Primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3202636/La-vecina.htmlAntes de mais nada, vou avisar que criei um Twitter 😛 é "LudePoringa", fiz ontem, então por lá posso ficar um pouco mais em contato (sou bem viciada na rede social do passarinho).
Bom, partindo pra história...
Eu tinha falado pro Gon marcar um encontro, a putaria que tava não dava mais, eu tava na casa dos meus pais e queria voltar correndo pra casa. Naquela noite, quando voltei, chupei ele pensando nela, tentava repetir tudo que ele tinha me contado que ela fez, chupei ele com desespero, passando na cara, batendo uma sem parar e massageando as bolas. Queria o mesmo final, queria engolir até a última gota, e foi o que fiz. Depois, pela tesão (e por sorte a resistência dele), montei em cima na hora, ainda tinha umas gotinhas de porra na ponta do pau, e claro, meio duro, com minhas subidas e descidas foi endurecendo, encostei os peitos no peito dele e deixei só minha rabeta fazer o movimento. Gozei que nem uma gostosa, fiquei em cima do corpo dele, que continuou me comendo com força até soltar mais uns jatos de leite dentro de mim.
Tudo isso quem tinha causado era a Lara, minha tesão, nossas gozadas, tudo. Esse tesão era do caralho. Não era a primeira vez que algo assim rolava, que o Gon comia por conta própria ou que uma mina me provocasse com ele. Mas era a primeira vez que acontecia desse jeito, ela tão dominadora, ele tão apaixonado por como tinham chupado o pau dele, eu tão de fora da situação. Sei lá, eu amava.
Claro, quando terminamos de transar, insisti com o Gon pra marcar um encontro pra aquele fim de semana. Acho que pela putaria que ele mesmo tava com ela, ele nem pensou duas vezes e pegou o celular. Mandou um "oi" e ela já entrou na hora, a primeira mensagem dela foi "haha, já tá com saudade de mim?" Ela sabia que tinha deixado nós dois loucos. Indireta vai, indireta vem entre eles, o Gon perguntou se ela tava livre no fim de semana, ela respondeu "fala pra corna mandar ela se quer que eu coma o marido dela". namorado".
Não tenho como contar pra vocês o quanto fiquei molhada e tesuda com essa mensagem. Minhas pernas tremiam, joguei o telefone pro Gon, chupei ele enquanto passava a mão na rola dele, quando senti que ele ficou duro montei nele de novo, enquanto rebolava eu massageava meus peitos, tava louca, levei a mão dele pro meu rabo e pedi pra ele enfiar um dedo, queria sentir cada buraco ocupado, a outra mão dele levei na minha boca e chupei os dedos dele. Logicamente gozei rapidão, me joguei de lado e peguei o telefone, coitado, nem deu tempo dele gozar também.
Escrevi pra ela, falei que aqui tava assim, a gente resolve. Vou contar como foi o chat:
- Eu: Tô aqui, muito tesuda.
- L: Tanto assim? hahaha
- Eu: Sim, já comi ele duas vezes.
- L: E no que você pensava?
- Eu: Em você.
- L: Tá bom, corneirinha, então esse fim de semana o que você quer?
- Eu: Que você venha pra casa quando quiser. Ficarmos os 3.
- L: hahaha os três? nem a pau, se você adora ser corneirinha, eu vou é comer ele. Agradece se eu deixar você olhar.
Nessa hora eu tava voando, completamente fora de mim, amava como ela me tratava, sem perceber já tava passando os dedos na buceta que continuava encharcada. Não sabia o que fazer, eu morria de vontade de ficar com ela também. Queria implorar, mas sentia que já tinha me rebaixado demais, embora ao mesmo tempo amasse me sentir tão humilhada, puta e corna.
- Eu: Cê me atrai, também quero ficar com você, come ele à vontade.
- L: E quem disse que eu quero ficar com você? Corneirinha. Você quer que eu coma seu namorado ou não?
Nunca, nunca, nunca tinham me tratado assim. Eu amava. Queria que ela viesse logo comer ele.
- Eu: Sim. Por favor.
