Segunda parte
No dia seguinte acordei cedo, olhei pra minha esposa e ela dormia tranquilamente com um sorriso no rosto, não quis acordá-la, então me levantei devagar, olhei pra ela de novo e ela continuava nua, ainda sorrindo e abraçando o travesseiro. Lembrei da noite anterior, desde que ela dançou com todo mundo até o estacionamento, e depois dando pro primo na caminhonete. Na hora fiquei de pau duro, fechei os olhos e lembrei da pica do meu primo na buceta dela e no cu dela, e depois a boca e o rosto dela cheios de porra. Abri os olhos e vi o rosto dela, ainda tinha restos da gozada do Marcos, e aí lembrei que ela não tinha se lavado. Decidi tomar um banho e me masturbei enquanto fazia isso, lembrando do que tinha acontecido.
Quando ela saiu, já estava acordada. Perguntei como ela estava e ela respondeu que bem, se levantou, me deu um beijo. Lembrei que ainda tinha o esperma do meu primo no rosto, mas não falei nada e beijei ela. Depois ela disse que ia tomar um banho e entrou no chuveiro. Eu me vesti e liguei a televisão. Quando ela saiu, fez o mesmo. Depois tomamos café da manhã sem mencionar o que tinha rolado com o primo.
Mais tarde, saímos pra procurar as crianças, mas elas não estavam em casa — tinham saído cedo com meu tio pra praia e iam voltar só à tarde. Então, pra matar o tempo, fomos dar um rolê no centro. Caminhamos um pouco, ela tava super feliz, olhava tudo, sorria pra todo mundo, tava radiante como nunca. Mas quando chegamos na praça, já não aguentei e perguntei o que ela sentia sobre o que rolou com o primo na noite anterior. Ela baixou o olhar, ficou em silêncio e apertou minha mão.
Não falei nada e esperei a resposta dela — Não sei o que aconteceu.... tudo foi muito rápido e excitante
É, comigo também foi a mesma coisa mas.... e agora, o que a gente faz?.....
não sei.....
Você gostou de ficar com ele?.....
Acho que isso é mais que óbvio, amor.....
Você gostaria de ficar com ele de novo?.....
Não sei, amor, lembro e fico excitada, mas tenho medo.....
Medo de quê?.....
Não sei, de você, da gente, de mim, do que pode acontecer depois.....
Depois??....
É que eu gostei demais de ficar com seu primo e não quero depender dele no futuro.....
No futuro? mas isso não vai acontecer, lembra que a gente só tá de férias......
Ela me olhou e o brilho nos olhos dela era de excitação, ela perguntou.....
Então, você não tá bravo?.....
Claro que não, amor,..... e você, quer ficar com ele de novo?.....
De novo ela ficou em silêncio e eu esperei, ela parou, me olhou de frente e disse.....
Claro que sim, amor, eu gostaria de ficar com ele de novo.....
Então vamos fazer isso.....
Tem certeza?? e sua família??, eles não vão perceber??, como a gente faz?.....
Isso deixa comigo e além disso, se a gente for discreto ninguém vai notar, mas primeiro a gente tem que ir às compras, lembra da roupa que ele quer que você use.....
Ela sorriu de novo e disse então vamos às compras.
Fomos pra uma cidade vizinha pra não chamar tanta atenção, andamos por várias lojas mas não conseguimos achar nada que a gente gostasse e o dia tava acabando, foi aí que me veio a ideia de a gente ir numa sexshop, achamos que era uma boa ideia, então procuramos no celular uma que fosse perto. Encontramos duas, aí pegamos um táxi e fomos na que parecia maior.
Chegamos e era uma mina que tava atendendo, falei o que a gente tava procurando e ela mostrou várias opções, com ela encontramos exatamente o que a gente queria. Comprei duas blusas brancas de alcinha (tipo de basquete), uma ficou um pouco grande nela, mas fazia um decote que descia bem até os biquinhos do peito dela, e pelos lados dava pra ver os peitos dela quase inteiros. Com um movimento mais brusco, era óbvio que os peitos iam pular pra fora da blusa, e se ela se abaixasse, dava pra ver como se ela tivesse pelada.
A segunda camisa ficava bem justa nela e os bicos dos peitos marcavam totalmente, parecia até que ia rasgar o tecido. Como o pano era mais fino, dava pra ver os peitos por baixo, e, segundo a vendedora, se molhasse, ficaria transparente como se ela estivesse pelada.
A terceira blusa era tipo social, justa no corpo e com botões na frente. O tecido também era transparente, e dois bolsos pequenos na frente cobriam os bicos dos peitos se ela não usasse nada por baixo. Além disso, como era de botões, a profundidade do decote você escolhe.
Também duas minissaias: uma preta bem curtinha que mal cobria a bunda dela e tinha uma abertura lateral que subia quase até a cintura, deixando a perna dela completamente à mostra; a outra era branca, um pouco mais comprida, mas o tecido era tipo gaze e dava pra ver um pouco a calcinha se prestasse atenção; a terceira era longa até os joelhos, rosa claro, de tecido bem fininho que grudava muito no corpo, com uma abertura nas laterais que subia até a cintura e se fechava com fios, então tinha que usar sem calcinha.
Já contentes com nossas compras, fui até o caixa, mas ela chamou a gerente e pediu algo que não ouvi. As duas voltaram pra loja e retornaram 10 minutos depois. Na hora de pagar, foi ela quem fez, e vi que ela levava algo a mais, mas não consegui ver o que era. Com as compras feitas, decidimos voltar pra casa, até porque já estava meio tarde.
Na volta, passamos pra pegar os meninos, mas eles não quiseram voltar, então o tio falou pra deixar eles lá, já que era férias e a gente devia aproveitar o tempo livre. Eu e minha esposa pensamos e concordamos, falamos que levaria roupa no dia seguinte e fomos pra casa.
