Benito deu de ombros olhando pra minha mãe, a resposta da filha não deixava dúvidas, todos aprovaram a decisão da Alba e foram embora comentando a rapidez com que a garota decidiu. Jorge estava tão surpreso quanto todo mundo, mas disfarçou e fingiu que a ideia era dele mesmo, com muita habilidade já tomou a frente. — Bom, Alba, adoro que você vá ficar com a gente e com o Manu, claro, e pensei em organizar a tarde de vocês. Hoje à noite vou convidar vocês pra jantar, e não é um jantar qualquer, e ainda vão sozinhos, é uma pequena amostra de gratidão ao Manu por tudo que ele faz por nós. — Mas eu só tô com essa roupa, não tinha planejado ficar. — Nada, não se preocupa, conheço um lugar que não precisa ir muito arrumado, tem um clima íntimo e música ao vivo, vou ligar pra reservar uma mesa e depois vocês saem pra tomar o que quiserem, tá? — Agradeço, Jorge, mas eu gostaria que fôssemos todos, minha tia também merece um tempo de distração. — Não, nada disso, eu acabei de ter bebê e preciso descansar, e o Manuel é muito pequeno, essa noite vai ser só pra vocês dois. Diante da insistência dos meus tios, fomos jantar. Como meu tio tinha adiantado, na saída ele colocou na minha mão um maço de notas, não contei, mas tinha uma boa grossura. Um táxi nos levou ao restaurante, já tinham uma mesa reservada pra gente na primeira fila do palco. A surpresa foi que, quando os músicos apareceram, eram uns dos preferidos da Alba. A garota se emocionou ao vê-los e me abraçou de alegria. Depois de se apresentarem, começaram a tocar, eram realmente muito bons e o público não parava de aplaudir. Num momento em que o garçom tava retirando os pratos pra servir o próximo, passei um bilhete pra ele. Daí a pouco, quando já tínhamos terminado de jantar, os músicos silenciaram, as luzes se apagaram e vários refletores giraram e iluminaram a mesa onde estávamos. — Senhoras e senhores, essa balada é dedicada especialmente pra fã mais Gostosa que temos, apresento a vocês: Alba! Minha mina ficou alucinada enquanto o bar inteiro aplaudia, eu tava grato pela dedicatória, só tinha pedido uma música que sabia que ela curtia, mas aquilo foi especial. Minha mina me abraçou e me beijou enquanto a galera gritava e aplaudia, ela tava emocionada e feliz, quando saímos todo mundo nos cumprimentava e parabenizava, não era normal fazerem esse tipo de detalhe com os fãs. Fomos pra uma área de bares, demos uma volta em alguns, tinha uma multidão do caralho e em alguns nos reconheciam por causa da música, pra Alba era tipo um sonho. Quando chegamos em casa, tava difícil achar a fechadura, Alba pegou minha mão e juntos conseguimos abrir, na casa tava um silêncio total, só uma luz fraca no quarto dos meus tios, o barulhinho das chupadas do Manuel indicava que ele tava pegando uma ração de peito. A cama não era muito larga mas dava e sobrava, Alba arrumou a roupa dela com cuidado numa cadeira e não se preocupou com mais nada, quando deitei ela já tava me esperando pelada na cama, louca pra me abraçar e me comer, os beijos que ela me deu não deixavam dúvida, a gente se sentia ligado por algo além do sexo, ficamos um tempão nos acariciando e nos beijando antes dela pedir pra eu meter, fiz devagar, saboreando cada segundo, nossos corpos reagiam a cada estímulo, trocávamos de posição só pra gozar de todas as formas possíveis, dando ao outro o máximo de si. A gente transou várias vezes na noite, cuidamos pra os gemidos dos orgasmos não serem ouvidos no quarto da Ana, e quando acordamos na manhã seguinte, minha tia nos olhou de canto, pelas olheiras dava pra adivinhar a tempestade de sexo que tinha explodido no nosso quarto.
- Oi, bom dia, dormiram bem? ah, que burra eu sou, vocês dormiram?
Alba se aninhou nos meus braços, sem dizer nada, disse tudo.
- A gente pensou numa coisa. Se quiserem, depois de mamar o Manuel, eu visto ele e vocês levam ele um tempinho pra passear no carrinho, assim ele pega um solzinho, o que acham? Eu gostei, mas a Alba ficou toda empolgada e em pouco tempo já estávamos na rua empurrando o carrinho do Manuel, debaixo da sombrinha ele estava lindo, corado e alegre. Quando encontramos um parque, sentamos na varanda de um bar na sombra de umas árvores frondosas, enquanto traziam uns drinks refrescantes, a Alba balançava o Manuel, as pessoas passavam e olhavam curioso pro menino e comentavam entre si. - Ah! Que menino tão lindo, não me diga que você virou pai, Manu, e ninguém me contou nada. Olhei pra ver quem tava falando, era uma moça jovem, muito elegante, e que eu não reconheci por causa do sol atrás dela, mas me levantei quando ouvi meu nome, reconheci na hora, era a Merche, a mãe da Asun. - Oi Merche, não, não virei pai hahaha, é meu primo recém-nascido, ah! te apresento a Alba, a gente tá tomando algo enquanto passeia o Manuel, Alba, essa moça linda é a Merche, trabalha na Secretaria da universidade e me ajudou pra caramba em tudo. As duas mulheres se beijaram carinhosamente sem parar de se olhar com atenção. - Um dia desses passo na universidade, preciso me informar sobre o novo curso. - Quando quiser, vou te atender com o maior prazer como você merece, já tava com saudade, perguntei muito por você pra Asun. - Obrigada, eu também tava doida pra ver vocês. Ela se despediu fazendo um carinho no Manuel, a Alba me perguntou sutilmente sobre a Merche, expliquei o que ela tinha feito por mim e também as ajudas mútuas com a filha dela, a Asun, a Alba entendeu na hora que tinham sido ajudas especiais. Quando voltamos pra casa, o Jorge anunciou que tinha pedido um catering pra comer em casa, iam trazer de um restaurante que recomendaram, eu e a Alba montamos a mesa grande da sala, a Ana pegou a louça e a cristaleira das ocasiões especiais e quando trouxeram a comida parecia um banquete. A tertúlia foi longa, meu tio não parava de contar histórias das viagens dele e a gente ria pra caralho. Eu também contei umas paradas que me aconteceram, as que dava pra contar, claro. Já era tarde quando saímos pra ver um filme que tava estreando no cinema. De noite, jantamos um sanduíche. A Ana já tava de roupão, trocando o Manuel, meu tio arrumando a mala pra três dias fora, e logo fomos dormir. No escuro do quarto, eu tava calado. Do meu lado, a Alba se abraçava em mim, com o rosto encostado no meu pescoço, me olhando enquanto fazia cachinhos nos pelos do meu peito com o dedo.
