De volta pra casa, Ricardo e eu nos parabenizamos pela tarde tão fantástica que a gente tinha passado, concordamos que as duas mulheres eram maravilhosas, ele me confessou que era uma verdadeira fera na cama, quase tão fogosa quanto minha tia Júlia, eu disse que tinha certeza que ele ia deixar a marca bem alta, ele também adorou a Carol, mesmo novinha, não descartava a ideia de ter um encontro com ela. Hoje à noite não tinha muito trabalho no restaurante, justamente por isso deram folga pro Ricardo, consegui falar um momento com a Raquel. - Desculpa, Raquel, mas tinha esquecido de perguntar da sua avó, como ela tá? - Ah, ela tá melhor, ainda está de cama, mas levanta de vez em quando. - Que bom, gosto muito da sua avó, adoraria vê-la. - Então, amanhã eu tava pensando em ir trocar a roupa dela e dar uma arrumada na casa, se quiser pode vir, com certeza ela vai ficar feliz em te ver. - Beleza, vou dar um jeito de ir vê-la. De manhã, depois do almoço, apareci num horário razoável pra não incomodar nem a avó nem a neta. Quando a Raquel abriu a porta, gostei de vê-la sem o uniforme de garçonete, mesmo vestindo roupa adequada pro serviço que tava fazendo, ela tava mais atraente, mais mulher. Ela tava de manga arregaçada, com uma camisa e uma saia curta, de chinelo e meio despenteada, mas a alegria que transbordava dela toda a tornava especial, não precisava pintar a boca porque tinha um tom rosado natural que destacava a carnosidade dos lábios e os olhos com cílios longos, emoldurados por sobrancelhas grossas, faziam dela uma gostosa sem querer. Do corpo dela já falei várias vezes, gostava de tudo nela. Ela disse que tava arrumando a Encarna, a avó dela, me ofereci pra ajudar enquanto fazia outra coisa, sempre ajudei minha mãe nas tarefas de casa quando podia. Lá do quarto da Encarna, ouvi: - É você, Manu? - Sim, dona Encarna, acabei de chegar, como a senhora tá? - Faz o favor de entrar e me dar um beijo, você é da Família, você me deixou abandonada.
- Não pense isso, venho sempre que posso, sua neta é testemunha.
- Pois se dependesse de mim, você viria todo dia, e a Raquel também.
- Kkkk, a senhora Encarna é encantadora.
- E não me chame de senhora, sou Encarna pra você.
- Obrigado, Encarna. Agora vou esperar você arrumá-la e depois a gente conversa um pouco.
- Como assim esperar? Você não sai daqui, já te falei que é da família.
Raquel entrou com uma bacia de água morna, esponjas ensaboadas, toalhas, etc.
- Me ajuda, Manu?
- Claro, lógico.
A neta não tinha cerimônia: puxou o lençol que cobria a avó. A mulher era bem jovem pra ser avó; por discrição, não tinha perguntado a idade pra Raquel, mas faltava bastante pra chegar aos 70. Tinha tido a filha Elvira muito nova, e Elvira também tivera Raquel cedo. Se não fosse pela artrite que a atormentava, ainda chamaria muita atenção.
Raquel me olhou como quem diz:
- Agora é hora de ajudar.
Descobriu a mulher, tirou a camisola que ela vestia, e ela ficou completamente nua. Tentei não prestar atenção e só passava pra Raquel o que ela pedia, enquanto ela passava a esponja pelo corpo todo, inclusive por baixo dos peitos. Aí Encarna me disse:
- O que acha dos meus peitos, Manu?
- Encarna, o que você quer que eu diga? A verdade ou uma mentira?
Raquel parou de repente, sem saber por onde eu ia sair. Baixou a cabeça e continuou lavando.
- Manu, a verdade. Sempre a verdade.
- Se quer a verdade, é que você tem uns peitos lindos, se conserva muito bem. Os bicos são tão apetitosos que é difícil resistir a não chupar eles. E o que dizer da sua buceta? Tá pronta pra ser comida por muitos anos ainda. Mas…
- Mas o quê, Manu?
- Pois me desculpa falar, mas sua neta Raquel tem os peitos e a buceta melhores que os seus!
As duas caíram na gargalhada. Encarna pegou nos próprios bicos e ficou balançando eles, enquanto estendia a mão pra me agarrar. a pica que marcava por baixo da calça.
- Por um momento você me assustou, Manu, você se saiu muito bem, eu sei que não sou mais jovem, mas já fui, aproveitei muito minha juventude, talvez não seja certo te dizer isso na frente da Raquel, mas esses peitos já foram chupados por muitas bocas, e essa buceta já foi fodida por muitas picas, por isso meu conselho é que você e a Raquel transem quando quiserem, gosto de saber que vocês fodem muito bem, conheço minha neta e sei que você faz ela feliz todas as vezes.
- Obrigado, Encarna, você é um amor, também não devia dizer isso na frente da Raquel, mas quando te vejo, fico com a pica dura que nem um burro.
- Hahaha, por isso peguei na sua, porque sabia que você tinha ficado de pau duro. Então, quer saber? O melhor que vocês podiam fazer agora é ir pro quartão e foder até cansar, depois vocês terminam de me arrumar.
- Hahaha, não é um mau plano, bem que eu queria, vó. Encarna pegou minha mão e colocou no decote da Raquel, e a mão dela na minha pica, a gente se olhou nos olhos, os dois viram a mesma coisa, cobrimos a Encarna e fomos pro quarto com cama de casal. A camisa da Raquel caiu na porta do quarto da avó dela, o sutiã um pouco mais adiante, a saia no pé da cama e a calcinha voou e ficou pendurada no abajur. Eu cheguei um pouco mais tarde porque tinha ficado pra dar um beijo na Encarna de agradecimento, me despi correndo atrás da Raquel, ela já me esperava em cima do lençol, em forma de X. Quando me deixei cair sobre ela, ela fechou os braços e as pernas em volta de mim, minha pica já conhecia o caminho e a buceta dela se abria pra mim ao me ver chegar, a gente ficou fodendo um bom tempo, a avó nos incentivava do quarto dela.
- Não tô ouvindo vocês, é que não sabem fazer? Vou ter que ensinar ainda. A gente tava na cama, a Raquel deitada de costas pra mim e eu segurando os peitos dela, metendo a pica na buceta por trás, me aproximei do ouvido dela e falei…
- O que você Parece que a gente vai dar um presente pra Encarna? Acho que a mina leu meus pensamentos e levantou da cama, meio abraçados a gente entrou no quarto da Encarna, eu passei o braço no ombro dela até apertar na minha mão uma daquelas tetas enormes dela, ela me segurava pela minha piroca como se fosse um cachorro na coleira. A vó Encarna ficou surpresa e disse pra gente…
- Puxa, os pequenos, parece que sabem mesmo o que tão fazendo.
- A gente veio pra ver se cê tinha alguma dúvida.
- Sei não, sei não, mas deixa eu te falar uma coisa, Raquel, vocês me deram uma surpresa gostosa, e você me lembrou minha juventude, na sua idade eu tinha o mesmo corpo que você agora, cê é a cara viva de mim aos vinte anos, as mesmas tetas, a mesma bunda, a mesma cara.
A gente chegou perto da cama da Encarna e a Raquel virou pra mim e me beijou na boca, minhas mãos foram pras tetas dela, que percorri até apertar os bicos escuros, ela virou de costas pra mim, de frente pra avó dela, a Encarna olhava pra gente sorrindo, satisfeita com o que via, sem dúvida levava ela pros tempos passados. A neta se apoiou na cama da Encarna, comigo colado na bunda dela, com as mãos por baixo dos braços dela eu amassava as tetas, dei um tapa numa nádega e ela levantou a perna até deixar em cima da cama e chegou perto da avó. Com uma perna no chão e a outra na cama, não pensei duas vezes e por trás enfiei a piroca na buceta dela, a avó não perdia um detalhe e as mãos dela sumiram debaixo do lençol, quando a Raquel sentiu que tava bem enfiada, puxou o lençol, e as mãos da Encarna ficaram à mostra, uma cuidava de um bico e a outra sumia entre as pernas dela. Bem pertinho da mulher, minha piroca entrava e saía da buceta da neta dela, as tetas balançavam penduradas, sorrindo ela disse.
