Eu me sentia uma testemunha privilegiada de tudo que estava rolando naquela viagem. Sentia que em semanas quase nada tinha acontecido, e naqueles dias não paravam de rolar coisas e eu não conseguia nem processar. Aquelas fotos da María, o sexo por telefone que a gente tinha tido, e ainda por cima o Edu comendo outra na habitação ao lado da María por três horas! Pra completar, o Edu queria aproveitar a última noite pra tentar alguma coisa. Eu passava o dia no trabalho, mas com a cabeça realmente naquelas jornadas de treinamento. Graças a Deus eram só quatro dias, pensava que se fosse mais tempo, nem meu coração nem meu pau aguentariam.
Eu também tava cansado, e naquela tarde de quinta voltei cedo pra casa. Não passava muito das oito quando já tava fazendo minha janta e a María me ligou. Parecia bem mais de bom humor. Tinha dormido bem mais naquela tarde do que durante a noite. Pra minha surpresa, ela me pediu desculpas, disse que eu não tinha culpa da noite ruim que ela passou, e que ela tinha ficado me acordando. Acho que ela sabia que não me incomodava muito acordar se fosse pra ela me contar que tava ouvindo o Edu foder, mas eu sentia que ela não sabia que não era que não me importava, e sim que eu adorava e ficava a mil.
Ela me contou que tava meio preocupada que o chefe que tava com eles tivesse descoberto que ela não foi nas palestras daquela tarde, mas confiava que, sendo tão distraído, ele não tinha percebido. Disse que iam jantar os cinco do escritório dela: o chefe, a outra María, o Ángel, o Edu e ela. Eu não lembrava quem era esse tal Ángel, e ela acabou me dizendo que já tinha me apresentado e que ele ia casar no fim de outubro e já tinha falado que a gente teria que ir no casamento dele. Mas naquele momento, o que me importava era o que ia rolar nas próximas horas, e ela disse que naquela noite talvez tomassem uma cerveja ou um drink depois, mas que não era Seguro. Perguntei se ele já tinha passado a raiva com o Edu e ela disse que nada. Que ficar se arrumando gostosa logo de manhã tinha acabado de ferrar com ele. Disse que até tava pensando em contar pra Paula que ele tinha chifrado a Nati.
— Não se mete nisso, Maria...
— Por que não? Que se foda.
— Primeiro porque não é sua vida, e segundo porque é sua palavra contra a dele. Você não tem nada a ganhar com isso.
— Sei lá...
— Além disso, você não é amiga da Nati... vai soar muito estranho, tipo vingança.
— Sei lá... é que ele é um filho da puta, sério.
— Olha, acho que você tá surtando um pouco. A mina foi gritona e pronto. O Edu não ficou fazendo barulho de propósito pra te sacanear.
— Bom, você não ouviu aquele escândalo.
— Kkk... não... se esse escândalo você vai me contar com todos os detalhes...
— Kkk, é, sei... você não tem jeito, sério. — Maria riu.
— O que você vai vestir hoje à noite?
— Ah, sei lá... o que me sobrou... tenho um vestido ou uma saia preta pra combinar com uma camisa. Não sei, é que o vestido é muito decotado, pra um jantar com chefe acho que passo.
— Ei, Maria, tava pensando... e a mina de ontem... ela vai hoje à noite?
— Não, o pessoal daquele escritório ia embora hoje. Ainda bem. Outra maratona não, pelo amor de Deus.
— Bom, talvez ela ataque você hoje.
— É, claro. Só o que me faltava, ela me ataca e eu dou um tapa na cara dela. Por safado. Além disso, ela não vai fazer isso. Já te falei.
— Bom, antes você dizia que ela não faria porque tava com a Nati, mas pelo visto...
— É... sei lá. Parece que ele curte as fáceis de qualquer jeito.
— Bom... você já sabe... o que a gente conversou, se ele tentar, deixa ele ir até onde quer chegar. Tá bom?
— Você é muito idiota...
— Kkk, por quê?
— Porque você não tem jeito, Pablo. Que ele não vai tentar, mas sim, não começa de novo, se ele tentar alguma coisa, eu deixo um pouco pra ver o que ele faz. — O tom da Maria era amigável, até carinhoso.
— Te amo muito, Maria.
— É... eu também.
— Então é isso, que te amo e... porra... que você é muito gostosa e... me excita ver os outros te cantando. a pica, e se for um babaca igual o Edu que se acha o tal, que pode pegar todas, me excita ainda mais.
—Já, já... haha. Enfim. A gente para? Me ligaram, e ainda tenho que tomar banho, me vestir e tal.
—Beleza, manda uma foto quando estiver vestida?
—Tááá. Beijinhos.
—Beijinhos. Te amo.
Fiquei com um nó no estômago. Uma mistura de amor, totalmente puro, tesão por tudo aquilo e um pouco de raiva de mim mesmo; o fato de eu estar jogando aquele jogo de dois lados não me parecia justo.
Fiquei vendo um pouco de TV e a Maria me mandou uma foto de corpo inteiro no espelho do quarto de hotel. Com uma saia de couro preta até um pouco acima do joelho e uma camisa rosa de seda que ficava incrível nela, além de estar de salto... tava brutal. Um pouco maquiada e com aquele cabelão caindo até a parte baixa das costas... as pernas que os saltos faziam eram... de tirar o fôlego.
—Tá brutal, Maria.
—Sério? Não é minha intenção.
—Porra, cê tá gostosa pra caralho. Acho que vou bater uma com essa foto...
—Sério?
—Sim. Se diverte. Ei, desabotoa um botão da camisa, vai, sei lá.
—Haha, que nããão. Então, um beijão. Descansa.
—Te amo, beijão.
Acabei dormindo no sofá. Tava tenso e ansioso, mas com certeza exausto. Passava um pouco da meia-noite quando tava escovando os dentes e a Maria me escreveu:
—Tô tomando um drink com o Edu.
Subiu um negócio estranho pelo meu corpo, igual só aquela história podia causar em mim.
—Sério? E isso? Vocês dois sozinhos?
—Sim, bom, a gente tá no balcão. O Ángel tá por aí e um pessoal de outros escritórios também veio no final.
—E ele? Cê escreve na frente dele?
—Não, cara, ele acabou de ir no banheiro. Tá me pedindo desculpas. Depois te conto.
Se eu achava que aquela noite talvez pudesse dormir de uma vez, essa conversa deixou claro que não. Deitei na cama e tentei dormir, mas de novo, igual na noite anterior, ficava olhando o celular. Cada menos de dez minutos. Eu imaginava ela com aquela saia e aquela camisa... na balada com ele... ufff... me deixava com um tesão do caralho. Olhava a foto que ela tinha me mandado e ficava duraço. Pensei em bater uma pra cair no sono, mas eu tava gostando, tava viciado naquela sensação de não saber o que eles estavam fazendo enquanto eu ficava super excitado.
Pensei em mandar mensagem pro Edu, mas consegui me segurar. Não fazia ideia de como ia tentar algo com ela. Finalmente, quase duas da manhã, mandei uma mensagem pra Maria:
- Então você perdoou ele?
Fiquei olhando pra tela. Ela não recebia. Um minuto depois, escrevi de novo:
- Me avisa quando chegar no hotel, tá? Te amo pra caralho.
Eu tava um caco de nervos e ela não recebia o que eu mandava. Tentei me acalmar. Dizer pra mim mesmo que no fim das contas era o que eu queria, que eles ficassem sozinhos pra ver no que dava. Finalmente consegui dormir.
O despertador tocou pra ir trabalhar naquela sexta-feira e eu peguei o celular na hora. Não só a Maria não tinha mandado nada, como quem tinha mandado foi o Edu, depois das três da madrugada. Tremendo de nervoso, li:
- Caralho!! Adoro sua putinha com uns drinks... o que você tá perdendo. Aliás... que delícia apalpar essas coxas macias... e quentinhas. Porra, que gostosa!!