— Nossa, como você tá quieto, em que tá pensando?
— Que eu sou muito feliz e que queria continuar assim.
— Eu também sou muito feliz com você.
— Então, se nós dois somos felizes, por que não continuar assim pra sempre? Alba, você quer ser minha namorada? Eu gosto muito de você e acho que te amo.
— Mmm, Manu, quanto tempo esperando você me pedir isso. Eu também te amo, e vou te amar ainda mais.
— Mas você sabe que sou muito mais novo que você.
— Claro que sei, bobinho. E sei que agora você tem que focar nos seus estudos, e sei que tenho que esperar até você ficar um pouco mais velho. E mesmo que eu tenha alguns anos a mais, não importa. Vou te amar pra sempre.
— Sério que vai me esperar? Sempre achei que era um moleque do seu lado.
— E eu uma velhinha, mmm, que casal mais estranho, não acha? hahaha.
A Alba quis mostrar como era velhinha e pulou em cima de mim. Enfiou na minha cara as tetas duras dela. Só precisei abrir a boca e um mamilo caiu dentro. A partir daí, virou uma batalha de risadas e gritos. A gente tava feliz, agora éramos um casal, e a gente se procurava. Em cada pedaço de pele, a gente se beijava, mordia ou lambia. Ficamos transando como loucos. Mesmo ouvindo barulho na cozinha, a gente continuou sem dar a mínima. Queríamos que todo mundo soubesse que a gente se amava. De manhã, acordamos tarde. O Jorge já tinha ido embora cedo e pedido pra Ana se despedir por ele. Por ele, minha tia estava sentada na cama dando de mamar pro Manuel e a gente sentou do lado dela.
- Que lindo ver um bebê mamar, cê gosta disso, Manu?
- É uma das cenas mais bonitas que existem, uma maravilha da natureza.
- Sempre me atraiu ver os bebês mamando.
- É admirável ver como os peitos da Ana cresceram, antes ela tinha igual minha mãe.
- Pois se os meus crescerem tanto assim…
- Mmm, não se preocupa que eu também mamo.
- Olha só o guloso do meu sobrinho, aposto que vai adorar.
- Eu sempre quis experimentar.
- Sério, Alba, você gostaria de mamar?
- Sim, mas nunca teria coragem de pedir.
- Então não se preocupa, quando o Manuel terminar, posso te dar esse gostinho.
- Você faria isso por mim? Eu adoraria, de verdade.
Ana percebeu que Manuel tinha dormido com o bico na boquinha, já não sugava mais, e colocou ele no berço. Limpou os bicos com cuidado e abriu o roupão até a cintura, sacudiu o peito e os dois peitos balançaram, ficando completamente soltos, inchados de leite, com as veias aparecendo e os bicos brilhando. Tava irresistível. Alba esperou ela indicar como se posicionar, e Ana colocou ela do mesmo jeito que tinha me colocado: deitou ela sobre as pernas e pôs um bico entre os lábios dela. A garota provou as gotinhas que saíam, mas Ana apertou e um jorro escorreu entre os lábios de Alba, que abriu a boca e minha tia encheu ela de peito. A garganta de Alba mostrava que ela tava engolindo o leite que sugava, fazia isso com calma, tinha gostado e não tava com pressa de parar.
Ana colocou uma mão no peito de Alba, os peitos da garota apareciam por baixo do sutiã fininho, sentiu que os bicos de Alba também estavam duros e foi desabotoando a camisa até abrir tudo. Alba tirou o braço pra deixar ela continuar, e Ana soltou o fecho do sutiã. A peça bonita saltou, deixando os dois peitos durinhos balançando. Ela olhou pra mim e me chamou pra chupar junto. Enquanto Alba continuava engolindo o leite da Ana, eu lambia os mamilos da Alba, colocava eles na boca igual ela fazia com minha tia, chupávamos juntos. Quando a Alba já tinha o suficiente, minha tia disse:
- É gostoso ver vocês dois mamando, eu também queria mamar se pudesse.
Alba não respondeu, mas me fez subir na cama enquanto abria meu cinto. Quando baixou minha calça, passou a mão por baixo da cueca e puxou o pau quase duro. Ana esticou a cueca pra baixo, tirando pelos pés. Alba segurou ele na vertical e ofereceu pra Ana meu pau pra ela mamar. Depois de lamber tudo ao redor, enfiou ele entre os lábios, saboreando a cabeça, e depois engoliu. Dava pra sentir a língua dela apertando a glande contra o céu da boca. Alba deitou do lado dela e, com o rosto na minha coxa, ficou vendo meu pau entrar na boca da Ana.
Minha tia não era egoísta e quis compartilhar aquela delícia, passou pra Alba. Devagar, ela foi repetindo o que a Ana tinha feito. As duas foram trocando meu pau entre si.
- Cê gosta do leite do Manu?
- Foi a primeira coisa que provei e desde então quase sempre faço isso, mas você primeiro, por favor.
- Ana sorriu e começou a chupar enquanto Alba batia uma mais rápido no tronco.
- Por favor, não goza ainda.
Ana disse que sim com a cabeça, sem tirar ele da boca. Depois dos primeiros jatos, cumpriu a palavra e passou pra Alba, que terminou de engolir o leite que saía aos jatos. As duas ficaram grudadas no pau enquanto ainda escorria o resto do sêmen tronco abaixo.
- Ah! Sabe de uma coisa, Ana?
- Esse leite tava uma delícia, mais grosso que o meu, mas com mais sabor.
- Sim, claro, mas vou te dar uma notícia muito importante: você é a primeira pessoa a saber que o Manu me pediu em namoro.
Ana levantou na hora e, rindo, abraçou a Alba, depois se inclinou sobre mim e me beijou na boca.
- Adoro saber disso, vocês me fazem muito feliz. Tava preocupada porque, com o Manu sendo tão tímido, ele não se atrevia a... Falar, eu já desconfiava, dava pra ver quando vocês estavam juntos, fico muito feliz, parabéns, vocês são um casal perfeito. Minha tia procurou na penteadeira e deu um anel pra Alba.