- Até nisso cê é igual a mim, cê tem os lábios da buceta iguais aos que eu tinha e ainda por cima é toda depilada. Vou contar uma coisa… lembro da primeira vez que eu depilasse a buceta, bom, na verdade não foi bem assim, nem me depilei sozinha, fui eu quem raspou. O caso é que eu tinha um namorado que trabalhava numa barbearia, naquela época muitos homens faziam a barba lá, e o cara tava obcecado em me ver com a buceta raspada, eu tinha ela bem peluda. Depois de muita insistência, eu aceitei, mas aí descobri que ele ia me raspar com uma navalha, porque naquele tempo não existiam esses inventos de hoje. Só de olhar pra ela, eu já morria de medo, mas o cara me garantia que não tinha nada a temer. Eu coloquei como condição que eu rasparia ele primeiro, ele arregalou os olhos de susto, mas me contentei em passar a navalha no rosto dele, não tive coragem de ir além. Ele já imaginava a pica dele cortada rente e aceitou, com muito medo, mas aceitou. Era maior a vontade dele de me raspar do que o medo de um corte, mas no pescoço foi ele quem fez. — E onde vocês fizeram isso? — No quarto da pensão onde ele morava. Com muito cuidado, ele raspou tudo, eu achava que ele ia se contentar com o púbis, mas esticando meus lábios, foi até o cu. Tenho que confessar que a buceta, de tanto toque, tava escorrendo de tanto mel, mas ele terminou. Quis passar um creme, mas eu tava tão excitada que peguei a cabeça dele e enfiei na minha buceta careca. Foi a primeira gozada na boca que eu tive, o cara ficou com a cara toda branca, mas não de espuma de barbear, e sim do meu mel vaginal. — Eu adoraria ter te visto naquela época, Encarna. — Então olha a buceta da minha neta e vê uma cópia exata. Também me lembrei, quando vi você metendo a pica e tirando, que muitas vezes eu colocava um espelho entre as pernas pra ver como o barbeiro metia em mim. A Raquel e eu ficamos muito excitadas com as lembranças da Encarna, a mulher tinha sido muito fogosa e ainda devia ser. Ficamos transando do lado dela, ela nos olhava com os olhos semicerrados. Num momento em que eu tava acariciando um mamilo da Raquel, a Encarna me pegou minha outra mão e levou até a dela, nos peitos sim tinha diferença de firmeza, mas nos mamilos estavam tão sensíveis numa garota quanto na outra. A neta estava apoiada na cama da avó, com as pernas abertas no chão, aguentando as estocadas que eu dava, a cama se mexia no mesmo ritmo. Encarna claramente se masturbava com uma mão. Quando Raquel teve o orgasmo, caiu sobre o peito da avó, os quatro peitos das duas mulheres se espremeram, a avó acariciava amorosamente a neta, tentando tornar mais gostosos os espasmos que percorriam seu corpo. Eu queria aguentar muito, mas Encarna enfiou a mão entre as pernas de Raquel e pegou minhas bolas, acariciando elas, ficaram duras feito laranjas. Falei que ia gozar, mas Raquel se levantou e dobrou as pernas artríticas de Encarna e mandou eu subir na cama dela. Entendi e me deixei cair. A neta guiou meu pau entre os lábios da avó e me deu um tapa na bunda. Empurrei e meu pau entrou em Encarna. O gemido de prazer de Encarna ecoou pela casa toda, e não foi só um, ela não parou de suspirar e gemer até gozar gostoso. As pernas tremiam e os peitos balançavam como pudim, mas um sorriso de prazer infinito enfeitava a cara dela. No último momento hesitei e perguntei onde ela queria que eu gozasse. — Adoraria que você enchesse minha cara, meus peitos ou minha boca, mas dessa vez a foda que vocês me deram merece que você goze dentro da minha buceta, quero seu gozo quente nas minhas entranhas. Encarna acabou de me convencer. Me apoiei nela, tomando cuidado para não machucar as pernas, mas ela fez de tudo para abri-las completamente, pra eu chegar o mais fundo possível. Raquel, com uma mão nas minhas bolas, ficou sentindo como elas se contraíam e se esvaziavam ao encher a avó de porra. Quando desci da cama, Encarna ficou com as pernas totalmente abertas, nem lembrava das dores. Naquele momento, tudo era prazer. Da buceta dela, o gozo ia escorrendo. uma massa de porra igual uma corrente de lava, a Raquel ficou catando o que saía misturado com o fluxo dela. Ajudei a Raquel a arrumar a casa, a Encarna tinha dormido depois do banho, com as pernas abertas, não tinha deixado eu colocar a camisola de volta, saímos de casa sem fazer barulho e fomos tomar alguma coisa antes de voltar pro trabalho. A gente tava sentado numa cafeteria quando vimos a mãe dela passar, indo fazer a janta pra avó, rimos pensando que desculpa ela ia dar quando visse a velha pelada e de pernas abertas, mas a Encarna tinha muitos recursos. Quando entrei no restaurante, a mina foi se trocar pro uniforme de garçonete e eu dei um beijo na minha mãe que tava se preparando atrás do balcão. - Oi filho, hummm, você cheira bem, eu diria que não é perfume de garrafa, acho que sei onde você enfiou a cara, cheira a buceta, acertei? Com o dedo tapei os lábios dela, ela beijou meus dedos e por trás do balcão apertou minha pica. Depois da janta, fiquei ajudando a Raquel a arrumar, a mina agradeceu o que eu tinha feito pela avó dela, comentou que a velha não tinha tido uma vida fácil e agora que não conseguia se mexer direito, servia de motivação se sentir desejada nos seus sessenta e poucos anos, eu disse que o mérito era dela, era uma mulher da cabeça aos pés e sabia o que queria e não queria abrir mão tão cedo de viver o sexo, me emocionava ver ela incentivar a neta a viver sem complexos e eu, por sorte, tava ali na hora certa, se tinha algum mérito era que eu a considerava tão mulher quanto as outras e tratava ela como uma jovem da minha idade, a Raquel sabia disso, não tinha notado diferença entre ela e a avó, tava disposto pra qualquer uma das duas, a Raquel pela idade era mais parecida comigo em muitas coisas, mas a Encarna em filosofia de vida e na vontade de aproveitar era tão jovem quanto a gente, também falei que não fazia só pra deixar ela feliz, mas porque gostava de ficar com ela e quando a gente tinha transado Eu tinha feito aquilo com tanto prazer quanto ela. Disse que esperava que ela entendesse meu jeito de pensar. Ela já tinha entendido e, atrás de uma cortina, me deu um beijo. Fui o primeiro a subir pra casa, queria tomar banho antes de todo mundo. O sexto sentido da minha mãe funcionava perfeitamente e ela era capaz de saber com quem eu tinha estado. Quando saía do banho, cruzei com minha prima. Ela enfiou a mão na abertura da toalha que me cobria e, pegando no meu pau, disse:
— Oi, primo, vocês me deixaram muito tempo abandonada, você e isso que você esconde debaixo da toalha, hahaha.
— É verdade, prima, e não pense que não sinto falta dessas suas tetas. Vamos ter que organizar uma festinha.
— Hahaha, tô morrendo de vontade.
