra ele. Aí ela me perguntou se eu queria trabalhar com ela como motorista.
— E se o povo começar a falar, não te incomoda? Porque com certeza vão falar.
— Já tô bem grandinha pra me importar com o que os outros falam de mim. E de qualquer jeito, sempre falam, isso eu sei bem... Pensa direito e me dá sua resposta. Se pra mim não importa o que dizem, espero que pra você também não...
Os lábios dela percorrendo meu peito e descendo até chegar na minha pica, que ela começa a beijar e depois enfia na boca, me dando mais um boquete com toda a experiência dela. Quando conseguiu deixar bem grande e dura, ela monta no pau.
— Ahhh... Como eu senti sua falta esses dias... ahhh... siiiim, sentir de novo seu pinto gostoso bem dentro de mim...
Os movimentos dela eram suaves em cima de mim, os peitos balançando no ritmo do quadril, mas eu, todos esses dias, tinha sonhado em comer ela pelo cu e pedi.
— Ah... tá bom, meu amor, mas com cuidado, sou toda sua. Só lembra que faz tempo que não me metem por ali... Meu marido já tá muito fraco pra essas coisas...
Ela se ajeitou, enfiando a cabeça entre os travesseiros e deixando à minha disposição aquele rabão enorme. Só precisava ter muito cuidado, aproveitando a própria lubrificação dela pra molhar o cu e meus dedos, bem devagar, começaram a estimular o esfíncter dela. Quando já tava preparada, fui enfiando bem lentamente a cabeça da pica na entrada do cu dela.
— Aaaiii, devagaaaar... amor... aiii, tô doendo... aiii...
Bem devagar fui entrando no cu dela. Quando já tava tudo pra dentro, o esfíncter dela tava bem apertadinho e quente, e começou o vai e vem. Finalmente, sonho realizado: a senhora gostosa que todo mundo olhava e era o sonho de todos comer aquele cuzão gostoso e grande, eu tava fazendo isso.
— Ahhh... ahhh, meu amor, já passou... ahhh... você é meu marido agora.
Bem segura pelos quadris, a dona Yummy aguentava as investidas que seu cuzinho recebia com força e coragem.
— Que cuzinho gostoso você tem, bem apertadinho… ohh… mas agora vai ficar bem aberto… toma seu leiteee...
Aguentei até onde pude e não deu mais, descarreguei meu gozo no esfíncter dela e depois caí ao lado, vi o cuzinho dela bem aberto, um buraco de onde escorria sêmen. Ela se virou, me deu um beijo e se abraçou em mim.

Comecei a trabalhar para a dona Yummy. Meus pais no começo foram contra, minha mãe principalmente, mas depois se acostumaram com a ideia. Era a inveja do bairro, todo mundo me perguntava se eu tinha algo com ela, até meu pai, mas eu dizia que não. Ela também parou de se vestir de forma tão provocante e, depois de fazer as cobranças, a gente transa todo dia.

2 comentários - la señora de la alta 3

muy bueno.... bien caliente...!! saludos..