Beleza! Depois de tanto tempo, tô aqui de novo escrevendo. Quero dar uma encerrada no assunto da minha ex-cunhada pra continuar com a minha irmã, que é o que muitos tão aqui. Mas ó, a parada com a minha ex-cunhada também é super bizarra e gostosa, não pensem que não. Na real, por muitos anos os jogos com a Camila me fizeram meio que "esquecer" da Sabri, por assim dizer. Não que eu não ficasse olhando ela o tempo todo com uma vontade doida de comer ela, toda vez que aparecia um shortinho de tecido fininho, toda vez que um vestido levantava um pouco, quando ela ia do quarto pro banheiro de lingerie, ou quando ia do banheiro pro quarto toda pelada com a toalha. Quando voltava bêbada e eu ainda tava acordado e a gente brincava junto, ou quando eu acordava e via ela deitada de fio dental e minissaia depois de voltar da balada e dormia sem trocar de roupa. As sonecas que a gente tirava junto e quase nunca terminavam em sono. Mas fazer o que, teria tempo pra isso... Queria resumir um pouco a situação com a Camila, que foi e ainda é, até hoje, tão intensa.
Da última vez que me encontrei com ela, fiquei maluco. Foi nosso primeiro encontro assim, tão gráfico, tão forte, tão na cara. E durou uma hora e pouco, a gente foi se aproximando bem devagar, bem tímido. Nossa relação já mostrava bem a vontade que a gente tinha um do outro, mas nunca tínhamos falado sobre. E dessa vez foi como conversar sem palavras. Senti a maciez dos lábios da buceta dela com a mão inteira, senti o calor e a textura dos fluidos dela. Até o gosto, que foi o fluido de tesão mais gostoso que já provei na vida, juro. Tão suave, tão... inocente. A bunda dela era macia e redonda, fofinha e quentinha. Brinquei com os lábios dela, com o clitóris, coloquei até dois dedos na buceta dela e senti toda a umidade, o tesão, a vontade dela de ser penetrada. Porque enquanto eu dava prazer com a mão na buceta dela... genitais, até com algumas roçadas no cu dela, ela engolia a saliva excessiva que a boca dela produzia por estar tão perto da minha pica. Na real, num momento em que de tanto tesão eu tava doendo, tive que tirar a pica da minha calça, que surgiu ereta, quente e molhada. A Camila não hesitou em meter na boca e foi tipo um sonho realizado. Tenho a imagem em câmera lenta, da boquinha dela se abrindo aos poucos, enquanto os olhos semicerravam, enquanto eu tinha dois dedos da minha mão dentro dela, e ela roçou minha cabeça com, nessa ordem, a língua, os lábios e alguns dentes. Calor, prazer, dor, umidade. Minha cunhada recebendo prazer através da minha mão que se encharcava dos fluidos dela, minha cunhada gemendo baixinho, me curtindo, minha cunhada metendo minha pica na boca dela, minha cunhada me fazendo gozar, soltar todo o esperma que tinha acumulado, minha cunhada recebendo meu esperma na boca e no rosto.
E depois, a parte mais linda de tudo isso, minha cunhada e eu abraçados na porta do prédio dela, e um beijinho lindo que ela soube me dar.
Minha cabeça tinha ficado doida, ficava rodando na minha cabeça o tempo todo as imagens do que eu tinha vivido. Sonhava com ela, dormindo e acordado. Lembrava dos gemidos dela, do jeito dela me chamar tão baixinho quando sentia que não aguentava mais de tanto prazer, e os olhos dela me olhando. Os lábios dela na minha pica, os lábios dela nos meus lábios. Os movimentos dela, tão quentes, tão naturais que me surpreendia, na idade dela e com (pelo que eu sabia) a experiência dela. As costas dela se arqueavam pra me dar um ângulo melhor da bunda dela, e uma entrada melhor na buceta dela, e pra meus dedos se moverem nos lugares certos.
E aquele último beijo tinha me dito que era mais que tesão, que tinha carinho, que tinha amor.
Por um tempo a gente trocava mensagens, todo dia, praticamente o tempo todo. No começo mais tímidos e ternos, depois mais selvagens e quentes. A gente se perguntava o que a gente tava fazendo, desde quando Sentíamos isso, como a gente tinha passado, o que queríamos fazer, nossas preocupações e medos, o que faríamos? Ficaríamos juntos pelas costas da Paula ou teríamos coragem de contar pra ela? Ela tava morrendo de vontade de contar, de ela saber de tudo, de a gente viver uma história nossa, enquanto essa ideia me apavorava. Nesse sentido, combinamos de ver depois, ver o que ia rolar. A gente dizia que se amava, trocava mensagens de bom dia, de boa noite, não se via, mas conversava o tempo todo. Ela me mandava mensagens bêbada quando saía com os amigos, e eu falava coisas lindas, que ia buscá-la, que saísse comigo. Mas ela tinha medo, continuava com a ideia de contar pra Paula. A gente trocava nudes, ela é uma obra de arte. Adorava tirar foto na frente do espelho e me mandar. Com o tempo, chegou a me mandar vídeos se masturbando. Eu mandava fotos minhas, no espelho, ou me masturbando. A gente transava na nossa cabeça e na virtualidade, mas quando se via por acaso na casa dela quando eu ia ver a Paula ou saía em grupo, disfarçava muito bem, principalmente ela. Eu procurava ela o tempo todo, mas ela sabia marcar bem as distâncias.
