Vi minha mãe dando

Oi, sou o chanotupapi. Esses dias um leitor compartilhou um relato comigo - muitos já devem ter lido, só espero um bom comentário e um ponto se realmente curtiu. Desde que comecei minha adolescência, tenho lembranças bem claras de como no colégio meus amigos começaram a fazer piadas e me zoar por causa da minha mãe. Diziam coisas tipo que minha mãe "tava gostosa", que ela "tinha uma bunda boa", e até lembro que uma vez briguei com outro moleque que não parava de me encher o saco na frente dos outros falando da minha mãe.

Por um lado, agora percebo que tinha motivo pra tanta zoeira sobre isso. Minha mãe me teve bem nova, com 19 anos, e quando eu tinha 14 ou 15 ela tinha só 33 ou 34. Meus pais ficaram casados só 3 anos e obviamente perceberam que eram muito jovens e decidiram se separar. Meu pai não sumiu completamente da minha vida e a gente sempre manteve contato por telefone e eu via ele regularmente.

Já minha mãe me criou como mãe solteira desde que me entendo por gente. A gente morou primeiro com minha avó e eu lembro como ela saía pra dançar com as amigas nos fins de semana. Quando eu já tinha uns 10 anos, minha mãe assentou a cabeça, conseguiu um bom trabalho e a gente se mudou sozinhos pra um apartamento.

Minha mãe teve um relacionamento sério com um cara chamado Antonio desde que eu tinha mais ou menos 11 anos. Antonio era um pouco mais novo que ela, mas nunca notei nada de errado nele. O que às vezes me incomodava era que quando ele achava que eu não tava olhando, começava a beijar minha mãe no pescoço e a apalpar ela como se fosse começar algo. Ela empurrava ele apontando pra mim, mas eventualmente minha mãe vinha perto de mim e dizia que ia ficar no quarto dela. Eles achavam que eu não percebia o que iam fazer, mas eu sabia muito bem que o Antonio levava minha mãe pro quarto pra comer ela.

