insaciável a cada vez mais

Uma tarde-noite, meu marido ligou dizendo que ia chegar mais cedo em casa, aí tive a ideia de esperar ele vestida de um jeito mais picante. Coloquei uma fio dental bonitinha, depois um sutiã que levanta bem os peitos, realçando ainda mais as minhas já fartas tetas, e terminei vestindo um vestido curto que ficava um pouco acima da metade da coxa, bem justinho.
Depois de esperar, finalmente meu marido se atrasou, então eu me distraí fazendo várias coisas em casa até que chegou a hora de levar o lixo. Peguei o saco, abri a porta e olhei pros dois lados pra ver se não tinha ninguém. Fui até o elevador — não que eu estivesse mostrando algo, mas estava muito, muito sexy e exagerada pra querer cruzar com alguém. Mesmo assim, tava tranquila, porque a maioria do prédio era só idosos e, naquele horário, quase nunca cruzava com ninguém desde que a gente morava ali.
Já lá embaixo, larguei o lixo e fui até a entrada do prédio, espiando pra ver se meu marido tava chegando, mas não, quem já tava quase na porta, pontual como sempre, era o vizinho do 8d, que vinha olhando o relógio. Entrei pra dentro e fui pro elevador, e já dentro, coloquei a mão no botão do 7 pra ir pro meu apê antes que ele chegasse, mas aí me deu uma vontade de esperar ele.
Minha cabeça se encheu de dúvidas, tipo, assim vestida, bom, também não é pra tanto, melhor subir, melhor não, fiquei tão ensimesmada que não saí dos meus pensamentos até ouvir um:
Fala aí, vizinha do 7º A
Oi, vizinho do 8d, desculpa, tava viajando nos meus pensamentos e nem vi você chegar.
Sorte a minha, assim não preciso esperar o elevador, que com o velho e lerdo que é, parece mais que funciona a pilha do que na eletricidade.
Hahahaha, sim.
Apertei o 7.
O elevador foi subindo enquanto a gente falava do tempo, mas eu percebia que, disfarçando, os olhos dele percorriam minhas pernas, minhas coxas mal cobertas pelo vestido, e depois se fixavam nos meus peitos, que se destacavam ainda mais por causa do sutiã com bojo e do vestido justo.
O elevador chegou no 7, as portas se abriram e eu saí do elevador enquanto ele me dizia:
Tchau, vizinha do 7A
Ao que eu correspondi com:
Tchau, vizinho do 8d
Não vire, mas não tenho dúvida de que enquanto eu ia saindo, ele/ela tava olhando pra minha bunda, cujas curvas ficavam expostas pelo vestido justinho.
Meu marido chegou em casa logo depois, me viu vestida assim, não demorou pra me despir e me foder, foi uma transa do caralho.
Desde aquele momento, toda vez que eu descia pra dar de cara com o vizinho do 8D, me vestia bem justinha e insinuante. Ele sempre me olhava com desejo — umas vezes mais simpático, outras mais seco, mal falando um oi e tchau. Percebi que, quando eu descia com uma camiseta branca de alcinha que ficava bem justa e deixava a mostra meu sutiã, e uma minissaia de tecido leve e solta, nada apertada, mas um pouco mais curta que o normal, não importava o humor dele: ele sempre passava os olhos pelo meu corpo inteiro com um descaramento maior que o de costume, mas sem nunca dizer ou fazer nada.
Então, depois disso, quase sempre me vestia assim ou parecido quando descia, o sexo com meu marido era incrível e meus orgasmos eram de explodir a cabeça.
Um dia, quando já ia fazer a comida, percebi que não tinha farinha. Já era tarde, então fui me vestir: peguei a primeira fio dental e sutiã que encontrei e um vestido de ficar em casa, não muito bonito, mas suficiente pra descer um instante e comprar farinha no mercado. Mas quando cheguei, já tinham fechado.
Já em casa, pensei:
E agora o que é que eu faço? Bom, vou pedir pra alguma vizinha e no caminho pensei: e por que não pro vizinho do 8D?
Achei que era uma ideia divertida. Ia saindo pela porta, quando virei, fui pro meu quarto, tirei o vestido e vesti a camiseta branca de alcinha e a minissaia de sempre.
Subi as escadas e quando cheguei na porta dela, apertei a campainha, pude ouvir os passos dela se aproximando até abrir a porta.
Quando ela me abriu, me cumprimentou com um simples:
Olá
Que dia de merda, pensei.
Contei pra ela o que tinha acontecido, que tava sem farinha e perguntei se ela podia me emprestar um pouco.
Sim, espera.
Me deixou esperando lá, quando voltava, pude ouvir os passos dela se aproximando devagar. Gostei daquela sensação, não sei por quê, mas gostei. Quando chegou, me entregou o pacote de farinha, mas não sem antes dar uma boa olhada nos meus peitos.