Pelo menos no começo... Porque com o tempo foi se soltando. Por exemplo, uma vez a gente tava no trem, indo pra casa de uma das tias da Paula, a Cami e o Marce, os três irmãozinhos lindos, e com tanta gente no trem, todo mundo muito apertado. No meio da viagem, por causa do movimento da galera, a gente tinha ficado separado: de um lado, eu e a Cami, e do outro, a Paula com o irmão dela. Aproveitamos a distância e o tesão da situação pra ficar bem, bem coladinhos. Eu tava, claro, atrás dela. Ela na frente, encostada nos bancos, com as mãos nos apoios. Minhas mãos, ao contrário, na cintura dela. Assim, me agarrava e me segurava com os movimentos do vagão. E aproveitava pra sentir ela pertinho. Os irmãos não viam a gente porque tavam quase no fundo. Meu queixo ficava Apoiava nas costas dela e minha boca encostava de leve no pescoço dela, na parte onde o cabelo tinha se afastado. Sabia que isso a esquentava. E minhas mãos percorriam a pele da cintura dela, os ossos do quadril, iam pra barriguinha dela, tudo cada vez mais apertado, com meu pau bem duro no cu dela. Tudo isso era um teste pra mim, porque nunca tínhamos feito nada assim, ainda mais em público, mas eu não aguentava a tesão e o morbo da situação. Encontrei a aprovação dela quando senti ela arquear as costas e apertar um pouco a bunda contra mim. Na minha cabeça, senti como uma vitória, a mina era uma pervertida e tava ficando com tesão, tava entrando no meu jogo safado. Tava ficando com tesão com as carícias e as encostadas do cunhado dela, enquanto os irmãos dela estavam a poucos metros e, de repente, podiam nos ver. Podia dar tudo muito errado, e era isso, eu acho, que dava tanto sabor. De qualquer forma, tinha que disfarçar também com o pessoal próximo, embora fosse tanta gente que mal tinha espaços vazios. Em certo ponto, já tinha minha mão direita bem aberta sobre a barriga toda dela, por baixo da camiseta, pra marcar bem como arquear as costas e encostar mais forte a bunda, meu pau já tava na vertical, apontando pra cima, se ajustando entre as duas nádegas dela, porque o short jeans que ela tava usando permitia. Minha mão esquerda segurando o pescoço dela, acariciando a garganta. Minha boca no ouvido dela. Nossos movimentos de cintura, parecidos com os movimentos do sexo. Sentia um calor danado e ouvia ela segurar a respiração e os gemidos. Eu não tava nem aí, ainda faltava muito da viagem. E tinha visto que a Paula tava dormindo no ombro da Marce, que tava noutra, ouvindo música. Perfeito.
Enquanto a gente se pegava, a entreperna dela tava completamente quente. Com certeza molhada também. Queria saber, então minha mão direita desceu pro botão dela pra desabotoar e pro zíper pra abaixar. Ela deixou eu fazer, mas só até aí. Cheguei, porque ela pegou na minha mão e passou pro lado, como marcando o limite. Minha mão esquerda brincava com a borda da calcinha dela, enquanto eu dava beijinhos na bochecha dela. Ela tava toda vermelha e suada. Não sei quem tinha notado. Eu tava com um selvageria dentro de mim que teria arrancado toda a roupa dela pra comer ela ali mesmo e que tudo fosse pro caralho. Podíamos bater o carro e eu morreria feliz.
Tivemos que parar rápido o amasso, porque duas senhoras sentadas perto da gente estavam descendo. Em cada parada tinha muita gente se mexendo, e dessa vez deu chance da gente sentar um do lado do outro. Nos primeiros dez minutos ficamos calados, quase sem nos olhar. Eu tinha colocado minha mochila no colo, estrategicamente... Depois de um tempo, aproximando timidamente e devagarzinho, a gente se deu as mãos. Eu tava no céu. Sentia essa aventura como um romance amoroso e como uma aventura sexual, bem safada com uma mina super gostosa, irmã de quem era minha namorada, e uns quatro anos mais nova que eu. Um docinho que todo homem na rua queria comer. Ficava com vergonha do suor na minha mão, mas ela sabia como tinha acontecido. Tava tão feliz, contente, não me sentia assim há muito tempo. Não consegui segurar minha vontade, minha necessidade e... Peguei o queixo dela e dei um beijo, na frente de todo mundo, a uns metros da família dela, o risco era enorme, o pudor, a ansiedade, mas eu morria de vontade. Ela me devolveu o beijo por uns três segundos, onde nossos lábios se encostaram um no outro, e ficaram ali, paradinhos, com nossos corpos sentindo um monte de coisas. Depois ela se separou e não falou mais nada. Eu apoiei uma mão na coxa nua dela. E acariciei até a gente ter que levantar pra descer. Quando levantamos, tava nervoso, porque saía de um mundo de fantasia pra entrar na realidade. Tava com medo do rosto da Paula, mas quando a gente se viu, entendi que ela não tinha desconfiado. Nada. Ela sorriu pra mim de longe e fez sinal pra eu descer. A gente desceu e o dia foi normal, só umas trocas de olhares cúmplices com a Cami, mas como eu disse antes, ela sabia muito bem marcar os limites e disfarçar. Claro que quando chegamos, a primeira coisa que fiz foi ir no banheiro bater uma punheta e depois me limpar.