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Tive que reler várias vezes. Não acreditava. Impossível descrever em palavras o que eu sentia. Tava tendo um infarto. Liguei pra Maria, mas o celular dela tava desligado. Mandei mensagem pro Edu, mas não chegava. No fim, tive que ir trabalhar sem saber o que tinha acontecido nem o que pensar. Tentava não ficar remoendo, mas as horas passavam e a Maria continuava com o celular desligado.
Acabei me acalmando um pouco, pensei que era alguma fanfarronice do Edu, e finalmente a Maria me ligou depois do meio-dia. Tava com pressa porque, segundo ela, tava arrumando a mala pra pegar o trem. Ela me disse que Fiquei surpresa ao ver nove ligações perdidas minhas, falei pra ela que era porque ela não tinha me mandado mensagem quando chegou, e ela disse que tinha ficado sem bateria e não tinha colocado pra carregar até aquela manhã.
O tom dela era normal, parecia claro que o que o Edu tinha me escrito podia ser muito blefe ou fanfarrão... Finalmente ela disse:
— Agora tô super apertada, mas quando chegar em casa tenho que te contar sobre o Edu.
— Por quê? O que aconteceu?
— Nada... mas ele é bem ousado, sim...
— É? Mas por quê?
— Naada... já te conto. Aposto que até vai gostar do que vou te contar. Você vem me buscar na estação? Chego às seis.
— Pff, não dá, até as sete impossível sair hoje, mas sério que não vai me contar nada agora?
— Depois em casa, com calma, sério, Pablo. Um beijo, a gente se vê de noite então.
— Ok... Um beijo.
Fiquei surpreso dela ter desligado assim, mas mesmo inquieto, já tava bem mais tranquilo. Tava morrendo de vontade de encontrar a Maria e ela me contar tudo. O filho da puta do Edu tinha visto minhas mensagens mas não me respondia. Felizmente me meteram numa puta enrascada no trabalho que me deixou ocupado até a hora de sair, senão teria ficado remoendo o assunto o dia inteiro.
Quando tava dirigindo de volta pra casa, o Edu me ligou, mas não atendi. Parecia que tudo tinha que ser quando ele quisesse, por mais que eu quisesse que ele me contasse, o filho da puta teve o dia inteiro pra me responder e cagou completamente.
Cheguei em casa e a Maria tava falando no telefone com a mãe dela. A gente se deu um selinho... Porra... É que tava quatro dias sem vê-la e seis sem foder, mas tava louco por ela. Ela tava só de camisola marrom que era quase como se tivesse pelada... adorava quando já fazia calor e ela andava pela casa com uma dessas duas ou três camisolas que tinha. O cabelo dela tava meio preso, de um jeito meio bagunçado e despojado... que dava uma imagem de uma beleza natural do caralho. Ela se Eu ficava andando da cozinha pra sala e da sala pra cozinha enquanto falava com a mãe dela, e eu não tirava o olho... ela tava uma gostosa do caralho! Por mais punheta que eu tivesse batido, aquilo não tinha me acalmado nada, muito pelo contrário.
O Edu me ligou de novo, eu coloquei no silêncio e virei o celular pra baixo. Fui pro quarto, fiquei só de cueca e camiseta, voltei pra sala e finalmente a Maria desligou o telefone. A gente se deu um beijo bem menos casto. Ela me perguntou sobre a minha semana, falou que a gente só tinha falado dela com tanta besteira. Naquele momento eu percebi que tinha ficado tão bitolado com tudo aquilo que nem tinha dito que ia trabalhar no dia seguinte, mesmo sendo sábado. Ela ficou bem surpresa, lógico, mas eu falei que muita gente trabalha um sábado por mês e que a gente tava terminando um projeto e que o melhor era aquele sábado. Ela perguntou se eu não podia trabalhar de casa, mas era impossível. Fui contando tudo isso enquanto a gente jantava, e nem preciso dizer que eu não tava muito a fim de contar nada, ainda mais aquilo, que já me fodia pra caralho, preferia que ela me contasse as coisas dela.
Ela começou a falar de umas paradas daqueles dias, enrolando o inevitável, até que nós dois no sofá eu falei:
— Beleza, então, vai me contar do Edu ou não?
— Haha... já? Bom... olha... Ontem a gente jantou os cinco, de boa, normal, a coisa bem tranquila. É que quando o chefe tá junto, tudo fica mais chato, e nada, no final fomos num bar eu, o Ángel e o Edu. Um que era do lado do hotel. Chegando lá, o Ángel começou a falar com uns caras que também estavam nos dias de evento, com um esquema parecido com o nosso, e o Edu falou que precisava conversar comigo. E nada, fomos pro balcão, sentamos nuns banquinhos e pedimos uma dose.
— Você e o Edu sozinhos?
— Sim. E aí ele começou a me pedir desculpa. Desculpa pelo de hoje de manhã... desculpa pelo de ontem à noite... e tal e tal.
— Que cara... E você aceitou as desculpas?
— Bom, eu fiquei calada, é que eu não confiava muito naquilo. fosse verdade. E nada, que não tinha sido profissional da parte dele... que os eventos não eram pra ficar pegando geral por aí... que aliás, da Nati ele não falou nada, como se ela nem existisse, sabe? Ele falava comigo como se não tivesse namorada. E aí, nisso chegou o Ángel e nos interrompeu com aqueles caras e já começou com a história de que não podia deixar a gente sozinho, que ontem a gente tinha ficado sozinho e saber a que horas a gente tinha chegado... que se uiiii... que coincidência os dois terem dormido hoje... como se fosse uma piada de que a gente se curtia ou sei lá. E eu, bom, além de achar aquilo idiota, tava bem sem graça porque um dos caras... bom, com um daqueles caras eu tinha conversado no dia anterior e ele sabe que eu tenho namorado.
—E como ele sabe disso?
—Ah, por nada. Conversando sobre sei lá o quê, de que cidade eu morava e se o aluguel ou sei lá o quê e com quem dividia o apartamento, eu falei que era com meu namorado. Uma besteira. Mas claro, imagina minha cara com o Ángel falando aquilo e eu tendo dito no dia anterior pro cara que morava com meu namorado. Mas o pior é que pra completar, o Edu entrou na onda... cala a boca, Ángel... quem me dera... É a gostosa do escritório... né... todo mundo... doido por ela... ou apaixonado por ela ou algo assim.
—Haha, que cara —eu não queria interromper muito.
—Bom, e a gente tomou mais uma dose com eles, ou duas, sei lá. Todo mundo no balcão. Até que os caras foram pra uma mesa e o Ángel acho que foi pro hotel. E nada, de novo eu e o Edu sozinhos, ele me pediu desculpa também pelo que tinha rolado na casa dele. E claro, eu fiquei branca. Que se não era jeito de receber uma colega do escritório... que se ele tinha percebido quando eu fui embora...
—Calma, calma, ou seja, ele insinuando que você tinha visto o volume dele então.
—Bom, insinuando não, é que ele chegou a falar algo tipo "não posso receber uma colega de short curto e marcando".
—Ele falou "marcando"?
—Sim, sim. E eu ia responder ou me fazer de doida e ele disse: porque eu sei que você percebeu. E pra piorar, ele vai e me traz aquele maldito assunto de quando eu... estava sem sutiã no meu escritório... enfim. Ele me disse algo tipo que ainda por cima que eu tinha dado um fora nele naquela vez, ele ia e me recebia fazendo praticamente a mesma coisa, mas na versão masculina.
- Que figura...
- Pois é. Olha... é que tô resumindo, mas as coisas foram surgindo. Sei lá. Eu tava meio desconfortável, mas ao mesmo tempo, de boa.
- Como assim "de boa"?