Minha prima soltou meu pau e eu consegui entrar no quarto. Deitei e dormi. Não sei que horas eram quando senti alguém abrir a roupa de cama e deitar do meu lado. Entre sonhos, pensei que minha prima não tinha querido esperar e queria um adianto da festa prometida, mas o tamanho pequeno do corpo dela me indicou que era Clara. Ela tinha acabado de sair do chuveiro. Não disse nada, mas se grudou em mim, enfiou a cabeça debaixo do meu pescoço. A respiração dela era calma. Ela foi se acomodando, passando uma perna por cima das minhas. Aos poucos, foi se colocando mais confortável e acabou subindo literalmente em cima de mim, com as pernas penduradas sobre as minhas e os braços colados no meu peito, a bochecha encostada na minha. Estava toda carente e adorava me sentir perto dela. Eu não conseguia dormir. O motivo não era minha mãe, porque ela quase não pesava nada. Me preocupava um pouco a relação dela com o Benito. O médico continuava vindo como sempre e passava o tempo todo conversando com ela, mas ela pensava no futuro. Achei que estivesse dormindo, porque respirava no meu peito, mas quando beijei a testa dela, imediatamente levantou a cabeça e me deu um beijinho nos lábios.
— Tô pesando muito?
— Só o suficiente. Gosto de ter você grudada em mim. Quer conversar sobre alguma coisa?
Ela baixou a cabeça e sussurrou:
— Sim.
— O que foi, Clara? - Não sei, estou nervosa, não sei o motivo.
- Te notei estranha, na outra noite você me fez muito feliz quando quis que eu te acompanhasse na sua cama, mas percebi que algo te preocupa.
- Estou cheia de dúvidas sobre o futuro, o Benito está avançando no meu coração, mas ao mesmo tempo penso como isso vai influenciar nossas vidas. Mesmo que a gente não queira, os anos passam, e pra mim o Benito é um bom homem, eu chegaria a amá-lo, mas queria que isso não afetasse a gente. Por outro lado, tem a filha dele, ela viraria sua meia-irmã mesmo que a gente não se casasse. Agora a relação de vocês é ideal, sem amarras e com total cumplicidade, eu gostaria que continuasse assim.
- Isso não precisa mudar. Na nossa família, justamente, não tem esse tipo de problema, e o Benito e a filha dele parecem ter a mente bem aberta e um comportamento liberal. Eles já me mostraram isso várias vezes.
Minha mãe respirou aliviada e, enquanto conversávamos, foi se esgueirando para baixo em busca do meu peito. Colou o ouvido no meu coração enquanto beijava meu mamilo. Não foi intencional, mas meu pau começou a reagir. Ele estava apenas caído sobre minha barriga, mas minha mãe estava por cima dele. Senti o calor da púbis dela roçando, mas conforme ele foi crescendo, foi se introduzindo entre os lábios dela. Senti o toque suave do clitóris dela quando minha glande foi se alongando, já sem pele. Ela ficou parada, sentindo meu pau passar. A única mudança que notei nela foi a pressão que comecei a sentir no meu peito: dois volumes me apertavam cada vez mais, eram os mamilos dela, já duros.
Quando meu pau parou de crescer, minha mãe rastejou sobre mim e abriu as pernas. Foi descendo até sentir ele entre as coxas dela. Ela só moveu um pouco os quadris até encontrar a cabecinha alinhada com a buceta dela. Depois, continuou descendo até que, centímetro por centímetro, meu pau foi entrando. Ela suspirou quando chegou no fundo e deitou a cabeça de novo no meu pescoço.
- Você acha que, quando for mais velho, vai querer ficar comigo igual agora?
- Pode ter certeza, eu juro. E se quiser saber, posso te mostrar ainda hoje à tarde...
- Puta merda, não quero que me conte nada, já me basta ouvir você dizer. Ela pegou minhas mãos e as colocou entre meu peito e o dela, meus dedos nos mamilos dela, se aproximou da minha boca com os lábios e me beijou, meu pau teve que sair até a metade, mas depois voltou a entrar quando ela desceu, ela gostou e eu também, cada vez que ela se inclinava pra frente me beijava e quando voltava enfiava de novo, tinha a calma da maturidade e sem pressa foi se movendo em cima de mim, envolveu meu pescoço com os braços mordendo meus lábios de leve quando gozou, tentou se mexer o mínimo possível pra não deixar meu pau escapar de dentro da buceta dela, mas não parou de se mover, os beijos dela me aceleraram quando a língua dela encontrou a minha, ao sentir as pulsações da minha cabeça, enfiou fundo dentro dela e esperou eu gozar, fiz isso suavemente, minha porra saiu mansa até eu esvaziar, ela não desceu e ficamos dormindo, minhas mãos não soltaram os peitos dela até que ela me acordou ao cair do meu lado. De manhã, ela já não estava na minha cama quando acordei, teria pensado que foi um sonho se não tivesse ficado a prova da mancha do meu sêmen no lençol. O dia foi normal, trabalhamos bastante, quando cruzava com a Raquel a gente sorria, mencionamos a avó Encarna, com certeza ela estaria lembrando da nossa última visita. À noite, o prefeito veio jantar acompanhado de uma moça, minha tia ao vê-lo saiu pra cumprimentá-lo dando as boas-vindas, estava muito grata pela solução que ele tinha dado, nos apresentou a garota, disse que era a arquiteta da prefeitura, a Júlia gostou de ter contatos pra possíveis reformas e ofereceu a melhor mesa pra eles, se aproximou do Ricardo e disse algo discretamente, tinha certeza que estava pedindo pra ele caprichar ao máximo com o prefeito e a acompanhante, e ainda por cima tudo por conta da casa. O Ricardo cumpriu diligentemente a recomendação, puxou a cadeira da garota, ela estava muito elegante, uma Vestido verde bem rodado, o corpo com um decote em V na frente e outro bem mais cavado atrás, ele se destacava do prefeito que, apesar de também estar de terno, não era lá essas coisas. Depois de um tempo servindo eles, chegaram as duas amigas, Isa e Carmen, as duas vestidas como se fossem para uma festa. O decote redondo de Carmen ficava bem na altura das aréolas, em algum movimento elas apareciam. Isa, mais discreta no decote, estava com os peitos soltos, eles se mexiam por baixo da blusa leve de seda, marcando os bicos. Elas sentaram na mesa ao lado da do prefeito, como sempre vinham agitadas e provocantes. Júlia temia que incomodassem o casal e ficou de olho.
Enquanto o prefeito e a acompanhante tomavam um vermute esperando as entradas, as meninas começaram com uns daiquiris. Estavam bem animadas e falantes, logo chamaram a atenção do prefeito, que não demonstrou indiferença, muito pelo contrário. O jantar era do mais requintado, minha tia não economizava nos mimos, o champanhe regava os pratos de frutos do mar sem parar. As meninas, por sua vez, também não paravam de beber, rindo e falando alto. Júlia falou no meu ouvido para eu me aproximar da mesa das meninas e, como as conhecia, ir segurando elas para não chamarem tanta atenção. Passei perto delas com a desculpa de levar algo para o Ricardo, elas me chamaram na hora e me convidaram para sentar com elas. Minha mãe olhou para Júlia preocupada, mas Júlia a tranquilizou, sabia o que estava fazendo.
