Antes de mais nada, quero dizer que isso é uma transcrição de um relato que tá bombando nas redes, caso não tenham lido, vou passar aqui. Se interessar e gostarem, me peçam, porque não é curto, é devagar mas escrito de forma magistral, morbidão ao máximo, espero comentários.
Pra contar isso, tenho que voltar a um dia em que eu tava jantando com minha namorada num terraço. Fazia quatro dias que não via ela, porque ela tinha viajado pra um treinamento que fazia de vez em quando pelo trabalho. De resto, era uma noite qualquer, sem nada de especial, até que de repente apareceram uns caras de terno e chegaram perto pra falar com ela. Na hora percebi que eram colegas do escritório de advocacia da minha namorada.
Foram super educados e formais, como se tivesse uma barreira que marcava mais coleguismo do que amizade. Mas, sim, com muita vontade de agradar, acho que aquela vontade típica quando se tá perto de uma mina bonitona, como é a Maria: traços bem agradáveis, corpo bonito, sorrisão... uma bunda não muito grande, mas que de salto fica bem potente, e uns peitos médios pra grandes que ela sempre tenta disfarçar mais do que exibir. Tava há quatro anos namorando e morávamos juntos.
Não foi mais que uma conversa de um minuto, mas teve um cara, o mais quieto, que me chamou a atenção. Ele era bem moreno pra época do ano, tinha uma barbinha e olhos claros; parecia um tipo de advogado, mas surfista nos tempos livres. Ou tinha ido pra neve. Algo assim. Também parecia um pouco mais novo que a gente, uns 28 anos, contra meus 35 e os 34 da minha namorada. Eles se despediram na hora e eu perguntei pra Maria:
— E aquele gostoso ali?
— Quem?
— O moreno de barbinha.
— O Edu? Gostoso aquele?
— Ué, sim, não?
— Cara, gostoso não tem nenhum. Sei lá. Mais um do escritório.
A conversa parou por aí e não pensei mais naquilo nem naquele cara até que... Noite. E não é que eu pensava nele por vontade própria, mas sim que sonhei com ele e minha namorada. Sonhei algo surreal, que não conseguia lembrar direito, mas era mais ou menos assim: ele realmente se aproximava para nos cumprimentar enquanto jantávamos, mas no final sentava com a gente e, a partir daquele exato momento, eu sumia da face da terra para minha namorada, que só tinha olhos para ele. A conversa era só entre os dois, assim como os olhares primeiro, e depois eles se pegavam pelas mãos... eu continuava comendo e olhando para eles até que se beijavam na minha frente, como se eu não existisse, e acabavam indo embora os dois sozinhos.
Acordei com uma sensação estranhíssima, como um sonho especialmente intenso. Lembrava que no sonho não senti ciúmes, nem muita excitação, mas sim expectativa e uma certa humilhação. Não dei mais importância.
Na manhã seguinte, sexta-feira, Maria foi trabalhar e eu fiquei em casa, como era de costume nos últimos meses, já que não tinham renovado meu contrato no final, então eu estava desempregado, mas achava que seria passageiro, porque com experiência profissional, faculdade e mestrado esperava encontrar algo mais cedo ou mais tarde. Meus dias consistiam em malhar, mandar currículos e fazer entrevistas de emprego.
Estava pesquisando na internet sobre uma empresa interessante, quando entrei numa rede social e procurei nos amigos da minha namorada para ver se ela tinha adicionado os colegas de escritório, mas só vi um, com quem ela tinha mais contato. Era inegável que aquele moreno me despertava uma certa curiosidade, mas eu não o tinha adicionado. Ele tinha um magnetismo estranho e eu ainda tinha bem fresco o sonho e aquele sentimento de humilhação de ver minha namorada me ignorando no começo e depois se beijando com ele.
Um pouco mais tarde, sem ser muito fã de pornô na internet, me vi navegando por esse tipo de site, como um dano colateral de passar muito tempo na internet, que sempre acaba deixando a gente entediado e onde não devia. Acabei me jogando no sofá e, entediado com vídeos que não me diziam nada, e com aquele cara e o sonho ainda na minha cabeça, comecei a me masturbar pensando no sonho. Nunca, jamais, tinha pensado ou fantasiado com a ideia da minha namorada com outro homem, mas quando me dei conta, tinha meu pau duro como um mastro, imaginando não só que eles se beijavam na minha frente, mas que iam para nossa casa, eu com eles como se fosse invisível.
