Esta história foi modificada para não infringir as normas (protocolo) da comunidade do poringa, os personagens e locais estabelecidos são fictícios, assim como todos os personagens são maiores de idade (+18) independentemente das descrições físicas, estas não correspondem à sua idade ou, se coincidirem, continuam sendo maiores de idade (+18), qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Depois de dar um rolê na praça com a Anita, a gente deu uma olhada pra ver se não tinha nenhum conhecido dos nossos colegas da faculdade e nos despedimos com uns beijos espetaculares e bem profundos. Não tinha amor naqueles beijos, só pura paixão, com a intenção de penetrar cada vez mais forte um no outro. Ela deu por encerrada a sessão de beijos, porque senão eu teria continuado até de madrugada na boca dela. Era um fogo pra mim, uma sensação que eu não queria parar de curtir. Ela me deu um sorriso malicioso com aqueles lindos olhos castanhos que tem e disse: "Não esquece de trazer um pote da Serenísima amanhã". Isso me tirou completamente do meu estado de obnubilação e eu comecei a rir com ela, respondendo: "Pô, acho que não foi tanta coisa assim". – "Bom, traz um pote de iogurte com cereais, acho que ninguém vai perceber". Continuamos rindo mais um pouco e fazendo piadas sobre o que aconteceu, então cada um deu meia-volta e seguimos em direções opostas pra casa. Os dias passavam e minha afinidade com ela crescia. Claro, na sala de aula a gente não dava muita bola um pro outro, pelo combinado, mas isso não impedia que a gente se mandasse fotos ousadas pelo celular (não vou postar, nem peça, por favor) ou trocássemos textos longos descrevendo como a gente gostaria de penetrar nos nossos corpos ou as lambidas que ela me daria com a língua.
As reuniões de trabalho para os balanços eram um tédio porque estávamos acompanhados e não podíamos nos expressar sexualmente como queríamos na frente dos outros dois integrantes do grupo. Mas de vez em quando, ela se sentava na minha frente na mesa e eu sentia o pé dela fazendo cócegas no meu volume para deixá-lo duro. Então ela esfregava suavemente de um lado para o outro (óbvio, sempre que um homem sabe se acomodar, ele fica de lado quando sentado, senão fica incômodo ou dolorido se a roupa estiver apertada, mas vamos parar de explicar o óbvio). Às vezes, eu tossia para indicar que estava ficando excitado demais, aí ela parava. Exceto um dia em que, parece, ela estava mais excitada que de costume e decidiu não parar. Apertou forte os dedos do pé no meu volume, esfregando com força. Foi dolorido, mas terrivelmente excitante ao mesmo tempo. Para meu azar, eu tinha passado vários dias sem gozar, o que fez eu acumular uma porrada de esperma. Isso também ajuda a ejacular mais fácil. Comecei a gozar de forma cortada, mas prazerosa. Senti meu pau pulsando, expelindo jatos de porra a cada batida. Posso garantir que contei 8 jatos saindo da minha glande. O fato de ver o Joaquín e o Roberto sentados a um metro de nós naquela mesa e pensar que eles podiam nos descobrir a qualquer momento me deixava dez vezes mais excitado que o normal. Bastava um deles derrubar uma caneta, uma folha, qualquer coisa, para se abaixar debaixo da mesa e ver o que estava acontecendo. Obviamente, a Anita recolheria a perna na hora, mas minha calça molhada... Como eu ia explicar? E o cheiro de porra? Sejamos realistas: depois de gozar, se a gente não limpa, começa a ter aquele cheiro característico de esperma que qualquer homem identifica, ou uma mulher experiente também. Por sorte isso não aconteceu, mas eu não parava de sentir minha ejaculação escorrendo pelas laterais das minhas coxas, molhando o lado da minha perna, minha virilha... até por me acomodar mal senti ele escorregar para a nádega esquerda, tudo ficou molhado e cada vez mais grudento, não posso mentir, estava ficando excitado pra caralho sabendo que tinha gozado tanto de novo e que estava me molhando todo, queria que a Anita sentisse também e se perguntarem, sim, ela nunca baixou a perna, aliás, continuou brincando um pouco mais, com aqueles dedos flexíveis que ela tem, Deus abençoe quem inventou a ginástica artística, eu não levantava a vista do meu caderno de anotações e das folhas de balanços, até sentir meu pau se acalmar e a ereção desaparecer, então levantei o rosto e me deparei com uma Anita que disfarçadamente tapava seu sorriso terrível com uma mão para que os outros dois não a vissem rir e me olhava com uns olhos completamente lascivos, eu sei o que ela estava pensando, estava lembrando da minha ejaculação anterior e do gosto da minha porra, então a vi colocar a pontinha da língua para fora do lado do sorriso, mexendo-a, HA ela sabia que queria provar de novo o gosto da minha porra, mas agora eu estava com um problema maior, que caralho ia fazer com toda a calça molhada e grudenta, como ia me levantar, com certeza você também estava rindo disso seu pedaço de p... não vou me descontrolar, vamos continuar; Graças à virgem Maria Roberto não teve melhor ideia do que dizer:
Roberto: você quer tomar um café?
Joaquín: mano, não é melhor?
Roberto: chupaela é alérgica, não me deixa nem guardar...
Joaquín: vai, para de frescura, seu otário! Deve existir uma única pessoa em toda a Argentina que é alérgica ao mate e é a sua mãe, animal!!