Como era de se esperar, Isa e Carmen foram petiscando e bebendo mais do que comendo. Ficavam me provocando, pegando nas minhas mãos e, de um jeito sensual, faziam eu colocar as mãos sobre o vestido delas, especialmente sobre os peitos. O prefeito, de olho, não perdia um detalhe, me olhava e fazia sinais para eu apresentar elas. Carmen também viu e falou na lata: "Manu, por que você não nos apresenta ao senhor? Ele é um charme." Já me vi na obrigação e, quando levantei, o prefeito já tinha pulado. Se apresentando, a Isa e a amiga ficaram encantadas ao conhecer o prefeito, e ele ficou deslumbrado com as duas gostosas e seus atributos. As minas aproveitaram que a acompanhante do prefeito levantou pra retocar a maquiagem e chamaram ele pra mesa delas, parecia que ele tava esperando esse convite das gurias e sentou com a gente. Ele mesmo pediu uma rodada de bebidas pra mesa e se interessou pelas duas raparigas, claramente tava querendo abrir novos horizontes e elas sabiam bem disso. Logo convidaram ele pra sair uma noite com elas, ele viu o céu aberto e as mãos dele pareciam as de um polvo, as minas se deixavam querer e também passavam a mão nele. Quando a acompanhante do prefeito voltou, o Ricardo foi rápido e antes dela sentar disse que já que ela tava ali, queria saber a opinião de arquiteta dela sobre umas reformas que tão planejando e levou ela pro depósito. Passou entre caixas de bebida e prateleiras com toalhas e roupa de mesa, foi perguntando vagamente sobre uma possível ampliação do salão e a possibilidade de tirar uns pilares que atrapalhavam. Ia atrás dela, o cheiro do perfume caríssimo tomava conta do lugar, o Ricardo foi guiando a mina e colocou a mão nas costas dela, mas como o decote ia até a cintura, sentiu um arrepio percorrer a pele nua. A guria logo confessou: - Desculpa Ricardo, mas não me atrevo a opinar sobre isso, vou te confessar que não entendo nada de pilares nem de vigas. O arquiteto é meu marido, mas ele quer que eu circule com gente importante pra ter mais influência nos negócios. Eu também gosto de sair por aí e me divertir, e o prefeito me convida muitas vezes. O Ricardo sacou na hora o esquema, o prefeito mulherengo sem vergonha se aproveitava da ambição do marido e da mulher liberal dele. Agiu rápido, a mão que tava nas costas da mina deslizou até o lado dela por baixo do vestido solto, chegou perto e falou no ouvido dela: - Pelo menos você consegue distinguir... se isso é uma viga ou um pilar. Ele tinha tirado a cock e os ovos pra fora da calça preta, o efeito era impressionante, a cock dele ereta aparecia do nada pedindo guerra. Pegou a mão da garota e levou até a cock dela, quando ela roçou, encolheu o braço, mas ao sentir o calor e o tamanho que tinha, abaixou de novo e agarrou com força. - Caralho, Ricardo, isso é sua cock? - Olha pra ela, me diz se você gosta! - Oh! É linda, você tem uma cock enorme... e que ovos!. Ela não soltou mais, Ricardo continuou passando a mão por baixo do braço da garota até encontrar na frente o peito dela, como o vestido era folgado, não mostrava o que tinha ali, encontrou um peito duro, alto, com um mamilo apontando pro teto, a garota encolheu o ombro e a alça do vestido deslizou caindo até a cintura. Ricardo não deixou ela escapar, descobriu o outro ombro e os dois peitos ficaram de fora, se olharam nos olhos e ela, sem tirar os olhos dele, foi se ajoelhando até ficar de frente pra glande inchada, pegou com as duas mãos e puxou o prepúcio, brilhava com uma cor vermelho fogo, Ricardo pegou a cabeça dela, passou os dedos entre as ondas do cabelo e a puxou pra perto, a cabecinha entrou na boca dela com dificuldade mas entrou, enquanto ele amassava os ovos dela. Por um momento ele percebeu que estava no depósito e, pegando pelos ombros nus da garota, fez ela levantar e levou sem soltar a cock até o escritório da Julia, assim que fechou a porta, Ricardo encostou ela na parede e levantou a saia do vestido, a calcinha preta mínima que ela usava não foi obstáculo pra ele, levantou os braços dela acima da cabeça e, desviando a calcinha, enfiou contra um armário, a garota se agarrou nele ao sentir a cock penetrando e, pulando, envolveu ele com as pernas, ele teve que segurar ela pela bunda e, com a ajuda dela, levantar ela no alto, a cock entrava e saía enquanto a garota procurava a boca dele e enfiava a língua até o céu da boca. --------------------------------------------- Enquanto no salão de jantar eu mal conseguia controlar a situação, as meninas tinham decidido dar em cima do prefeito, e ele também não se fez de rogado. Carmen me perguntou se eu achava que ele iria com elas pra casa dela, falou tão alto que o prefeito ouviu e na hora disse que sim. Perguntou se elas moravam na cidade e responderam que moravam sozinhas num apartamento grande.
- Então vocês duas vão poder brincar de esconde-esconde sozinhas.
- Pra brincar a gente tem um quarto próprio pra isso.
- E vocês gostam de brincar? Eu também.
- A gente adora e temos muitos brinquedos.
- Adoraria brincar com vocês, mas não gosto de perder.
- Nos nossos jogos nunca se perde, sempre se ganha, mesmo que às vezes dê um trabalhinho.
- Sem problemas, eu gosto de desafios.
Olhei pra Isa, a garota de olhos semicerrados confirmou minha suspeita, elas estavam convidando ele pra sala de sexo, eu pouco podia fazer, os três já estavam embalados ladeira abaixo, além disso ele já tinha esquecido a garota que tinha trazido, parecia que não ligava muito. As meninas se levantaram na hora, o prefeito junto, elas se penduraram nos braços dele e saíram pra rua, na porta estava a Júlia.
- Foi um jantar delicioso, dona Júlia, passo amanhã pra pagar, agora vou acompanhar essas mocinhas, se a senhora for tão gentil, peça um táxi pra moça que estava comigo.
- Não se preocupe, senhor prefeito, como eu disse, o jantar é por conta da casa, e espero que tenha uma ótima noite.
O prefeito piscou um olho quando pegou as duas gostosas pela cintura e chamaram um táxi. Quando chegaram no apartamento, as meninas levaram ele pra sala, Carmen serviu uns drinks enquanto Isa preparava o quarto, combinava as luzes de um jeito suave, quando levaram ele pra sala, ele ficou maravilhado: uma cama gigante com um lençol de seda cobrindo, pelas paredes uma série de algemas e arreios, numa estante uma coleção De dildos e consoladores de todo tipo, a noite prometia ser intensa e o prefeito adorou. As duas cercaram o prefeito e foram tirando o paletó dele devagar, as mãos dele se perdiam pelas curvas das mulheres, elas o acalmaram e foram despindo ele com toda calma, a impaciência dele não deixava desabotoar a roupa, a Isa baixou a luz no mínimo, quando ele ficou quase nu, a garota apagou totalmente as luzes e só deixou a luz negra, as coisas brancas eram as únicas que brilhavam no escuro. A cueca do prefeito se destacava no meio da sala. A Carmen puxou o lençol de seda, embaixo se estendia um arnês para o corpo todo, nas pontas umas argolas, ouviu-se um tilintar e as garotas perguntaram ao prefeito se ele já tinha visto umas algemas, ele brincou e disse que tinha uma em casa, e as que a polícia municipal usava, todos riram da piada, mas as garotas colocaram umas nos pulsos dele, perguntaram se ele não tinha medo e ele, todo corajoso, disse que era bem o contrário. A Isa puxou a cueca dele até tirar, mal se via o corpo do prefeito quando elas começaram a tirar a roupa, só ficaram de calcinha branca, a da Carmen com o corte que subia até o quadril, deixando as pernas enormes, a da Isa do tipo shortinho, de renda as duas. O prefeito tava louco pra começar e pediu que acendessem um pouco as luzes pra admirar elas, colocaram outras algemas nos tornozelos dele e prenderam nas argolas do arnês, aí aumentaram a luz um pouco, ele ficou besta, na frente dele dois monumentos de mulher, a Carmen com os peitos operados como dois melões, duas semiesferas que saíam duras e firmes, a cintura fina e a bunda alta e dura, a Isa com os peitos naturais, mas também operados, tinha reduzido e remodelado eles, perfeitos, um pouco menos voluptuosa, mas com umas pernas torneadas, as duas tão bronzeadas que pareciam mulatas. Quando começaram a puxar as algemas, o prefeito ria, estava na expectativa olhando aqueles corpos que, sem dúvida, iam lhe proporcionar uma noite louca. Quando ficou com os braços e pernas esticados, Carmen tirou a calcinha, os olhos do homem saltaram das órbitas ao ver aquela buceta depilada e brilhante. Quando ela se aproximou da cama, ele se deixou colocar um pano de seda nos olhos; decididamente, as garotas sabiam jogar. Carmen passou uma perna sobre o rosto do prefeito, ele respirou fundo, se encheu do cheiro de buceta quente e procurou com a língua até encontrar, passou a língua entre os lábios molhados enquanto ela pegava a pica dele e colocava na boca.
