Quando cheguei no portão de CHEGADAS do aeroporto, no meio da confusão de táxis e carros carregando malas, avistei minhas primas. Fiquei feliz em vê-las, para mim elas eram pessoas muito especiais. Pisquei os faróis do carro e elas me localizaram na hora, correram até mim e, quando desci do carro, me abraçaram com entusiasmo. Me soltei como pude e coloquei a mala que elas carregavam no porta-malas. Maria já tinha se sentado do meu lado e Maite atrás. Elas ficaram em silêncio até sairmos na estrada, depois soltaram o cinto de segurança. Maite se enfiou entre os bancos da frente e Maria se aproximou de mim, parecia que estávamos os três sentados no mesmo banco. Como se fosse uma só voz, me disseram impacientes… — Juan, conta como foi a comemoração do aniversário da mamãe. — Beeeem, não foi ruim, na verdade melhor do que eu esperava. — Como assim "bem"? Queremos saber tudo o que vocês fizeram. Eu não sabia se devia contar tudo, pois podia magoar alguém, mas conhecia minhas primas e sabia o quanto estavam interessadas em mim. Resumi pra elas… — Foi muito bom, seu pai tinha comprado uns ingressos para o balé, que a gente amou, não imaginava uma coisa tão linda… — Tá, tá, e mais? — Depois, fomos tomar um coquetel e voltamos pra casa. — E aí? O que aconteceu? — Seu pai nos surpreendeu, contratou um garçom que nos esperava com a mesa posta e serviu um jantar magnífico. — Nossa, meu pai, é muito detalhista. — Depois do jantar, o rapaz foi embora e fomos pra sala. — E aí? Conta, conta. — Bom, o normal, sua mãe estava muito elegante, tinha comprado um vestido azul noturno, estava muito gostosa, maquiada, penteada, com as joias dela e uns saltos altíssimos. — Já imaginamos, e como foi a noite? — Bom, o normal, estávamos todos muito felizes, seu pai, contente de ver sua mãe tão gata e da boa recepção das surpresas que ele tinha preparado pra gente. Tua mãe, ao se ver acompanhada por duas pessoas que a amavam, além de se sentir gostosa, e eu por ver os dois tão felizes. — Bom, a gente entende. E aí, o que aconteceu depois? Nessa hora, viramos na rua de casa e entrei na garagem fechando o portão. Elas me apertavam pra contar tudo nos mínimos detalhes, mas eu precisava organizar meus pensamentos e contar só o que realmente interessava pra elas. Quando mais me enchia o saco, ouvi a voz do meu tio Javier perguntando se a gente já tinha chegado. Minhas primas fizeram cara de tédio e desceram do carro. Quando entraram na sala, abraçaram o pai e parabenizaram a mãe pelo aniversário, e também contaram que tinham se divertido pra caralho. Depois de um jantar leve, fomos dormir. Eu não conseguia pegar no sono, já fazia um tempão que tinha me deitado e tava completamente acordado, não achava um jeito de contar o fim de semana sem muitos detalhes, tinha certeza de que iam me interrogar, mas queria contar só o essencial. Tava na dúvida quando as duas entraram devagar no meu quarto, lá fora não se ouvia nenhum barulho. As duas se meteram na minha cama, se apertando contra mim, e me perguntaram de novo... — Vamos, Juan, conta com todos os detalhes o que vocês fizeram. Como tava encurralado, comecei a contar como os beijos começaram, pulei a cena do camarote do teatro, fui contando devagar, divagando em detalhes supérfluos pra alongar e ver se elas cansavam, mas elas, pelo contrário, estavam vidradas, olhando na minha cara. Quando contei que eu e meu tio passamos o tempo chupando os peitos da mãe delas, elas se remexiam na cama, ansiosas, e se apertavam mais em mim, e quando eu disse que a mãe delas pegou na minha pica e a descobriu, as mãos delas automaticamente foram pra debaixo do pijama e se apossaram dela. Maite sentou na hora e disse... — Agora que me lembro, é verdade que você depilou a pica? Vi a foto no celular da María. Ela também sentou e me disse… — Isso eu não perco, mostra pra gente. Sem mais, abriram os lençóis, abriram meu pijama e tiraram ele pra fora. Maite disse… — Não, assim não dá pra ver direito, espera. Ela pulou da cama e juntou duas cadeiras no meio do quarto, a gente olhava intrigado da cama, depois ela separou as cadeiras quase um metro de distância e me disse… — Ale, sobe nas cadeiras, igual o Colosso de Rodes! Eu não entendia direito, mas diante da imposição, levantei e fui até as cadeiras. María puxou meu pijama pra baixo de uma vez e tirou ele, quando subi nas cadeiras com uma perna em cada, fiquei com as pernas abertas, elas se aproximaram de mim, os rostos delas ficaram na altura da minha rola, acenderam a luz e ficaram examinando a depilação que a Emi tinha feito em mim. Não demorou pra trocarem os olhares pelas mãos. María, na minha frente, pegou minha pica e, descapando ela, passava a mão no tronco com as veias inchadas, apertava e passava as mãos por baixo das bolas lisas, pelo púbis e pela virilha. — Não acredito, parece o dobro do tamanho e mais grossa, e as bolas redondas e duras, a virilha, ah, dá vontade de comer tudo. Maite estava atrás de mim, abrindo minhas nádegas e passando a mão entre elas, procurando meu cu pelado, molhava um dedo e ficava acariciando. — Que cu mais duro, e o buraco tá pedindo um beijo. Sem dizer nada, as duas se abaixaram ao mesmo tempo, uma pra chupar minha pica dura, lambendo com todo cuidado o tronco, as bolas e a virilha, e Maite por trás, enfiando a língua entre minhas nádegas e chupando meu cu. Eu só me apoiava nas cabeças delas. Como eu estava em cima da cadeira e de frente pra porta, percebi que ela se abria um pouco, depois de alguns segundos fechava de novo. Na hora, veio uma onda do perfume que eu tinha dado de aniversário pra Ana. Fiquei gelado. Minhas primas não pararam de chupar até eu não aguentar mais. Maite tinha enfiado um dedo molhado de cuspe dentro do meu cu, e quando meu pau na boca da Maria pulsando na garganta dela, me esvaziei de uma vez, depois de vários jatos de porra que a Maria aguentou quase todos na boca e na cara. A Maite passou na minha frente e sem tirar o dedo de onde estava enfiado, colocou a língua pra fora e lambeu até deixar limpo de porra, aproveitou pra chupar também as bolas. Quando desci das cadeiras, minhas pernas tremiam, olhei o relógio e falei que pra essa noite já tinha sido o suficiente, a gente continuava depois. De manhã, eu tinha certeza que minha tia ia estar muito puta comigo, até agora ela só desconfiava que eu e as filhas dela fazíamos alguma coisa, mas ver as duas me chupando o pau e o cu em primeiro plano era outra história. Encontrei a Ana na cozinha, ela estava de roupão e preparando os cafés da manhã, meu tio já vestido de saída tomava um café rápido e saía pra loja, minhas primas ainda não tinham descido. Eu esperava uma enxurrada de reclamações, uma bronca daquelas, mas minha tia não mostrava a menor emoção, me aproximei dela e comecei a secar os pratos que ela lavava, o silêncio era tenso, então me decidi… — Bom dia, Ana, acho que você deve estar muito brava comigo, não tenho desculpa, não sabe como lamento que você nos viu ontem à noite. — Não se preocupa, a culpa foi minha, errei em muitas coisas, fiquei quase a noite toda pensando e no final entendi tudo. Ontem à noite eu ia com a intenção de você me foder de novo, fui por minha conta, o Javier não sabia de nada, eu já sabia positivamente que minhas filhas e você transavam, e acho muito bom, vocês são jovens e se amam muito, não têm obrigações e a vida é pra vocês, meu caso é diferente, sou casada e amo o Javier e ele me ama igual, até mais, ele se esforça pra me dar o que eu gosto, então não é certo que eu o engane por minha conta, não