De volta às origens 2

A confidência de Lucía. Depois de um café da manhã suculento da Aída, coube a mim sair para conseguir um mestre de obras e instruí-lo para que consertasse os escritórios avariados e organizasse os materiais necessários…, isso me ocupou o dia todo, mas eu precisava iniciar um censo de propriedades que se inscrevessem num programa de subsídios para pequenos agricultores e o prazo estava apertado, liguei para a sede para conseguir informações e consultei meu chefe e amigo José sobre como avançar no trabalho. Ele me recomendou contratar um assistente como secretário para me acompanhar e preencher a papelada burocrática. Aí lembrei que a roupa íntima das minhas anfitriãs estava em mau estado e aproveitei para pedir o favor de ele comprar e me enviar três conjuntos sortidos de sutiãs, meias-calças, calcinhas e camisetas de algodão nos tamanhos que relatei, como agradecimento pelas atenções das moças. À noite cheguei cansado e suado, encontrando a casa vazia. Entrei e me despi, decidi tomar um banho lavando o cabelo com xampu e me lavei rápido já que não tinha porta…, e quando estava me secando me pareceu ouvir a porta da sala se fechando. Saí pelado até a sala tapando a cintura com a toalha, não havia ninguém mas estranhamente a mochila da Lucía estava sobre a mesa, apertei bem a toalha na cintura, e um minuto depois a porta se abriu e apareceu minha afilhada…
Oi, padrinho, tá tudo fresquinho, você estava tomando banho? É que tá um calorão da porra!
Ela disse e me beijou na bochecha. Fui para meu quarto me trocar, mas fiquei pensativo sobre a mochila, já que tinha certeza de não tê-la visto quando cheguei, terminei de me vestir com uma camiseta e um bermudão bem folgado, mas fiquei com a impressão de que a Lucía já tinha chegado há um tempinho, acho que desde quando eu estava no banho….
Padrinho, você se conserva muito bem, tem um corpo bem jovem, com tão pouco pelo…, você deve ter deixado muitas namoradas na capital….
Minha expressão foi de estranheza ao ver um caminho incomum de nossa conversa. Mas não se preocupe com isso, porque aqui tem mulheres melhores, muito mais fêmeas que as patricinhas da cidade. Fiquei impressionado com a naturalidade da verborragia dela sobre minhas relações sociais, sexuais ou sei lá do que uma garota de 14 anos estava falando… Por exemplo: "Você não gosta da minha mãe? Ela tá solteira!!" Entre nós, hoje ela me disse que você tá muito gostoso, acho que vocês fariam um belo casal. A confidência me surpreendeu porque, apesar da nossa amizade e da atratividade da minha Comadre, nunca a tinha visto com olhares de desejo — bem, até aquela manhã em que a vi pelada tomando banho. Lúcia, eu não vim atrás de namorada, só pra trabalhar. Não nego que sua mãe é muito atraente, mas depois do meu divórcio não quero repetir a experiência, então não faça de cupido. A primeira transa fodona com a Mãe. Na hora chegou Alice agitada e com muita pressa, carregando uma sacola de mangas que sabia que eu gostava… "Raul, assim que vi as mangas lembrei de você. Me conta como foi com os pedreiros… mas deixa eu tomar um banho e me trocar… a gente conversa depois." Quando Alice entrou no quarto, um sorriso cruzou o rosto de Lúcia, que sussurrou… "Você já pode ver que minha mãe é um amor, se comporte bem com ela, por favor. Deixo vocês sozinhos!" Ela me disse, piscando o olho… "Tchau, mãe, vou pra praça encontrar minhas amigas… talvez demore um pouco…" disse saindo pela porta, enfatizando o "talvez demore" e sem me dar tempo de reagir. Acho que mãe e filha tinham combinado ou Lúcia estava aproveitando para facilitar algo entre sua mãe e eu, porque na hora o chuveiro começou a cair. Bastou eu espiar o quarto e lá estava, nua no vão da porta do banheiro, minha Comadre de costas com sua bunda generosa e suas pernas bem formadas levemente abertas, deixando a água escorrer pelo seu corpo liso. Um filete de água morna percorria suas costas, entrava no meio da bunda e continuava molhando suas lindas pernas… pela frente, a água descia em direção à buceta, encharcando-a deliciosamente também. Não