Minhas primas da capital 15

Horizontes sexuais. Já mais calmos, minhas primas na escuridão do quarto começaram a fazer suposições imaginando a noite que seus pais passariam, entre risadas e brincadeiras ficamos um tempão bem agradável, e ainda mais quando com minhas mãos eu chegava a um peito de cada uma, elas de lado coladas em mim me deixavam espaço pra eu acariciá-las.
- Imagina o sério do papai se misturando com gente tão liberal como deve ter lá?, com certeza passa um mau bocado.
- E a mamãe que se acha muito avançada, quando se encher de mãos em cima, hahaha.
As garotas pensavam em todas as situações engraçadas que poderiam acontecer com elas, as mãos da Maite, bem brincalhonas, percorriam meu corpo todo aparentemente sem intenção, mas meu pau não pensava o mesmo, depois de um tempo falando da minha tia, quando já tava duro de novo ela disse pra Maria.
- Maria, você não acha que é uma pena perder isso?
- Pois é, verdade, deixa comigo que eu aproveito.
Minha prima mais velha sentou em cima de mim e logo enfiou o pau na sua bucetinha macia, a Maite ao ver a irmã gemer passou uma perna por cima da minha cara e deixou os lábios da buceta nos meus, como não fazia muito que eu tinha gozado, demorei bastante pra chegar num ponto sem volta, minhas primas aproveitaram isso e me cavalgaram o quanto quiseram, até que as carícias dos meus dedos nos seus clitóris acabaram vencendo elas e as duas pulando juntas gozaram em cima de mim.
Dormimos abraçados, já era bem tarde da madrugada quando me acordou um barulho na sala, escutei e eram meus tios chegando um pouco alterados pelo álcool. Pulei da cama e enquanto vestia a cueca, acordei a Maite e falei pra ela correr pro quarto dela, sem nem vestir a calcinha ela saiu na minha frente, eu adorava ver minha prima tão jovial e tão ativa, as bundas dela balançavam na frente até entrar no quarto dela, depois eu me deitei no meu.
De manhã como era domingo ninguém tinha vontade de levantar exceto o Antônio, ele nunca Falei, logo cedo fui pegar o jornal e depois, com um café, sentei na sala pra ler os esportes. Eu também não quis sair da cama, a noite tinha sido agitada e tava muito bom. Quando minha porta se abriu, vi a cabeça da Ana aparecer, o cabelo todo bagunçado e a maquiagem ainda no rosto, não devia ter dado tempo quando foi dormir. Ela não falou nada, só levantou o lençol e se enfiou na minha cama, ainda cheirando a ressaca. Me sacudiu pra me acordar e tapou minha boca com a mão quando eu ia perguntar o que ela tava fazendo ali naquela hora, com toda a família em casa.

— Fala baixinho, tô morrendo de vontade de te contar a noite passada. Tá acordado?

Claro que tava, e ainda mais pra ouvir em primeira mão a experiência que ela teve.

— Ontem fomos jantar num restaurante caro, seu tio não tava nem aí pra grana. Depois da sobremesa, já tomamos uns gintônicas pra esquentar e fomos pro lugar que o amigo dele recomendou. Ele tinha dado um cartão VIP, e assim que viram, nos convidaram pra entrar super educadamente.

— O lugar no começo me pareceu escuro, mas quando me acostumei com a luz, tava bem iluminado. Chegamos no balcão e a pessoa que abriu a porta nos apresentou pra um cara que tava do lado de fora do balcão conversando com um casal. Esse cara se apresentou, era o dono, e disse que o Fernando, amigo do Antônio, já tinha avisado que a gente ia aparecer e que éramos novatos.

— Muito educadamente, ele explicou como funcionava tudo. Na real, era simples: a primeira regra era respeito mútuo. Se alguém se aproximasse, dava pra recusar só com o olhar, ninguém enchia o saco, e enquanto todo mundo tivesse de acordo, não tinha limites. A gente gostou da confiança e da facilidade que o ambiente mostrou. Ele também explicou as diferentes salas que a gente podia encontrar e onde ficava o guarda-roupa. Eu, como você viu, tava bem elegante, e seu tio também, embora formal demais pro meu gosto. Pedimos umas bebidas e... Ficamos observando os casais e os outros clientes, tinha de tudo por lá, casais jovens e nem tão jovens, mas todos com muita vontade de se divertir. Quando estávamos lá, uma garota se aproximou de nós, usava um vestido de noite bem justinho, nos cumprimentou e fez perguntas sobre coisas superficiais, até que me convidou pra sentar numa mesa onde só tinha mulher, e todas lindíssimas. Eu, pra não deixar o Antonio se sentir excluído, fiquei com ele.