estou brava, mas feliz por ter entendido, de qualquer forma não pense que desisto de outro dia fazer outra festa como a do meu aniversário, mas com a Com a concordância do meu marido, vocês me fizeram muito feliz, nem imagina o quanto, só espero que não demore tanto quanto um ano, hahahaha. Com essa risada, a dúvida sobre a raiva dela foi resolvida, estava tudo certo, eu também não abria mão de comer minha tia em breve, mas não falei pra ela. Hoje de manhã estive na universidade, lá na primeira fila como sempre estava a Asun, quando sentei atrás dela, ela se virou e me cumprimentou discretamente, sem querer pensei na mãe e na tia dela, não sabia se ela estava sabendo do encontro com as duas, então preferi não dar a entender. Depois, num intervalo, a gente conversou sobre os assuntos da aula, pelo visto ela não sabia de nada. Quando voltei pra casa à tarde, prestes a abrir a porta, lembrei da Emi e atravessei a rua. Quando ela abriu, um sorriso de orelha a orelha me recebeu, ela me fez entrar na sala e sentei no sofá. Ela me olhava esperando eu começar a contar, eu olhava pra ela, ou melhor, admirava ela, estava como sempre lindíssima, não precisava de maquiagem nem vestidos pra ser gostosa, sabia se vestir e com qualquer roupa estava uma delícia. Quando resolvi começar a contar, ela me cortou rindo… — Sei de tudo. Percebeu minha surpresa, como as notícias correm! — Sim, a Ana já esteve aqui e me contou tudo, com todos os detalhes, ela está encantadíssima com o presente que vocês dois deram pra ela. — Poxa, fico muito feliz, sempre ficava com aquela dúvida se não tinha estado à altura. — Nem um pouco, o Javier sempre fez ela feliz na cama, além disso sempre foi aberto a realizar os desejos mais íntimos dela, nem preciso repetir, mas você era especial, juntava o carinho que os dois têm por você com a vontade de te comer, e você não decepcionou. — Ainda bem, porque era uma situação meio incomum, mas meu tio me incentivou desde o começo e minha tia foi muito natural e direta, me senti apoiado e lisonjeado, e tudo graças a você, hahahaha. — hahahaha, ela riu, sério? então fico feliz, já imaginava que a depilação ia dar mais tesão no Momento. --- Ele deu mesmo, e principalmente o creme que você me deu, que maravilha, parecia que não cabia entre minhas pernas e aguentei o quanto quis, gozei quando me deu vontade, enfim, uma delícia. --- Mmm, isso sim é um sucesso, fico feliz por você e por mim, claro, hahaha. Sua tia me disse que ainda estava com a buceta ardendo de tanto que você ficou metendo e tirando. --- E do cu ela não te contou nada? Também levou uma boa ração, da parte do Javier e minha, hahaha. --- Não me conte mais, porque estou ficando molhada. --- Então não te conto como está meu pau desde que entrei. --- Já percebi, você não consegue disfarçar. --- E isso que não te contei a pegação da Ana ontem à noite quando estava com minhas primas. --- Também sei, a Ana ficou bem abalada no começo, mas é uma mulher inteligente e superou, mas a verdade é que seria muito forte ver as filhas dela te chupando o pau. --- Imagino que sim, e as duas ao mesmo tempo. Senti muito. --- Ah! Falei com meu marido, ele vem na semana que vem, espero que vá embora logo e não venha de mau humor. --- Poxa, então a viagem foi curta, o que sinto é que não poderei te visitar até ele ir. --- É verdade, com o ciúme ele me desespera, mas gostaria que ficássemos juntos antes dele chegar, assim a volta dele seria mais suportável. --- Prometo que vou fazer uma visitinha de cortesia. Quando me levantei, a Emi se aproximou de mim, eu virei a bochecha para nos beijarmos, mas ela segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo na boca que me deixou meio tonto, ela mordia meus lábios com desespero e se grudava em mim com o corpo, eu sentia os peitos dela e o púbis me aquecendo e me derretia nos braços dela, quando o beijo terminou minhas mãos estavam na bunda dela puxando-a para mim, minha perna entre as dela se esfregava no púbis inchado dela e minha boca mordiscava o pescoço e as orelhas dela, contra minha vontade tive que me separar dela, estava com uma ereção exagerada, mas ela com o rosto compungida, ela aceitou a despedida, por enquanto. Voltei pra minha casa quando minhas primas estavam colocando os pratos na mesa. Meu tio contava coisas do trabalho dele e minha tia se interessava pelo fim de semana das minhas primas, claro que elas se divertiram, embora confessassem que estavam com vontade de voltar pra casa, bagunça demais pra tão pouco tempo. Eu fui pro meu quarto logo, deitei, mas não conseguia parar de pensar em como tinha saído da casa da Emi, mal consegui disfarçar o estado da minha pica quando entrei em casa. Levantei, liguei o computador e fiquei revendo os vídeos que tinha gravado da Emi pelada na casa dela, comecei a bater uma punheta, porque não aguentava o tesão. Tão empolgado com as imagens da Emi que nem percebi que atrás de mim estava a Maite, ela tinha entrado devagar pra me dar um susto. Fechei a tela rápido, mas não consegui evitar que minha prima reconhecesse a vizinha da frente. Ela me deu um tapa na cabeça e disse… — Olha só meu primo, se masturbando pra Emi, já vou contar pra ela. Encolhi os ombros como primeira resposta, com a pica na mão, e ela continuou… — Então, não é que você bate punheta pensando nela, é que já comeu ela! Me deu outro tapa. Nessa hora, a Maria entrou devagar e, vendo a irmã com aquela raiva fingida, perguntou… — O que houve? Não façam barulho que dá pra ouvir daqui da frente. — Sim, é isso mesmo. Sabe o que descobri? Que o Juan tá comendo a Emi, nossa vizinha. — Não me diga! Cê tem bom gosto, hein Juan? Não para, né? Então agora não vamos te contar como foi no show. Eu me ajoelhei de brincadeira… — Não, por favor, isso não, me contem tudo. Elas, esquecendo o assunto da vizinha, sentaram na cama comigo e a Maria começou… — Eu tive sorte na sexta. Fomos pra uma balada da moda e ficamos dançando sozinhas, mas logo tinha um monte de caras nos rodeando. Tinha um que eu gostei bastante, não era muito bonito, mas era simpático e não parava de rir. Tava no carro com ele, aí chegamo num descampado cheio de outros carros com os vidros embaçados. Fomo pro banco de trás, o cara não parava de me fazer rir com as piadas dele. Quando tava lá atrás, eu deitei no colo dele enquanto ele continuava contando umas coisas engraçadas, e eu tava super à vontade com a companhia dele. Ele colocou a mão na minha barriga, mas eu peguei a mão dele e coloquei nos meus peitos. Ele apertou na hora, e quando meu mamilo ficou duro, ele pegou e não soltou até ficar igual um grão de bico. Eu tava relaxada, tirei o sutiã pela manga, ele levantou minha blusa e ficou apertando meus peitos com as duas mãos. Eu sentia a rola dele na minha cabeça, dando umas batidinhas. Estiquei a mão, abaixei o zíper, tirei pra fora e fiquei masturbando ele devagar. Ele desceu a mão pela minha barriga e enfiou por baixo da calça. Eu desafivelei, e ele chegou fácil na buceta. Minhas pernas se abriram sem eu perceber, e a mão dele cobriu toda a minha xereca. Dois dedos entraram na minha buceta, e eu fiquei louca de tesão. Não me segurei, tirei a calça e subi no colo dele, com as costas entre os bancos da frente. Enfiei a rola dele até o fundo. Ele mal percebeu até a gente já estar transando. Pena que ele só aguentou uns minutos, quando avisou que ia gozar. Não fiquei puta, porque eu já tinha gozado um pouco antes. Arranhei as costas dele toda, mas foi sem querer, nem percebi. Levantei, e o jato de porra caiu no banco do carro.