havia tomado nenhuma precaução para que não houvesse nenhum impedimento àquela visão espetacular. Meu pau dilatou totalmente. Decidi que uma mulher assim não podia ser desprezada e resolvi aproveitar o espetáculo da sala. Alicia se virou para me olhar, certificando-se de que eu a admirava, e eu finji que só estava passando pela porta… Um pouco perturbado e para não ser tão direto nos meus olhares, só ousei dizer… “Alicia, tenho um bom shampoo! Não quer lavar esse cabelo tão precioso?” “Bom, se me emprestar, agradeço. Pode passar, por favor!” A naturalidade de sua nudez diante de mim já não me parecia nada extraordinário, procurei o pote de shampoo e cheguei até a porta do quarto, regozijando-me na beleza virginal da dama… “Alicia, aqui está o shampoo.” “Continua, afinal você já me viu nua, mais uma vez não importa. Acho que enquanto estiver em casa, vamos ter que nos acostumar a nos ver pelados com frequência.” Entrei até o banheiro, olhando-a em sua nudez total, de frente seus seios impressionantes eram exatamente isso. Impressionantes…!!! Algumas finas veiazinhas azuladas sulcavam a pele daqueles globos, rematados por aréolas amplas e mamilos pontiagudos, a barriga levemente protuberante e seu púbis raspado, com alguns pelos escuros que adornavam de um aspecto aveludado a volumosa buceta de profunda fenda vaginal e lábios dobrados, semelhantes às coroas das medusas. Ao abaixar o calção esportivo folgado, era visível o volume impudico e cheio dos meus genitais, impossível de disfarçar de qualquer forma… “Aliás, por que não me ajuda?” Não demorei a atender ao seu pedido, me aproximando mais dela. “É melhor você tirar a roupa, para não se molhar.” O convite não poderia ser mais claro nem mais óbvio. Tirei a camiseta e abaixei a calça. Seu ocupante saltou desafiador como uma mola apontada para o teto. Entrei no chuveiro, peguei o shampoo enquanto Alicia me dava as costas, a ponta do pau se posicionou entre as massas de suas nalgas, enquanto aplicava o produto em seu cabelo. Minha bela Comadre empurrou sua bunda contra meu pau, que deslizou pela parte inferior de suas nádegas entre suas pernas, senti seus pelos raspados acariciando a glande, mas o cacete não entrou. Só se ouvia o barulho da água caindo, havia um silêncio cúmplice dos fatos que aconteciam. Não dizíamos nada, mas tudo era axiomático, enquanto esfregava seus cabelos senti que ela pegou meu pau com a mão e o direcionou ao centro de sua vulva, buscando entre seus carnudos lábios vaginais a entrada da gruta da necessitada da dama. Seus anos no dique seco, em uma abstinência absoluta de pica de garanhão, tinham a pobre mulher à beira do desespero, muito mais do que eu poderia estar naqueles momentos. Só empurrei e, com a umidade, fui enfiando até o fundo, pouco a pouco dilatando aquelas paredes quase virginais de tão apertadas que estavam…, não dizíamos nada, só metia e tirava em vai e vens cadenciados por vários minutos, de repente ela se agachou levantando sua bunda, facilitando meu acesso total…, enterrei tudo sem cerimônia. Coloquei as mãos em seus quadris para controlar as idas e vindas do meu pau dentro daquele formidável coelho faminto por rola, e continuei em silêncio enfiando e puxando, ouvindo-se leves gemidos abafados dela. Sem uma preparação prévia, estava comendo minha Comadre sem nenhuma conversa sobre o assunto que nos servisse de antecedente…. De repente, ela tirou minha arma impregnada de fluidos grossos de sua buceta, me dizendo… Enxágue meu cabelo e vamos para a cama, estaremos muito mais confortáveis. Chegamos depois de nos secarmos, saímos do banheiro e em pouco tempo ela se sentou na cama enquanto eu, de pé, apontava meu badalo ereto para seu rosto…, Compadre, esse pirocão descomunal como nunca tive para mim, tenho que comer agora como é devido!! Vi a mulher desenfreada da minha Comadre, a leoa devoradora de homens…. Você deve entender que tenho um tesão acumulado de muitos anos sem foder com uma pau quente e tão viril… Espero que me entenda sem me julgar, mas preciso de uma boa trepada pra apagar o fogo que me queima por