Voltando às Origens 2

A confidência de Lúcia. Depois de um café da manhã suculento da Aída, tive que sair para arrumar um mestre de obras e instruí-lo pra consertar o escritório todo ferrado e encomendar os materiais necessários…, me ocupou o dia inteiro, mas eu precisava começar um censo das propriedades que se inscrevessem num programa de subsídios pra pequenos agricultores e tava em cima da hora. Liguei pro escritório central pra pegar informações e consultei meu chefe e amigo José sobre como tocar o serviço. Ele recomendou contratar um ajudante como secretário pra me acompanhar e preencher os formulários burocráticos. Nisso, lembrei que a roupa íntima das minhas anfitriãs tava num estado horrível e aproveitei pra pedir o favor de comprar e mandar três conjuntos variados de sutiãs, calcinhas, camisolas de algodão nos tamanhos que descrevi, como agradecimento pelos cuidados das moças. À noite cheguei cansado e suado, encontrei a casa vazia. Entrei e me despi, resolvi tomar um banho, lavando o cabelo com xampu, e me lavei rápido porque não tinha porta…, e quando tava me secando, achei ouvir a porta da sala se fechando. Saí pelado até a sala, tampando a cintura com a toalha, não tinha ninguém, mas estranhamente a mochila da Lúcia tava em cima da mesa. Apertei bem a toalha na cintura, e num minuto a porta se abriu e apareceu minha afilhada… “Oi padrinho, tá tudo fresquinho, cê tava tomando banho? É que tá um calor do caralho!” Ela disse e me beijou na bochecha. Fui pro meu quarto me trocar, mas fiquei pensativo sobre a mochila, porque tinha certeza que não tinha visto ela quando cheguei. Terminei de me vestir com uma camiseta e um bermudão bem folgado, mas fiquei com a impressão de que a Lúcia já tinha chegado há um tempo, acho que desde quando eu tava no banho… “Padrinho, cê se conserva muito bem, tem um corpo bem jovem, com tão pouco pelo…, deve ter deixado muitas namoradas na capital…” Meu gesto foi de estranheza ao ver um caminho incomum de… nossa conversa. Mas por isso não se preocupa, que aqui tem mulheres melhores, muito mais gostosas do que as patricinhas da cidade. Fiquei impressionado com a naturalidade da tagarelice dela sobre minhas relações sociais, sexuais ou sei lá do que aquela menina de 14 anos estava falando... Por exemplo, você não gosta da minha mãe? Ela está sozinha!! Em segredo, te conto que hoje ela disse que você é muito gostoso, acho que vocês formam um ótimo casal. A confidência me estranhou porque, apesar do compadrio e da atração que minha Comadre tinha, eu não a via com olhos de desejo, bom, até aquela manhã em que a vi pelada se banhando. Lúcia, eu não vim aqui procurar namorada, só trabalhar. Não nego que sua mãe é muito atraente, mas depois do meu divórcio não quero repetir a experiência, então não se meta a Cupido. A primeira grande trepada com a Mãe. Na hora chegou Alicia, agitada e com bastante pressa, carregando uma sacola de mangas, que sabia que eu gostava..., Raul, assim que vi as mangas, lembrei de você. Me conta como foi com os pedreiros..., mas deixa eu tomar um banho e me trocar... já conversamos agora. Quando Alicia entrou no quarto, um sorriso cruzou o rosto de Lúcia, e em voz baixa ela disse... Já pode ver que minha mãe é um amor, se comporta bem com ela, por favor. Deixo vocês a sós! Ela me disse, piscando um olho... Tchau, mãe, vou pra praça encontrar minhas amigas..., talvez demore um pouco..., disse saindo porta afora, enfatizando o "talvez demore" e sem me dar tempo de reagir. Acho que mãe e filha tinham combinado, ou Lúcia estava aproveitando pra facilitar algo entre a mãe e eu, porque na hora o chuveiro começou a cair, foi só eu me virar pro quarto e lá estava ela, nua, na moldura da porta do banheiro, minha Comadre de costas, com a bunda enorme e as pernas bem torneadas um pouco abertas, deixando a água escorrer pelo corpo liso. Um fio de água morna descia pelas costas dela, entrava na racha da bunda e seguia molhando as pernas lindas... pela frente, a água ia descendo em