— Toma, Alba, da parte do Manu, imagino que ele não tenha tido tempo de fazer isso, mas estou te dando em nome dele.
A garota colocou o anel, curiosamente serviu certinho no dedo, depois deu um beijo na minha tia e outro em mim. Ana sorria feliz enquanto Alba procurava minha língua com a dela.
Acompanhei Alba até a estação, quando chegasse, iria procurar o pai dela no consultório. O trem já estava na plataforma e fui com ela até a hora. Pela via ao lado, chegou outro comboio cheio de gente. Quando o chefe da estação deu a partida, um apito anunciou que o trem estava saindo. Da janela, Alba me mandava um beijo com os lábios esticados. Ao passar pela plataforma ao lado, cruzei com a Vicenta.
— Oi, Don Juan, o que você está fazendo por aqui? Bom, já sei, te vi se despedindo da garota.
— Oi, Vicenta, a Alba voltou pra cidade. Ah! Outro dia me entregaram um recado seu.
— Sim, meu pai já me contou.
— Seu pai?
— Sim, o revisor que te entregou é meu pai. Ele disse que você gostou muito dele.
— Poxa, não tinha imaginado. Teria mandado algum outro recado pra você.
— Não precisou, meu pai me conhece bem e logo sacou que a gente tinha ficado. Ele sabe que eu tenho bom gosto.
— E eu também. Já tenho seu telefone, vou te ligar quando tiver um tempo livre.
— Vou adorar. E minha amiga da loja de lingerie também. Ela já perguntou por você várias vezes, suspeito que ela adoraria que a gente se encontrasse uma tarde na casa dela, nós três, claro.
— Hummm, adoro o plano, mas vocês não vão ser demais pra mim?
— Hahaha, acho que não. Conhecendo você, vai ser o contrário, nós duas não vamos dar conta de você.
— Hahaha, vou adorar ver isso.
— Vai ver, se quiser.
— Bom, fico feliz de te ver. Te ligo qualquer hora.
— Tchau, gato. Hahaha.
Quando cheguei em casa, a Ana estava lavando as roupinhas. Do Manuel, o físico dele foi voltando ao normal, os quilos a mais foram sumindo e a pele emprestada foi reduzindo drasticamente. Ele voltou a ser a garota miúda como as irmãs, exceto pelos peitos que se destacavam pelo volume.
— Oi, Ana, já cheguei em casa.
— Oi, Manu, que bom que você se decidiu pela Alba, ela é uma garota encantadora.
— É o que eu acho, espero não decepcioná-la.
— Não vai, pode ficar tranquilo, além disso ela é muito compreensiva e te conhece bem, e acho que não é ciumenta, hahaha.
— Não é, ela já me deu várias provas disso, o pai dela a educou muito bem, ela pensa como eu, separando o love do sexo, sei que poucas pessoas conseguem, mas isso evita muitos problemas.
Fui pro meu quarto, fiquei arrumando tudo, a vida estava voltando ao normal. Olhei pra cama e lembrei das noites que passei com a Alba, ela já não era mais a garota ideal pra me acompanhar, agora era "minha garota". Na mesma hora, recebi uma ligação de um número desconhecido, atendi curioso.
— Alô… pode falar!
— Oi, Manu, é o Ricardo, desculpa te incomodar, mas não dava pra esperar.
— Aconteceu alguma coisa?
— Claro que aconteceu, e então… me decidi e pedi a Julia pra ser minha parceira, e ela disse SIM, o que você acha? Tô empolgado, é a primeira vez que vou ter uma parceira, até agora sempre me procuraram pelo meu pau, mas a Julia é diferente, é uma mulher de verdade e me deixou apaixonado.
— Pois eu também tenho uma notícia, mas não quero contar ainda, vou esperar até estar aí com vocês.
— Hahaha, não me diga que você também deu um passo à frente?
— Como você soube?
— Não era difícil, dava pra perceber, e quando a Alba chegou com o pai dela, tava na cara. De qualquer forma, vou guardar seu segredo, fica tranquilo.
— Valeu, Ricardo, você é um bom amigo. Posso contar o seu?
— Pra quem?
— Pra minha tia Ana, ela vai gostar de saber.
— Bom, conta pra ela, mas que não comente com ninguém, ela já vai fazer isso. Público Julia, um abraço, Manu.
- Até logo, Ricardo. Saí feito um foguete do meu quarto procurando a Ana, encontrei ela agachada na frente da máquina de lavar colocando roupa, peguei ela por trás e, com uma teta em cada mão, falei:
- Notícia fresca, adivinha que novidade tem?
- Que susto, Manu, vou até cortar a gozada, o que aconteceu, notícia boa ou ruim?
- Acho que você vai gostar, mas tem que me prometer que não vai contar pra ninguém.
- Prometo, fala.
- Tem outro compromisso na família!
- Como assim outro, o da Clara eu já sei e o seu também, foi a Cris?
- Não, frio frio, foi a Julia dessa vez.
- Julia, e com quem?
- Lembra do Ricardo, o garçom?
- Ricardo aquele do…?
- Sim, Ricardo, será que a Julia já tinha te falado algo?
- Bom, me contaram umas coisas sobre as “qualidades” dele.
- Pois é, parece que o relacionamento tava indo pra frente e sua irmã aceitou.
- Que bom, vou ligar pra dar os parabéns.
- Nãão, falei que não podia contar pra ninguém, você prometeu.
- E pro meu marido, também não?
- Uff, Ana, você complica, mas tá, pro Jorge pode, mas pra mais ninguém, entendeu? A Julia mesma te conta.
- E agora, que tal me deixar continuar lavando? Você tá segurando minhas tetas e eu sinto seu pau entre as nádegas, assim não dá pra fazer nada.
- Ah! Desculpa, foi um reflexo sem querer.
- Não tô reclamando, tava até gostando de sentir você separando as bandas do meu cu enquanto seu pau engrossava, se quiser deixa ele aí.
- Que sensibilidade, Ana, imagina eu sentindo o calor da sua buceta e a umidade da gozada nas mãos.
- Já tô morrendo de vontade de você meter onde quiser, não sei se vou aguentar tanto tempo.
- Mas a Mônica, a ginecologista, falou alguma coisa?
- Ela disse que eu devia esperar um tempo prudente, mas não falou quanto.
- Claro, os pontos da vagina têm que cicatrizar.