- Seu prefeito, tem uma pica à altura do seu cargo.
- Jejeje, obrigado, não é ruim.
- Mas tem muito pelo, quase não se vê entre tanto cacho.
- É que sou muito másculo.
- Gostaria de ver ele todo inteiro.
- Pode tirar o pelo que te incomodar.
Ouviram-se umas correntes e o arnês das pernas começou a subir, logo o cu do prefeito ficou no ar, mas a boca dele não abandonava a buceta. Carmen, com a cabecinha do prefeito dentro da boca, foi descobrindo o tronco de pelos; realmente escondiam bastante o comprimento, e ela era muito curiosa. Enquanto percorria a pica dele com as mãos, uma boca lambia os ovos dele, era como voar; aquela sensação o encantava, por isso não percebeu quando as algemas dos tornozelos puxaram ele e o ergueram da cama, ficou completamente aberto de pernas e pendurado a um palmo da cama. A boca que chupava os ovos dele os meteu na boca, sugando-os. Um odor inundou a sala, não era o que antes reinava de sândalo, mas ele ficou indiferente, embora tenha sentido um creme morno sendo espalhado pela pélvis dele. A língua que antes tinha lambido os ovos agora deslizava pelas virilhas peludas e entrava entre as nádegas dele; era uma zona inexplorada até então, mas naquela situação tudo era novo para ele. Essa mesma língua rodeou a área. do ânus, a princípio ele se contraiu, mas pendurado como estava, se entregou aos caprichos da Isa. A ponta da língua da garota lutava para entrar no cu do prefeito, inconscientemente ele resistia, mas de repente sentiu puxarem os pelos da pélvis, foi uma dor intensa e instantânea, mas ele nem tinha se recuperado quando, depois de espalhar a cera depilatória, a Carmen puxou de novo. A língua no cu já não incomodava tanto, na verdade já não era mais a língua que entrava no reto dele, era um dedo da Isa, bem lubrificado. Agora a cera se espalhava pelo tronco da pica, ele imaginou que seria pior, e foi, mordeu a língua pra não gritar que nem um moleque, mas as lágrimas molhavam os olhos dele, a buceta da garota que ainda estava sobre a boca dele já não tinha um gosto tão doce. O dedo no cu dele não era muito incômodo, devia ser o mais fino, mas quando ela enfiou o dedo do meio ele sentiu bem mais, a diferença é que ela roçou de leve na próstata e isso causou um prazer que ele também não conhecia. Decididamente as garotas sabiam se virar, a Carmen continuou depilando até que a pica e as bolas dele ficaram que nem as de um bebê, até as nádegas ela alcançou enquanto a Isa ia enfiando uns brinquedos que pareciam peças de xadrez, pareciam bispos, e começou com um bem fino, enfiava no cu lubrificado dele e quando os esfíncteres relaxavam, enfiava outro um pouco mais grosso. A Carmen já tinha terminado de depilar ele completamente, a pica não estava no melhor momento, mas logo com as carícias e boquetes da garota ela endureceu de novo. Quando ela passou creme por toda a área, um frescor invadiu ele, relaxando, e ele conseguiu se concentrar em continuar chupando a buceta da garota que molhava as bochechas dele, pena que com as mãos ele não podia amassar aqueles peitos tão duros. A Carmen já tinha conseguido deixar a pica dele durona quando puxou as bolas dele e colocou um anel que apertava o pau e os testículos, quando ela tirou o lenço dos olhos dele, ele demorou um momento pra acostumar-se à luz fraca, mas viu como um farol seu pau duro, vermelho, inchado e rodeado pelas bolas apertadas por um anel preto. Entre as pernas viu a Isa, estava ocupada trocando aqueles pequenos dildos cada vez maiores, a verdade é que não incomodavam muito, ela fazia com todo cuidado e, embora seu orgulho não estivesse muito contente, a vontade de foder as duas mulheres predominava. Carmen se deitou sobre ele oferecendo à boca os peitos que tanto desejava, não sabia qual atender primeiro, sua língua ia de um mamilo a outro sem conseguir saboreá-lo por completo. Não percebeu como foram descendo até deitá-lo na cama, no cu tinha um dildo quase como um pau com um batente que não deixava entrar tudo. Quando estava na cama, Isa sentou sobre ele e enfiou o pau na buceta, sua língua acelerou as lambidas nos peitos de Carmen. Sentia como ela metia muito mais do que achava que tinha, até as bolas pareciam entrar na buceta da Isa, a garota gemia de prazer, sem dúvida devia ter um pau enorme para fazer gozar uma mulher gostosa daquelas. Carmen pediu para trocar de lugar e sentou sobre ele enquanto Isa oferecia a buceta na boca dele, os sucos tinham um gosto um pouco diferente, mas ainda eram de mulher quente, os quadris de Carmen rodavam sobre o pau dele fazendo pulsar todos os cantos internos, Isa se mexia para que nenhuma dobra dos lábios ficasse sem atenção, o clitóris pelado se esfregava na língua do prefeito. ----------------------------------------------------- No escritório da Júlia, Ricardo tinha a garota de frente para a parede, os peitos amassados pelo peso dele, o rosto virado colado num cartaz de uma bebida americana, os braços sobre a cabeça enquanto o garçom tinha levantado o vestido dela e puxado a calcinha até a metade, no tornozelo penduradas, já com as pernas totalmente abertas, metia sem piedade o pau enquanto ela gemia de gosto. Já tinham ido embora num O prefeito e as garotas pegaram o táxi, e eu passei escondido pelo depósito. Não tinha ninguém lá, mas dentro do escritório dava pra ouvir os gritos da garota pedindo mais pica. Bati na porta com os nós dos dedos e esperei. Ricardo fez uma pausa enquanto a garota se recuperava de um orgasmo violento, abriu a porta devagar e me viu. Eu disse que o prefeito tinha ido embora e que eu precisava levar a garota pra casa. Quando ele fechou a porta, tava sorrindo. O garçom contou que o cara tinha abandonado ela, mas em vez de ficar brava, ela abraçou o rapaz e sussurrou no ouvido dele:
- Eu adoraria que você me acompanhasse até em casa, a gente podia continuar na minha cama.
- E o seu marido? Não quer arrumar problema, né?
- Meu marido, quando eu saio com alguém, vai jogar pôquer com os amigos, pode ficar tranquilo.
No restaurante, a gente tava na expectativa quando viu o casal sair. Ricardo não trocou de roupa, saiu com o uniforme preto, e na altura da braguilha brilhava a umidade do melado da garota. Ela, com o vestido amassado e o cabelo bagunçado, tinha passado um batom meio borrado, e saíram sem nem se despedir direito. Uma gargalhada ecoou no salão. Julia imaginou tudo sem medo de errar.