Imaginei que eles se despiam, que aquele cara chupava os peitos da minha namorada, devorava os mamilos dela na minha presença e que Maria, pela primeira vez, parecia me pedir permissão com o olhar para continuar.
Eu cruzava o olhar com ela e, sem responder nada, ela acabava se ajoelhando na frente dele, me dando as costas, e foi só imaginar o vai e vem da cabeça de Maria no pau daquele cara que comecei a gozar como um louco em cima da minha barriga. Enquanto gozava, imaginava o cara levando a mão na cabeça de Maria, marcando o ritmo do boquete, enquanto aquele filho da puta me olhava e sorria... acho que jorrei pelo menos seis vezes em mim enquanto imaginava aquilo.
Assim que terminei meu orgasmo, fiquei exausto e me senti meio culpado. Não fazia ideia da caixa de pandora que tinha acabado de abrir com aquela masturbação absurda de meio da manhã.
.................................................................................
Claro que não contei nada para minha namorada sobre o que aconteceu, aquilo ficaria entre minha imaginação e eu.
No dia seguinte, saí depois do jantar para tomar umas cervejas com uns amigos. A coisa foi saindo do controle e cheguei em casa de madrugada e meio bêbado. Entrei na cama com vontade de putaria, mas minha namorada, logicamente, já dormia profundamente. Ela não é do tipo que está sempre disponível, então não quis forçar a barra, porque sabia que ela não ia querer. Fiquei um tempão na cama, acordado, até que me levantei e fui para a sala, peguei o notebook.
Olhei meu e-mail e quando Eu ia entrar nas redes sociais e vi que a sessão da Maria tava aberta. Estranhei um pouco porque ela quase não usa, mas devia estar muito entediada naquela noite. O caso é que, não sei por que, comecei a procurar o tal do Edu. Através do amigo da Maria que ela tinha adicionado, logo achei ele, mas o perfil tava bem fechado e só dava pra ver a foto principal.
Talvez fossem as cervejas, mas sem pensar duas vezes, mandei uma solicitação de amizade. Pensei que ela nem ia saber e, mesmo que soubesse, não era nada demais. Tava curioso pra saber mais sobre aquele cara e não pensei muito.
Não rolou nada de mais nos dias seguintes. Aquela punheta tinha ficado como um caso isolado e eu quase esqueci completamente daquela solicitação de amizade. Até quinta-feira, quando o pessoal do escritório da minha namorada costuma sair pra tomar um depois do trabalho. A Maria chegou em casa umas onze da noite puta da vida.
— Dá pra saber por que você usou minha conta do Face****?
— Eu? Conta de quê?
— Como assim de quê? Você não tem ideia da vergonha que acabei de passar.
Eu tinha esquecido tanto do assunto que não sabia nem como reagir nem o que falar. Mas não achava tão grave assim.
— Vergonha por quê?
— Porque aquele moleque soltou na frente de todo mundo: "hmm... você não fala comigo no escritório e me manda solicitação de amizade na rede...?" Imagina a minha cara.
— Ah, mulher, não é pra tanto.
— Mas o que deu em você com ele?
— Não deu nada, queria dar uma fofocada sobre ele. E ele não tinha te aceitado esse tempo todo?
— Você é maluco. Falei que não sabia do que ele tava falando... e ele pegou o celular, mostrou na frente de todo mundo e apertou "aceitar". Devo ter ficado vermelha que nem um tomate.
Eu, sinceramente, não via tanta importância nisso. Achava uma exageração meio infantil daquela panelinha de yuppies.
— Ah, Maria, pelo amor de Deus... que besteira.
— Besteira pra você. Olha — ela disse abrindo o notebook, e logo já tinha logado. — Porra, olha só, tenho aqui umas 40 amigos e agora ele, que não pinta nada. Além do mais, esse aí eu conheço e já deve estar achando que eu gosto dele ou algo assim.
— Como assim você conhece ele? Você não disse que não tinha contato com ele?
— Claro que não tenho contato com ele, mas dá pra ver de longe que ele se acha, e agora vou ter que aturar ele todo metido cada vez que cruzar com ele.
A conversa seguiu por aí até que ela desviou o assunto pro outro ponto, e era que porra eu me importava com o garoto. Eu disse que nada, que estava entediada e pedi amizade sem pensar. Ela não acreditou de vez, mas não aprofundou muito.
