Estudante de Intercâmbio 2

Desmond voltou para a casa onde estava hospedado, atordoado com o que tinha acabado de acontecer. Malena era uma mulher realmente gostosa, mas era muito mais velha que ele, além de ser a vice-diretora da escola dele e, pra piorar, era casada. E, mesmo assim, nada disso impediu aquela mulher maravilhosa de dar uma siririca de campeão nele. O garoto lembrava de tudo com todos os detalhes. Especialmente, ficaram gravadas na memória dele as expressões faciais daquela mulher experiente. Era óbvio que, do medo e da dúvida iniciais, Malena tinha passado pra surpresa e depois pra luxúria e safadeza total. Até na despedida, ela parecia envolta numa aura maligna.

De qualquer forma, lembrar de tudo isso fez Desmond ter uma nova ereção. O garoto mal conseguia andar direito e só pensava em chegar em casa pra se trancar no quarto e bater uma punheta, mesmo que menos de quinze minutos antes a reserva seminal dele tivesse sido literalmente esgotada pela siririca da Malena.

Tão distraído estava Desmond que, ao entrar em casa, nem reparou na roupa sexy que a anfitriã dele, Virginia, estava usando. Ele só deu um beijo no rosto dela e arranjou uma desculpa fácil pra ganhar a privacidade do quarto.

— Oi, mãe, foi tudo ótimo, já fiz todo o dever com a Malena e tô atrasado pra uma ligação que prometi pros meus pais em Wisconsin. — Disse o jovem todo atropelado, mal beijando a "mami de intercâmbio" e correndo pra se trancar no quarto, como sempre fazia quando falava no Skype com a família nos EUA.

