Esposa puta

Meu nome é Alma Rosa, sou uma mulher fogosa de 35 anos, casada e, muito infelizmente, infiel ao meu marido, que não tem culpa nenhuma de ter se casado com uma mulher que gosta de sexo de forma incontrolável.

Desde muito pequena, ainda no ensino fundamental, eu já conhecia os prazeres que o sexo me dava, para a minha pouca idade. Todos os dias, fosse de dia ou de noite, sempre que tinha oportunidade, eu dedava meu clitóris, sentindo deliciosas sensações na minha vulva ainda virgem.

No ensino médio, tive minhas primeiras experiências com garotos da escola, que eu deixava apalpar meu corpo todo e eu masturbava o pau deles. Mesmo tendo meu namorado, que me deixava muito excitada, eu tinha vários "amiguinhos" que curtiam meu corpo. O melhor dessa época foi durante uma excursão escolar, em que três colegas me deixaram louca de tesão, me despiram e, pela primeira vez, chupei o pênis de um homem, fazendo isso nos três até que gozassem, e dei minha calcinha de presente. A partir daí, o que mais me encantava era chupar o pau dos meus namorados e amigos.

No último ano do ensino médio, entreguei minha virgindade vaginal ao meu namorado da época. Ele me comia todo dia e eu, toda entregue, adorava. Com ele, provei sêmen pela primeira vez e seu sabor me fascinou. Sempre terminávamos comigo comendo o gozo dele, eu adorava a ejaculação na minha boca. Mas quis experimentar outra porra e traía ele com alguns amigos que também me comiam e eu fazia eles gozarem na minha boca, engolindo a porra.

Enfim, tive muitos namorados, mas nunca fui fiel a nenhum, sempre tinha "amigos de confiança" que me comiam na primeira oportunidade que aparecia. Nessa época, já tinha experimentado sexo anal também e adorei receber o pau, além da vagina e da boca, no cu.

Finalmente conheci Armando, meu agora marido. Tivemos um namoro ardente de dois anos, todos os dias da semana ele me deixava com muito tesão no carro dele e, no mínimo, eu tirava minha meia-calça e minha calcinha para... Lamber minha buceta enquanto eu chupava o pau dele. Nos fins de semana, ele me levava para algum hotel e me comia gostoso demais, tirava fotos e vídeos eróticos meus. Mas, como com os namorados anteriores, eu não era fiel, deixava amigos e ex-namorados me comerem na menor oportunidade que aparecia.

Finalmente, quando eu tinha 27 anos, chegou o dia tão esperado: ele me pediu em casamento e formalizamos o compromisso. Eu tinha o firme propósito de que, uma vez casada, não seria mais infiel. Então, dias antes do casamento, fiz várias despedidas de solteira. Amigos e ex-namorados aproveitaram meu corpo no que eu achava que seria pela última vez. Três dias antes da cerimônia, realizei a fantasia que sempre sonhei: deixei os irmãos Martínez, uns vizinhos da casa dos meus pais, me comerem. Os dois me pegaram juntos, me deram uma dupla penetração em todos os sentidos possíveis e, como sempre, terminei engolindo a porra dos dois.

Mas o que eu achava que seria minha última "transa" com um homem diferente do meu noivo — agora marido — foi com meu antepenúltimo namorado, que nunca parou de me comer e que eu mesma procurei naquela ocasião. Isso aconteceu nada menos que na noite anterior ao meu casamento; ele me deu pau por todos os lados. Aí sim, pensei que era a última vez.

Nos dois primeiros anos de "feliz matrimônio", cumpri sendo fiel, mesmo recebendo vários convites para transar pelo celular, cujo número todos os meus amantes tinham. Quem quase me convenceu foram os irmãos Martínez, que queriam repetir a façanha de me pegarem juntos. Mas resisti.