- L: Tá bom, sexta vou, falo pro meu namorado que vou dormir na casa de uma amiga, pensar que vou ficar do lado da casa dela comendo outro hahaha. Só que não, não come o Gon que ele é meu, tá claro?
- Eu: Sim, obrigada.
Não teve mais conversa até aquela sexta. Faltavam vários dias, não passou um quem não me tocar. Não pude pegar ele, então tive que me virar sozinha.
Na sexta, ela me mandou que lá pras 11 da noite vinha.
Bem pontual, tocou a campainha, meu coração parou, o Gon já tava sentado tomando uísque, fui abrir a porta. Eu tava usando um vestido preto super apertado, levantava bem os peitos e a raba, marcava direitinho a cintura, era bem curtinho, se eu me abaixasse ficava de fio dental, óbvio que era preto pra combinar. Quando abri a porta, ela me olhou de cima a baixo, consegui o que queria, agradar ela.
Por causa do frio, ela tava com um casaquinho comprido preto, tirou ele e foi aí que eu e o Gon quase infartamos. Ela tava com uns sapatos de salto agulha prateados, junto com um vestido soltinho super curto da mesma cor e meia arrastão. Sem sutiã, igual a mim. Realmente parecia uma puta VIP, meu fio dental já tava todo molhado, os lábios dela pintados de bordô me enlouqueciam. Ela passou pra onde tava o sofá e disse "esse lugar me traz boas lembranças ;)" olhando pro Gon, que riu. Na hora, se acomodou do lado dele. Veio disposta a provocar nós dois.
Já sentada, ela me olhou e eu paralisei, senti um frio descendo pelas minhas costas, mas tava cheio de tesão por tudo que tava rolando. Como pude, gaguejando, ofereci algo pra beber, ela pediu vodca com suco. Fui servir pra ela e pra mim, não sei se eu queria aquilo de verdade, mas queria ser ela, sentia admiração, inveja e desejo. Quando trouxe, ela já tinha passado um braço no pescoço do Gon e falava mais perto. Não olhou pra mim, mas disse "Valeu" ao passar. Nem percebeu que eu tava ali. Sentei do outro lado do Gon, olhava pra ela, como era gostosa, não parava de pensar em chupar a boca dela.
Nem sei do que falavam, não conseguia prestar atenção, só sentia meu fio dental molhando cada vez mais. A primeira vez que ela falou comigo de novo foi pra pedir outra dose. Servi os dois, já que o Gon também tinha terminado. Aí percebi que Ela não era realmente a empregada dele, era só uma corna que tinha "a sorte" de estar ali vendo tudo.
Quando voltei, ela tava cochichando no ouvido dele, mordeu a orelha dele e continuou. Ficavam rindo, eu não falei nada, só quando ofereci uma bebida na primeira vez.
No meio dos drinks, ele começou a beijar ela com tudo e na mesma hora ela subiu em cima dele, deixando o vestido mostrar uma fio dental preta também de renda. Ela montou nele e começou a chupar a boca dele sem parar do meu lado. Meu namorado e a namorada de um vizinho. Se acabando de beijar no mesmo sofá que eu, do meu lado, e eu sem participar de nada. Ele passava a mão na raba dela enquanto ela começava a se mexer como se quisesse se esfregar no volume dele. Paravam de vez em quando pra beber algo. De vez em quando, a Lara me olhava enquanto mordia o lábio do meu namorado. Depois se esquecia de mim e voltava a devorar a boca dele e se esfregar no volume dele.
Depois de um tempo, ela esticou o braço. Era pra me chamar? Não, só queria mais um drink. Fui e preparei. Quando tava saindo da cozinha, vi os dois passando, ela pendurada nele com as pernas enlaçando a cintura dele e os braços no pescoço, ele com as mãos na raba segurando ela enquanto se beijavam. Foram pro quarto e ele jogou ela na cama.
