Depois de deixar o Dom Frank na cama pra ele continuar dormindo de tão bêbado que tava, desci as escadas rápido e fui procurar a Olga. Encontrei ela na cozinha, pensando no que tinha rolado no carro comigo. Fui abraçar ela por trás com força e senti meu pau duro entre as bundas gostosas dela.
— Não... Pedro, me soltaaa... isso é uma loucura que não pode acontecer... Não sei o que deu em mim no carro... Mas não pode se repetir nunca mais?
De novo, os lábios dela diziam que não, mas ela não fazia nada pra me impedir quando minhas mãos tocavam os peitos dela por cima do vestido vermelho — que foi o que me motivou a ver ela totalmente diferente das outras vezes que fui na casa dela, porque destacava os encantos de mulher madura. E se assim vestida já era demais, com certeza sem ele seria muito melhor.
Eu não dizia nada enquanto a Olga continuava falando que não, várias vezes, pra eu pensar na Cláudia, que não podíamos fazer isso com ela e um monte de outras coisas. Mas o corpo dela me dizia o contrário quando sentia minhas mãos percorrendo os peitos e quadris dela, e esfregando meu pau naquelas bundonas. Foi aí que percebi que minha futura sogra era uma mulher que precisava muito de um pau bom que fizesse ela aproveitar aquele momento. E se eu era o homem sortudo, não ia deixar a oportunidade passar.
As alças do vestido eu coloquei de lado nos ombros dela e abaixei o zíper bem devagar pra tirar o vestido vermelho, que caiu aos pés dela, deixando ela só de calcinha e sutiã da mesma cor. Nunca imaginei que, nas vezes que vi ela em casa — e foram várias oportunidades em que ela usava aquela roupa discreta, conservadora e largada —, podia esconder um corpo tão gostoso.
— Pedro, não continua... pelo amorrr... depois a gente vai se arrepender... Nãooo...
Eu beijava o pescoço e as orelhas dela. Não ia parar por vários motivos: primeiro, porque como eu disse antes, tava há um tempão sem transar desde que a Cláudia foi pro estágio, e meu corpo tava precisando muito; segundo, porque depois de descobrir como a dona Olga tava reagindo aos meus carinhos no corpo dela e... Estava como um vulcão há muito tempo inativo, mas agora tinha entrado em erupção e, se não fosse eu, talvez outro seria quem, mais cedo ou mais tarde, faria isso.
O fecho do sutiã arrebentou por minha ansiedade e desespero, eu estava totalmente excitado e a virei, ficando de frente um para o outro. Olga baixou o olhar, envergonhada, mas já era tarde para esse sentimento entre nós dois. Ela ergueu o rosto e eu a beijei. No começo, a boca dela estava fechada, e minha língua brincava com seus lábios; aos poucos, ela abriu a boca e correspondeu ao meu beijo, e nossas línguas pareciam duas cobras se unindo.
— Ahh, Pedrooo... ohh
Minha estratégia era não dizer nada, só acariciá-la e deixar que ela se levasse pelo momento. Meus dedos brincavam com aqueles pezões enormes e duros, que depois eu saboreava com minha boca. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes quando minha mão tocou sua calcinha fio dental, que estava molhada. Meus dedos procuraram a buceta dela e a estimulei, e ela enlouqueceu de tão tesuda que estava.
— Ahhh, ahh, ahhh... Não aguento mais, Pedroo, quero ser penetrada, sentir você dentro de mim... ahhh
Eram as palavras mágicas que eu queria ouvir: que ela pedisse. E no fim consegui. Sem parar de nos beijar, levei-a para a sala, tirei a calcinha fio dental dela e queria retribuir o bom boquete que ela tinha me feito no meu carro, mas ela não quis e me disse para sentar no sofá. Então Olga sentou em cima de mim, com a mão segurou o pau e colocou na entrada da buceta dela — e zás... até o fundo.
E ela começou a se mexer, no começo bem devagar, e aos poucos os movimentos de quadril foram aumentando. Minha sogrinha estava totalmente solta, já não era mais aquela senhora tão doce e amável que sempre me recebia quando eu chegava na casa dela; agora era uma mulher que pedia e gozava do meu pau.
— Ohhh, Deus, que gostoso... ohh... é tão bom... tão duro e grande
Que jeito de se mexer da minha sogra! Ela estava muito feliz chupando o pau do futuro genro, enquanto o corno do marido dela estava dormindo no segundo andar da casa. E não dava para culpar o álcool, porque ela não tinha bebido nada. Muito e eu menos, tudo era resultado da falta de sexo em ambos. Ela porque o marido tava mais preocupado com o trabalho e enchendo a cara, e eu porque a filha dela não tava aqui pra cumprir como minha mulher, que é daqui. Então agora quem tava fazendo isso era ela.