Resolvemos dar uma volta pelo local pra sentir o clima, as salas eram de tamanhos e decorações diferentes, a música bem relaxante e o cheiro de essências orientais. Numa sala, vimos um casal em cima de um colchonete gigante, eles estavam transando por conta própria. Uma garota se aproximou e, enquanto ele chupava a buceta dela, a mina meteu a pica na boca, fez um boquete de cinema, depois foi embora toda feliz.

Passamos pra outra sala, era maior e tinha um divã no centro, um foco de luz iluminava só o divã, o resto ficava no escuro. De algum lugar apareceram duas garotas, só de calcinha, me olharam pedindo minha aprovação e depois levaram o Antonio. Quando olhei de novo, ele tava num canto com uma mina chupando a pica dele e outra beijando ele apaixonadamente.

Achei engraçado a facilidade com que ele arrumou companhia. De repente, uns braços me tocaram e me guiaram suavemente, me levaram até o divã central. Com a luz, já pude ver o cara que tava me levando, era jovem e forte, usava um lenção amarrado na cintura. Ele me acariciou e disse que eu era muito gostosa, as mãos dele percorriam todas as minhas curvas e, quando me dei conta, já tava pelada no divã. O cara deu várias voltas ao redor, me admirando inteira, com as mãos ia me acariciando, ora nos peitos, ora na barriga ou nas coxas, tava me deixando com um tesão do caralho. Eu olhava pro canto onde tinha visto o Antonio e ele já não tava mais lá. Me deixei levar pelo clima, eu era o centro de todas as atenções, toda iluminada e aquele cara só pra mim. mim. - Quando o jovem me beijou, senti que flutuava do divã, mas quando ele abriu minhas pernas e colocou nos ombros dele, fechei os olhos e esperei. - Não vi quando ele tirou o lenço, mas senti um calor imenso entre minhas coxas quando ele aproximou o pau de mim, não era muito comprido, mas era grosso. Ele segurou meus tornozelos, abriu minhas pernas e meteu em duas vezes: na primeira, fechei os olhos, mas na segunda, abri o máximo que podia. Ele enchia toda a minha buceta com o pau dele. Ouvi um murmúrio e algumas palmas vindo das sombras. - O garoto estava com calma, o pau dele entrava e saía da minha buceta numa lentidão impressionante, mas sem parar um segundo. Eu estava bem confortável e aguentava a foda interminável. - Pouco depois, vi seu tio se aproximando das trevas, acompanhado de um homem. Os dois usavam um lenço parecido com o do jovem. Eles conversavam animadamente, sem dúvida se conheciam. Enquanto falavam, se aproximaram de mim. Meu marido me apresentou enquanto o jovem continuava me fodendo devagar. - Olha, Ana, que coincidência, veio também meu amigo Fernando, o que recomendou o lugar. É muito bom, né? - Fernando me cumprimentou inclinando a cabeça. Era atraente e eu gostei dele. - O amigo de Antônio continuou conversando tranquilamente com meu marido e, num dado momento, tocou no ombro do garoto que estava entre minhas pernas. Ele saiu de mim educadamente. Fernando, pedindo a opinião de Antônio, tomou o lugar dele e, tirando o lenço, meteu o pau em mim. Como já estava bem lubrificada, foi só um movimento e ele encheu minha buceta. Chegou fundo, eu não tinha visto o pau dele, mas senti dentro. Ele me fodeu um pouco mais rápido enquanto contava para Antônio: - Hoje vim com a Elisa, é minha cunhada, a mulher do meu irmão mais novo. Ele prefere jogar pôquer e hoje tinha um jogo com os amigos. Quando isso acontece, minha cunhada me chama e a gente vem pra cá ou fode na minha casa. Depois te apresento ela. Vou