- Que o assunto era estranho, mas não achei tão grave. E nada, continuamos conversando e tal, e ele disse depois algo tipo que era o ponto fraco dele ou que eu tinha acertado no ponto fraco... tipo aquele dia no escritório... que minha blusa deixava ver o peito... que claro, era a área mais tal da mulher, sei lá, algo assim. E ele fala porque do homem, claro... tem menos zonas dessas. Bom, não sei como ele acabou me perguntando, e eu falei que de um homem, sei lá... as costas... ou... o torso se for bem definido... os olhos... que eu também não tenho uma lista das zonas que me atraem num homem, sabe? E ele vai e diz algo tipo, "bom, ignorando o óbvio, né?" como se referindo a... você sabe...
- Já entendi, ele no estilo que as costas e os olhos e o que for, mas que a pica vem primeiro.
- Pois é, algo assim.
- Porra, Maria, que conversas... falando de zonas erógenas com o Edu altas horas, com uns drinks...
- Sim, mas sei lá, não achei forçado.
Eu já tava sem conseguir disfarçar a ereção. A Maria devia estar percebendo. A gente tava os dois no sofá, reclinados nas pontas, de frente um pro outro. Deitado de barriga pra cima, minha pica pulsava sozinha e tava armando uma barraquinha...
- E nada... quando ele realmente perdeu a linha foi com o que disse depois... E é que... como foi... tipo ele falou, "pois eu, de uma garota, além do óbvio, os peitos ou a bunda... gosto dos joelhos." E eu devo ter feito cara de "esse cara é maluco". Pois ele não se segura. e coloca a mão no meu joelho. A real é que os banquinhos estavam tão juntos que quase nossas pernas se encostavam, já que a gente tava virado pra conversar de frente. E aí, espera que agora vem a melhor parte: eu falo "como assim, os joelhos?", e olha, eu quase tava morrendo de rir. Aí ele me responde algo tipo: "bom, mais que os joelhos... aqui." quando já começa a ser coxa... e ele move a mão e coloca na minha coxa, tipo, quase no joelho, mas já era coxa, saca.
— Não me fode...
— Claro... eu fiquei sem reação, tipo, paralisada. Ele colocou a mão bem em cima, entre o joelho e a saia. Fiquei bem surpresa, aquilo não tinha nada a ver, e ele deixou a mão lá. Eu automaticamente pensei... primeiro pensei "tira essa mão de uma vez", mas também pensei "quando eu contar pro Pablo, ele vai morrer". Mas ele não tirava, e me disse: "Tão olhando, esses caras?" se referindo aos do outro escritório que estavam na mesa. E sim, o cara que eu tinha conhecido tava olhando, fingindo que disfarçava, mas tava olhando. Na real, já tinha pegado ele me encarando antes. E sei lá... também não era nada demais, tava na coxa sim, mas quase no joelho, e entre querer te contar e aquele cara olhando... acabei não tirando a mão. E ele disse algo tipo: "são uns fofoqueiros tarados, se a gente se pegar, eles vão morrer de inveja".
— Ele falou isso?
— Sim, e ainda falou como... sei lá... num tom "se eu te pegar agora, que se fodam", como se eu quisesse, saca. Aí eu pensei: "esse ainda vai levar um tapa". Mas não satisfeito com isso, sei lá se por eu não ter reclamado, ele se levantou e aí sim já enfiou a mão um pouco mais.
— Sério?? Quanto?? — meu pau deu um pulo... não dava mais pra disfarçar.
— Sei lá, um pouco, mas já por baixo da saia.
— E o que você fez? Até onde?
— Sei lá, até a metade talvez, e claro, eu falei "para".
— Uff. Que cara... — eu levei a mão pro meu pau... talvez fosse alucinação minha... mas eu via os mamilos da Maria transparentando a camisola. de forma exagerada... não me dava a impressão de que ele tinha estado tão duro antes.
– E o que você fez? – eu já não me segurava e comecei a me masturbar de leve por baixo da cueca.
– Pois o filho da puta não tirou a mão e me perguntou "Paro?", tipo: "Tem certeza de que quer que eu pare?" É de foder, sério, que nojo... E eu falei: "Tira a mão agora". E o idiota ainda diz: "tá bom", e aperta um pouco minha coxa e tira a mão. Meu Deus... aquele aperto me fodeu de um jeito que você nem imagina.
– Por quê?
– Como assim por quê? Não me fode...
– Mas quanto tempo ele ficou passando a mão na sua perna?
– No total?
– Sim.
– Pouco, muito pouco, sei lá. Um minuto ou menos de um minuto.
– Porra, Maria... – falei bufando... e sem parar de me masturbar.
– Já tô vendo... já.
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– E mais alguma coisa?
– Pouca coisa. Ele ficou de pé do meu lado falando como se nada tivesse acontecido.
– E só isso?
– Bom... depois de um tempo ele meio que perguntou se ainda estavam olhando pra gente, e eu falei algo tipo "olha, já chega, esse assunto me entedia". E pronto, não tinha volta, ele tava muito idiota, me disse que se eu tava entediada era só ir embora, que ninguém me obrigava a ficar ou não sei o quê. Nada, muito metido, você sabe. Uma hora ele fala normal ou até simpático, outra hora vira um babaca...
– Sei... mas até que horas, e você foi embora ou vocês foram...?
– Acho que fui no banheiro e quando voltei ele tava com os outros caras, e nada, pagamos e fomos todos pro hotel, acho que chegamos lá pelas três e pouco... sei lá, às quatro em ponto eu já tava na cama com certeza.
Eu não conseguia tirar da cabeça aquela frase da Maria: "aí sim ele já enfiou um pouco mais a mão". Meu Deus... minha pica escorria por baixo da cueca sem parar. Eu imaginava o Edu de pé, do lado da Maria, passando a mão por baixo daquela saia de couro... que filho da puta... e, meu Deus!! como eu ficava excitado!! Acho que nada me deixou mais tesudo na vida do que imaginar aquilo.
– Bom, tá claro que ele tá de olho em você, eu tava certa – falei. —Cara... acho que ele pega todas mesmo.
—Você não acha que ele tá afim de você em especial?
—Ah, não, esse aí vai em tudo que se mexe.
Eu continuava me tocando por baixo da cueca e olhava pras tetas e pros bicos enormes da Maria por baixo da camisola, dava pra ver até as aréolas... e os bicos parecendo dois pitões, aquilo não era normal.
—E ele não te deixou com tesão? — perguntei.
—Claro que não.
—Ele fica passando a mão na sua perna assim e não te deixa nem um pouco com vontade?
—Não, quem me deixa com vontade é você...
Naquele momento, peguei um dos pés da Maria e coloquei em cima do meu pau. Ela não riu nem se assustou. Já tava com as bochechas vermelhas. Ficamos um tempo em silêncio, com o pé dela ali, e eu tentando processar tudo que ela tinha me contado. No fim, ela acabou sugerindo a gente ir pro quarto, mas ela tava tão gostosa deitada ali e eu tão tarado que não aguentava mais. Acabei deitando em cima dela, a gente se beijou e se apalpou como se tivesse no cio... minhas mãos puxavam um pouco o cabelo dela pra trás enquanto eu beijava, eu esfregava as tetas dela por cima da camisola e a gente trocava uns beijos super safados. Eu esfregava minha pélvis na dela e ela já tava gemendo com o atrito, tava louca de tesão.
Levei uma das mãos até as coxas dela e sussurrei: "Ele passou a mão aqui ou mais pra cima?" E ela respondeu que não sabia. Depois perguntei se ela tinha gostado de como eu tinha tocado ela, e ela respondeu: "Eu gosto quando é você que me toca..." Insisti, e ela acabou pedindo pra eu largar o assunto, que já tava de saco cheio de falar dele.
Eu me ajoelhei no chão e puxei o quadril dela pra perto... levantei um pouco a camisola dela e apareceu na minha frente uma calcinha preta, que tirei na hora. Caralho... quando vi a buceta dela, quase morri. Ela já tava com os lábios inchados e um pouco pra fora... dava pra meter sem mais enrolação, era inacreditável o quanto ela tava com tesão.