Fiquei paralisada, não sabia o que fazer, não sabia se ia, se ficava. O tesão da situação não me deixava pensar. Decidi espiar o quarto, quando olhei, ela já tava deitada na beira da cama, o vestido levantado até a barriga, a fio dental no chão, as pernas dela no ombro do Gon e ele chupando ela sem controle. Ela percebeu minha presença, me encarou por um tempo enquanto gemia mais alto por causa das lambidas do meu namorado na buceta dela. Eu estar olhando deixava ela mais excitada, a respiração dela acelerou, os gemidos e gritos também. Imaginava os vizinhos pensando que quem tava gritando e gemendo era eu, mas não, era outra. O contraste das minhas mãos geladas pelos drinks dela e minha buceta quente era terrível, larguei os copos no chão perto da porta e fiquei ali mesmo. Olhando, levei uma mão na minha buceta e a outra nos meus peitos.
Meus mamilos, que já estavam duros, sentiram o frio das minhas mãos e eu senti que explodiam, o mesmo com minha buceta. Você que está lendo isso, se tivesse entrado naquele momento, teria visto os olhares entre a Lara e eu enquanto meu namorado chupava ela e eu me masturbava, também nossos gemidos, quase em coro.
Eu não sabia se vivia um pesadelo ou um sonho. Ela era tão gostosa, incrível. Eu precisava estar com ela também, fazer parte, morria de vontade de sentir a buceta molhada dela na minha boca, era a única coisa que eu imaginava.
Me deixei cair no chão enquanto me tocava, gozei contra a parede olhando pra eles e me tocando. A situação me dominou e eu gozei. Peguei o copo dela, escolhendo o lado onde via o batom dela, tava morta por ela.
Nunca parei de admirar as pernas dela, o corpo dela, a cara dela gemendo, tudo fazia bem, tudo me deixava mais excitada. Ela gozou e soltou um gritinho quase abafado, desesperado. O Gon olhou pra ela e sorriu, a boca dele brilhava, por causa da porra que ela tinha dado pra ele.
Ela virou o corpo, ainda ficando na beira da cama, mas dessa vez, com a cabeça pra fora. Ela colocou a língua pra fora e esperou a rola com um sorriso enorme. O Gon se levantou e colocou ela na ponta da língua dela. Dessa vez, ela mudou de técnica, começou a passar a língua bem devagar por toda a rola. Não colocava na boca, só lambia. Eu ia vendo como a rola dele, por causa da saliva dela, começava a brilhar mais.
Depois de deixar ele assim, ela começou a acompanhar as lambidas na ponta da rola com uma masturbação. Nunca parou de sorrir pra ele de vez em quando. Eu, naquele momento, deixei de existir. Ela só olhava pro meu namorado e pra rola dele. Não era a primeira vez que a rola dele chamava a atenção, mas era a primeira que eu era uma mera observadora. A corna que olhava de longe.
Parece que num momento ela não aguentou mais e começou a colocar a rola dele na boca, tudo de forma muito delicada, saboreando com o olhar e fazendo ela entrar. Docemente. Ela nunca parou de bater uma pra ele, nunca parou de olhar. Começou a acelerar o ritmo, começou a gerar um vai e vem na boca dela como se estivesse comendo o pau dele com os lábios e a língua, ela tirava da boca enquanto um fiozinho de saliva acompanhava, cuspia, batia uma e continuava. Dava pra ouvir o barulho dos engasgos, a tosse dela, mas cada vez mais ela enfiava o pica do Gon na boca.
Ela não parava de curtir, ele mais ainda, a cara dele me fazia entender que tava segurando pra gozar. Eu vendo tudo aquilo já tava me tocando de novo. Nem sei em que momento comecei, percebi quando já tinha dois dedos dentro da buceta.
A Lara saiu da posição dela, se levantou e pegando o pau do Gon colocou ele contra a parede do meu lado. Ela se agachou do meu lado e continuou chupando ele. Parecia atriz pornô, enquanto chupava, com a outra mão se esfregava a buceta. As duas tavam se tocando, só que ela tinha o pau do meu namorado na boca e lágrimas nos olhos de puta que queria engolir tudo. Daí a pouco, como já imaginava, ele começou a gemer mais forte e falar que ia gozar. Ela dessa vez abriu a boca, colocou a língua pra fora e esperou os jatos de porra. Os primeiros foram direto pra garganta dela, outros ficaram na língua e alguns caíram nos peitos dela. Ela se lambeu, sorriu pra ele e continuou chupando.