- Que pontos, Se não me deu pontos?
— Sério? Pois fico muito feliz, tava sofrendo com medo de te doer.
— Nada disso, vem no meu quarto e me olha como eu tô.
Ela largou o avental na cozinha e me levou pro quarto, abriu a janela de par em par pra entrar luz e se deitou na cama desabotoando o roupão que tava usando. Tava de calcinha branca de algodão que subia até a cintura, tirou e jogou longe, abrindo as pernas quase a 90 graus.
— Ufa, que saco de calcinha, já tô doida pra usar umas pequenininhas como eu gosto, minha... e você, olha bem como eu tô por baixo.
— Enfiei literalmente a cabeça entre as coxas dela, a buceta tava só um pouco irritada, mas a vagina como ela dizia não tinha pontos e tinha voltado ao tamanho original.
— Como cê tá vendo, Manu?
— Bom, sem entender muito, tô vendo bem por fora, os lábios tão legais como antes, o clitóris impressionante e a vagina meio vermelha mas de tamanho normal, mas isso quem devia ver é a médica.
— Não dá pra esperar, Manu, e o melhor jeito de descobrir é testar, se doer a gente para, ok?
— Ana, não seja impulsiva, é melhor a Mônica te falar.
— Que que a Mônica vai saber se minha buceta já tá pronta pra fuder, com a vontade que eu tô não pode ser ruim, falei, se prepara, Manu.
Com muita relutância, tirei a roupa, minha tia de pernas abertas me esperava impaciente, teve que pegar na minha pica e animar porque eu não tava conseguindo a ereção necessária, e quando consegui, ela abriu os lábios como se já não tivesse bastante separados. Me inclinei sobre ela e apoiei a glande na vagina dela, Ana, louca pra ter ela dentro, me envolveu com os braços e puxou, quando vi a expressão no rosto dela, me afastei um pouco, mal tinha entrado a cabecinha quando ela fez uma careta de dor, teve que se render à evidência e se conformar, doeu em mim quase mais que nela, eu via ela tão animada que voltei a me aproximar mas sem meter, passei sobre o clitóris roçando ele, rodeado por... Nos lábios, notei que para Ana ainda era pouco, mas quando uma ereção ergueu aquele botão tão sensível, ela se esqueceu por um momento e me acompanhou no vai e vem. Devia estar muito excitada, porque não demorou muito para me abraçar e, entre gemidos e suspiros, gozou violentamente. Esperei ela se acalmar para me levantar, mesmo sem descarregar meu peso sobre ela, não queria forçar a barriga dela.
— Ana, vou gozar, onde você quer?
— Gostaria na buceta, você já sabe.
— Não, Ana, seria perigoso, mas eu adoraria que a gente misturasse o leite dos dois.
— Boa ideia, sobe.
Subi sobre a barriga dela, coloquei a pica no canalinho e Ana apertou os dois peitos em volta dela. Com a pressão, os bicos começaram a soltar fios de leite sobre a cabecinha que deslizava entre eles. Quando me esvaziei, uma poça de leite materno lubrificava o caminho, e meu esperma se misturou, formando um creme branco.
— Manu, estou pensando uma coisa: enquanto o Jorge estiver fora, eu gostaria que você dormisse comigo, gosto de sentir você perto de mim.
Não achei ruim. Quando me deitei e senti o calor de Ana ao meu lado, senti pela primeira vez o que era ter uma parceira. Já não era mais buscar o calor do corpo dela para acariciar e dar o máximo prazer enquanto esperava uma reciprocidade generosa; agora era também aproveitar a companhia dela, a cumplicidade de dar felicidade só pelo fato de sentir a presença dela. Parece que Ana sentiu algo parecido. Já não nos procurávamos com a intenção de pegar minha pica e devorá-la avidamente ou enfiá-la entre as pernas dela; simplesmente nos abraçávamos em silêncio, sentindo apenas a respiração um do outro. Eu sabia que Ana estava ali comigo, e eu estava na cama dela, convidado por ela, e não era por algumas horas, era para a noite toda, e a próxima, e quantas fossem necessárias. Se nos abraçávamos, as mãos não iam direto para os peitos ou para a buceta; agora podiam passar um bom tempo sobre a barriga dela ou sobre o peito sem roçar os seios, apenas acompanhando a respiração calma dela. Sentia o mesmo, fiquei um tempão grudada em mim, acariciando meu cabelo com a mão e, mesmo que os peitos dela roçassem em mim, não era pra me excitar. Ficamos muitas horas acordados, às vezes era o Manuel quem nos tirava do devaneio, enquanto a Ana se levantava e tirava o peito pra dar pro bebê, eu preparava a fralda pra trocar ele e ele dormir feliz. Quando o Manuel parava de mamar, ela me oferecia os peitos pra eu terminar de esvaziar, porque inchavam demais. Eu mamava nela até dormir também com o mamilo na boca, e acordava com as mãos dela acariciando meu rosto. De manhã, ela me disse que a Mônica, a ginecologista, tinha ligado pra fazer um check-up e pediu pra eu acompanhar. Fiquei trocando o Manuel, a mãe dele terminou de vestir ele e, quando acabou, se vestiu. Vi que ela não usava mais as calcinhas de algodão, voltou a usar as de renda que mais gostava e me mostrou. No sutiã, ela tentou, mas por mais que quisesse, não coube, teve que desistir e usar o de mãe. Colocou uns gazes nos mamilos pra não manchar o vestido, mesmo eu tendo esvaziado os dois peitos de leite. Quando se vestiu, experimentou por curiosidade o vestido de grávida, rimos um pouco porque era engraçado ver como ela tinha diminuído em tão pouco tempo. Na rua, as pessoas olhavam disfarçadamente, eu empurrando o carrinho do menino e a Ana agarrada no meu braço, já tinha colocado saltos e pisava firme. A Mônica mandou a gente entrar na hora, cumprimentou a gente com carinho e foi examinar a Ana, eu sentado na frente da mesa esperava, cuidando do meu primo. Quando as duas sentaram, a Mônica disse: — Muito bem, Ana, você está maravilhosa, é curioso como se recuperou, dá pra ver que cuidam bem de você, logo mais poderá ter uma vida normal. A Ana se aproximou e, em voz baixa, perguntou: — Mônica, e sexo, quando posso ter sexo? A médica, também em tom baixo, respondeu: — Olha, Ana, seu corpo passou por uma grande mudança, você está ótima, mas não custa dar um tempinho, se for o que você pode esperar.