Quando o táxi do casal deixou os dois na casa da garota, subiram na hora, nem acenderam a luz da escada. Ela abriu a porta do apartamento e também não acendeu a luz, guiou ele direto pro quarto. A cama de casal era enorme, a decoração bem minimalista, quase sem móveis. Ela só acendeu o abajur da mesinha de cabeceira e ainda cobriu ele com um lenço, criando um clima íntimo. Enquanto isso, Ricardo já tava ganhando tempo e já tava pelado atrás dela. Quando ela se virou e viu ele de corpo inteiro, os olhos dela brilharam. Antes ela só tinha aproveitado a pica dele, mas agora tinha ele todo pra ela. Ela deixou o vestido cair aos pés, e o garçom também ficou de queixo caído. Na frente dele, a garota com um par de peitos altos, pontudos e separados. O pouco que ele não tinha visto agora tava bem na cara dele: a cintura fina. As ancas largas e sem calcinha, ela não tinha colocado desde o restaurante, a pica do Ricardo começou a ficar bem dura, a mina admirava a potência com que ela subia no ritmo das batidas que o pau dele dava. Ela se deitou na cama, sentindo falta do conforto do colchão, e esperou o cara se jogar por cima dela, as pernas abertas não deixavam dúvida do caminho que ele devia seguir, Ricardo não se perdeu, foi direto na buceta da mulher, enquanto se apoiava nos cotovelos pegando nos dois peitos, a pica dele entrava na xota molhada da mina, a luz meia-boca ajudava a dar mais tesão na metida, o cara olhou pra pica dele, já não via mais, tava cravada entre as pernas dela, com as mãos segurando nas barras da cama de design dela, ela mexia o corpo debaixo do Ricardo, com os músculos da buceta dava uma massagem que mantinha ele tão duro que até sentia nas entranhas. A mina fez o que pôde pra aguentar, mas gozou abraçada no pescoço do Ricardo, gritou como se não houvesse amanhã, no silêncio da noite qualquer murmúrio se ouviria, mas ela tava pouco se fodendo, tava gozando com a pica mais grande que já tinha enfiado na buceta dela até agora. Ricardo já tava muito tarado, tinha comido a mina duas vezes no escritório e uma na casa dela e tinha segurado com muito esforço, mas já não aguentava mais, a mulher tava muito gostosa, ele tava dando o que ela não teria por muito tempo e ela sabia disso e curtia ele, se convenceu que o melhor que podia fazer era encher ela de leite. A pele dela cheirava a mulher no cio, o suor umedecia a pele dela perolando o colo, as barrigas deles ao se roçar escorregavam e os bicos dos peitos raspavam no peito dele, era o momento certo. Um cheiro invadiu o quarto, até agora era um aroma misturado do perfume da mulher e do aromatizador de flores silvestres, mas o cheiro que entrava agora era de tabaco, claramente de cigarro loiro, Ricardo se virou estranhado, a porta tava fechada, bom, Quase fechada e lá fora reinava a escuridão e o silêncio, ela se convenceu de que era da rua. A garota tinha acabado de gozar e respirava ofegante, ele de joelhos na frente dela com o pau a 45º pedindo pra matar ou morrer, ela estava com a buceta irritada do atrito do pau do garçom, mas sabia que era uma oportunidade única e quis aproveitar. Mansamente, ela se virou e ficou de joelhos, apoiou a cabeça no colchão e ofereceu a buceta por trás, sabia que ele ia meter ainda mais fundo do que antes, mas aceitou, só ia relaxar e provavelmente gozaria de novo, não se achava multi-orgásmica, mas naquela noite o pau do Ricardo estava levando ela a outro nível que ela desconhecia. Quando o garoto apoiou as mãos nos quadris dela, esperou pacientemente que ele a penetrasse, ele fez isso colocando a cabecinha na entrada da vagina, ela sentia queimando nos lábios, mas quando ele se inclinou sobre ela e pegou os peitos caídos por baixo, ela temeu o pior, a forte estocada de quadril do Ricardo era o que ela temia, teve que abrir a boca pra pegar um pouco mais de ar, ele enfiou de uma vez da ponta até os ovos, as lágrimas escorreram, mas ela não disse nada, só respirou fundo e quando conseguiu soltou o ar. Uma nova baforada de cheiro de cigarro entrou no quarto, Ricardo se virou, mas viu que tudo continuava igual, lá fora tudo em silêncio, a casa escura e a porta apenas entreaberta, com o pau ainda dentro da mulher, ele cuspiu entre as nádegas dela, como estava morno, a garota não percebeu, mas aos poucos foi escorrendo pelo rego, soltou os peitos e passou as mãos suavemente pelas costas da garota, a pele ia se arrepiando por onde passava, pegou os mamilos de novo e estavam tão duros que roçavam o lençol. Ele se ergueu e, tirando um pouco o pau, fez espaço pra com um dedo circular o cu da garota, era rosado, a pele ao redor do cu também não era escura, então deduziu que ela era loira natural, a cabeleira se partia. dois na nuca e cobrindo o rosto dela. Quando o dedo de Ricardo forçou um pouco a entrada do cu dela, a garota reclamou de leve, ele não acreditou e continuou mais um pouco até a segunda falange. A garota já entendeu que não era só um capricho, ele estava tentando enfiar a pica enorme no cu dela, e sem muita convicção disse:
- Por favor, eu te peço, Ricardo, pelo cu não, você vai me rasgar, vão ter que me dar pontos.
Como única resposta, Ricardo se mexeu um pouco para enfiar dois dedos. Uma nova baforada de tabaco chegou até eles. O garçom reparou num espelho na frente dele, em cima de uma cômoda, dava pra ver a porta como sempre, tudo escuro. A garota mexia a bunda tentando evitar o inevitável, a glande redonda de Ricardo já estava pressionando o cu dela. Pra evitar problemas maiores, ela esticou a mão, pegou um tubo de creme na mesinha e passou pra Ricardo sem olhar pra ele. De repente, sentiu uma sensação fresca no ânus, mas que pressionava entrando um pouco, era a boca do tubo. Ricardo apertou o tubo com força e um jato de creme entrou sob pressão no reto da mulher, enquanto apoiava a glande de novo na entrada, espalhou creme no próprio tronco como se estivesse passando mostarda num cachorro-quente. A garota não quis saber de mais nada, afastou as nádegas com as mãos e disse:
- Se você tá a fim, vai fundo, enfia essa pica, mas te imploro, não me machuca muito.
Ricardo foi tão considerado quanto de costume, enfiou tudo, fez duas ou três pausas, mas no final deu no mesmo, as bolas dele coladas nas nádegas da garota, se molhando com o fluxo que escorria da buceta dela. Pelo espelho, ele achou que viu a luz da brasa de um cigarro, na hora uma nova onda de fumaça chegou até eles. Ele temeu o pior, estavam sendo observados, possivelmente pelo marido da garota. Não sabia se era só um voyeur ou um corno manso que gostava de ver a mulher sendo comida por outro. Ficou puto e virou a garota de cu pra porta, ele se abriu de pernas para que quem estivesse espiando pudesse ver claramente como a pica dele entrava e saía do cu da garota. Com essas dúvidas, a pica dele amoleceu um pouco, mas a garota o apressou.
