Minha timidez e minhas tias 43

Em casa, todo mundo esperava o Ricardo pra contar como foi a visita na casa da acompanhante do prefeito, mas quando vimos ele chegar, a cara dele já dizia tudo: testa franzida e punhos cerrados. Ele quase entrou sem cumprimentar ninguém. A Júlia quis saber na hora e subiu atrás dele até o quarto dele com uma desculpa tão besta que a minha prima Lisa, a Clara e eu caímos na risada. Cada um foi pro seu quarto, esperando que a Júlia, na base da trepada, arrancasse a história toda dele. Mas dez minutos depois, ouvimos os passos apressados da Júlia entrando no quarto dela e batendo a porta com força. A cabeça da Lisa apareceu na porta do quarto dela, e as nossas, no meu. A gente se perguntava o que tinha rolado. Iria ser difícil descobrir, o Ricardo era bem fechado pra essas coisas íntimas. Fui dormir com a minha mãe, ambas intrigadas com a possível raiva do Ricardo. Quando minha tia subiu toda segura de si, levou um fora do garçom e não quis falar nada. Minha mãe ficou repassando de memória tudo que tinha visto do balcão, e eu fui contando o que tinha escutado na mesa das minas. Juntas, a gente reconstruiu o que imaginávamos que podia ter acontecido. Sobre a visita ao depósito, provavelmente não estávamos muito longe da verdade: eles tinham saído de lá com o cabelo e a roupa bem bagunçados, a maquiagem da mina tava toda borrada, e o Ricardo e a acompanhante dele não pareciam nem um pouco preocupados que o prefeito tivesse largado ela. A gente tava nessa conversa quando, aos poucos, o papo foi morrendo e logo deu pra ouvir que minha mãe tinha pegado no sono. O dia tinha sido exaustivo. De manhã, acordei cedo e desci pra tomar café. Quando olhei o calendário na cozinha, lembrei que faltava pouco pro aniversário da minha mãe e comecei a matutar que presente eu ia dar pra ela. Já tinha dado perfume, lingerie e alguns outros mimos mais ou menos pessoais, mas queria fazer algo mais íntimo, que tocasse fundo nela. A Clara tava ocupada no balcão, e eu aproveitei. Subi de novo pra casa e fui perguntar pra minha tia. Encontrei ela contando o dinheiro do caixa do dia anterior, com uma cara de poucos amigos. Tomei cuidado pra não irritar ela mais e me ofereci pra ajudar. Na mesa, uma montoeira de contas e papéis de todo tipo, ela ainda não tinha se arrumado. Primeiro teria que se entender com aquela bagunça toda e depois ir ao banco depositar. Ela tava com cara de quem não tinha dormido muito, e no rosto dava pra ver até sinais de que tinha chorado. Sentei do lado dela e peguei na mão dela. Ela me olhou e eu vi um monte de sentimentos nos olhos dela, principalmente ruins. A sacanagem que o homem que dividia a cama dela quase todo dia tinha feito, ela não conseguia entender. Só tinha pedido pra ele tratar bem o prefeito! Ela gostou da ideia de levar a garota pro depósito e evitar um barraco entre os dois, mas já não sabia mais o que tinha rolado entre eles. Imaginava, pelas aparências, que tinham transado. Quando saíram, parecia que tinham voltado de uma maratona, e conhecendo o Ricardo e o pau dele, com certeza a garota tinha curtido. Mas ele foi de boa acompanhar a menina até a casa dela. Pela forma como se despediram, dava pra ver que queriam continuar trepando na casa dela. Ela não se importou. No fim das contas, se fosse um problema de ciúmes, quem devia sentir era ela, mas ciúme era algo impensável. Todos nós sabíamos onde estávamos pisando e qual era nosso lugar. Ali não cabia ciúme, e já tínhamos provado isso várias vezes. Júlia deixou as mãos esticadas sobre a mesa e apoiou a cabeça na borda. O cabelo ainda bagunçado de uma noite sem dormir cobria o rosto dela. Quando eu levantei e coloquei minhas mãos nos ombros dela, ela fez um movimento de recusa. Quando virou pra mim, sorriu como se pedisse desculpas. Por um momento, ela tinha achado que o