direção à buceta, encharcando-a deliciosamente também. Não tinha tomado nenhuma precaução para que não houvesse nenhum impedimento àquela visão espetacular. A pica dilatou ao máximo. Decidi que uma mulher assim não dava pra desprezar e resolvi curtir o espetáculo da sala. Alicia se virou pra me olhar, certificando-se de que eu a admirava, eu fiz como se só estivesse passando pela porta… Meio perturbado e pra não ser tão direto nos meus olhares, só me atrevi a dizer… Alicia, tenho um shampoo top! Não quer lavar esse cabelo tão lindo? Bom, se você me emprestar, agradeço. Passa pra cá, por favor! A naturalidade da nudez dela diante de mim já não me parecia nada demais. Peguei o pote de shampoo e cheguei até a porta do quarto, me deliciando com a beleza virginal da moça… Alicia, aqui está o shampoo. Continua, afinal você já me viu pelada, uma vez a mais não faz diferença. Acho que enquanto você estiver em casa, vamos ter que nos acostumar a nos ver pelados com frequência. Entrei no banheiro, olhando pra ela totalmente nua, de frente os peitos dela eram impressionantes. Impressionantes… Umas veias finas azuladas cortavam a pele daqueles globos enormes, finalizados por umas auréolas largas marcadas em bicos pontudos, a barriga levemente saliente e a ppk depilada com pelo escuro que adornava com um toque aveludado a buceta volumosa, com uma fenda vaginal profunda e lábios recolhidos, parecendo as coroas das águas-vivas. Abaixou a calça esportiva larga e deu pra ver o volume cheio e indecente da minha genitália, impossível de disfarçar completamente… Melhor, por que você não me ajuda? Não demorei a atender o pedido, me aproximando mais dela. É melhor você tirar a roupa, pra não molhar. O convite não podia ser mais claro nem mais óbvio. Tirei a camiseta e abaixei a calça. O ocupante pulou desafiador como uma mola apontada pro teto. Entrei no chuveiro, peguei o shampoo enquanto Alicia virava as costas pra mim, a ponta da pica se encaixou entre as massas das nalgas, enquanto passava o produto no cabelo dela. Minha bela Comadre empurrou a bunda contra meu pau, que deslizou pela parte de baixo das nádegas dela entre as pernas, senti os pelos raspados dela acariciando a glande, mas a rola não entrou. Só se ouvia o barulho da água caindo, tinha um silêncio cúmplice dos acontecimentos. Não dizíamos nada, mas tudo era óbvio, enquanto ela esfregava o cabelo, senti ela pegar meu pau com a mão e guiar até o centro da buceta dela, procurando entre os lábios carnudos a entrada da gruta da dama necessitada. Os anos dela na seca, em abstinência total de pica de garanhão, deixaram a coitada à beira do desespero, muito mais do que eu podia estar naquele momento. Só empurrei e, com a umidade, fui enfiando até o fundo, devagar, dilatando aquelas paredes quase virginais de tão apertadas que estavam… não dizíamos nada, só metia e tirava em movimentos cadenciados por vários minutos, de repente ela se abaixou, levantando a bunda, facilitando o acesso total… enterrei tudo sem cerimônia. Coloquei as mãos nos quadris dela pra controlar as idas e vindas do meu pau dentro daquele conejo faminto de rola, e continuei em silêncio metendo e tirando, ouvindo gemidos abafados dela. Sem preparo nenhum, eu tava fodendo minha Comadre sem nenhuma conversa sobre o assunto que servisse de antecedente… De repente, ela tirou minha arma, melada de fluidos grossos da buceta dela, dizendo… Enxágua meu cabelo e vamos pra cama, vamos ficar muito mais confortáveis. Chegamos depois de nos secar, saímos do banheiro e em nada ela sentou na cama enquanto eu, de pé, apontava meu cacete duro na cara dela… Compadre, esse pauzão descomunal como nunca tive pra mim, tenho que comer ele agora como deve ser!! Vi a mulher descontrolada da minha Comadre, a leoa devoradora de homens… Você precisa entender que tenho um tesão acumulado de muitos anos sem foder com uma Pau quente e tão viril… Espero que me entenda sem me julgar, mas preciso de uma boa transa pra apagar o fogo que me queima por dentro.