— Pois é, eu não tive sorte na sexta — disse Maite. — Só fiquei dançando e bebendo, mas no sábado, no show, fiquei pulando e gritando que nem uma louca. Juntou um grupo de caras e minas, a gente se apresentou e bebeu junto. Tinha um cara que tava sozinho e ficou do meu lado. Também curtia a banda que tava tocando. Ele me pegou pela cintura e me levantou pra eu enxergar melhor. Era Muito forte. Quando eu desci, ele ficou abraçado por trás de mim, e com meus pulos eu roçava a braguilha dele e logo senti o volume quente. Como eu estava de saia, encostei a bunda no pacote dele e minha calcinha fio-dental entrou entre minhas nádegas. Ele passou as mãos por baixo dos meus braços, levantou minha camiseta e pegou meus peitos, subindo o sutiã. Massageou eles muito bem, deixou eles duros como melões. Passei a mão para trás e peguei a pica dele, tirei ela com muito esforço e senti a glande ardendo. Devia ser operado, porque não tinha prepúcio, era só a cabecinha. Ele passou as mãos por baixo da minha saia e levantou até a cintura. Os amigos e amigas dele perceberam. Quando eu já estava abaixando a calcinha e ele apontava a pica por trás, todos fizeram uma barreira nos escondendo da vista das pessoas. Ele me levantou pela cintura até me deixar empalada na pica dele. Mal tocava o chão com os pés, tive que ficar na ponta dos pés enquanto ele metia sem parar. Um dos amigos dele, que estava com a namorada, ficou apalpando meus peitos. Me deixou muito excitada. Quando gozei, a namorada dele olhou para mim sorrindo. Quando ele ia gozar, me virei e enfiei a pica na boca. Mal ele bateu uma punheta e uns jatos de porra encheram minha cara e boca, me fazendo tossir. Quando fui me levantar, as meninas passaram o dedo no meu rosto e tiraram gotas de porra, que depois chuparam todas. Depois, todas me deram um beijo. O grupo se desfez e eles foram embora bebendo. Quando me encontrei com a Maria, ainda tinha porra na camiseta. Ela contou tudo de uma vez. A Maria ouvia com atenção, também não sabia. Quando terminou, rimos todos. Com a explicação, eu tinha ficado excitado. A pica na minha mão não tinha baixado em nenhum momento. Elas viram e me disseram… — Sai, que você já não tem prática. As duas me deitaram na cama. Uma chupava minha pica e a outra batia uma punheta, acariciando minhas bolas, até tirarem a última gota de porra. Depois, me lamberam até limpar e foram dormir. De manhã… Fui como sempre pra universidade, lá vi a Asun como de costume. Quando a aula terminou, a gente se encontrou de novo no café. Depois de um tempo, ela teve que voltar pra aula, eu já tinha terminado e fui pra casa. No caminho, lembrei da Asun e da mãe dela, ainda não conseguia acreditar, mas aí lembrei que tinha que trocar o conjunto de lingerie. Tava no meu quarto, peguei ele e, deixando um bilhete pra minha tia, avisei que não ia almoçar em casa. Do telefone, liguei pro número que tava no ticket. Quando já ia desligar, uma voz feminina atendeu… — Alô? Quem é? — Oi, Lucía. Sou o Juan, você já deve ter esquecido de mim, estive com duas senhoras comprando umas coisas semana passada… — Ah, sim, Juan, lembro de você perfeitamente, hahaha, queria alguma coisa? É que não posso falar agora. — Só queria saber se você tá na loja, queria trocar uma coisa. — Tô sim, agora, mas vou sair logo, não demora. Saí voando, tive sorte com o ônibus, porque ele chegou na mesma hora. Em quinze minutos tava na porta do shopping, subi a escada rolante de dois em dois degraus até chegar no terceiro andar. Meu coração tava a mil, então dei umas voltas na seção feminina até me acalmar. Lá no fundo, vi a Lucía, como sempre com o uniforme impecável. Antes de chegar perto, ela me reconheceu e me recebeu com um sorrisão. Fui estender a mão pra cumprimentar, mas ela se adiantou e me deu dois beijos nas bochechas. Fez sinal pra eu esperar, porque tava atendendo uma cliente importante. Quando terminou, falou pra uma colega cuidar das outras clientes, que ela ia atender o “primo” dela. Gostei dessa manha, assim podia falar com ela mais de boa. Expliquei que tava tudo certo, mas que preferiam na cor branca. Lucía abriu o conjunto e, vendo como era sexy, me olhou de canto… — Então sua mãe e sua tia gostaram dos modelos? Eu percebi a malícia no comentário dela. e eu disse entre dentes, sorrindo…
— Sabe muito bem que não eram nem minha mãe nem minha tia.
— Não acredito, pareciam irmãs!
— Elas sim, mas eu não “era” filho delas, hahaha
— hahaha, dava pra ver de longe, parece que você curte as senhoras mais velhas.
— Bom… se for pra ser sincero, gosto de mais velhas… e de jovens também.
Ela começou a olhar nas prateleiras e depois foi pro depósito, com uma cara triste.
— Que pena, não tem mais desse modelo em branco. Se quiser, te devolvo o dinheiro ou prefere ver outro modelo?
— Vou escolher outro modelo, o problema é se elas não vão gostar.
— Podemos fazer uma coisa: eu te oriento sobre o que está mais na moda e, se você gostar, eu visto e você vê como fica em mim.
O céu se abriu pra mim, ela tinha solução pra tudo. Pegou várias caixas de modelos diferentes, todos em branco, e foi me explicando como eram e que efeito causavam. No fim, ficamos na dúvida entre três. Sem pensar duas vezes, pegou elas e disse…
— Vem comigo.
Eu segui ela feito um cordeirinho. Fomos pro depósito, atrás de uma estante tinha outro provador ou um quartinho pra elas se trocarem. Entramos e ela fechou a porta. Estendeu as roupas numa mesa e foi tirando o uniforme. O paletó foi rápido, mas a camisa pareceu a coisa mais lenta que já vi. Aos poucos, com cada botão aberto, um pedaço de pele morena aparecia. Quando quase chegava no fim, ela olhava nos meus olhos sem piscar. Eu tava vidrado nos peitos dela. Quando já dava pra ver o sutiã, o contraste da pele morena com o sutiã azul claro de renda transparente acelerou meu pulso. Um mamilo ficou à mostra, era moreno, como ela toda. A auréola larga e pontuda, escura como café. Quando soltou o fecho nas costas, não deixou o sutiã cair de uma vez. Foi descendo as alças, uma por uma, e com os braços segurava as taças. Por fim, soltou uma e depois a outra, mas as mãos tapavam os mamilos. Eu tava pulando igual um tigre, mas me segurava pra não passar dos limites e a gente ser ouvida. Pegou um sutiã branco e colocou numa teta, depois a outra taça tampou o que eu morria de vontade de ver, abotoou a peça e me disse… --- E aí? O que achou do que viu? --- Do “pouco” que vi, você quer dizer. --- hahaha, -ela riu-, ou do muito, eu não sou velha como você gosta, mas mesmo assim sou mais velha que você, tenho 27 anos. --- Por favor, não me torture mais, continua. Ela ajeitou a peça pra eu ver como ficava, pra mim tanto fazia, mas eu tava impaciente pra poder devorar aquelas tetas, se é que no final ela ia deixar. Esse sutiã era de seda, os bicos marcavam pontudos, e dava aquele formato redondinho da teta, eu gostei pra caralho, mas queria ver mais e mais. O próximo que ela experimentou foi um pouco mais ousado, ela fez que uma taça caiu, deixando o bico no ar por uns segundos na minha frente, instintivamente eu levantei as mãos, como se fosse cair, ela riu de novo, tava me fazendo sofrer. Eu tive que apelar pro meu último recurso, enquanto ela procurava a outra peça que faltava, eu tirei a pica disfarçadamente, junto com as bolas penduradas, pela cabecinha escorria uma gota de líquido pré-seminal, tava vermelha e inchada. Ela brilhou quando se virou, deixou o sutiã meio abotoado e me disse apressada… --- Decidi, leva o outro que falta, é o mais bonito. Ela se ajoelhou na minha frente e pegou minha pica com as duas mãos, passou a mão por todo o comprimento e depois abraçou pra sentir a grossura, com a outra mão apertava minhas bolas amassando, eu mal alcançava as tetas dela, mas quando consegui pegar uma, senti a maciez da pele em contraste com a aspereza do bico, tavam duras pra caralho, a umidade que senti na glande me mostrou que tava na boca dela, ela apertava com os lábios pra não roçar nos dentes, mal conseguia abrir a boca o suficiente pra engolir inteira, tinha a boca estreita mas os lábios eram carnudos, eu queria me aventurar mais e alcançar a bunda dela ou a buceta ou os dois, mas com a saia apertadinha não chegava, quando eu tava quase gozando, ela tirou e levantou, mal consegui lamber os dois peitos quando ela pegou as roupas e, se vestindo rápido, me disse… — Você tem algo pra fazer? Saio daqui a meia hora, se quiser vamos pra minha casa. Foi tudo tão rápido que só consegui concordar com a cabeça, quando me dei conta já tava no meio da multidão de compradoras indo pra cafeteria pra matar tempo. Na cafeteria pedi um sanduíche, ainda não tinha comido e achava que ia demorar pra comer, pelo menos de alimento, mal tinha terminado quando tocaram no meu ombro, lá estava a Lucía muito mais gostosa do que antes, com a roupa de sair dela. Quando chegamos na garagem do subsolo, ela apertou o controle e lá longe acenderam uns faróis, entramos no carro e saímos rápido, ela dirigia habilmente pelos corredores e rampas até sair na rua, virou decidida e em pouco tempo entrávamos na garagem debaixo da casa dela, estacionou numa manobra só, sem dúvida era uma boa motorista, pegou a bolsa e fez um sinal pra eu seguir ela, no elevador apertou o quinto andar, só tive tempo de beijar ela de leve nos lábios, quando o elevador parou. A chave girou na porta dela, saiu pra nos receber um gato persa lindo, muito bem cuidado, se enroscou carinhoso entre as pernas da Lucía que fez uns carinhos nele, conforme ela ia andando ia deixando a bolsa numa cadeira e a jaqueta em outra, eu seguia ela atrás até que ela abriu um quarto e me fez entrar, era bem espaçoso, tinha uma cama de dois por dois metros, pela janela entrava muita luz, ela fechou as cortinas até deixar uma penumbra enquanto tirava a camisa e a saia, depois entrou no banheiro e enquanto soltava o cabelo, abria as torneiras do chuveiro, eu sentei na cama e tirei os sapatos, logo fiquei só de cueca, em seguida ela saiu enrolada numa toalha, simplesmente disse, se você quiser a água tá uma delícia. A cueca caiu no chão antes de eu chegar no banheiro, tomei um banho rápido e saí meio molhado, Lucía me Eu estava esperando na cama, com a toalha enrolada, mas ela se abriu quando cheguei até ela. Pulei e me deitei ao lado dela. Agora pude ver os dois peitos dela em todo o esplendor, morenos como ela toda, sem marcas de biquíni. Os mamilos grandes, redondos, morenos. Abaixo do umbigo liso, a ppk quase sem pelos, num triângulo invertido, indicava o começo de uns lábios quase invisíveis. Era uma leve rachinha entre as pernas dela, a pele mais morena que o resto anunciava uma buceta escura como ela toda.