(Deixo claro que Joaquín e Roberto são amigos desde a infância, por isso escolheram a mesma carreira, daí o tratamento tão descontraído. Eu pareço saído de um desenho dublado em português neutro por ser respeitoso)
Roberto: E aí, o que você quer que eu faça? Se você já sabia, além do mais, otário, vai lá e traz seu kit de chimarrão!!
Joaquín: Não, agora vou dar uma bronca na sua mãe…
Roberto: vai tomar no cu então!!!
Joaquín se levanta e beijo o Roberto com muita paix... não, tô zoando, mas teria sido uma cena foda, né? Hahahaha vamos voltar.
Roberto: galera, querem?
Eu: sim, me dá um, mas no copo grande porque tô me sentindo muito cansado. - (se alguém sabe ou já passou por esse tipo de experiência, com certeza já pode adivinhar o que eu quero fazer) -
Joaquín: E aí, Martin, muita punheta? - (ele é muito sem noção, mas otário, não acho que ele soubesse o que estava acontecendo debaixo da mesa, mas tenho que admitir que quase me deu um treco.)
Eu: kkkk não, só fiquei até tarde vendo uma série
Joaquín: é, é, é assim que a gente chama agora, séries e joguinhos.
Anita: se vocês vão ficar falando de como se masturbam, eu vou embora pra puta que pariu (Obrigada, Anita, por cortar esse clima)
Joaquín: falo a dama todo mundo cu fechado!!
Roberto: Não seja palhaço, eu, Martin, você sabe usar filtro, né? Seu velho toma, você me disse, me dá uma mão? .- (a puta da mãe que me pariu, desculpa Roberto, vou me foder mas só pra não notarem minhas calças)
Eu: Para de frescura e faz sozinho, igual você aprendeu a andar de bicicleta.
Joaquín: olha só, quando você quer, você é um baita de um safado e nada daquele menino bonitinho e educado
Roberto: kkkkkkk beleza, mas depois não reclama do gosto, hein. Além disso, eu não sei andar de bicicleta, nunca usei uma. – (puta, isso sim é triste… mais triste ainda foi ver como a Anita caiu na gargalhada com o comentário)
- bom, não ri assim de mim...
Anita: desculpa, foi bom demais... vai, traz o café.
Depois de meia hora ele trouxe, o cheiro era bom, mas eu vi como ele tinha feito e sabia perfeitamente que era uma âncora no estômago engolir aquele líquido preto. Roberto distribuiu as xícaras, uma para cada um, e colocou biscoitos de gordura na mesa, como se fosse para grudar ainda mais o café. Dei um gole… puta que pariu, era horrível… "Como está?" perguntou Roberto. Respondi: "Vai indo…" Eles se cagaram de rir e eu baixei a xícara. Levantei meus braços com meu celular, fingindo que estava olhando, e soltei. Na tentativa de pegá-lo no ar, com meu braço esquerdo derrubei a xícara inteira de café em cima do pacote e do meu estômago. Foi nesse momento que percebi que teria sido uma boa ideia esperar um pouco para esfriar, assim minhas bolas teriam saído ilesas. Mas enfim, o calor e o vapor emanavam de todos os lados e eu contive um grito real de dor, sentindo que estava queimando toda a minha cintura. Em vez de gritar, só gemeu e mordi os lábios, mas valeu a pena: quase todo o café caiu do lado esquerdo, molhando completamente a parte onde tinha acabado na minha coxa. Todos se levantaram de repente:
Anita: Nossa, você tá bem?!
Joaquin: Não, cara, você vai ficar estéril (precisamos arrumar um psicólogo pra esse moleque, mas o comentário não foi tão absurdo assim, também fiquei preocupado com a minha fertilidade)
Roberto: (vai até a cozinha e volta com um pano de prato) Toma, se seca logo, não esquenta com a cadeira nem o chão que eu limpo. O que aconteceu?
Eu: nada, tenho mãos de gostosa, deixei o celular cair e, pra pegar ele, derrubei a xícara. Foi uma burrice porque ele só ia cair na mesa, não no chão.
Joaquín: vê, Roberto? Sempre tem alguém mais otário que você!
Roberto: cala a boca, idiota, e passa as folhas.
Joaquín correu rindo feito um doido, por sorte a mesa ficou completamente seca, eu passei aquele pano de prato só nas pernas porque já sabia o que tinha acontecido antes do café na minha calça, me levantei, sequei um pouco a cadeira, olhei minha calça, por sorte não dava pra ver nenhum vestígio da porra, perguntei pelo banheiro, Roberto me disse que tinha dois banheiros, um no quarto dele lá em cima e outro também no primeiro andar mas logo que a gente sobe as escadas. Subi pingando café, e entrei no banheiro do lado da escada, tirei os tênis, lavei um pouco as mãos, quando comecei a abaixar a calça pra me secar e ver os estragos, a porta se abre devagar, eu viro e é a Anita entrando sorrateira, faço uma cara tipo "o que você tá fazendo aqui?!?!" E ela coloca o indicador na boca dizendo "cala a boca", se aproxima sem dar muitos passos pra sussurrar no meu ouvido:
Anita: Eu disse que ia no outro banheiro, que o café me dá vontade de mijar.
Eu: mas que fina, você falou assim pra eles?