Na manhã seguinte, não demorei pra pegar o notebook e dar uma investigada na vida daquele cara. Também não tinha muito mais vida que a Maria. Tinha umas fotos na praia... na montanha... na neve... parecia que se achava o aventureiro e esportista. O álbum que tinha mais fotos era um da Tailândia, de boné e regata, comendo comidas estranhas; não conhecia ele de nada, mas já me dava a sensação de que essa viagem não podia faltar... combinava com ele.
Também vi outro álbum, sem nome, onde tinha uma foto da galera do escritório num terraço, tomando cervejas, e deduzi que seria de alguma quinta-feira não muito distante. Na foto apareciam umas 8 pessoas e uma delas era a Maria, que estava bem longe dele, naquelas duas mesas que tinham juntado. Meus olhos iam pra Maria num canto da foto e pra ele no outro... E depois de novo... e de novo... não entendia o que tava rolando comigo, mas quando me dei conta, tinha meu pau na mão... olhava pra eles... imaginava que estavam se pegando... imaginava que a Maria achava ele gostoso mesmo... Comecei a bater uma imaginando de novo que eles vinham em casa e começavam a foder no sofá onde eu estava sentada, na minha presença, precisava que fosse na minha presença pra me excitar de verdade. Gozei de novo abundantemente na minha barriga, imaginando ele comendo ela, e ela, no começo, me olhava enquanto ele a penetrava, mas no final ela não conseguia nem olhar de tanto prazer, fechando os olhos e aproveitando a foda que aquele cara dava nela.
Durante uns minutos me senti meio culpado, mas uma hora depois já tava pensando em como puxar o assunto com a Maria, como forçar um encontro entre nós três... Alguma coisa, eu tinha que pensar em algo. Não é que eu quisesse que aquele metido a besta comesse minha namorada, longe disso, até porque ela não ia querer nem de brincadeira, mas eu queria tocar no assunto com ela ou que a coisa evoluísse pra algo.
Duas horas depois, a Maria me mandou mensagem no celular:
– Vou te matar... Tive uma reunião com o Edu e ele ficou me olhando como se eu fosse uma adolescente suspirando por ele.
– Que exagerada.
– Juro, que desconforto, porra...
– Então entra na onda, deixa ele acreditar e depois você ri da cara dele.
– Ah, tá, e ainda por cima me enche o saco.
.......................................................................................
Quando a Maria voltou do trabalho, não falou nada sobre o que aconteceu. Ela chegou meio bitolada com outro assunto, do trabalho, que pra mim não importava muito, mas parecia ter tomado conta dela a ponto de esquecer o lance do Edu.
Eu já tava começando a pensar seriamente que porra de buceta tava me dando, já tinha batido duas punhetas pensando naquele cara com a minha mina.
Era sexta-feira, tínhamos o fim de semana inteiro pela frente, e eu tava com um tesão danado. A real é que, com outras parceiras, com o tempo eu e a mina perdíamos um pouco a vontade de transar, mas com a Maria já fazia 4 anos e os dois mantinham o desejo como se fosse só 4 meses. Não é que a gente fodesse todo dia, mas sim com muita frequência e com paixão de adolescente.
Naquela sexta, fui com a Maria ao cinema e depois fomos jantar. Mesmo eu estando desempregado na época, a gente não tinha problema de grana nenhum, ela ganhava bem e eu tinha uma boa reserva. Talvez eu estivesse especialmente tarado ou fosse aquela parada que eu falava de a gente manter a paixão, que aos poucos, durante o jantar, a gente cada vez mais se inclinava pra frente e se beijava.
Surgiu o assunto de como a gente tinha sorte não só de se amar, mas de se desejar tanto; a gente concordava completamente. A Maria tava de calça jeans e um casaco claro, e eu me arrependi de não ter sugerido que ela vestisse algo mais provocante. Mesmo o casaco sendo meio folgado, dava pra adivinhar bem os peitos dela; entre um beijo e outro, eu já roçava neles disfarçadamente.
Uma coisa que não contei é que eu tinha um pequeno complexo, que fazia eu valorizar ainda mais a Maria continuar me desejando tanto, e é que meu pau não era lá minha melhor arma. Quando a Maria pegava ele com uma mão, já cobria ele inteiro, menos a cabeça... com isso já digo o bastante.
Às vezes eu pensava que me sentia em dívida com ela, mesmo eu me achando bonito de rosto, via que ela tinha uns peitos lindos e imponentes, mas minha arma, meu pau, não tava à altura, como se vestidos a gente enganasse como casal, mas nus ela me desse um banho.