Parti pra lamber os mamilos dela, mas ela pegou meu rosto com as duas mãos e me fez rolar até ficar por cima. Ela gostava de tomar a iniciativa. Buscou meus lábios com os dela, mordia meu lábio inferior, enquanto se encaixava em cima de mim, colocando os peitos dela sobre os meus. As pernas dela me envolveram e os lábios da buceta se abriram pra prender meu pau esticado ao longo da minha barriga. Ela suspirou ao sentir, eu sentia os pelinhos da ppk dela roçando no meu freio, isso me excitava ainda mais, enquanto eu, recém-depilado, deslizava sobre os lábios dela como um leve toque. Minhas bolas grudavam na bunda dela ao passar.
Já sentia a umidade dos fluidos dela no meu tronco quando ela se endireitou e, levantando um pouco a bunda, pegou meu pau com uma mão, colocou ele na vertical e, depois de apontar pra vagina dela, se deixou cair. Agora sim, minhas mãos podiam pegar os peitos dela, amassava, juntava e beliscava os mamilos doloridos. Quando ela enfiou até o fundo, começou a subir e descer, os peitos dela balançavam em cima de mim. Ela se abaixou pra eu poder morder, com uma habilidade danada, ela saía até quase tirar o pau de dentro, mas no último centímetro enfiava de novo até sentir que não tinha mais nada.
Quando ela se abraçou em mim, senti um tremor sacudir o corpo dela. Ela se agitava espasmodicamente, respirando com dificuldade, pulava em cima de mim. Por fim, caiu abraçada em mim. Eu, nessa posição passiva, só levantava a bacia pra fazer o pau entrar um pouco mais, se possível, mas não precisava. Eu me esforcei um pouco. Abraçados como estávamos, rolei no colchão até ficar por cima dela, ela ficou de pernas abertas e braços cruzados, me virei, coloquei minha pica na boca dela, enquanto eu, com a minha, procurei a buceta dela encharcada, estava vermelha de tesão e cheirava a mulher, minha boca buscou o clitóris dela, ela tremeu mas deixou eu fazer, a cada lambida ela pulava nos lençóis, quando minha pica roçava a boca dela, ela abriu e engoliu quase inteira, fazia todo esforço possível pra minha vara caber, com as mãos apertava minha bunda contra ela pra eu me deixar cair, ela tava me comendo com a boca, abri mais as pernas dela e cheguei até a vagina, lambuzei meus dedos lá dentro, primeiro um, depois dois, o terceiro entrou sem sentir, quando tirei o mais fino, rodeei o cu com ele, brilhava de tão molhado que tava, no começo o anel rugoso fechou de repente, mas com minha insistência relaxou e uma falange afundou nele, mais uma encolhida, mas dessa vez foi ao contrário, ela abriu mais as nádegas pra eu chegar melhor, minha língua acompanhava o movimento do dedo e lubrificava o resto das falanges antes de entrar, quando o primeiro tava dentro, o segundo se abriu caminho junto com ele, já não oferecia resistência, tinha relaxado completamente, ao tirar os dedos, o cu já ficava semiaberto, ela tava empenhada em me fazer gozar na boca dela, mas isso não tava nos meus planos, quando voltei a girar sobre ela, levantei as pernas dela sobre o peito, os peitos escapavam pelos lados, mas minha pica tinha ao alcance tanto a buceta quanto o cu dela, escolhi o que ainda não tinha provado e, colocando a princípio na entrada da vagina, molhou, mas depois escorregou até o cu e, pressionando um pouco, a cabeça enterrou, ela ficou por um momento paralisada… — Juan, por aí n….. oooooo! Primeiro quis recusar, só saiu parte da palavra, depois, junto a um longo suspiro, terminou de dizer, mas já era tarde, a pica já tava dentro dela, dois lagrimões apareceram. Nas bochechas dela, fiquei bombando um tempo, mas a posição não era nada confortável. Eu tipo fazendo flexão, apoiado nos braços, e ela com as pernas feito um colar. Levantei um pouco o quadril dela e coloquei um travesseiro embaixo dos rins. Aí consegui sentar sobre meus calcanhares, as pernas dela caíram pros meus lados, por cima das minhas. Continuei metendo e tirando com conforto, minha pica tava na altura do cu dela. Ela aguentava com mais gosto minha invasão, e aos poucos o prazer foi tomando conta. Já tava se movendo no meu ritmo. Quando percebi que ela já tava gozando, com uma mão separei os lábios da buceta, deixando o clitóris bem à mostra, e com a outra fiquei acariciando ele, rodeando com os dedos. A expressão no rosto dela mudou quando sentiu a chegada de outro orgasmo. Os fluidos que saíam da buceta dela lubrificavam a pica que, por baixo, se enterrava no cu dela. Fiquei acariciando ela enquanto minha pica mantinha um ritmo lento mas constante. Quando ela ficou quase no auge, ela pegava nos peitos e amassava eles. Aí eu diminuía o ritmo das carícias no clitóris até passar a excitação. Depois, acelerava de novo até deixar ela no topo da onda. Antes dela gozar, eu já reduzia a cadência. Ela ficava desesperada, queria gozar e eu não deixava. Ela implorava pra eu meter mais forte e fazer ela gozar. Fiquei um bom tempo nesse jogo. Lucia tinha o rosto todo corado, o pescoço e o peito. Entre os peitos tava vermelho de excitação, igual as orelhas. Os peitos brilhavam de suor, assim como a barriga. Eu tava confortável demais pra pensar em gozar. Quando tirei do cu, levantei a pica com um impulso e meti na buceta. Achei que ela ia agradecer, mas ela já tava gozando tanto no reto quanto na vagina. Eu é que senti a diferença: da suavidade de veludo do reto pra aspereza da vagina. Minha pica endureceu ainda mais. Continuei com minha intenção de prolongar a foda, deixando ela à beira do orgasmo. pra frenar antes. Quando decidi mudar de tática, comecei a acariciar rapidamente o botão do prazer supremo dela, ela finalmente explodiu num orgasmo tão esperado, mas eu diminuí o ritmo o suficiente pra que ela não se acalmasse de vez, pra logo em seguida acelerar de novo e provocar outro orgasmo seguido. Assim ela ficou, com uma série de orgasmos curtos, seguidos, mas de pouca intensidade. Ela se desmanchava, puxando os próprios mamilos, parecia querer arrancá-los. A cabeça dela balançava sem controle sobre o lençol, já não dizia nada, só grunhia, chorava, reclamava, pedia mais ou que eu parasse logo, tudo ao mesmo tempo. No meio desse caos, eu gozei. Foi uma gozada longa, uma série de jatos que encheram a buceta dela. Como eu não estava muito excitado, dada minha posição confortável, não falei nada e continuei, porque meu pau pedia mais guerra. Suponho que ela esperava que, ao sentir a porra dentro da buceta, eu já tirasse, mas se enganou. Por um bom tempo continuei metendo e tirando, até que, ao notar que queria esvaziar completamente os ovos, tirei bem na hora em que o primeiro jato ameaçava