- Mas, Mônica, é que eu tô desesperada, tô com uma vontade danada de transar.
- Bom, a verdade é que sua buceta já tá normal, eu no seu lugar tentaria com cuidado (e levantando a voz, continuo) isso sim, que seu… marido seja cuidadoso e atencioso, sem brutamontes e que não goze dentro de você, não esquece que, embora difícil, não é impossível você engravidar de novo.
- Nisso não tem problema, ele é muito carinhoso e faz muito bem, por isso tô louca pra ter ele dentro de mim.
- Muito bem, mas que ele não faça penetrações muito profundas, o pau dele é muito grande?
- Olha, mais do que grande, ele é grosso, me preenche toda e quando fazemos sexo anal, é difícil aguentar ele lá dentro.
- Agora não é recomendado sexo anal, pode dar infecção, é melhor ele meter na sua buceta, em qual posição você gosta mais?
- Eu gosto de todas, principalmente de quatro, sinto ele mais fundo.
- Pois justamente agora não é recomendado por esse motivo, é melhor você subir nele e ir metendo o pau até sentir desconforto, assim também não pressiona os peitos cheios de leite, vejo que eles tão cheios, é bom você tirar leite se sobrar.
- Ele já faz, deixa eles vazios depois que meu filho se sacia.
- Vou te contar um segredo, eu queria ter um… marido como o seu, eu também gosto muito de foder. Enquanto as duas mulheres conversavam, eu disfarçava olhando um cartaz com o aparelho reprodutor feminino em corte, sabia que elas falavam com segundas intenções, mas sabia que se olhasse pra elas, ia ficar vermelho. Quando saímos do consultório, Ana se agarrou com mais força no meu braço livre e sussurrou no meu ouvido:
- Manu, vamos pra casa, temos um assunto pendente pra resolver, você ouviu a Mônica? Vamos foder. Continua. Agradeço seus comentários.
- Oi, bom dia, dormiram bem? ah, que burra eu sou, vocês dormiram?
Alba se aninhou nos meus braços, sem dizer nada, disse tudo.
- A gente pensou numa coisa. Se quiserem, depois de mamar o Manuel, eu visto ele e vocês levam ele um tempinho pra passear no carrinho, assim ele pega um solzinho, o que acham? Eu gostei, mas a Alba ficou toda empolgada e em pouco tempo já estávamos na rua empurrando o carrinho do Manuel, debaixo da sombrinha ele estava lindo, corado e alegre. Quando encontramos um parque, sentamos na varanda de um bar na sombra de umas árvores frondosas, enquanto traziam uns drinks refrescantes, a Alba balançava o Manuel, as pessoas passavam e olhavam curioso pro menino e comentavam entre si. - Ah! Que menino tão lindo, não me diga que você virou pai, Manu, e ninguém me contou nada. Olhei pra ver quem tava falando, era uma moça jovem, muito elegante, e que eu não reconheci por causa do sol atrás dela, mas me levantei quando ouvi meu nome, reconheci na hora, era a Merche, a mãe da Asun. - Oi Merche, não, não virei pai hahaha, é meu primo recém-nascido, ah! te apresento a Alba, a gente tá tomando algo enquanto passeia o Manuel, Alba, essa moça linda é a Merche, trabalha na Secretaria da universidade e me ajudou pra caramba em tudo. As duas mulheres se beijaram carinhosamente sem parar de se olhar com atenção. - Um dia desses passo na universidade, preciso me informar sobre o novo curso. - Quando quiser, vou te atender com o maior prazer como você merece, já tava com saudade, perguntei muito por você pra Asun. - Obrigada, eu também tava doida pra ver vocês. Ela se despediu fazendo um carinho no Manuel, a Alba me perguntou sutilmente sobre a Merche, expliquei o que ela tinha feito por mim e também as ajudas mútuas com a filha dela, a Asun, a Alba entendeu na hora que tinham sido ajudas especiais. Quando voltamos pra casa, o Jorge anunciou que tinha pedido um catering pra comer em casa, iam trazer de um restaurante que recomendaram, eu e a Alba montamos a mesa grande da sala, a Ana pegou a louça e a cristaleira das ocasiões especiais e quando trouxeram a comida parecia um banquete. A tertúlia foi longa, meu tio não parava de contar histórias das viagens dele e a gente ria pra caralho. Eu também contei umas paradas que me aconteceram, as que dava pra contar, claro. Já era tarde quando saímos pra ver um filme que tava estreando no cinema. De noite, jantamos um sanduíche. A Ana já tava de roupão, trocando o Manuel, meu tio arrumando a mala pra três dias fora, e logo fomos dormir. No escuro do quarto, eu tava calado. Do meu lado, a Alba se abraçava em mim, com o rosto encostado no meu pescoço, me olhando enquanto fazia cachinhos nos pelos do meu peito com o dedo.
— Nossa, como você tá quieto, em que tá pensando?
— Que eu sou muito feliz e que queria continuar assim.
— Eu também sou muito feliz com você.
— Então, se nós dois somos felizes, por que não continuar assim pra sempre? Alba, você quer ser minha namorada? Eu gosto muito de você e acho que te amo.
— Mmm, Manu, quanto tempo esperando você me pedir isso. Eu também te amo, e vou te amar ainda mais.
— Mas você sabe que sou muito mais novo que você.
— Claro que sei, bobinho. E sei que agora você tem que focar nos seus estudos, e sei que tenho que esperar até você ficar um pouco mais velho. E mesmo que eu tenha alguns anos a mais, não importa. Vou te amar pra sempre.
— Sério que vai me esperar? Sempre achei que era um moleque do seu lado.
— E eu uma velhinha, mmm, que casal mais estranho, não acha? hahaha.
A Alba quis mostrar como era velhinha e pulou em cima de mim. Enfiou na minha cara as tetas duras dela. Só precisei abrir a boca e um mamilo caiu dentro. A partir daí, virou uma batalha de risadas e gritos. A gente tava feliz, agora éramos um casal, e a gente se procurava. Em cada pedaço de pele, a gente se beijava, mordia ou lambia. Ficamos transando como loucos. Mesmo ouvindo barulho na cozinha, a gente continuou sem dar a mínima. Queríamos que todo mundo soubesse que a gente se amava. De manhã, acordamos tarde. O Jorge já tinha ido embora cedo e pedido pra Ana se despedir por ele. Por ele, minha tia estava sentada na cama dando de mamar pro Manuel e a gente sentou do lado dela.