Ligaram pra Maria do trabalho, por causa daquela porra de assunto que tinha deixado ela tão distraída. Foi uma ligação rápida. Quando ela desligou, eu, por ter, mesmo sem querer admitir, aquela porra de assunto na cabeça, me joguei de cabeça:
- Não foi o Edu quem te ligou? - falei com um sorriso.
- Ah, cala a boca... que é de te matar.
- Sério que ele te olha como se você interessasse ele?
- Prefiro não falar sobre isso...
Eu percebia que aquilo era como bater num muro, então resolvi contar meu sonho. Aquele em que o Edu sentava com a gente num terraço, ela esquecia da minha presença, eles se pegavam pelas mãos, se beijavam e acabavam indo embora sozinhos. Ela ouvia curiosa, e ria de vez em quando; soltava uns "cê tá de sacanagem" ou "tá me zuando", sempre entre risadas.
- Nossa, que sonhos você tem... E por sonhar isso, você vai e adiciona ele na minha conta?
- Já te falei que não sei por que fiz isso. fiz.
—Já...
—Então é isso... que você estava com ele... e que nem ligou pra mim, haha.
—Bom, é um sonho.
—Bom... e na realidade... se ele tivesse... sabe... um bom... — Ela conhecia aquele meu pequeno trauma e sacou na hora onde ia dar.
—Haha... você tá maluco... sabe que isso não me importa, o que importa é a pessoa, pode até aquele moleque ter o que for pendurado ali que tanto faz. Além do mais, aquele cara me dá nojo.
—Por quê?
—Sei lá... ele é... meio metidão... esse tipo de gente...
—Você não pode negar que ele é bonito, sabe que pra mim é difícil julgar beleza em homem, mas aquele guri é gostoso.
—Bom, já te falei que pra mim não, não curto nada. Eu gosto é de você.
—Já sei que você gosta de mim, mas isso não impede que outras pessoas te pareçam bonitas.
—Ai... que chato... já te falei que não acho ele bonito, não sei o que mais quer que eu diga.
No fim, a conversa foi mudando de assunto e chegamos em casa. Assim que entramos no quarto, tirei o casaco dela e, antes de tirar o sutiã, ela foi me despindo e a gente se deitou na cama. Eu pelado e ela de lingerie começou a beijar meu peito até chegar no meu pau, começou a lamber, até enfiar tudo na boca. Eu tava no céu, excitadíssimo, tanto que em menos de um minuto tive que pedir pra ela parar pra não gozar. Tirei o sutiã e a calcinha dela e, enquanto lambia os mamilos dela, levei a mão até a buceta dela e vi na hora que ela tava muito excitada.
Não é algo que a gente faça com frequência, talvez uma vez por mês, e é usar um vibrador que a gente guarda na gaveta da mesinha. Depois de beijar os peitos dela e começar a brincar com meu dedo dentro da buceta dela, larguei ela por um momento pra pegar o vibrador.
—Pra quê? — Ela sussurrou. Era engraçado, ela sempre falava isso no começo quando eu pegava, mas no fim curtia pra caralho.
Em segundos, a gente se beijava enquanto eu acariciava a parte de fora da buceta dela com a ponta do vibrador... Aos poucos Fui introduzindo nele, um consolo normal, nada extraordinário, mas ainda assim com dimensões consideravelmente maiores que minha rola. Ela soltou um suspiro quando comecei a deslizar pra dentro dela, até o fundo. Pouco tempo depois, ela mesma enfiava e tirava de dentro da buceta, segurando com as duas mãos, enquanto eu me ajoelhava perto do rosto dela e manobrava pra meter meu pau na boca dela. Eu tava prestes a explodir:
— Tá gostando do que tá enfiando?
— Mmm... Sim...
— Sente como sua buceta vai abrindo?
— Porra... Sim...
Ela respondia sussurrando de olhos fechados, deitada de costas, com aqueles peitões enormes impressionantes... e eu acabei me posicionando de um jeito que metia a rola na boca dela enquanto ela continuava se contorcendo de tesão por enfiar aquilo. Ficamos assim por um tempo, ela virava o rosto e eu fodia a boca dela, e ela continuava buscando o orgasmo com aquele objeto... sem conseguir evitar, comecei a pensar que não era um objeto... era outra rola que tava enchendo ela, e comecei a sentir que ia gozar... ela percebeu e gemeu com meu pau na boca dela, e ao ouvir aquele gemido, comecei a gozar dentro da boca dela... ela acolheu tudo que eu derramei com total firmeza, sem parar de usar o consolo, mas sem chegar a gozar.