Nas festas que a gente fazia junto, sempre era um monte de gente, todo mundo se conhecia e a gente ficava bem doidão e fumava pra caralho. Essas reuniões eram perfeitas pra aumentar o tesão, pra experimentar coisas. A Cami tava cada vez mais ousada. Nesse ponto, ela já tava me mandando vídeos se tocando e tinha desistido da ideia de contar pra Paula, acho que ela entendeu e curtiu a parada do tesão, do escondido, do proibido. Numa dessas reuniões, a gente não parava de trocar olhares, mesmo quando eu tava com a Paula, e num momento a gente se cruzou num dos corredores da casa. Ela tava distraída, mas me viu e sorriu de um jeito exagerado, me agarrou pela nuca e me beijou com muita força, enfiou a língua bem fundo na minha boca. Nessa casa tava TODO MUNDO, dois dos meus irmãos, os dois irmãos dela, e todos os nossos amigos. Era perigosíssimo. Ela me beijava e não queria soltar. Tinha pegado na minha mão pra eu agarrar a carne da bunda dela por baixo da saia que ela tava usando. Uma saia fina, prateada, que brilhava. Ela tava linda naquele dia, vestida com um estilo egípcio, digamos. Não sei como explicar, mas enfim, maravilhosa. Com aquela saia e um top combinando, o cabelo preso, e uma correntinha que rodeava a cabeça dela e parava na testa.
Eu ainda tentava me afastar, mas a tentação era muito forte. Eu via como ela ficava com tesão na situação, de poderem nos descobrir, de nossos amigos estarem por perto. O tesão era absurdo. A roupa dela era como se ela tivesse pelada, porque era pouca e leve. Logo a saia dela tava na cintura e o corpo todo dela exposto. Esse é o mesmo corredor onde a Paula tinha me feito um boquete, coisa que contei na parte VI de essa saga. Quando lembrei desse fato, quase explodiu minha cabeça. Minha mão tava percorrendo com força e sem disfarce a buceta dela, porque a fio dental tinha sido puxada de jeito e uma perna dela tava levantada me rodeando pelas costas. O acesso aos lábios dela era total, a buceta dela tava expandida, aberta, pra mim, pros meus dedos entrarem e saírem. Os sucos dela eram viscosos, quentes, e era uma porrada, uma enxurrada de fluidos saindo da pussy dela enquanto ela chupava minhas gengivas, meus dentes, minha boca, minha cara, meu queixo. O tesão dela era extremo. Ela não parava de gemer. Nossos corpos escorregavam, a barriga dela descoberta pelo top se roçava na minha barriga descoberta pela camisa aberta. O sutiã dela era de um tecido fininho e tava todo deslocado, então eu podia amassar os peitos dela à vontade, sentir o cheiro da pele dela. Apertar os bicos dela com meus dedos molhados pelos próprios fluidos dela. Dediquei uns segundos (não podia perder tempo) em chupar essas tetas tão gostosas. Resolvi aumentar a putaria e rapidão peguei a mão dela pra levar pro fundo, exatamente onde eu tinha comido a Paula uns anos atrás. Minha ideia era também chupar a pussy dela porque já tava fazia tempo que minha boca tava salivando pra provar. Imaginava o gosto dela. Mas não deu, principalmente porque enquanto ela sentava numa mesa e se posicionava pra fazer isso, ouvimos a porta abrir. Tentamos nos recompor, mas vimos umas sombras se mexerem, umas risadas e gritos, e a porta fechou de novo, deixando a gente lá. Confusos.
O que vem depois eu conto rápido porque foi pesado e horrível. Basicamente, alguém tinha nos visto juntos, contou pra Paula, e Paula naquela noite comeu um dos meus irmãos e um dos meus amigos. Conto isso porque tem a ver com o que vem depois e com algumas coisas que vou contar em outra parte. Mas por enquanto não quero dar mais detalhes. Aquela noite terminou como o cu, todo mundo bêbado aos gritos, eu mandando a Paula tomar no cu, ela me mandando tomar no cu também. Não Lembro muito mais. Saí de casa extremamente tarado (em todos os sentidos) lá pras 6h da manhã. Uma hora e pouco depois de chegar em casa, recebi uma mensagem da Cami preocupada comigo, e não respondi. No dia seguinte, não entendia nada. Muita dor no corpo e na alma. Vou pular um tempo porque os meses que vieram foram muito escuros e solitários.
Por um tempo, não vi ninguém, nem meu irmão, nem amigos, nem a Paula, a Marce ou a Cami. Foram uns seis meses, até que voltei a falar com a Paula. A gente se trombolou na rua e não deu pra evitar de se cumprimentar, e a partir daí começamos a nos ver de novo. Parte de mim tava super feliz por rever a Cami, com quem a gente tinha trocado uma ideia de vez em quando, mas como a irmã dela tava tão ferida, e ela também tinha parte da culpa, ficou bem grudada na Paula. Na real, acho que elas se perdoaram, porque tava tudo certo. Voltar a comer a Paula foi a glória, aquela bunda eu nunca esqueço, nunca. Nem hoje. A primeira vez que a gente transou depois de tanto tempo, gozei quatro vezes na mesma noite. Foi foda. Aquela mina era uma atriz pornô em outra vida, porque curtia tudo e de todos os jeitos.
