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http://www.poringa.net/posts/relatos/3226022/Victor-el-futuro-medico---8-parte.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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Aviso:
Tudo o que está aqui relatado faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da minha vida. Os nomes dos personagens foram propositalmente trocados para proteger os verdadeiros protagonistas dos acontecimentos. É um relato autobiográfico.Acordei naquela quinta-feira e a sudestada ainda tava lá. Com aquela garoa sem fim e o vento sudeste que não deixa usar guarda-chuva direito. Tava com sentimentos misturados. Preocupado e feliz ao mesmo tempo. Fazia só uma semana que, tecnicamente, eu era solteiro, sem namorada há uns meses, e de repente, sem querer, parecia que tinha dois "ficantes" de sexos diferentes, que eram primos entre si. Ontem consegui ver a bunda redonda e lisinha do Víctor, que me deixava obcecado, mas ao mesmo tempo os peitos redondos, grandes e empinados da Susana me bagunçavam...
Aquela manhã chuvosa toda tentei estudar em vão. Minha mente ficava imaginando como, quando e de que jeito eu poderia transar com os dois. Não ligava pra qual deles primeiro. Não tava preocupado se seria a bunda do Víctor ou a buceta da Susana que receberia meu pau primeiro. Tava quase certo que, mais cedo ou mais tarde, ia conseguir os dois objetivos...
A sudestada não dava trégua e o Maldonado tinha transbordado de madrugada naquele dia. As imagens que passavam na TV, sem serem perigosas, eram preocupantes, porque anunciavam que o pico da cheia ia rolar naquela mesma tarde e que a tempestade só ia passar lá pro fim da tarde ou noite de sexta. Naquele dia, pra conseguir chegar na faculdade, tive que pegar dois ônibus e, claro, cheguei atrasado, igual a vários dos meus colegas...
No dia seguinte, sexta-feira, lá pelas duas da tarde, recebo um telefonema. Era o Víctor...- "Oi, Eduardo…? É o Victor…
- "E aí…? Como a enchente tá tratando vocês…?
- "Por sorte até onde a gente tá não chegou, e pelo que os vizinhos tão falando, não precisamos nos preocupar porque nossa esquina é um metro mais alta que a esquina da avenida...
- “Ainda bem. E qual é o motivo da sua ligação…?”
- “Primeiro, te avisar que tô com saudade da sua pica gostosa dentro da minha boca e quero sentir o gosto dela de novo... E segundo, e é isso que quero te pedir, sei que minha tia falou que no sábado te espera às nove da noite...”
Sim… Vou estar lá nesse horário... Qual é o assunto, então…?
- "É que eu queria que você chegasse um pouco mais cedo, pra gente ficar junto mais tempo e sozinho no meu quarto, até minha prima chegar do trampo... A chuva me fez sentir falta de você...
- "Tá bom, vou chegar mais cedo… Que horas você acha…?
- "Você pode às oito…?
- “Beleza, vou chegar nesse horário...”
A tempestade acabou no meio da tarde. Mais um dia complicado pra pegar ônibus, mas consegui como sempre na linha 29. Na faculdade, por causa de tantas horas de chuva sem parar, todas as quadras e áreas esportivas descobertas estavam impossíveis de usar. Muitas matérias foram dadas dentro das salas. Os professores aproveitaram pra revisar a fundo os regulamentos dos vários esportes…
Finalmente chegou o sábado e, depois de vários dias, deu pra ver o sol de novo. Lá pelas seis da tarde, tomei conta do banheiro e tomei um banho revigorante. Me perfumei e me barbeei, tentando ficar o mais arrumado possível. Precisava impressionar a tia Marta e ficar ligado no que pudesse rolar com a prima Susana, sem deixar o Víctor de lado. Me vesti com uma cueca slip vermelha que era mais justa que as outras e marcava obscenamente o volume. Coloquei uma camisa rosa-claro de manga comprida, aberta nos dois primeiros botões, arregaçada até a metade dos antebraços, e uma calça social preta. Meias pretas e um par de mocassins recém-engraxados, também pretos. Pra garantir, caso esfriasse, joguei um suéter azul bem clarinho sobre os ombros…
Faltando quinze pras oito, me despedi da minha família, deixando claro que, se precisasse, ligaria. Oito horas em ponto, tava tocando a campainha na casa do Víctor. Quem abre a porta é a Marta e já me elogia…Não sabia que você era tão gostoso... Como uma pessoa muda quando está de roupa esportiva pra quando se veste pra sair...
Vesti a primeira coisa que achei no guarda-roupa...respondi na esportiva e contra-ataquei…— "Mas você, Marta, tá uma deusa com esse vestido florido...
Não fica de papinho e passa... E já te falei que pode me tratar por 'você'...
- "Tá bom… Você tá uma gostosa, Marta…
Brincando e trocando elogios um com o outro, fomos pra sala de jantar e a Marta chama o Víctor pra descer, avisando que eu já tinha chegado. Ele aparece vestido quase igual a mim, a diferença é que a camisa dele era azul clara. Ele me beija na bochecha e a Marta avisa que o jantar não vai ficar pronto até a Susana chegar do trabalho lá pelas nove, e completa num tom safado…- “Eu vou seguir com a minha vida... Vocês ‘façam suas coisas’ que eu não vou encher o saco...”