Me afastei por um segundo, alucinado com o tesão absurdo que a imagem da Maria invadida por outra rola além da minha me deu. E percebi que meu orgasmo tinha sido inevitável quando coloquei um rosto pra quem tava fodendo ela.
Continua.
Pra contar isso, tenho que voltar a um dia em que eu tava jantando com minha namorada num terraço. Fazia quatro dias que não via ela, porque ela tinha viajado pra um treinamento que fazia de vez em quando pelo trabalho. De resto, era uma noite qualquer, sem nada de especial, até que de repente apareceram uns caras de terno e chegaram perto pra falar com ela. Na hora percebi que eram colegas do escritório de advocacia da minha namorada.
Foram super educados e formais, como se tivesse uma barreira que marcava mais coleguismo do que amizade. Mas, sim, com muita vontade de agradar, acho que aquela vontade típica quando se tá perto de uma mina bonitona, como é a Maria: traços bem agradáveis, corpo bonito, sorrisão... uma bunda não muito grande, mas que de salto fica bem potente, e uns peitos médios pra grandes que ela sempre tenta disfarçar mais do que exibir. Tava há quatro anos namorando e morávamos juntos.
Não foi mais que uma conversa de um minuto, mas teve um cara, o mais quieto, que me chamou a atenção. Ele era bem moreno pra época do ano, tinha uma barbinha e olhos claros; parecia um tipo de advogado, mas surfista nos tempos livres. Ou tinha ido pra neve. Algo assim. Também parecia um pouco mais novo que a gente, uns 28 anos, contra meus 35 e os 34 da minha namorada. Eles se despediram na hora e eu perguntei pra Maria:
— E aquele gostoso ali?
— Quem?
— O moreno de barbinha.
— O Edu? Gostoso aquele?
— Ué, sim, não?
— Cara, gostoso não tem nenhum. Sei lá. Mais um do escritório.
A conversa parou por aí e não pensei mais naquilo nem naquele cara até que... Noite. E não é que eu pensava nele por vontade própria, mas sim que sonhei com ele e minha namorada. Sonhei algo surreal, que não conseguia lembrar direito, mas era mais ou menos assim: ele realmente se aproximava para nos cumprimentar enquanto jantávamos, mas no final sentava com a gente e, a partir daquele exato momento, eu sumia da face da terra para minha namorada, que só tinha olhos para ele. A conversa era só entre os dois, assim como os olhares primeiro, e depois eles se pegavam pelas mãos... eu continuava comendo e olhando para eles até que se beijavam na minha frente, como se eu não existisse, e acabavam indo embora os dois sozinhos.
Acordei com uma sensação estranhíssima, como um sonho especialmente intenso. Lembrava que no sonho não senti ciúmes, nem muita excitação, mas sim expectativa e uma certa humilhação. Não dei mais importância.
Na manhã seguinte, sexta-feira, Maria foi trabalhar e eu fiquei em casa, como era de costume nos últimos meses, já que não tinham renovado meu contrato no final, então eu estava desempregado, mas achava que seria passageiro, porque com experiência profissional, faculdade e mestrado esperava encontrar algo mais cedo ou mais tarde. Meus dias consistiam em malhar, mandar currículos e fazer entrevistas de emprego.
Estava pesquisando na internet sobre uma empresa interessante, quando entrei numa rede social e procurei nos amigos da minha namorada para ver se ela tinha adicionado os colegas de escritório, mas só vi um, com quem ela tinha mais contato. Era inegável que aquele moreno me despertava uma certa curiosidade, mas eu não o tinha adicionado. Ele tinha um magnetismo estranho e eu ainda tinha bem fresco o sonho e aquele sentimento de humilhação de ver minha namorada me ignorando no começo e depois se beijando com ele.
Um pouco mais tarde, sem ser muito fã de pornô na internet, me vi navegando por esse tipo de site, como um dano colateral de passar muito tempo na internet, que sempre acaba deixando a gente entediado e onde não devia. Acabei me jogando no sofá e, entediado com vídeos que não me diziam nada, e com aquele cara e o sonho ainda na minha cabeça, comecei a me masturbar pensando no sonho. Nunca, jamais, tinha pensado ou fantasiado com a ideia da minha namorada com outro homem, mas quando me dei conta, tinha meu pau duro como um mastro, imaginando não só que eles se beijavam na minha frente, mas que iam para nossa casa, eu com eles como se fosse invisível.
Imaginei que eles se despiam, que aquele cara chupava os peitos da minha namorada, devorava os mamilos dela na minha presença e que Maria, pela primeira vez, parecia me pedir permissão com o olhar para continuar.