- Que lindo ver um bebê mamar, cê gosta disso, Manu?
- É uma das cenas mais bonitas que existem, uma maravilha da natureza.
- Sempre me atraiu ver os bebês mamando.
- É admirável ver como os peitos da Ana cresceram, antes ela tinha igual minha mãe.
- Pois se os meus crescerem tanto assim…
- Mmm, não se preocupa que eu também mamo.
- Olha só o guloso do meu sobrinho, aposto que vai adorar.
- Eu sempre quis experimentar.
- Sério, Alba, você gostaria de mamar?
- Sim, mas nunca teria coragem de pedir.
- Então não se preocupa, quando o Manuel terminar, posso te dar esse gostinho.
- Você faria isso por mim? Eu adoraria, de verdade.
Ana percebeu que Manuel tinha dormido com o bico na boquinha, já não sugava mais, e colocou ele no berço. Limpou os bicos com cuidado e abriu o roupão até a cintura, sacudiu o peito e os dois peitos balançaram, ficando completamente soltos, inchados de leite, com as veias aparecendo e os bicos brilhando. Tava irresistível. Alba esperou ela indicar como se posicionar, e Ana colocou ela do mesmo jeito que tinha me colocado: deitou ela sobre as pernas e pôs um bico entre os lábios dela. A garota provou as gotinhas que saíam, mas Ana apertou e um jorro escorreu entre os lábios de Alba, que abriu a boca e minha tia encheu ela de peito. A garganta de Alba mostrava que ela tava engolindo o leite que sugava, fazia isso com calma, tinha gostado e não tava com pressa de parar.
Ana colocou uma mão no peito de Alba, os peitos da garota apareciam por baixo do sutiã fininho, sentiu que os bicos de Alba também estavam duros e foi desabotoando a camisa até abrir tudo. Alba tirou o braço pra deixar ela continuar, e Ana soltou o fecho do sutiã. A peça bonita saltou, deixando os dois peitos durinhos balançando. Ela olhou pra mim e me chamou pra chupar junto. Enquanto Alba continuava engolindo o leite da Ana, eu lambia os mamilos da Alba, colocava eles na boca igual ela fazia com minha tia, chupávamos juntos. Quando a Alba já tinha o suficiente, minha tia disse:
- É gostoso ver vocês dois mamando, eu também queria mamar se pudesse.
Alba não respondeu, mas me fez subir na cama enquanto abria meu cinto. Quando baixou minha calça, passou a mão por baixo da cueca e puxou o pau quase duro. Ana esticou a cueca pra baixo, tirando pelos pés. Alba segurou ele na vertical e ofereceu pra Ana meu pau pra ela mamar. Depois de lamber tudo ao redor, enfiou ele entre os lábios, saboreando a cabeça, e depois engoliu. Dava pra sentir a língua dela apertando a glande contra o céu da boca. Alba deitou do lado dela e, com o rosto na minha coxa, ficou vendo meu pau entrar na boca da Ana.
Minha tia não era egoísta e quis compartilhar aquela delícia, passou pra Alba. Devagar, ela foi repetindo o que a Ana tinha feito. As duas foram trocando meu pau entre si.
- Cê gosta do leite do Manu?
- Foi a primeira coisa que provei e desde então quase sempre faço isso, mas você primeiro, por favor.
- Ana sorriu e começou a chupar enquanto Alba batia uma mais rápido no tronco.
- Por favor, não goza ainda.
Ana disse que sim com a cabeça, sem tirar ele da boca. Depois dos primeiros jatos, cumpriu a palavra e passou pra Alba, que terminou de engolir o leite que saía aos jatos. As duas ficaram grudadas no pau enquanto ainda escorria o resto do sêmen tronco abaixo.
- Ah! Sabe de uma coisa, Ana?
- Esse leite tava uma delícia, mais grosso que o meu, mas com mais sabor.
- Sim, claro, mas vou te dar uma notícia muito importante: você é a primeira pessoa a saber que o Manu me pediu em namoro.
Ana levantou na hora e, rindo, abraçou a Alba, depois se inclinou sobre mim e me beijou na boca.
- Adoro saber disso, vocês me fazem muito feliz. Tava preocupada porque, com o Manu sendo tão tímido, ele não se atrevia a... Falar, eu já desconfiava, dava pra ver quando vocês estavam juntos, fico muito feliz, parabéns, vocês são um casal perfeito. Minha tia procurou na penteadeira e deu um anel pra Alba.
— Toma, Alba, da parte do Manu, imagino que ele não tenha tido tempo de fazer isso, mas estou te dando em nome dele.
A garota colocou o anel, curiosamente serviu certinho no dedo, depois deu um beijo na minha tia e outro em mim. Ana sorria feliz enquanto Alba procurava minha língua com a dela.
Acompanhei Alba até a estação, quando chegasse, iria procurar o pai dela no consultório. O trem já estava na plataforma e fui com ela até a hora. Pela via ao lado, chegou outro comboio cheio de gente. Quando o chefe da estação deu a partida, um apito anunciou que o trem estava saindo. Da janela, Alba me mandava um beijo com os lábios esticados. Ao passar pela plataforma ao lado, cruzei com a Vicenta.
— Oi, Don Juan, o que você está fazendo por aqui? Bom, já sei, te vi se despedindo da garota.
— Oi, Vicenta, a Alba voltou pra cidade. Ah! Outro dia me entregaram um recado seu.
— Sim, meu pai já me contou.
— Seu pai?
— Sim, o revisor que te entregou é meu pai. Ele disse que você gostou muito dele.
— Poxa, não tinha imaginado. Teria mandado algum outro recado pra você.
— Não precisou, meu pai me conhece bem e logo sacou que a gente tinha ficado. Ele sabe que eu tenho bom gosto.
— E eu também. Já tenho seu telefone, vou te ligar quando tiver um tempo livre.
— Vou adorar. E minha amiga da loja de lingerie também. Ela já perguntou por você várias vezes, suspeito que ela adoraria que a gente se encontrasse uma tarde na casa dela, nós três, claro.
— Hummm, adoro o plano, mas vocês não vão ser demais pra mim?
— Hahaha, acho que não. Conhecendo você, vai ser o contrário, nós duas não vamos dar conta de você.
— Hahaha, vou adorar ver isso.
— Vai ver, se quiser.