Ricardo tava procurando a companhia dela. Os músculos dos ombros dela estavam mais duros que um cabide. Não consegui fazer nada com eles até ela relaxar um pouco. Quando passei meus dedos pela nuca dela, ela pediu pra eu pressionar os ombros também. cabeça girava lentamente, relaxando cada vez mais até que ela a jogou para trás, com os olhos fechados sentia minhas mãos recompondo seus músculos, a camisola que ainda vestia grudava na pele e me incomodava, soltei os dois laços que a fechavam e separei as duas metades, passei minhas mãos pelos ombros e braços e depois do pescoço dela descendo pelo peito entre o canal sem tocar nos peitos, Julia abriu os braços deixando eu fazer o que quisesse. Peguei ela pelos cotovelos e puxei para que se levantasse, ela fez isso mecanicamente até que a deitei no sofá de bruços. Abaixei as persianas para que a luz do sol não incomodasse ela, e me sentei ao lado dela, com as mãos abertas fui percorrendo as costas, os quadris e depois desci até os pés, as panturrilhas estavam como que duras, subi pelas coxas e sem dizer nada ela as abriu. As nádegas morenas se moldavam às minhas mãos que as percorriam em todas as direções, passavam pelo interior das coxas quando ela levantou a bunda um pouco, o suficiente para que minhas mãos coubessem entre as virilhas, os lábios ficavam sempre entre meus dedos sem abri-los, tive que fazer verdadeiros esforços para não meter minha boca entre eles, mas continuei separando as nádegas e pressionando as covinhas dos quadris, o cu estava fechado com força rodeado pela pele mais escura, quando dei um tapa na bunda dela ela se virou. Se até agora eu me mantinha calmo com muita dificuldade, agora que a via de frente tive que redobrar o sacrifício, os peitos eu amassei enquanto ela suspirava, não toquei nos bicos mas segui pela barriga para baixo, a barriga dela tremia quando passei do umbigo para baixo. A buceta morena inchava carnuda, os lábios fechados só deixavam aparecer um pouco o clitóris brilhante, passei as duas mãos ao mesmo tempo pelas virilhas e ela abriu as pernas de vez, facilitou o caminho para eu não roçar, mas ela pegou minha mão e levou até os lábios da buceta, os abriu e a deixou sobre a pele molhada e rosada. Com os lábios abertos, o clitóris já era uma montanha num vale, logo abaixo se abria como uma orquídea com um par de pétalas que guardavam a buceta dela, ela não tirou as mãos das minhas até eu enfiar dois dedos, aí me soltou pra eu continuar. Não precisei mais me segurar, Júlia queria gozar e eu ia satisfazer ela, meus dedos foram entrando um por um, se acumulando dentro dela, com a cintura ela me ajudava a entrar o máximo possível, mas quando virei a mão com a palma pra cima e procurei o ponto mais sensível do corpo dela, ela pegou minha outra mão e levou até um dos mamilos, eu mexi meus dedos na buceta dela na maior velocidade que conseguia enquanto apertava o mamilo direito. Júlia gemia murmurando alguma coisa, me pareceu que chamava o Ricardo pedindo perdão mas que enfiasse o pau dela de novo, quando ela gozou minha mão tinha juntado uma poça de lubrificação na palma, tive que segurar ela porque parecia que ia cair do sofá no chão. Ela ficou com um braço e uma perna pendurados até o chão, fui no quarto dela e peguei um lençol da cama, cobri ela com ele no sofá e terminei de baixar as persianas, deixando quase no escuro, em cima da mesa o dinheiro e as contas teriam que esperar. Quando saí da sala, encostada na porta estava minha prima Lisa, me surpreendi ao vê-la porque quando passei com o lençol não tinha notado ela. - Que inveja que eu tenho de algumas. - Ah, Lisa! Desde quando você tá aí? - Desde que você enfiou os dedos na buceta da minha mãe. - Cê viu que ela mesma me pediu, né? - Claro, e quem não pediria? Quase gozei eu só de olhar e você, não sei como aguentou com essa ereção