- O que foi, Ricardo? Mete a pica no meu cu agora, enfia tudo, queria que o filho da puta do meu marido tivesse uma pica igual à sua pra eu dar meu cu pra ele. Com um discurso desses, todas as dúvidas sumiram, logo a pica encheu de sangue quente de novo e abriu os esfíncteres da mulher, que arranhou o lençol. Ricardo, segurando os quadris da garota, enfiou várias vezes no cu dela, saía até a ponta da cabeça até afundar nos intestinos dela, o barulho que as bolas dele faziam ao bater na buceta era como um aplauso, plash, plash, plash. As baforadas de fumaça aumentaram, já não se escondia tanto, dava pra ver claramente a brasa do cigarro e, às vezes, quando ele puxava, até iluminava os óculos que estavam atrás, possivelmente até se masturbava às custas da mulher dele. A garota tinha o travesseiro mordido e as mãos crispadas no lençol, mas não reclamava, só gemia, não avisou quando gozou dentro dela, estava muito cheio de porra e continuou metendo sem parar, tinha se proposto a continuar até perder a rigidez e a pica sair sozinha, mas várias coisas se juntaram: ele estava puto com o "arquiteto metido a besta", com o prefeito, com a garota tão liberal, com o marido dela e porque ela era muito gostosa e merecia mais porra, porra! Talvez isso tenha ajudado ele a continuar, ou melhor, a continuar dentro dela, a garota gozou de novo, ele teve que segurar os quadris dela pra ela não deitar, mas ele continuou desesperadamente até afundar mais que o normal e, quando a porra já estava na ponta da cabeça, ele tirou e foi espirrando nas costas da garota, os primeiros jatos chegaram na nuca dela, pelo canal dos rins escorria pro pescoço o resto da leitada. Ele olhou pelo espelho, a fumaça continuava entrando e Ricardo olhando. descaradamente levantou o polegar na direção da porta, a fresta dela foi se fechando até que se trancou. ------------------------------------------------ As amigas sabiam como tratar o prefeito, Carmen montava nele enquanto Isa colocava a linda buceta dela na cara dele, ele mal conseguia respirar mas estava adorando, não podia acreditar quando pediu ao arquiteto se podia sair pra jantar com a esposa dele que ia acabar fodendo com duas monumentos de gostosas e o tratamento tão especial que estavam dando, sentia um pouco de pena por ter largado a loira, mas o marido dela era muito compreensivo e tinha certeza que na próxima vez ele compensaria com algum presentinho caro, ela merecia porque era uma garota muito carinhosa, principalmente na cama. Carmen sabia como manter ele no ponto mais alto de excitação, quando ele ia gozar ela freava e deixava ele em pausa até a tensão baixar, ela não tinha problema, gozava quando queria, tinha um poder de concentração que fechava os olhos e na hora um orgasmo a invadia e a pica apertada pelo anel do prefeito agradava ela, com os ajustes que ela tinha feito era perfeita, bem comprida, sempre dura, com as bolas coladas no tronco, depilada e grossa, o que mais podia pedir, já tinha tido um orgasmo e ia pro segundo, a amiga Isa já conhecia ela e esperava pacientemente que ela gozasse quantas vezes quisesse, enquanto o prefeito também não sofria, a única tristeza dele era que não deixavam ele tocar naqueles peitos da Isa, de resto ele tinha a buceta na boca e Carmen parecia incansável. As garotas trocaram carícias entre si, uma apertava os peitos da outra na frente do prefeito, possivelmente deixando ele com ciúmes, mas a verdade é que estavam aproveitando bem, pra Isa foi suficiente, ela gozou na boca do prefeito que mal conseguiu receber a enxurrada que caiu na cara dele. Finalmente soltaram o prefeito, o homem se levantou contente, a cara molhada de sucos femininos e a pica branca de fluidos vaginais, um sucesso total. Carmen se apoiou num baú, todo estofado e acolchoado, deixou o corpo cair, com a bunda pra fora e as pernas penduradas. O prefeito viu uma boa oportunidade, com a rola turbinada, se posicionou atrás da garota. Isa ajudou a centralizar a rola na buceta da Carmen. No cu do prefeito brilhava um botão que impedia que o dildo que ele tinha enfiado escorregasse pra dentro. O prefeito se vingou e meteu com força. Carmen gemeu, não esperava que fosse tão fundo, mas gostou. O prefeito tava sedento de vingança e, cada vez que entrava, ficava uns segundos parado lá dentro, depois saía até quase tirar tudo e enfiava de novo. Enquanto isso, Isa tinha tirado uma caixa laqueada preta, com três gavetinhas. Na de baixo, guardava um pequeno arnês que ela vestiu. Parecia uma fio dental, mas também se prendia nas coxas dela. Na parte que cobria a ppk depilada, tinha um triângulo com um parafusinho de plástico. Quando ajustou direito, quase não dava pra ver, era cor de pele. Ficou acariciando as bolas do prefeito por baixo das pernas dele. Com o anel, estavam redondas e roxas. Ela acompanhava o vai e vem do homem, que enterrava cada vez mais fundo a rola inchada na amiga dela. O prefeito viu a oportunidade da vida dele. A dois centímetros de onde tava enfiando a rola, estava o cu da Carmen. Era a grande chance. Numa das vezes, tentou a sorte e apertou no cu. A garota protestou na hora. — Um momento, senhor prefeito, isso é direção proibida. — Como? Uma garota tão fogosa como você não dá o cu? — Dou, mas com condições. — Que condições? Eu meto e pronto! — Não, senhor prefeito, o senhor sabe que sempre se ganha, mas também se paga. — Tá bom, acordo, mas vou meter no seu cu de qualquer jeito. — Claro, e o senhor vai gostar muito, e eu também, mas já sabe, vai ter que pagar um preço. — O que for, por esse cu, o que for. Isa aproximou um pote de creme do prefeito. Não teve paciência e enfiou o pau no pote, tirou ele como se fosse uma casquinha de sorvete, com a outra mão passou creme no cu da Carmen e, quase sem empurrar, enfiou. Carmen apertou os dentes, embora tivesse bastante controle no esfíncter, a entrada brusca do prefeito doeu. Isa abriu a primeira gaveta preta, cuidadosamente sobre veludo havia um pau duplo, um mais grosso e comprido e outro grudado nele, menor. Não a convenceu para a ocasião e abriu a outra gaveta, em ordem estavam várias rolas de silicone, na parte do tronco tinham uma rosca que encaixava no cinto de Isa. Na frente dela, o cu do prefeito que se movia impetuoso sobre o da Carmen, que estava deitada sobre o baú. Ela ficou avaliando o tamanho e finalmente decidiu pela mesma grossura que a que o prefeito já estava usando. Aproximou-se dele por trás e pegou o creme, lubrificou a rola de silicone e as nádegas do prefeito. Quando ele ficou parado, enfiado no cu da Carmen, Isa tirou o tampão que ele tinha e substituiu pela rola da mesma grossura. Foi um movimento rápido que o homem mal notou, só quando ela foi entrando. Isa se apertava contra ele com o cinto armado com a rola, enfiando suavemente, seguindo o movimento do homem. Na mão dela, o tamanho seguinte. Quando o prefeito já não sentia mais desconforto no cu, ela trocou pelo próximo, aproveitou que ele estava empolgado com os gritos da Carmen para pressionar e enfiar quase inteiro. O prefeito estava exultante, estava dominando aquela gostosa. Isa não desistia, quando um tamanho já estava dentro do homem, ela já tinha o próximo preparado na mão. O prefeito parecia não se importar, na verdade, ele virava as mãos para apertar o cu da Isa contra o dele. Isso animava a garota e aumentava a grossura mais um ponto. Chegou ao tamanho que o próprio prefeito usava, já não ligava mais pra nada, seu objetivo estava se cumprindo e se cumpriu. Carmen pediu uma trégua, tinha conseguido gozar mais uma vez enquanto levava no cu, mas já era. Demais, eu estava exausta. O prefeito tirou o dela depois de muito implorar, mas ergueu os braços triunfante, se virou procurando a Isa, ela estava grudada nele com o arnês, obrigou ela a tirar, embora ela tenha deixado a pica cravada no cu dele, fez ela se deitar no mesmo baú da Carmen, essa teve tempo só de passar o creme no cu da Isa, porque o prefeito já ia direto nela, segurou as mãos da amiga enquanto ela apertava os dentes, mas o prefeito estava decidido e entrou, e como entrou! Até as bolas, deu o mesmo tratamento que deu na Carmen, ela aconselhava a relaxar e até que ela conseguiu, mas quase desmaiou. A gozada do prefeito dentro dela foi como um bálsamo, molhou o reto dela e, embora tenha ficado cravado nela, pelo menos ficou parado, a Carmen soltou o anel debaixo dos ovos dele, foi como soltar o ar de um balão, a pica dele murchou na hora e ele tirou como um trapo, atrás dela um jorro de porra abundante, o prefeito foi sentar e percebeu que ainda tinha a de silicone cravada no cu dele, tirou e olhou, era mais grossa que a dele, jogou longe. Sentaram num sofá, a Carmen tinha preparado umas bebidas que souberam a glória, suados, cheios de fluidos e sêmen, os três estavam exaustos mas satisfeitos, depois de repetir as bebidas as meninas levaram o prefeito ao banheiro onde borbulhava uma jacuzzi, com elas levaram um balde cheio de gelo e as garrafas, debaixo da superfície de sais de banho as bolhas batiam na pele dos três, possivelmente iam recomeçar. Ricardo quando tirou a pica pegou a garota pelos ombros e sacudiu ela, estava muito puto, mas a garota ao contrário estava mole, deu pena dele. - Me fala! Cadê seu marido? - Tá jogando pôquer, já te falei. - Não acredito em você, vi ele olhando enquanto eu comia seu cu. - Desculpa, é um vício que ele não consegue evitar, mas é inofensivo. - E você permite? - E daí? vou fazer, a gente se ama do nosso jeito. Ricardo deixou ela sentada na cama pelada, ainda exausta do jeito que tava, sem resto de maquiagem nem batom, ela tava gostosa. Ele se vestiu e deu um último beijo na boca dela, ela se agarrou nele com desespero, mas ele deixou ela de novo na cama. Quando saiu, antes de fechar a porta atrás de si, falou bem alto. - Tchau, boa noite. - Boa noite – disse uma voz masculina vinda do escuro. Continua.