Agradeci pela farinha e falei que ia devolver logo.
Ele me respondeu que não tinha importância.
Bom, tchau, ela me disse.
Tchau e valeu, respondi pra ela.
Me afastei em direção às escadas, mas o vizinho do 8D não fechou a porta, sem dúvida estava olhando minhas pernas e minha bunda enquanto eu ia embora. Quando cheguei na escada e comecei a descer, foi aí que ele fechou a porta.
Quando cheguei em casa, deixei a farinha na mesa da cozinha, sentei na cadeira, levei a mão até a boca e molhei meus dedos com saliva. Desci a mão, enfiando por baixo da minissaia até minha buceta e, afastando minha calcinha fio dental, comecei a esfregar o clitóris com os dedos, intensamente.
Meus primeiros suspiros não demoraram pra chegar, meus dedos esfregavam meu clitóris rapidinho, minha buceta escorria de tanto fluido, então desci meus dedos até a entrada da minha buceta e enfiei dois deles, sentindo como tava quente e molhada. Meus dedos entravam e saíam da minha buceta, me tocando sem parar, comecei a gemer com força, sentia meus sucos escorrendo pela minha mão e minha buceta inteira tava completamente encharcada.
Levei meus dedos até meu clitóris, esfregava sem parar fazendo pequenos círculos, comecei a gemer cada vez mais rápido, meu quadril dava mais arrancos e minha mão livre apertava com força um dos meus peitos por cima do sutiã e da camiseta, de repente todo meu corpo ficou tenso, senti minha buceta ficar ainda mais molhada, soltei um forte grito de prazer e gozei intensamente, colando meu corpo contra a cadeira e sem parar de esfregar meu clitóris até meu orgasmo intenso terminar.
Uns dias depois, numa manhã após tomar banho e me secar, sentindo meu corpo macio e nu, não consegui resistir à tentação de me tocar e decidi me masturbar. Fui até o sofá, parando no caminho para pegar o consolo. Ao chegar no sofá,
Deixei ele de lado e, deixando a toalha cair, me sentei pelada.
Abri minhas pernas, passando as mãos pelas coxas, subindo devagar e suavemente acariciando minha pele, até chegar no meu clitóris, que comecei a esfregar de um jeito sensual. Minha buceta foi ficando molhada com meus próprios fluidos, e minha mão esfregava cada vez mais rápido meu clitóris. Comecei a gemer e a sentir vontade de ser penetrada. Dei uma olhada de lado pro consolo.
Então pensei:
E se eu subir pra devolver a farinha? Tenho certeza de que, com o tesão que tô, quando eu voltar, meu orgasmo vai ser ainda melhor.
Então deixei tudo preparado lá pra quando voltasse, fui correndo pro meu quarto, vesti a minissaia e a camiseta branca de alcinha como sempre, peguei a farinha na cozinha e subi pro 8º andar.
Depois de chamar, ela abriu a porta pra mim.
Oi, vizinha do 7º andar.
Tava num dia simpático e percebi que na hora ele olhou pros meus peitos.
Fala vizinho do 8d, tô devolvendo a farinha, valeu
Ele me olhou, hesitou por um momento:
De nada.
Aproveitei que o dia tava maneiro pra perguntar se agora ela podia me deixar um pouco de açúcar, assim dava pra esticar a situação e ouvir de novo os passos dela se aproximando, pra sentir aquela sensação que tanto curti da outra vez.
Claro, não fica aí na porta não, entra, por favor.
Valeu, entra e fecha a porta.
Quer tomar alguma coisa?
Não, obrigada. Vou te esperar aqui perto da porta, não quero atrapalhar.
Do jeito que você quiser.
E se afastou pelo corredor em direção à cozinha, não sem antes dar mais uma olhada disfarçada nos meus peitos.
Na hora, pude ouvir seus passos voltando devagar, fiquei toda excitada e meus bicos endureceram, morrendo de vontade de voltar pra casa e continuar minha punheta.
Quando apareci de novo no corredor, ele olhou pros meus peitos de novo, mas dessa vez bem mais sem vergonha. Meus bicos continuaram endurecendo, se roçando e marcando ainda mais na minha camiseta. Quando percebi que meus bicos tinham ficado duros de vez com o atrito da camiseta, notei que, na pressa, não tinha colocado calcinha. Por isso ele tava me olhando tão descarado agora — dava pra ver perfeitamente meus bicos marcados contra a camiseta.
Quando chegou perto de mim, ficou mais próximo do que o normal. Instintivamente, dei um passo pra trás, minhas costas encostaram na porta. Mesmo com o passo atrás, ele continuava bem perto de mim.
Aqui está o açúcar.
Ah, valeu.