Anita: Não tarado, mas você me entende, como você está? Doeu muito?
Eu: já gozeiEu gostei bastante, estou bem, não estava tão quente a ponto de machucar minha pele... acho.
Anita: deixa eu ver.
Então ela se abaixa, puxando a bermuda para baixo ao mesmo tempo, e os dois olham para o meu pau, normal mas vermelho, assim como minha pelve e minha coxa esquerda. Ela se levanta de novo e sussurra:
Anita: bom, você não se queimou, mas está vermelho, embora assim também fique bonito.
Eu: dale, ótimo, se queima você a use a palavra: buceta assim te digo que gostosa que está.
Anita cospe saliva contendo a risada, molhando minha orelha com ela, então sinto a língua dela no meu ouvido e as mãos frias nas minhas bolas, meu Deus, nunca me canso de sentir as mãos dela ali:
Anita: Não aguentava mais, queria que você gozasse, saiu um monte, né? Porque você me molhou a meia um pouco também, fiquei com uma vontade de chupar tudo (ela masturba meu pau para ele ficar duro) queria saber se ia estar igual de gostoso, eu teria limpado toda a sua perna.
Eu: (choramingando) Ana, para, se eles subirem vão descobrir, estamos na casa do Roberto
Anita: Vai dizer que não te deixa durão a gente estar na casa dos outros? (ela tinha razão, meu pau estava vermelho e já duro de novo, e ela estava me masturbando bem gostoso)
Eu: se eu tô bem excitado, tô com vontade de encher sua buceta de porra.
Anita: viu que você é safado igual a mim? Então você me faria um filho aqui na casa do Roberto, hein?
Às vezes imagino que gozo tanto quando te acabo no cu, que você começa a tossir e sai porra pela sua boca.
Anita: Ah, a puta que te pariu, nunca imaginei isso, seria muito bom hahahaha.
Eu: bom, acho que você morreria mesmo hahahaha.
Anita para de rir em voz baixa e se agacha, começou a chupar meu pau. Eu só fechei os olhos e senti a sensação morna da língua dela, acompanhada pela doce presença da saliva que umedecia tudo. Ela parou de chupar por um momento e se afastou:
Anita: mano, essa mina tá meio seca mas fica bom com café, sabe gostoso
Comecei a rir silenciosamente, mas cortei a risada colocando minha mão direita na nuca da Anita. Estou conhecendo ela cada vez mais e sei que ela gosta de jogo pesado, então empurro ela em direção ao meu pau. Ela sorri e faz um pouco de resistência, mas só para deixar mais emocionante, porque abre bem grande a boca para engolir meu pau até o fundo. Sinto os lábios superiores dela tocando minha pelve (tá, não tenho uma linguiçona, mas caralho, mesmo assim me surpreendeu). Aí sinto que ela habilmente consegue colocar um pouco da língua para fora, lambendo minhas bolas, que estavam penduradas (isso também me surpreendeu, porque nesse ponto da minha ereção minhas bolas geralmente se retraem, mas estavam penduradas como duas enfeites bonitinhos). Não sei o que foi, se a sensação da língua dela entre minhas bolas ou o pequeno atrito da cabeça do meu pau contra a garganta dela, mas imediatamente, no que tinha sido um pequeno "deep throat", me invadiu uma vontade absurda de gozar de novo. Então empurro ela um pouco para trás. Ela entendeu o que estava acontecendo e imediatamente voltou para mim, chupando a cabeça. Eu não aguentei mais e soltei minha ejaculação de novo, dentro da boca da Anita. Posso dizer com certeza que foi bem menos que antes, senão seria o incrível homem-gozo ou algo assim. Se eu pudesse gozar o mesmo volume toda vez (olha, não seria ruim, tomara que fosse possível). Me inclino um pouco para frente, abraçando a cabeça dela, porque não paro de sentir na boca dela como ela lambe em todas as direções, limpando a cabeça do meu pau. Ela termina soltando meu pau e, ao se levantar, eu me endireito, para ela sussurrar: "Estava uma delícia". Então ela se vira e sai do banheiro como entrou, em total discrição. Eu termino de me limpar e lavar o pouco que pude, olho meu celular e percebo que desde que entrei no banheiro e saí tinham passado pouco mais de quinze minutos. Quando desço as escadas, Joaquín e Roberto estavam trabalhando, pararam para me olhar, então:
Roberto: e como tá tudo? Se queimou muito?
Joaquín: deixa pra lá, cara, deve ser horrível ter os ovo cozido.
Eu: kkkkk Não, Joaco, pra sua má sorte tá tudo bem, já passou, só lavei bem e não me queimei muito, só ficou tudo vermelho minha pele.
Joaquín: Bom, sem detalhes, que eu não quero saber como está a... (Acho que ele tentou dizer linguiça na ameia pra fazer graça)
Me sento no meu lugar vendo que o chão e a cadeira já estavam secos.
Eu: ufa, que bom que não molhou a mesa nem os cadernos?
Roberto: não, por sorte não
Eu: e a Anita?
Joaquín: (falando baixinho) Eu não estava com você no banheiro?
Roberto bate com a mão direita no peito dele, mandando calar a boca, eu senti outro mini-infarto, temtem que reconhecer, ela tem uma mente suja e muito tarada... mas nunca esteve longe da verdade...
Roberto: foi no outro banheiro lá de cima, o que aconteceu?