Nunca te julgaria por satisfazer uma necessidade fisiológica tão básica quanto a de se sentir mulher e fêmea…
Na boca dela se desenhou um sorriso cúmplice. Ela agarrou meu pau duro, descobrindo a glande lentamente do prepúcio — como ele era muito longo, teve que puxar tudo pra trás. A cabeça, vermelho intenso e brilhante, pulsava de excitação, com minhas veias bombeando sangue a todo vapor, enrijecendo o tronco como nunca, a ponto de doer de tão inchada que a pica tava. Olhando nos meus olhos, ela disse…
— Nossa, Raul, como suas veias estão saltadas! São espetaculares de tão inchadas! Já te disseram que você tem um pau muito bonito? Não é que eu conheça muitos, mas esse me agrada. Deixa eu chupar ele, hum? Tô morrendo de curiosidade pra provar uma masculinidade tão acentuada como a sua…
— Por favor, Comadre, considere ele como se fosse seu… Você não só pode, como precisa me chupar até se fartar de mamar.
Eu só peguei o rosto dela e guiei até a pica, que pedia um pouco de satisfação dos lábios sugestivos e carnudos da Alicia. A ponta da cabeça e um pouco do corte do prepúcio entraram na boca… Ela lambeu a divisão com o tronco, pra começar uma punheta com a mão direita enquanto mamava a cabaça. Ali estava aquela mulher que me sugava todo o prazer animal acumulado em meses, esfregando a mão no meu tronco e sugando com a boca minha glande gorda e inchada, enquanto me olhava nos olhos. Ela não deixou a outra mão parada: passou a acariciar minhas bolas, que de tão grandes não cabiam numa mão só… Algumas mulheres já me disseram que são um par de ovos tão grandes quanto os de um touro bravo, e não estavam erradas, porque produzem porra pra engravidar uma vaca. No rosto da Alicia, dava pra ver a excitação que ela sentia a cada enfiada até a campainha. A saliva escorria descontrolada pela boca dela, formando gotões que molhavam o queixo dela e minhas bolas, enquanto a mão dela deslizava pelo tronco duro. Num instante, lembrei do meu falecido compadre no meio do ritmo frenético da esposa dele me fazendo o boquete da minha vida…, senti um leve peso na consciência e tirei a pica da boca dela quando bateu uma bad… — Que foi, amor?! — Nada, é que lembrei do teu marido, mas continua chupando que tu manda muito bem. Querendo amenizar minha mancada, aquela culpa que ela já tinha superado há tempos, ela sussurrou baixinho… Compadre, meu Júlio te adorava tanto que eu sei que tu é a pessoa que ele mesmo teria escolhido pra suprir minha necessidade de mulher no cio. Ainda tenho toda minha atividade sexual intacta desde que ele nos deixou. Tu sempre teria sido o escolhido muito antes de qualquer estranho…, não só pra mim, mas também pras minhas meninas…, o escolhido por ele e por mim sem dúvida nenhuma entre um milhão de homens. Mal terminou de falar isso, abriu a boca esperando minha glande, peguei a pica, quando descobri a cabeça e enfiei entre os lábios dela…, ela chupou com gosto e começou a meter e tirar da boca ajudando com a mão. Em poucos minutos a porra anunciou que ia vazar, mas eu queria me deliciar com a buceta dela, na verdade precisava gozar dentro do útero dela e entupir de leite, louco pra engravidar ela. — Comadre, por favor, deixa eu meter nessa xota divina que tu tem entre as pernas. Desde anteontem que te vi pelada, fiquei fascinado com a racha gostosa que tu tem, parece um lugar delicioso, algo tão divino e maravilhoso que nenhum homem deveria ser privado disso nessa vida. Todo homem devia provar pelo menos uma vez na vida um prazer igual à tua buceta. A prova da minha fascinação tu teve quando no banheiro me deu uma vontade incontrolável de te fazer minha. — Mas o que tu tá me dizendo, compadre, minha boca, minha buceta, meu cu…, eu toda sou tua… Mas começa pela Me fode por frente, eu te imploro…! Ela disse, deixando em aberto a possibilidade de entrar pela porta dos fundos outra hora. A