Eu cruzava o olhar com ela e, sem responder nada, ela acabava se ajoelhando na frente dele, me dando as costas, e foi só imaginar o vai e vem da cabeça de Maria no pau daquele cara que comecei a gozar como um louco em cima da minha barriga. Enquanto gozava, imaginava o cara levando a mão na cabeça de Maria, marcando o ritmo do boquete, enquanto aquele filho da puta me olhava e sorria... acho que jorrei pelo menos seis vezes em mim enquanto imaginava aquilo.
Assim que terminei meu orgasmo, fiquei exausto e me senti meio culpado. Não fazia ideia da caixa de pandora que tinha acabado de abrir com aquela masturbação absurda de meio da manhã.
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Claro que não contei nada para minha namorada sobre o que aconteceu, aquilo ficaria entre minha imaginação e eu.
No dia seguinte, saí depois do jantar para tomar umas cervejas com uns amigos. A coisa foi saindo do controle e cheguei em casa de madrugada e meio bêbado. Entrei na cama com vontade de putaria, mas minha namorada, logicamente, já dormia profundamente. Ela não é do tipo que está sempre disponível, então não quis forçar a barra, porque sabia que ela não ia querer. Fiquei um tempão na cama, acordado, até que me levantei e fui para a sala, peguei o notebook.
Olhei meu e-mail e quando Eu ia entrar nas redes sociais e vi que a sessão da Maria tava aberta. Estranhei um pouco porque ela quase não usa, mas devia estar muito entediada naquela noite. O caso é que, não sei por que, comecei a procurar o tal do Edu. Através do amigo da Maria que ela tinha adicionado, logo achei ele, mas o perfil tava bem fechado e só dava pra ver a foto principal.
Talvez fossem as cervejas, mas sem pensar duas vezes, mandei uma solicitação de amizade. Pensei que ela nem ia saber e, mesmo que soubesse, não era nada demais. Tava curioso pra saber mais sobre aquele cara e não pensei muito.
Não rolou nada de mais nos dias seguintes. Aquela punheta tinha ficado como um caso isolado e eu quase esqueci completamente daquela solicitação de amizade. Até quinta-feira, quando o pessoal do escritório da minha namorada costuma sair pra tomar um depois do trabalho. A Maria chegou em casa umas onze da noite puta da vida.
— Dá pra saber por que você usou minha conta do Face****?
— Eu? Conta de quê?
— Como assim de quê? Você não tem ideia da vergonha que acabei de passar.
Eu tinha esquecido tanto do assunto que não sabia nem como reagir nem o que falar. Mas não achava tão grave assim.
— Vergonha por quê?
— Porque aquele moleque soltou na frente de todo mundo: "hmm... você não fala comigo no escritório e me manda solicitação de amizade na rede...?" Imagina a minha cara.
— Ah, mulher, não é pra tanto.
— Mas o que deu em você com ele?
— Não deu nada, queria dar uma fofocada sobre ele. E ele não tinha te aceitado esse tempo todo?
— Você é maluco. Falei que não sabia do que ele tava falando... e ele pegou o celular, mostrou na frente de todo mundo e apertou "aceitar". Devo ter ficado vermelha que nem um tomate.
Eu, sinceramente, não via tanta importância nisso. Achava uma exageração meio infantil daquela panelinha de yuppies.
— Ah, Maria, pelo amor de Deus... que besteira.
— Besteira pra você. Olha — ela disse abrindo o notebook, e logo já tinha logado. — Porra, olha só, tenho aqui umas 40 amigos e agora ele, que não pinta nada. Além do mais, esse aí eu conheço e já deve estar achando que eu gosto dele ou algo assim.
— Como assim você conhece ele? Você não disse que não tinha contato com ele?
— Claro que não tenho contato com ele, mas dá pra ver de longe que ele se acha, e agora vou ter que aturar ele todo metido cada vez que cruzar com ele.
A conversa seguiu por aí até que ela desviou o assunto pro outro ponto, e era que porra eu me importava com o garoto. Eu disse que nada, que estava entediada e pedi amizade sem pensar. Ela não acreditou de vez, mas não aprofundou muito.
Na manhã seguinte, não demorei pra pegar o notebook e dar uma investigada na vida daquele cara. Também não tinha muito mais vida que a Maria. Tinha umas fotos na praia... na montanha... na neve... parecia que se achava o aventureiro e esportista. O álbum que tinha mais fotos era um da Tailândia, de boné e regata, comendo comidas estranhas; não conhecia ele de nada, mas já me dava a sensação de que essa viagem não podia faltar... combinava com ele.