Eu: queria ver se corrigiu os totais da Aquiles Bailo (nome fictício que deram pra uma empresa do trabalho trimestral)
Roberto: toma, eu fiz por ela, você sabe que ela não faz nada... não sei por que ainda aguentamos ela...
Joaquín: por que você não se animou a convidar ela pra sair, por isso, otário.
Roberto dá um tapa na nuca dele que ecoa alto, eu abro os olhos e fico desconfortável, é óbvio que pela reação Joaquín não estava mentindo e Roberto sentia algo pela Anita, exatamente 3 minutos atrás, a Anita que tinha acabado de engolir toda minha porra no banheiro da casa dela… (Nem me fodam, eu mesmo não acredito que isso pareça real, mas não vim inventar histórias pra vocês, me excita muito colocar minha vida num relato pros meus leitores anônimos hahahaha a realidade sempre supera a ficção)
Roberto: Fecha a boca, se ela te ouvir eu te arrebento na porrada
Joaquín: E aí, cara, se continuar esperando, vai tudo pro caralho.
Eu: Bom, vamos acabar essas duas semanas que faltam de salário e relaxar um pouquinho.
Roberto: O que você acha, Tincho? Será que tenho chance com ela?
Bom, agora pelo menos eu sei que dos 3 (comigo 4) caras com quem a Anita da cadeira ficou, o Roberto não é um deles. O Joaquín, eu acredito que também não, não acho que ele seja tão cuzão de comer a mina que o amigo dele, o de sempre, tá afim... mas nunca se sabe. Pra mim não pesava muito, a gente nem era amigo de verdade, só tava ali pra estudar, mas eu me sentia terrivelmente desconfortável.
Eu: Diria que sim, o não você já tem, agora é lutar por um sim.
Roberto me pisca e diz "Grande tincho". Ele não sabe, mas eu odeio que me chamem de tincho, não sei porquê, mas não me acostumo... Depois disso trabalhamos mais um pouco e, passada mais meia hora, Roberto quebra o silêncio:
Roberto: Eu não desço mais, Anita vai ficar bem?
Joaquín: Vai lá, você é o herói, vai salvar ela e dá um boca a boca nela.
Roberto: Sei lá, cara, faz tempo que ela não aparece, já passou uma hora e vinte. (Porra, eu tinha anotado e cronometrado ela)
Joaquín: São coisas de mulher, deixa ela... (Finalmente um comentário decente do Joaco) Talvez esteja com caganeira por causa do seu café de merda, ou tá se masturbando (chega, já acabou o momento de decência dele)
Roberto está prestes a dar outro tapa no Joaco, então a Anita desce e olha pra todo mundo, assim como a gente olha pra ela.
Anita: o que rolou?
Roberto: não, nada, tudo bem?
Anita: O quê? Quer que eu conte, seu otário? (Joaquín sussurra um uuuuuuh)
Roberto: não, deixa aí mesmo.
Anita: não entope o banheiro, relaxa (Joaquín ri e Roberto se desculpa de novo), Martin você tá bem? se queimou? (hahaha como se você não soubesse)
Eu: não, tudo bem, só encostei na sua perna, mas sem problema, vamos terminar logo pra gente ir embora.
Depois disso, ficamos mais umas duas horas trabalhando, onde Anita não fez nada comigo e nos comportamos. Às oito e meia da noite, fomos embora. A casa do Roberto fica em Olivos, então Anita e eu dividimos o trem para voltar e nos separamos na terminal. Enquanto viajávamos no trem, vendo que ninguém ali nos conhecia e passávamos despercebidos como um casal qualquer, nos beijávamos normalmente, curtindo muito nossos lábios mútuos. Depois de uma boa sessão de beijos:
Eu: você gosta de café com porra?
Anita: kkkk sim, adorei, acho que vou tomar um desses todas as tardes
Eu: eeeh não sei se consigo fazer um desses pra você todo dia.
Anita: não importa, tem muitos lugares onde conseguir essa porra...
Eu: não seja filha da puta, você está falando isso de propósito.
Anita: hahahaha eu gosto que você seja possessivo e ciumento.
Eu: e aí, sei lá, o que você tava fazendo no banheiro do Roberto que não vinha?
Anita: Dei uma segurada, cara, iam perceber se eu subisse logo atrás de você ou se descesse na hora atrás de você.
Eu: ah… e se… você levou o celular?
Anita: sim… mas na verdade eu ganhei tempo me masturbando, tava toda a buceta molhada.
Eu: (falei quase sussurrando, sem voz) caralho, o Joaquim tem poderes.
Anita: poder o quê?
Eu: não, nada, deixa aí, você me deixou louco hoje, putinha.
Anita: kkkk relaxa, não vai se repetir…
Eu: gostosona…- “Acho” - tipo, acho que sim.
A gente foi rindo o caminho todo e conversando, nos separamos mais uma vez ao descer do trem e nos despedimos com beijos. Essa tinha sido a quarta vez que nos reunimos na casa do Roberto, e se por sorte nas outras 5 vezes não tivemos outro episódio daqueles, também porque não apareceu a chance de ficarmos sozinhos, mas a Anita sempre brincou com meu volume por baixo da mesa usando seus pés lindos e delicados.
