Ringggg *chamam da portaria* - O entregador tá aqui. - Fala pra ele subir, valeu. Minuto depois tocam a campainha do apartamento, abro a porta. Fiquei paralisada, não dava pra acreditar como o cara era gostoso. Moreno, jovem - talvez até demais, quase no limite do ilegal, diria -, barba bem feita, lábios carnudos, corpo bonito, um pouco mais alto que eu, mas o que me molhou na hora: a voz dele. Uma voz penetrante, autoritária, poderosa. Não tinha troco, então tive que revirar o apartamento atrás da carteira onde podia ter algum trocado. Fiz isso com a porta entreaberta e o garoto parado do lado de fora. Umas duas vezes peguei ele me olhando. Não podia reclamar, recebi ele logo depois de tomar banho. Tava usando um short jeans super curto e justinho, uma regata clara sem sutiã que marcava a silhueta dos meus bicos, cabelo solto e molhado, ainda meio bagunçado. Achei um troco, mas não deu pro valor total do pedido. Passo o dinheiro pra ele e falo: tão faltando 50 reais, como é que faz? A gente acerta no próximo pedido? Ele me encara, e sem hesitar responde: "Ou... a gente pode acertar agora", e dá um passo pra dentro do apartamento, parando bem na minha frente. Eu: Ah, é? E como você quer acertar? Ele: (me puxando de leve pra parede, coloca uma mão na minha cintura) Você é uma gostosa, e me deixou durão te vendo andar assim vestida pelo apartamento. Eu: (com a maior cara de safada, puxando ele mais pra perto pra sentir) E o que eu posso fazer a respeito? Ele me vira de costas, minhas mãos apoiadas na parede. Mostro a bunda e balanço ela de leve de um lado pro outro umas vezes. Sem perder tempo, com uma mão ele puxa toda a minha roupa pra baixo num movimento só, enquanto com a outra abre o zíper e abaixa um pouco a calça. Tira a pica e encosta na minha bunda. Não dá pra explicar o que era aquela pica, uma loucura. Bem comprida e grossa, cheia de veias, duríssima. Um doce pra foder. Sempre que dá oportunidade. Ele pega nos meus peitos e brinca com meu clitóris, quase sem falar nada. Depois de uns minutos, pega no pau dele com a mão e encosta na entrada da minha buceta, e mete até o fundo. O grito de prazer que eu soltei, arqueando um pouco mais as costas pra ele me penetrar por completo. A maneira como aquele cara me comeu, digna de filme pornô. Acho que a idade (depois descobri que ele tinha 19 anos na época) dava aquele toque de desespero pra foder, embora desse pra ver que não era nenhum novato. Ele me agarrava pelos quadris, pelo ombro, pelo cabelo, pelos peitos... por qualquer superfície que pudesse pra me comer mais e mais forte. Continuou assim por uns minutos até que disse que ia gozar. Olhei pra ele por cima do ombro e soltei as palavras mágicas que abriram as comportas daquele pau e me fizeram sentir completamente cheia de porra: "Goza dentro de mim..." Quando parei de sentir ele gozando, afastei ele um pouco, me ajoelhei na frente dele e limpei o pau dele só na língua. Perguntei se ele se sentia pago, ele respondeu que sim e me despedi com um "Valeu, até mais". (Claro que isso se repetiu várias vezes, que talvez eu conte mais pra frente...)
13 comentários - Un polvo rapido con el pibe del delivery
Y senti k era yo kien te cojia
Y m la dejaste bn dura
Y x responder el comentario