Eu tenho 18 anos, sou alta, magra, pele branca, peitos bons e uma bunda bonita. Tenho meu marido de 35 anos, já faz um ano que casamos, e sempre que vamos a uma festa, ele bebe muito e apaga de sono. Isso me dá vergonha dele com os amigos. E alguns caras, que se dizem amigos dele, já me fizeram propostas indecentes, falando que ele nem vai perceber. E a verdade é que não sei o que fazer com meu marido, por mais que eu converse, ele não entende. Já fui infiel uma vez, sem querer querendo. A real é que naquele dia especial eu tava super tarada, com muita vontade de transar, mas meu marido, quando bebe, além de dormir, o pau dele nem sobe. Dessa vez, era meu aniversário de 18 anos, convidamos muita gente e vizinhos, mas, como sempre, meu marido foi pra dentro de casa meia-noite e dormiu. Todo mundo começou a ir embora da minha festa, e eu me senti frustrada sem saber o que falar. No final, só ficou meu vizinho, um senhor grandão, forte e bigodudo, uns 40 anos. Ele me chamou pra dançar uma música romântica bem coladinha. Eu tava meio que sim, meio que não, até que falei que sim. Na hora, senti a mão grandona e forte dele na minha cintura, quase roçando minha bunda. Tentei dançar um pouco afastada, mas ele me puxou pro corpo forte dele e não tive escolha a não ser seguir o ritmo, enquanto ele sorria pra mim e eu ficava vermelha. Logo senti o pau dele crescendo e roçando no meu corpo. Não sei por quê, mas gostei do contato, do olhar dele, até do suor do corpo dele me agradava. Quando a música acabou, ele sentou, e eu servi outra dose pra ele, enquanto olhava pro volume enorme na virilha dele. Falei: "já volto". Entrei em casa, e o pançudo do meu marido roncando, roncando, bem dormido. Fui pro banheiro e vi minha calcinha molhada de tesão que o vizinho tinha me dado. Tirei a calcinha e também tirei o sutiã que tava apertando, e saí assim, sem nada. calcinha nem sutiã, só com o vestido vermelho que eu tava usando, com toda a intenção de sentir o corpo do meu vizinho mais de perto. Quando saí de novo, meu vizinho me chamou pra dançar e de novo se encostou no meu corpo, mas dessa vez foi diferente porque eu já não fazia mais força pra afastar ele de mim, e ele percebeu isso enquanto me olhava e sorria. No fim da música, ele olhou nos meus olhos e me beijou por um bom tempo. Eu queria resistir, mas tava com o tesão muito alterado. Eu empurrava meu corpo pra trás até que ele colocou as mãos nas minhas bundinhas redondas e começou a acariciar, depois me abraçou por trás e eu já não conseguia fazer nada. Senti aquele membro imponente, grande e grosso do meu vizinho se enfiar entre minhas bundinhas sem nenhum problema. Depois ele me sentou no colo dele enquanto levantava meu vestido, e começou a acariciar minha rachinha da minha bucetinha macia e bem depiladinha que eu tava. Eu ainda resistia um pouco até que ele puxou meu cabelo e me colocou de joelhos, abaixou a calça e a cueca dele, e eu vi aquilo grande e lindo. Nunca tinha visto algo tão grosso e suculento na minha vida. Ele me puxou de novo e disse: "Chupa, mamãe gostosa". Eu dizia que não, que amava meu marido, e ele ficou mais bravo, esfregava o pau na minha cara e as bolas dele nos meus lábios vermelhos. Numa hora, ele colocou a cabecinha do pau dele entre meus lábios da boca e empurrava, mas eu não queria abrir os dentes. Ele implorava e ao mesmo tempo me tratava mal, até que eu comecei a abrir a boca e tudo começou a entrar, e comecei a chupar. Tinha um gosto ruim de mijo que, misturado com meu tesão, parecia gostoso. Eu me sentia humilhada porque ele enfiava até o fundo da minha garganta e depois tirava e dizia: "Assim que eu gosto, puta. Você é uma mamãe deliciosa, docinho." Depois ele me levantou e me encostou na parede, e meteu tudo de uma vez. Senti que me partia ao meio, mas abri bem minha perna pra ele entrar todo. Senti minha bucetinha se esticar, saboreando. aquele pedaço de carne, suculento e gostoso, me comeu com força contra a parede, e depois me colocou de quatro e fez de novo, aí no jardim me deitou e colocou minhas pernas nos ombros dele e meteu tão gostoso que eu nem lembrava do meu marido, depois ele se levantou e mandou eu chupar de novo, e como eu falei que não queria, ele me pegou pelo cabelo de novo e me ajoelhou, e disse: "olha, puta, você vai fazer o que eu quiser". Então ele enfiou a pica dele de novo até minha garganta, enquanto eu chorava de engasgo, mas pra falar a verdade, eu adorava ser humilhada daquele jeito, era assim que eu sonhava que meu homem fosse, um macho de verdade. Depois ele me levantou, me segurou pela cintura por trás, cuspiu no meu buraquinho da bunda e começou a meter e meter, sentia o pau dele tão duro e grosso que achei que ia me rasgar, mas não, porque eu tava toda lubrificada e ele entrou tudo. Começou o vai e vem, e eu sentia tão gostoso ele preenchendo cada espacinho do meu buraquinho, e minhas nádegas ficavam felizes com cada batida da cintura dele, até que eu tive o orgasmo mais descomunal que já senti. Meus olhinhos brilhavam de felicidade e minha buceta era tipo um rio transbordando, não parava de jorrar enquanto meu corpo tremia e se estremecia, e meu amante também gozou dentro do meu cuzinho com um último empurrão até o fundo, e mordeu minha orelhinha. Eu virei pra olhar ele, e ele beijou minha boquinha ainda com o pau dele dentro de mim, e eu falei "obrigada, papai", e beijei ele de novo. E foi assim que aconteceu minha traição. Não me arrependo do que fiz, mas não sei o que fazer com meu marido.
18 comentários - Mi Primer Infidelidad