Virginia ficou completamente decepcionada. Não acreditava que Desmond não tinha reparado nela. Ela tinha vestido um mini-short bem justinho (pra isso tinha feito uma depilação completa) que marcava as curvas da bunda dela, e combinou com uma camisetinha que destacava os peitos empinados (graças ao sutiã push up). Além disso, estava maquiada e produzida só para o "filhinho postiço" dela. Aquilo não era normal. No geral, Desmond ficava babando olhando pra ela, ou, quando se inclinava pra dar o beijo no rosto que os argentinos trocam, aproveitava pra espiar o vão do decote dela, mas dessa vez não tinha rolado nada disso.
Por outro lado, Virginia tinha tido tempo de sobra nos breves instantes do cumprimento do garoto pra examiná-lo de cima a baixo e achou que notou que a calça jeans dele estava bem inchada. Será que era uma ereção? A madura e gostosa anfitriã entrou em pânico, com medo de que Desmond tivesse andado por aí se pegando, ou até pior, apalpando alguma novinha do colégio. Só de pensar que a culpada da ereção poderia ter sido a Andrea, a sobrinha assanhada da melhor amiga dela, tremeu de terror. Obviamente, se Desmond ficasse de olho na Andrea, ela podia esquecer de continuar provocando o garoto. Porque aos 40 anos não se sentia capaz de competir com uma guria de 18. À beira de um surto, Virginia resolveu ligar pra melhor amiga.
Quando o celular tocou mostrando o número da Malena no caller ID, Malena já estava preparada pra qualquer coisa.
—Oi, Vir! Como é que tá? O Desmond chegou na sua casa? Porque daqui ele saiu faz um tempinho — respondeu a vice-punheteira.
—Que horas exatas ele saiu da sua casa? — atropelou a desesperada "mamãe" sem responder a amiga.
—Virginia, aconteceu alguma coisa? Ele não chegou? Não me assusta, pelo amor de Deus, mas não faz tanto tempo que ele saiu... 15 minutos, 20, meia hora? Não olhei a hora certa. O que foi? — fingiu angústia a assediadora.
—Me desculpa, amiga, ele chegou sim, faz um tempinho. Tá no quarto dele, mas... — Virginia não sabia por onde começar sem parecer uma tarada e uma abusadora.
—Mas o quê? — perguntou Malena fingindo preocupação. —Tá tudo bem? Por que tanta aflição na sua ligação, Vir?
Malena já desconfiava que, se Virginia tinha descoberto alguma coisa, não associava a ela, mas mesmo assim queria ter certeza.
—Ufff… não sei Por onde começar, mas… Desmond chegou e quase nem me olhou, e foi se trancar no quarto — explicou a confusa Virginia.
— Bem… e isso é algo ruim? — sondou a responsável pela excitação do garoto.
— Não. Não é ruim. Mas também não é comum. Geralmente ele chega e conversa comigo, me olha muito… e… hoje nada… não me deu atenção mesmo eu ter me arrumado… ai! Que vergonha! — Virginia era um feixe de nervos.
Malena entendeu o que estava rolando e decidiu brincar com a amiga, fingindo ser confidente dos seus instintos mais baixos.
— Fica tranquila, amiga, pode confiar em mim — convidou a professora safada, com um tom sedutor.
— É que… bem… você sabe como o Desmond fica me olhando. E não vou negar que me lisonjeia, então hoje me arrumei toda gostosa pra esperar ele, e quando ele chegou nem me deu bola. Além disso, notei uma coisa… — confessou Virginia.
— O que você notou? — perguntou Malena, escondendo o nervosismo.
— Acho que ele entrou em casa e tava com uma ereção. Mas… se era isso… não era por mim, porque ele nem me olhou — teorizou Virginia, abrindo o coração sobre todos os sentimentos, medos e pensamentos pra sua amiga traiçoeira.
Malena conseguiu esconder a felicidade e a euforia porque a conversa era por telefone.
— Que estranho! Muito estranho ele não te olhar, porque te conhecendo, imagino que você deve estar espetacular. Mas o que não me parece estranho é ele ter uma ereção. Isso não é normal em adolescente? — quis descontrair Malena.
— Bem… sim… é normal… mas minha preocupação é que ele pode estar de rolo com alguma garota. Você sabe onde a Andrea está agora?
— Kkkk. Fica tranquila, Vir, tranquila. A Andrea passou a tarde toda com o Juanpi, acabei de falar com minha irmã que foi buscar ela na casa dos García Etchegoyen, e ela SIM tem motivo pra se preocupar com o que “a menina” fez hoje, não você — Malena soou meio irônica.
— Mas então, por que meu Desmond tava assim? Você não notou…? — interrogou Virginia, mostrando uma possessividade doentia pelo jovem garanhão africano.
— Kkkk. Mas como Vou notar! Sei lá. Com certeza no caminho pra casa os amigos mandaram um vídeo pornô no WhatsApp e o Desmond ficou todo duro! — teorizou a coroa, que era a verdadeira causa da ereção.
— Cê tem razão. Deve ser algo assim — concordou Virginia, aliviada, e logo ficou vulnerável de novo — Então agora ele deve estar "se estimulando no quarto dele"...
— Amiga, chega! Fica tranquila e espera ele sair. Se tua preocupação é se ele te nota ou não, provoca ele um pouquinho, chega perto, toca nele. — sugeriu a professora, de forma inapropriada.

Ao ouvir isso, Virginia se assustou. Não só tinha confessado suas preocupações imorais de mulher ignorada por um guri, mas agora recebia sugestões lascivas da melhor amiga e professora do garoto. No entanto, a cegueira causada pelo desejo falou mais alto que a razão.
— É, né? Preciso ser mais expressiva e tomar a iniciativa, né? — pediu apoio Virginia.
— Óbvio! Mas cê tem que se acalmar. Dá uns minutos e se serena. Se sente confiante. Cê é uma gostosa, querida! — Malena massageou o ego da coroa de autoestima baixa.

Com o incentivo da melhor amiga, Virginia foi pro quarto dela se deitar, descansar uns minutinhos e se preparar pra cercar com provocações sutis o adolescente que tava hospedado na casa dela. Ainda tinha pelo menos duas horas antes do marido Francisco voltar do campo com o filho dos dois.