Com relação à Cami, não demorei muito pra vê-la de novo e sentir as mesmas coisas. Ela parecia mais distante, mas minha sensação era de que isso não ia durar muito. E foi isso mesmo, rapidinho voltamos aos olhares e às mensagens. Com o tempo, eu tinha me "acostumado" de novo com a Paula e tava atrás de outra coisa, como sempre faço. Essa outra coisa era a Cami, e ela sabia. Na real, a Paula também sabia. Porque... uma vez a gente tava fazendo uma festa no apartamento da família delas, o mesmo onde eu tinha visto um filme com a Cami. Naquela noite, o de sempre: álcool, música e maconha. Na hora de deitar com a Pau, ou seja, quando decidimos encerrar a noite, a gente se deitou no colchão que era a cama principal, onde a Cami tinha deitado um pouquinho antes. A gente ia dormir... Os três... Quis me acomodar no meio das duas estrategicamente, mas não consegui. Uma merda. A Cami tava bêbada e dormindo, de bruços, com umas calças legging pretas e uma camiseta que tinha subido um pouco. Ela tinha aquela bundinha minúscula ali, linda, e a pele das costas exposta. Bom, questão que deitamos com a Pau, nos pegamos um pouco, trocamos uns beijos, ficamos os dois de roupa íntima, nos pegamos mais um pouco, eu fazendo movimentos fortes de propósito pra Cami acordar, mas não acontecia nada. Mais tarde, não sei quanto tempo passou, acordei... com a Paula me masturbando! Não entendia nada, e vi que todo mundo já tava dormindo, e acordei assim, com o pau duro e a Pau de olhos fechados me masturbando. Não sabia por quê, nem o que tava rolando, nem como a gente tinha chegado ali. Mas enfim, tava uma delícia. Dei um beijo na testa da minha mina e peguei na nuca dela pra acariciar. Não entendia nada, mas o tesão subia, porque a Cami continuava ali, quase na mesma posição, ainda dormindo. A Paula continuava, de olhos fechados e sem falar nada. Eu peguei ela mais forte na nuca pra ela entender que eu queria um boquete. Ela entendeu e topou, começou a descer, devagarzinho. Acho que ela tava super a fim da situação, da irmã estar ali, e ela sabia que me excitava porque a gente já tinha falado disso várias vezes. Pouco tempo antes, enquanto a gente transava, ela me contava como tinham tomado banho juntas há pouco e como a irmã dela era linda e tinha uns peitos gostosos. Então eu sabia que tinha algo ali. Enquanto a Pau tava no êxtase do boquete, me chupando bem com movimentos muito fortes e amplos, vi que a Cami se mexia um pouco, me olhava, e fechava os olhos de novo. Isso despertou minha vontade de me aproximar um pouco, e comecei a acariciar as costas dela, enquanto recebia um dos melhores boquetes da minha vida. A Pau eu não via porque ela tinha se perdido debaixo dos lençóis. E a Cami se ajeitava um pouco pra eu acariciar melhor. Com o tempo, fiquei sabendo. que Cami nunca soube o que estava rolando debaixo dos lençóis. Pra ela, eu era só um tarado tentando voltar com ela enquanto saía com a irmã. Ela não sabia que era a Paula quem tinha incentivado aquela situação. E mesmo assim, na ignorância dela, ela tava gostando. Porque ela se posicionou pra me dar acesso total às bundas dela. Eu já tinha me acomodado mais perto, ficando de algum jeito no meio das duas. Então eu tinha a Paula quase de quatro, debaixo dos lençóis, me dando um blow job daqueles, enquanto eu brincava e apertava a bunda da minha cunhada por baixo da legging e da calcinha dela. Era macio, era quente, era gostoso. Demorei bem pouco, muito menos do que eu queria, pra gozar inteiro na boca da minha mina. Ela adorava, então quando sentiu que eu ia gozar, ela pegou toda a minha rola com a boca, rodeando pra não vazar nada, e engoliu todo o meu leite, que devia ter uns milhões de litros, mais ou menos. Na verdade, ela não engoliu tudo, cuspiu um pouco tossindo. Eu tirei a mão da roupa da Cami e me ajeitei. Não sei se alguma das duas percebeu o que eu tava fazendo com a outra, mas pra mim foi uma experiência linda... Do jeito que tava, dormi todo gozado.
Uns dias depois, encontrei a Cami pra tomar um café, pra conversar, não como encontro, mas porque a gente sentia que precisava desabafar, já que fazia tempo que não falávamos sério. Dessa vez, contei pra ela que enquanto eu tava tocando ela, a Paula tava me fazendo um blow job, e que foi ela quem começou e incentivou toda a situação. A surpresa da Cami foi enorme, embora de certa forma não fosse surpreendente vindo da irmã dela. Naquele dia, acompanhei ela até onde estudava, depois de trocarmos uns beijinhos, depois de tanto tempo...
Com o tempo, continuamos trocando putaria e mandando umas fotos... Essa foi a primeira depois do que aconteceu, de toda a treta, e me fez explodir a cabeça porque Ela tirou a foto no dia do aniversário da Paula, enquanto todo mundo tava lá no apê. A gente tava vendo um filme junto, família e amigos, eu tava no meio da Cami e da Paula, bem colado na Paula mas sentindo pra caralho o contatinho com a Cami, que num momento avisou que ia no banheiro, e enquanto ela tava lá, vejo que chega uma mensagem dela dizendo "imagem" e eu tava louco pra abrir, mas com a Pau tão perto era foda...