—Porra, Maria... como você tá... já tá prontinha pra eu meter.
—A gente já tá há quase uma semana...
—É... mas mesmo assim...
Aproximei minha boca dali, beijei as coxas dela primeiro e depois... Beijei com cuidado a entrada da buceta dela... estiquei a língua e me molhei todo com aquele suco que ela tava soltando. Era inacreditável como tinha um gosto bom. Ela se reclinou um pouco mais e soltou um "uuff" morbidão. O que veio depois foi uma comida de buceta violenta. Eu beijava o clitóris dela e com a língua separava os lábios até fazê-la se contorcer de prazer; ela soltava tanto fluxo que eu não podia acreditar. Maria não parava de ofegar e eu continuava comendo, abrindo mais ainda. Quando percebia que ela tava perto de gozar, eu parava, tirava a camiseta e a cueca, e voltava a comer, e quando via que ela ia gozar de novo, parava pra beijar as coxas dela. Na terceira vez que senti que ela tava a ponto, parei e puxei as alças da camisola dela pra baixo, liberando aquelas tetonas...
— Porra... — você tá me matando... — ela sussurrou na terceira vez que eu tinha deixado ela à beira do orgasmo.
Já tava comendo a buceta dela fazia uns quinze minutos. Olhava pra cima e via ela toda corada, com os peitos inchadíssimos... ela levava a mão na minha cabeça ou nos próprios peitos... quando tava prestes a gozar, as pernas tremiam e eu parava pra beijar de novo com cuidado as coxas dela.
— Você vai sujar o sofá... — falei com malícia.
— Porra... me faz gozar... pelo amor de Deus...
Olhei pra buceta dela... a imagem era foda... tava tão aberta e os lábios tão saltados que eu não acreditava. Levantei e na hora Maria sentou o tronco e enfiou meu pau na boca. Nunca tinha se jogado assim no meu pau. Era inacreditável. Levei as mãos no cabelo dela, soltei o coque e curti um boquete violento, tanto que quase doía, ela enfiava até as bolas... chupava com a ajuda de uma mão e a outra desceu pro clitóris dela pra terminar o que eu tinha começado.
— Me fala o que te deixou com tesão, Maria. Me fala o que te deixou com tesão pra você se tocar.
Ela não respondia, a boca não largava meu pau.
— Porra, Maria... me fala o que te deixou com tesão...
Ela tirou a boca, mas não a mão, e sem parar de me masturbar, me olhando... Ela me disse:
—Sabe o que me excitou?
—O quê?
—O outro cara ver como o Edu passava a mão em mim.
Aquele “Edu passava a mão em mim” quase me fez gozar... dito assim soava tão safado que minhas pernas tremiam.
—É? Por quê? — perguntei.
Maria sentada e eu de pé na frente dela. Ela tinha parado de se tocar e com as duas mãos brincava com meu pau e minhas bolas. Eu olhava pra baixo e via o rosto dela avermelhado, os peitões enormes, a camisola enrolada na cintura e até os lábios da buceta dela pra fora.
—Me excitou... sei lá...
—Mas por quê?
—Sei lá... com certeza eu parecia uma puta pra ele... com namorado e me deixando... fazer... assim...
—Com certeza ele pensou que você era meio vagabunda...
—Sei lá... talvez sim...
—Porra e isso te excita...
—Sei lá... naquele momento... um pouco, sei lá.
Maria parou de brincar com meu pau pra me masturbar rápido com uma mão e se tocar com a outra. Logo percebi que não aguentava mais.
—Porra Maria... se continuar vou gozar já...
Nesse momento ela se adiantou... começou a gemer... a tremer... era inacreditável a velocidade com que se tocava o clitóris com a outra mão... os peitos dela balançavam enquanto mexia o braço, era um puta espetáculo... depois soltou meu pau e começou a gemer... fechou os olhos e se tocava com as duas mãos... quando juntava as mãos, os peitos também se juntavam... a imagem era de morrer... mas quem parecia morrer de prazer era ela, explodindo num orgasmo incrível, os gemidos e suspiros dela eram super safados. Eu peguei no meu pau e comecei a me masturbar na frente do rosto dela. Ela continuava gemendo... quase gritando de prazer e a pele do meu pau indo e vindo a centímetros do rosto dela... ficamos assim por alguns segundos até eu dizer que não aguentava mais... que ia gozar... ela estava terminando o orgasmo e abriu os olhos e disse “Não, não, para!” mas um jato inesperado saiu do meu pau e foi direto no rosto dela, ela fechou os olhos e virou o rosto e se levantou um pouco pra não ser mais respingada na cara, o segundo O primeiro jato foi no pescoço dela, e os seguintes no colo e nos peitos, enquanto ela pedia pra eu parar. Minhas pernas tremiam tanto que achei que fosse desmaiar, enquanto eu não parava de gozar nela como nunca tinha feito. Soltei uns seis ou sete jatos nos peitos dela, encharcando tudo... eu não entendia como estava gozando de um jeito tão brutal. Terminei exausto e me sentei na mesinha de centro na frente dela, que se recostou pra trás... com um respingo de porra que ia da bochecha até o queixo, por milagre não tinha acertado o olho dela, e os peitos todos manchados do meu gozo.
— Porra, você é um filho da puta, cara... — ela disse na hora, antes de ir pro banheiro.
Acho que levei quase um minuto pra levantar da mesa. Quando cheguei no banheiro, a Maria já tinha tirado a camisola e lavado o rosto. Entrou no chuveiro sem falar nada, e eu limpei minha pica. Quando saiu do chuveiro, ela disse:
— Não dá pra avisar?
— Porra, Maria, não consegui parar.
— Porra, Pablo... foi tudo pra merda. Você acha isso normal?
— Bom, não é tão grave assim.
— Como não é grave? Da próxima vez me avisa e eu saio da frente...
— E eu jogo tudo no sofá?
— Sei lá, cara... nos peitos, se quiser, mas na cara? Tá de sacanagem... acha que sou uma puta ou o quê?
— Bom, Maria... não fica brava.
Minha namorada foi pro quarto. Tomei um banho rápido, também pra dar um tempo e ela se acalmar. No fim, fui até ela, não podia negar que nunca, ou quase nunca, a gente tinha ficado tão excitado, e falei isso pra ela.
— Tá, Pablo, mas não é por isso que você vai... sei lá... me tratar assim.
— Não te tratei de jeito nenhum.
— Ora... gozar na minha cara... isso, se quiser, faz com uma vagabunda.
— Qual é, Maria, já deu. Da próxima vez eu aviso, pronto. Vai me dizer que não foi bom.
— Já te falei que sim, menos isso, o resto claro que sim.
Colocamos o pijama, escovamos os dentes e, já na cama, eu me aproximei dela por trás.
— Uuuh... já começou... amanhã você acorda cedo... — ela disse num tom que... Já era diferente.
—Já... não me lembra disso... mas no final não transamos.
—Já... percebi — ela riu.
—Sabe o que a gente podia fazer amanhã?
—O quê?
—A gente podia sair pra tomar um drink... você veste a roupa de ontem à noite... e a gente encena um pouco como foi com o Edu...
—Kkkk... sério? — María virou pra mim, já totalmente de boa.
—Sim... por que não?
—Aquela camisa eu pendurei quando cheguei, não sei se não vai estar amassada.
—Bom... é só passar... ou você veste outra.
—Tá... mas também não tem muito o que encenar... foi um minuto.
—Seria legal... e aí você me explica essa parada de que ele pediu pro outro ver como ele te tocava.
—Kkkk, você não perde uma... assim que eu falei, pensei "opa, tomara que ele não fique com isso na cabeça".
—Kkkk, eu fico com tudo.
—Bom, boa noite. Te amo pra caralho... mesmo que você não saiba controlar seus tiros — ela disse quase rindo.