dentro. Jamais te julgaria por satisfazer uma necessidade fisiológica tão básica quanto a de se sentir mulher e fêmea… Um sorriso de cumplicidade surgiu em sua boca. Ela agarrou meu cacete rígido, descobrindo a cabeça lentamente do prepúcio – como tinha muito, teve que puxar tudo – a cabeça vermelha intensa e brilhante pulsava de excitação, minhas veias bombeando sangue a todo vapor, deixando o pau duro como nunca, a ponto de doer de tão inchado que estava o tronco. Olhando nos meus olhos, ela disse… Nossa, Raúl, como suas veias estão marcadas! São espetaculares, tão inchadas que estão! Já te disseram que você tem um pau muito bonito?! Não é que eu conheça muitos, mas esse aqui eu gosto, deixa eu chupar ele, humm? Tô com muita curiosidade de sentir no paladar uma masculinidade tão acentuada quanto a sua… Por favor, comadre, considere como se fosse seu…, não só pode como eu preciso que você chupe até se cansar. Só peguei seu rosto e direcionei para o pau que pedia um pouco de satisfação de uns lábios sugestivos e carnudos como os da Alicia. A cabeça e um pouco mais da parte do prepúcio entraram na boca… ela lambeu a divisão entre a cabeça e o tronco, começando uma masturbação com a mão direita enquanto mamava a cabeça. Ali estava aquela mulher que me provocava todo o prazer animal acumulado em meses, esfregando com a mão meu tronco e chupando com a boca minha cabeça grossa e inchada, enquanto me olhava nos olhos. Não deixou a outra mão solta, mas passou a acariciar minhas bolas, que de tão cheias não cabiam numa mão só… algumas mulheres já comentaram que são um par de ovos tão grandes quanto os de um touro bravo, e não estavam erradas, pois produzem porra suficiente pra engravidar uma vaca. Na Alicia, o rosto refletia a excitação que sentia a cada enfiada até a campainha, a A saliva se acumulava mal na sua boca, escorrendo em grossos fios que encharcavam seu queixo e minhas bolas, passando por sua mão que envolvia o tronco duro. Num instante, lembrei do meu finado Compadre, no auge do frenesi da esposa dele me chupando como nunca… tive uma pontinha de culpa e tirei o pau da boca dela, broxando levemente… O que foi, querido?! Nada, é que lembrei do seu marido, mas continua chupando que você faz muito bem. Querendo tirar o peso da minha infração, aquela culpa que ela já havia superado há tempos, ela sussurrou pra mim… Compadre, meu Julio gostava tanto de você que eu sei que você seria a pessoa que ele teria escolhido pessoalmente pra cobrir minha necessidade fodida de mulher no cio. Ainda tenho toda minha atividade sexual intacta desde quando ele nos deixou. Você sempre teria sido o escolhido, muito antes de qualquer desconhecido… não só pra mim, mas também pras minhas meninas… o escolhido por ele e por mim, sem dúvida nenhuma entre um milhão de homens. Mal acabou de dizer isso, abriu a boca esperando minha glande, peguei no pau, quando expus a cabeça e enfiei entre seus lábios… ela chupou com vontade e começou a meter e sacar da boca, ajudando com a mão. Em alguns minutos, o gozo anunciou sua chegada, mas eu queria me deleitar com a buceta frondosa dela, na verdade precisava gozar dentro do útero e entupir de porra, impaciente pra engravidá-la. Comadre, por favor, deixa eu enfiar nesse buraco divino que você tem entre as pernas. Desde anteontem, quando te vi pelada, fiquei fascinado com a fenda frondosa que você tem, me parece um lugar delicioso, algo tão divino e maravilhoso que nenhum homem deveria ser privado de algo assim nessa vida. Todo homem deveria provar pelo menos uma vez na vida um prazer igual à sua buceta. A prova da minha fascinação você viu quando, no banheiro, me deu uma vontade incontrolável de te fazer minha. Mas o que você tá me dizendo, Compadre, minha boca, minha buceta, meu cu… eu inteirinha sou sua… Mas começa pela Me fode pela frente, te imploro...! Ela disse, deixando aberta a possibilidade de entrar pela porta dos fundos em outra ocasião. A verdade é que, para ser a primeira vez, o correto era nos satisfazermos por onde a natureza nos pré-projetou para tal função sexual. Ela se