— Bom, fico feliz de te ver. Te ligo qualquer hora.
— Tchau, gato. Hahaha.
Quando cheguei em casa, a Ana estava lavando as roupinhas. Do Manuel, o físico dele foi voltando ao normal, os quilos a mais foram sumindo e a pele emprestada foi reduzindo drasticamente. Ele voltou a ser a garota miúda como as irmãs, exceto pelos peitos que se destacavam pelo volume.
— Oi, Ana, já cheguei em casa.
— Oi, Manu, que bom que você se decidiu pela Alba, ela é uma garota encantadora.
— É o que eu acho, espero não decepcioná-la.
— Não vai, pode ficar tranquilo, além disso ela é muito compreensiva e te conhece bem, e acho que não é ciumenta, hahaha.
— Não é, ela já me deu várias provas disso, o pai dela a educou muito bem, ela pensa como eu, separando o love do sexo, sei que poucas pessoas conseguem, mas isso evita muitos problemas.
Fui pro meu quarto, fiquei arrumando tudo, a vida estava voltando ao normal. Olhei pra cama e lembrei das noites que passei com a Alba, ela já não era mais a garota ideal pra me acompanhar, agora era "minha garota". Na mesma hora, recebi uma ligação de um número desconhecido, atendi curioso.
— Alô… pode falar!
— Oi, Manu, é o Ricardo, desculpa te incomodar, mas não dava pra esperar.
— Aconteceu alguma coisa?
— Claro que aconteceu, e então… me decidi e pedi a Julia pra ser minha parceira, e ela disse SIM, o que você acha? Tô empolgado, é a primeira vez que vou ter uma parceira, até agora sempre me procuraram pelo meu pau, mas a Julia é diferente, é uma mulher de verdade e me deixou apaixonado.
— Pois eu também tenho uma notícia, mas não quero contar ainda, vou esperar até estar aí com vocês.
— Hahaha, não me diga que você também deu um passo à frente?
— Como você soube?
— Não era difícil, dava pra perceber, e quando a Alba chegou com o pai dela, tava na cara. De qualquer forma, vou guardar seu segredo, fica tranquilo.
— Valeu, Ricardo, você é um bom amigo. Posso contar o seu?
— Pra quem?
— Pra minha tia Ana, ela vai gostar de saber.
— Bom, conta pra ela, mas que não comente com ninguém, ela já vai fazer isso. Público Julia, um abraço, Manu.
- Até logo, Ricardo. Saí feito um foguete do meu quarto procurando a Ana, encontrei ela agachada na frente da máquina de lavar colocando roupa, peguei ela por trás e, com uma teta em cada mão, falei:
- Notícia fresca, adivinha que novidade tem?
- Que susto, Manu, vou até cortar a gozada, o que aconteceu, notícia boa ou ruim?
- Acho que você vai gostar, mas tem que me prometer que não vai contar pra ninguém.
- Prometo, fala.
- Tem outro compromisso na família!
- Como assim outro, o da Clara eu já sei e o seu também, foi a Cris?
- Não, frio frio, foi a Julia dessa vez.
- Julia, e com quem?
- Lembra do Ricardo, o garçom?
- Ricardo aquele do…?
- Sim, Ricardo, será que a Julia já tinha te falado algo?
- Bom, me contaram umas coisas sobre as “qualidades” dele.
- Pois é, parece que o relacionamento tava indo pra frente e sua irmã aceitou.
- Que bom, vou ligar pra dar os parabéns.
- Nãão, falei que não podia contar pra ninguém, você prometeu.
- E pro meu marido, também não?
- Uff, Ana, você complica, mas tá, pro Jorge pode, mas pra mais ninguém, entendeu? A Julia mesma te conta.
- E agora, que tal me deixar continuar lavando? Você tá segurando minhas tetas e eu sinto seu pau entre as nádegas, assim não dá pra fazer nada.
- Ah! Desculpa, foi um reflexo sem querer.
- Não tô reclamando, tava até gostando de sentir você separando as bandas do meu cu enquanto seu pau engrossava, se quiser deixa ele aí.
- Que sensibilidade, Ana, imagina eu sentindo o calor da sua buceta e a umidade da gozada nas mãos.
- Já tô morrendo de vontade de você meter onde quiser, não sei se vou aguentar tanto tempo.
- Mas a Mônica, a ginecologista, falou alguma coisa?
- Ela disse que eu devia esperar um tempo prudente, mas não falou quanto.
- Claro, os pontos da vagina têm que cicatrizar.
- Que pontos, Se não me deu pontos?
— Sério? Pois fico muito feliz, tava sofrendo com medo de te doer.
— Nada disso, vem no meu quarto e me olha como eu tô.
Ela largou o avental na cozinha e me levou pro quarto, abriu a janela de par em par pra entrar luz e se deitou na cama desabotoando o roupão que tava usando. Tava de calcinha branca de algodão que subia até a cintura, tirou e jogou longe, abrindo as pernas quase a 90 graus.
— Ufa, que saco de calcinha, já tô doida pra usar umas pequenininhas como eu gosto, minha... e você, olha bem como eu tô por baixo.
— Enfiei literalmente a cabeça entre as coxas dela, a buceta tava só um pouco irritada, mas a vagina como ela dizia não tinha pontos e tinha voltado ao tamanho original.
— Como cê tá vendo, Manu?
— Bom, sem entender muito, tô vendo bem por fora, os lábios tão legais como antes, o clitóris impressionante e a vagina meio vermelha mas de tamanho normal, mas isso quem devia ver é a médica.
— Não dá pra esperar, Manu, e o melhor jeito de descobrir é testar, se doer a gente para, ok?
— Ana, não seja impulsiva, é melhor a Mônica te falar.
— Que que a Mônica vai saber se minha buceta já tá pronta pra fuder, com a vontade que eu tô não pode ser ruim, falei, se prepara, Manu.
Com muita relutância, tirei a roupa, minha tia de pernas abertas me esperava impaciente, teve que pegar na minha pica e animar porque eu não tava conseguindo a ereção necessária, e quando consegui, ela abriu os lábios como se já não tivesse bastante separados. Me inclinei sobre ela e apoiei a glande na vagina dela, Ana, louca pra ter ela dentro, me envolveu com os braços e puxou, quando vi a expressão no rosto dela, me afastei um pouco, mal tinha entrado a cabecinha quando ela fez uma careta de dor, teve que se render à evidência e se conformar, doeu em mim quase mais que nela, eu via ela tão animada que voltei a me aproximar mas sem meter, passei sobre o clitóris roçando ele, rodeado por... Nos lábios, notei que para Ana ainda era pouco, mas quando uma ereção ergueu aquele botão tão sensível, ela se esqueceu por um momento e me acompanhou no vai e vem. Devia estar muito excitada, porque não demorou muito para me abraçar e, entre gemidos e suspiros, gozou violentamente. Esperei ela se acalmar para me levantar, mesmo sem descarregar meu peso sobre ela, não queria forçar a barriga dela.