O rosto do Victor se iluminou, mas eu fiquei vermelho que nem um tomate. O Victor rapidamente me arrastou pro quarto dele e, assim que fechou a porta, me deitou na cama dele e se jogou em cima de mim pra me beijar e me abraçar. Ele quis me despir, mas eu não deixei...- "Qual é o seu problema, não vai me deixar aproveitar essa sua pica…?
Sim, mas não queria que a gente sujasse nossas roupas...
- "Deixa eu te despir, então...
- "Vamos deixar pra depois… O comentário da Marta me deixou meio desconfortável… E mesmo que ela não nos atrapalhe, ela vai nos ouvir… Nunca ninguém me disse tão abertamente pra fazer o que eu quisesse, e muito menos na própria casa dela…
- "E o que é que você queria…?
Você sabe muito bem o que eu quero... Queria poder te desvirginar, mas acho que essa não é a hora...
- "Se me der um pouquinho de porra, talvez eu deixe você brincar um pouquinho com a minha bunda...
Meu pau endureceu ao ouvir uma proposta dessas. Abri o zíper da minha calça e, brandindo o pau como se fosse uma espada, convidei ele pra me chupar e tirar toda a porra que pudesse. Ele se ajoelhou na minha frente e me deu um dos melhores boquetes de que me lembro. Acho que o fato de estarmos bem vestidos deixou tudo ainda mais sacana. Gozei pra caralho dentro da boca dele e ele, como sempre, não desperdiçou nada. Continuou me chupando e eu aproveitei pra puxar a calça e a cueca dele até o chão e tentar enfiar um dedo no cu dele. Quando ele percebeu o que eu queria, soltou meu pau, apoiou as mãos na mesa e me ofereceu o cu inteiro como nunca antes, e me diz…Mete os dedos e a língua, mas o teu pau que me desvirge só num outro momento mais íntimo... Tá bom…?
Com um beijo na boca, deixei claro que respeitaria o trato que ela tava me propondo, sabia que tava cada vez mais perto do objetivo. Me ajoelhei na frente da bunda dela e comecei, primeiro com o dedo indicador e depois adicionando o dedo médio, até finalmente colocar o anular; a explorar o esfíncter dela pra relaxar e conseguir uma dilataçãozinha. Depois de alguns minutos, percebi que meus dedos já entravam e saíam com mais facilidade. Víctor começou a gemer igual uma puta no cio, pedia mais, mais e mais, e eu acelerava o ritmo conforme os pedidos dela. Num certo momento, ela me implora...- "Enterra tua língua em mim, por favor...
Não me fiz de rogado. Com minha língua explorei a bunda dela já bem dilatada, a ponto da ponta dela entrar no cu dela. Meu pau tava explodindo de novo. Por vários minutos alternei meus dedos e minha língua. Cada vez ela gemia mais. Cheguei a tampar a boca dela pra Marta não ouvir os quase uivos. Falo pra ela...- "Não vou te penetrar, mas deixa eu encostar meu pau na sua bunda...
Ela vira a cabeça por cima do ombro, me encara e busca no fundo do meu olhar se existia algum pingo de mentira no que eu dizia. Com um sorriso, me dá a entender que ia me deixar fazer o que eu quisesse. Apoio a ponta da pica na bunda dela e esfrego o tronco inteiro da minha pica por cima da rachadura dos dois glúteos, subindo e descendo como se fosse uma punheta. Cada vez mais excitados os dois, ela continuava pedindo mais, mais e mais. É aí que decido colocar minha pica por baixo da virilha dela para esfregar minha cabeça contra o períneo dela e bater nas minhas investidas contra as bolas dela. Ela implora...- “Continua me ‘comendo’ assim, que pressionando teu pau contra minha próstata vou gozar gostoso…”
Acelera o ritmo das minhas estocadas e nós dois gozamos ao mesmo tempo. Ele em cima da mesa e eu banhando com meu leite todas as bolas dele. Nos fundimos num beijo de língua até nossos paus ficarem dormentes. Com a toalha que ele tinha usado pra se lavar, limpou da melhor forma que pôde a bagunça que a gente tinha feito. Nos vestimos e descemos porque a qualquer momento a Susana chegaria e a janta começaria...
Susana chegou, tão gostosa quanto eu tinha visto da outra vez, e nos elogiamos mutualmente. Nos "comíamos" com os olhos. Nós dois sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, alguma coisa ia rolar entre a gente...
Susana se higienizou enquanto eu e o Víctor ajudávamos a pôr a mesa. A Marta e o Víctor sentaram nas cabeceiras, a Susana no lado do quintal e eu no lado dos quartos. A janta foi uma carne assada com batatas e batatas-doces no forno, acompanhada de uma salada de tomate e alface. Todo mundo bebeu vinho tinto, que as mulheres cortaram com soda...