Do outro lado da linha, assim que desligou, Malena ligou pro Desmond. O guri tava pelado na cama dele, se recuperando de outro orgasmo brutal que tinha se dado imaginando que era a mão da Malena que tava ordenhando ele de novo. O zumbido do celular assustou ele. E ver que era uma ligação da Malena deixou ele mais doido ainda.
— Oi, profe? — perguntou o jovem, sentindo o pau subir de novo só de saber que a gostosa fatal tava atrás dele.
— Oi Desmond, me escuta porque não tenho tempo. A Virginia tá desconfiando de algo — soltou ela, sem anestesia.
— QUÊ? — O guri sentiu que entrava... Em pânico.
— Cala a boca e me escuta. Ela me ligou porque você entrou na casa e não deu atenção pra ela, como você costuma fazer. Também disse que você tava de pau duro — A coroa falava com a frieza de uma espiã da KGB.
— Eu não… — O garoto não sabia onde se enfiar.
— hahaha, calma. Se o pau duro foi pensando em mim e nas minhas habilidades, me sinto lisonjeada, gostoso. Mas você tem que ser menos óbvio — Instruiu Malena e continuou — Comigo você vai poder ficar quando quiser, mas não pode negligenciar a Virgínia. Ela gosta que você olhe pra ela e dê atenção.
Malena adorava brincar daquele jeito com o garoto, sabendo que quanto mais tarado ele chegasse da casa dela (não importava quem provocasse a tesão), mais ela ia se divertir.
— É? — Desmond estava atordoado.
— É. Ela se veste provocante pra você. Gosta muito de você. E quando uma mulher gosta de um homem, ela percebe tudo. Você não pode se dar ao luxo de deixar de dar atenção pra Virgínia. Entendeu? — Malena instruía com maldade o garoto, iniciando ele numa espiral incontrolável de luxúria proibida.
— Sim. Sim. Entendi — Respondeu o garoto, aceitando o jogo e sentindo o pau endurecer de novo, agora talvez pelo que acabara de ouvir sobre Virgínia, tanto quanto por estar falando disso com Malena.
— Bom. Não tenho muito tempo. Quando terminar suas coisinhas — disse Malena de forma brincalhona — Sai e dá a atenção que a Virgínia merece. E não esquece de ser BEM discreto, não passe dos limites, e não deixe ninguém saber disso. O flerte entre você e a Virgínia vai ser o segredo de nós três, porque ela vai me contar tudo.
Malena acabara de se tornar a mente mestra e manipuladora de um esquema erótico proibido e perverso, e ela adorava esse papel. Desde que teve seu último amante fixo, anos atrás, não se sentia tão empoderada por uma relação proibida. Aquilo era incrível.
Virgínia arrumou o cabelo, a roupa e se olhou no espelho. Ela estava realmente gostosa. Era inexplicável que Desmond não reparasse. nela. Ela voltou pra cozinha respirando fundo.
Desmond ruminou o que aquela mulher fatal terrível tinha dito e não conseguiu evitar outra ereção. Ajeitou o volume na calça do jeito que desse pra notar o mínimo possível. Era inacreditável que aquelas mulheres adultas estivessem tão obcecadas por ele. Mas claro, depois lembrou da fama dos africanos e pensou na falta de diversidade que aquelas mulheres casadas tinham na remota Pampa Central, e portanto era óbvio que iam sentir curiosidade. Cabia a ele ficar atento até onde elas estavam dispostas a ir nessa curiosidade. Será que ele poderia ter Virginia e Malena à disposição pra bater uma punheta pra ele todo dia? Só de pensar nisso, ele já imaginou uma "masturbação cooperativa" entre as duas, no estilo trio pornô, e só a dor da ereção presa na calça trouxe ele de volta à realidade. Ajeitou o pau de novo e saiu pra sala pra procurar sua "mamãe postiça". Encontrou ela na cozinha, aparentemente concentrada em cozinhar, e se aproximou decidido a dar toda a atenção pra ela.

Virginia ouviu ele chegando e fingiu que não tava nem aí, concentrada em preparar algo pro jantar. Um frio elétrico subia pela espinha dela, causado pela insegurança, como se fosse uma adolescente que acabou de colocar aparelho e não sabe como o garoto que ela gosta vai reagir. Ouviu ele se aproximar, mas fingiu que não notou, fazendo de conta que tava vidrada na cozinha. Mas levou um susto de verdade quando sentiu a mão de Desmond na cintura.

— O que cê tá fazendo, mãe? — Disse o jovem gigante, chegando do lado de Virginia e puxando ela num abraço pela cintura.

Virginia sentiu de um lado Desmond encostado no lado esquerdo dela, o braço nas costas e a mãozona dele no osso do quadril do lado direito. A firmeza daquele toque supostamente fraterno deixou ela louca.