Algumas vezes, quando já era bem de noite e eles achavam que eu tava dormindo, eu me aproximava da porta do quarto e pude ouvir os gemidos baixinhos da minha mãe "isso... isso... me dá... me dá mais, meu amor" enquanto se ouviam os grunhidos do Antônio e o som inconfundível do colchão, enquanto ele provavelmente a penetrava. O relacionamento deles durou mais de dois anos, até que uma noite, quando eu já tinha 13 anos, notei minha mãe meio deprimida e quieta. Perguntei se algo havia acontecido, e ela me respondeu que Antônio e ela tinham terminado. Lembro que a abracei para dar apoio, e ela sorriu e disse: "Não importa, vamos seguir em frente juntos". Depois de alguns meses, tempo que ela levou para se recuperar dessa decepção, minha mãe começou novamente sua vida como solteira. Agora que sou adulto e entendo melhor as coisas, acho que não posso culpá-la; ela era uma mulher jovem de 34 anos e era normal que quisesse aproveitar a vida. Minha mãe era magra, com cabelo longo loiro pintado, e, embora me sinta estranho dizendo assim, ela tinha pernas muito boas que a faziam parecer uma mulher bem atraente e gostosa. Ela começou a usar roupas mais provocantes, saias curtinhas, salto alto, vestidos justos, e algumas vezes que atendi o telefone eram homens perguntando por ela, que certamente queriam convidá-la para sair. Foi nessa época que as brincadeiras sobre minha mãe por parte dos meus colegas de escola aumentaram cada vez mais. Para uma reunião de pais, minha mãe foi depois do trabalho, e muitos dos meus colegas ainda estavam na escola. Minha mãe estava com uma saia azul clara e salto alto branco; quando ela entrou na sala com os outros pais, sentou e cruzou as pernas, todos os garotos que estavam ali viraram para olhar, até alguns dos pais olharam para as pernas dela. Nos três anos seguintes, minha mãe saiu com alguns homens, mas nunca chegou a nada sério com nenhum. Uma tarde, estávamos os dois em casa, e contei a ela que muitas vezes na escola me zoavam por ela ser "gostosa". Minha mãe, ao ouvir O que eu estava dizendo, ela sorriu incrédula, acho que até no fundo gostava de ouvir que era a fantasia sexual de um grupo de adolescentes. Quando completei 16 anos, comecei a ir às tardes para um cursinho preparatório para a escola de oficiais da marinha; eu tinha decidido que era isso que queria fazer depois de terminar o ensino médio. Rogelio era um dos meus melhores amigos do colégio e ele tinha decidido junto comigo se inscrever para a escola de oficiais ao terminar o colégio. Nós nos encontrávamos na casa dele ou na minha para ir juntos para o cursinho e, na época de provas, também nos juntávamos para estudar e nos testar juntos. Minha mãe, por sua parte, continuava solteira e tão paqueradora como sempre. Uma tarde em que Rogelio e eu estávamos estudando na sala, minha mãe chegou do trabalho; ela estava usando uma saia curta acima dos joelhos e, ao chegar, tirou os saltos e veio nos cumprimentar. Eu peguei o Rogelio olhando para as pernas dela algumas vezes, mas, na verdade, naquela altura eu já estava acostumado com o fato de minha mãe provocar esse tipo de reação nos homens. Rogelio começou a vir mais frequentemente em casa conforme os estudos ficavam mais pesados e tínhamos que estudar mais. Uma tarde, tive que conversar com minha mãe porque ela sempre dentro de casa andava com pouca roupa, descalça e com shorts curtinhos e saias curtas. Eu já tinha visto o Rogelio mais algumas vezes olhando para as pernas da minha mãe, mas quando contei para ela, ela só riu e me respondeu: "Ai, filho, deixa ele olhar, ué, não é pecado olhar". Na próxima vez que Rogelio veio em casa e estávamos nos sofás da sala descansando, minha mãe desceu do segundo andar, como sempre descalça e com uma saia jeans curtíssima e decotada. Ela nos ofereceu uma limonada para beber e, ao trazer e entregar o copo para o Rogelio, acariciou seu ombro e disse: "Toma, meu amor". Eu sei que ela disse isso para me provocar por causa da conversa que A gente tinha tido um dia anterior, e além disso porque eu tenho certeza que ela adorava se sentir uma fantasia sexual nos olhos do Rogelio. Um sábado tinha combinado de me encontrar com meu pai para passar o dia com ele. Eu ia contar que tinha estudado bastante e era certo que ia entrar na escola de oficiais da marinha na primeira tentativa. Perto do meio-dia minha mãe me ligou na casa do meu pai e disse que o Rogelio tinha me ligado e queria vir em casa porque queria que eu ensinasse uns problemas de trigonometria com os quais ele estava tendo dificuldade. Eu pedi pra minha mãe dizer pra ele que eu estava passando o dia com meu pai mas que podia estar de volta em casa às 6 da tarde. Minha mãe disse que ia dar meu recado e desligamos. Passaram mais duas horas de estar com meu pai e eu não sei porque fiquei pensando no recado que minha mãe ia dar pro Rogelio, fiquei com dúvidas e não sei porque me deu um pressentimento e bateu uma vontade de ir pra casa mais cedo das 6 da tarde. Me desculpei com meu pai e perto das 3 da tarde decidi pegar um táxi e voltar mais cedo pra casa. Entrei pela cozinha tentando não fazer barulho, e enquanto me aproximava da sala comecei a escutar sons que fizeram meu coração parar e que comprovaram o que eu tanto temia que acontecesse e fiquei pensando no caminho todo pra casa. Espiei devagar atrás da parede da cozinha e vi o que já tinha imaginado. Rogelio estava comendo minha mãe em cima do sofá da sala. Ele estava semidespido com a camisa aberta e minha mãe sim estava completamente pelada debaixo dele e com as pernas em volta da cintura dele. Rogelio parecia um doido em cima dela penetrando sem parar enquanto minha mãe acariciava seus ombros e costas e com as pernas apertava ele mais pra perto dela. Eu recuei o corpo pra cozinha, não queria ver mais daquele espetáculo mas foi impossível ignorar quando comecei a escutar os gemidos da minha mãe "você gosta, sii... você gosta assim... gostoso.... não para, meu amor.... continua assim... me dá mais, amorzinho". A verdade é que não desejo essa experiência a ninguém, como qualquer rapaz da minha idade eu tinha pensamentos sexuais o tempo todo, mas a última coisa que eu queria ver era minha própria mãe transando, e ainda por cima com meu amigo. Decidi espiar de novo, não sei porquê, talvez por curiosidade ou morbidez. Rogelio continuava em cima da minha mãe e seguia comendo ela sem parar, por sua vez minha mãe continuava debaixo dele acariciando e incentivando ele a não parar, mexendo a pélvis, o que fazia Rogelio fazer caretas de satisfação fechando os olhos. Minha mãe começou a gemer mais alto, quase gritando, e agarrou o cabelo do Rogelio, começou a gritar "me fode, me fode mais, não para, meu Deus não para", e teve um orgasmo sem soltar o cabelo do Rogelio. Eu não aguentei mais aquele espetáculo, sem fazer nenhum barulho comecei a sair pela cozinha enquanto ouvia eles ainda transando na sala. Assim que saí completamente de casa, corri o mais rápido que pude, cheguei num parque a algumas quadras de casa e fiquei sentado por duas horas com milhões de pensamentos na cabeça. Sem dúvida esse acontecimento marcou minha sexualidade de um jeito que não consigo explicar, se minha própria mãe era uma puta, o que eu podia esperar de qualquer outra mulher no mundo? A ideia de que todas as mulheres do mundo são putas entrou muito forte na minha cabeça. Depois de mais um ano, quando eu já estava na escola de oficiais, minha mãe conheceu o Victor e depois de mais um ano decidiram se casar. Por minha parte, nunca comentei com o Rogelio o que vi naquela tarde entre ele e minha mãe. Rogelio e eu entramos juntos na escola de oficiais, mas uma vez lá dentro nos separamos e pegamos turmas e caminhos diferentes. Nunca soube se aconteceu mais de uma vez, ou se aquela foi a primeira vez. Depois daquela tarde, a verdade é que nunca tive motivos para suspeitar que minha mãe e Rogelio se encontraram de novo, embora eu nunca vá saber com certeza. Acho que foi um caso que aconteceu só naquela vez, mas como eu disse antes, nunca vou ter certeza. Às vezes dá vontade de confrontar minha mãe com o que eu vi naquele dia, tenho certeza que ela ficaria com a cara no chão de vergonha, mas acho que ela mereceria pela forma como me senti ao ver aquele espetáculo. Não sei se confrontá-la depois de tantos anos ainda faria sentido, mas muitas vezes me pergunto: por quê? e por que com o Rogelio? definitivamente tenho perguntas que nunca consegui responder e não sei se deveria confrontar minha mãe com o que vi naquele dia. Tomara que algum de vocês possa me dar um conselho.

1 comentários - Vi minha mãe dando

eleric
por que estaba mal atendida..y necesitaba un buena pija tu mama..!!