A conversa foi agradável, o que me ajudou a relaxar e ganhar confiança com as mulheres. Falamos dos meus estudos, minha família, meu futuro. O Víctor passou a noite me elogiando na frente das mulheres, pra elas notarem como a gente se dava bem. A Susana comentou coisas do trabalho dela, dava pra ver que ela tava interessada em que eu, especialmente, soubesse dos horários disponíveis dela. Ela passou a noite me paquerando e toda vez que eu levantava o olhar e cruzava com o dela, ela me mandava um beijo ou mordia o lábio inferior, tentando que só eu percebesse, e principalmente que o Víctor não notasse...
A Marta conversou sobre a viuvez dela, sentia falta dos anos no Chile, detestava a ditadura, e que gostaria de ter um homem do lado mas sabia que eles (a Susana e o Víctor) não concordavam muito. Aí começou uma troca entre os três onde parecia ficar claro que, enquanto a Marta queria um relacionamento estável e bem formal, os primos sugeriam que ela arrumasse um amante e, principalmente, a filha sugeria um homem "com cama pra fora"...
Assim foi o jantar e as horas foram passando. Eu tava preocupado com o aviso dos meus pais sobre o horário de acabar e voltar pra casa de madrugada. Marta percebeu isso e me perguntou o que tava rolando. Eu falei...- "Já passou da meia-noite e meus pais devem estar muito preocupados com minha volta de madrugada… Acontece coisa demais durante a noite nessa ditadura…
- "É, igualzinho com o Pinochet... Por que você não fica pra dormir e avisa seus pais pra deixar eles tranquilos…?
— "Não queria incomodar...
Os três brigavam pra me convencer a ficar aquela noite. Não dava pra enfrentar três, então no fim liguei pra casa e avisei que ia dormir por lá. Dava pra ver no olhar do Víctor e, principalmente, no da Susana, que alguma coisa ia rolar naquela noite com um deles, ou talvez com os dois. Perguntei qual seria meu lugar pra dormir e a Marta fala…— Vou arrumar uns cobertores pra você no sofá da sala, mas ainda é muito cedo... Vou servir a sobremesa e depois a gente vê um pouco de televisão...
Ninguém se opôs e, depois de um bolo caseiro que a Marta tinha feito, ajudamos a levantar a mesa todo mundo, lavamos a louça e sentamos pra ver um filme na TV. A Susana procurou nos canais da madrugada e achou "Casablanca". Todo mundo concordou. Eu e o Victor sentados no sofá, e a Marta sentada na poltrona do lado direito. A Susana, que antes de chegar perto da TV estava na outra poltrona, resolveu sentar no sofá junto comigo, ficando eu rodeado pelos dois primos...A temperatura tinha caído e foi aí que os dois primos se apertaram contra o meu corpo. O Victor segurou meu braço direito com as mãos dele, e eu aproveitei o movimento que essa nova posição gerou nos três pra passar meu braço esquerdo por cima dos ombros da Susana. Muito antes da Ingrid Bergman entrar noNo Rick’s Café, Marta já estava cochilando. Quando percebi, tentei com a mão esquerda acariciar o ombro da Susana, tentando me aproximar devagar dos peitos dela. Ela percebeu minha intenção e se ajeitou de um jeito que facilitou a tarefa. Finalmente consegui enfiar a mão por dentro do decote do vestido dela e cheguei com a ponta dos dedos a acariciar o mamilo esquerdo. O Víctor soltou a mão direita e, como se fosse em câmera lenta, foi descendo até apoiar no meu volume. A Susana percebeu o que tava rolando e, aí, alegando que tava com frio, pegou o cobertor que tava preparado pra minha futura e improvisada cama e colocou por cima das nossas saias, cobrindo a todos até os ombros…
Enquanto na TV os franceses cantavam A Marselhesa, os primos tentaram desesperadamente pegar na minha rola. A Susana conseguiu primeiro, e o Víctor fulminou ela com o olhar. Ela não ligou. Eu, pra acalmar um pouco, peguei a boca do Víctor e ele se deixou beijar. Era muito louco o que tava rolando. Marta dormindo, eu e o Víctor numa sessão de beijos de língua enquanto, já sem nenhum disfarce, eu acariciava os dois peitos da Susana, e ela tinha tirado minha rola do esconderijo e tava me fazendo uma puta punheta gostosa…
Perdemos a noção do tempo. O Bogart e o Capitão Renault já tinham se despedido do casal de apaixonados que ia partir de avião, e no sofá a gente já tinha trocado de posição. Larguei os lábios do Víctor e, afrouxando o zíper do vestido da Susana, consegui pegar nos peitos dela, que beijei e chupei com loucura e frenesi. Finalmente o Víctor conseguiu pegar na minha rola e, sem se importar com nada, começou a chupar ela com desespero. Quanto mais dura ele deixava, mais tesão eu ficava e mais eu chupava os peitos da prima dele. Alternava entre um mamilo e outro, e as auréolas tinham dilatado, as pontas estavam bem durinhas e eriçadas. Resolvi enfiar a mão na buceta da Susana, e a calcinha dela tava encharcada, puxei ela pro lado… direita e enfiei dois dedos dentro dela e comecei a penetrá-la…
Víctor, ela tava me chupando. Eu masturbava ela e chupava os peitos da Susana. E a Marta dormia. O filme tinha acabado. Susana explode e goza abundantemente enquanto eu encho a boca do Víctor de porra. Ele, triunfante, abre a boca e mostra pra prima o troféu conquistado e engole toda a porra. Susana joga o cobertor no chão, mostra a buceta encharcada pro Víctor e aponta pra minha mão banhada nos sucos dela. Tava claro que os oponentes tinham se declarado guerra. Eu proponho…- “Os dois me excitam igualmente. Adoraria ficar com vocês dois ao mesmo tempo... Por que não conversamos isso como gente civilizada…?”