recostou de costas, ergueu as pernas abrindo-as completamente, ficando toda escancarada. Que lábios grossos e grandes sua buceta tinha! Abriu as longas pregas de pele sinuosas e brilhantes de lubrificação com os dedos... apareceu a fenda rosada da qual brotava o mais puro aroma de mulher no cio. Separou os lábios e sua caverna molhada se abriu, me convidando a entrar. Meu pau ficou ainda mais excitado, quase no limite de estourar. Me coloquei entre suas coxas, direcionei meu pau para lá, alinhando, e ele entrou abrindo as paredes vaginais até o fundo, fazendo várias pausas para não machucar aquela joia tão preciosa e delicada em sua necessária dilatação, devido à estreiteza de seu canal de prazer ancestral. Sem pausa ou demora, já havia iniciado um delicioso vai e vem que aumentava de intensidade a cada enfiada. Alicia passou as pernas pelas minhas costas, esfregando sua vulva macia contra meu púbis a cada penetração profunda, friccionando ao mesmo tempo o clitóris com minha pelagem áspera, obtendo seu deleite particular no caminho do orgasmo desejado por toda mulher quando quer gozar com o homem que está a comendo... começou a gemer, terminando com pequenos gritos quando eu chegava ao fundo do útero, batendo minhas bolas em seu períneo... Tudo ao mesmo tempo... Assim, assim, enfia toda sua tora, papai...! Você toca o fundo da minha xota com sua cabeça grossa, de tão grande que ela é, seu cabrão... assim... assim... Me fode com força! Agora você pode me dar com força... minha buceta está preparada para receber as pauladas desse pauzão que você tem. Ela baixou a mão até a xota, meteu os dedos em volta do pau... Caralho, compadre, você enfiou o pau todo até as bolas... não sobrou nada fora!! Estou impressionada... Não sei como eu consigo segurar o trabuco inteiro na minha buceta. Com certeza você está alcançando lugares virgens do meu útero. Enquanto ela apertava minhas costas com as pernas entrelaçadas e percebi que ela estava chegando, teve seu orgasmo com espasmos e gemidos… Compadre, que pica boa você está me atravessando!! Tô gozando, minha vida…! Não sei por que, mas tô gozando como nunca… Nessa hora comecei a me excitar ainda mais, se é que era possível, senti minha porra se aproximando e me deixei levar. Dei três enfiadas fundas rápidas enquanto ela se contorcia em volta da pica com o orgasmo, se deleitando com meu pau inserido. Uma onda de dopamina disparou as primeiras duas descargas sucessivas de jatos longos de porra que encheram sua xota de uma só vez… Continuei metendo, me convulsionando em outros jatos de leite grossos e potentes como os dois primeiros. Fiquei assim com pequenas metidas esvaziando minhas bolas comprometidas, cheias de esperma gostoso potencialmente carregado de milhões de espermatozoides prontos para o óbvio… engravidar a mulher receptora. Não parei de inseminar minha Comadre no meio minuto que levei para ficar seco, até que o pau começou a amolecer, sinal claro de que era hora de desancorar meu cacete da melhor recepção em muitos anos. Não sei por que, mas notei o reflexo de uma sombra que se moveu na sala e um barulho suave de porta, pareceu-me ouvir, justo no momento em que me deixei cair ao lado dela de costas sobre os lençóis, completamente tranquilo, sem ficar exausto. Alicia se desengatou do meu pedaço de pau semi-rígido, deixando o sêmen escorrendo pelas coxas. Ela foi para o banheiro me puxando pelo braço, tomamos banho juntos e depois me vesti apressado, saí do quarto, sentei na sala e então a Alicia saiu para me fazer companhia… Compadre, obrigada por essa trepada…, eu realmente precisava. Não imaginei comer seu tronco, é muito bom, sem contar como é enorme. Quanto você tem, por curiosidade…? Pois faz muito tempo que não… Eu me meço, mas da última vez chegava aos 22 cm e 6 de grossura… Não deve ter mudado nada desde os meus 25 anos. Muito obrigado mesmo, meu corpo tá agradecendo pelo bem que me sinto… Não seja assim, o favor foi você quem fez, Comadre. Você deve saber que nós homens precisamos gozar frequentemente e já fazia semanas sem fazer e meses sem foder, sem