Ele se grudou em mim, quase roçando meus peitos, e inspirou fundo.
Adoro o teu cheiro.
Pensei que era estranho, já que não passei perfume nem nada, mas mesmo assim agradeci.
Bom, vou nessa.


Já ia me virar pra sair de lá, quando ele disse:
Espera, caiu um brinco teu.
E sem se afastar um centímetro de mim, ela se agachou, apoiando os joelhos no chão.
Sem me dar tempo de reagir e sem se preocupar em disfarçar, ele levantou a vista. Daquela posição, ele conseguia ver minha buceta depilada por baixo da minha minissaia, ainda brilhando, molhada pelo começo da minha masturbação.
Ele inspirou de novo e disse:
Que cheiroso você é.
Levei minha mão até minha minissaia pra apertar contra o corpo e me cobrir, mas o vizinho do 8d foi mais rápido, enfiando a cabeça por baixo da minha saia de tecido largo, guiando os lábios e a língua direto pra minha buceta. Meu corpo colou inteiro na porta.
Não, espera.
Os lábios dela pousaram na minha buceta e ela começou a chupar.
Para, sou casada.
A língua dela se apoiou no meu clitóris, saboreando ele, e as mãos começaram a acariciar minhas coxas, fazendo pressão pra eu abrir mais as pernas.
Aguenta e não abre as coxas.
Não, por favor, meu marido...
As mãos dela apertaram de novo minhas coxas e a língua começou a lamber meu clitóris sem parar.
Minhas coxas foram cedendo devagar à pressão e se abrindo, agora a língua dela não focava mais no meu clitóris, mas na minha buceta inteira, lambendo tudo por completo. Minha buceta já molhada reagiu, soltando novos fluidos que a língua dela saboreava.
Lambendo sem parar, eu sentia a língua brincalhona dele por todo o meu clitóris, me deixando cada vez mais tesuda.
O saquinho de açúcar caiu no chão e as palmas das minhas mãos se apoiaram contra a porta, eu já não dizia nada, só gemia baixinho de prazer.
A língua dela me fazia gozar, sentia cada uma das lambidas, como a língua roçava no meu clitóris, as mãos dela acariciavam minhas coxas suavemente, meus mamilos endureceram ao extremo, dava pra sentir eles se esfregando na minha camiseta e marcando descaradamente. Olhei pra baixo e vi a cabeça dela enfiada debaixo da minha minissaia, encostei a cabeça na porta enquanto a língua dela acelerava e minha buceta ficava ainda mais molhada, fechei os olhos e comecei a ofegar.
Com os olhos fechados, extasiada de prazer, eu ouvia ele lambendo e sugando todos os meus sucos, o que só me deixava ainda mais tesuda.
Se não parar assim, falei pra ela.
Meu orgasmo tava chegando, sentia meu corpo todo excitadíssimo e logo ia gozar. Ele me fez entrar na casa dele.


Belisco com força meus mamilos por cima da minha camiseta, me fazendo gemer de novo. Depois, pegou com as mãos na minha regata e, com um puxão forte, rasgou ela, deixando meus peitos nus à mostra.

A camiseta rasgada caiu no chão e as mãos dele agarraram meus peitos, tocando, acariciando, apalpando com força e delicadeza ao mesmo tempo, pra depois levar os dedos de volta pros meus bicos e beliscar eles.
Eu gemi.
Ela se abaixou um pouco, começou a se mexer e lamber meus mamilos, passando de um para o outro sem descanso.
acabei de gritar.
Então o vizinho do 8D parou de lamber meus mamilos e, me agarrando pelo cabelo, se aproximou e me beijou com intensidade. Nossas línguas se entrelaçaram num beijo muito molhado, dava pra sentir o gosto da minha buceta na boca dele. Meu corpo se tensionou e minha buceta ficou toda molhada, comecei a gemer e gozei de novo.
O vizinho do 8D, vendo que minha minissaia era de cintura elástica, agarrou ela com as duas mãos e, puxando com firmeza, abaixou até meus pés. Não resisti, tirei um pé e depois o outro, deixando cair também minhas sapatilhas, enquanto soltava minha minissaia e ficava completamente pelada.