A mina me deixava maluco.
Todo esse post foi meio que um fechamento de um lado, mas também uma introdução. Porque em breve vou contar mais umas paradas com minha irmã, uma ou outra com a Cami, se quiserem com a Pau também... e depois... Bom, o momento em que a história da minha família e a da minha namorada se juntam, convergem, vocês vão ver como...
Por enquanto, mando um abraço, até a próxima, agradecendo os pontos do post anterior!
Da última vez que me encontrei com ela, fiquei maluco. Foi nosso primeiro encontro assim, tão gráfico, tão forte, tão na cara. E durou uma hora e pouco, a gente foi se aproximando bem devagar, bem tímido. Nossa relação já mostrava bem a vontade que a gente tinha um do outro, mas nunca tínhamos falado sobre. E dessa vez foi como conversar sem palavras. Senti a maciez dos lábios da buceta dela com a mão inteira, senti o calor e a textura dos fluidos dela. Até o gosto, que foi o fluido de tesão mais gostoso que já provei na vida, juro. Tão suave, tão... inocente. A bunda dela era macia e redonda, fofinha e quentinha. Brinquei com os lábios dela, com o clitóris, coloquei até dois dedos na buceta dela e senti toda a umidade, o tesão, a vontade dela de ser penetrada. Porque enquanto eu dava prazer com a mão na buceta dela... genitais, até com algumas roçadas no cu dela, ela engolia a saliva excessiva que a boca dela produzia por estar tão perto da minha pica. Na real, num momento em que de tanto tesão eu tava doendo, tive que tirar a pica da minha calça, que surgiu ereta, quente e molhada. A Camila não hesitou em meter na boca e foi tipo um sonho realizado. Tenho a imagem em câmera lenta, da boquinha dela se abrindo aos poucos, enquanto os olhos semicerravam, enquanto eu tinha dois dedos da minha mão dentro dela, e ela roçou minha cabeça com, nessa ordem, a língua, os lábios e alguns dentes. Calor, prazer, dor, umidade. Minha cunhada recebendo prazer através da minha mão que se encharcava dos fluidos dela, minha cunhada gemendo baixinho, me curtindo, minha cunhada metendo minha pica na boca dela, minha cunhada me fazendo gozar, soltar todo o esperma que tinha acumulado, minha cunhada recebendo meu esperma na boca e no rosto.
E depois, a parte mais linda de tudo isso, minha cunhada e eu abraçados na porta do prédio dela, e um beijinho lindo que ela soube me dar.
Minha cabeça tinha ficado doida, ficava rodando na minha cabeça o tempo todo as imagens do que eu tinha vivido. Sonhava com ela, dormindo e acordado. Lembrava dos gemidos dela, do jeito dela me chamar tão baixinho quando sentia que não aguentava mais de tanto prazer, e os olhos dela me olhando. Os lábios dela na minha pica, os lábios dela nos meus lábios. Os movimentos dela, tão quentes, tão naturais que me surpreendia, na idade dela e com (pelo que eu sabia) a experiência dela. As costas dela se arqueavam pra me dar um ângulo melhor da bunda dela, e uma entrada melhor na buceta dela, e pra meus dedos se moverem nos lugares certos.
E aquele último beijo tinha me dito que era mais que tesão, que tinha carinho, que tinha amor.
Por um tempo a gente trocava mensagens, todo dia, praticamente o tempo todo. No começo mais tímidos e ternos, depois mais selvagens e quentes. A gente se perguntava o que a gente tava fazendo, desde quando Sentíamos isso, como a gente tinha passado, o que queríamos fazer, nossas preocupações e medos, o que faríamos? Ficaríamos juntos pelas costas da Paula ou teríamos coragem de contar pra ela? Ela tava morrendo de vontade de contar, de ela saber de tudo, de a gente viver uma história nossa, enquanto essa ideia me apavorava. Nesse sentido, combinamos de ver depois, ver o que ia rolar. A gente dizia que se amava, trocava mensagens de bom dia, de boa noite, não se via, mas conversava o tempo todo. Ela me mandava mensagens bêbada quando saía com os amigos, e eu falava coisas lindas, que ia buscá-la, que saísse comigo. Mas ela tinha medo, continuava com a ideia de contar pra Paula. A gente trocava nudes, ela é uma obra de arte. Adorava tirar foto na frente do espelho e me mandar. Com o tempo, chegou a me mandar vídeos se masturbando. Eu mandava fotos minhas, no espelho, ou me masturbando. A gente transava na nossa cabeça e na virtualidade, mas quando se via por acaso na casa dela quando eu ia ver a Paula ou saía em grupo, disfarçava muito bem, principalmente ela. Eu procurava ela o tempo todo, mas ela sabia marcar bem as distâncias.