deixar de lado a bucetinha macia e preciosa que você tem junto com o resto do seu corpo…, sua bunda, peitos, e claro seus olhões divinos me olhando naquele instante especial quando você sentiu minha porra invadindo suas entranhas. Foi a coisa mais espetacular e linda que vivi em anos! Bom, essa minha buceta gorda e macia é de família, digo pela minha irmã que também tem uma bem fofinha com uma fenda espetacular, mas o mais incrível da xota dela são os lábios vaginais, muito maiores que os meus… Mas pra bocetas bonitas, as das minhas filhas. As duas têm uns bucetões frondosos pra idade, com uma fenda bem marcada, principalmente o da Lucía, que menina mais atraente pra você seria por ter uma bucetinha grande e com certeza vai ser uma boa chupadora daqui a uns anos! Eu concordei, já que tive a oportunidade de ver o da Aída e ela engoliu de uma vez só os 22 cm de carne trêmula que eu enfiei sem dó. Nos sentamos pra conversar na sala, depois de um tempo apareceu a Lucía sorridente, me olhando de um jeito que não soube interpretar quando eu ia dormir, exausto dos acontecimentos do dia… Até amanhã, padrinho, espero que você tenha comido uma boa manga. A mamãe sempre escolhe as melhores pra família…, ela me disse da porta quando eu já tinha entrado no quarto pra dormir sozinho, já que a Aída tinha ido pra casa de uma tia passar uns dias. Me deitei relaxado depois de uma boa trepada e dormi satisfeito com as bolas descansadas, orgulhoso de ter cumprido como o macho alfa daquela casa carente de uma presença masculina que equilibra o yin e yang, claramente inclinado pro lado feminino. Medindo a garota. De manhã, quando acordei, a Alicia já tinha saído e a Lúcia estava de roupão abotoado na frente. Dava pra ver que ela não estava de sutiã, porque os peitos balançavam. Ela já tinha me servido o café da manhã e eu perguntei… Você não me disse se gostou da blusa que te trouxe… É verdade, não tive tempo, mas já vou experimentar agora, padrinho. Que desconsiderado fui com você! Entrando no quarto, logo ela voltou pra sala só com a blusa nova, que cobria até a metade da coxa, e uma calcinha de algodão simples. As pernas dela, nuas, eram longas, não muito grossas, mas bem torneadas. Ela estava tentando abotoar com dificuldade e comentou… Padrinho, é muito bonita, mas acho que ficou um pouco apertada na frente, os botões não fecham. Me ajuda, por favor, porque esse é sempre meu problema. Sinto muito, querida… não imaginei que você tivesse uns peitos tão desenvolvidos pra sua idade… Deixa que eu fecho pra você. Eu nunca tinha reparado direito nos peitos da minha afilhada por causa do uniforme escolar, mas agora, com a blusa meio aberta e sem sutiã, aquelas tetas grandes não combinavam com a garota que ela era. Os óculos dela davam uma visão contraditória entre menina ingênua e adolescente excitante. Tentei pegar só nos botões, mas não consegui por causa do volume dos peitos… Deixa que eu seguro um pouco meus peitinhos. Ela agarrou as tetas duras por cima da blusa, uma em cada mão, que mal cabiam na minha palma, e eu fechei o botão bem apertado, mas na hora ele soltou de repente, deixando as tetas dela à mostra e meio cobrindo os mamilos rosados e jovens, principalmente o esquerdo, que ficou quase totalmente exposto. Minha afilhada, talvez por eu ser o padrinho, deixou descoberto com toda a naturalidade, como se a nudez dela não pudesse me excitar… Vamos ter que mandar arrumar, mas traz a fita métrica pra medir seu busto e dar o tamanho pra costureira. Ela trouxe uma fita métrica e, com toda a calma, eu desabotoei a blusa, que se abriu deixando seus seios fartos descobertos, ela mesma abriu a camisa e suas tetas enormes ficaram à mostra, os mamilos saltavam sobre suas grandes auréolas. Minha nossa, que peitos descomunais para um corpo tão delicado de uma garota de 14 anos, os seios eram de uma mãe amamentando em um corpo quase infantil. Eu disse… Se você acha melhor, tira a camisa para eu te medir, não tinha notado que você tem os seios tão grandes e bonitos. Ela a tirou, ficando só numa calcinha de algodão meio larga para