—Eu também te amo pra caralho.
Caí no sono, apaixonadíssimo, e pensando se a versão do Edu coincidiria com a dela. Confiava nela, mas não podia ter cem por cento de certeza de que a María não tinha tentado suavizar ou amadurecer a história, sei lá. De qualquer forma, não demoraria pra descobrir.
Continua
Eu também tava cansado, e naquela tarde de quinta voltei cedo pra casa. Não passava muito das oito quando já tava fazendo minha janta e a María me ligou. Parecia bem mais de bom humor. Tinha dormido bem mais naquela tarde do que durante a noite. Pra minha surpresa, ela me pediu desculpas, disse que eu não tinha culpa da noite ruim que ela passou, e que ela tinha ficado me acordando. Acho que ela sabia que não me incomodava muito acordar se fosse pra ela me contar que tava ouvindo o Edu foder, mas eu sentia que ela não sabia que não era que não me importava, e sim que eu adorava e ficava a mil.
Ela me contou que tava meio preocupada que o chefe que tava com eles tivesse descoberto que ela não foi nas palestras daquela tarde, mas confiava que, sendo tão distraído, ele não tinha percebido. Disse que iam jantar os cinco do escritório dela: o chefe, a outra María, o Ángel, o Edu e ela. Eu não lembrava quem era esse tal Ángel, e ela acabou me dizendo que já tinha me apresentado e que ele ia casar no fim de outubro e já tinha falado que a gente teria que ir no casamento dele. Mas naquele momento, o que me importava era o que ia rolar nas próximas horas, e ela disse que naquela noite talvez tomassem uma cerveja ou um drink depois, mas que não era Seguro. Perguntei se ele já tinha passado a raiva com o Edu e ela disse que nada. Que ficar se arrumando gostosa logo de manhã tinha acabado de ferrar com ele. Disse que até tava pensando em contar pra Paula que ele tinha chifrado a Nati.
— Não se mete nisso, Maria...
— Por que não? Que se foda.
— Primeiro porque não é sua vida, e segundo porque é sua palavra contra a dele. Você não tem nada a ganhar com isso.
— Sei lá...
— Além disso, você não é amiga da Nati... vai soar muito estranho, tipo vingança.
— Sei lá... é que ele é um filho da puta, sério.
— Olha, acho que você tá surtando um pouco. A mina foi gritona e pronto. O Edu não ficou fazendo barulho de propósito pra te sacanear.
— Bom, você não ouviu aquele escândalo.
— Kkk... não... se esse escândalo você vai me contar com todos os detalhes...
— Kkk, é, sei... você não tem jeito, sério. — Maria riu.
— O que você vai vestir hoje à noite?
— Ah, sei lá... o que me sobrou... tenho um vestido ou uma saia preta pra combinar com uma camisa. Não sei, é que o vestido é muito decotado, pra um jantar com chefe acho que passo.
— Ei, Maria, tava pensando... e a mina de ontem... ela vai hoje à noite?
— Não, o pessoal daquele escritório ia embora hoje. Ainda bem. Outra maratona não, pelo amor de Deus.
— Bom, talvez ela ataque você hoje.
— É, claro. Só o que me faltava, ela me ataca e eu dou um tapa na cara dela. Por safado. Além disso, ela não vai fazer isso. Já te falei.
— Bom, antes você dizia que ela não faria porque tava com a Nati, mas pelo visto...
— É... sei lá. Parece que ele curte as fáceis de qualquer jeito.
— Bom... você já sabe... o que a gente conversou, se ele tentar, deixa ele ir até onde quer chegar. Tá bom?
— Você é muito idiota...
— Kkk, por quê?
— Porque você não tem jeito, Pablo. Que ele não vai tentar, mas sim, não começa de novo, se ele tentar alguma coisa, eu deixo um pouco pra ver o que ele faz. — O tom da Maria era amigável, até carinhoso.
— Te amo muito, Maria.
— É... eu também.
— Então é isso, que te amo e... porra... que você é muito gostosa e... me excita ver os outros te cantando. a pica, e se for um babaca igual o Edu que se acha o tal, que pode pegar todas, me excita ainda mais.
—Já, já... haha. Enfim. A gente para? Me ligaram, e ainda tenho que tomar banho, me vestir e tal.
—Beleza, manda uma foto quando estiver vestida?
—Tááá. Beijinhos.
—Beijinhos. Te amo.
Fiquei com um nó no estômago. Uma mistura de amor, totalmente puro, tesão por tudo aquilo e um pouco de raiva de mim mesmo; o fato de eu estar jogando aquele jogo de dois lados não me parecia justo.
Fiquei vendo um pouco de TV e a Maria me mandou uma foto de corpo inteiro no espelho do quarto de hotel. Com uma saia de couro preta até um pouco acima do joelho e uma camisa rosa de seda que ficava incrível nela, além de estar de salto... tava brutal. Um pouco maquiada e com aquele cabelão caindo até a parte baixa das costas... as pernas que os saltos faziam eram... de tirar o fôlego.
—Tá brutal, Maria.
—Sério? Não é minha intenção.
—Porra, cê tá gostosa pra caralho. Acho que vou bater uma com essa foto...
—Sério?
—Sim. Se diverte. Ei, desabotoa um botão da camisa, vai, sei lá.
—Haha, que nããão. Então, um beijão. Descansa.
—Te amo, beijão.
Acabei dormindo no sofá. Tava tenso e ansioso, mas com certeza exausto. Passava um pouco da meia-noite quando tava escovando os dentes e a Maria me escreveu:
—Tô tomando um drink com o Edu.
Subiu um negócio estranho pelo meu corpo, igual só aquela história podia causar em mim.
—Sério? E isso? Vocês dois sozinhos?
—Sim, bom, a gente tá no balcão. O Ángel tá por aí e um pessoal de outros escritórios também veio no final.
—E ele? Cê escreve na frente dele?
—Não, cara, ele acabou de ir no banheiro. Tá me pedindo desculpas. Depois te conto.
Se eu achava que aquela noite talvez pudesse dormir de uma vez, essa conversa deixou claro que não. Deitei na cama e tentei dormir, mas de novo, igual na noite anterior, ficava olhando o celular. Cada menos de dez minutos. Eu imaginava ela com aquela saia e aquela camisa... na balada com ele... ufff... me deixava com um tesão do caralho. Olhava a foto que ela tinha me mandado e ficava duraço. Pensei em bater uma pra cair no sono, mas eu tava gostando, tava viciado naquela sensação de não saber o que eles estavam fazendo enquanto eu ficava super excitado.
Pensei em mandar mensagem pro Edu, mas consegui me segurar. Não fazia ideia de como ia tentar algo com ela. Finalmente, quase duas da manhã, mandei uma mensagem pra Maria:
- Então você perdoou ele?
Fiquei olhando pra tela. Ela não recebia. Um minuto depois, escrevi de novo:
- Me avisa quando chegar no hotel, tá? Te amo pra caralho.
Eu tava um caco de nervos e ela não recebia o que eu mandava. Tentei me acalmar. Dizer pra mim mesmo que no fim das contas era o que eu queria, que eles ficassem sozinhos pra ver no que dava. Finalmente consegui dormir.
O despertador tocou pra ir trabalhar naquela sexta-feira e eu peguei o celular na hora. Não só a Maria não tinha mandado nada, como quem tinha mandado foi o Edu, depois das três da madrugada. Tremendo de nervoso, li:
- Caralho!! Adoro sua putinha com uns drinks... o que você tá perdendo. Aliás... que delícia apalpar essas coxas macias... e quentinhas. Porra, que gostosa!!
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Tive que reler várias vezes. Não acreditava. Impossível descrever em palavras o que eu sentia. Tava tendo um infarto. Liguei pra Maria, mas o celular dela tava desligado. Mandei mensagem pro Edu, mas não chegava. No fim, tive que ir trabalhar sem saber o que tinha acontecido nem o que pensar. Tentava não ficar remoendo, mas as horas passavam e a Maria continuava com o celular desligado.