— Ahhh... ohhh... Pedritooo... olha como você me deixou
Fiz ela se ajoelhar no tapete e comi ela na posição que a filha dela e eu mais gostamos. O quadril dela é mais largo que o da Cláudia, e nessa pose dava pra ver uma rabuda grande e muito apetitosa, que eu seria o primeiro sortudo a aproveitar.
— Aggg... Que delíciaaa... ohh sinto tudo
Ela tava tão lubrificada que rapidinho meti o que ela tanto pedia: uma pica bem dura. E eu, que desejava aquela noite inteira desde que vi aquela rabuda, agora tava segurando firme no quadril largo dela e comecei a macetar a minha sogrinha. No fundo, tava cumprindo o que a filha pediu: trouxe os pais dela sãos e salvos pra casa, e ela também disse pra eu cuidar deles. E era isso que eu tava fazendo com a mãe, cuidando pra ela ser bem atendida e satisfeita, do jeito que o pai não fazia, porque não é bom uma mulher ficar muito tempo assim.
As nádegas dela pulavam a cada estocada que recebia, fazendo ela gemer bem alto. A gente tava tão na pira que se o marido dela tivesse acordado e visto a gente, já não ia importar mais. Com certeza tudo ia pro caralho na casa deles, mas a Olga conhecia bem o marido: aquele ali não acorda nem se a casa cair ao redor.
A dona Olga, aos 49 anos, ainda precisa de uma pica bem metida, e não tavam fazendo isso. Então eu, a partir de agora, ia fazer, porque depois de ter ela assim, macetando tão gostoso, seria um idiota se não voltasse a fazer.
— Ahhh ahhh que delíciaaa. Continua, não para, assim, assim, mais forte... Aiiii, vou gozaaar
E a mãe também gostava da mesma posição de quatro, igual a filha. Do jeito que a pica entrava e saía da buceta quente e suculenta dela, ela teve um orgasmo que o corpo inteiro começou a tremer como se... ela tivesse um ataque de epilepsia, mas eu continuei metendo forte até que também cheguei ao clímax do prazer depois de muito tempo dentro de uma mulher e explodi e gozei dentro da minha sogra e não consegui mais evitar ficar em silêncio e gritei quando deixei todo o meu gozo dentro dela e ela teve outro orgasmo de novo e a buceta dela parecia espremer meu pau querendo até a última gota quando se contraía e abria as paredes vaginais era algo que eu experimentava pela primeira vez..
— Ohhh Deus Olga você é única...
(continua...)
— Não... Pedro, me soltaaa... isso é uma loucura que não pode acontecer... Não sei o que deu em mim no carro... Mas não pode se repetir nunca mais?
De novo, os lábios dela diziam que não, mas ela não fazia nada pra me impedir quando minhas mãos tocavam os peitos dela por cima do vestido vermelho — que foi o que me motivou a ver ela totalmente diferente das outras vezes que fui na casa dela, porque destacava os encantos de mulher madura. E se assim vestida já era demais, com certeza sem ele seria muito melhor.
Eu não dizia nada enquanto a Olga continuava falando que não, várias vezes, pra eu pensar na Cláudia, que não podíamos fazer isso com ela e um monte de outras coisas. Mas o corpo dela me dizia o contrário quando sentia minhas mãos percorrendo os peitos e quadris dela, e esfregando meu pau naquelas bundonas. Foi aí que percebi que minha futura sogra era uma mulher que precisava muito de um pau bom que fizesse ela aproveitar aquele momento. E se eu era o homem sortudo, não ia deixar a oportunidade passar.
As alças do vestido eu coloquei de lado nos ombros dela e abaixei o zíper bem devagar pra tirar o vestido vermelho, que caiu aos pés dela, deixando ela só de calcinha e sutiã da mesma cor. Nunca imaginei que, nas vezes que vi ela em casa — e foram várias oportunidades em que ela usava aquela roupa discreta, conservadora e largada —, podia esconder um corpo tão gostoso.
— Pedro, não continua... pelo amorrr... depois a gente vai se arrepender... Nãooo...
Eu beijava o pescoço e as orelhas dela. Não ia parar por vários motivos: primeiro, porque como eu disse antes, tava há um tempão sem transar desde que a Cláudia foi pro estágio, e meu corpo tava precisando muito; segundo, porque depois de descobrir como a dona Olga tava reagindo aos meus carinhos no corpo dela e... Estava como um vulcão há muito tempo inativo, mas agora tinha entrado em erupção e, se não fosse eu, talvez outro seria quem, mais cedo ou mais tarde, faria isso.