Não houve resposta, já que Marta acordou e, percebendo que o filme tinha acabado e o quanto a madrugada já estava avançada, ordenou…- "Vamos todos dormir, mas antes me ajudem a preparar o lugar onde nosso convidado vai dormir...
Eram quase duas da manhã de domingo e a casa tava em silêncio. Eu, deitado no sofá da sala, tentava pegar no sono. Pra não amassar a roupa, tava só de cueca pra dormir. Tava difícil descansar porque não conseguia parar de pensar em tudo que tinha rolado há pouco tempo. Adorava como o Víctor me chupava, mas me fascinavam aqueles peitos lindos da Susana e, principalmente, a buceta melada dela. Quase tava dormindo quando ouço a porta de um dos quartos abrir. Era a Susana indo pro banheiro. Quando acendeu a luz, o contraluz me deu um espetáculo maravilhoso. A silhueta linda dela, com curvas quase perfeitas, se destacava dentro da camisola de alças e saia bem curtinha. Meu pau endureceu. Ela saiu do banheiro e nossos olhares se encontraram sem jeito. Ela apagou a luz, chegou perto de mim e fala…- "Você me enlouquece, quero que me coma...
- “Agora…?”
Não, a gente decide onde e quando depois… Só quero provar a porra do teu pau...
Apoio a mão direita dela no meu pau e ela me ofereceu os lábios, que beijei com paixão, e nossas línguas se procuravam uma e outra vez. Ela sentiu meu pau duro e começou uma punheta suave até decidir que era hora de provar o gosto do meu pau. Me dá um último beijo e se joga no meu pau, que desaparece dentro da boca dela. Como ela chupava bem, dava pra ver que não era a primeira vez que fazia isso. Na verdade, era claramente uma expert, eu não tinha me enganado ao imaginar que a boca dela era uma chupadora de pica de dar medo. Depois de alguns minutos, aviso que estou prestes a gozar, e ela responde...Me dá tudo... Quero provar o gosto da sua porra... Quero esvaziar suas bolas...
Gozei pra caralho com dois jatos violentos que foram direto na garganta dela. Ela engoliu como conseguiu e continuou chupando a pica até deixar ela limpa e brilhando. Ela me beija como despedida e me diz…- "Até amanhã, meu amor... Descansa e sonha comigo... Amanhã a gente vê como fazer pra tua pica enterrar na minha buceta...
Adormeci pensando nela.
Acostumado a acordar cedo, acordei umas oito da manhã e percebi que a Marta tava na cozinha. Tomei um chimarrão com ela e lá pelas nove entra a Susana, com cara de sono. Com o cabelo bagunçado e sem maquiagem, era uma mulher lindíssima. Tomou uns mates com a gente e foi pro banheiro se arrumar. Bateu dez da manhã e avisei as duas…Bom… vou indo nessa... Muito obrigado por tudo...
- "Espera aí, vou avisar o Víctor pra vocês poderem se despedir..., diz Marta…- "Não enche o saco dele, deixa ele descansar... Se for o caso, ligo pra ele à tarde...
- "A propósito, por que você não deixa o número do telefone da sua casa pra gente...? Digo, pra qualquer coisa que precisar...—, Susana comenta com muita malícia no olhar…
Marta se irrita com ela pela ousadia e eu intervinho…Não é nenhum abuso... A Susana tem razão, se precisarem me ligar, fiquem à vontade... Só o Victor tem meu número, e assim todo mundo consegue se comunicar...
Susana sorria em sinal de triunfo. Anotam meu número, dou um beijo na bochecha da Marta e a Susana me acompanha até a calçada. A gente troca um beijo lindo, com muita língua, e ela me diz…- "Quer ser meu namorado...? Desculpa... Meu boy...?
- "E o Víctor...?
- "Não me preocuparia em te dividir com ele… Aliás, acho que seria divertido…
Você me atrai pra caralho, e ele também...
- "Então você poderia ser o namorado das duas... O que você acha…?