Bem galera, minhas experiências com a Anita são várias, e tento contar pra vocês com todos os detalhes possíveis. Espero que isso esteja à altura das expectativas de vocês e que consigam sentir ou perceber, mesmo que seja só um pouquinho, as doces lembranças que guardo na memória. Valeu por terem lido até aqui.
Depois de dar um rolê na praça com a Anita, a gente deu uma olhada pra ver se não tinha nenhum conhecido dos nossos colegas da faculdade e nos despedimos com uns beijos espetaculares e bem profundos. Não tinha amor naqueles beijos, só pura paixão, com a intenção de penetrar cada vez mais forte um no outro. Ela deu por encerrada a sessão de beijos, porque senão eu teria continuado até de madrugada na boca dela. Era um fogo pra mim, uma sensação que eu não queria parar de curtir. Ela me deu um sorriso malicioso com aqueles lindos olhos castanhos que tem e disse: "Não esquece de trazer um pote da Serenísima amanhã". Isso me tirou completamente do meu estado de obnubilação e eu comecei a rir com ela, respondendo: "Pô, acho que não foi tanta coisa assim". – "Bom, traz um pote de iogurte com cereais, acho que ninguém vai perceber". Continuamos rindo mais um pouco e fazendo piadas sobre o que aconteceu, então cada um deu meia-volta e seguimos em direções opostas pra casa. Os dias passavam e minha afinidade com ela crescia. Claro, na sala de aula a gente não dava muita bola um pro outro, pelo combinado, mas isso não impedia que a gente se mandasse fotos ousadas pelo celular (não vou postar, nem peça, por favor) ou trocássemos textos longos descrevendo como a gente gostaria de penetrar nos nossos corpos ou as lambidas que ela me daria com a língua.
As reuniões de trabalho para os balanços eram um tédio porque estávamos acompanhados e não podíamos nos expressar sexualmente como queríamos na frente dos outros dois integrantes do grupo. Mas de vez em quando, ela se sentava na minha frente na mesa e eu sentia o pé dela fazendo cócegas no meu volume para deixá-lo duro. Então ela esfregava suavemente de um lado para o outro (óbvio, sempre que um homem sabe se acomodar, ele fica de lado quando sentado, senão fica incômodo ou dolorido se a roupa estiver apertada, mas vamos parar de explicar o óbvio). Às vezes, eu tossia para indicar que estava ficando excitado demais, aí ela parava. Exceto um dia em que, parece, ela estava mais excitada que de costume e decidiu não parar. Apertou forte os dedos do pé no meu volume, esfregando com força. Foi dolorido, mas terrivelmente excitante ao mesmo tempo. Para meu azar, eu tinha passado vários dias sem gozar, o que fez eu acumular uma porrada de esperma. Isso também ajuda a ejacular mais fácil. Comecei a gozar de forma cortada, mas prazerosa. Senti meu pau pulsando, expelindo jatos de porra a cada batida. Posso garantir que contei 8 jatos saindo da minha glande. O fato de ver o Joaquín e o Roberto sentados a um metro de nós naquela mesa e pensar que eles podiam nos descobrir a qualquer momento me deixava dez vezes mais excitado que o normal. Bastava um deles derrubar uma caneta, uma folha, qualquer coisa, para se abaixar debaixo da mesa e ver o que estava acontecendo. Obviamente, a Anita recolheria a perna na hora, mas minha calça molhada... Como eu ia explicar? E o cheiro de porra? Sejamos realistas: depois de gozar, se a gente não limpa, começa a ter aquele cheiro característico de esperma que qualquer homem identifica, ou uma mulher experiente também. Por sorte isso não aconteceu, mas eu não parava de sentir minha ejaculação escorrendo pelas laterais das minhas coxas, molhando o lado da minha perna, minha virilha... até por me acomodar mal senti ele escorregar para a nádega esquerda, tudo ficou molhado e cada vez mais grudento, não posso mentir, estava ficando excitado pra caralho sabendo que tinha gozado tanto de novo e que estava me molhando todo, queria que a Anita sentisse também e se perguntarem, sim, ela nunca baixou a perna, aliás, continuou brincando um pouco mais, com aqueles dedos flexíveis que ela tem, Deus abençoe quem inventou a ginástica artística, eu não levantava a vista do meu caderno de anotações e das folhas de balanços, até sentir meu pau se acalmar e a ereção desaparecer, então levantei o rosto e me deparei com uma Anita que disfarçadamente tapava seu sorriso terrível com uma mão para que os outros dois não a vissem rir e me olhava com uns olhos completamente lascivos, eu sei o que ela estava pensando, estava lembrando da minha ejaculação anterior e do gosto da minha porra, então a vi colocar a pontinha da língua para fora do lado do sorriso, mexendo-a, HA ela sabia que queria provar de novo o gosto da minha porra, mas agora eu estava com um problema maior, que caralho ia fazer com toda a calça molhada e grudenta, como ia me levantar, com certeza você também estava rindo disso seu pedaço de p... não vou me descontrolar, vamos continuar; Graças à virgem Maria Roberto não teve melhor ideia do que dizer:
Roberto: você quer tomar um café?
Joaquín: mano, não é melhor?
Roberto: chupaela é alérgica, não me deixa nem guardar...
Joaquín: vai, para de frescura, seu otário! Deve existir uma única pessoa em toda a Argentina que é alérgica ao mate e é a sua mãe, animal!!