que você tá. - Só queria relaxar ela, ela passou uma noite muito ruim. - É, eu ouvi ela se revirando na cama. - Ah! Cê vai sair pra algum lugar? - Agora não, eu tinha que levar o dinheiro no banco mas já vi que hoje de manhã não vai rolar. - Eu queria que você me ajudasse. - Ia te pedir Propor eu: vamos pro meu quarto. Ia pedir informação pro presente da Clara, mas assim que fechei a porta do quarto dela, ela tirou a camisola que tava usando e ficou pelada na cama. - Vamo, Manu, sobe, vou te ajudar, também sei relaxar você. - Lisa, não era isso, só queria pergunt... O beijo que ela me deu na boca não me deixou continuar, eu tava excitado, mas ela também tava, só de olhar. Puxando, ela tirou minha roupa e montou em cima de mim, cuspi na minha mão e passei na minha pica pra entrar bem na buceta dela, não precisava, tava tão molhada que quando ela se deixou cair em mim, nem senti o roçar da vagina dela, só vi minha pica sumir dentro dela. Minha prima fez igual a mãe dela, levou minha mão no clitóris dela e a outra no mamilo. Devia tar muito excitada, porque logo deu sinais de um orgasmo iminente, me dizendo: - Vamo, primo, te espero, mas não demora muito, tô quase gozando. Virei ela, deixando ela debaixo de mim, Lisa sabia o que queria e não se importava, encolheu as pernas no peito e foi recebendo as estocadas que eu metia desesperado. - Prima, por favor, vou gozar, não me deixa sozinho! - Tá bom, não segura mais, mas não para mesmo depois de gozar, já sai sozinha. Custou mais do que a gente esperava pra ela descer, mas a gente curtiu, minha pica flutuava dentro da buceta da Lisa, entre meu gozo e os sucos dela, quase não dava pra sentir, embora a buceta da Lisa fosse bem apertada. Quando minha pica amoleceu, a gente se olhou assustado e satisfeito, sem parar de me mexer na minha prima, ela tinha gozado de novo, os espasmos dela provocaram outra gozada em mim, e o que ia ser uma pergunta simples acabou numa foda impressionante. Ficamos deitados de barriga pra cima na cama, minha prima ficou me dando ideias pro aniversário da minha mãe, algumas eram boas, ia ter que escolher bem. Quando o Benito veio como sempre, me aproximei dele fazendo um sinal pra ele me acompanhei, saímos pra rua e sentamos numa mesa de calçada. Na hora, a Raquel veio perguntar o que a gente queria. Eu olhei ela de cima a baixo e passei a língua nos lábios. A mina riu e voltou pro bar.
— Benito, queria te pedir um favor. Daqui uma semana é o aniversário da Clara, tô cheio de dúvidas, cê pode me ajudar?
— Ah! Nem sabia, ainda bem que me falou. Vamos ter que pensar em algo, cê tem alguma ideia?
— Não faço ideia, só queria que fosse algo inesquecível pra ela. Já fiz os presentes de sempre e não quero repetir.
— Espera, tive uma ideia. O Benito pegou o celular e discou, levantou da mesa e procurou um lugar com sinal. Quando voltou, tava sorrindo.
— Pronto! Tudo resolvido.
— E o que é que tá resolvido?
— Não sei se te conto, mas cê vai gostar.
— Claro que vou, mas também queria saber.
— É que ainda tô pensando e melhorando.
— Ele levantou de novo e ligou. Quando voltou, falou animado:
— Perfeito, vai ficar redondo.
— Pelo amor do teu pai, Benito! Fala alguma coisa.
O Benito me pegou pelo braço e me fez acompanhar ele pela calçada…
— Manu, não podia concordar mais contigo. Sua mãe merece um agrado e a gente vai dar. Vai ser dos dois, o que cê acha?
— Espero que me conte antes do aniversário, Benito!
— Hahaha, que impaciente. Aliás, como vai a veterinária?
— Não foge do assunto, cê sabe que a veterinária vai superbem.
— Hehehe, já sabia. E a sobrinha dela, como é que tá?
— Tá maravilha, Benito. Parece que cê sabe tudo e eu não sei nada. Me conta logo.
— Tá bom, não vou te fazer sofrer mais. O que cê acha de um fim de semana num balneário com spa, massagem, comida boa e… uma cama grande e superconfortável?