Quando chegamos, o tio que nos emprestou a casa já estava nos esperando. Entramos, batemos um papo e, depois de um tempo, ele me chamou pra conversar. Acontece que alguém que alugava a casa dele precisava dela por 8 meses e pagava adiantado. Como essa casa faz parte da renda dele, a gente teria que sair e voltar pro hotel. Mas a tia disse que não. Outro primo, o Raul, também ia voltar pra passar as férias com a família, e eles iam fazer um jantar pra recebê-lo. Ela disse que ia mencionar nossa situação pra ver se a gente ficava na casa de alguém e não precisasse pagar hotel. Sozinhos depois, minha esposa confessou que não se sentia confortável com isso, mas combinamos de deixar eles fazerem pra não ofender ninguém, e depois a gente decidiria o que fazer.
Naquela noite, a gente ia ver o Marcos de novo e eu tava excitado pra ver o que a minha esposa ia vestir pra jantar, mas depois de um tempão fazendo testes, percebemos que o que o Marcos queria era demais, considerando que a gente tava com a família. Então ela só vestiu um vestido leve, sem nada de especial, mas o que a gente podia fazer?
O jantar foi rolando sem problemas, toda a atenção foi pro Raul, o primo que tinha acabado de chegar. Risada pra cá, risada pra lá, nada fora do normal, e assim chegamos quase meia-noite. Eu tava batendo papo com o Raul e meus tios, aí procurei minha esposa com o olhar e não vi ela em lugar nenhum. Não liguei muito, mas lembrei do Marcos e procurei ele... e... !! também não tava !! Meu coração disparou e eu tive uma ereção na hora, minha visão ficou turva só de pensar que alguma coisa tava rolando, e na frente da família toda. Discretamente, saí da conversa e comecei a procurar os dois. Não via nenhum dos dois em canto nenhum, o que quase confirmava minhas suspeitas. Aí lembrei que num lado da casa tinha um depósito e atrás um quartinho de bagunça, e fui pra lá.
Quando me aproximei, notei que a porta não tinha tranca e ouvia uns barulhos. Abri e quase minhas pernas bambearam: minha mulher estava de joelhos sobre uma pilha de sacos de cimento, se segurando como podia, com a boca aberta, puxando o ar em golfadas e os olhos revirados, com uma cara de safada que eu nunca tinha visto. Os peitos estavam para fora do vestido e balançavam no ritmo da foda que o Marcos estava dando nela. O vestido dela estava enrolado na cintura, o Marcos tinha as calças no chão e enfiava a pica tão rápido e forte na pussy da minha mulher que pensei que ia rasgar ela toda. Ele puxava ela pelo cabelo e esticava pra trás, obrigando ela a levantar a cara a cada estocada que dava.
Marcos me viu entrar, mas não parou de foder ela, pelo contrário, meteu ainda com mais força. Dava pra ouvir o barulho das bolas dele batendo na bunda da minha mulher. Com um sorriso de vitória, ele só falou pra me perguntar... "O que cê tá fazendo aqui?? Sai fora, não tá vendo que a gente tá ocupado?!" Eu não soube o que responder, olhei pra minha mulher e a única coisa que falei foi a pergunta mais idiota que a gente, homem, costuma fazer nessa hora... "Amor, cê tá bem??" Ela me olhou com os olhos vidrados de prazer, mas não disse uma palavra, enquanto Marcos soltava uma gargalhada gostosa... "Vaza daqui e deixa a gente!!" ele gritou entre risadas.
Humilhado, saí do depósito tentando que ninguém me visse, mas antes precisei ajeitar uma ereção dolorosa. Fui me juntar à família, disfarçando o que sentia, mas por dentro eu morria de ciúmes e tesão. Por um lado, queria olhar; por outro, queria que eles saíssem — mas isso era só pra ver a cara da minha mulher. Sabia o que estavam fazendo, até pensei que podia ouvi-los, mas o ciúme e a inveja me consumiam por ser o Marcos quem dava todo aquele prazer pra ela.
De nervoso, nem sei quanto tempo passou até ver o Marcos voltar pra festa e, como era de se esperar, ele vinha com cara de vitorioso e um sorrisão estampado na cara. Chegou fazendo piada como sempre, ninguém perguntou onde ele tinha passado tanto tempo, brindou pelo recém-chegado, as brincadeiras e os chistes continuaram, e minha mulher não aparecia. Disfarçadamente, quis ir até aquele quartinho, mas quando dei um passo, o Marcos me chamou, me abraçou pelos ombros e não deixou eu sair dali. E com aquele jeito clássico de quem venceu, continuou zoando com todo mundo.
Umas 10 minutos depois, minha mulher apareceu na porta de casa. Tentei me soltar do Marcos pra ir até ela, mas ele me segurou firme e de novo não me deixou mexer. Fiquei na vontade de conversar com ela sobre o que tinha rolado. A festa seguiu até de madrugada e, quando todo mundo já tava falando em ir embora, o tio falou com geral e mencionou nossa situação de hospedagem, que a gente ia precisar de abrigo pelo resto das férias. Como era de se esperar, surgiram várias propostas, mas a que me surpreendeu foi a da prima Marcela.
Ela é irmã do Marcos. O marido da Marcela ia operar daqui a três dias, mas como era em outra cidade e ele tinha que entrar no hospital um dia antes da cirurgia, eles iam embora no dia seguinte à tarde. Depois da cirurgia, o marido dela precisava ficar dois dias internado em observação e não poderia viajar por mais quinze dias, então a Marcela ia ficar com uma das cunhadas dela pra cuidar dele. A casa dela ia ficar vazia, e ela disse que a gente podia ficar lá pelo resto das férias, assim a gente já ajudava a cuidar da casa.
Isso convenceu todo mundo e me deixou excitada com essa oferta, por quê? Porque acontece que a Marcela tem a casa dela nos fundos da casa do Marcos e os terrenos não têm muro divisório, é como se fosse um único terreno com casas nas duas pontas. Eu não soube como dizer não, então tive que aceitar a oferta e agradecer. Fechado o trato, todo mundo foi descansar.
Chegando em casa, abracei minha mulher pela cintura e beijei o pescoço dela, comecei a acariciar ela e ela, toda dengosa, se soltou de mim e falou... hoje não, amorzinho, tô exausta, o Marcos não me deixou arrumar direito ainda há pouco e eu cansei demais, depois te compenso, tá?... não esperou minha resposta e foi direto pra cama, só tirou os sapatos, nem trocou o vestido e, de novo, nem se lavou. Não falei nada e me deitei com uma ereção que já começava a doer.