Também vi outro álbum, sem nome, onde tinha uma foto da galera do escritório num terraço, tomando cervejas, e deduzi que seria de alguma quinta-feira não muito distante. Na foto apareciam umas 8 pessoas e uma delas era a Maria, que estava bem longe dele, naquelas duas mesas que tinham juntado. Meus olhos iam pra Maria num canto da foto e pra ele no outro... E depois de novo... e de novo... não entendia o que tava rolando comigo, mas quando me dei conta, tinha meu pau na mão... olhava pra eles... imaginava que estavam se pegando... imaginava que a Maria achava ele gostoso mesmo... Comecei a bater uma imaginando de novo que eles vinham em casa e começavam a foder no sofá onde eu estava sentada, na minha presença, precisava que fosse na minha presença pra me excitar de verdade. Gozei de novo abundantemente na minha barriga, imaginando ele comendo ela, e ela, no começo, me olhava enquanto ele a penetrava, mas no final ela não conseguia nem olhar de tanto prazer, fechando os olhos e aproveitando a foda que aquele cara dava nela.
Durante uns minutos me senti meio culpado, mas uma hora depois já tava pensando em como puxar o assunto com a Maria, como forçar um encontro entre nós três... Alguma coisa, eu tinha que pensar em algo. Não é que eu quisesse que aquele metido a besta comesse minha namorada, longe disso, até porque ela não ia querer nem de brincadeira, mas eu queria tocar no assunto com ela ou que a coisa evoluísse pra algo.
Duas horas depois, a Maria me mandou mensagem no celular:
– Vou te matar... Tive uma reunião com o Edu e ele ficou me olhando como se eu fosse uma adolescente suspirando por ele.
– Que exagerada.
– Juro, que desconforto, porra...
– Então entra na onda, deixa ele acreditar e depois você ri da cara dele.
– Ah, tá, e ainda por cima me enche o saco.
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Quando a Maria voltou do trabalho, não falou nada sobre o que aconteceu. Ela chegou meio bitolada com outro assunto, do trabalho, que pra mim não importava muito, mas parecia ter tomado conta dela a ponto de esquecer o lance do Edu.
Eu já tava começando a pensar seriamente que porra de buceta tava me dando, já tinha batido duas punhetas pensando naquele cara com a minha mina.
Era sexta-feira, tínhamos o fim de semana inteiro pela frente, e eu tava com um tesão danado. A real é que, com outras parceiras, com o tempo eu e a mina perdíamos um pouco a vontade de transar, mas com a Maria já fazia 4 anos e os dois mantinham o desejo como se fosse só 4 meses. Não é que a gente fodesse todo dia, mas sim com muita frequência e com paixão de adolescente.
Naquela sexta, fui com a Maria ao cinema e depois fomos jantar. Mesmo eu estando desempregado na época, a gente não tinha problema de grana nenhum, ela ganhava bem e eu tinha uma boa reserva. Talvez eu estivesse especialmente tarado ou fosse aquela parada que eu falava de a gente manter a paixão, que aos poucos, durante o jantar, a gente cada vez mais se inclinava pra frente e se beijava.
Surgiu o assunto de como a gente tinha sorte não só de se amar, mas de se desejar tanto; a gente concordava completamente. A Maria tava de calça jeans e um casaco claro, e eu me arrependi de não ter sugerido que ela vestisse algo mais provocante. Mesmo o casaco sendo meio folgado, dava pra adivinhar bem os peitos dela; entre um beijo e outro, eu já roçava neles disfarçadamente.
Uma coisa que não contei é que eu tinha um pequeno complexo, que fazia eu valorizar ainda mais a Maria continuar me desejando tanto, e é que meu pau não era lá minha melhor arma. Quando a Maria pegava ele com uma mão, já cobria ele inteiro, menos a cabeça... com isso já digo o bastante.
Às vezes eu pensava que me sentia em dívida com ela, mesmo eu me achando bonito de rosto, via que ela tinha uns peitos lindos e imponentes, mas minha arma, meu pau, não tava à altura, como se vestidos a gente enganasse como casal, mas nus ela me desse um banho.
Ligaram pra Maria do trabalho, por causa daquela porra de assunto que tinha deixado ela tão distraída. Foi uma ligação rápida. Quando ela desligou, eu, por ter, mesmo sem querer admitir, aquela porra de assunto na cabeça, me joguei de cabeça:
- Não foi o Edu quem te ligou? - falei com um sorriso.