(Deixo claro que Joaquín e Roberto são amigos desde a infância, por isso escolheram a mesma carreira, daí o tratamento tão descontraído. Eu pareço saído de um desenho dublado em português neutro por ser respeitoso)
Roberto: E aí, o que você quer que eu faça? Se você já sabia, além do mais, otário, vai lá e traz seu kit de chimarrão!!
Joaquín: Não, agora vou dar uma bronca na sua mãe…
Roberto: vai tomar no cu então!!!
Joaquín se levanta e beijo o Roberto com muita paix... não, tô zoando, mas teria sido uma cena foda, né? Hahahaha vamos voltar.
Roberto: galera, querem?
Eu: sim, me dá um, mas no copo grande porque tô me sentindo muito cansado. - (se alguém sabe ou já passou por esse tipo de experiência, com certeza já pode adivinhar o que eu quero fazer) -
Joaquín: E aí, Martin, muita punheta? - (ele é muito sem noção, mas otário, não acho que ele soubesse o que estava acontecendo debaixo da mesa, mas tenho que admitir que quase me deu um treco.)
Eu: kkkk não, só fiquei até tarde vendo uma série
Joaquín: é, é, é assim que a gente chama agora, séries e joguinhos.
Anita: se vocês vão ficar falando de como se masturbam, eu vou embora pra puta que pariu (Obrigada, Anita, por cortar esse clima)
Joaquín: falo a dama todo mundo cu fechado!!
Roberto: Não seja palhaço, eu, Martin, você sabe usar filtro, né? Seu velho toma, você me disse, me dá uma mão? .- (a puta da mãe que me pariu, desculpa Roberto, vou me foder mas só pra não notarem minhas calças)
Eu: Para de frescura e faz sozinho, igual você aprendeu a andar de bicicleta.
Joaquín: olha só, quando você quer, você é um baita de um safado e nada daquele menino bonitinho e educado
Roberto: kkkkkkk beleza, mas depois não reclama do gosto, hein. Além disso, eu não sei andar de bicicleta, nunca usei uma. – (puta, isso sim é triste… mais triste ainda foi ver como a Anita caiu na gargalhada com o comentário)
- bom, não ri assim de mim...
Anita: desculpa, foi bom demais... vai, traz o café.
Depois de meia hora ele trouxe, o cheiro era bom, mas eu vi como ele tinha feito e sabia perfeitamente que era uma âncora no estômago engolir aquele líquido preto. Roberto distribuiu as xícaras, uma para cada um, e colocou biscoitos de gordura na mesa, como se fosse para grudar ainda mais o café. Dei um gole… puta que pariu, era horrível… "Como está?" perguntou Roberto. Respondi: "Vai indo…" Eles se cagaram de rir e eu baixei a xícara. Levantei meus braços com meu celular, fingindo que estava olhando, e soltei. Na tentativa de pegá-lo no ar, com meu braço esquerdo derrubei a xícara inteira de café em cima do pacote e do meu estômago. Foi nesse momento que percebi que teria sido uma boa ideia esperar um pouco para esfriar, assim minhas bolas teriam saído ilesas. Mas enfim, o calor e o vapor emanavam de todos os lados e eu contive um grito real de dor, sentindo que estava queimando toda a minha cintura. Em vez de gritar, só gemeu e mordi os lábios, mas valeu a pena: quase todo o café caiu do lado esquerdo, molhando completamente a parte onde tinha acabado na minha coxa. Todos se levantaram de repente:
Anita: Nossa, você tá bem?!
Joaquin: Não, cara, você vai ficar estéril (precisamos arrumar um psicólogo pra esse moleque, mas o comentário não foi tão absurdo assim, também fiquei preocupado com a minha fertilidade)
Roberto: (vai até a cozinha e volta com um pano de prato) Toma, se seca logo, não esquenta com a cadeira nem o chão que eu limpo. O que aconteceu?
Eu: nada, tenho mãos de gostosa, deixei o celular cair e, pra pegar ele, derrubei a xícara. Foi uma burrice porque ele só ia cair na mesa, não no chão.
Joaquín: vê, Roberto? Sempre tem alguém mais otário que você!
Roberto: cala a boca, idiota, e passa as folhas.
Joaquín correu rindo feito um doido, por sorte a mesa ficou completamente seca, eu passei aquele pano de prato só nas pernas porque já sabia o que tinha acontecido antes do café na minha calça, me levantei, sequei um pouco a cadeira, olhei minha calça, por sorte não dava pra ver nenhum vestígio da porra, perguntei pelo banheiro, Roberto me disse que tinha dois banheiros, um no quarto dele lá em cima e outro também no primeiro andar mas logo que a gente sobe as escadas. Subi pingando café, e entrei no banheiro do lado da escada, tirei os tênis, lavei um pouco as mãos, quando comecei a abaixar a calça pra me secar e ver os estragos, a porta se abre devagar, eu viro e é a Anita entrando sorrateira, faço uma cara tipo "o que você tá fazendo aqui?!?!" E ela coloca o indicador na boca dizendo "cala a boca", se aproxima sem dar muitos passos pra sussurrar no meu ouvido:
Anita: Eu disse que ia no outro banheiro, que o café me dá vontade de mijar.
Eu: mas que fina, você falou assim pra eles?
Anita: Não tarado, mas você me entende, como você está? Doeu muito?
Eu: já gozeiEu gostei bastante, estou bem, não estava tão quente a ponto de machucar minha pele... acho.