No dia seguinte, o tio chegou cedo pra ajudar a gente a mudar de casa. A gente não tinha desfeito as malas, então não demorou muito. Ele não parava de se desculpar pelo que aconteceu, e eu dizia pra ele não se preocupar, que não tinha problema. Quando chegamos na casa da Marcela, ela nos recebeu toda animada e feliz por a casa dela não ficar vazia esse tempo todo. Ela nos deu as chaves da casa e, duas horas depois, ela e o marido se despediram da gente, falando que a casa era nossa e pra não nos preocuparmos com nada. Quis acompanhá-los até a rodoviária pra me despedir, mas ela não deixou, disse que era melhor a gente conhecer a casa e se instalar. E assim eles foram embora, Marcos foi junto. Só desejamos tudo de bom na cirurgia do marido dela e voltamos pra casa.
Depois de uma hora, Marcos voltou, mas veio com o vizinho, que era o Eduardo, um colega do colégio com quem eu sempre brigava pelas gostosas da sala. Fizemos as apresentações, e quando Eduardo cumprimentou minha mulher, apertou a mão dela e se aproximou para dar um beijo, mas chegou bem perto dos lábios, enquanto a outra mão colocou quase na bunda dela. Ninguém falou nada. Depois, Marcos explicou que ele seria nosso vizinho.
Marcos pegou umas cadeiras e sentamos nós três, ele e Eduardo de costas pra casa e eu de frente pra ela, minha mulher entrou em casa e depois de cinco minutos Marcos disse que tava cansado e que ia dormir, mas que ia pegar umas cervejas da geladeira e entrou pra dentro. Continuei conversando com Eduardo quando de repente vejo o Marcos lá dentro da casa carregando minha mulher, segurando ela pelas nádegas. Ele a baixou e se colocou na frente da porta, deixando ela de costas pra gente. Dava pra ver ele enfiando as mãos dentro da calça dela e apalpando a bunda da minha mulher, depois desabotoou a calça dela e puxou até os joelhos. Ele apalpava as nádegas dela enquanto beijava ela com tesão, e então me olhou com aquele sorrisinho de safado, abriu as nádegas dela pra me mostrar o cu dela, depois enfiou dois dedos na boca da minha mulher pra ela chupar e esfregou eles no cu dela. Ela só gemeu baixinho, mas não reclamou nem se mexeu do lugar. Depois ele virou ela de lado e levantou a blusa dela, começou a chupar os peitos da minha mulher enquanto dedava a buceta dela, e ela mordia os lábios pra não gritar de prazer, e tudo isso nas costas do Eduardo, que continuava falando comigo sobre sei lá o quê.
Depois, Marcos tirou a pica da bermuda, pegou a mão direita da minha mulher, cuspiu nela e fez ela bater uma punheta pra ele. Repetiu isso três vezes, depois puxou o cabelo da minha esposa e "obrigou" ela a se ajoelhar. Ela chupou os ovos dele, aí ele bateu na cara dela com a pica e esfregou o quanto quis. Quando minha mulher abriu a boca pra mamar ele, ele se virou e foi embora pra casa, deixando ela de boca aberta, louca por pica e tremendo de tesão.
De repente Eduardo me tirou do meu torpor, me dizendo que já ia embora. Eu me levantei, tentando evitar que ele visse minha esposa seminua e de joelhos na sala. Despedi o Eduardo, cuidando para que ele não olhasse para dentro de casa, e corri para minha esposa. Encontrei ela na cama, ainda ofegante de tesão. Quis pegá-la, e ela disse… Não, não, espera… O que foi? … Ela disse que hoje à noite faríamos algo especial, mas queria estar com tesão, por isso não ia me dar… Tá bom, mas o que ela quer fazer? … Ela não me disse, mas sabe de uma coisa? Quero transar, amor, não me importa. Me pega agora e daqui a pouco a gente vai com ele, sim? … Mas agora fui eu quem hesitou, e, feito um corno, pensei que se ela queria que minha mulher estivesse com tesão, então tinha algo preparado. Eu disse… Tá bom, mas primeiro vou tomar um banho… E saí do quarto sem esperar resposta.
Claro que não comi minha mulher. Quando saí do banho, falei pra ela entrar e ela foi. Quando ela saiu, fingi que tava dormindo. Ela se jogou na cama, mas não falou nada. Quando olhei pra ela, tava dormindo tranquilamente. Levantei com cuidado pra não acordar ela e fui ver TV na sala, pensando: "O que será que o Marcos tem preparado pra gente?" Ou melhor, "o que será que ele vai preparar pra minha mulher?
Quando minha esposa acordou, sentou comigo na sala e se encostou no meu peito, me deu um beijo e começamos a nos acariciar. Ela tirou meu pau da bermuda e começou a chupar. Eu falei… espera, tô muito excitado… e ela respondeu… goza, amorzinho, quero leite, hmm… e continuou chupando. Mas quando já sentia que ia gozar, entrou o Marcos… "O que que é isso, pombinhos, tão fazendo safadezas??!!!" Minha esposa me soltou e levantou pra cumprimentar ele, me deixando sem gozar e com o pau durasso.
Ele pediu pra minha esposa servir algo pra ele comer, ela topou e foram pra cozinha. Eu continuei vendo TV, esperando a excitação passar. Depois de um tempo, consegui me concentrar na programação e esqueci o que tinha rolado. Não sei quanto tempo passou até eu lembrar que o Marcos tava em casa, e aí a excitação voltou de repente, ainda mais porque, pelo que eu lembrava, eles tinham ido pra cozinha preparar algo pra comer e não tinham voltado.