— Ai! Me assustou, hahaha — Mentiu ela, largando os utensílios e se virando pra abraçar o garoto. Desmond correspondeu segurando-a firme e sentindo os seios dela se apoiarem no peitoral dele.
—Desculpa, Vir, não quis te assustar — disse o garoto se afastando pra dar uma olhada descarada nela — uau, mãe, como você tá gostosa hoje. Você trocou de roupa agora ou eu não percebi quando cheguei?
— hahahaha. Para de ser besta! — brincou Virginia de forma provocante, como não fazia desde a adolescência — Já tava assim. Você não percebeu! Que pressa que você tava, hein?
— ops! Desculpa! É que eu tinha prometido pra minha mãe que… — o garoto fingiu vergonha com maestria e continuou enchendo a hipnotizada mãe de família de elogios — Mas como eu pude não ter notado isso? Você tá fantástica!
Desmond olhava descaradamente pros peitos dela e fazia a "mamãe postiça" girar, olhando pra raba dela. Virginia sabia que aquilo era totalmente inapropriado, mas tava pouco se lixando, porque se sentia nas nuvens sendo observada e despida pelo olhar indiscreto daquele gigante de ébano aparentemente inocente. Ela até posou pra ele de forma sugestiva, inflando o peito, empinando a raba e colocando as mãos na cintura.
Pra completar o teatro armado pela Malena, Desmond começou a conversar de boa com Virginia, contando umas merdas da escola e umas novidades inventadas sobre o que tava rolando em Wisconsin (mesmo sem ter falado com a família dele). Durante a conversa, ficou claro que Virginia tava bobona por ele, e ele aproveitou pra brincar e tocar nela. Pegou nas mãos dela, apoiou o braço nas costas, ou acariciou os braços, fazendo a mulher madura e insegura tremer de emoção. No final, os dois selaram um pacto inapropriado de cumplicidade pra mentir pra família da Virginia.
— Desmond, meu bem, preciso terminar isso e me trocar, não quero que o Francisco me veja assim porque ele fica muito chato — disse Virginia com frieza.
— Sim, sim, claro. Vou fingir que fiquei o tempo todo no quarto mexendo no celular — ele se fez de cúmplice descaradamente.
Eles se deram outro beijo, já desnecessário e totalmente fora de contexto. costume e uso local, e dessa vez ela beijou ele bem perto do canto dos lábios enquanto Desmond a segurava firme pela cintura. Mas o mais surpreendente foi que quando o garoto se virou pra ir embora, ela deu um tapa na bunda dele.
Desmond se virou e pegou ela pelas mãos, e eles se enrolaram feito dois adolescentes no cio. Bom… pelo menos um deles era adolescente (mas os dois estavam no cio). Depois, entre piscadelas e olhares provocantes, se separaram e cada um cuidou da sua vida.
Ao chegar no quarto, Desmond sentia os testículos doendo de tanto tesão. Ligou pra Mariana e contou tudo o que tinha rolado. Ela ficou extremamente excitada e provocou ele, enchendo ele de promessas e dizendo que ia compensar ele no próximo encontro. Antes de desligar, a coroa vice-diretora resolveu reafirmar a autoridade dela.
— Desmond, tenho mais um pedido — disse Malena quase se despedindo — Não se alivia, bebê, segura e vem me ver em casa amanhã depois da escola. Tá?
— Hã? Sim, sim, claro! — prometeu Desmond antes de desligar, louco de tesão.
Malena se regozijou com o que tava rolando. Com a Virginia provocando Desmond o tempo todo, mas sendo ela extremamente caretíssima, nunca teria coragem de dar o próximo passo, e o garoto dependeria de Malena pra satisfazer as necessidades dele. Mesmo quando passou pela cabeça dela a remota possibilidade de Virginia sucumbir aos instintos mais baixos e avançar carnalmente no gringo, ela se sentiu intensamente excitada. Enquanto todos esses pensamentos passavam pela cabeça dela, Malena recebeu a ligação tão esperada de Virginia, que contou tudo o que tinha acontecido com todos os detalhes. A professora incentivou ela a compartilhar e a encorajou a continuar o jogo doentio de provocar o garoto do qual ela deveria ser uma "segunda mãe".
Virginia desligou toda excitada e corajosa, se sentindo validada pela amiga. Depois, agiu com premeditação e maldade, trocando a roupa provocante por uma calça de yoga apertada e um moletom. Pouco revelador. Ela tirou a maquiagem e desceu pra cozinha terminar o jantar e reunir a família em volta da mesa da noite. Pela primeira vez na vida, Virginia enganava deliberadamente o marido. Mas na cabeça dela, aquilo não era traição.
Mais tarde, ao ir pra cama com suas respectivas esposas, os maridos das duas maduras tentadas tiveram atitudes completamente diferentes. Francisco, como quase sempre, avançou autoritário, tentando apalpar Virginia como um curto passo antes de tirar a roupa dela e montar. Mario, ao contrário, tentou conversar com a esposa sobre os acontecimentos do dia, abraçando-a docemente e sem mostrar intenção sexual alguma. Os dois levaram um susto.
Virginia tirou as mãos dele e disse que não tava a fim. Nem teve a delicadeza de fingir um mal-estar pra esconder a rejeição, mas encarou ele de frente, dizendo que não tava com vontade. Francisco tentou insistir, primeiro se fazendo de surdo, depois de palhaço, e não conseguiu nada. Então, enfurecido, virou-se e se preparou pra dormir. Virginia, virada pro outro lado, ficou imaginando que era Desmond quem dividia a cama com ela. Sentiu amor, luxúria, culpa, tesão. E depois dormiu feliz, lembrando das mãos impudicas do garoto tocando-a na cintura e nas costas.
Malena, ao contrário, sem prestar atenção no que o marido dizia, começou a beijar Mario apaixonadamente, dizendo o quanto o amava e desejava. Montou-se a cavalo no homem e pediu, sem anestesia, que ele a comesse. Mario, agradavelmente surpreso, tentou descer pra fazer um cunnilingus, pra deixá-la pronta antes de penetrá-la, como sempre fazia, mas Malena recusou e exigiu ser penetrada sem demora. Tiraram as roupas selvagemente e, reposicionada sobre o marido, ela deixou que a pica dele deslizasse fácil na sua buceta. Umas poucas entradas e saídas da respeitável pica de Mario na vulva encharcada da esposa. bastaram para fazê-la gozar entre gritos e gemidos. Aquilo não era normal, mas Mario aceitou de bom grado. Embora não tivesse tempo de gozar, sentiu-se poderoso por ter feito sua mulher atingir o orgasmo tão facilmente. Provavelmente se sentiu assim porque não sabia que Malena estava imaginando ser possuída pelo jovem garanhão afro-americano, e essa era a causa de tamanha excitação. Mariana dormiu exausta, abraçada ao marido, pensando que na próxima visita de Desmond ia dar algo mais do que uma punheta.