Não sei… Nunca passou pela minha cabeça uma parada dessas…
- “Bom… Pensa nisso…”
Nós trocamos um beijo profundo e eu volto andando pra minha casa. As quadras iam passando e eu não parava de pensar na proposta dela. Não me desagradava, mas imaginava futuros problemas. A única coisa que eu tinha certeza era que, a qualquer momento, eu ia comer a Susana. Sem querer, o bode já tava caindo na armadilha.Continua em "Victor, o futuro médico - 6ª parte
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Aviso:
Tudo o que está aqui relatado faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da minha vida. Os nomes dos personagens foram propositalmente trocados para proteger os verdadeiros protagonistas dos acontecimentos. É um relato autobiográfico.Acordei naquela quinta-feira e a sudestada ainda tava lá. Com aquela garoa sem fim e o vento sudeste que não deixa usar guarda-chuva direito. Tava com sentimentos misturados. Preocupado e feliz ao mesmo tempo. Fazia só uma semana que, tecnicamente, eu era solteiro, sem namorada há uns meses, e de repente, sem querer, parecia que tinha dois "ficantes" de sexos diferentes, que eram primos entre si. Ontem consegui ver a bunda redonda e lisinha do Víctor, que me deixava obcecado, mas ao mesmo tempo os peitos redondos, grandes e empinados da Susana me bagunçavam...
Aquela manhã chuvosa toda tentei estudar em vão. Minha mente ficava imaginando como, quando e de que jeito eu poderia transar com os dois. Não ligava pra qual deles primeiro. Não tava preocupado se seria a bunda do Víctor ou a buceta da Susana que receberia meu pau primeiro. Tava quase certo que, mais cedo ou mais tarde, ia conseguir os dois objetivos...
A sudestada não dava trégua e o Maldonado tinha transbordado de madrugada naquele dia. As imagens que passavam na TV, sem serem perigosas, eram preocupantes, porque anunciavam que o pico da cheia ia rolar naquela mesma tarde e que a tempestade só ia passar lá pro fim da tarde ou noite de sexta. Naquele dia, pra conseguir chegar na faculdade, tive que pegar dois ônibus e, claro, cheguei atrasado, igual a vários dos meus colegas...
No dia seguinte, sexta-feira, lá pelas duas da tarde, recebo um telefonema. Era o Víctor...- "Oi, Eduardo…? É o Victor…
- "E aí…? Como a enchente tá tratando vocês…?
- "Por sorte até onde a gente tá não chegou, e pelo que os vizinhos tão falando, não precisamos nos preocupar porque nossa esquina é um metro mais alta que a esquina da avenida...
- “Ainda bem. E qual é o motivo da sua ligação…?”
- “Primeiro, te avisar que tô com saudade da sua pica gostosa dentro da minha boca e quero sentir o gosto dela de novo... E segundo, e é isso que quero te pedir, sei que minha tia falou que no sábado te espera às nove da noite...”
Sim… Vou estar lá nesse horário... Qual é o assunto, então…?
- "É que eu queria que você chegasse um pouco mais cedo, pra gente ficar junto mais tempo e sozinho no meu quarto, até minha prima chegar do trampo... A chuva me fez sentir falta de você...
- "Tá bom, vou chegar mais cedo… Que horas você acha…?
- "Você pode às oito…?
- “Beleza, vou chegar nesse horário...”
A tempestade acabou no meio da tarde. Mais um dia complicado pra pegar ônibus, mas consegui como sempre na linha 29. Na faculdade, por causa de tantas horas de chuva sem parar, todas as quadras e áreas esportivas descobertas estavam impossíveis de usar. Muitas matérias foram dadas dentro das salas. Os professores aproveitaram pra revisar a fundo os regulamentos dos vários esportes…
Finalmente chegou o sábado e, depois de vários dias, deu pra ver o sol de novo. Lá pelas seis da tarde, tomei conta do banheiro e tomei um banho revigorante. Me perfumei e me barbeei, tentando ficar o mais arrumado possível. Precisava impressionar a tia Marta e ficar ligado no que pudesse rolar com a prima Susana, sem deixar o Víctor de lado. Me vesti com uma cueca slip vermelha que era mais justa que as outras e marcava obscenamente o volume. Coloquei uma camisa rosa-claro de manga comprida, aberta nos dois primeiros botões, arregaçada até a metade dos antebraços, e uma calça social preta. Meias pretas e um par de mocassins recém-engraxados, também pretos. Pra garantir, caso esfriasse, joguei um suéter azul bem clarinho sobre os ombros…
Faltando quinze pras oito, me despedi da minha família, deixando claro que, se precisasse, ligaria. Oito horas em ponto, tava tocando a campainha na casa do Víctor. Quem abre a porta é a Marta e já me elogia…Não sabia que você era tão gostoso... Como uma pessoa muda quando está de roupa esportiva pra quando se veste pra sair...
Vesti a primeira coisa que achei no guarda-roupa...respondi na esportiva e contra-ataquei…— "Mas você, Marta, tá uma deusa com esse vestido florido...
Não fica de papinho e passa... E já te falei que pode me tratar por 'você'...
- "Tá bom… Você tá uma gostosa, Marta…
Brincando e trocando elogios um com o outro, fomos pra sala de jantar e a Marta chama o Víctor pra descer, avisando que eu já tinha chegado. Ele aparece vestido quase igual a mim, a diferença é que a camisa dele era azul clara. Ele me beija na bochecha e a Marta avisa que o jantar não vai ficar pronto até a Susana chegar do trabalho lá pelas nove, e completa num tom safado…- “Eu vou seguir com a minha vida... Vocês ‘façam suas coisas’ que eu não vou encher o saco...”