verdade é que, para ser a primeira vez, o certo era nos satisfazer pelo lugar que a natureza pré-projetou para essa função sexual. Ela se deitou de costas, puxou as pernas e abriu elas de par em par, se deixando foder completamente escarranchada. Que lábios tão grossos e grandes a buceta dela tinha! Ela abriu os longos pelegos de dobras sinuosas brilhando de lubrificação com os dedos…, apareceu a fenda rosada de onde brotava o mais puro aroma de mulher no cio. Ela separou os lábios e a caverna molhada se abriu me convidando pra entrar. Meu pau endureceu ainda mais, a ponto de estourar. Eu me meti entre as coxas dela, direcionei meu pau apontando pra ela, que entrou abrindo as paredes da buceta até chegar no fundo, fazendo várias pausas pra não machucar essa joia tão preciosa e delicada na necessária dilatação por causa do aperto do canal do prazer ancestral. Sem pausa nem demora, já tinha começado um delicioso vai e vem que foi aumentando de intensidade a cada metida. Alicia passou as pernas nas minhas costas, esfregando a vulva macia contra meu púbis em cada metida profunda, roçando o clitóris na minha pelagem grossa, conseguindo o deleite dela no caminho pro orgasmo desejado por toda dama quando quer gozar com o homem que tá cruzando com ela…, ela começou a gemer, terminando com gritinhos ao chegar no fundo do útero, batendo com minhas bolas no períneo dela…. Tudo junto…. Assim, assim, enfia toda essa tua vara em mim, papai…! Você tá tocando o fundo da minha buceta com essa cabeçona grossa do tamanho que você tem, seu filho da puta,…assim…assiiim… Me fode com força! Agora você pode meter forte…, minha buceta tá preparada pra receber as pirocadas desse pauzão que você tem. Ela desceu a mão até a buceta, enfiou os dedos em volta do pau… Caralho, compadre, você enterrou o pau inteiro até as bolas em mim…, não sobrou nada pra fora!! Tô chocada… Não sei como eu aguento Enfiar o trabuco inteiro na minha buceta. Com certeza você tá chegando em lugares virgens do meu útero. Enquanto apertava minhas costas com as pernas entrelaçadas e percebi que ela tava gozando com espasmos e gemidos… Minha nossa, que pau bom você tá enfiando em mim!, Tô Gozandooo, minha vida… Não sei por quê, mas tô gozando como nunca… Nisso comecei a ficar mais excitada ainda, se é que cabia naqueles momentos, senti meu gozo chegando e me deixei levar. Dei três enfiadas fundas e rápidas enquanto ela se contorcia em volta do pau com o orgasmo dela, se esbaldando com meu falo enfiado. Uma onda de dopamina disparou as primeiras duas descargas seguidas de jorros longos de porra que encheram a conchinha dela de uma só vez…, continuei metendo, me contorcendo em outros jorros de leite grosso e forte como os dois primeiros. Fiquei assim com pequenas enfiadas e tiradas, esvaziando meus sacos cheios de esperma gostoso, potencialmente carregados de milhões de espermatozoides prontos pro óbvio…, engravidar a mulher receptora. Não parei de inseminar minha Comadre no meio minuto que levei pra ficar seco, até o pau começar a amolecer, sinal claro de que era hora de desencaixar minha piroca da melhor acolhida em muitos anos. Não sei por quê, mas notei o reflexo de uma sombra que se mexeu na sala e um barulho suave de porta que achei ouvir, bem no momento em que me deixei cair ao lado dela de costas nos lençóis, completamente tranquilo sem estar exausto. Alicia se soltou do meu pedaço de pau meio mole, deixando o soro escorrendo pelas coxas. Ela foi pro banheiro me puxando pelo braço, tomamos banho juntos e depois me vesti apressado, saí do quarto, sentei na sala e logo Alicia saiu pra me fazer companhia… Comadre, valeu por essa foda…, de verdade, eu precisava. Não imaginei que ia chupar sua vara, é muito gostosa, sem contar o tamanho enorme. Quanto mede, por curiosidade…? Pois faz tempo que não Me meço, mas da última vez chegava a 22 cm e 