apresentar vocês e tenho certeza de que vão transar, ela é uma gostosa. – Naquele momento, o holofote que me iluminava inteira se apagou, no lugar dele só ficou um tubo fluorescente de luz negra, igual as que tinham nas baladas antigamente, a escuridão total tomou conta. Logo comecei a enxergar todo o quarto, em várias cadeiras tinham vários homens e uma mulher ou outra, só consegui vê-los porque os dentes e os olhos brilhavam, só o que era branco dava pra distinguir. Aos poucos foram se levantando e se aproximando de onde eu estava, me rodearam e me olharam de todos os ângulos. Da escuridão apareceu um cara mais alto, quase invisível, embora os dentes e os olhos dele fossem mais visíveis. Num dado momento, todos pegaram de uma caixa ao meu lado uns saquinhos, eu não via nada, mas quando vi fiquei chocada, eram camisinhas brancas. Eles colocaram e mais de uma dúzia de paus brancos me acompanharam. Quando o último que chegou colocou a camisinha, me assustei, ele tinha uma piroca do tamanho de um pepino. – Ele foi o primeiro que se aproximou do Fernando, este deixou o lugar e foi para um canto conversando com seu tio. – O cara vi que era negro, mas negro de verdade. Da altura dele, pegou minhas pernas e puxou, eu escorreguei na direção dele e, sem me deixar apoiar no sofá, enfiou o pau no ar. Senti centímetro por centímetro, além de comprido era grosso, em vez de ponta tinha uma cabeça que parecia uma maçã, foi o que mais senti, depois entrou o resto, mas eu só sentia a cabecinha avançando até o fundo. – O cara era devagar, me segurava no ar, a bunda a um palmo do assento, não devia ter pressa nenhuma, mas quando o segundo da fila tocou no braço dele, sem reclamar cedeu o lugar que foi ocupado. Esse eu quase nem senti, tinha um pau normal e foi como um alívio. Logo outro ocupou o lugar e mais outro. Antonio me olhava atento do canto, ao lado dele uma loira, devia ser a Elisa, a cunhada do Fernando. Só consegui ver ela se ajoelhar na frente dele, quando outro metia o pau em mim, já perdi a conta, todas as picas pareciam iguais, quando viraram e chegou o negão, eles se colocaram ao meu redor, tiraram as camisinhas, tudo ficou preto mas em poucos minutos começou a cair sobre mim uma chuva de porra que me encheu do pescoço até a buceta, depois se retiraram tão discretos quanto tinham vindo, o Antonio tinha a Elisa no colo, metia de frente e não me via, me levantei com dificuldade, minhas pernas tremiam e fui pro chuveiro acompanhada por uma mina, quando ela viu como eu tava passou a mão na minha teta e encheu de porra, depois enfiou dois dedos na boca. -       Quando voltei, o Antonio ainda tinha a Elisa no colo mas de costas, o Fernando não perguntou nada e eu montei nele igual a Elisa, o que não tinha acontecido com todos que eu tinha fodido aconteceu com o Fernando, gozei vendo o Antonio foder com a cunhada do amigo dele. -       A Elisa agarrou no pescoço do Antonio e se abraçou colando os peitos nele, enfiou a bunda entre as pernas dele pra cravar o pau inteiro e gozou toda trêmula também. Eu fiquei calado o relato inteiro da minha tia, via ela tão animada que não consegui perguntar nada, na real ela contava tudo tão detalhado que não me restava dúvida nenhuma, quando terminou eu falei… -       Ana, você me deixou tão tesudo que eu queria meter o pau em você agora mesmo. -       Juan, se você realmente quer meter, mete, mas agradeceria se deixasse pra outra hora, minha buceta tá destruída. A Ana saiu do meu quarto, disse