sair. O primeiro saiu com força, caiu do nariz dela até a sobrancelha, passando pelos cílios. Os seguintes foram mais curtos e molharam o peito e o mamilo esquerdo. Ela já tinha soltado os peitos há um tempo e se abandonado, com os braços sobre a cabeça. Me deixei cair sobre ela, estávamos os dois encharcados de suor. Depois, deslizei pro lado dela. No quarto, ecoava o barulho dos nossos corações. Quando me recuperei, Lúcia ainda estava letárgica. Pulei da cama e entrei no chuveiro. A água terminou de me despertar. Ao sair, me vesti, peguei o pacote da lingerie da Marta, me aproximei dela, dei um beijo longo, mas suave, na boca entreaberta dela. Senti a respiração dela já tranquila. Com uma voz quase inaudível, ela disse: — Foi fantástico. Até logo, me liga. Quando cheguei em casa, ainda fiquei um bom tempo estudando antes de descer pra jantar. A cena era de rotina, minha Tio lendo, minha tia na cozinha e minhas primas arrumando a mesa. Como tava cansado, fui logo pra cama, minhas primas me desejaram boa noite em coro, se comportaram bem essa noite, me deixaram dormir. No dia seguinte, depois da aula, fui até a secretaria, esperei a Marta ficar livre e mostrei o pacote pra ela, ela com os olhos me indicou que aquele não era lugar pra entregar, e com a mão me disse pra levar pra casa dela. De tarde, toquei o interfone da casa da Marta, ouvi ela abrir sem perguntar quem era, quando subi a porta dela tava entreaberta, estranhei aquela descuido, empurrei a porta e não vi ninguém, fechei atrás de mim, umas mãos taparam meus olhos por trás, me assustei com a surpresa, depois pensei que fosse a irmã da Marta, mas quando me virei e abri os olhos vi a Marta sorrindo pra mim, vestia só um conjunto daqueles que ela tinha comprado no último dia, tava exuberante, pra baixinha que era, os peitos dentro do sutiã subiam e se juntavam, escapavam um pouco pelos lados e os bicos marcavam por baixo do tecido sutil… — Te vi chegando, por isso abri a porta, tava te esperando com esse modelo. Eu me adiantei pra falar da imprudência de abrir sem perguntar, mas ela já tinha esquecido, os braços dela rodearam meu pescoço e me puxando pra perto ela falou devagar… — Hoje minha irmã não tá… Sorri agradecendo a informação, verdade que a irmã dela, apesar de ter me dado uma boa foda, não me agradava muito, não tinha nada a ver com a Marta e muito menos com a filha dela, a Asun. Quando fomos pra sala, entreguei o pacote com o modelo novo, tentei explicar que sentia muito, que não era o mesmo, mas cheguei tarde de novo, ela já tinha tirado o preto que tava usando e vestia o novo branco, os peitos dela um pouco caídos marcavam lindos no molde branco. Ela fez um gesto de admiração, gostou muito mais do que o que eu devolvi, me disse que no fim nem reparou nele quando viu a irmã dela me chupando a piroca. No provador, ela se virou de lado pra que eu pudesse admirá-la, a calcinha combinando caía perfeitamente nela, não tinha barriga e o púbis se marcava como uma fotocópia. Ela me abraçou de novo, me beijou em parte pra agradecer pelo recado e em parte pelo bom gosto na escolha, claro que não contei a tarde inteira que eu tinha gozado às custas da troca. Ela se pendurou no meu braço e me arrastou pro quarto dela, a colcha já estava dobrada quando me sentei nela pra tirar a roupa, ela me deitou de costas e puxou minha calça de uma vez, depois passou as mãos por baixo da minha camisa e a tirou pela cabeça sem desabotoar, meu pau apontava pro lustre, assim depilado parecia a torre de Pisa, eu não me acostumava a vê-lo. Ela deu a volta na cama e subiu pelo lado oposto, passou de quatro sobre mim, me deu um beijo na boca e seguiu pro meu estômago, quando chegou na minha altura, soltei o sutiã dela, os peitos dela com a gravidade caíram no meu rosto, avidamente beijei, lambi e mordi até deixá-los quase da cor dos mamilos, ela depois dessa pausa seguiu pro meu ventre e, esticando a língua, foi percorrendo até chegar no meu púbis, chupou minhas virilhas rodeando minhas bolas depiladas, quando voltou pro púbis, subiu a língua pelo meu tronco até chegar na glande, lambeu o freio e chupou a glande antes de abrir os lábios e absorvê-lo até fazê-lo desaparecer na boca dela. Eu já tinha a cabeça entre as coxas dela, sobre meus olhos via a buceta dela ainda fechada, os lábios dela escondiam a entrada da vagina e o clitóris moreno, mas quando ela separou os joelhos ao meu lado, foi descendo lentamente, enquanto a distância diminuía os lábios iam se abrindo e um cheiro de mulher quente encheu meus pulmões, o brilho dos lábios menores me dizia que na vagina dela os fluidos jorravam em quantidade, quando minha boca conseguiu abranger já apareciam esbranquiçados, grossos e abundantes, não demoraram a passar pra minha garganta, e os que faltavam minha língua fez sair. Olhei através dos nossos corpos, mal dava pra ver, porque as duas tetas penduradas me atrapalhavam, mas entre elas eu via como meu pau era engolido até o púbis pelos lábios dela, Marta se adiantava pra engolir mais carne e eu aproveitava pra ir mais longe e lamber entre as nádegas dela que, por estarem separadas, me ofereciam um cu quase liso. Marta tava louca pra chupar pau, fazia todo tipo de boquete e lambida, as mãos dela amassavam minhas bolas, coladas na bunda, duras e cheias de porra, talvez pelo prazer que eu tava dando, ela preferiu continuar chupando e quando o orgasmo veio, explodiu com um tremor em cima de mim que deixou ela sem fôlego, soltou meu pau e a cabeça dela caiu na minha virilha esquerda, o rosto afundado entre meu pau molhado e minha coxa, ficou assim por vários minutos, eu só segurava as duas tetas dela, sem mexer um músculo, até ela se recuperar, depois se levantou e sentando em cima de mim enfiou o falo na buceta encharcada dela, se deitou sobre mim e me deu mil beijos, ardentes, meus lábios, minha língua e meu pescoço foram agraciados por Marta, enquanto só o quadril dela se mexia o suficiente pra meter e tirar meu pau dentro dela, eu abraçava ela enquanto sentia as tetas roçarem os lados do meu corpo. Quando sentiu as pulsações que minha cabeça do pau tinha, simplesmente acelerou os quadris, os músculos da buceta dela fizeram o resto, umas contrações que começavam nas minhas bolas e terminavam no pau encheram ela de porra, entre minhas pernas escorria um filete de sêmen e fluidos que mancharam os lençóis, ainda demoramos um bom tempo pra levantar, ficamos abraçados de boa, conversando sobre coisas sem importância, a gente tinha dado uma boa foda. Continua. Agradeceria os comentários de vocês.