Pelo menos no começo... Porque com o tempo foi se soltando. Por exemplo, uma vez a gente tava no trem, indo pra casa de uma das tias da Paula, a Cami e o Marce, os três irmãozinhos lindos, e com tanta gente no trem, todo mundo muito apertado. No meio da viagem, por causa do movimento da galera, a gente tinha ficado separado: de um lado, eu e a Cami, e do outro, a Paula com o irmão dela. Aproveitamos a distância e o tesão da situação pra ficar bem, bem coladinhos. Eu tava, claro, atrás dela. Ela na frente, encostada nos bancos, com as mãos nos apoios. Minhas mãos, ao contrário, na cintura dela. Assim, me agarrava e me segurava com os movimentos do vagão. E aproveitava pra sentir ela pertinho. Os irmãos não viam a gente porque tavam quase no fundo. Meu queixo ficava Apoiava nas costas dela e minha boca encostava de leve no pescoço dela, na parte onde o cabelo tinha se afastado. Sabia que isso a esquentava. E minhas mãos percorriam a pele da cintura dela, os ossos do quadril, iam pra barriguinha dela, tudo cada vez mais apertado, com meu pau bem duro no cu dela. Tudo isso era um teste pra mim, porque nunca tínhamos feito nada assim, ainda mais em público, mas eu não aguentava a tesão e o morbo da situação. Encontrei a aprovação dela quando senti ela arquear as costas e apertar um pouco a bunda contra mim. Na minha cabeça, senti como uma vitória, a mina era uma pervertida e tava ficando com tesão, tava entrando no meu jogo safado. Tava ficando com tesão com as carícias e as encostadas do cunhado dela, enquanto os irmãos dela estavam a poucos metros e, de repente, podiam nos ver. Podia dar tudo muito errado, e era isso, eu acho, que dava tanto sabor. De qualquer forma, tinha que disfarçar também com o pessoal próximo, embora fosse tanta gente que mal tinha espaços vazios. Em certo ponto, já tinha minha mão direita bem aberta sobre a barriga toda dela, por baixo da camiseta, pra marcar bem como arquear as costas e encostar mais forte a bunda, meu pau já tava na vertical, apontando pra cima, se ajustando entre as duas nádegas dela, porque o short jeans que ela tava usando permitia. Minha mão esquerda segurando o pescoço dela, acariciando a garganta. Minha boca no ouvido dela. Nossos movimentos de cintura, parecidos com os movimentos do sexo. Sentia um calor danado e ouvia ela segurar a respiração e os gemidos. Eu não tava nem aí, ainda faltava muito da viagem. E tinha visto que a Paula tava dormindo no ombro da Marce, que tava noutra, ouvindo música. Perfeito.
Enquanto a gente se pegava, a entreperna dela tava completamente quente. Com certeza molhada também. Queria saber, então minha mão direita desceu pro botão dela pra desabotoar e pro zíper pra abaixar. Ela deixou eu fazer, mas só até aí. Cheguei, porque ela pegou na minha mão e passou pro lado, como marcando o limite. Minha mão esquerda brincava com a borda da calcinha dela, enquanto eu dava beijinhos na bochecha dela. Ela tava toda vermelha e suada. Não sei quem tinha notado. Eu tava com um selvageria dentro de mim que teria arrancado toda a roupa dela pra comer ela ali mesmo e que tudo fosse pro caralho. Podíamos bater o carro e eu morreria feliz.
Tivemos que parar rápido o amasso, porque duas senhoras sentadas perto da gente estavam descendo. Em cada parada tinha muita gente se mexendo, e dessa vez deu chance da gente sentar um do lado do outro. Nos primeiros dez minutos ficamos calados, quase sem nos olhar. Eu tinha colocado minha mochila no colo, estrategicamente... Depois de um tempo, aproximando timidamente e devagarzinho, a gente se deu as mãos. Eu tava no céu. Sentia essa aventura como um romance amoroso e como uma aventura sexual, bem safada com uma mina super gostosa, irmã de quem era minha namorada, e uns quatro anos mais nova que eu. Um docinho que todo homem na rua queria comer. Ficava com vergonha do suor na minha mão, mas ela sabia como tinha acontecido. Tava tão feliz, contente, não me sentia assim há muito tempo. Não consegui segurar minha vontade, minha necessidade e... Peguei o queixo dela e dei um beijo, na frente de todo mundo, a uns metros da família dela, o risco era enorme, o pudor, a ansiedade, mas eu morria de vontade. Ela me devolveu o beijo por uns três segundos, onde nossos lábios se encostaram um no outro, e ficaram ali, paradinhos, com nossos corpos sentindo um monte de coisas. Depois ela se separou e não falou mais nada. Eu apoiei uma mão na coxa nua dela. E acariciei até a gente ter que levantar pra descer. Quando levantamos, tava nervoso, porque saía de um mundo de fantasia pra entrar na realidade. Tava com medo do rosto da Paula, mas quando a gente se viu, entendi que ela não tinha desconfiado. Nada. Ela sorriu pra mim de longe e fez sinal pra eu descer. A gente desceu e o dia foi normal, só umas trocas de olhares cúmplices com a Cami, mas como eu disse antes, ela sabia muito bem marcar os limites e disfarçar. Claro que quando chegamos, a primeira coisa que fiz foi ir no banheiro bater uma punheta e depois me limpar.