Levantei do sofá e fui pra cozinha tentando não fazer barulho, quando entrei, estranhei não ver ninguém. Procurei eles pela casa, mas não achei, até que olhei pro quintal. Lá estavam eles, escondidos entre as árvores do jardim, mas visíveis porque era dia. Me aproximei, e minha esposa tentou soltar o Marcos, mas ele não deixou e continuou beijando e apalpando ela, e ela não resistiu. Falei que a gente devia entrar, porque alguém podia ver, e pra minha surpresa o Marcos topou, mas no caminho todo ele parou várias vezes pra beijar e acariciar minha esposa, e nunca largou as bundas dela.
Quando entrou em casa, o Marcos disse que iam descansar e que eu não enchesse o saco deles. Foram pro que depois viraria o quarto principal, com a porta aberta pra eu ver. Ele se pelou e mandou a minha esposa fazer o mesmo. Já pelada, mandou ela me entregar a roupa dos dois. Ela fez isso e voltou pro quarto. O Marcos fechou a porta por dentro e eu não vi mais eles o dia inteiro. Ele só me chamou pra levar comida, mas ficou parado na porta, pelado como tava, sem me deixar passar, e também não consegui ver minha mulher.
Já no fim da tarde, os dois saíram do quarto e foram tomar banho. Saíram do banheiro só de roupa íntima e ficaram assim pela casa. Mais tarde, reclamaram do calor, e o Marcos mandou eu armar uma rede no quintal perto da casa dele, e depois ir na venda comprar uns petiscos e cerveja. Quando voltei, eles continuavam do mesmo jeito, e a gente ficou vendo TV até de noite, tudo isso sem a minha mulher se desgrudar do Marcos. Parecia que eles é que eram os casados e eu, um convidado.
Lá pra uma hora da madrugada, o Marcos levantou do sofá e tirou a cueca, e minha mulher fez o mesmo. Aí ele desligou a TV e mandou eu apagar as luzes da casa, e também as do quintal, deixando acesas só as da cozinha, que não clareavam muito pra fora nem com as janelas abertas. O quintal ficou na penumbra, e dava pra enxergar no máximo uns dois metros de distância.
Então os dois saíram pelados pro quintal. O Marcos tava com a mão direita na bunda da minha mulher, enfiando os dedos no meio, brincando com o cu dela, e ela pegava no pau dele com a mão esquerda. Passaram por mim sem nem olhar na minha cara. Eu fui atrás deles, bem pertinho. Quando chegaram na rede, o Marcos se encostou numa árvore e abraçou a minha mulher. Ficaram se beijando e se acariciando. Ele tava masturbando ela com dois dedos, e ela gemia de tesão, sem parar de passar a mão no pau e nas bolas dele. Enquanto isso, eu tava preocupado que alguém pudesse ver a gente.
Depois puxei ela pelo cabelo e “obriguei” ela a se ajoelhar e, sem soltar o rosto dela, enfiou o pau na boca da minha mulher, que chupou e chupou aquele pau e chupou as bolas dele e de novo o pau e de novo as bolas, e cada vez que enfiava o pau na boca, ele segurava a cabeça dela e empurrava um pouco, fazendo ela engasgar, e tirava e esfregava na cara dela, enchendo ela com a própria saliva. Ela ofegava toda vez e de novo chupava as bolas e de novo o pau, e Marcos enfiava de novo dentro da boca dela e se mexia como se estivesse comendo a boca dela, e tirava, e minha mulher puxava o ar com força enquanto ele de novo enchia a cara dela com a própria saliva, que já escorria até os peitos dela, molhando eles também de cuspe.
Minha mulher chupou tudo que o Marcos quis, quando grossos fios de saliva escorriam do rosto da minha esposa, o Marcos puxou ela de novo pelo cabelo e montou minha mulher na rede, deitou ela de um jeito que as pernas ficassem penduradas, abriu elas e, apesar da escuridão, pude ver que a buceta da minha mulher brilhava de tão excitada que estava. O Marcos se posicionou entre as pernas dela, ajeitou o pau e, sem avisar, de uma só estocada, enfiou até o fundo. Minha mulher não conseguiu evitar dar um grito de prazer que devia ter sido ouvido por toda a vizinhança.
Ele continuou metendo nela com raiva e minha mulher não conseguiu evitar dar mais uns seis ou sete gritos, então ele me mandou tampar a boca dela pra não acordar a vizinhança toda, e eu fiz isso. Dava pra ver os peitos da minha esposa cheios de saliva dele pulando pra todo lado enquanto Marcos literalmente destruía a buceta dela a picaçadas, e tudo isso enquanto eu ajudava tampando a boca dela pra não gritar e de vez em quando deixando ela respirar.
Não sei quanto tempo ficamos naquela posição até ele me mandar buscar algo pra beber e uma toalha. Ele parou de foder minha mulher e eu ajudei a deitá-la na rede. Marcos subiu com ela e continuou a trepada enquanto eu ia pra cozinha pegar o que ele pediu. Nervoso, não achava nada e ficava espiando pela janela, mas de longe não conseguia ver direito. Finalmente encontrei umas cervejas, peguei e voltei pra eles. Quando saí, lembrei da toalha, então entrei de novo em casa, peguei uma do banheiro e saí o mais rápido que pude. Quando voltei, já estavam deitados — tinha perdido o final. Ela descansava a cabeça no peito do Marcos e, com a mão direita, acariciava o pau e as bolas dele, como se agradecesse pela foda, enquanto ele afagava o cabelo dela. Ofereci as cervejas e a toalha, mas ninguém respondeu. Fiquei parado ao lado deles, vendo como se acariciavam feito dois apaixonados, enquanto me ignoravam.
Depois de descansar um pouco, desceram da rede e nós três entramos em casa. Nem o Marcos nem minha mulher pegaram nada nem usaram a toalha que pediram — foi só pra mostrar quem manda. Marcos se vestiu e foi pra casa dele, e minha esposa foi pro nosso quarto dormir. Deitei com ela e ela pegou no sono encostada no meu peito.
Eu não consegui dormir naquela noite, ficava tentando lembrar como tinha chegado naquela situação, deixar tudo isso acontecer na minha frente e ainda ajudar o Marcos a ficar com minha mulher. Tudo isso superava minhas fantasias e, pra caralho, eu tava gostando do que rolava, mas aconteceu tudo rápido demais, não tive chance de botar regras e isso ia me custar caro mais tarde.