Anita: deixa eu ver.
Então ela se abaixa, puxando a bermuda para baixo ao mesmo tempo, e os dois olham para o meu pau, normal mas vermelho, assim como minha pelve e minha coxa esquerda. Ela se levanta de novo e sussurra:
Anita: bom, você não se queimou, mas está vermelho, embora assim também fique bonito.
Eu: dale, ótimo, se queima você a use a palavra: buceta assim te digo que gostosa que está.
Anita cospe saliva contendo a risada, molhando minha orelha com ela, então sinto a língua dela no meu ouvido e as mãos frias nas minhas bolas, meu Deus, nunca me canso de sentir as mãos dela ali:
Anita: Não aguentava mais, queria que você gozasse, saiu um monte, né? Porque você me molhou a meia um pouco também, fiquei com uma vontade de chupar tudo (ela masturba meu pau para ele ficar duro) queria saber se ia estar igual de gostoso, eu teria limpado toda a sua perna.
Eu: (choramingando) Ana, para, se eles subirem vão descobrir, estamos na casa do Roberto
Anita: Vai dizer que não te deixa durão a gente estar na casa dos outros? (ela tinha razão, meu pau estava vermelho e já duro de novo, e ela estava me masturbando bem gostoso)
Eu: se eu tô bem excitado, tô com vontade de encher sua buceta de porra.
Anita: viu que você é safado igual a mim? Então você me faria um filho aqui na casa do Roberto, hein?
Às vezes imagino que gozo tanto quando te acabo no cu, que você começa a tossir e sai porra pela sua boca.
Anita: Ah, a puta que te pariu, nunca imaginei isso, seria muito bom hahahaha.
Eu: bom, acho que você morreria mesmo hahahaha.
Anita para de rir em voz baixa e se agacha, começou a chupar meu pau. Eu só fechei os olhos e senti a sensação morna da língua dela, acompanhada pela doce presença da saliva que umedecia tudo. Ela parou de chupar por um momento e se afastou:
Anita: mano, essa mina tá meio seca mas fica bom com café, sabe gostoso
Comecei a rir silenciosamente, mas cortei a risada colocando minha mão direita na nuca da Anita. Estou conhecendo ela cada vez mais e sei que ela gosta de jogo pesado, então empurro ela em direção ao meu pau. Ela sorri e faz um pouco de resistência, mas só para deixar mais emocionante, porque abre bem grande a boca para engolir meu pau até o fundo. Sinto os lábios superiores dela tocando minha pelve (tá, não tenho uma linguiçona, mas caralho, mesmo assim me surpreendeu). Aí sinto que ela habilmente consegue colocar um pouco da língua para fora, lambendo minhas bolas, que estavam penduradas (isso também me surpreendeu, porque nesse ponto da minha ereção minhas bolas geralmente se retraem, mas estavam penduradas como duas enfeites bonitinhos). Não sei o que foi, se a sensação da língua dela entre minhas bolas ou o pequeno atrito da cabeça do meu pau contra a garganta dela, mas imediatamente, no que tinha sido um pequeno "deep throat", me invadiu uma vontade absurda de gozar de novo. Então empurro ela um pouco para trás. Ela entendeu o que estava acontecendo e imediatamente voltou para mim, chupando a cabeça. Eu não aguentei mais e soltei minha ejaculação de novo, dentro da boca da Anita. Posso dizer com certeza que foi bem menos que antes, senão seria o incrível homem-gozo ou algo assim. Se eu pudesse gozar o mesmo volume toda vez (olha, não seria ruim, tomara que fosse possível). Me inclino um pouco para frente, abraçando a cabeça dela, porque não paro de sentir na boca dela como ela lambe em todas as direções, limpando a cabeça do meu pau. Ela termina soltando meu pau e, ao se levantar, eu me endireito, para ela sussurrar: "Estava uma delícia". Então ela se vira e sai do banheiro como entrou, em total discrição. Eu termino de me limpar e lavar o pouco que pude, olho meu celular e percebo que desde que entrei no banheiro e saí tinham passado pouco mais de quinze minutos. Quando desço as escadas, Joaquín e Roberto estavam trabalhando, pararam para me olhar, então:
Roberto: e como tá tudo? Se queimou muito?
Joaquín: deixa pra lá, cara, deve ser horrível ter os ovo cozido.
Eu: kkkkk Não, Joaco, pra sua má sorte tá tudo bem, já passou, só lavei bem e não me queimei muito, só ficou tudo vermelho minha pele.
Joaquín: Bom, sem detalhes, que eu não quero saber como está a... (Acho que ele tentou dizer linguiça na ameia pra fazer graça)
Me sento no meu lugar vendo que o chão e a cadeira já estavam secos.
Eu: ufa, que bom que não molhou a mesa nem os cadernos?
Roberto: não, por sorte não
Eu: e a Anita?
Joaquín: (falando baixinho) Eu não estava com você no banheiro?
Roberto bate com a mão direita no peito dele, mandando calar a boca, eu senti outro mini-infarto, temtem que reconhecer, ela tem uma mente suja e muito tarada... mas nunca esteve longe da verdade...
Roberto: foi no outro banheiro lá de cima, o que aconteceu?
Eu: queria ver se corrigiu os totais da Aquiles Bailo (nome fictício que deram pra uma empresa do trabalho trimestral)
Roberto: toma, eu fiz por ela, você sabe que ela não faz nada... não sei por que ainda aguentamos ela...