— Pois é, eu não tive sorte na sexta — disse Maite. — Só fiquei dançando e bebendo, mas no sábado, no show, fiquei pulando e gritando que nem uma louca. Juntou um grupo de caras e minas, a gente se apresentou e bebeu junto. Tinha um cara que tava sozinho e ficou do meu lado. Também curtia a banda que tava tocando. Ele me pegou pela cintura e me levantou pra eu enxergar melhor. Era Muito forte. Quando eu desci, ele ficou abraçado por trás de mim, e com meus pulos eu roçava a braguilha dele e logo senti o volume quente. Como eu estava de saia, encostei a bunda no pacote dele e minha calcinha fio-dental entrou entre minhas nádegas. Ele passou as mãos por baixo dos meus braços, levantou minha camiseta e pegou meus peitos, subindo o sutiã. Massageou eles muito bem, deixou eles duros como melões. Passei a mão para trás e peguei a pica dele, tirei ela com muito esforço e senti a glande ardendo. Devia ser operado, porque não tinha prepúcio, era só a cabecinha. Ele passou as mãos por baixo da minha saia e levantou até a cintura. Os amigos e amigas dele perceberam. Quando eu já estava abaixando a calcinha e ele apontava a pica por trás, todos fizeram uma barreira nos escondendo da vista das pessoas. Ele me levantou pela cintura até me deixar empalada na pica dele. Mal tocava o chão com os pés, tive que ficar na ponta dos pés enquanto ele metia sem parar. Um dos amigos dele, que estava com a namorada, ficou apalpando meus peitos. Me deixou muito excitada. Quando gozei, a namorada dele olhou para mim sorrindo. Quando ele ia gozar, me virei e enfiei a pica na boca. Mal ele bateu uma punheta e uns jatos de porra encheram minha cara e boca, me fazendo tossir. Quando fui me levantar, as meninas passaram o dedo no meu rosto e tiraram gotas de porra, que depois chuparam todas. Depois, todas me deram um beijo. O grupo se desfez e eles foram embora bebendo. Quando me encontrei com a Maria, ainda tinha porra na camiseta. Ela contou tudo de uma vez. A Maria ouvia com atenção, também não sabia. Quando terminou, rimos todos. Com a explicação, eu tinha ficado excitado. A pica na minha mão não tinha baixado em nenhum momento. Elas viram e me disseram… — Sai, que você já não tem prática. As duas me deitaram na cama. Uma chupava minha pica e a outra batia uma punheta, acariciando minhas bolas, até tirarem a última gota de porra. Depois, me lamberam até limpar e foram dormir. De manhã… Fui como sempre pra universidade, lá vi a Asun como de costume. Quando a aula terminou, a gente se encontrou de novo no café. Depois de um tempo, ela teve que voltar pra aula, eu já tinha terminado e fui pra casa. No caminho, lembrei da Asun e da mãe dela, ainda não conseguia acreditar, mas aí lembrei que tinha que trocar o conjunto de lingerie. Tava no meu quarto, peguei ele e, deixando um bilhete pra minha tia, avisei que não ia almoçar em casa. Do telefone, liguei pro número que tava no ticket. Quando já ia desligar, uma voz feminina atendeu… — Alô? Quem é? — Oi, Lucía. Sou o Juan, você já deve ter esquecido de mim, estive com duas senhoras comprando umas coisas semana passada… — Ah, sim, Juan, lembro de você perfeitamente, hahaha, queria alguma coisa? É que não posso falar agora. — Só queria saber se você tá na loja, queria trocar uma coisa. — Tô sim, agora, mas vou sair logo, não demora. Saí voando, tive sorte com o ônibus, porque ele chegou na mesma hora. Em quinze minutos tava na porta do shopping, subi a escada rolante de dois em dois degraus até chegar no terceiro andar. Meu coração tava a mil, então dei umas voltas na seção feminina até me acalmar. Lá no fundo, vi a Lucía, como sempre com o uniforme impecável. Antes de chegar perto, ela me reconheceu e me recebeu com um sorrisão. Fui estender a mão pra cumprimentar, mas ela se adiantou e me deu dois beijos nas bochechas. Fez sinal pra eu esperar, porque tava atendendo uma cliente importante. Quando terminou, falou pra uma colega cuidar das outras clientes, que ela ia atender o “primo” dela. Gostei dessa manha, assim podia falar com ela mais de boa. Expliquei que tava tudo certo, mas que preferiam na cor branca. Lucía abriu o conjunto e, vendo como era sexy, me olhou de canto… — Então sua mãe e sua tia gostaram dos modelos? Eu percebi a malícia no comentário dela. e eu disse entre dentes, sorrindo…
— Sabe muito bem que não eram nem minha mãe nem minha tia.
— Não acredito, pareciam irmãs!
— Elas sim, mas eu não “era” filho delas, hahaha
— hahaha, dava pra ver de longe, parece que você curte as senhoras mais velhas.
— Bom… se for pra ser sincero, gosto de mais velhas… e de jovens também.
Ela começou a olhar nas prateleiras e depois foi pro depósito, com uma cara triste.
— Que pena, não tem mais desse modelo em branco. Se quiser, te devolvo o dinheiro ou prefere ver outro modelo?
— Vou escolher outro modelo, o problema é se elas não vão gostar.
— Podemos fazer uma coisa: eu te oriento sobre o que está mais na moda e, se você gostar, eu visto e você vê como fica em mim.
O céu se abriu pra mim, ela tinha solução pra tudo. Pegou várias caixas de modelos diferentes, todos em branco, e foi me explicando como eram e que efeito causavam. No fim, ficamos na dúvida entre três. Sem pensar duas vezes, pegou elas e disse…
— Vem comigo.
Eu segui ela feito um cordeirinho. Fomos pro depósito, atrás de uma estante tinha outro provador ou um quartinho pra elas se trocarem. Entramos e ela fechou a porta. Estendeu as roupas numa mesa e foi tirando o uniforme. O paletó foi rápido, mas a camisa pareceu a coisa mais lenta que já vi. Aos poucos, com cada botão aberto, um pedaço de pele morena aparecia. Quando quase chegava no fim, ela olhava nos meus olhos sem piscar. Eu tava vidrado nos peitos dela. Quando já dava pra ver o sutiã, o contraste da pele morena com o sutiã azul claro de renda transparente acelerou meu pulso. Um mamilo ficou à mostra, era moreno, como ela toda. A auréola larga e pontuda, escura como café. Quando soltou o fecho nas costas, não deixou o sutiã cair de uma vez. Foi descendo as alças, uma por uma, e com os braços segurava as taças. Por fim, soltou uma e depois a outra, mas as mãos tapavam os mamilos. Eu tava pulando igual um tigre, mas me segurava pra não passar dos limites e a gente ser ouvida. Pegou um sutiã branco e colocou numa teta, depois a outra taça tampou o que eu morria de vontade de ver, abotoou a peça e me disse… --- E aí? O que achou do que viu? --- Do “pouco” que vi, você quer dizer. --- hahaha, -ela riu-, ou do muito, eu não sou velha como você gosta, mas mesmo assim sou mais velha que você, tenho 27 anos. --- Por favor, não me torture mais, continua. Ela ajeitou a peça pra eu ver como ficava, pra mim tanto fazia, mas eu tava impaciente pra poder devorar aquelas tetas, se é que no final ela ia deixar. Esse sutiã era de seda, os bicos marcavam pontudos, e dava aquele formato redondinho da teta, eu gostei pra caralho, mas queria ver mais e mais. O próximo que ela experimentou foi um pouco mais ousado, ela fez que uma taça caiu, deixando o bico no ar por uns segundos na minha frente, instintivamente eu levantei as mãos, como se fosse cair, ela riu de novo, tava me fazendo sofrer. Eu tive que apelar pro meu último recurso, enquanto ela procurava a outra peça que faltava, eu tirei a pica disfarçadamente, junto com as bolas penduradas, pela cabecinha escorria uma gota de líquido pré-seminal, tava vermelha e inchada. Ela brilhou quando se virou, deixou o sutiã meio abotoado e me disse apressada… --- Decidi, leva o outro que falta, é o mais bonito. Ela se ajoelhou na minha frente e pegou minha pica com as duas mãos, passou a mão por todo o comprimento e depois abraçou pra sentir a grossura, com a outra mão apertava minhas bolas amassando, eu mal alcançava as tetas dela, mas quando consegui pegar uma, senti a maciez da pele em contraste com a aspereza do bico, tavam duras pra caralho, a umidade que senti na glande me mostrou que tava na boca dela, ela apertava com os