seu bumbum e quadril estreito. Aquela calcinha, por ser larga, formava um volume estranho na sua pubis e cobria toda a sua virilha. Ela levantou os braços e eu passei a fita em volta e medi pela ponta dos seus mamilos, que estavam eretos. Coloquei um dedo no direito – ao toque, ele parecia rígido –, observei que suas axilas estavam depiladas, algo incomum para sua tenra idade e por pertencer a uma área rural onde não se costuma depilar. Os seios eram redondos e firmes, me deu vontade de pegá-los e chupá-los, mas me contive de mamar aqueles mamilos duros e pontudos que a menina tinha, mas ao roçar seus mamilos com meus dedos enquanto a media, tive que disfarçar um pouco a ereção que começou a subir sem piedade. Porra, a menina estava quase pelada, com um corpaço para seus 14 anos que ninguém diria…, bumbum pequeno e certamente virgem, e umas tetas fartas para se perder… São 94 cm, bastante para sua idade, mas você os tem muito bonitos. Ela me olhou com satisfação… Que bom que você gosta, porque no colégio me deixam complexada por serem tão grandes, olha como eles balançam, acho que estão macios, toca para você sentir! Bom, meu complexo vem de longe, já desde os 9 anos eu tinha peitos, eles apareceram dois anos antes que na maioria das minhas amigas. Eu os agarrei e senti a firmeza de seus seios, pesei seus globos e depois peguei seus mamilos entre os dedos, que se arrepiaram e endureceram, continuei massageando-os com a total aceitação da Lúcia e com meu próprio prazer… Nena, você tem umas tetas lindas, duras e macias… Olha como seus mamilos estão duros…, pontudos. Ei, você não precisa contar pra sua mãe que medi seu busto pelada! Vamos aproveitar agora pra medir seu quadril, caso eu precise comprar umas calças jeans… Padrinho, quer que eu tire a calcinha pra medir? Não precisa…, por cima mesmo eu tiro a medida, mal disse isso já me arrependi, mas tinha que respeitar minha afilhada, foda, com ela era quase como cometer incesto. Claro que me abaixei e pude ver o volume grande na sua virilha e, como se fosse normal, passei a fita métrica sobre sua vulva, colocando o dorso da mão sobre seu monte de Vênus e senti uma almofadinha macia, mas volumosa. Uns pelinhos tímidos apareciam na parte de cima da calcinha… São 92 cm. Você tem um quadril bom. Bom, vou tomar banho porque preciso sair, então enquanto arrumamos a porta, é melhor você sair do banheiro. Padrinho, eu guardo todos os segredos que você quiser…, se quiser, pode tomar banho na minha frente que eu não falo nada. Olha que eu estou na sua frente o tempo todo só de calcinha, bem usada por sinal, e você ainda viu meus peitos, sem contar que tocou e apertou eles… Mas olha eu… sou um homem… Ela não me deixou terminar, rebatendo de novo… Por favor, padrinho, posso ver você pelado? Bom, por mim não tem problema, não é que eu tenha vergonha de ficar pelado na sua frente…, mas é melhor você dar uma saidinha no quintal, não vá sua mãe chegar e me ver tomando banho peladão na sua frente, ok? Ela saiu de má vontade, colocando uma toalha por cima, eu me despi e entrei no chuveiro, enquanto me ensaboava percebi que o véu na entrada do quarto se mexia, de relance pude ver a cara da Lucía espiando. Me excitou que uma garota gostasse de me ver pelado, virei e peguei meu pau já empinado e lavei ele, me masturbando, o que deixou ele ainda mais duro. Podia sentir o olhar da minha afilhada fixo no pau enquanto eu esfregava. Mas vendo a hora avançada, decidi cancelar meu ato, assim que fechei o chuveiro ouvi a porta do quintal. fechar. Terminei de me vestir, e na hora entrou a Lucía me olhando com olhos brilhantes e dava pra ver que estava excitada, deixei um dinheiro pra ela comprar mantimentos e saí pra continuar os trabalhos de reparo. Passei pra buscar a encomenda de roupa íntima e ao abrir, percebi que meu amigo deve ter imaginado que era pra alguma conquista, porque eram umas calcinhas pequenas, duas tipo bikini e uma tipo fio-dental, coloquei no carro e só voltei pra casa à noite…, as luzes já estavam apagadas.

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