Tudo ia bem, éramos um casal normal. Evitamos ter filhos para aproveitar um tempo a dois. Armando é contador numa empresa de seguros, então precisa viajar constantemente para o interior do país — viagens curtas, que nunca duram mais de três dias. Nessas ausências, a gente se falava pela internet, pela webcam, e ficávamos com muito tesão. Eu me despia para me exibir pra ele e dizia que queria que voltava para ele me comer e ele se masturbava na minha frente.

Toda sexta-feira a gente chamava de "dia de solteiros" – ele saía com os amigos pra jogar dominó ou cartas, e eu com minhas amigas pra tomar um café ou uma bebida. Eles se revezavam pra jogar na casa de um deles toda semana, e quando era a vez do Armando ser o anfitrião, eu ficava em casa pra ajudar a receber os amigos dele. Às vezes eles levavam as esposas, tinha vezes que eu também acompanhava, mas na maioria das vezes era só eles.

Tudo ia muito bem, mas comecei a sentir desejo por um deles, o Ricardo. Ele é um homem gostoso pra caralho, a presença dele me deixava nervosa, ou melhor, com tesão. A vontade de uma pica diferente tava me pegando. Imaginava que ele devia ter uma rola deliciosa e, sem perceber, ficava fantasiando que ele me comia. Meu marido não gosta de me foder pelo cu, nem de gozar na minha boca, e isso me deixou com vontade de sentir uma pica de novo no meu bumbum e o gosto excitante da porra.

Durante algumas semanas que o jogo de dominó rolou na nossa casa, fiquei de olho nos olhares de cobiça do Ricardo. Ele me despia com os olhos e, pra ser sincera, isso me deixava com tanto tesão que eu molhava a calcinha. Minhas fantasias eróticas com ele ficaram cada vez mais frequentes, a ponto de, quando o Armando me comia, eu fechava os olhos e imaginava que quem tava aproveitando meu corpo era o amigo Ricardo.

No começo, achei que era só minha imaginação tarada, mas uma noite de dominó, descobri que o Ricardo tava me encarando descaradamente, com desejo. E sempre que podia, não tirava o olho das minhas pernas, que eu exibia numa minissaia. Aquele olhar tarado me deixou com tesão e decidi dar um gostinho pra ele. Fingindo não perceber as olhadas, eu facilitava a atitude quente dele – me sentava na frente dele, deixando minhas pernas o mais à vista possível, e às vezes abria as coxas pra ele poder ver minha buceta, coberta só pela calcinha transparente que eu sempre usava. uso. Já imaginava que ele estaria de pau duro, desejando meu corpo.

Já estava completamente molhada e, sem perceber, comecei a dar mole com um sorriso provocante, e ele correspondia da mesma forma. Minha calcinha já estava encharcada, e fui ao quarto para trocar, mas depois que tirei, naquele tesão absurdo, decidi não colocar outra e mostrar para o Ricardo minha buceta peluda. Foi isso que fiz. Com um certo cinismo, mostrei, e ele ficou me encarando. Parecia que, em silêncio, estávamos de acordo que nos desejávamos sexualmente. A noite foi passando nesse clima quente e, na despedida, senti que ele apertou levemente minha mão, e eu fiz o mesmo.

Assim foram várias "noites de dominó" que organizamos na minha casa. Até incentivava o Armando a ser ele quem convidasse os amigos, argumentando que era mais seguro, já que ele não precisaria dirigir depois de beber. Conseguia convencê-lo, e ele fazia, mas o motivo real era dar em cima e me exibir para o Ricardo. A cada encontro, ficávamos mais cínicos, e eu mostrava sem vergonha minha buceta, sem calcinha. Era só questão de um de nós tomar a iniciativa e falar claro para consumar o adultério.

Tinha caído na tentação e estava disposta a quebrar minha promessa de fidelidade. Não demorou muito para ter notícias do Ricardo. Na segunda-feira depois da última "reunião de dominó" na nossa casa, o homem das minhas fantasias eróticas ligou procurando meu marido, sabendo que nessa hora ele estava no trabalho. A conversa não era sexual, mas cheia de flerte e insinuações mútuas, algo que eu tinha bastante experiência. Instintivamente, perguntei se ele curtia internet e trocamos o MSN e os números de celular. Tudo estava decidido, mesmo sem termos tocado no assunto sexual. Era só encontrar a hora certa.