O pau do Gon continuava duríssimo, tava tão tarado quanto eu, dava pra ver, ele levantou ela e jogou na cama. Deu duas lambidas na buceta da Lara e meteu o pau. Começaram devagar por bem pouco tempo. Na hora já tava arrebentando ela toda na cama com as pernas dela no ombro. Não sei se de propósito ou não, mas os gritos e gemidos dela eram muito altos. Como eu via pouco, me levantei de novo, nunca parei de me tocar, já tinha gozado 2 ou 3 vezes mas continuava, precisava acalmar esse tesão. Fiquei olhando eles. Eles se olhavam, ela beijava a boca dele, beijava o pescoço, arranhava as costas, tava louca com aquele pau.
Depois de um Rato, ela pediu pra subir, montou nele e se ajeitou de um jeito que ela ficava sempre me olhando. Ele brincava com os peitos dela e ela me encarava enquanto pulava na pica do meu namorado, e eu, como uma boa corna, me tocava.
Acabou a Lara e mudou de posição, dessa vez ele sentou na beira da cama e ela, de costas pra ele mas de frente pra mim, continuou pulando na pica dele. As mãos do Gon alternavam entre os peitos e a cintura dela, e ela apoiava as mãos nos joelhos pra pular mais forte. Gozou de novo, outra vez me olhando nos olhos. Ela ficou sem forças depois da terceira gozada da noite. Ele levantou ela e levou contra a parede, ali comeu ela que nem um animal, ela tava super molhada e aberta, a pica por mais grande que fosse, entrava e saía com toda facilidade. Ele tava arrebentando ela, o olhar dela já tava perdido, os gemidos iam e vinham. Pra piorar, Gon enquanto comia ela, com uma mão puxava o cabelo dela, com a outra esfregava a buceta dela.
Depois de bombar ela assim por um tempo, ele começou a gozar dentro dela, pelos gritos da Lara, sentir os jatos de porra do meu namorado dentro dela fez ela gozar de novo também. De costas como tava, ela chupou ele enquanto ele apertava os peitos dela. Caíram mortos na cama e pediram as bebidas deles.
Levei os drinks e fiquei olhando, esperando uma aprovação pra deitar com eles, mas não veio, muito pelo contrário, a Lara virou e chupou ele de novo. A única que ainda tava vestida naquela altura era eu. A corna.
Voltei pra sala e me deitei, tava morta depois de ter gozado tantas vezes também.
Acordei às 2h com os gritos da Lara, ele tava comendo ela de novo, cheguei perto pra olhar e ela já tava olhando pra porta, tava me esperando. Tavam transando de lado na cama. O Gon gozou junto com ela de novo, a única diferença é que dessa vez ela me chamou. Me fez sentar na cama.
L: Te deixou com tesão ver seu namorado me encher de porra, corna?
Eu: Sim, muito. L: Olha só.
Ela virou de bruços, abriu um pouquinho as pernas, tava me mostrando como a porra do Gon escorria pela buceta dela. "Me limpa, cê não gosta de conchinha?" Não falei nada e, como uma desesperada, fui chupar a porra do meu namorado que saía da buceta dela. Comecei a ouvir os gemidos dela, sabia que tava fazendo direito, via como ela apertava as mãos nos meus lençóis. Não tinha mais porra do Gon, só os sucos dela. Aí ela estendeu a mão, afastou minha cara e disse: "Até aqui você pode, vamos dormir".
Ela ficou no meio de nós dois. Os três abraçados. No dia seguinte, ela comeu ele mais uma vez no chuveiro. Se limpou e foi embora.
Eu deixei o Gon dormir umas horas e depois montei nele desesperada. Mas o que eu mais queria mesmo era ter aquela buceta de novo na minha boca.
Twitter: LudePoringa
Sigam-me! 🙂 Espero que tenham curtido tanto quanto a gente!