O rosto do Victor se iluminou, mas eu fiquei vermelho que nem um tomate. O Victor rapidamente me arrastou pro quarto dele e, assim que fechou a porta, me deitou na cama dele e se jogou em cima de mim pra me beijar e me abraçar. Ele quis me despir, mas eu não deixei...- "Qual é o seu problema, não vai me deixar aproveitar essa sua pica…?
Sim, mas não queria que a gente sujasse nossas roupas...
- "Deixa eu te despir, então...
- "Vamos deixar pra depois… O comentário da Marta me deixou meio desconfortável… E mesmo que ela não nos atrapalhe, ela vai nos ouvir… Nunca ninguém me disse tão abertamente pra fazer o que eu quisesse, e muito menos na própria casa dela…
- "E o que é que você queria…?
Você sabe muito bem o que eu quero... Queria poder te desvirginar, mas acho que essa não é a hora...
- "Se me der um pouquinho de porra, talvez eu deixe você brincar um pouquinho com a minha bunda...
Meu pau endureceu ao ouvir uma proposta dessas. Abri o zíper da minha calça e, brandindo o pau como se fosse uma espada, convidei ele pra me chupar e tirar toda a porra que pudesse. Ele se ajoelhou na minha frente e me deu um dos melhores boquetes de que me lembro. Acho que o fato de estarmos bem vestidos deixou tudo ainda mais sacana. Gozei pra caralho dentro da boca dele e ele, como sempre, não desperdiçou nada. Continuou me chupando e eu aproveitei pra puxar a calça e a cueca dele até o chão e tentar enfiar um dedo no cu dele. Quando ele percebeu o que eu queria, soltou meu pau, apoiou as mãos na mesa e me ofereceu o cu inteiro como nunca antes, e me diz…Mete os dedos e a língua, mas o teu pau que me desvirge só num outro momento mais íntimo... Tá bom…?
Com um beijo na boca, deixei claro que respeitaria o trato que ela tava me propondo, sabia que tava cada vez mais perto do objetivo. Me ajoelhei na frente da bunda dela e comecei, primeiro com o dedo indicador e depois adicionando o dedo médio, até finalmente colocar o anular; a explorar o esfíncter dela pra relaxar e conseguir uma dilataçãozinha. Depois de alguns minutos, percebi que meus dedos já entravam e saíam com mais facilidade. Víctor começou a gemer igual uma puta no cio, pedia mais, mais e mais, e eu acelerava o ritmo conforme os pedidos dela. Num certo momento, ela me implora...- "Enterra tua língua em mim, por favor...
Não me fiz de rogado. Com minha língua explorei a bunda dela já bem dilatada, a ponto da ponta dela entrar no cu dela. Meu pau tava explodindo de novo. Por vários minutos alternei meus dedos e minha língua. Cada vez ela gemia mais. Cheguei a tampar a boca dela pra Marta não ouvir os quase uivos. Falo pra ela...- "Não vou te penetrar, mas deixa eu encostar meu pau na sua bunda...
Ela vira a cabeça por cima do ombro, me encara e busca no fundo do meu olhar se existia algum pingo de mentira no que eu dizia. Com um sorriso, me dá a entender que ia me deixar fazer o que eu quisesse. Apoio a ponta da pica na bunda dela e esfrego o tronco inteiro da minha pica por cima da rachadura dos dois glúteos, subindo e descendo como se fosse uma punheta. Cada vez mais excitados os dois, ela continuava pedindo mais, mais e mais. É aí que decido colocar minha pica por baixo da virilha dela para esfregar minha cabeça contra o períneo dela e bater nas minhas investidas contra as bolas dela. Ela implora...- “Continua me ‘comendo’ assim, que pressionando teu pau contra minha próstata vou gozar gostoso…”
Acelera o ritmo das minhas estocadas e nós dois gozamos ao mesmo tempo. Ele em cima da mesa e eu banhando com meu leite todas as bolas dele. Nos fundimos num beijo de língua até nossos paus ficarem dormentes. Com a toalha que ele tinha usado pra se lavar, limpou da melhor forma que pôde a bagunça que a gente tinha feito. Nos vestimos e descemos porque a qualquer momento a Susana chegaria e a janta começaria...
Susana chegou, tão gostosa quanto eu tinha visto da outra vez, e nos elogiamos mutualmente. Nos "comíamos" com os olhos. Nós dois sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, alguma coisa ia rolar entre a gente...
Susana se higienizou enquanto eu e o Víctor ajudávamos a pôr a mesa. A Marta e o Víctor sentaram nas cabeceiras, a Susana no lado do quintal e eu no lado dos quartos. A janta foi uma carne assada com batatas e batatas-doces no forno, acompanhada de uma salada de tomate e alface. Todo mundo bebeu vinho tinto, que as mulheres cortaram com soda...