Como se fosse combinado, naquela noite o Armando me disse que viajaria por dois dias. No dia seguinte, assim que meu marido se despediu, liguei para o Ricardo pedindo que entrasse na internet. Talvez meu esposo ainda estivesse no aeroporto quando eu já estava só de sutiã e calcinha transparente, exibindo meu corpo para o Ricardo, que me mostrava sua excelente pica.

Mal tinha tirado a calcinha e o sutiã e já estava dançando nua para o Ricardo pela web. Dei tempo para o voo do meu marido decolar, então propus ao Ricardo que viesse em casa, que eu o esperaria peladinha. Ele aceitou na hora e não demorou a chegar.

Como prometi, só calçava umas sandálias de salto alto e exibia "minha fantasia de Eva". Assim que o Ricardo fechou a porta, nos fundimos num beijo apaixonado de língua, trocando saliva. As mãos dele percorriam meu corpo livremente e eu sentia a dureza da ereção dele no meu ventre. A pedido dele, posei alguns minutos para que admirasse meu corpo nu, depois sentei em seu colo para continuarmos nos beijando e ele me apalpando. Ele chupava meus peitos e acariciava minha buceta, minhas nádegas e a vulva.

Chegou minha vez. Sentei ao lado dele e abaixei o zíper da calça, tirando seu pau delicioso para "fazer uma punheta". Logo o cobri de beijos e chupadas, dando um boquete soberbo como só eu sei dar. Mesmo desejando o sêmen dele, tentei evitar que ele gozasse ainda — estávamos só começando —, enquanto o Ricardo me dedava alternadamente a vulva e o cu.

Ele se despiu rapidamente e eu montei nele, enfiando sua beleza na minha xavasca molhada. Dei inúmeros sentadas na pica dele, possuída pelo "demônio do meio-dia". Era delicioso sentir o pau dele dentro de mim. O Ricardo chupava meus peitos e enfiava o dedo no meu cu no ritmo das sentadas que eu dava em seu pau gostoso.

Minutos depois, mudamos de posição. Fiquei de quatro no sofá, bem putinha, para o Ricardo me enfiar com seu tesão. Ele segurou meus peitos com uma mão e com A outra me esfregava o clitóris. Não pronunciávamos palavra, só gemidos e uma ou outra palavra para nos fazer saber o quão gostoso estava sendo. Tive minha primeira descarga em um prazeroso orgasmo sem que Ricardo parasse de meter e sacar sua piroca da minha racha.

Novo cambio de pose, desta vez estando de pé em frente a Ricardo, ele meteu seu pau na minha vagina e eu me pendurei em seu pescoço, enrolando minhas pernas em sua cintura, ele me segurava no ar metendo e sacando seu pau da minha buceta em um alarde de força física e sexual. Assim ficamos por vários minutos, depois ele me depositou no sofá, sem se desenroscar, e levantou minhas pernas até seus ombros sem perder o ritmo das investidas de seu falo na minha racha. O prazer era indescritível, por um lado o fato de estar sendo comida e por outro o tesão de que quem estava me fodendo era nada menos que o amigo do meu marido.

O tempo havia passado e me chegou um segundo orgasmo ainda mais prazeroso que o primeiro. Estava prestes a pedir para Ricardo me meter o pau no cu, mas como se lesse minha mente, ele tirou o pau da vagina e o colocou contra meu cú, fez uma pausa talvez para conhecer minha reação diante da ameaça de me enrabar, poupei a possível pergunta dizendo:

- Mete no meu cuzinho... Me enraba toda... Fode meu cu gostoso -. Diante dessas palavras Ricardo empurrou com certa energia mas sem me machucar e minha bunda começou a engolir seu pau endurecido, pouco a pouco ele foi penetrando meu ânus, reto e intestino até que o teve todo dentro e só suas bolas ficaram de fora.