No dia seguinte acordei cedo, olhei pra minha esposa e ela dormia tranquilamente com um sorriso no rosto, não quis acordá-la, então me levantei devagar, olhei pra ela de novo e ela continuava nua, ainda sorrindo e abraçando o travesseiro. Lembrei da noite anterior, desde que ela dançou com todo mundo até o estacionamento, e depois dando pro primo na caminhonete. Na hora fiquei de pau duro, fechei os olhos e lembrei da pica do meu primo na buceta dela e no cu dela, e depois a boca e o rosto dela cheios de porra. Abri os olhos e vi o rosto dela, ainda tinha restos da gozada do Marcos, e aí lembrei que ela não tinha se lavado. Decidi tomar um banho e me masturbei enquanto fazia isso, lembrando do que tinha acontecido.
Quando ela saiu, já estava acordada. Perguntei como ela estava e ela respondeu que bem, se levantou, me deu um beijo. Lembrei que ainda tinha o esperma do meu primo no rosto, mas não falei nada e beijei ela. Depois ela disse que ia tomar um banho e entrou no chuveiro. Eu me vesti e liguei a televisão. Quando ela saiu, fez o mesmo. Depois tomamos café da manhã sem mencionar o que tinha rolado com o primo.
Mais tarde, saímos pra procurar as crianças, mas elas não estavam em casa — tinham saído cedo com meu tio pra praia e iam voltar só à tarde. Então, pra matar o tempo, fomos dar um rolê no centro. Caminhamos um pouco, ela tava super feliz, olhava tudo, sorria pra todo mundo, tava radiante como nunca. Mas quando chegamos na praça, já não aguentei e perguntei o que ela sentia sobre o que rolou com o primo na noite anterior. Ela baixou o olhar, ficou em silêncio e apertou minha mão.
Não falei nada e esperei a resposta dela — Não sei o que aconteceu.... tudo foi muito rápido e excitante
É, comigo também foi a mesma coisa mas.... e agora, o que a gente faz?.....
não sei.....
Você gostou de ficar com ele?.....
Acho que isso é mais que óbvio, amor.....
Você gostaria de ficar com ele de novo?.....
Não sei, amor, lembro e fico excitada, mas tenho medo.....
Medo de quê?.....
Não sei, de você, da gente, de mim, do que pode acontecer depois.....
Depois??....
É que eu gostei demais de ficar com seu primo e não quero depender dele no futuro.....
No futuro? mas isso não vai acontecer, lembra que a gente só tá de férias......
Ela me olhou e o brilho nos olhos dela era de excitação, ela perguntou.....
Então, você não tá bravo?.....
Claro que não, amor,..... e você, quer ficar com ele de novo?.....
De novo ela ficou em silêncio e eu esperei, ela parou, me olhou de frente e disse.....
Claro que sim, amor, eu gostaria de ficar com ele de novo.....
Então vamos fazer isso.....
Tem certeza?? e sua família??, eles não vão perceber??, como a gente faz?.....
Isso deixa comigo e além disso, se a gente for discreto ninguém vai notar, mas primeiro a gente tem que ir às compras, lembra da roupa que ele quer que você use.....
Ela sorriu de novo e disse então vamos às compras.
Fomos pra uma cidade vizinha pra não chamar tanta atenção, andamos por várias lojas mas não conseguimos achar nada que a gente gostasse e o dia tava acabando, foi aí que me veio a ideia de a gente ir numa sexshop, achamos que era uma boa ideia, então procuramos no celular uma que fosse perto. Encontramos duas, aí pegamos um táxi e fomos na que parecia maior.
Chegamos e era uma mina que tava atendendo, falei o que a gente tava procurando e ela mostrou várias opções, com ela encontramos exatamente o que a gente queria. Comprei duas blusas brancas de alcinha (tipo de basquete), uma ficou um pouco grande nela, mas fazia um decote que descia bem até os biquinhos do peito dela, e pelos lados dava pra ver os peitos dela quase inteiros. Com um movimento mais brusco, era óbvio que os peitos iam pular pra fora da blusa, e se ela se abaixasse, dava pra ver como se ela tivesse pelada.
A segunda camisa ficava bem justa nela e os bicos dos peitos marcavam totalmente, parecia até que ia rasgar o tecido. Como o pano era mais fino, dava pra ver os peitos por baixo, e, segundo a vendedora, se molhasse, ficaria transparente como se ela estivesse pelada.
A terceira blusa era tipo social, justa no corpo e com botões na frente. O tecido também era transparente, e dois bolsos pequenos na frente cobriam os bicos dos peitos se ela não usasse nada por baixo. Além disso, como era de botões, a profundidade do decote você escolhe.
Também duas minissaias: uma preta bem curtinha que mal cobria a bunda dela e tinha uma abertura lateral que subia quase até a cintura, deixando a perna dela completamente à mostra; a outra era branca, um pouco mais comprida, mas o tecido era tipo gaze e dava pra ver um pouco a calcinha se prestasse atenção; a terceira era longa até os joelhos, rosa claro, de tecido bem fininho que grudava muito no corpo, com uma abertura nas laterais que subia até a cintura e se fechava com fios, então tinha que usar sem calcinha.
Já contentes com nossas compras, fui até o caixa, mas ela chamou a gerente e pediu algo que não ouvi. As duas voltaram pra loja e retornaram 10 minutos depois. Na hora de pagar, foi ela quem fez, e vi que ela levava algo a mais, mas não consegui ver o que era. Com as compras feitas, decidimos voltar pra casa, até porque já estava meio tarde.
Na volta, passamos pra pegar os meninos, mas eles não quiseram voltar, então o tio falou pra deixar eles lá, já que era férias e a gente devia aproveitar o tempo livre. Eu e minha esposa pensamos e concordamos, falamos que levaria roupa no dia seguinte e fomos pra casa.