Desmond, por outro lado, na solidão escura do seu quarto, teve que morder os dedos para não se masturbar. Tinha prometido a Malena. As fantasias lutavam em sua mente com um certo sentimento de culpa. Às vezes pensava em Andrea, uma garota da idade dele de quem realmente gostava muito, e entendeu que agora não poderia mais sair com ela, porque não conseguiria contar que transou com a tia dela, e mentir seria injusto. Também pensou na própria mãe, em Wisconsin, e na indignação que ela sentiria ao saber que o filho estava transando com uma mulher de 40 que deveria cuidar dele. Também sentiu desconforto ao pensar em Silvio, o filho de Virginia que o admirava e o seguia como um primo mais velho. O que esse garoto pensaria se descobrisse que Desmond estava flertando e apalpando a mãe dele? Mas, em meio a tanta insegurança, bastou o jovem forasteiro lembrar do jeito que Malena se pendurava na pele do pau dele, subindo e descendo enquanto gritava para ele dar o leite, para se convencer de que no dia seguinte visitaria a vice-diretora em busca de uma segunda rodada, e que se surgisse uma oportunidade parecida com Virginia, aproveitaria.

CONTINUA.

3 comentários - Estudante de Intercâmbio 2

Muy buena saga, muy bien escrita, re caliente, las milf muy putonas. +10 a full
Muy pero muy bueno y caliente el relato van 10 puntos y la dejaste picando en el área felicitaciones