Bom, partindo pra história...
Eu tinha falado pro Gon marcar um encontro, a putaria que tava não dava mais, eu tava na casa dos meus pais e queria voltar correndo pra casa. Naquela noite, quando voltei, chupei ele pensando nela, tentava repetir tudo que ele tinha me contado que ela fez, chupei ele com desespero, passando na cara, batendo uma sem parar e massageando as bolas. Queria o mesmo final, queria engolir até a última gota, e foi o que fiz. Depois, pela tesão (e por sorte a resistência dele), montei em cima na hora, ainda tinha umas gotinhas de porra na ponta do pau, e claro, meio duro, com minhas subidas e descidas foi endurecendo, encostei os peitos no peito dele e deixei só minha rabeta fazer o movimento. Gozei que nem uma gostosa, fiquei em cima do corpo dele, que continuou me comendo com força até soltar mais uns jatos de leite dentro de mim.
Tudo isso quem tinha causado era a Lara, minha tesão, nossas gozadas, tudo. Esse tesão era do caralho. Não era a primeira vez que algo assim rolava, que o Gon comia por conta própria ou que uma mina me provocasse com ele. Mas era a primeira vez que acontecia desse jeito, ela tão dominadora, ele tão apaixonado por como tinham chupado o pau dele, eu tão de fora da situação. Sei lá, eu amava.
Claro, quando terminamos de transar, insisti com o Gon pra marcar um encontro pra aquele fim de semana. Acho que pela putaria que ele mesmo tava com ela, ele nem pensou duas vezes e pegou o celular. Mandou um "oi" e ela já entrou na hora, a primeira mensagem dela foi "haha, já tá com saudade de mim?" Ela sabia que tinha deixado nós dois loucos. Indireta vai, indireta vem entre eles, o Gon perguntou se ela tava livre no fim de semana, ela respondeu "fala pra corna mandar ela se quer que eu coma o marido dela". namorado".
Não tenho como contar pra vocês o quanto fiquei molhada e tesuda com essa mensagem. Minhas pernas tremiam, joguei o telefone pro Gon, chupei ele enquanto passava a mão na rola dele, quando senti que ele ficou duro montei nele de novo, enquanto rebolava eu massageava meus peitos, tava louca, levei a mão dele pro meu rabo e pedi pra ele enfiar um dedo, queria sentir cada buraco ocupado, a outra mão dele levei na minha boca e chupei os dedos dele. Logicamente gozei rapidão, me joguei de lado e peguei o telefone, coitado, nem deu tempo dele gozar também.
Escrevi pra ela, falei que aqui tava assim, a gente resolve. Vou contar como foi o chat:
- Eu: Tô aqui, muito tesuda.
- L: Tanto assim? hahaha
- Eu: Sim, já comi ele duas vezes.
- L: E no que você pensava?
- Eu: Em você.
- L: Tá bom, corneirinha, então esse fim de semana o que você quer?
- Eu: Que você venha pra casa quando quiser. Ficarmos os 3.
- L: hahaha os três? nem a pau, se você adora ser corneirinha, eu vou é comer ele. Agradece se eu deixar você olhar.
Nessa hora eu tava voando, completamente fora de mim, amava como ela me tratava, sem perceber já tava passando os dedos na buceta que continuava encharcada. Não sabia o que fazer, eu morria de vontade de ficar com ela também. Queria implorar, mas sentia que já tinha me rebaixado demais, embora ao mesmo tempo amasse me sentir tão humilhada, puta e corna.
- Eu: Cê me atrai, também quero ficar com você, come ele à vontade.
- L: E quem disse que eu quero ficar com você? Corneirinha. Você quer que eu coma seu namorado ou não?
Nunca, nunca, nunca tinham me tratado assim. Eu amava. Queria que ela viesse logo comer ele.
- Eu: Sim. Por favor.
- L: Tá bom, sexta vou, falo pro meu namorado que vou dormir na casa de uma amiga, pensar que vou ficar do lado da casa dela comendo outro hahaha. Só que não, não come o Gon que ele é meu, tá claro?