Nas festas que a gente fazia junto, sempre era um monte de gente, todo mundo se conhecia e a gente ficava bem doidão e fumava pra caralho. Essas reuniões eram perfeitas pra aumentar o tesão, pra experimentar coisas. A Cami tava cada vez mais ousada. Nesse ponto, ela já tava me mandando vídeos se tocando e tinha desistido da ideia de contar pra Paula, acho que ela entendeu e curtiu a parada do tesão, do escondido, do proibido. Numa dessas reuniões, a gente não parava de trocar olhares, mesmo quando eu tava com a Paula, e num momento a gente se cruzou num dos corredores da casa. Ela tava distraída, mas me viu e sorriu de um jeito exagerado, me agarrou pela nuca e me beijou com muita força, enfiou a língua bem fundo na minha boca. Nessa casa tava TODO MUNDO, dois dos meus irmãos, os dois irmãos dela, e todos os nossos amigos. Era perigosíssimo. Ela me beijava e não queria soltar. Tinha pegado na minha mão pra eu agarrar a carne da bunda dela por baixo da saia que ela tava usando. Uma saia fina, prateada, que brilhava. Ela tava linda naquele dia, vestida com um estilo egípcio, digamos. Não sei como explicar, mas enfim, maravilhosa. Com aquela saia e um top combinando, o cabelo preso, e uma correntinha que rodeava a cabeça dela e parava na testa.
Eu ainda tentava me afastar, mas a tentação era muito forte. Eu via como ela ficava com tesão na situação, de poderem nos descobrir, de nossos amigos estarem por perto. O tesão era absurdo. A roupa dela era como se ela tivesse pelada, porque era pouca e leve. Logo a saia dela tava na cintura e o corpo todo dela exposto. Esse é o mesmo corredor onde a Paula tinha me feito um boquete, coisa que contei na parte VI de essa saga. Quando lembrei desse fato, quase explodiu minha cabeça. Minha mão tava percorrendo com força e sem disfarce a buceta dela, porque a fio dental tinha sido puxada de jeito e uma perna dela tava levantada me rodeando pelas costas. O acesso aos lábios dela era total, a buceta dela tava expandida, aberta, pra mim, pros meus dedos entrarem e saírem. Os sucos dela eram viscosos, quentes, e era uma porrada, uma enxurrada de fluidos saindo da pussy dela enquanto ela chupava minhas gengivas, meus dentes, minha boca, minha cara, meu queixo. O tesão dela era extremo. Ela não parava de gemer. Nossos corpos escorregavam, a barriga dela descoberta pelo top se roçava na minha barriga descoberta pela camisa aberta. O sutiã dela era de um tecido fininho e tava todo deslocado, então eu podia amassar os peitos dela à vontade, sentir o cheiro da pele dela. Apertar os bicos dela com meus dedos molhados pelos próprios fluidos dela. Dediquei uns segundos (não podia perder tempo) em chupar essas tetas tão gostosas. Resolvi aumentar a putaria e rapidão peguei a mão dela pra levar pro fundo, exatamente onde eu tinha comido a Paula uns anos atrás. Minha ideia era também chupar a pussy dela porque já tava fazia tempo que minha boca tava salivando pra provar. Imaginava o gosto dela. Mas não deu, principalmente porque enquanto ela sentava numa mesa e se posicionava pra fazer isso, ouvimos a porta abrir. Tentamos nos recompor, mas vimos umas sombras se mexerem, umas risadas e gritos, e a porta fechou de novo, deixando a gente lá. Confusos.
O que vem depois eu conto rápido porque foi pesado e horrível. Basicamente, alguém tinha nos visto juntos, contou pra Paula, e Paula naquela noite comeu um dos meus irmãos e um dos meus amigos. Conto isso porque tem a ver com o que vem depois e com algumas coisas que vou contar em outra parte. Mas por enquanto não quero dar mais detalhes. Aquela noite terminou como o cu, todo mundo bêbado aos gritos, eu mandando a Paula tomar no cu, ela me mandando tomar no cu também. Não Lembro muito mais. Saí de casa extremamente tarado (em todos os sentidos) lá pras 6h da manhã. Uma hora e pouco depois de chegar em casa, recebi uma mensagem da Cami preocupada comigo, e não respondi. No dia seguinte, não entendia nada. Muita dor no corpo e na alma. Vou pular um tempo porque os meses que vieram foram muito escuros e solitários.
Por um tempo, não vi ninguém, nem meu irmão, nem amigos, nem a Paula, a Marce ou a Cami. Foram uns seis meses, até que voltei a falar com a Paula. A gente se trombolou na rua e não deu pra evitar de se cumprimentar, e a partir daí começamos a nos ver de novo. Parte de mim tava super feliz por rever a Cami, com quem a gente tinha trocado uma ideia de vez em quando, mas como a irmã dela tava tão ferida, e ela também tinha parte da culpa, ficou bem grudada na Paula. Na real, acho que elas se perdoaram, porque tava tudo certo. Voltar a comer a Paula foi a glória, aquela bunda eu nunca esqueço, nunca. Nem hoje. A primeira vez que a gente transou depois de tanto tempo, gozei quatro vezes na mesma noite. Foi foda. Aquela mina era uma atriz pornô em outra vida, porque curtia tudo e de todos os jeitos.