Pouco a pouco suas investidas em meu ânus foram ganhando velocidade, seu pau entrava e saía do meu cu com dinamismo diante de meus gemidos e pequenos gritos de prazer. Depois de tanto tempo sem provar o deleite exquisito de ter uma piroca nas minhas entranhas, isso me produzia os mais suculentos prazeres que sexualmente se podem obter.

Depois de algum tempo, explodi novamente no orgasmo mais satisfatório dos últimos anos e momentos depois Ricardo me avisou que estava prestes a gozar, eu disse apressada para ele não gozar dentro da minha bunda, que preferia que fizesse na minha boca, era algo que secretamente estava desejando desde que me casei. Sem tempo para reflexões, Ricardo tirou o pau do meu cu e enfiou entre meus lábios. Eu chupava o pau dele com desespero e em questão de segundos minha boca estava cheia da porra dele, que eu saboreava com deleite antes de engolir. Ele realmente tinha uma gozada abundante, e cada jato de porra eu saboreava com prazer.

Quando os jatos de sêmen cessaram, eu ainda chupava o pau dele e beijava agradecida por aquele prazer que ele me proporcionou. Estávamos nisso quando o celular tocou, exatamente como imaginei, era Armando, meu marido, dizendo que tinha chegado bem ao destino. Eu ainda com a boca cheia do sêmen do amigo dele, disse que sentia saudades e que à noite nos veríamos pela webcam. Ricardo ficava em silêncio, ouvindo eu falar com meu marido enquanto ainda chupava o pau dele.

Não era uma situação nova para mim, várias vezes falei por telefone com meu marido, quando éramos namorados, com a boca cheia de porra de outro homem.

Por aquele dia, Ricardo e eu tínhamos terminado nossa aventura, mas combinamos de nos ver no dia seguinte para transar de novo, e eu prometi que deixaria ele me comer de todas as formas que ele quisesse, como se fosse um sacrifício para mim, quando na verdade eu desejava isso com paixão e tinha vergonha de confessar, mas já estávamos nesse compromisso. Combinamos que nosso próximo encontro seria em um hotel, para evitar que os vizinhos murmurassem que eu recebia visitas masculinas na ausência do meu marido.

Naquela noite, Armando me mostrava o pauzão dele pela webcam e eu exibia "meus cantinhos" para ele, dizendo o quanto o desejava. O que meu marido não sabia era que eu só estava me esquentando para que no dia seguinte o amigo dele me comesse por todos os meus buracos íntimos. Exatamente como aconteceu, e omito os detalhes que já podem imaginar. Foi delicioso sentir um pau enfiado entre minhas nádegas de novo, enchendo meu cu de prazer, e já era impossível parar – não só com Ricardo, mas já planejava transar com outros.

Naquela mesma noite, entrei em contato por telefone com meus antigos "picadores", que estavam mais do que dispostos a me comer e aproveitar meu corpo de todas as formas possíveis. Foi o que fiz, e desde então voltei a transar com meus ex-namorados, assim como os irmãos Martínez voltaram a me pegar entre os dois – e fazem isso pelo menos duas vezes por mês, enchendo meus buracos de pau simultaneamente.

Também comecei a excitante aventura de me exibir peladinha na rede, pela webcam, para quem quiser me ver nua e me masturbando, enquanto me mostram seus adoráveis falos eretos. Alguns deles tiveram a sorte de me comer. Desde então, me dediquei a pegar homens nas ruas, restaurantes, bares e em qualquer lugar onde encontrasse um cara bonito que despertasse meus instintos sexuais – o que não é nada difícil.

Armando é um homem bom e confiante, não suspeita absolutamente nada das travessuras deliciosas que faço com outros homens na sua ausência. Às vezes sinto remorso, mas minha extrema putaria não me permite ser mulher de um só homem.

2 comentários - Esposa puta

muy buen relato se nota que sos muy hot .nos gusto
caagon
Me encanta como tratas a tu esposo .....