- Eu: Sim, obrigada.
Não teve mais conversa até aquela sexta. Faltavam vários dias, não passou um quem não me tocar. Não pude pegar ele, então tive que me virar sozinha.
Na sexta, ela me mandou que lá pras 11 da noite vinha.
Bem pontual, tocou a campainha, meu coração parou, o Gon já tava sentado tomando uísque, fui abrir a porta. Eu tava usando um vestido preto super apertado, levantava bem os peitos e a raba, marcava direitinho a cintura, era bem curtinho, se eu me abaixasse ficava de fio dental, óbvio que era preto pra combinar. Quando abri a porta, ela me olhou de cima a baixo, consegui o que queria, agradar ela.
Por causa do frio, ela tava com um casaquinho comprido preto, tirou ele e foi aí que eu e o Gon quase infartamos. Ela tava com uns sapatos de salto agulha prateados, junto com um vestido soltinho super curto da mesma cor e meia arrastão. Sem sutiã, igual a mim. Realmente parecia uma puta VIP, meu fio dental já tava todo molhado, os lábios dela pintados de bordô me enlouqueciam. Ela passou pra onde tava o sofá e disse "esse lugar me traz boas lembranças ;)" olhando pro Gon, que riu. Na hora, se acomodou do lado dele. Veio disposta a provocar nós dois.
Já sentada, ela me olhou e eu paralisei, senti um frio descendo pelas minhas costas, mas tava cheio de tesão por tudo que tava rolando. Como pude, gaguejando, ofereci algo pra beber, ela pediu vodca com suco. Fui servir pra ela e pra mim, não sei se eu queria aquilo de verdade, mas queria ser ela, sentia admiração, inveja e desejo. Quando trouxe, ela já tinha passado um braço no pescoço do Gon e falava mais perto. Não olhou pra mim, mas disse "Valeu" ao passar. Nem percebeu que eu tava ali. Sentei do outro lado do Gon, olhava pra ela, como era gostosa, não parava de pensar em chupar a boca dela.
Nem sei do que falavam, não conseguia prestar atenção, só sentia meu fio dental molhando cada vez mais. A primeira vez que ela falou comigo de novo foi pra pedir outra dose. Servi os dois, já que o Gon também tinha terminado. Aí percebi que Ela não era realmente a empregada dele, era só uma corna que tinha "a sorte" de estar ali vendo tudo.
Quando voltei, ela tava cochichando no ouvido dele, mordeu a orelha dele e continuou. Ficavam rindo, eu não falei nada, só quando ofereci uma bebida na primeira vez.
No meio dos drinks, ele começou a beijar ela com tudo e na mesma hora ela subiu em cima dele, deixando o vestido mostrar uma fio dental preta também de renda. Ela montou nele e começou a chupar a boca dele sem parar do meu lado. Meu namorado e a namorada de um vizinho. Se acabando de beijar no mesmo sofá que eu, do meu lado, e eu sem participar de nada. Ele passava a mão na raba dela enquanto ela começava a se mexer como se quisesse se esfregar no volume dele. Paravam de vez em quando pra beber algo. De vez em quando, a Lara me olhava enquanto mordia o lábio do meu namorado. Depois se esquecia de mim e voltava a devorar a boca dele e se esfregar no volume dele.
Depois de um tempo, ela esticou o braço. Era pra me chamar? Não, só queria mais um drink. Fui e preparei. Quando tava saindo da cozinha, vi os dois passando, ela pendurada nele com as pernas enlaçando a cintura dele e os braços no pescoço, ele com as mãos na raba segurando ela enquanto se beijavam. Foram pro quarto e ele jogou ela na cama.