Quando chegamos, o tio que nos emprestou a casa já estava nos esperando. Entramos, batemos um papo e, depois de um tempo, ele me chamou pra conversar. Acontece que alguém que alugava a casa dele precisava dela por 8 meses e pagava adiantado. Como essa casa faz parte da renda dele, a gente teria que sair e voltar pro hotel. Mas a tia disse que não. Outro primo, o Raul, também ia voltar pra passar as férias com a família, e eles iam fazer um jantar pra recebê-lo. Ela disse que ia mencionar nossa situação pra ver se a gente ficava na casa de alguém e não precisasse pagar hotel. Sozinhos depois, minha esposa confessou que não se sentia confortável com isso, mas combinamos de deixar eles fazerem pra não ofender ninguém, e depois a gente decidiria o que fazer.
Naquela noite, a gente ia ver o Marcos de novo e eu tava excitado pra ver o que a minha esposa ia vestir pra jantar, mas depois de um tempão fazendo testes, percebemos que o que o Marcos queria era demais, considerando que a gente tava com a família. Então ela só vestiu um vestido leve, sem nada de especial, mas o que a gente podia fazer?
O jantar foi rolando sem problemas, toda a atenção foi pro Raul, o primo que tinha acabado de chegar. Risada pra cá, risada pra lá, nada fora do normal, e assim chegamos quase meia-noite. Eu tava batendo papo com o Raul e meus tios, aí procurei minha esposa com o olhar e não vi ela em lugar nenhum. Não liguei muito, mas lembrei do Marcos e procurei ele... e... !! também não tava !! Meu coração disparou e eu tive uma ereção na hora, minha visão ficou turva só de pensar que alguma coisa tava rolando, e na frente da família toda. Discretamente, saí da conversa e comecei a procurar os dois. Não via nenhum dos dois em canto nenhum, o que quase confirmava minhas suspeitas. Aí lembrei que num lado da casa tinha um depósito e atrás um quartinho de bagunça, e fui pra lá.
Quando me aproximei, notei que a porta não tinha tranca e ouvia uns barulhos. Abri e quase minhas pernas bambearam: minha mulher estava de joelhos sobre uma pilha de sacos de cimento, se segurando como podia, com a boca aberta, puxando o ar em golfadas e os olhos revirados, com uma cara de safada que eu nunca tinha visto. Os peitos estavam para fora do vestido e balançavam no ritmo da foda que o Marcos estava dando nela. O vestido dela estava enrolado na cintura, o Marcos tinha as calças no chão e enfiava a pica tão rápido e forte na pussy da minha mulher que pensei que ia rasgar ela toda. Ele puxava ela pelo cabelo e esticava pra trás, obrigando ela a levantar a cara a cada estocada que dava.
Marcos me viu entrar, mas não parou de foder ela, pelo contrário, meteu ainda com mais força. Dava pra ouvir o barulho das bolas dele batendo na bunda da minha mulher. Com um sorriso de vitória, ele só falou pra me perguntar... "O que cê tá fazendo aqui?? Sai fora, não tá vendo que a gente tá ocupado?!" Eu não soube o que responder, olhei pra minha mulher e a única coisa que falei foi a pergunta mais idiota que a gente, homem, costuma fazer nessa hora... "Amor, cê tá bem??" Ela me olhou com os olhos vidrados de prazer, mas não disse uma palavra, enquanto Marcos soltava uma gargalhada gostosa... "Vaza daqui e deixa a gente!!" ele gritou entre risadas.
Humilhado, saí do depósito tentando que ninguém me visse, mas antes precisei ajeitar uma ereção dolorosa. Fui me juntar à família, disfarçando o que sentia, mas por dentro eu morria de ciúmes e tesão. Por um lado, queria olhar; por outro, queria que eles saíssem — mas isso era só pra ver a cara da minha mulher. Sabia o que estavam fazendo, até pensei que podia ouvi-los, mas o ciúme e a inveja me consumiam por ser o Marcos quem dava todo aquele prazer pra ela.
De nervoso, nem sei quanto tempo passou até ver o Marcos voltar pra festa e, como era de se esperar, ele vinha com cara de vitorioso e um sorrisão estampado na cara. Chegou fazendo piada como sempre, ninguém perguntou onde ele tinha passado tanto tempo, brindou pelo recém-chegado, as brincadeiras e os chistes continuaram, e minha mulher não aparecia. Disfarçadamente, quis ir até aquele quartinho, mas quando dei um passo, o Marcos me chamou, me abraçou pelos ombros e não deixou eu sair dali. E com aquele jeito clássico de quem venceu, continuou zoando com todo mundo.
Umas 10 minutos depois, minha mulher apareceu na porta de casa. Tentei me soltar do Marcos pra ir até ela, mas ele me segurou firme e de novo não me deixou mexer. Fiquei na vontade de conversar com ela sobre o que tinha rolado. A festa seguiu até de madrugada e, quando todo mundo já tava falando em ir embora, o tio falou com geral e mencionou nossa situação de hospedagem, que a gente ia precisar de abrigo pelo resto das férias. Como era de se esperar, surgiram várias propostas, mas a que me surpreendeu foi a da prima Marcela.
Ela é irmã do Marcos. O marido da Marcela ia operar daqui a três dias, mas como era em outra cidade e ele tinha que entrar no hospital um dia antes da cirurgia, eles iam embora no dia seguinte à tarde. Depois da cirurgia, o marido dela precisava ficar dois dias internado em observação e não poderia viajar por mais quinze dias, então a Marcela ia ficar com uma das cunhadas dela pra cuidar dele. A casa dela ia ficar vazia, e ela disse que a gente podia ficar lá pelo resto das férias, assim a gente já ajudava a cuidar da casa.
Isso convenceu todo mundo e me deixou excitada com essa oferta, por quê? Porque acontece que a Marcela tem a casa dela nos fundos da casa do Marcos e os terrenos não têm muro divisório, é como se fosse um único terreno com casas nas duas pontas. Eu não soube como dizer não, então tive que aceitar a oferta e agradecer. Fechado o trato, todo mundo foi descansar.
Chegando em casa, abracei minha mulher pela cintura e beijei o pescoço dela, comecei a acariciar ela e ela, toda dengosa, se soltou de mim e falou... hoje não, amorzinho, tô exausta, o Marcos não me deixou arrumar direito ainda há pouco e eu cansei demais, depois te compenso, tá?... não esperou minha resposta e foi direto pra cama, só tirou os sapatos, nem trocou o vestido e, de novo, nem se lavou. Não falei nada e me deitei com uma ereção que já começava a doer.