lábios pra não roçar nos dentes, mal conseguia abrir a boca o suficiente pra engolir inteira, tinha a boca estreita mas os lábios eram carnudos, eu queria me aventurar mais e alcançar a bunda dela ou a buceta ou os dois, mas com a saia apertadinha não chegava, quando eu tava quase gozando, ela tirou e levantou, mal consegui lamber os dois peitos quando ela pegou as roupas e, se vestindo rápido, me disse… — Você tem algo pra fazer? Saio daqui a meia hora, se quiser vamos pra minha casa. Foi tudo tão rápido que só consegui concordar com a cabeça, quando me dei conta já tava no meio da multidão de compradoras indo pra cafeteria pra matar tempo. Na cafeteria pedi um sanduíche, ainda não tinha comido e achava que ia demorar pra comer, pelo menos de alimento, mal tinha terminado quando tocaram no meu ombro, lá estava a Lucía muito mais gostosa do que antes, com a roupa de sair dela. Quando chegamos na garagem do subsolo, ela apertou o controle e lá longe acenderam uns faróis, entramos no carro e saímos rápido, ela dirigia habilmente pelos corredores e rampas até sair na rua, virou decidida e em pouco tempo entrávamos na garagem debaixo da casa dela, estacionou numa manobra só, sem dúvida era uma boa motorista, pegou a bolsa e fez um sinal pra eu seguir ela, no elevador apertou o quinto andar, só tive tempo de beijar ela de leve nos lábios, quando o elevador parou. A chave girou na porta dela, saiu pra nos receber um gato persa lindo, muito bem cuidado, se enroscou carinhoso entre as pernas da Lucía que fez uns carinhos nele, conforme ela ia andando ia deixando a bolsa numa cadeira e a jaqueta em outra, eu seguia ela atrás até que ela abriu um quarto e me fez entrar, era bem espaçoso, tinha uma cama de dois por dois metros, pela janela entrava muita luz, ela fechou as cortinas até deixar uma penumbra enquanto tirava a camisa e a saia, depois entrou no banheiro e enquanto soltava o cabelo, abria as torneiras do chuveiro, eu sentei na cama e tirei os sapatos, logo fiquei só de cueca, em seguida ela saiu enrolada numa toalha, simplesmente disse, se você quiser a água tá uma delícia. A cueca caiu no chão antes de eu chegar no banheiro, tomei um banho rápido e saí meio molhado, Lucía me Eu estava esperando na cama, com a toalha enrolada, mas ela se abriu quando cheguei até ela. Pulei e me deitei ao lado dela. Agora pude ver os dois peitos dela em todo o esplendor, morenos como ela toda, sem marcas de biquíni. Os mamilos grandes, redondos, morenos. Abaixo do umbigo liso, a ppk quase sem pelos, num triângulo invertido, indicava o começo de uns lábios quase invisíveis. Era uma leve rachinha entre as pernas dela, a pele mais morena que o resto anunciava uma buceta escura como ela toda.
Parti pra lamber os mamilos dela, mas ela pegou meu rosto com as duas mãos e me fez rolar até ficar por cima. Ela gostava de tomar a iniciativa. Buscou meus lábios com os dela, mordia meu lábio inferior, enquanto se encaixava em cima de mim, colocando os peitos dela sobre os meus. As pernas dela me envolveram e os lábios da buceta se abriram pra prender meu pau esticado ao longo da minha barriga. Ela suspirou ao sentir, eu sentia os pelinhos da ppk dela roçando no meu freio, isso me excitava ainda mais, enquanto eu, recém-depilado, deslizava sobre os lábios dela como um leve toque. Minhas bolas grudavam na bunda dela ao passar.
Já sentia a umidade dos fluidos dela no meu tronco quando ela se endireitou e, levantando um pouco a bunda, pegou meu pau com uma mão, colocou ele na vertical e, depois de apontar pra vagina dela, se deixou cair. Agora sim, minhas mãos podiam pegar os peitos dela, amassava, juntava e beliscava os mamilos doloridos. Quando ela enfiou até o fundo, começou a subir e descer, os peitos dela balançavam em cima de mim. Ela se abaixou pra eu poder morder, com uma habilidade danada, ela saía até quase tirar o pau de dentro, mas no último centímetro enfiava de novo até sentir que não tinha mais nada.
Quando ela se abraçou em mim, senti um tremor sacudir o corpo dela. Ela se agitava espasmodicamente, respirando com dificuldade, pulava em cima de mim. Por fim, caiu abraçada em mim. Eu, nessa posição passiva, só levantava a bacia pra fazer o pau entrar um pouco mais, se possível, mas não precisava. Eu me esforcei um pouco. Abraçados como estávamos, rolei no colchão até ficar por cima dela, ela ficou de pernas abertas e braços cruzados, me virei, coloquei minha pica na boca dela, enquanto eu, com a minha, procurei a buceta dela encharcada, estava vermelha de tesão e cheirava a mulher, minha boca buscou o clitóris dela, ela tremeu mas deixou eu fazer, a cada lambida ela pulava nos lençóis, quando minha pica roçava a boca dela, ela abriu e engoliu quase inteira, fazia todo esforço possível pra minha vara caber, com as mãos apertava minha bunda contra ela pra eu me deixar cair, ela tava me comendo com a boca, abri mais as pernas dela e cheguei até a vagina, lambuzei meus dedos lá dentro, primeiro um, depois dois, o terceiro entrou sem sentir, quando tirei o mais fino, rodeei o cu com ele, brilhava de tão molhado que tava, no começo o anel rugoso fechou de repente, mas com minha insistência relaxou e uma falange afundou nele, mais uma encolhida, mas dessa vez foi ao contrário, ela abriu mais as nádegas pra eu chegar melhor, minha língua acompanhava o movimento do dedo e lubrificava o resto das falanges antes de entrar, quando o primeiro tava dentro, o segundo se abriu caminho junto com ele, já não oferecia resistência, tinha relaxado completamente, ao tirar os dedos, o cu já ficava semiaberto, ela tava empenhada em me fazer gozar na boca dela, mas isso não tava nos meus planos, quando voltei a girar sobre ela, levantei as pernas dela sobre o peito, os peitos escapavam pelos lados, mas minha pica tinha ao alcance tanto a buceta quanto o cu dela, escolhi o que ainda não tinha provado e, colocando a princípio na entrada da vagina, molhou, mas depois escorregou até o cu e, pressionando um pouco, a cabeça enterrou, ela ficou por um momento paralisada… — Juan, por aí n….. oooooo! Primeiro quis recusar, só saiu parte da palavra, depois, junto a um longo suspiro, terminou de dizer, mas já era tarde, a pica já tava dentro dela, dois lagrimões apareceram. Nas bochechas dela, fiquei bombando um tempo, mas a posição não era nada confortável. Eu tipo fazendo flexão, apoiado nos braços, e ela com as pernas feito um colar. Levantei um pouco o quadril dela e coloquei um travesseiro embaixo dos rins. Aí consegui sentar sobre meus calcanhares, as pernas dela caíram pros meus lados, por cima das minhas. Continuei metendo e tirando com conforto, minha pica tava na altura do cu dela. Ela aguentava com mais gosto minha invasão, e aos poucos o prazer foi tomando conta. Já tava se movendo no meu ritmo. Quando percebi que ela já tava gozando, com uma mão separei os lábios da buceta, deixando o clitóris bem à mostra, e com a outra fiquei acariciando ele, rodeando com os dedos. A expressão no rosto dela mudou quando sentiu a chegada de outro orgasmo. Os fluidos que saíam da buceta dela lubrificavam a pica que, por baixo, se enterrava no cu dela. Fiquei acariciando ela enquanto minha pica mantinha um ritmo lento mas constante. Quando ela ficou quase no auge, ela pegava nos peitos e amassava eles. Aí eu diminuía o ritmo das carícias no clitóris até passar a excitação. Depois, acelerava de novo até deixar ela no topo da onda. Antes dela gozar, eu já reduzia a cadência. Ela ficava desesperada, queria gozar e eu não deixava. Ela implorava pra eu meter mais forte e fazer ela gozar. Fiquei um bom tempo nesse jogo. Lucia tinha o rosto todo corado, o pescoço e o peito. Entre os peitos tava vermelho de excitação, igual as orelhas. Os peitos brilhavam de suor, assim como a barriga. Eu tava confortável demais pra pensar em gozar. Quando tirei do cu, levantei a pica com um impulso e meti na buceta. Achei que ela ia agradecer, mas ela já tava gozando tanto no