que ia deitar mais um pouco, tava exausta e dolorida, eu tomei banho e desci pra sala, fui até meu tio, ele tava com o jornal na mão. -       Oi Antonio, como cê tá? Como é que acordou tão cedo?, todo mundo ainda tá dormindo. -       Pois é, não conseguia dormir e olha que também tô moído, ontem à noite foi maravilhoso, sua tia vai te contar, ela se divertiu ainda mais que eu. -       Sério? E o clima era bom?. - Mmm, lembrei de você. Sabe que assim que entrei, duas minas se aproximaram de mim? Elas eram mãe e filha, pareciam irmãs. A mãe me beijou na hora, enquanto a filha procurou e encontrou minha rola, enfiou na boca e ficou chupando por um tempo. A mãe me contou que era viúva e a filha separada, e que vinham toda semana. Fomos pra outra sala, deitei num colchonete enorme com elas. As duas me encheram de carícias. A mãe logo subiu em cima de mim e começou a cavalgar enquanto eu chupava os peitos da filha. E aí, por acaso, vejo meu amigo Fernando chegando. Chamei ele e nos cumprimentamos. Quando ele me viu com as duas gostosas, ficou atrás da filha, apoiou as mãos na bunda dela. A mina virou e sorriu pra ele. Meu amigo abriu a bunda dela e meteu. Eu sentia os empurrões dele nos movimentos dos peitos da filha. Quando gozei, a mãe desceu de mim e me disse em segredo que também tinha gozado, mas que era muito discreta e quase não demonstrava. Já a filha, sim: ela tirou um peito da minha boca e ficou beliscando ele quando Fernando encheu ela de porra. Depois, voltamos pra onde estava Ana. Vimos ela rodeada de caras. Enquanto um fodia ela, os outros mantinham os paus duros se masturbando. Sua tia ajudava eles com as duas mãos. Apresentei Fernando pra ela. Ele disse que Ana era muito bonita e estava muito gostosa. Perguntei se ele queria provar a buceta dela, e ele não recusou. Depois, sentamos num canto até que a cunhada dele chegou. Puta mulher, tava impressionante. Fernando me apresentou e meu pau subiu feito bandeira. Ela se ajoelhou e me chupou um pouco, mas eu queria foder ela. Ela subiu no meu colo. Daí a pouco, sua tia chegou, recém-tomada banho, cheirando a mulher ardente. Fernando nem percebeu até que ela sentou em cima dele e fodeu ele. No final, todo mundo gozou, e depois fomos pro bar. Tomamos mais uns gintônicas e voltamos pra casa. Nem sei como achei a rua. Pensei na diferença com... O que a gente já tinha previsto, fiquei feliz principalmente pela Ana, ela adorava ser admirada pelos homens e, se ainda por cima todo mundo comeu ela… meu tio continuou contando.
- Adorei estar com duas mulheres ao mesmo tempo, me senti um deus, tô matutando uma ideia, depois vou falar com a Ana, pensei se daria pra organizar uma noitada com ela e a Emi, não seria igual, já que nós três nos conhecemos, acho que seria mais excitante.
- Sinceramente, acho que é uma boa ideia, sempre sonhei em ficar com duas garotas – menti pra ele. Deixei o Antonio sozinho com o futebol dele e saí na rua, atravessei até a casa da Emi, queria contar os planos do Antonio. Quando chamei, demoraram pra abrir. Quando a Emi abriu, só colocou a cabeça pra fora e fez sinal pra eu entrar rápido. Quando fechei a porta, vi que ela tava pelada, só se cobrindo um pouco na frente com os restos de um vestido. Ela me mandou ir pro quarto que ainda não tinha se levantado, falei que voltava outro dia, mas ela insistiu. Pulou na cama de uma vez, mas antes de se cobrir com o lençol, levantou ele pra eu ver o corpo dela. Não pensei duas vezes, tirei a roupa e entrei com ela. A cama quentinha e a pele macia da Emi reavivaram o fogo que eu já tava sentindo com a história da Ana. Emi subiu em cima de mim, não enfiou a rola como eu pensei, mas abraçou ela com os lábios da buceta e, colocando as mãos nos meus ombros, começou a se balançar e passar os peitos por cima de mim…