Acabei me acalmando um pouco, pensei que era alguma fanfarronice do Edu, e finalmente a Maria me ligou depois do meio-dia. Tava com pressa porque, segundo ela, tava arrumando a mala pra pegar o trem. Ela me disse que Fiquei surpresa ao ver nove ligações perdidas minhas, falei pra ela que era porque ela não tinha me mandado mensagem quando chegou, e ela disse que tinha ficado sem bateria e não tinha colocado pra carregar até aquela manhã.
O tom dela era normal, parecia claro que o que o Edu tinha me escrito podia ser muito blefe ou fanfarrão... Finalmente ela disse:
— Agora tô super apertada, mas quando chegar em casa tenho que te contar sobre o Edu.
— Por quê? O que aconteceu?
— Nada... mas ele é bem ousado, sim...
— É? Mas por quê?
— Naada... já te conto. Aposto que até vai gostar do que vou te contar. Você vem me buscar na estação? Chego às seis.
— Pff, não dá, até as sete impossível sair hoje, mas sério que não vai me contar nada agora?
— Depois em casa, com calma, sério, Pablo. Um beijo, a gente se vê de noite então.
— Ok... Um beijo.
Fiquei surpreso dela ter desligado assim, mas mesmo inquieto, já tava bem mais tranquilo. Tava morrendo de vontade de encontrar a Maria e ela me contar tudo. O filho da puta do Edu tinha visto minhas mensagens mas não me respondia. Felizmente me meteram numa puta enrascada no trabalho que me deixou ocupado até a hora de sair, senão teria ficado remoendo o assunto o dia inteiro.
Quando tava dirigindo de volta pra casa, o Edu me ligou, mas não atendi. Parecia que tudo tinha que ser quando ele quisesse, por mais que eu quisesse que ele me contasse, o filho da puta teve o dia inteiro pra me responder e cagou completamente.
Cheguei em casa e a Maria tava falando no telefone com a mãe dela. A gente se deu um selinho... Porra... É que tava quatro dias sem vê-la e seis sem foder, mas tava louco por ela. Ela tava só de camisola marrom que era quase como se tivesse pelada... adorava quando já fazia calor e ela andava pela casa com uma dessas duas ou três camisolas que tinha. O cabelo dela tava meio preso, de um jeito meio bagunçado e despojado... que dava uma imagem de uma beleza natural do caralho. Ela se Eu ficava andando da cozinha pra sala e da sala pra cozinha enquanto falava com a mãe dela, e eu não tirava o olho... ela tava uma gostosa do caralho! Por mais punheta que eu tivesse batido, aquilo não tinha me acalmado nada, muito pelo contrário.
O Edu me ligou de novo, eu coloquei no silêncio e virei o celular pra baixo. Fui pro quarto, fiquei só de cueca e camiseta, voltei pra sala e finalmente a Maria desligou o telefone. A gente se deu um beijo bem menos casto. Ela me perguntou sobre a minha semana, falou que a gente só tinha falado dela com tanta besteira. Naquele momento eu percebi que tinha ficado tão bitolado com tudo aquilo que nem tinha dito que ia trabalhar no dia seguinte, mesmo sendo sábado. Ela ficou bem surpresa, lógico, mas eu falei que muita gente trabalha um sábado por mês e que a gente tava terminando um projeto e que o melhor era aquele sábado. Ela perguntou se eu não podia trabalhar de casa, mas era impossível. Fui contando tudo isso enquanto a gente jantava, e nem preciso dizer que eu não tava muito a fim de contar nada, ainda mais aquilo, que já me fodia pra caralho, preferia que ela me contasse as coisas dela.
Ela começou a falar de umas paradas daqueles dias, enrolando o inevitável, até que nós dois no sofá eu falei:
— Beleza, então, vai me contar do Edu ou não?
— Haha... já? Bom... olha... Ontem a gente jantou os cinco, de boa, normal, a coisa bem tranquila. É que quando o chefe tá junto, tudo fica mais chato, e nada, no final fomos num bar eu, o Ángel e o Edu. Um que era do lado do hotel. Chegando lá, o Ángel começou a falar com uns caras que também estavam nos dias de evento, com um esquema parecido com o nosso, e o Edu falou que precisava conversar comigo. E nada, fomos pro balcão, sentamos nuns banquinhos e pedimos uma dose.
— Você e o Edu sozinhos?
— Sim. E aí ele começou a me pedir desculpa. Desculpa pelo de hoje de manhã... desculpa pelo de ontem à noite... e tal e tal.
— Que cara... E você aceitou as desculpas?
— Bom, eu fiquei calada, é que eu não confiava muito naquilo. fosse verdade. E nada, que não tinha sido profissional da parte dele... que os eventos não eram pra ficar pegando geral por aí... que aliás, da Nati ele não falou nada, como se ela nem existisse, sabe? Ele falava comigo como se não tivesse namorada. E aí, nisso chegou o Ángel e nos interrompeu com aqueles caras e já começou com a história de que não podia deixar a gente sozinho, que ontem a gente tinha ficado sozinho e saber a que horas a gente tinha chegado... que se uiiii... que coincidência os dois terem dormido hoje... como se fosse uma piada de que a gente se curtia ou sei lá. E eu, bom, além de achar aquilo idiota, tava bem sem graça porque um dos caras... bom, com um daqueles caras eu tinha conversado no dia anterior e ele sabe que eu tenho namorado.
—E como ele sabe disso?
—Ah, por nada. Conversando sobre sei lá o quê, de que cidade eu morava e se o aluguel ou sei lá o quê e com quem dividia o apartamento, eu falei que era com meu namorado. Uma besteira. Mas claro, imagina minha cara com o Ángel falando aquilo e eu tendo dito no dia anterior pro cara que morava com meu namorado. Mas o pior é que pra completar, o Edu entrou na onda... cala a boca, Ángel... quem me dera... É a gostosa do escritório... né... todo mundo... doido por ela... ou apaixonado por ela ou algo assim.
—Haha, que cara —eu não queria interromper muito.
—Bom, e a gente tomou mais uma dose com eles, ou duas, sei lá. Todo mundo no balcão. Até que os caras foram pra uma mesa e o Ángel acho que foi pro hotel. E nada, de novo eu e o Edu sozinhos, ele me pediu desculpa também pelo que tinha rolado na casa dele. E claro, eu fiquei branca. Que se não era jeito de receber uma colega do escritório... que se ele tinha percebido quando eu fui embora...
—Calma, calma, ou seja, ele insinuando que você tinha visto o volume dele então.
—Bom, insinuando não, é que ele chegou a falar algo tipo "não posso receber uma colega de short curto e marcando".
—Ele falou "marcando"?
—Sim, sim. E eu ia responder ou me fazer de doida e ele disse: porque eu sei que você percebeu. E pra piorar, ele vai e me traz aquele maldito assunto de quando eu... estava sem sutiã no meu escritório... enfim. Ele me disse algo tipo que ainda por cima que eu tinha dado um fora nele naquela vez, ele ia e me recebia fazendo praticamente a mesma coisa, mas na versão masculina.
- Que figura...
- Pois é. Olha... é que tô resumindo, mas as coisas foram surgindo. Sei lá. Eu tava meio desconfortável, mas ao mesmo tempo, de boa.
- Como assim "de boa"?
- Que o assunto era estranho, mas não achei tão grave. E nada, continuamos conversando e tal, e ele disse depois algo tipo que era o ponto fraco dele ou que eu tinha acertado no ponto fraco... tipo aquele dia no escritório... que minha blusa deixava ver o peito... que claro, era a área mais tal da mulher, sei lá, algo assim. E ele fala porque do homem, claro... tem menos zonas dessas. Bom, não sei como ele acabou me perguntando, e eu falei que de um homem, sei lá... as costas... ou... o torso se for bem definido... os olhos... que eu também não tenho uma lista das zonas que me atraem num homem, sabe? E ele vai e diz algo tipo, "bom, ignorando o óbvio, né?" como se referindo a... você sabe...