No dia seguinte, o tio chegou cedo pra ajudar a gente a mudar de casa. A gente não tinha desfeito as malas, então não demorou muito. Ele não parava de se desculpar pelo que aconteceu, e eu dizia pra ele não se preocupar, que não tinha problema. Quando chegamos na casa da Marcela, ela nos recebeu toda animada e feliz por a casa dela não ficar vazia esse tempo todo. Ela nos deu as chaves da casa e, duas horas depois, ela e o marido se despediram da gente, falando que a casa era nossa e pra não nos preocuparmos com nada. Quis acompanhá-los até a rodoviária pra me despedir, mas ela não deixou, disse que era melhor a gente conhecer a casa e se instalar. E assim eles foram embora, Marcos foi junto. Só desejamos tudo de bom na cirurgia do marido dela e voltamos pra casa.
Depois de uma hora, Marcos voltou, mas veio com o vizinho, que era o Eduardo, um colega do colégio com quem eu sempre brigava pelas gostosas da sala. Fizemos as apresentações, e quando Eduardo cumprimentou minha mulher, apertou a mão dela e se aproximou para dar um beijo, mas chegou bem perto dos lábios, enquanto a outra mão colocou quase na bunda dela. Ninguém falou nada. Depois, Marcos explicou que ele seria nosso vizinho.
Marcos pegou umas cadeiras e sentamos nós três, ele e Eduardo de costas pra casa e eu de frente pra ela, minha mulher entrou em casa e depois de cinco minutos Marcos disse que tava cansado e que ia dormir, mas que ia pegar umas cervejas da geladeira e entrou pra dentro. Continuei conversando com Eduardo quando de repente vejo o Marcos lá dentro da casa carregando minha mulher, segurando ela pelas nádegas. Ele a baixou e se colocou na frente da porta, deixando ela de costas pra gente. Dava pra ver ele enfiando as mãos dentro da calça dela e apalpando a bunda da minha mulher, depois desabotoou a calça dela e puxou até os joelhos. Ele apalpava as nádegas dela enquanto beijava ela com tesão, e então me olhou com aquele sorrisinho de safado, abriu as nádegas dela pra me mostrar o cu dela, depois enfiou dois dedos na boca da minha mulher pra ela chupar e esfregou eles no cu dela. Ela só gemeu baixinho, mas não reclamou nem se mexeu do lugar. Depois ele virou ela de lado e levantou a blusa dela, começou a chupar os peitos da minha mulher enquanto dedava a buceta dela, e ela mordia os lábios pra não gritar de prazer, e tudo isso nas costas do Eduardo, que continuava falando comigo sobre sei lá o quê.
Depois, Marcos tirou a pica da bermuda, pegou a mão direita da minha mulher, cuspiu nela e fez ela bater uma punheta pra ele. Repetiu isso três vezes, depois puxou o cabelo da minha esposa e "obrigou" ela a se ajoelhar. Ela chupou os ovos dele, aí ele bateu na cara dela com a pica e esfregou o quanto quis. Quando minha mulher abriu a boca pra mamar ele, ele se virou e foi embora pra casa, deixando ela de boca aberta, louca por pica e tremendo de tesão.
De repente Eduardo me tirou do meu torpor, me dizendo que já ia embora. Eu me levantei, tentando evitar que ele visse minha esposa seminua e de joelhos na sala. Despedi o Eduardo, cuidando para que ele não olhasse para dentro de casa, e corri para minha esposa. Encontrei ela na cama, ainda ofegante de tesão. Quis pegá-la, e ela disse… Não, não, espera… O que foi? … Ela disse que hoje à noite faríamos algo especial, mas queria estar com tesão, por isso não ia me dar… Tá bom, mas o que ela quer fazer? … Ela não me disse, mas sabe de uma coisa? Quero transar, amor, não me importa. Me pega agora e daqui a pouco a gente vai com ele, sim? … Mas agora fui eu quem hesitou, e, feito um corno, pensei que se ela queria que minha mulher estivesse com tesão, então tinha algo preparado. Eu disse… Tá bom, mas primeiro vou tomar um banho… E saí do quarto sem esperar resposta.
Claro que não comi minha mulher. Quando saí do banho, falei pra ela entrar e ela foi. Quando ela saiu, fingi que tava dormindo. Ela se jogou na cama, mas não falou nada. Quando olhei pra ela, tava dormindo tranquilamente. Levantei com cuidado pra não acordar ela e fui ver TV na sala, pensando: "O que será que o Marcos tem preparado pra gente?" Ou melhor, "o que será que ele vai preparar pra minha mulher?
Quando minha esposa acordou, sentou comigo na sala e se encostou no meu peito, me deu um beijo e começamos a nos acariciar. Ela tirou meu pau da bermuda e começou a chupar. Eu falei… espera, tô muito excitado… e ela respondeu… goza, amorzinho, quero leite, hmm… e continuou chupando. Mas quando já sentia que ia gozar, entrou o Marcos… "O que que é isso, pombinhos, tão fazendo safadezas??!!!" Minha esposa me soltou e levantou pra cumprimentar ele, me deixando sem gozar e com o pau durasso.
Ele pediu pra minha esposa servir algo pra ele comer, ela topou e foram pra cozinha. Eu continuei vendo TV, esperando a excitação passar. Depois de um tempo, consegui me concentrar na programação e esqueci o que tinha rolado. Não sei quanto tempo passou até eu lembrar que o Marcos tava em casa, e aí a excitação voltou de repente, ainda mais porque, pelo que eu lembrava, eles tinham ido pra cozinha preparar algo pra comer e não tinham voltado.
Levantei do sofá e fui pra cozinha tentando não fazer barulho, quando entrei, estranhei não ver ninguém. Procurei eles pela casa, mas não achei, até que olhei pro quintal. Lá estavam eles, escondidos entre as árvores do jardim, mas visíveis porque era dia. Me aproximei, e minha esposa tentou soltar o Marcos, mas ele não deixou e continuou beijando e apalpando ela, e ela não resistiu. Falei que a gente devia entrar, porque alguém podia ver, e pra minha surpresa o Marcos topou, mas no caminho todo ele parou várias vezes pra beijar e acariciar minha esposa, e nunca largou as bundas dela.