— E claro, na cama ia ser você. Não é ruim, mas eu ligo pra ela e dou os parabéns, né?
— Nãão! Manu, não. Cê ia ter a mesma coisa. mas com outra cama e com outra mulher, minha filha. - Fiquei petrificado, Benito se apresentou como o maior estrategista da história, resolveu tudo de uma vez, um fim de semana com minha mãe e a filha dele, e ele, claro. - E mais, o diretor do balneário é amigo íntimo meu e deixa o spa livre só pra gente quando está fechado ao público. - Que foda, Benito, já tô imaginando, sua filha pelada flutuando entre espuma e bolhas. - Isso mesmo, igualzinho sua mãe pelada flutuando entre espuma e bolhas. - Kkkk, perfeito, e nós pelados flutuando entre espuma e bolhas, kkkk. - Combinado, mas sua filha vai topar? - Tá doida, na segunda vez que liguei já perguntei pra ela e hoje à tarde já foi fazer compras. - Que foda, Benito, que improviso perfeito. - Espero que não chova, kkkk. - Na cama pode chover outra coisa! Kkkk. - Pode ter certeza, kkkk. Quando entramos no bar de novo, ele vinha me segurando pelo ombro, minha mãe arqueou a sobrancelha, e a Raquel deu uma cotovelada na Encarna pra gente ver, lá no fundo o Ricardo tava ocupado com os talheres. Minha mãe perguntou o que tava rolando com a gente, batemos palma e o médico foi pra casa, e eu fui falar com o Ricardo. O garçom fingiu que não me viu, eu sentei na mesma mesa onde ele tava separando os talheres pro almoço. - Ricardo, podemos conversar? - Claro, Manu, o que você quer? - Acho que a gente se conhece bem, até diria que te considero meu amigo, além das aventuras que a gente viveu junto, confio em você totalmente. - Eu também, Manu, eu também, você é o único amigo que tenho nessa cidade. - Valeu, Ricardo, tô falando tudo isso porque tô preocupado, desde ontem seu humor mudou, você sempre foi alegre e agora parece que saiu de um enterro, se quiser me contar o que tá rolando, tô aqui pra ouvir. - Não é nada. importante, só que eu me senti muito mal, me senti usado e manipulado por várias pessoas e isso não me agrada nada.
- Pois não sei, se você tá dizendo assim deve ser, mas posso saber quem te tratou desse jeito, fomos algum de nós? Se for, já peço desculpas e acho que ninguém aqui te quer mal.
- Não, nada disso, foi por causa do prefeito, a mina dele e até… o marido dela, eles têm umas atitudes que não curto.
- Não tô te entendendo, Ricardo, desculpa, sou meio lento das ideias.
- É que até agora eu sempre lidei com gente transparente, que dava pra ver de longe, mas agora me pegaram desprevenido e eu não sabia o que fazer.
- Bom, acho que se foi só isso, você pode aprender algo pra próxima, embora seja fácil aconselhar, se fosse comigo eu tava escondido debaixo da mesa.
- Kkkk, pelo amor, Manu, não me faz rir que não tô com vontade.
- É verdade, você é um cara experiente e eu sou um moleque sortudo.
- Fica tranquilo, quando passar eu te conto tudo com todos os detalhes.
- Valeu, mas tem outra coisa.
- Fala, Manu, fala.
- A Júlia, o que rolou com a Júlia?
- Nada, só que ela quis saber e eu não falei nada.
- Pois ela tá destruída, não dormiu a noite inteira pensando que te decepcionou.
- Sério? Se eu não tenho nada pra reclamar dela!
- Pois acho que você devia esclarecer isso o mais rápido possível, acho que ela merece.
- Com certeza, ela é uma mulher maravilhosa, em todos os sentidos, você sabe melhor que eu, vou falar com ela, cadê ela?