- Ah, cala a boca... que é de te matar.
- Sério que ele te olha como se você interessasse ele?
- Prefiro não falar sobre isso...
Eu percebia que aquilo era como bater num muro, então resolvi contar meu sonho. Aquele em que o Edu sentava com a gente num terraço, ela esquecia da minha presença, eles se pegavam pelas mãos, se beijavam e acabavam indo embora sozinhos. Ela ouvia curiosa, e ria de vez em quando; soltava uns "cê tá de sacanagem" ou "tá me zuando", sempre entre risadas.
- Nossa, que sonhos você tem... E por sonhar isso, você vai e adiciona ele na minha conta?
- Já te falei que não sei por que fiz isso. fiz.
—Já...
—Então é isso... que você estava com ele... e que nem ligou pra mim, haha.
—Bom, é um sonho.
—Bom... e na realidade... se ele tivesse... sabe... um bom... — Ela conhecia aquele meu pequeno trauma e sacou na hora onde ia dar.
—Haha... você tá maluco... sabe que isso não me importa, o que importa é a pessoa, pode até aquele moleque ter o que for pendurado ali que tanto faz. Além do mais, aquele cara me dá nojo.
—Por quê?
—Sei lá... ele é... meio metidão... esse tipo de gente...
—Você não pode negar que ele é bonito, sabe que pra mim é difícil julgar beleza em homem, mas aquele guri é gostoso.
—Bom, já te falei que pra mim não, não curto nada. Eu gosto é de você.
—Já sei que você gosta de mim, mas isso não impede que outras pessoas te pareçam bonitas.
—Ai... que chato... já te falei que não acho ele bonito, não sei o que mais quer que eu diga.
No fim, a conversa foi mudando de assunto e chegamos em casa. Assim que entramos no quarto, tirei o casaco dela e, antes de tirar o sutiã, ela foi me despindo e a gente se deitou na cama. Eu pelado e ela de lingerie começou a beijar meu peito até chegar no meu pau, começou a lamber, até enfiar tudo na boca. Eu tava no céu, excitadíssimo, tanto que em menos de um minuto tive que pedir pra ela parar pra não gozar. Tirei o sutiã e a calcinha dela e, enquanto lambia os mamilos dela, levei a mão até a buceta dela e vi na hora que ela tava muito excitada.
Não é algo que a gente faça com frequência, talvez uma vez por mês, e é usar um vibrador que a gente guarda na gaveta da mesinha. Depois de beijar os peitos dela e começar a brincar com meu dedo dentro da buceta dela, larguei ela por um momento pra pegar o vibrador.
—Pra quê? — Ela sussurrou. Era engraçado, ela sempre falava isso no começo quando eu pegava, mas no fim curtia pra caralho.
Em segundos, a gente se beijava enquanto eu acariciava a parte de fora da buceta dela com a ponta do vibrador... Aos poucos Fui introduzindo nele, um consolo normal, nada extraordinário, mas ainda assim com dimensões consideravelmente maiores que minha rola. Ela soltou um suspiro quando comecei a deslizar pra dentro dela, até o fundo. Pouco tempo depois, ela mesma enfiava e tirava de dentro da buceta, segurando com as duas mãos, enquanto eu me ajoelhava perto do rosto dela e manobrava pra meter meu pau na boca dela. Eu tava prestes a explodir:
— Tá gostando do que tá enfiando?
— Mmm... Sim...
— Sente como sua buceta vai abrindo?
— Porra... Sim...
Ela respondia sussurrando de olhos fechados, deitada de costas, com aqueles peitões enormes impressionantes... e eu acabei me posicionando de um jeito que metia a rola na boca dela enquanto ela continuava se contorcendo de tesão por enfiar aquilo. Ficamos assim por um tempo, ela virava o rosto e eu fodia a boca dela, e ela continuava buscando o orgasmo com aquele objeto... sem conseguir evitar, comecei a pensar que não era um objeto... era outra rola que tava enchendo ela, e comecei a sentir que ia gozar... ela percebeu e gemeu com meu pau na boca dela, e ao ouvir aquele gemido, comecei a gozar dentro da boca dela... ela acolheu tudo que eu derramei com total firmeza, sem parar de usar o consolo, mas sem chegar a gozar.
Me afastei por um segundo, alucinado com o tesão absurdo que a imagem da Maria invadida por outra rola além da minha me deu. E percebi que meu orgasmo tinha sido inevitável quando coloquei um rosto pra quem tava fodendo ela.
Continua.
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