- Então, me conta logo o que você queria de mim.
- O que eu quero de você você já tá fazendo agora, e muito bem por sinal, só vim contar as novidades que ouvi.
- Nossa, como as notícias correm, já te contaram sobre a noite de ontem?
- Minha tia, logo cedo, entrou na minha cama e me deu todos os detalhes, e meu tio depois me contou tudo do ponto de vista dele, os dois concordam em tudo, transaram como loucos.
- Que bom, eles formam um belo casal, então agora entendo como você tá assim logo de manhã.
- Imagina como eu fiquei minha tia colocou, me contando quantos e como comeram ela. - Coitada, deve estar toda quebrada. Mas você não comeu ela, né? - Não, mulher, embora eu tenha proposto de brincadeira, ela recusou educadamente. Contei bem por cima a noite da Ana, com certeza ela não ia dormir antes de contar na primeira pessoa, mas também contei que meu tio estava propondo fazer um ménage com as duas. Emi se surpreendeu porque quando a gente fez a festa os quatro, a gente se divertiu pra caralho. Falei que era tipo uma fantasia, duas mulheres só pra ele, ele tinha experimentado na noite anterior, mas muito friamente. Emi não achou ruim de jeito nenhum, teria preferido que eu também estivesse junto, mas não iam faltar dias pra repetir. - Bom, obrigado por me contar, teria me pegado de surpresa, mas se ele quiser, a gente faz, também tô a fim de passar um tempo com a Ana. - Só de te ouvir já fico a ponto de gozar. - Então tá decidido, e o melhor lugar pra você gozar é dentro de mim, minha buceta é sua. Com maestria e dois movimentos, ele enfiou até o fundo, já conhecia o caminho e a cintura dele acabou de gozar com a minha tensão, enchi ela de porra enquanto ela cravava as unhas nos meus ombros, os peitos dela pararam de balançar quando ela tava concentrada gozando. O domingo passou tranquilo, minha tia à tarde foi na casa da Emi, além de contar tudo também, propôs a nova aventura do Antonio, Emi não colocou nenhum obstáculo. Antonio e Ana tavam há uns dias muito agarradinhos, minhas primas e eu percebíamos bastante porque normalmente Antonio era bem sério. Uma noite, eu já tava deitado e era tarde, pela minha porta apareceram duas cabeças e sem falar nada se meteram na minha cama, as duas me acordaram e, tampando a cabeça com o lençol, me apressaram pra contar por que tanto mimo dos pais delas. Comecei a contar o que eles tinham me contado, tão detalhado quanto pude, eu sentia o efeito que causava nelas imaginar a parada. Cena e suas mãos se esconderam debaixo do pijama, não diziam nada, mas suspiravam e se reviravam na cama. Quando eu ia começar com a versão do pai dela, coloquei minhas mãos em cada buceta das garotas por cima do pijama. Elas logo puxaram pra baixo e colocaram minhas mãos entre os lábios delas, já estavam molhadas. Enfiei dois dedos em cada uma enquanto contava a história, elas gozaram com um pequeno intervalo. Continuei acariciando elas enquanto apertavam meu braço pra eu não tirar, mas guardei a bomba final: a vontade que o pai delas tinha de passar uma noite fodendo com Ana e Emi. No começo, ficaram tristes, já se viam mais uma noite deixadas de lado e sozinhas, mas eu contei o plano que tinha bolado.