- Não se empolga, Ricardo, agora não dá pra conversar, deixei ela dormindo, mas quando você ver ela, resolve. O garçom me deu um tapinha nas costas agradecido, minha mãe olhava pra gente de trás da máquina de café como se estivesse fazendo alguma coisa, quando me viu indo na direção dela, me interrogou com os olhos e eu levantei o polegar, achei que já tava resolvido. Na hora do almoço, nós Sentamos todos à mesa, menos a Julia e a Lisa. As duas tinham ficado dormindo, por motivos diferentes — ou pelo mesmo, dependendo do ponto de vista. Depois das trepadas, estavam exaustas. Eu também, mas disfarçava. O Ricardo se mostrou quase tão animado quanto sempre, e minha mãe não conseguia entender ele direito. Falei pra ela não ligar e deixar ele em paz. De tarde, minha tia desceu. Acenou pra gente e foi na direção do Ricardo, mas virou e entrou no escritório dela. Tava toda arrumada, maquiada, cabelo bem penteado. Da sala do restaurante, o Ricardo me olhou, me consultando o que fazer. Com a cabeça, mandei ele ir com ela. Ele se penteou, vestiu o paletó de smoking que usava pra servir em ocasiões especiais. Verdade seja dita, tava bonito. A gente ouviu ele bater com os nós dos dedos. Minha tia falou "pode entrar", a porta abriu e fechou. Grudados no balcão, todo mundo se juntou: as garçonetes Encarna e Raquel, minha mãe e eu. Escutamos atentos, mas não deu pra ouvir nada. Passou um tempão e a gente não ouvia nada. Não que a gente esperasse gritos ou briga, mas nada... Por fim, a porta se abriu. A gente se separou igual rato assustado, cada um num canto do bar. Quando a Julia apareceu, a gente se acalmou. Atrás dela vinha o Ricardo, sorrindo. Minha tia, não. A Julia não parecia a mesma pessoa que tinha entrado um momento antes. Agora ela tava meio despenteada, quase sem maquiagem, os lábios com o batom borrado, o vestido mal arrumado e meio amassado, mas o semblante dela tava radiante. Passou por nós e piscou um olho pra mim, e subiu de novo pra casa. Quando nossos olhares se cruzaram, o Ricardo também piscou um olho pra mim. Respirei aliviado. Tava tudo esclarecido e a paz assinada. Com certeza não foi com tinta preta, mas com porra branca — mas tanto faz, tava tudo resolvido. Quando a gente ia se deitar, minha mãe me empurrou pra dentro do quarto pra eu contar tudo. Mas eu peguei ela com força e obriguei ela a ficar colada na porta, e coloquei a mão na boca dela. pra que ela ficasse quieta, na hora se ouviram uns passos leves subindo a escada no corredor, minha mãe me olhou e apertou minha rola como parabéns, pra garantir abri a porta, na nossa frente a cabeça da Lisa tinha aparecido pelo mesmo motivo, tinha ouvido a mãe dela subir pro quarto do garçom, com o dedo me disse que não, que não desceria até o dia seguinte. Clara tava impaciente pra eu contar o que tinha rolado, pus ela a par, de como eu tava mal de manhã, da massagem que fiz nela, não contei da gozada porque ela adivinhou, e que tinha deixado ela dormindo no sofá, da Lisa também não falei nada, por causa do presente, claro. Quando fui me deitar na minha cama, Clara já tava dentro fazendo espaço, a cama dela essa noite ia ficar sem desfazer. A posição de confidências eu já conhecia, a cabeça dela no meu pescoço, meio corpo em cima de mim e uma perna sobre as minhas, fazendo caracóis nos meus pelos do peito e respirando no meu ouvido. O pouco que sabia dos motivos do Ricardo contei pra ela e prometi que quando soubesse o resto terminaria de contar. Minha mãe tava curiosa essa noite. — Tenho uma dúvida, Manu, como você conseguiu acalmar sua tia? Conheço ela desde pequena e quando ela se irrita não passa logo. — Pode ser que eu saiba o ponto fraco dela. — Sua tia tem pontos fracos? — Igual você. — Que você sabe dos meus pontos fracos. — Mmm, acho que sei um pouco. — Quais são? Vai, me diz. Não falei nada mas apontei eles, passei o dedo nas costas dela percorrendo a espinha de cima a baixo, ela se encolheu na hora mas não disse nada, continuei passando as mãos pelo