A conversa foi agradável, o que me ajudou a relaxar e ganhar confiança com as mulheres. Falamos dos meus estudos, minha família, meu futuro. O Víctor passou a noite me elogiando na frente das mulheres, pra elas notarem como a gente se dava bem. A Susana comentou coisas do trabalho dela, dava pra ver que ela tava interessada em que eu, especialmente, soubesse dos horários disponíveis dela. Ela passou a noite me paquerando e toda vez que eu levantava o olhar e cruzava com o dela, ela me mandava um beijo ou mordia o lábio inferior, tentando que só eu percebesse, e principalmente que o Víctor não notasse...
A Marta conversou sobre a viuvez dela, sentia falta dos anos no Chile, detestava a ditadura, e que gostaria de ter um homem do lado mas sabia que eles (a Susana e o Víctor) não concordavam muito. Aí começou uma troca entre os três onde parecia ficar claro que, enquanto a Marta queria um relacionamento estável e bem formal, os primos sugeriam que ela arrumasse um amante e, principalmente, a filha sugeria um homem "com cama pra fora"...
Assim foi o jantar e as horas foram passando. Eu tava preocupado com o aviso dos meus pais sobre o horário de acabar e voltar pra casa de madrugada. Marta percebeu isso e me perguntou o que tava rolando. Eu falei...- "Já passou da meia-noite e meus pais devem estar muito preocupados com minha volta de madrugada… Acontece coisa demais durante a noite nessa ditadura…
- "É, igualzinho com o Pinochet... Por que você não fica pra dormir e avisa seus pais pra deixar eles tranquilos…?
— "Não queria incomodar...
Os três brigavam pra me convencer a ficar aquela noite. Não dava pra enfrentar três, então no fim liguei pra casa e avisei que ia dormir por lá. Dava pra ver no olhar do Víctor e, principalmente, no da Susana, que alguma coisa ia rolar naquela noite com um deles, ou talvez com os dois. Perguntei qual seria meu lugar pra dormir e a Marta fala…— Vou arrumar uns cobertores pra você no sofá da sala, mas ainda é muito cedo... Vou servir a sobremesa e depois a gente vê um pouco de televisão...
Ninguém se opôs e, depois de um bolo caseiro que a Marta tinha feito, ajudamos a levantar a mesa todo mundo, lavamos a louça e sentamos pra ver um filme na TV. A Susana procurou nos canais da madrugada e achou "Casablanca". Todo mundo concordou. Eu e o Victor sentados no sofá, e a Marta sentada na poltrona do lado direito. A Susana, que antes de chegar perto da TV estava na outra poltrona, resolveu sentar no sofá junto comigo, ficando eu rodeado pelos dois primos...A temperatura tinha caído e foi aí que os dois primos se apertaram contra o meu corpo. O Victor segurou meu braço direito com as mãos dele, e eu aproveitei o movimento que essa nova posição gerou nos três pra passar meu braço esquerdo por cima dos ombros da Susana. Muito antes da Ingrid Bergman entrar noNo Rick’s Café, Marta já estava cochilando. Quando percebi, tentei com a mão esquerda acariciar o ombro da Susana, tentando me aproximar devagar dos peitos dela. Ela percebeu minha intenção e se ajeitou de um jeito que facilitou a tarefa. Finalmente consegui enfiar a mão por dentro do decote do vestido dela e cheguei com a ponta dos dedos a acariciar o mamilo esquerdo. O Víctor soltou a mão direita e, como se fosse em câmera lenta, foi descendo até apoiar no meu volume. A Susana percebeu o que tava rolando e, aí, alegando que tava com frio, pegou o cobertor que tava preparado pra minha futura e improvisada cama e colocou por cima das nossas saias, cobrindo a todos até os ombros…
Enquanto na TV os franceses cantavam A Marselhesa, os primos tentaram desesperadamente pegar na minha rola. A Susana conseguiu primeiro, e o Víctor fulminou ela com o olhar. Ela não ligou. Eu, pra acalmar um pouco, peguei a boca do Víctor e ele se deixou beijar. Era muito louco o que tava rolando. Marta dormindo, eu e o Víctor numa sessão de beijos de língua enquanto, já sem nenhum disfarce, eu acariciava os dois peitos da Susana, e ela tinha tirado minha rola do esconderijo e tava me fazendo uma puta punheta gostosa…
Perdemos a noção do tempo. O Bogart e o Capitão Renault já tinham se despedido do casal de apaixonados que ia partir de avião, e no sofá a gente já tinha trocado de posição. Larguei os lábios do Víctor e, afrouxando o zíper do vestido da Susana, consegui pegar nos peitos dela, que beijei e chupei com loucura e frenesi. Finalmente o Víctor conseguiu pegar na minha rola e, sem se importar com nada, começou a chupar ela com desespero. Quanto mais dura ele deixava, mais tesão eu ficava e mais eu chupava os peitos da prima dele. Alternava entre um mamilo e outro, e as auréolas tinham dilatado, as pontas estavam bem durinhas e eriçadas. Resolvi enfiar a mão na buceta da Susana, e a calcinha dela tava encharcada, puxei ela pro lado… direita e enfiei dois dedos dentro dela e comecei a penetrá-la…
Víctor, ela tava me chupando. Eu masturbava ela e chupava os peitos da Susana. E a Marta dormia. O filme tinha acabado. Susana explode e goza abundantemente enquanto eu encho a boca do Víctor de porra. Ele, triunfante, abre a boca e mostra pra prima o troféu conquistado e engole toda a porra. Susana joga o cobertor no chão, mostra a buceta encharcada pro Víctor e aponta pra minha mão banhada nos sucos dela. Tava claro que os oponentes tinham se declarado guerra. Eu proponho…- “Os dois me excitam igualmente. Adoraria ficar com vocês dois ao mesmo tempo... Por que não conversamos isso como gente civilizada…?”