6 de grossura… Não deve ter mudado nada desde que eu tinha 25 anos. Muito obrigado mesmo, meu corpo já tá agradecendo de tão bem que me sinto… Não fala assim, o favor quem fez foi você, Comadre. Cê precisa saber que os homens precisam gozar com frequência e eu já tava há semanas sem fazer isso e meses sem foder, sem contar a buceta gordinha e macia tão preciosa que você tem junto com o resto do seu corpo…, sua bunda, peitos, e claro seus olhões divinos me olhando naquele instante especial quando você sentiu meu gozo invadir suas entranhas. Foi uma das coisas mais espetaculares e lindas que vivi em anos! Bom, essa minha buceta gorda e macia é coisa de família, digo isso pela minha irmã que também tem uma bem fofinha com uma racha espetacular, mas o mais incrível das bocetas dela são os lábios vaginais bem maiores que os meus… Mas pra bucetas bonitas, as das minhas filhas. As duas têm uns cuzinhos frondosos pra idade delas com uma racha bem marcada, principalmente a da Lucía, que menina mais gostosa seria pra você por ter uma bucetinha grande e com certeza vai ser uma boa comedora daqui uns anos! Concordei, já que tinha tido a chance de conferir a da Aída e ela engoliu de uma vez só os 22 cm de carne trêmula que enfiei sem piedade. Sentamos pra conversar na sala, daí um tempo apareceu a Lucía sorrindo, me olhando de um jeito que não soube interpretar quando fui dormir exausto das tretas do dia… Até amanhã, padrinho, espero que tenha comido uma boa manga. Mamãe sempre escolhe as melhores pra família dela…, ela falou da porta quando já tinha ido pro quarto dormir sozinho, já que a Aída tinha ido pra casa de uma tia passar uns dias. Deitei relaxado depois de uma foda tão boa e dormi satisfeito, com os ovos descansados, orgulhoso de ter cumprido como o macho alfa daquela casa carente de uma presença masculina que equilibrasse o yin e o yang claramente puxado pro lado feminino. Medindo a menina. De manhã, quando acordei, a Alicia já tinha saído e a Lucia estava de roupão abotoado na frente, dava pra ver que não tava de sutiã porque os peitos dela balançavam. Ela já tinha me servido o café da manhã e eu perguntei…
Você não me disse nada se gostou da blusa que eu trouxe…
É verdade, não tive tempo, mas já vou experimentar, padrinho, num instante. Que sem-educação que fui com você!

Entrando no quarto, na mesma hora ela saiu pra sala só com a camisa nova vestida, que até a metade da coxa cobria umas calcinhas de algodão já surradinhas. As pernas dela, nuas, eram compridas, não muito grossas, mas bem torneadas. Ela tava se abotoando com dificuldade e comentou…
Padrinho, é muito bonita, mas acho que ficou um pouco pequena na frente, os botões não fecham. Me ajuda, por favor, porque esse é meu problema de sempre.
Que pena, querida…, não imaginava que você tivesses uns peitões tão grandes pra sua idade… Deixa comigo que eu fecho pra você.

Eu nunca tinha reparado direito nos peitos da minha afilhada por causa do uniforme escolar do dia a dia, mas agora, com a blusa meio aberta e sem sutiã, os peitões dela não combinavam com a menina que ela era. Os óculos davam uma visão contraditória entre garota inocente e adolescente excitante. Tentei pegar só os botões, mas não consegui por causa da abundância das massas mamárias…
Deixa que eu seguro um pouco minhas tetinhas.

Ela agarrou os peitos duros por cima da camisa, um em cada mão, que mal cabiam na minha palma, e eu fechei o botão com força, mas na mesma hora ele arrebentou de repente, deixando os peitões dela expostos e os biquinhos rosados juvenis meio cobertos, principalmente o esquerdo, que ficou quase todo de fora. Minha afilhada, por eu ser padrinho, deixou aquilo tudo à mostra com toda naturalidade, como se a nudez dela não pudesse me excitar…
Vamos ter que mandar ajustar, mas pega a fita métrica pra medir seu busto e passar a medida pra costureira.