— Pensei numa coisa, dessa vez não vai ser igual. Eu não tô convidado pra festa e fico feliz, mas a gente não vai ficar sem a nossa festa. Também vamos jantar e depois pra onde vocês quiserem, algum show, cinema, tanto faz.

As duas garotas me abraçaram e me beijaram. Maite, a mais bagunceira como sempre, me disse:

— Isso merece um prêmio, Juan.

Ela pulou em cima de mim e me beijou na boca. Não foi um beijo de agradecimento, percebi quando senti a língua dela tentando forçar meus lábios e procurar a minha. Ela ficou me beijando, não como uma adolescente, mas como uma mulher ardente. E realmente era, apesar da idade. María, menos efusiva, preferiu ir direto ao ponto. Desceu pro meu pau e não parou de lamber e chupar até eu encher a boca dela de porra. Depois, chegou perto das nossas caras, abriu a boca e mostrou pra Maite a quantidade de sêmen que tinha recolhido. Fechou a boca e, quando abriu de novo, só dava pra ver os dentes brancos e perfeitos. Ainda assim, Maite me deu mais dois beijos de presente.

Na noite que meus tios escolheram, se arrumaram como de costume. Prevendo a volta, chamaram um táxi e passaram na casa da Emi. Quando o carro chegou, os três entraram e foram embora. Da minha janela, vi como as mulheres estavam gostosas. Emi olhou pra minha janela. segura de que ela estaria me olhando. A gente tava cada um no seu quarto esperando elas irem embora, quando de repente a Maite entrou no meu quarto, parecia uma visão celestial, tinha luz ao redor dela, mesmo com um vestido jovem ela tava linda. Quando a Maria subiu, era pura sensualidade, a mãe dela teria ficado orgulhosa e acho que também com ciúmes. Chamamos outro táxi, não demorou nada e já tava esperando na porta, pedimos pra nos levar a algum lugar pra jantar sem frescura e ele foi direto pro centro antigo, jantamos petiscos, com cervejas e depois tomamos um cuba-libre de rum cada um. Saímos felizes, eu orgulhoso de ter duas gostosas do meu lado, era a inveja de muitos, ainda não tínhamos decidido onde ir, tinha uma casa que tava tocando um show de um grupo da moda, mas quando a gente ia entrar a fila de gente era enorme, alguns reclamavam que já não deixavam mais ninguém entrar, não chegamos no local, viramos e continuamos pensando, cinema não achamos legal depois do jantar e com a noite toda pela frente, quando a gente tava andando, passamos na porta de um hotel, acendeu uma luz na minha cabeça, peguei as duas minas pelo braço e quando chegamos na recepção toquei a campainha, o cara nos viu e sorriu de leve, se adiantou, nos ofereceu um quarto de casal com uma cama super grande, mas depois começou a encher o saco, que tava reservado, que não podiam entrar três pessoas, enfim, todos os problemas se resolveram quando coloquei uma nota debaixo da campainha, ele nos deu a chave que já tinha preparada e nem pediu documento, não precisou nos acompanhar, achamos na hora, ficava nos fundos do hotel, dava pra um jardim interno e tranquilo, a Maite como sempre olhou tudo, abriu a sacada que dava pra um corredor externo, todos os quartos estavam vazios, quando ela entrou, a irmã Maria já tinha tirado o vestido e tava jogada na cama imensa, de braços abertos e nos chamando. Maite com A saia curta e a camiseta de brilhinhos que eu tava usando não deram problema nenhum, voaram pra longe e ela se deitou do lado da irmã. Eu tive mais dificuldade e me enrolei todo na calça e no tênis, no final elas resolveram me deitar na cama e puxando, tiraram tudo. Era uma delícia estar só com as duas numa cama tão grande, os corpos jovens das primas se destacavam no lençol impecável. No começo, ficamos nos jogando as almofadas que tinham pra todo lado, elas me arrastaram pra dentro da cama e me beijaram as duas. Dava pra sentir a diferença de cada beijo. A Maite, mesmo já tendo me dado uns beijos quentes antes, a irmã dela, a María, beijava com muito mais fogo. Dava pra dizer que ela tava me comendo com a boca, só com nossos lábios se tocando, meu pau ficava durasso. Enquanto a gente se beijava, a irmã dela soltou o sutiã dela, que ficou preso entre nós dois, só caiu quando a gente tentou respirar. A Maite já tinha tirado o dela, e os peitos das duas jovens pulavam junto com elas na cama de casal. O meu caso era pior, eu tinha tirado tudo e quando tentei pular com elas, meu pau e minhas bolas pareciam sinos, elas morriam de rir e tentavam pegar eles no ar. O