O fecho do sutiã arrebentou por minha ansiedade e desespero, eu estava totalmente excitado e a virei, ficando de frente um para o outro. Olga baixou o olhar, envergonhada, mas já era tarde para esse sentimento entre nós dois. Ela ergueu o rosto e eu a beijei. No começo, a boca dela estava fechada, e minha língua brincava com seus lábios; aos poucos, ela abriu a boca e correspondeu ao meu beijo, e nossas línguas pareciam duas cobras se unindo.
— Ahh, Pedrooo... ohh
Minha estratégia era não dizer nada, só acariciá-la e deixar que ela se levasse pelo momento. Meus dedos brincavam com aqueles pezões enormes e duros, que depois eu saboreava com minha boca. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes quando minha mão tocou sua calcinha fio dental, que estava molhada. Meus dedos procuraram a buceta dela e a estimulei, e ela enlouqueceu de tão tesuda que estava.
— Ahhh, ahh, ahhh... Não aguento mais, Pedroo, quero ser penetrada, sentir você dentro de mim... ahhh
Eram as palavras mágicas que eu queria ouvir: que ela pedisse. E no fim consegui. Sem parar de nos beijar, levei-a para a sala, tirei a calcinha fio dental dela e queria retribuir o bom boquete que ela tinha me feito no meu carro, mas ela não quis e me disse para sentar no sofá. Então Olga sentou em cima de mim, com a mão segurou o pau e colocou na entrada da buceta dela — e zás... até o fundo.
E ela começou a se mexer, no começo bem devagar, e aos poucos os movimentos de quadril foram aumentando. Minha sogrinha estava totalmente solta, já não era mais aquela senhora tão doce e amável que sempre me recebia quando eu chegava na casa dela; agora era uma mulher que pedia e gozava do meu pau.
— Ohhh, Deus, que gostoso... ohh... é tão bom... tão duro e grande
Que jeito de se mexer da minha sogra! Ela estava muito feliz chupando o pau do futuro genro, enquanto o corno do marido dela estava dormindo no segundo andar da casa. E não dava para culpar o álcool, porque ela não tinha bebido nada. Muito e eu menos, tudo era resultado da falta de sexo em ambos. Ela porque o marido tava mais preocupado com o trabalho e enchendo a cara, e eu porque a filha dela não tava aqui pra cumprir como minha mulher, que é daqui. Então agora quem tava fazendo isso era ela.
— Ahhh... ohhh... Pedritooo... olha como você me deixou
Fiz ela se ajoelhar no tapete e comi ela na posição que a filha dela e eu mais gostamos. O quadril dela é mais largo que o da Cláudia, e nessa pose dava pra ver uma rabuda grande e muito apetitosa, que eu seria o primeiro sortudo a aproveitar.
— Aggg... Que delíciaaa... ohh sinto tudo
Ela tava tão lubrificada que rapidinho meti o que ela tanto pedia: uma pica bem dura. E eu, que desejava aquela noite inteira desde que vi aquela rabuda, agora tava segurando firme no quadril largo dela e comecei a macetar a minha sogrinha. No fundo, tava cumprindo o que a filha pediu: trouxe os pais dela sãos e salvos pra casa, e ela também disse pra eu cuidar deles. E era isso que eu tava fazendo com a mãe, cuidando pra ela ser bem atendida e satisfeita, do jeito que o pai não fazia, porque não é bom uma mulher ficar muito tempo assim.
As nádegas dela pulavam a cada estocada que recebia, fazendo ela gemer bem alto. A gente tava tão na pira que se o marido dela tivesse acordado e visto a gente, já não ia importar mais. Com certeza tudo ia pro caralho na casa deles, mas a Olga conhecia bem o marido: aquele ali não acorda nem se a casa cair ao redor.
A dona Olga, aos 49 anos, ainda precisa de uma pica bem metida, e não tavam fazendo isso. Então eu, a partir de agora, ia fazer, porque depois de ter ela assim, macetando tão gostoso, seria um idiota se não voltasse a fazer.
— Ahhh ahhh que delíciaaa. Continua, não para, assim, assim, mais forte... Aiiii, vou gozaaar
E a mãe também gostava da mesma posição de quatro, igual a filha. Do jeito que a pica entrava e saía da buceta quente e suculenta dela, ela teve um orgasmo que o corpo inteiro começou a tremer como se... ela tivesse um ataque de epilepsia, mas eu continuei metendo forte até que também cheguei ao clímax do prazer depois de muito tempo dentro de uma mulher e explodi e gozei dentro da minha sogra e não consegui mais evitar ficar em silêncio e gritei quando deixei todo o meu gozo dentro dela e ela teve outro orgasmo de novo e a buceta dela parecia espremer meu pau querendo até a última gota quando se contraía e abria as paredes vaginais era algo que eu experimentava pela primeira vez..
— Ohhh Deus Olga você é única...
(continua...)
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