Lúcia pegou rapidamente no meu pau que tava prestes a explodir e começou a me masturbar ferozmente, a temperatura no meu corpo começou a subir, naquele momento começou a despertar em mim algo que nunca imaginei. Juntei os restos de porra que tinha na boca e cuspi direto na cara dela, ela me olhou e continuou me masturbando, então peguei ela pelo cabelo e levei a cabeça dela até o chão, e falei: você vai ficar calada, puta. Dava pra ver na cara dela a confusão da situação. Sem soltar o cabelo dela, me levantei o suficiente pra ter a buceta e o cu dela à disposição, ainda dava pra ver a buceta dela aberta da foda que o Pablo tinha dado. Então, sem nenhuma piedade, investi contra o cu precioso dela, ela sempre tinha me dito que ia morrer virgem de booty. Quando sentiu meu pau entrando, deu um pulo e escapou da minha mão, quase se levantando, embora não tenha conseguido tirar meu pau todo de dentro dela, gritando: que porra você tá fazendo? Naquele momento, dei um tapa na cara dela, um tapa forte, e olhei fixamente pra ela, dizendo: agora vou te ensinar, puta. E segurei ela pelo pescoço com firmeza e comecei a bombar o cu dela sem piedade, enquanto ela tentava desviar o olhar, coisa que eu impedia constantemente. — Então seu chefe acha que é nosso dono? Agora você vai aprender, você e ele. Parecia mentira, cada vez que eu comia ela com mais raiva, ela me pediu umas duas vezes pra parar, por favor. Cada vez que pedia, eu metia mais e mais forte, até que depois de uns minutos de puro galope, me pareceu ouvir um gemidinho. Ela tava gostando. Isso, em vez de me agradar, me deixou com mais raiva ainda, então tirei o pau e enfiei de novo enquanto ela se contorcia, nessa altura não sei se de dor ou de prazer. Com a outra mão, comecei a tocar a buceta dela e notei que tava muito molhada, como nunca antes, então enfiei os dedos e quando senti que ela tava prestes a gozar, parei, tirando o pau do cu dela. Ela me pergunta: — Por que você para? E de novo um tapa na cara dela — Você não entendeu, a partir de agora você é minha puta e eu sou seu dono. Em seguida, levei meu pau até a boca dela e enfiei até o fundo. Ela sempre foi boa em fazer boquete, mas dessa vez metia até a garganta, tirava e começava de novo. Ela engolia tudo sem dizer nada, aguentando os ânsias que sentia. Tirava um pouco pra dar umas palmadas de pau na cara dela. Nesse momento, ela tava totalmente sob meu controle, então enquanto fodía a boca dela com toda violência, cuspia na cara de puta dela, que mostrava cada vez mais prazer. Quando comecei a sentir que ia gozar, tirei da garganta dela e me masturbei até gozar. Não lembro da última vez que gozei tanta porra. Parte foi parar na cara dela e o resto no chão. — Lambe o chão com a língua e não me faz ficar puto. — Ela me olhou e começou a passar a língua no chão até não deixar nada. Saí do quarto direto pro banho, enquanto ela ficava no chão do quarto. Sentia a adrenalina correndo pelo corpo, minha cabeça se enchia de pensamentos e emoções que eu não conseguia acreditar. Sem dúvida, era muita coisa pra processar. Uma coisa era certa: Pablo ia pagar pelo que fez naquele dia.
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