final já tava na cara, as duas me derrubaram no colchão e me imobilizaram, enquanto uma sentava em cima de uma das minhas coxas, a outra segurava meus braços por cima da minha cabeça. Mesmo tentando me defender com a perna livre, não tinha jeito. A Maite tentava me fazer cócegas em tudo quanto é lugar, mas quando viu que não conseguia, atacou no ponto mais sensível. Ela pegou minhas bolas com uma mão e apertou. Fiquei parado pra evitar problemas maiores e esperei pra ver qual nova peripécia ela ia inventar, e não demorou pra me mostrar. Enquanto segurava minhas bolas apertadas, ela puxou a pele da cabeça do meu pau, mostrou pra María e ofereceu. A irmã soltou minhas mãos e prendeu elas de novo com as pernas enquanto passava por cima de mim e, com os lábios, pegou a glande. Descoberto, a contrapartida foi que os peitos dela ficaram pendurados sobre mim, eu os agarrei e puxei até que ela perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim, soltei os peitos dela e abri as pernas que estavam sobre minha cabeça, a calcinha de renda que ela usava não foi obstáculo para minha língua, eu a afastei um pouco, só o suficiente para encontrar o clitóris ainda escondido quando passei a ponta molhada de baixo para cima, Maria ficou imóvel, só abriu mais as pernas e enfiou a glande na boca, as dobras macias da buceta de Maria tinham gosto de mel, quando já estava com o clitóris inchado de tanto lamber, ela se ergueu soltando a pica, e tirou a calcinha rapidamente, apoiou as mãos no meu peito enquanto eu apertava as mãos dela sobre os peitos, Maite não quis perder a oportunidade e sentou na minha pica molhada de saliva de Maria, se apoiou nos meus tornozelos e começou a pular em cima de mim, formávamos um grupo muito entrosado, não tínhamos nenhum problema, todos gostávamos da mesma coisa e oferecíamos aos outros o que tínhamos, além disso hoje era um dia especial, estávamos os três juntos, os mais velhos já deviam estar em casa provavelmente ou talvez na casa da Emi, imagino que não estavam se divertindo mal também, me sentia feliz. No silêncio da noite não se ouvia nenhum barulho, tivemos sorte em escolher este hotel, o quarto era estupendo, tranquilo, com uma cama para poder brincar, nós estávamos aproveitando a noite quando se ouviu um barulho no quarto ao lado, Maite foi a primeira a ouvir, pulando em cima de mim parou para escutar, simplesmente eram vozes de conversas, a luz acendeu, notamos porque a sacada se iluminou, as conversas se alternavam com risadas e murmúrios, a luz baixou de intensidade e também os murmúrios e vozes, deviam ter se deitado já, Maria não ligava, mas Maite sentia curiosidade, várias vezes tentou se levantar e espiar, mas Maria a segurava e dizia para ela continuar me fodendo. Como tudo era querer olhar o que faziam, pois muito Suaves, mas ainda chegavam rumores do lado. No fim, como tinha cortado o ritmo de todo mundo, a gente mandou ela ir, mas com cuidado — se fosse descoberta, sobrava pra todos nós. Ela tirou meu pau da buceta, já não tava tão dura quanto devia, mas eu e María continuamos com a nossa: a buceta dela na minha cara e a cintura se mexendo em cima de mim. Maite saiu agachada e foi até a sacada, ficou uns segundos e voltou toda animada, balançando as mãos como se estivesse se sacudindo de água, sem conseguir falar. Saiu de novo, dessa vez demorou mais. Quando voltou a entrar, nos chamou com a mão. Eu e María não tínhamos muita vontade de largar o que estávamos fazendo naquele momento, mas fomos com preguiça até onde Maite tinha voltado. Encontramos ela agachada atrás da janela do quarto. María tinha pegado minha camisa e a usava pra se cobrir na frente; eu consegui vestir a cueca. Maite não tava com nada. A persiana da janela estava quase toda abaixada, só sobrava uma faixa de uns 20 cm, e por ali a gente olhava. Maite puxou a gente e nos juntou a ela. A verdade é que não dava pra ver muita coisa: a luz do criado-mudo tava acesa, dava pra enxergar bem, mas criava um clima íntimo que iluminava o cômodo. A cama estava no fundo, e a gente só via os pés. Dava pra ver um casal: a garota estava de joelhos na cama, de costas pra gente, com os cotovelos apoiados no lençol. Só dava pra ver as nádegas e a buceta depilada — era uma imagem linda. Mas, assim que vi, quis ir embora. Maite me puxou pela perna e me obrigou a ficar. De um canto do quarto, saiu um homem. Ele se aproximou