Parte 1
Meu nome é Léo e isso aconteceu comigo há um tempo com a minha mãe. A gente é de Banfield, moramos lá a vida toda. Meus pais só tiveram a mim porque ele não podia ter filhos... minha mãe é 15 anos mais nova que ele... ela é do Paraguai e meu pai de Córdoba capital. Nos fins de semana, minha mãe se produzia toda... eles iam pra bailanta e me deixavam na casa da minha avó materna... minha avó era meio estranha, mas eu gostava dela... Quando fiz 18, minha mãe fez 36, e lembro direitinho porque eu faço aniversário dia 6 de março e ela dia 5 de março... quase sempre fazíamos um bolo pros dois. O drama do meu pai era que ele bebia pra caralho... sempre foi assim... é um cara legal, mas muito confiante.
No sábado anterior, fizemos uma festa em casa pelo nosso aniversário, e minha mãe não teve ideia melhor do que se produzir igual uma gostosa... saiu do chuveiro, vestiu uma calça legging branca e uma camiseta preta... salto alto e, pelo que todo mundo viu, uma calcinha fio dental preta... que aparecia pela legging. Meus amigos... nem preciso falar... ficaram vidrados a noite inteira na bunda dela. Ela dançou com todo mundo... E parece que meu pai percebeu... em vez de segurar ela, ele bebeu tudo o que tinha... e lá pela 1 da manhã, a gente perdeu ele... _tchau... fui dormir...
_Amor, vem aqui rápido... deixa os caras em paz.
_Já vou, amor... termino meu fernet e te alcanço...
Ela dançou mais cinco músicas, a safada... o Rata, meu amigo, ficou passando a mão na bunda dela entre uma música e outra... ela ria e afastava ele... até que foi embora. Eu, por minha vez, peguei ele na cozinha e mandei ele pra casa, mas não sem antes quebrar o nariz dele com um murro de esquerda por ser abusado... nunca mais vi aquele filho da puta.
O problema foi quando todo mundo foi embora... era tipo 4 da manhã e eu subia pro meu quarto quando saí e cruzei com a minha mãe usando um baby doll preto transparente. Ela foi pra cozinha, me olhou e disse:
_Quer água?
_Quero, falei... e algo mudou em mim. Eu olhava ela por trás e aquela calcinha fio dental preta tava lá... não podia acreditar. Meu pai, bêbado, dormindo... e com certeza não conseguiu comer ela... e ela mais quente que chapa de fogão. —me perdoa, leo... desci assim porque tinha outros planos pra hoje à noite... mas ele... não muda nunca... desculpa...
—sem problema... fica tranquila...
—ainda mais essa dor nas costas que não me deixa dormir...
—vem cá que eu massajo.
—bom... sentada na cadeira... vira ela com o encosto nos peitos e se inclina pra frente, empinando a bunda o máximo que podia
—me avisa se eu precisar mudar de posição, sweetie
—ok. encostei minha cadeira na dela e meu shortinho ganhou vida...
—chega mais perto, por favor... meu pau roçava no fio dental dela... eu massajava...
—fica à vontade, sweetie, mete a mão sem pressa... ouvi direito? ou foi impressão?
—leo... como você massaja bem... e começou a se remexer... eu já tinha molhado a ponta do meu pau... e queria tirar ele...
—como é que seu pai dorme, leito?... e se virou pra olhar meu pau, porque eu tinha encostado ele bem perto.
—sim... tá cansado, falei.
—te incomoda se eu esticar um pouco as costas?
—de jeito nenhum... ela se jogou no tapete de quatro, olhando pra frente... juro que nunca vi nada igual... perdi o fio da meada... até os lábios da pussy dela comiam o tecido...
—vem me ajudar... se quiser...
Continua...
Meu nome é Léo e isso aconteceu comigo há um tempo com a minha mãe. A gente é de Banfield, moramos lá a vida toda. Meus pais só tiveram a mim porque ele não podia ter filhos... minha mãe é 15 anos mais nova que ele... ela é do Paraguai e meu pai de Córdoba capital. Nos fins de semana, minha mãe se produzia toda... eles iam pra bailanta e me deixavam na casa da minha avó materna... minha avó era meio estranha, mas eu gostava dela... Quando fiz 18, minha mãe fez 36, e lembro direitinho porque eu faço aniversário dia 6 de março e ela dia 5 de março... quase sempre fazíamos um bolo pros dois. O drama do meu pai era que ele bebia pra caralho... sempre foi assim... é um cara legal, mas muito confiante.
No sábado anterior, fizemos uma festa em casa pelo nosso aniversário, e minha mãe não teve ideia melhor do que se produzir igual uma gostosa... saiu do chuveiro, vestiu uma calça legging branca e uma camiseta preta... salto alto e, pelo que todo mundo viu, uma calcinha fio dental preta... que aparecia pela legging. Meus amigos... nem preciso falar... ficaram vidrados a noite inteira na bunda dela. Ela dançou com todo mundo... E parece que meu pai percebeu... em vez de segurar ela, ele bebeu tudo o que tinha... e lá pela 1 da manhã, a gente perdeu ele... _tchau... fui dormir...
_Amor, vem aqui rápido... deixa os caras em paz.
_Já vou, amor... termino meu fernet e te alcanço...
Ela dançou mais cinco músicas, a safada... o Rata, meu amigo, ficou passando a mão na bunda dela entre uma música e outra... ela ria e afastava ele... até que foi embora. Eu, por minha vez, peguei ele na cozinha e mandei ele pra casa, mas não sem antes quebrar o nariz dele com um murro de esquerda por ser abusado... nunca mais vi aquele filho da puta.
O problema foi quando todo mundo foi embora... era tipo 4 da manhã e eu subia pro meu quarto quando saí e cruzei com a minha mãe usando um baby doll preto transparente. Ela foi pra cozinha, me olhou e disse:
_Quer água?
_Quero, falei... e algo mudou em mim. Eu olhava ela por trás e aquela calcinha fio dental preta tava lá... não podia acreditar. Meu pai, bêbado, dormindo... e com certeza não conseguiu comer ela... e ela mais quente que chapa de fogão. —me perdoa, leo... desci assim porque tinha outros planos pra hoje à noite... mas ele... não muda nunca... desculpa...
—sem problema... fica tranquila...
—ainda mais essa dor nas costas que não me deixa dormir...
—vem cá que eu massajo.
—bom... sentada na cadeira... vira ela com o encosto nos peitos e se inclina pra frente, empinando a bunda o máximo que podia
—me avisa se eu precisar mudar de posição, sweetie
—ok. encostei minha cadeira na dela e meu shortinho ganhou vida...
—chega mais perto, por favor... meu pau roçava no fio dental dela... eu massajava...
—fica à vontade, sweetie, mete a mão sem pressa... ouvi direito? ou foi impressão?
—leo... como você massaja bem... e começou a se remexer... eu já tinha molhado a ponta do meu pau... e queria tirar ele...
—como é que seu pai dorme, leito?... e se virou pra olhar meu pau, porque eu tinha encostado ele bem perto.
—sim... tá cansado, falei.
—te incomoda se eu esticar um pouco as costas?
—de jeito nenhum... ela se jogou no tapete de quatro, olhando pra frente... juro que nunca vi nada igual... perdi o fio da meada... até os lábios da pussy dela comiam o tecido...
—vem me ajudar... se quiser...
Continua...
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