Fiquei paralisada, não sabia o que fazer, não sabia se ia, se ficava. O tesão da situação não me deixava pensar. Decidi espiar o quarto, quando olhei, ela já tava deitada na beira da cama, o vestido levantado até a barriga, a fio dental no chão, as pernas dela no ombro do Gon e ele chupando ela sem controle. Ela percebeu minha presença, me encarou por um tempo enquanto gemia mais alto por causa das lambidas do meu namorado na buceta dela. Eu estar olhando deixava ela mais excitada, a respiração dela acelerou, os gemidos e gritos também. Imaginava os vizinhos pensando que quem tava gritando e gemendo era eu, mas não, era outra. O contraste das minhas mãos geladas pelos drinks dela e minha buceta quente era terrível, larguei os copos no chão perto da porta e fiquei ali mesmo. Olhando, levei uma mão na minha buceta e a outra nos meus peitos.
Meus mamilos, que já estavam duros, sentiram o frio das minhas mãos e eu senti que explodiam, o mesmo com minha buceta. Você que está lendo isso, se tivesse entrado naquele momento, teria visto os olhares entre a Lara e eu enquanto meu namorado chupava ela e eu me masturbava, também nossos gemidos, quase em coro.
Eu não sabia se vivia um pesadelo ou um sonho. Ela era tão gostosa, incrível. Eu precisava estar com ela também, fazer parte, morria de vontade de sentir a buceta molhada dela na minha boca, era a única coisa que eu imaginava.
Me deixei cair no chão enquanto me tocava, gozei contra a parede olhando pra eles e me tocando. A situação me dominou e eu gozei. Peguei o copo dela, escolhendo o lado onde via o batom dela, tava morta por ela.
Nunca parei de admirar as pernas dela, o corpo dela, a cara dela gemendo, tudo fazia bem, tudo me deixava mais excitada. Ela gozou e soltou um gritinho quase abafado, desesperado. O Gon olhou pra ela e sorriu, a boca dele brilhava, por causa da porra que ela tinha dado pra ele.
Ela virou o corpo, ainda ficando na beira da cama, mas dessa vez, com a cabeça pra fora. Ela colocou a língua pra fora e esperou a rola com um sorriso enorme. O Gon se levantou e colocou ela na ponta da língua dela. Dessa vez, ela mudou de técnica, começou a passar a língua bem devagar por toda a rola. Não colocava na boca, só lambia. Eu ia vendo como a rola dele, por causa da saliva dela, começava a brilhar mais.
Depois de deixar ele assim, ela começou a acompanhar as lambidas na ponta da rola com uma masturbação. Nunca parou de sorrir pra ele de vez em quando. Eu, naquele momento, deixei de existir. Ela só olhava pro meu namorado e pra rola dele. Não era a primeira vez que a rola dele chamava a atenção, mas era a primeira que eu era uma mera observadora. A corna que olhava de longe.
Parece que num momento ela não aguentou mais e começou a colocar a rola dele na boca, tudo de forma muito delicada, saboreando com o olhar e fazendo ela entrar. Docemente. Ela nunca parou de bater uma pra ele, nunca parou de olhar. Começou a acelerar o ritmo, começou a gerar um vai e vem na boca dela como se estivesse comendo o pau dele com os lábios e a língua, ela tirava da boca enquanto um fiozinho de saliva acompanhava, cuspia, batia uma e continuava. Dava pra ouvir o barulho dos engasgos, a tosse dela, mas cada vez mais ela enfiava o pica do Gon na boca.
Ela não parava de curtir, ele mais ainda, a cara dele me fazia entender que tava segurando pra gozar. Eu vendo tudo aquilo já tava me tocando de novo. Nem sei em que momento comecei, percebi quando já tinha dois dedos dentro da buceta.
A Lara saiu da posição dela, se levantou e pegando o pau do Gon colocou ele contra a parede do meu lado. Ela se agachou do meu lado e continuou chupando ele. Parecia atriz pornô, enquanto chupava, com a outra mão se esfregava a buceta. As duas tavam se tocando, só que ela tinha o pau do meu namorado na boca e lágrimas nos olhos de puta que queria engolir tudo. Daí a pouco, como já imaginava, ele começou a gemer mais forte e falar que ia gozar. Ela dessa vez abriu a boca, colocou a língua pra fora e esperou os jatos de porra. Os primeiros foram direto pra garganta dela, outros ficaram na língua e alguns caíram nos peitos dela. Ela se lambeu, sorriu pra ele e continuou chupando.