Joaquín: por que você não se animou a convidar ela pra sair, por isso, otário.
Roberto dá um tapa na nuca dele que ecoa alto, eu abro os olhos e fico desconfortável, é óbvio que pela reação Joaquín não estava mentindo e Roberto sentia algo pela Anita, exatamente 3 minutos atrás, a Anita que tinha acabado de engolir toda minha porra no banheiro da casa dela… (Nem me fodam, eu mesmo não acredito que isso pareça real, mas não vim inventar histórias pra vocês, me excita muito colocar minha vida num relato pros meus leitores anônimos hahahaha a realidade sempre supera a ficção)
Roberto: Fecha a boca, se ela te ouvir eu te arrebento na porrada
Joaquín: E aí, cara, se continuar esperando, vai tudo pro caralho.
Eu: Bom, vamos acabar essas duas semanas que faltam de salário e relaxar um pouquinho.
Roberto: O que você acha, Tincho? Será que tenho chance com ela?
Bom, agora pelo menos eu sei que dos 3 (comigo 4) caras com quem a Anita da cadeira ficou, o Roberto não é um deles. O Joaquín, eu acredito que também não, não acho que ele seja tão cuzão de comer a mina que o amigo dele, o de sempre, tá afim... mas nunca se sabe. Pra mim não pesava muito, a gente nem era amigo de verdade, só tava ali pra estudar, mas eu me sentia terrivelmente desconfortável.
Eu: Diria que sim, o não você já tem, agora é lutar por um sim.
Roberto me pisca e diz "Grande tincho". Ele não sabe, mas eu odeio que me chamem de tincho, não sei porquê, mas não me acostumo... Depois disso trabalhamos mais um pouco e, passada mais meia hora, Roberto quebra o silêncio:
Roberto: Eu não desço mais, Anita vai ficar bem?
Joaquín: Vai lá, você é o herói, vai salvar ela e dá um boca a boca nela.
Roberto: Sei lá, cara, faz tempo que ela não aparece, já passou uma hora e vinte. (Porra, eu tinha anotado e cronometrado ela)
Joaquín: São coisas de mulher, deixa ela... (Finalmente um comentário decente do Joaco) Talvez esteja com caganeira por causa do seu café de merda, ou tá se masturbando (chega, já acabou o momento de decência dele)
Roberto está prestes a dar outro tapa no Joaco, então a Anita desce e olha pra todo mundo, assim como a gente olha pra ela.
Anita: o que rolou?
Roberto: não, nada, tudo bem?
Anita: O quê? Quer que eu conte, seu otário? (Joaquín sussurra um uuuuuuh)
Roberto: não, deixa aí mesmo.
Anita: não entope o banheiro, relaxa (Joaquín ri e Roberto se desculpa de novo), Martin você tá bem? se queimou? (hahaha como se você não soubesse)
Eu: não, tudo bem, só encostei na sua perna, mas sem problema, vamos terminar logo pra gente ir embora.
Depois disso, ficamos mais umas duas horas trabalhando, onde Anita não fez nada comigo e nos comportamos. Às oito e meia da noite, fomos embora. A casa do Roberto fica em Olivos, então Anita e eu dividimos o trem para voltar e nos separamos na terminal. Enquanto viajávamos no trem, vendo que ninguém ali nos conhecia e passávamos despercebidos como um casal qualquer, nos beijávamos normalmente, curtindo muito nossos lábios mútuos. Depois de uma boa sessão de beijos:
Eu: você gosta de café com porra?
Anita: kkkk sim, adorei, acho que vou tomar um desses todas as tardes
Eu: eeeh não sei se consigo fazer um desses pra você todo dia.
Anita: não importa, tem muitos lugares onde conseguir essa porra...
Eu: não seja filha da puta, você está falando isso de propósito.
Anita: hahahaha eu gosto que você seja possessivo e ciumento.
Eu: e aí, sei lá, o que você tava fazendo no banheiro do Roberto que não vinha?
Anita: Dei uma segurada, cara, iam perceber se eu subisse logo atrás de você ou se descesse na hora atrás de você.
Eu: ah… e se… você levou o celular?
Anita: sim… mas na verdade eu ganhei tempo me masturbando, tava toda a buceta molhada.
Eu: (falei quase sussurrando, sem voz) caralho, o Joaquim tem poderes.
Anita: poder o quê?
Eu: não, nada, deixa aí, você me deixou louco hoje, putinha.
Anita: kkkk relaxa, não vai se repetir…
Eu: gostosona…- “Acho” - tipo, acho que sim.
A gente foi rindo o caminho todo e conversando, nos separamos mais uma vez ao descer do trem e nos despedimos com beijos. Essa tinha sido a quarta vez que nos reunimos na casa do Roberto, e se por sorte nas outras 5 vezes não tivemos outro episódio daqueles, também porque não apareceu a chance de ficarmos sozinhos, mas a Anita sempre brincou com meu volume por baixo da mesa usando seus pés lindos e delicados.
Bem galera, minhas experiências com a Anita são várias, e tento contar pra vocês com todos os detalhes possíveis. Espero que isso esteja à altura das expectativas de vocês e que consigam sentir ou perceber, mesmo que seja só um pouquinho, as doces lembranças que guardo na memória. Valeu por terem lido até aqui.
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