Com relação à Cami, não demorei muito pra vê-la de novo e sentir as mesmas coisas. Ela parecia mais distante, mas minha sensação era de que isso não ia durar muito. E foi isso mesmo, rapidinho voltamos aos olhares e às mensagens. Com o tempo, eu tinha me "acostumado" de novo com a Paula e tava atrás de outra coisa, como sempre faço. Essa outra coisa era a Cami, e ela sabia. Na real, a Paula também sabia. Porque... uma vez a gente tava fazendo uma festa no apartamento da família delas, o mesmo onde eu tinha visto um filme com a Cami. Naquela noite, o de sempre: álcool, música e maconha. Na hora de deitar com a Pau, ou seja, quando decidimos encerrar a noite, a gente se deitou no colchão que era a cama principal, onde a Cami tinha deitado um pouquinho antes. A gente ia dormir... Os três... Quis me acomodar no meio das duas estrategicamente, mas não consegui. Uma merda. A Cami tava bêbada e dormindo, de bruços, com umas calças legging pretas e uma camiseta que tinha subido um pouco. Ela tinha aquela bundinha minúscula ali, linda, e a pele das costas exposta. Bom, questão que deitamos com a Pau, nos pegamos um pouco, trocamos uns beijos, ficamos os dois de roupa íntima, nos pegamos mais um pouco, eu fazendo movimentos fortes de propósito pra Cami acordar, mas não acontecia nada. Mais tarde, não sei quanto tempo passou, acordei... com a Paula me masturbando! Não entendia nada, e vi que todo mundo já tava dormindo, e acordei assim, com o pau duro e a Pau de olhos fechados me masturbando. Não sabia por quê, nem o que tava rolando, nem como a gente tinha chegado ali. Mas enfim, tava uma delícia. Dei um beijo na testa da minha mina e peguei na nuca dela pra acariciar. Não entendia nada, mas o tesão subia, porque a Cami continuava ali, quase na mesma posição, ainda dormindo. A Paula continuava, de olhos fechados e sem falar nada. Eu peguei ela mais forte na nuca pra ela entender que eu queria um boquete. Ela entendeu e topou, começou a descer, devagarzinho. Acho que ela tava super a fim da situação, da irmã estar ali, e ela sabia que me excitava porque a gente já tinha falado disso várias vezes. Pouco tempo antes, enquanto a gente transava, ela me contava como tinham tomado banho juntas há pouco e como a irmã dela era linda e tinha uns peitos gostosos. Então eu sabia que tinha algo ali. Enquanto a Pau tava no êxtase do boquete, me chupando bem com movimentos muito fortes e amplos, vi que a Cami se mexia um pouco, me olhava, e fechava os olhos de novo. Isso despertou minha vontade de me aproximar um pouco, e comecei a acariciar as costas dela, enquanto recebia um dos melhores boquetes da minha vida. A Pau eu não via porque ela tinha se perdido debaixo dos lençóis. E a Cami se ajeitava um pouco pra eu acariciar melhor. Com o tempo, fiquei sabendo. que Cami nunca soube o que estava rolando debaixo dos lençóis. Pra ela, eu era só um tarado tentando voltar com ela enquanto saía com a irmã. Ela não sabia que era a Paula quem tinha incentivado aquela situação. E mesmo assim, na ignorância dela, ela tava gostando. Porque ela se posicionou pra me dar acesso total às bundas dela. Eu já tinha me acomodado mais perto, ficando de algum jeito no meio das duas. Então eu tinha a Paula quase de quatro, debaixo dos lençóis, me dando um blow job daqueles, enquanto eu brincava e apertava a bunda da minha cunhada por baixo da legging e da calcinha dela. Era macio, era quente, era gostoso. Demorei bem pouco, muito menos do que eu queria, pra gozar inteiro na boca da minha mina. Ela adorava, então quando sentiu que eu ia gozar, ela pegou toda a minha rola com a boca, rodeando pra não vazar nada, e engoliu todo o meu leite, que devia ter uns milhões de litros, mais ou menos. Na verdade, ela não engoliu tudo, cuspiu um pouco tossindo. Eu tirei a mão da roupa da Cami e me ajeitei. Não sei se alguma das duas percebeu o que eu tava fazendo com a outra, mas pra mim foi uma experiência linda... Do jeito que tava, dormi todo gozado.
Uns dias depois, encontrei a Cami pra tomar um café, pra conversar, não como encontro, mas porque a gente sentia que precisava desabafar, já que fazia tempo que não falávamos sério. Dessa vez, contei pra ela que enquanto eu tava tocando ela, a Paula tava me fazendo um blow job, e que foi ela quem começou e incentivou toda a situação. A surpresa da Cami foi enorme, embora de certa forma não fosse surpreendente vindo da irmã dela. Naquele dia, acompanhei ela até onde estudava, depois de trocarmos uns beijinhos, depois de tanto tempo...
Com o tempo, continuamos trocando putaria e mandando umas fotos... Essa foi a primeira depois do que aconteceu, de toda a treta, e me fez explodir a cabeça porque Ela tirou a foto no dia do aniversário da Paula, enquanto todo mundo tava lá no apê. A gente tava vendo um filme junto, família e amigos, eu tava no meio da Cami e da Paula, bem colado na Paula mas sentindo pra caralho o contatinho com a Cami, que num momento avisou que ia no banheiro, e enquanto ela tava lá, vejo que chega uma mensagem dela dizendo "imagem" e eu tava louco pra abrir, mas com a Pau tão perto era foda...
A mina me deixava maluco.
Todo esse post foi meio que um fechamento de um lado, mas também uma introdução. Porque em breve vou contar mais umas paradas com minha irmã, uma ou outra com a Cami, se quiserem com a Pau também... e depois... Bom, o momento em que a história da minha família e a da minha namorada se juntam, convergem, vocês vão ver como...
Por enquanto, mando um abraço, até a próxima, agradecendo os pontos do post anterior!
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