Ela trouxe uma fita métrica e, com toda calma, desabotoei a camisa dela, que se abriu. deixando as mamas redondas e enormes à mostra, ela mesma abriu a camisa e as tetonas ficaram de fora, os mamilos pulavam sobre as grandes aréolas. Meu Deus, que tetas descomunais para um corpo tão fino de uma garota de 14 anos, as tetas eram de uma mãe amamentando num corpo quase infantil. Eu disse… Se você preferir, tira a camisa para eu medir, não tinha notado que você tem os peitos tão grandes e bonitos. Ela tirou, ficando só de calcinha de algodão, meio grande para a bunda e o quadril estreito. Aquela calcinha larga formava um volume estranho no púbis e cobria toda a virilha. Ela levantou os braços, passei a fita métrica em volta e medi na ponta dos mamilos, que estavam durinhos. Coloquei um dedo no direito, ao toque senti ele rijo, notei que as axilas já estavam depiladas, apesar da idade precoce e de ser de uma área rural onde não se costuma depilar. Os peitos eram redondos e lisos, me deu vontade de agarrá-los e chupá-los, mas me segurei de mamar aqueles mamilos duros e empinados que a menina tinha, mas ao roçar os mamilos com os dedos enquanto media, tive que disfarçar um pouco a ereção que começou a crescer sem jeito. Porra, a menina estava quase pelada, com um corpaço para os 14 anos que ninguém diria…, bunda pequena e com certeza virgem, e umas tetas frondosas de se perder… São 94 cm, bastante para a sua idade, mas você tem eles muito bonitos. Ela me olhou com satisfação… Que bom que você gosta, porque no colégio me deixam complexada por serem tão grandes, olha como eles balançam, acho que estão moles, pega neles para você sentir! Pois meu complexo vem de longe, desde os 9 anos eu já tinha peitos, eles apareceram dois anos antes que na maioria das minhas amigas. Agarrei e senti a firmeza das mamas, pesei os globos e depois peguei os mamilos entre os dedos, que se eriçaram duros, continuei apalpando com a total aceitação da Lucía e meu prazer… Neném, você tem uns peitos lindos, duros e macios… Olha como teus peitos tão durinhos…, parecendo pontas. Ei, não precisa contar pra sua mãe que medi teu busto pelado! Vamos aproveitar agora pra tirar a medida do teu quadril, caso eu tenha que comprar uns jeans pra você… Padrinho, quer que eu tire a calcinha pra me medir? Não precisa…, por cima mesmo eu tiro a medida, mal falei já me arrependi, mas tinha que respeitar minha afilhada, porra, com ela era quase como cometer incesto. Claro que me abaixei e pude ver o volume grande na virilha dela e, como se fosse a coisa mais normal, passei a fita sobre a buceta dela, colocando o dorso da mão sobre a monte de Vênus e senti um travesseirinho macio, mas cheio. Uns pelinhos tímidos apareciam na parte de cima da calcinha… Dá 92 cm. Cintura boa. Bom, vou tomar um banho porque tenho que sair, então, enquanto a gente fecha a porta, é melhor você sair do banheiro. Padrinho, eu guardo todos os segredos que o senhor quiser…, se quiser, pode tomar banho na minha frente que eu não conto nada. Olha, eu tô na sua frente o tempo todo só de calcinha bem usada e o senhor já viu meus peitos, sem contar que já tocou e apalpou eles… Mas eu sou… um homem… Não me deixou terminar, me rebateu de novo… Pelo amor de Deus, padrinho, posso ver o senhor pelado! Bom, por mim não tem problema, não é que eu tenha vergonha de ficar pelado na sua frente…, mas é melhor você dar uma saída pro quintal, não vá sua mãe chegar e me ver pelado na sua frente, ok. Saiu de má vontade, colocando uma toalha por cima, me despi e entrei no chuveiro. Quando tava me ensaboando, percebi que o pano na entrada do quarto se mexia. De relance, vi a Lúcia espiando. Me excitou saber que uma garota gostava de me ver pelado, me virei e peguei meu pau já duro e lavei ele batendo uma, o que fez ele ficar mais rijo ainda. Dava pra sentir o olhar da minha afilhada fixo no pau enquanto eu passava a mão. Mas vendo como tava tarde, resolvi cancelar meu ato. Assim que fechei o chuveiro, ouvi a porta do quintal. Fechar. Terminei de me vestir, e na hora entrou a Lúcia, que me olhava com olhos brilhantes e parecia toda acalorada. Deixei um dinheiro pra ela comprar mantimentos e saí pra continuar os trabalhos de reparo. Passei pra pegar a encomenda de lingerie e, quando fui conferir, percebi que meu amigo achou que era pra alguma conquista, porque eram umas calcinhas pequenas: duas do tipo fio-dental e uma tipo tanga. Coloquei tudo no carro e só voltei pra casa de noite… as luzes já estavam apagadas.

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