— Ana, vou gozar, onde você quer?
— Gostaria na buceta, você já sabe.
— Não, Ana, seria perigoso, mas eu adoraria que a gente misturasse o leite dos dois.
— Boa ideia, sobe.
Subi sobre a barriga dela, coloquei a pica no canalinho e Ana apertou os dois peitos em volta dela. Com a pressão, os bicos começaram a soltar fios de leite sobre a cabecinha que deslizava entre eles. Quando me esvaziei, uma poça de leite materno lubrificava o caminho, e meu esperma se misturou, formando um creme branco.
— Manu, estou pensando uma coisa: enquanto o Jorge estiver fora, eu gostaria que você dormisse comigo, gosto de sentir você perto de mim.
Não achei ruim. Quando me deitei e senti o calor de Ana ao meu lado, senti pela primeira vez o que era ter uma parceira. Já não era mais buscar o calor do corpo dela para acariciar e dar o máximo prazer enquanto esperava uma reciprocidade generosa; agora era também aproveitar a companhia dela, a cumplicidade de dar felicidade só pelo fato de sentir a presença dela. Parece que Ana sentiu algo parecido. Já não nos procurávamos com a intenção de pegar minha pica e devorá-la avidamente ou enfiá-la entre as pernas dela; simplesmente nos abraçávamos em silêncio, sentindo apenas a respiração um do outro. Eu sabia que Ana estava ali comigo, e eu estava na cama dela, convidado por ela, e não era por algumas horas, era para a noite toda, e a próxima, e quantas fossem necessárias. Se nos abraçávamos, as mãos não iam direto para os peitos ou para a buceta; agora podiam passar um bom tempo sobre a barriga dela ou sobre o peito sem roçar os seios, apenas acompanhando a respiração calma dela. Sentia o mesmo, fiquei um tempão grudada em mim, acariciando meu cabelo com a mão e, mesmo que os peitos dela roçassem em mim, não era pra me excitar. Ficamos muitas horas acordados, às vezes era o Manuel quem nos tirava do devaneio, enquanto a Ana se levantava e tirava o peito pra dar pro bebê, eu preparava a fralda pra trocar ele e ele dormir feliz. Quando o Manuel parava de mamar, ela me oferecia os peitos pra eu terminar de esvaziar, porque inchavam demais. Eu mamava nela até dormir também com o mamilo na boca, e acordava com as mãos dela acariciando meu rosto. De manhã, ela me disse que a Mônica, a ginecologista, tinha ligado pra fazer um check-up e pediu pra eu acompanhar. Fiquei trocando o Manuel, a mãe dele terminou de vestir ele e, quando acabou, se vestiu. Vi que ela não usava mais as calcinhas de algodão, voltou a usar as de renda que mais gostava e me mostrou. No sutiã, ela tentou, mas por mais que quisesse, não coube, teve que desistir e usar o de mãe. Colocou uns gazes nos mamilos pra não manchar o vestido, mesmo eu tendo esvaziado os dois peitos de leite. Quando se vestiu, experimentou por curiosidade o vestido de grávida, rimos um pouco porque era engraçado ver como ela tinha diminuído em tão pouco tempo. Na rua, as pessoas olhavam disfarçadamente, eu empurrando o carrinho do menino e a Ana agarrada no meu braço, já tinha colocado saltos e pisava firme. A Mônica mandou a gente entrar na hora, cumprimentou a gente com carinho e foi examinar a Ana, eu sentado na frente da mesa esperava, cuidando do meu primo. Quando as duas sentaram, a Mônica disse: — Muito bem, Ana, você está maravilhosa, é curioso como se recuperou, dá pra ver que cuidam bem de você, logo mais poderá ter uma vida normal. A Ana se aproximou e, em voz baixa, perguntou: — Mônica, e sexo, quando posso ter sexo? A médica, também em tom baixo, respondeu: — Olha, Ana, seu corpo passou por uma grande mudança, você está ótima, mas não custa dar um tempinho, se for o que você pode esperar.
- Mas, Mônica, é que eu tô desesperada, tô com uma vontade danada de transar.
- Bom, a verdade é que sua buceta já tá normal, eu no seu lugar tentaria com cuidado (e levantando a voz, continuo) isso sim, que seu… marido seja cuidadoso e atencioso, sem brutamontes e que não goze dentro de você, não esquece que, embora difícil, não é impossível você engravidar de novo.
- Nisso não tem problema, ele é muito carinhoso e faz muito bem, por isso tô louca pra ter ele dentro de mim.
- Muito bem, mas que ele não faça penetrações muito profundas, o pau dele é muito grande?
- Olha, mais do que grande, ele é grosso, me preenche toda e quando fazemos sexo anal, é difícil aguentar ele lá dentro.
- Agora não é recomendado sexo anal, pode dar infecção, é melhor ele meter na sua buceta, em qual posição você gosta mais?
- Eu gosto de todas, principalmente de quatro, sinto ele mais fundo.
- Pois justamente agora não é recomendado por esse motivo, é melhor você subir nele e ir metendo o pau até sentir desconforto, assim também não pressiona os peitos cheios de leite, vejo que eles tão cheios, é bom você tirar leite se sobrar.
- Ele já faz, deixa eles vazios depois que meu filho se sacia.
- Vou te contar um segredo, eu queria ter um… marido como o seu, eu também gosto muito de foder. Enquanto as duas mulheres conversavam, eu disfarçava olhando um cartaz com o aparelho reprodutor feminino em corte, sabia que elas falavam com segundas intenções, mas sabia que se olhasse pra elas, ia ficar vermelho. Quando saímos do consultório, Ana se agarrou com mais força no meu braço livre e sussurrou no meu ouvido:
- Manu, vamos pra casa, temos um assunto pendente pra resolver, você ouviu a Mônica? Vamos foder. Continua. Agradeço seus comentários.
2 comentários - Minha timidez e minhas tias gostosas