Não houve resposta, já que Marta acordou e, percebendo que o filme tinha acabado e o quanto a madrugada já estava avançada, ordenou…- "Vamos todos dormir, mas antes me ajudem a preparar o lugar onde nosso convidado vai dormir...
Eram quase duas da manhã de domingo e a casa tava em silêncio. Eu, deitado no sofá da sala, tentava pegar no sono. Pra não amassar a roupa, tava só de cueca pra dormir. Tava difícil descansar porque não conseguia parar de pensar em tudo que tinha rolado há pouco tempo. Adorava como o Víctor me chupava, mas me fascinavam aqueles peitos lindos da Susana e, principalmente, a buceta melada dela. Quase tava dormindo quando ouço a porta de um dos quartos abrir. Era a Susana indo pro banheiro. Quando acendeu a luz, o contraluz me deu um espetáculo maravilhoso. A silhueta linda dela, com curvas quase perfeitas, se destacava dentro da camisola de alças e saia bem curtinha. Meu pau endureceu. Ela saiu do banheiro e nossos olhares se encontraram sem jeito. Ela apagou a luz, chegou perto de mim e fala…- "Você me enlouquece, quero que me coma...
- “Agora…?”
Não, a gente decide onde e quando depois… Só quero provar a porra do teu pau...
Apoio a mão direita dela no meu pau e ela me ofereceu os lábios, que beijei com paixão, e nossas línguas se procuravam uma e outra vez. Ela sentiu meu pau duro e começou uma punheta suave até decidir que era hora de provar o gosto do meu pau. Me dá um último beijo e se joga no meu pau, que desaparece dentro da boca dela. Como ela chupava bem, dava pra ver que não era a primeira vez que fazia isso. Na verdade, era claramente uma expert, eu não tinha me enganado ao imaginar que a boca dela era uma chupadora de pica de dar medo. Depois de alguns minutos, aviso que estou prestes a gozar, e ela responde...Me dá tudo... Quero provar o gosto da sua porra... Quero esvaziar suas bolas...
Gozei pra caralho com dois jatos violentos que foram direto na garganta dela. Ela engoliu como conseguiu e continuou chupando a pica até deixar ela limpa e brilhando. Ela me beija como despedida e me diz…- "Até amanhã, meu amor... Descansa e sonha comigo... Amanhã a gente vê como fazer pra tua pica enterrar na minha buceta...
Adormeci pensando nela.
Acostumado a acordar cedo, acordei umas oito da manhã e percebi que a Marta tava na cozinha. Tomei um chimarrão com ela e lá pelas nove entra a Susana, com cara de sono. Com o cabelo bagunçado e sem maquiagem, era uma mulher lindíssima. Tomou uns mates com a gente e foi pro banheiro se arrumar. Bateu dez da manhã e avisei as duas…Bom… vou indo nessa... Muito obrigado por tudo...
- "Espera aí, vou avisar o Víctor pra vocês poderem se despedir..., diz Marta…- "Não enche o saco dele, deixa ele descansar... Se for o caso, ligo pra ele à tarde...
- "A propósito, por que você não deixa o número do telefone da sua casa pra gente...? Digo, pra qualquer coisa que precisar...—, Susana comenta com muita malícia no olhar…
Marta se irrita com ela pela ousadia e eu intervinho…Não é nenhum abuso... A Susana tem razão, se precisarem me ligar, fiquem à vontade... Só o Victor tem meu número, e assim todo mundo consegue se comunicar...
Susana sorria em sinal de triunfo. Anotam meu número, dou um beijo na bochecha da Marta e a Susana me acompanha até a calçada. A gente troca um beijo lindo, com muita língua, e ela me diz…- "Quer ser meu namorado...? Desculpa... Meu boy...?
- "E o Víctor...?
- "Não me preocuparia em te dividir com ele… Aliás, acho que seria divertido…
Você me atrai pra caralho, e ele também...
- "Então você poderia ser o namorado das duas... O que você acha…?
Não sei… Nunca passou pela minha cabeça uma parada dessas…
- “Bom… Pensa nisso…”
Nós trocamos um beijo profundo e eu volto andando pra minha casa. As quadras iam passando e eu não parava de pensar na proposta dela. Não me desagradava, mas imaginava futuros problemas. A única coisa que eu tinha certeza era que, a qualquer momento, eu ia comer a Susana. Sem querer, o bode já tava caindo na armadilha.Continua em "Victor, o futuro médico - 6ª parte
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