Ele ficou parado um instante observando meu cabelo, minha carinha, meus peitos nus com meus bicos duros e pontudos.
Continuava com o pau pra fora, então se acariciou umas duas vezes enquanto me olhava, e depois se aproximou de mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Me levo até o sofá, me coloco na frente e abro as pernas, e ele se acomoda entre elas. Agora sentia o pau dele duro sobre mim. Com a mão, ele colocou o pau entre os lábios da minha buceta quente até chegar na entrada da minha vagina e empurrou. Senti o pau dele dentro da minha buceta cada vez mais fundo, gemi baixinho. Ele continuou me penetrando, mas parou antes de enfiar tudo. Eu queria sentir ele todo dentro de mim, então continuei por ele. Comecei a descer, deslizando minha buceta pelo pau dele, sentindo ele cada vez mais dentro de mim até que entrou por completo. Naquele instante, meu quadril reagiu e começou a se mover pra frente e pra trás, me esfregando nele. Amo a sensação do meu clitóris molhado sentindo um pau bem dentro de mim. Não aguentei e comecei a me mover pra cima e pra baixo, pulando no pau dele cada vez mais rápido.
Se continuar assim, me dizia meu vizinho
Eu continuei pulando na pica dele, cada vez gemendo mais e mais alto. Ele tirou a pica e colocou na minha boca.
Ele colocou o pau na altura da minha cabeça, me pegou pelo cabelo, me virou pra ele e guiou minha cabeça até o pau dele. Encostou a pica nos meus lábios e depois pressionou com a cabeça grossa do pau neles. Abri a boca e comecei a chupar a cabeça do pau dele, sugando, apertando o começo da pica com meus lábios. Mas ele, me segurando pelo cabelo como tava, não se contentou com isso. Empurrou minha cabeça na direção dele enquanto empurrava a bunda pra frente e enfiou a pica até o fundo da minha garganta. Depois começou a se mexer, fodendo minha boca. Tirava o pau inteiro da minha boca e depois enfiava de novo de uma vez, uma e outra vez. Eu sentia ele deslizar pelos meus lábios enquanto entrava e saía, enquanto as mãos começaram a apertar meus peitos com força, puxando de vez em quando meus bicos pontudos, que já estavam bem sensíveis.
Então fiquei parada com a pica dele enfiada até o fundo da minha boca, a pica dele ficou dura, muito dura, sentia o inchaço nos meus lábios e pelos movimentos dava pra ver que ele tava prestes a gozar, aí ele tirou a pica da minha boca e, soltando meu cabelo, desceu do sofá, me mandou subir em cima dele.
Comecei de novo a me mexer em cima dele, pulando pra cima e pra baixo, as mãos dele seguraram firme minha bunda me ajudando nos movimentos, fazendo eu me mexer mais rápido ou mais devagar, aproveitando.




Meu orgasmo tava cada vez mais perto, meu corpo se contorcia de prazer.
Meu corpo ficou tenso, senti um calor, um calor que percorria todo o meu corpo, minha buceta escorria fluidos sem parar, eu me arqueava pelo intenso prazer que sentia, comecei a gritar, estava prestes a ter um orgasmo impressionante, cravei minhas unhas no corpo do meu vizinho, naquele instante o pau dele começou a soltar o leite dentro de mim, gozei intensamente sem parar de gritar extasiada.




Ficamos ali parados os dois, recuperando o fôlego depois dos nossos orgasmos. Senti o pau dele murchando, então agarrei ele.


com minhas mãos sentindo a dureza dela enquanto a masturbava com suavidade,

Ela chupava devagar, sem tirar ele da boca.
Eu continuei chupando o pau dele de um jeito quase guloso, saboreando ele. Ele começou a meter o pau dele na minha boca até o fundo da minha garganta, até meu rosto ficar colado no corpo dele. Eu já esperava ansiosa pra ele meter até o fundo, entrava e saía sem parar da minha boca, eu sentia ele escorrendo pelos meus lábios até desaparecer completamente dentro de mim. O pau dele endureceu ao máximo. Eu fiquei de joelhos, abri bem a boca e tomei todo o leite dele, engoli tudo. Que puta eu me senti, e sou.




Quando terminei, me levantei sentindo meus fluidos e os restos da porra dele escorrendo pelas minhas coxas. Me vesti e fui pra casa tomar um banho depois dessa trepada do caralho. Realmente, cada dia me sinto mais puta e mais safada. Beijos.

insaciável a cada vez mais

4 comentários - insaciável a cada vez mais

que suerte la de tu vecino. ojala yo podria cruzarte asi sos hermosa 😍
quiero sentir tu putes, poner mi pija entre tus, tetas..!! van los 10
que ganas de dejarte esa cara de putita bien llena de leche , me dejas @paraguaya28 ??

insaciável a cada vez mais
Cada vez mas caliente y guarra las experiencias que suerte el vecino!!!