da cama, subiu e se posicionou atrás da bunda da garota. Tava de costas, e a gente não via o rosto dele. O pau dele já devia estar duro, porque assim que chegou perto da garota, meteu na buceta dela. Ela apertou os punhos no lençol e, quando sentiu ele dentro, relaxou as mãos. O homem foi bombando devagar, enquanto os peitos dela balançavam pendurados. Eu passei a mão por baixo da camisa que María usava colada no corpo. No corpo, apertei um peito dela e senti como o mamilo tinha ficado duro. Aí perdi a pressa de ir embora. Depois peguei no outro peito, estavam durões, com os mamilos empinados. A Maite passava a mão entre as pernas devagar. Tivemos sorte de a escuridão nos cobrir, porque ia ser difícil explicar o que a gente tava fazendo. O homem tava comendo a garota, mal dava pra ver ela, só um pouco do cabelo, era loira e não tinha um corpo ruim, muito pelo contrário. Entre as pernas do homem dava pra ver claramente a rola dele entrando e saindo da buceta da garota, tava ensopada de uns líquidos meio branquinhos, tava na cara que ela tava muito excitada, dava pra entender, porque a rola do homem era grossa e comprida. Ele tava segurando ela pelas cadeiras, puxando e empurrando com suavidade, dava pra ver que ela tava gostando do tratamento, porque mexia a raba procurando ele. O que nos surpreendeu foi que do banheiro apareceu uma mulher. Só dava pra ver ela da cintura pra baixo, também tinha umas cadeiras boas e uma rabão, usava uns sapatos de salto alto que alongavam bem as pernas. Ela chegou por trás do homem, passou as mãos por debaixo dos braços dele e ficou beliscando os mamilos dele. Depois passou a mão entre as pernas dele e ficou acompanhando a rola, pegando nas bolas. Ela se agachou na nossa frente e a gente viu também a raba dela aberta, a buceta de pele morena com uns lábios carnudos se abrindo pra mostrar a entrada da vagina. A garota se aproximou da loira, passou uma mão nas costas dela, dava pra ver umas gotas de suor, depois pegou nos peitos dela que balançavam roçando os mamilos no lençol. A garota levantou um pouco o corpo, segura pelo homem, a outra mulher tirou os sapatos e sentou apoiada no travesseiro na frente da garota loira, abriu as pernas na frente dela. A loira se adiantou e colocou a boca na buceta dela, ela gostou porque pegou na cabeça da loira e foi guiando por todos os cantos, até que o clitóris já tava brilhando e durinho. A mulher tirou de debaixo do travesseiro um consolador grandão, enfiou na buceta e se esgueirou por baixo do corpo da loira, que beijou os peitos dela enquanto o consolador ia entrando por baixo. Maria deu um pulo, quase gritando…
— Mas esse é o “Carlinhos”!
— Não pode ser. A mulher que estava se enfiando o consolador virou pra gente, vimos o rosto dela.
— Mamãe — disse Maite.
— Então, papai é… — disse Maria.
— Sim, e a loira é a Emi — falei. Parece que os três lá dentro ouviram algum barulho de onde estávamos, porque se viraram ao mesmo tempo. Nós nos abaixamos bem na hora pra reconhecer meus tios e a Emi. Quando voltamos pro nosso quarto, nos olhamos com cara de incredulidade — a minha nem tanto —, mas ver os três transando à vontade nos motivou. Maria não comentou nada, mas se ajoelhou igual a Emi. Eu tirei a cueca e, com a pica dura, enfiei nela separando um pouco as nádegas. Maite acariciou os peitos pendentes dela e se colocou na frente da irmã, mostrou onde gostava de ser lambida, e Maria fez o que ela queria. Maite também guiava a cabeça dela por toda a buceta. Quando Maite gozou, tinha dois dedos enfiados na própria buceta, com a outra mão beliscava os peitos. Maria apoiou o rosto no lençol entre os joelhos de Maite, se agarrou nas coxas dela enquanto sentia a chegada do orgasmo. Eu sentia as contrações da buceta da minha prima mais velha, apertando minha pica. Gozei dentro, nunca me arrependi de não ter estado no quarto ao lado — minhas primas também eram um céu. Voltamos pra casa quando nos recuperamos das nossas respectivas gozadas, queríamos estar de volta quando nossa família chegasse. De manhã, minha tia, quando entrei na cozinha pra tomar café, me disse baixinho…
— Bom dia, João! Ontem à noite lembrei de você, teria adorado que nos visse, nos divertimos pra caralho.
— Tenho certeza que se divertiram, é como se estivesse vendo vocês. Continua. Seus comentários são o motivo pra

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