O pau do Gon continuava duríssimo, tava tão tarado quanto eu, dava pra ver, ele levantou ela e jogou na cama. Deu duas lambidas na buceta da Lara e meteu o pau. Começaram devagar por bem pouco tempo. Na hora já tava arrebentando ela toda na cama com as pernas dela no ombro. Não sei se de propósito ou não, mas os gritos e gemidos dela eram muito altos. Como eu via pouco, me levantei de novo, nunca parei de me tocar, já tinha gozado 2 ou 3 vezes mas continuava, precisava acalmar esse tesão. Fiquei olhando eles. Eles se olhavam, ela beijava a boca dele, beijava o pescoço, arranhava as costas, tava louca com aquele pau.
Depois de um Rato, ela pediu pra subir, montou nele e se ajeitou de um jeito que ela ficava sempre me olhando. Ele brincava com os peitos dela e ela me encarava enquanto pulava na pica do meu namorado, e eu, como uma boa corna, me tocava.
Acabou a Lara e mudou de posição, dessa vez ele sentou na beira da cama e ela, de costas pra ele mas de frente pra mim, continuou pulando na pica dele. As mãos do Gon alternavam entre os peitos e a cintura dela, e ela apoiava as mãos nos joelhos pra pular mais forte. Gozou de novo, outra vez me olhando nos olhos. Ela ficou sem forças depois da terceira gozada da noite. Ele levantou ela e levou contra a parede, ali comeu ela que nem um animal, ela tava super molhada e aberta, a pica por mais grande que fosse, entrava e saía com toda facilidade. Ele tava arrebentando ela, o olhar dela já tava perdido, os gemidos iam e vinham. Pra piorar, Gon enquanto comia ela, com uma mão puxava o cabelo dela, com a outra esfregava a buceta dela.
Depois de bombar ela assim por um tempo, ele começou a gozar dentro dela, pelos gritos da Lara, sentir os jatos de porra do meu namorado dentro dela fez ela gozar de novo também. De costas como tava, ela chupou ele enquanto ele apertava os peitos dela. Caíram mortos na cama e pediram as bebidas deles.
Levei os drinks e fiquei olhando, esperando uma aprovação pra deitar com eles, mas não veio, muito pelo contrário, a Lara virou e chupou ele de novo. A única que ainda tava vestida naquela altura era eu. A corna.
Voltei pra sala e me deitei, tava morta depois de ter gozado tantas vezes também.
Acordei às 2h com os gritos da Lara, ele tava comendo ela de novo, cheguei perto pra olhar e ela já tava olhando pra porta, tava me esperando. Tavam transando de lado na cama. O Gon gozou junto com ela de novo, a única diferença é que dessa vez ela me chamou. Me fez sentar na cama.
L: Te deixou com tesão ver seu namorado me encher de porra, corna?
Eu: Sim, muito. L: Olha só.
Ela virou de bruços, abriu um pouquinho as pernas, tava me mostrando como a porra do Gon escorria pela buceta dela. "Me limpa, cê não gosta de conchinha?" Não falei nada e, como uma desesperada, fui chupar a porra do meu namorado que saía da buceta dela. Comecei a ouvir os gemidos dela, sabia que tava fazendo direito, via como ela apertava as mãos nos meus lençóis. Não tinha mais porra do Gon, só os sucos dela. Aí ela estendeu a mão, afastou minha cara e disse: "Até aqui você pode, vamos dormir".
Ela ficou no meio de nós dois. Os três abraçados. No dia seguinte, ela comeu ele mais uma vez no chuveiro. Se limpou e foi embora.
Eu deixei o Gon dormir umas horas e depois montei nele desesperada. Mas o que eu mais queria mesmo era ter aquela buceta de novo na minha boca.
Twitter: LudePoringa
Sigam-me! 🙂 Espero que tenham curtido tanto quanto a gente!
6 comentários - A Vizinha II ♥
espectacular
gracias por compartir espero mas novedades !
Espero la tercera parte vos y ella...