Quando entrou em casa, o Marcos disse que iam descansar e que eu não enchesse o saco deles. Foram pro que depois viraria o quarto principal, com a porta aberta pra eu ver. Ele se pelou e mandou a minha esposa fazer o mesmo. Já pelada, mandou ela me entregar a roupa dos dois. Ela fez isso e voltou pro quarto. O Marcos fechou a porta por dentro e eu não vi mais eles o dia inteiro. Ele só me chamou pra levar comida, mas ficou parado na porta, pelado como tava, sem me deixar passar, e também não consegui ver minha mulher.
Já no fim da tarde, os dois saíram do quarto e foram tomar banho. Saíram do banheiro só de roupa íntima e ficaram assim pela casa. Mais tarde, reclamaram do calor, e o Marcos mandou eu armar uma rede no quintal perto da casa dele, e depois ir na venda comprar uns petiscos e cerveja. Quando voltei, eles continuavam do mesmo jeito, e a gente ficou vendo TV até de noite, tudo isso sem a minha mulher se desgrudar do Marcos. Parecia que eles é que eram os casados e eu, um convidado.
Lá pra uma hora da madrugada, o Marcos levantou do sofá e tirou a cueca, e minha mulher fez o mesmo. Aí ele desligou a TV e mandou eu apagar as luzes da casa, e também as do quintal, deixando acesas só as da cozinha, que não clareavam muito pra fora nem com as janelas abertas. O quintal ficou na penumbra, e dava pra enxergar no máximo uns dois metros de distância.
Então os dois saíram pelados pro quintal. O Marcos tava com a mão direita na bunda da minha mulher, enfiando os dedos no meio, brincando com o cu dela, e ela pegava no pau dele com a mão esquerda. Passaram por mim sem nem olhar na minha cara. Eu fui atrás deles, bem pertinho. Quando chegaram na rede, o Marcos se encostou numa árvore e abraçou a minha mulher. Ficaram se beijando e se acariciando. Ele tava masturbando ela com dois dedos, e ela gemia de tesão, sem parar de passar a mão no pau e nas bolas dele. Enquanto isso, eu tava preocupado que alguém pudesse ver a gente.
Depois puxei ela pelo cabelo e “obriguei” ela a se ajoelhar e, sem soltar o rosto dela, enfiou o pau na boca da minha mulher, que chupou e chupou aquele pau e chupou as bolas dele e de novo o pau e de novo as bolas, e cada vez que enfiava o pau na boca, ele segurava a cabeça dela e empurrava um pouco, fazendo ela engasgar, e tirava e esfregava na cara dela, enchendo ela com a própria saliva. Ela ofegava toda vez e de novo chupava as bolas e de novo o pau, e Marcos enfiava de novo dentro da boca dela e se mexia como se estivesse comendo a boca dela, e tirava, e minha mulher puxava o ar com força enquanto ele de novo enchia a cara dela com a própria saliva, que já escorria até os peitos dela, molhando eles também de cuspe.
Minha mulher chupou tudo que o Marcos quis, quando grossos fios de saliva escorriam do rosto da minha esposa, o Marcos puxou ela de novo pelo cabelo e montou minha mulher na rede, deitou ela de um jeito que as pernas ficassem penduradas, abriu elas e, apesar da escuridão, pude ver que a buceta da minha mulher brilhava de tão excitada que estava. O Marcos se posicionou entre as pernas dela, ajeitou o pau e, sem avisar, de uma só estocada, enfiou até o fundo. Minha mulher não conseguiu evitar dar um grito de prazer que devia ter sido ouvido por toda a vizinhança.
Ele continuou metendo nela com raiva e minha mulher não conseguiu evitar dar mais uns seis ou sete gritos, então ele me mandou tampar a boca dela pra não acordar a vizinhança toda, e eu fiz isso. Dava pra ver os peitos da minha esposa cheios de saliva dele pulando pra todo lado enquanto Marcos literalmente destruía a buceta dela a picaçadas, e tudo isso enquanto eu ajudava tampando a boca dela pra não gritar e de vez em quando deixando ela respirar.
Não sei quanto tempo ficamos naquela posição até ele me mandar buscar algo pra beber e uma toalha. Ele parou de foder minha mulher e eu ajudei a deitá-la na rede. Marcos subiu com ela e continuou a trepada enquanto eu ia pra cozinha pegar o que ele pediu. Nervoso, não achava nada e ficava espiando pela janela, mas de longe não conseguia ver direito. Finalmente encontrei umas cervejas, peguei e voltei pra eles. Quando saí, lembrei da toalha, então entrei de novo em casa, peguei uma do banheiro e saí o mais rápido que pude. Quando voltei, já estavam deitados — tinha perdido o final. Ela descansava a cabeça no peito do Marcos e, com a mão direita, acariciava o pau e as bolas dele, como se agradecesse pela foda, enquanto ele afagava o cabelo dela. Ofereci as cervejas e a toalha, mas ninguém respondeu. Fiquei parado ao lado deles, vendo como se acariciavam feito dois apaixonados, enquanto me ignoravam.
Depois de descansar um pouco, desceram da rede e nós três entramos em casa. Nem o Marcos nem minha mulher pegaram nada nem usaram a toalha que pediram — foi só pra mostrar quem manda. Marcos se vestiu e foi pra casa dele, e minha esposa foi pro nosso quarto dormir. Deitei com ela e ela pegou no sono encostada no meu peito.
Eu não consegui dormir naquela noite, ficava tentando lembrar como tinha chegado naquela situação, deixar tudo isso acontecer na minha frente e ainda ajudar o Marcos a ficar com minha mulher. Tudo isso superava minhas fantasias e, pra caralho, eu tava gostando do que rolava, mas aconteceu tudo rápido demais, não tive chance de botar regras e isso ia me custar caro mais tarde.
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