pescoço e ombros e ela se esticou deitada olhando pro teto, tive que me ajoelhar do lado dela e passo a passo repeti as massagens que tinha dado na Júlia, elas eram irmãs e embora com corpos diferentes tinham as mesmas sensações, quando meus dedos passavam entre as virilhas, ela abriu as pernas mas o que esperava que não chegasse, me deliciei no púbis dela, com a outra mão passava perto dos peitos dela, ou melhor, onde deveriam estar, porque era quase lisa e de barriga pra cima… Os mamilos compensavam e saíam como dois faróis costeiros, ela se mexia no lençol esperando que eu parasse de torturá-la, mas esperava em vão, eu tava com a pica dura como o mastro de uma bandeira e mesmo assim aguentei a tentação, minha mãe não conseguiu, pegou minha mão e levou até a buceta dela, abriu as pernas de par em par e os lábios se separaram como os da Júlia, o clitóris ficou sozinho no meio deles e as pétalas escuras ao se abrirem guiaram meus dedos, um pareceu pouco e dois também, mas não quis meter três, só os dois, mas procurando o ponto G, G de gozo, porque foi quando toquei nele que ela encolheu as pernas de repente, agarrou minha outra mão e levou até o mamilo mais próximo, ela tinha ficado puxando ele e tava bem dilatado, entre meus dois dedos ele se destacava, agitei a mão na buceta fazendo concha, foi enchendo de fluido espumoso, até que deu um espasmo e esvaziou a mão no lençol, encolhendo as pernas e abraçando meu braço, gozou em posição fetal, parecia uma neném recém-nascida, tremia e eu cobri ela com o lençol enquanto me encostava nela e dava sossego. Quando vi ela encolhida tão indefesa, a pica baixou, as duas irmãs, na verdade as quatro irmãs eram feitas no mesmo molde, eram extremamente sensíveis e meigas. Ela dormiu na hora e eu colado nas costas dela sentia o peito respirando suave nas minhas mãos. Devia ser de madrugada quando ela falou no meu ouvido. - Agora vou te ajudar eu, sei como relaxar você. Foi me esticando até que meio dormido eu subi nela, eu deixava fazer até que ela abriu as pernas e encolheu no peito, lembrei da Lisa, de manhã ela tinha se comportado igual a ela agora, ia ter que adicionar na lista das quatro irmãs a minha prima Lisa. A lembrança da Lisa de manhã foi o que terminou fazendo minha pica crescer Pau entre as coxas de Clara, ela com as pernas pra cima esperava pacientemente que eu ficasse duro. Meu pau foi subindo como um guindaste entre as nádegas dela até chegar nos lábios abertos dela, só precisei me deixar cair e entrei direto, fui metendo e tirando com rapidez.

— Vai, filho, tô esperando, mas não demora muito, que eu tô quase gozando.

Continuei enfiando o pau, não quis esperar ela, mas Clara me alcançou e gozamos os dois juntos, nos abraçamos e, entre espasmos, dormimos de novo. De manhã cedo, quando ela se levantou, sussurrou no meu ouvido:

— Você tem que me contar o que vocês estão tramando, você e o Benito.

Dei um tapa na bunda dela e falei:

— Isso nem sonhando, é uma surpresa.

Minha primeira ideia quando acordei foi me informar sobre os balneários perto dali, queria saber tudo que dava pra fazer lá. Fiquei surpreso, sempre achei que fossem hotéis dos anos vinte. De manhã, recebi uma ligação no telefone, era a Alba, filha do Benito. Fiquei muito feliz de ouvir ela, pedi desculpas pelo tempo que passei sem falar com ela, ela entendeu, sabia de mim pelo pai dela. Ela ligou porque tinha percorrido as lojas da vila e não tinha quase nada do que ela queria, também queria saber o manequim da minha mãe, queria comprar um maiô pro spa e todo o resto: chinelos, roupão, touca de cabelo, etc. Ela perguntou se eu achava que teria que procurar na cidade vizinha, mas tive uma ideia melhor: iríamos pra cidade grande. Se nos apressássemos, daria pra comprar tudo e até visitar a Ana, minha tia devia estar prestes a dar à luz, e nessa altura eu já estaria de volta das férias. Combinamos de pegar o primeiro trem da manhã. Continua...

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