reto quanto na vagina. Eu é que senti a diferença: da suavidade de veludo do reto pra aspereza da vagina. Minha pica endureceu ainda mais. Continuei com minha intenção de prolongar a foda, deixando ela à beira do orgasmo. pra frenar antes. Quando decidi mudar de tática, comecei a acariciar rapidamente o botão do prazer supremo dela, ela finalmente explodiu num orgasmo tão esperado, mas eu diminuí o ritmo o suficiente pra que ela não se acalmasse de vez, pra logo em seguida acelerar de novo e provocar outro orgasmo seguido. Assim ela ficou, com uma série de orgasmos curtos, seguidos, mas de pouca intensidade. Ela se desmanchava, puxando os próprios mamilos, parecia querer arrancá-los. A cabeça dela balançava sem controle sobre o lençol, já não dizia nada, só grunhia, chorava, reclamava, pedia mais ou que eu parasse logo, tudo ao mesmo tempo. No meio desse caos, eu gozei. Foi uma gozada longa, uma série de jatos que encheram a buceta dela. Como eu não estava muito excitado, dada minha posição confortável, não falei nada e continuei, porque meu pau pedia mais guerra. Suponho que ela esperava que, ao sentir a porra dentro da buceta, eu já tirasse, mas se enganou. Por um bom tempo continuei metendo e tirando, até que, ao notar que queria esvaziar completamente os ovos, tirei bem na hora em que o primeiro jato ameaçava sair. O primeiro saiu com força, caiu do nariz dela até a sobrancelha, passando pelos cílios. Os seguintes foram mais curtos e molharam o peito e o mamilo esquerdo. Ela já tinha soltado os peitos há um tempo e se abandonado, com os braços sobre a cabeça. Me deixei cair sobre ela, estávamos os dois encharcados de suor. Depois, deslizei pro lado dela. No quarto, ecoava o barulho dos nossos corações. Quando me recuperei, Lúcia ainda estava letárgica. Pulei da cama e entrei no chuveiro. A água terminou de me despertar. Ao sair, me vesti, peguei o pacote da lingerie da Marta, me aproximei dela, dei um beijo longo, mas suave, na boca entreaberta dela. Senti a respiração dela já tranquila. Com uma voz quase inaudível, ela disse: — Foi fantástico. Até logo, me liga. Quando cheguei em casa, ainda fiquei um bom tempo estudando antes de descer pra jantar. A cena era de rotina, minha Tio lendo, minha tia na cozinha e minhas primas arrumando a mesa. Como tava cansado, fui logo pra cama, minhas primas me desejaram boa noite em coro, se comportaram bem essa noite, me deixaram dormir. No dia seguinte, depois da aula, fui até a secretaria, esperei a Marta ficar livre e mostrei o pacote pra ela, ela com os olhos me indicou que aquele não era lugar pra entregar, e com a mão me disse pra levar pra casa dela. De tarde, toquei o interfone da casa da Marta, ouvi ela abrir sem perguntar quem era, quando subi a porta dela tava entreaberta, estranhei aquela descuido, empurrei a porta e não vi ninguém, fechei atrás de mim, umas mãos taparam meus olhos por trás, me assustei com a surpresa, depois pensei que fosse a irmã da Marta, mas quando me virei e abri os olhos vi a Marta sorrindo pra mim, vestia só um conjunto daqueles que ela tinha comprado no último dia, tava exuberante, pra baixinha que era, os peitos dentro do sutiã subiam e se juntavam, escapavam um pouco pelos lados e os bicos marcavam por baixo do tecido sutil… — Te vi chegando, por isso abri a porta, tava te esperando com esse modelo. Eu me adiantei pra falar da imprudência de abrir sem perguntar, mas ela já tinha esquecido, os braços dela rodearam meu pescoço e me puxando pra perto ela falou devagar… — Hoje minha irmã não tá… Sorri agradecendo a informação, verdade que a irmã dela, apesar de ter me dado uma boa foda, não me agradava muito, não tinha nada a ver com a Marta e muito menos com a filha dela, a Asun. Quando fomos pra sala, entreguei o pacote com o modelo novo, tentei explicar que sentia muito, que não era o mesmo, mas cheguei tarde de novo, ela já tinha tirado o preto que tava usando e vestia o novo branco, os peitos dela um pouco caídos marcavam lindos no molde branco. Ela fez um gesto de admiração, gostou muito mais do que o que eu devolvi, me disse que no fim nem reparou nele quando viu a irmã dela me chupando a piroca. No provador, ela se virou de lado pra que eu pudesse admirá-la, a calcinha combinando caía perfeitamente nela, não tinha barriga e o púbis se marcava como uma fotocópia. Ela me abraçou de novo, me beijou em parte pra agradecer pelo recado e em parte pelo bom gosto na escolha, claro que não contei a tarde inteira que eu tinha gozado às custas da troca. Ela se pendurou no meu braço e me arrastou pro quarto dela, a colcha já estava dobrada quando me sentei nela pra tirar a roupa, ela me deitou de costas e puxou minha calça de uma vez, depois passou as mãos por baixo da minha camisa e a tirou pela cabeça sem desabotoar, meu pau apontava pro lustre, assim depilado parecia a torre de Pisa, eu não me acostumava a vê-lo. Ela deu a volta na cama e subiu pelo lado oposto, passou de quatro sobre mim, me deu um beijo na boca e seguiu pro meu estômago, quando chegou na minha altura, soltei o sutiã dela, os peitos dela com a gravidade caíram no meu rosto, avidamente beijei, lambi e mordi até deixá-los quase da cor dos mamilos, ela depois dessa pausa seguiu pro meu ventre e, esticando a língua, foi percorrendo até chegar no meu púbis, chupou minhas virilhas rodeando minhas bolas depiladas, quando voltou pro púbis, subiu a língua pelo meu tronco até chegar na glande, lambeu o freio e chupou a glande antes de abrir os lábios e absorvê-lo até fazê-lo desaparecer na boca dela. Eu já tinha a cabeça entre as coxas dela, sobre meus olhos via a buceta dela ainda fechada, os lábios dela escondiam a entrada da vagina e o clitóris moreno, mas quando ela separou os joelhos ao meu lado, foi descendo lentamente, enquanto a distância diminuía os lábios iam se abrindo e um cheiro de mulher quente encheu meus pulmões, o brilho dos lábios menores me dizia que na vagina dela os fluidos jorravam em quantidade, quando minha boca conseguiu abranger já apareciam esbranquiçados, grossos e abundantes, não demoraram a passar pra minha garganta, e os que faltavam minha língua fez sair. Olhei através dos nossos corpos, mal dava pra ver, porque as duas tetas penduradas me atrapalhavam, mas entre elas eu via como meu pau era engolido até o púbis pelos lábios dela, Marta se adiantava pra engolir mais carne e eu aproveitava pra ir mais longe e lamber entre as nádegas dela que, por estarem separadas, me ofereciam um cu quase liso. Marta tava louca pra chupar pau, fazia todo tipo de boquete e lambida, as mãos dela amassavam minhas bolas, coladas na bunda, duras e cheias de porra, talvez pelo prazer que eu tava dando, ela preferiu continuar chupando e quando o orgasmo veio, explodiu com um tremor em cima de mim que deixou ela sem fôlego, soltou meu pau e a cabeça dela caiu na minha virilha esquerda, o rosto afundado entre meu pau molhado e minha coxa, ficou assim por vários minutos, eu só segurava as duas tetas dela, sem mexer um músculo, até ela se recuperar, depois se levantou e sentando em cima de mim enfiou o falo na buceta encharcada dela, se deitou sobre mim e me deu mil beijos, ardentes, meus lábios, minha língua e meu pescoço foram agraciados por Marta, enquanto só o quadril dela se mexia o suficiente pra meter e tirar meu pau dentro dela, eu abraçava ela enquanto sentia as tetas roçarem os lados do meu corpo. Quando sentiu as pulsações que minha cabeça do pau tinha, simplesmente acelerou os quadris, os músculos da buceta dela fizeram o resto, umas contrações que começavam nas minhas bolas e terminavam no pau encheram ela de porra, entre minhas pernas escorria um filete de sêmen e fluidos que mancharam os lençóis, ainda demoramos um bom tempo pra levantar, ficamos abraçados de boa, conversando sobre coisas sem importância, a gente tinha dado uma boa foda. Continua. Agradeceria os comentários de vocês.
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