- Já entendi, ele no estilo que as costas e os olhos e o que for, mas que a pica vem primeiro.
- Pois é, algo assim.
- Porra, Maria, que conversas... falando de zonas erógenas com o Edu altas horas, com uns drinks...
- Sim, mas sei lá, não achei forçado.
Eu já tava sem conseguir disfarçar a ereção. A Maria devia estar percebendo. A gente tava os dois no sofá, reclinados nas pontas, de frente um pro outro. Deitado de barriga pra cima, minha pica pulsava sozinha e tava armando uma barraquinha...
- E nada... quando ele realmente perdeu a linha foi com o que disse depois... E é que... como foi... tipo ele falou, "pois eu, de uma garota, além do óbvio, os peitos ou a bunda... gosto dos joelhos." E eu devo ter feito cara de "esse cara é maluco". Pois ele não se segura. e coloca a mão no meu joelho. A real é que os banquinhos estavam tão juntos que quase nossas pernas se encostavam, já que a gente tava virado pra conversar de frente. E aí, espera que agora vem a melhor parte: eu falo "como assim, os joelhos?", e olha, eu quase tava morrendo de rir. Aí ele me responde algo tipo: "bom, mais que os joelhos... aqui." quando já começa a ser coxa... e ele move a mão e coloca na minha coxa, tipo, quase no joelho, mas já era coxa, saca.
— Não me fode...
— Claro... eu fiquei sem reação, tipo, paralisada. Ele colocou a mão bem em cima, entre o joelho e a saia. Fiquei bem surpresa, aquilo não tinha nada a ver, e ele deixou a mão lá. Eu automaticamente pensei... primeiro pensei "tira essa mão de uma vez", mas também pensei "quando eu contar pro Pablo, ele vai morrer". Mas ele não tirava, e me disse: "Tão olhando, esses caras?" se referindo aos do outro escritório que estavam na mesa. E sim, o cara que eu tinha conhecido tava olhando, fingindo que disfarçava, mas tava olhando. Na real, já tinha pegado ele me encarando antes. E sei lá... também não era nada demais, tava na coxa sim, mas quase no joelho, e entre querer te contar e aquele cara olhando... acabei não tirando a mão. E ele disse algo tipo: "são uns fofoqueiros tarados, se a gente se pegar, eles vão morrer de inveja".
— Ele falou isso?
— Sim, e ainda falou como... sei lá... num tom "se eu te pegar agora, que se fodam", como se eu quisesse, saca. Aí eu pensei: "esse ainda vai levar um tapa". Mas não satisfeito com isso, sei lá se por eu não ter reclamado, ele se levantou e aí sim já enfiou a mão um pouco mais.
— Sério?? Quanto?? — meu pau deu um pulo... não dava mais pra disfarçar.
— Sei lá, um pouco, mas já por baixo da saia.
— E o que você fez? Até onde?
— Sei lá, até a metade talvez, e claro, eu falei "para".
— Uff. Que cara... — eu levei a mão pro meu pau... talvez fosse alucinação minha... mas eu via os mamilos da Maria transparentando a camisola. de forma exagerada... não me dava a impressão de que ele tinha estado tão duro antes.
– E o que você fez? – eu já não me segurava e comecei a me masturbar de leve por baixo da cueca.
– Pois o filho da puta não tirou a mão e me perguntou "Paro?", tipo: "Tem certeza de que quer que eu pare?" É de foder, sério, que nojo... E eu falei: "Tira a mão agora". E o idiota ainda diz: "tá bom", e aperta um pouco minha coxa e tira a mão. Meu Deus... aquele aperto me fodeu de um jeito que você nem imagina.
– Por quê?
– Como assim por quê? Não me fode...
– Mas quanto tempo ele ficou passando a mão na sua perna?
– No total?
– Sim.
– Pouco, muito pouco, sei lá. Um minuto ou menos de um minuto.
– Porra, Maria... – falei bufando... e sem parar de me masturbar.
– Já tô vendo... já.
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– E mais alguma coisa?
– Pouca coisa. Ele ficou de pé do meu lado falando como se nada tivesse acontecido.
– E só isso?
– Bom... depois de um tempo ele meio que perguntou se ainda estavam olhando pra gente, e eu falei algo tipo "olha, já chega, esse assunto me entedia". E pronto, não tinha volta, ele tava muito idiota, me disse que se eu tava entediada era só ir embora, que ninguém me obrigava a ficar ou não sei o quê. Nada, muito metido, você sabe. Uma hora ele fala normal ou até simpático, outra hora vira um babaca...
– Sei... mas até que horas, e você foi embora ou vocês foram...?
– Acho que fui no banheiro e quando voltei ele tava com os outros caras, e nada, pagamos e fomos todos pro hotel, acho que chegamos lá pelas três e pouco... sei lá, às quatro em ponto eu já tava na cama com certeza.
Eu não conseguia tirar da cabeça aquela frase da Maria: "aí sim ele já enfiou um pouco mais a mão". Meu Deus... minha pica escorria por baixo da cueca sem parar. Eu imaginava o Edu de pé, do lado da Maria, passando a mão por baixo daquela saia de couro... que filho da puta... e, meu Deus!! como eu ficava excitado!! Acho que nada me deixou mais tesudo na vida do que imaginar aquilo.
– Bom, tá claro que ele tá de olho em você, eu tava certa – falei. —Cara... acho que ele pega todas mesmo.
—Você não acha que ele tá afim de você em especial?
—Ah, não, esse aí vai em tudo que se mexe.
Eu continuava me tocando por baixo da cueca e olhava pras tetas e pros bicos enormes da Maria por baixo da camisola, dava pra ver até as aréolas... e os bicos parecendo dois pitões, aquilo não era normal.
—E ele não te deixou com tesão? — perguntei.
—Claro que não.
—Ele fica passando a mão na sua perna assim e não te deixa nem um pouco com vontade?
—Não, quem me deixa com vontade é você...
Naquele momento, peguei um dos pés da Maria e coloquei em cima do meu pau. Ela não riu nem se assustou. Já tava com as bochechas vermelhas. Ficamos um tempo em silêncio, com o pé dela ali, e eu tentando processar tudo que ela tinha me contado. No fim, ela acabou sugerindo a gente ir pro quarto, mas ela tava tão gostosa deitada ali e eu tão tarado que não aguentava mais. Acabei deitando em cima dela, a gente se beijou e se apalpou como se tivesse no cio... minhas mãos puxavam um pouco o cabelo dela pra trás enquanto eu beijava, eu esfregava as tetas dela por cima da camisola e a gente trocava uns beijos super safados. Eu esfregava minha pélvis na dela e ela já tava gemendo com o atrito, tava louca de tesão.
Levei uma das mãos até as coxas dela e sussurrei: "Ele passou a mão aqui ou mais pra cima?" E ela respondeu que não sabia. Depois perguntei se ela tinha gostado de como eu tinha tocado ela, e ela respondeu: "Eu gosto quando é você que me toca..." Insisti, e ela acabou pedindo pra eu largar o assunto, que já tava de saco cheio de falar dele.
Eu me ajoelhei no chão e puxei o quadril dela pra perto... levantei um pouco a camisola dela e apareceu na minha frente uma calcinha preta, que tirei na hora. Caralho... quando vi a buceta dela, quase morri. Ela já tava com os lábios inchados e um pouco pra fora... dava pra meter sem mais enrolação, era inacreditável o quanto ela tava com tesão.
—Porra, Maria... como você tá... já tá prontinha pra eu meter.
—A gente já tá há quase uma semana...
—É... mas mesmo assim...
Aproximei minha boca dali, beijei as coxas dela primeiro e depois... Beijei com cuidado a entrada da buceta dela... estiquei a língua e me molhei todo com aquele suco que ela tava soltando. Era inacreditável como tinha um gosto bom. Ela se reclinou um pouco mais e soltou um "uuff" morbidão. O que veio depois foi uma comida de buceta violenta. Eu beijava o clitóris dela e com a língua separava os lábios até fazê-la se contorcer de prazer; ela soltava tanto fluxo que eu não podia acreditar. Maria não parava de ofegar e eu continuava comendo, abrindo mais ainda. Quando percebia que ela tava perto de gozar, eu parava, tirava a camiseta e a cueca, e voltava a comer, e quando via que ela ia gozar de novo, parava pra beijar as coxas dela. Na terceira vez que senti que ela tava a ponto, parei e puxei as alças da camisola dela pra baixo, liberando aquelas tetonas...
— Porra... — você tá me matando... — ela sussurrou na terceira vez que eu tinha deixado ela à beira do orgasmo.
Já tava comendo a buceta dela fazia uns quinze minutos. Olhava pra cima e via ela toda corada, com os peitos inchadíssimos... ela levava a mão na minha cabeça ou nos próprios peitos... quando tava prestes a gozar, as pernas tremiam e eu parava pra beijar de novo com cuidado as coxas dela.
— Você vai sujar o sofá... — falei com malícia.
— Porra... me faz gozar... pelo amor de Deus...
Olhei pra buceta dela... a imagem era foda... tava tão aberta e os lábios tão saltados que eu não acreditava. Levantei e na hora Maria sentou o tronco e enfiou meu pau na boca. Nunca tinha se jogado assim no meu pau. Era inacreditável. Levei as mãos no cabelo dela, soltei o coque e curti um boquete violento, tanto que quase doía, ela enfiava até as bolas... chupava com a ajuda de uma mão e a outra desceu pro clitóris dela pra terminar o que eu tinha começado.
— Me fala o que te deixou com tesão, Maria. Me fala o que te deixou com tesão pra você se tocar.
Ela não respondia, a boca não largava meu pau.
— Porra, Maria... me fala o que te deixou com tesão...
Ela tirou a boca, mas não a mão, e sem parar de me masturbar, me olhando... Ela me disse:
—Sabe o que me excitou?
—O quê?
—O outro cara ver como o Edu passava a mão em mim.
Aquele “Edu passava a mão em mim” quase me fez gozar... dito assim soava tão safado que minhas pernas tremiam.
—É? Por quê? — perguntei.
Maria sentada e eu de pé na frente dela. Ela tinha parado de se tocar e com as duas mãos brincava com meu pau e minhas bolas. Eu olhava pra baixo e via o rosto dela avermelhado, os peitões enormes, a camisola enrolada na cintura e até os lábios da buceta dela pra fora.
—Me excitou... sei lá...
—Mas por quê?
—Sei lá... com certeza eu parecia uma puta pra ele... com namorado e me deixando... fazer... assim...
—Com certeza ele pensou que você era meio vagabunda...
—Sei lá... talvez sim...
—Porra e isso te excita...
—Sei lá... naquele momento... um pouco, sei lá.
Maria parou de brincar com meu pau pra me masturbar rápido com uma mão e se tocar com a outra. Logo percebi que não aguentava mais.
—Porra Maria... se continuar vou gozar já...
Nesse momento ela se adiantou... começou a gemer... a tremer... era inacreditável a velocidade com que se tocava o clitóris com a outra mão... os peitos dela balançavam enquanto mexia o braço, era um puta espetáculo... depois soltou meu pau e começou a gemer... fechou os olhos e se tocava com as duas mãos... quando juntava as mãos, os peitos também se juntavam... a imagem era de morrer... mas quem parecia morrer de prazer era ela, explodindo num orgasmo incrível, os gemidos e suspiros dela eram super safados. Eu peguei no meu pau e comecei a me masturbar na frente do rosto dela. Ela continuava gemendo... quase gritando de prazer e a pele do meu pau indo e vindo a centímetros do rosto dela... ficamos assim por alguns segundos até eu dizer que não aguentava mais... que ia gozar... ela estava terminando o orgasmo e abriu os olhos e disse “Não, não, para!” mas um jato inesperado saiu do meu pau e foi direto no rosto dela, ela fechou os olhos e virou o rosto e se levantou um pouco pra não ser mais respingada na cara, o segundo O primeiro jato foi no pescoço dela, e os seguintes no colo e nos peitos, enquanto ela pedia pra eu parar. Minhas pernas tremiam tanto que achei que fosse desmaiar, enquanto eu não parava de gozar nela como nunca tinha feito. Soltei uns seis ou sete jatos nos peitos dela, encharcando tudo... eu não entendia como estava gozando de um jeito tão brutal. Terminei exausto e me sentei na mesinha de centro na frente dela, que se recostou pra trás... com um respingo de porra que ia da bochecha até o queixo, por milagre não tinha acertado o olho dela, e os peitos todos manchados do meu gozo.
— Porra, você é um filho da puta, cara... — ela disse na hora, antes de ir pro banheiro.
Acho que levei quase um minuto pra levantar da mesa. Quando cheguei no banheiro, a Maria já tinha tirado a camisola e lavado o rosto. Entrou no chuveiro sem falar nada, e eu limpei minha pica. Quando saiu do chuveiro, ela disse:
— Não dá pra avisar?
— Porra, Maria, não consegui parar.
— Porra, Pablo... foi tudo pra merda. Você acha isso normal?
— Bom, não é tão grave assim.
— Como não é grave? Da próxima vez me avisa e eu saio da frente...
— E eu jogo tudo no sofá?
— Sei lá, cara... nos peitos, se quiser, mas na cara? Tá de sacanagem... acha que sou uma puta ou o quê?
— Bom, Maria... não fica brava.
Minha namorada foi pro quarto. Tomei um banho rápido, também pra dar um tempo e ela se acalmar. No fim, fui até ela, não podia negar que nunca, ou quase nunca, a gente tinha ficado tão excitado, e falei isso pra ela.
— Tá, Pablo, mas não é por isso que você vai... sei lá... me tratar assim.
— Não te tratei de jeito nenhum.
— Ora... gozar na minha cara... isso, se quiser, faz com uma vagabunda.
— Qual é, Maria, já deu. Da próxima vez eu aviso, pronto. Vai me dizer que não foi bom.
— Já te falei que sim, menos isso, o resto claro que sim.
Colocamos o pijama, escovamos os dentes e, já na cama, eu me aproximei dela por trás.
— Uuuh... já começou... amanhã você acorda cedo... — ela disse num tom que... Já era diferente.
—Já... não me lembra disso... mas no final não transamos.
—Já... percebi — ela riu.
—Sabe o que a gente podia fazer amanhã?
—O quê?
—A gente podia sair pra tomar um drink... você veste a roupa de ontem à noite... e a gente encena um pouco como foi com o Edu...
—Kkkk... sério? — María virou pra mim, já totalmente de boa.
—Sim... por que não?
—Aquela camisa eu pendurei quando cheguei, não sei se não vai estar amassada.
—Bom... é só passar... ou você veste outra.
—Tá... mas também não tem muito o que encenar... foi um minuto.
—Seria legal... e aí você me explica essa parada de que ele pediu pro outro ver como ele te tocava.
—Kkkk, você não perde uma... assim que eu falei, pensei "opa, tomara que ele não fique com isso na cabeça".
—Kkkk, eu fico com tudo.
—Bom, boa noite. Te amo pra caralho... mesmo que você não saiba controlar seus tiros — ela disse quase rindo.
—Eu também te amo pra caralho.
Caí no sono, apaixonadíssimo, e pensando se a versão do Edu coincidiria com a dela. Confiava nela, mas não podia ter cem por cento de certeza de que a María não tinha tentado suavizar ou amadurecer a história, sei lá. De qualquer forma, não demoraria pra descobrir.
Continua
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