- Não pense isso, venho sempre que posso, sua neta é testemunha.
- Pois se dependesse de mim, você viria todo dia, e a Raquel também.
- Kkkk, a senhora Encarna é encantadora.
- E não me chame de senhora, sou Encarna pra você.
- Obrigado, Encarna. Agora vou esperar você arrumá-la e depois a gente conversa um pouco.
- Como assim esperar? Você não sai daqui, já te falei que é da família.
Raquel entrou com uma bacia de água morna, esponjas ensaboadas, toalhas, etc.
- Me ajuda, Manu?
- Claro, lógico.
A neta não tinha cerimônia: puxou o lençol que cobria a avó. A mulher era bem jovem pra ser avó; por discrição, não tinha perguntado a idade pra Raquel, mas faltava bastante pra chegar aos 70. Tinha tido a filha Elvira muito nova, e Elvira também tivera Raquel cedo. Se não fosse pela artrite que a atormentava, ainda chamaria muita atenção.
Raquel me olhou como quem diz:
- Agora é hora de ajudar.
Descobriu a mulher, tirou a camisola que ela vestia, e ela ficou completamente nua. Tentei não prestar atenção e só passava pra Raquel o que ela pedia, enquanto ela passava a esponja pelo corpo todo, inclusive por baixo dos peitos. Aí Encarna me disse:
- O que acha dos meus peitos, Manu?
- Encarna, o que você quer que eu diga? A verdade ou uma mentira?
Raquel parou de repente, sem saber por onde eu ia sair. Baixou a cabeça e continuou lavando.
- Manu, a verdade. Sempre a verdade.
- Se quer a verdade, é que você tem uns peitos lindos, se conserva muito bem. Os bicos são tão apetitosos que é difícil resistir a não chupar eles. E o que dizer da sua buceta? Tá pronta pra ser comida por muitos anos ainda. Mas…
- Mas o quê, Manu?
- Pois me desculpa falar, mas sua neta Raquel tem os peitos e a buceta melhores que os seus!
As duas caíram na gargalhada. Encarna pegou nos próprios bicos e ficou balançando eles, enquanto estendia a mão pra me agarrar. a pica que marcava por baixo da calça.
- Por um momento você me assustou, Manu, você se saiu muito bem, eu sei que não sou mais jovem, mas já fui, aproveitei muito minha juventude, talvez não seja certo te dizer isso na frente da Raquel, mas esses peitos já foram chupados por muitas bocas, e essa buceta já foi fodida por muitas picas, por isso meu conselho é que você e a Raquel transem quando quiserem, gosto de saber que vocês fodem muito bem, conheço minha neta e sei que você faz ela feliz todas as vezes.
- Obrigado, Encarna, você é um amor, também não devia dizer isso na frente da Raquel, mas quando te vejo, fico com a pica dura que nem um burro.
- Hahaha, por isso peguei na sua, porque sabia que você tinha ficado de pau duro. Então, quer saber? O melhor que vocês podiam fazer agora é ir pro quartão e foder até cansar, depois vocês terminam de me arrumar.
- Hahaha, não é um mau plano, bem que eu queria, vó. Encarna pegou minha mão e colocou no decote da Raquel, e a mão dela na minha pica, a gente se olhou nos olhos, os dois viram a mesma coisa, cobrimos a Encarna e fomos pro quarto com cama de casal. A camisa da Raquel caiu na porta do quarto da avó dela, o sutiã um pouco mais adiante, a saia no pé da cama e a calcinha voou e ficou pendurada no abajur. Eu cheguei um pouco mais tarde porque tinha ficado pra dar um beijo na Encarna de agradecimento, me despi correndo atrás da Raquel, ela já me esperava em cima do lençol, em forma de X. Quando me deixei cair sobre ela, ela fechou os braços e as pernas em volta de mim, minha pica já conhecia o caminho e a buceta dela se abria pra mim ao me ver chegar, a gente ficou fodendo um bom tempo, a avó nos incentivava do quarto dela.
- Não tô ouvindo vocês, é que não sabem fazer? Vou ter que ensinar ainda. A gente tava na cama, a Raquel deitada de costas pra mim e eu segurando os peitos dela, metendo a pica na buceta por trás, me aproximei do ouvido dela e falei…
- O que você Parece que a gente vai dar um presente pra Encarna? Acho que a mina leu meus pensamentos e levantou da cama, meio abraçados a gente entrou no quarto da Encarna, eu passei o braço no ombro dela até apertar na minha mão uma daquelas tetas enormes dela, ela me segurava pela minha piroca como se fosse um cachorro na coleira. A vó Encarna ficou surpresa e disse pra gente…
- Puxa, os pequenos, parece que sabem mesmo o que tão fazendo.
- A gente veio pra ver se cê tinha alguma dúvida.
- Sei não, sei não, mas deixa eu te falar uma coisa, Raquel, vocês me deram uma surpresa gostosa, e você me lembrou minha juventude, na sua idade eu tinha o mesmo corpo que você agora, cê é a cara viva de mim aos vinte anos, as mesmas tetas, a mesma bunda, a mesma cara.
A gente chegou perto da cama da Encarna e a Raquel virou pra mim e me beijou na boca, minhas mãos foram pras tetas dela, que percorri até apertar os bicos escuros, ela virou de costas pra mim, de frente pra avó dela, a Encarna olhava pra gente sorrindo, satisfeita com o que via, sem dúvida levava ela pros tempos passados. A neta se apoiou na cama da Encarna, comigo colado na bunda dela, com as mãos por baixo dos braços dela eu amassava as tetas, dei um tapa numa nádega e ela levantou a perna até deixar em cima da cama e chegou perto da avó. Com uma perna no chão e a outra na cama, não pensei duas vezes e por trás enfiei a piroca na buceta dela, a avó não perdia um detalhe e as mãos dela sumiram debaixo do lençol, quando a Raquel sentiu que tava bem enfiada, puxou o lençol, e as mãos da Encarna ficaram à mostra, uma cuidava de um bico e a outra sumia entre as pernas dela. Bem pertinho da mulher, minha piroca entrava e saía da buceta da neta dela, as tetas balançavam penduradas, sorrindo ela disse.
- Até nisso cê é igual a mim, cê tem os lábios da buceta iguais aos que eu tinha e ainda por cima é toda depilada. Vou contar uma coisa… lembro da primeira vez que eu depilasse a buceta, bom, na verdade não foi bem assim, nem me depilei sozinha, fui eu quem raspou. O caso é que eu tinha um namorado que trabalhava numa barbearia, naquela época muitos homens faziam a barba lá, e o cara tava obcecado em me ver com a buceta raspada, eu tinha ela bem peluda. Depois de muita insistência, eu aceitei, mas aí descobri que ele ia me raspar com uma navalha, porque naquele tempo não existiam esses inventos de hoje. Só de olhar pra ela, eu já morria de medo, mas o cara me garantia que não tinha nada a temer. Eu coloquei como condição que eu rasparia ele primeiro, ele arregalou os olhos de susto, mas me contentei em passar a navalha no rosto dele, não tive coragem de ir além. Ele já imaginava a pica dele cortada rente e aceitou, com muito medo, mas aceitou. Era maior a vontade dele de me raspar do que o medo de um corte, mas no pescoço foi ele quem fez. — E onde vocês fizeram isso? — No quarto da pensão onde ele morava. Com muito cuidado, ele raspou tudo, eu achava que ele ia se contentar com o púbis, mas esticando meus lábios, foi até o cu. Tenho que confessar que a buceta, de tanto toque, tava escorrendo de tanto mel, mas ele terminou. Quis passar um creme, mas eu tava tão excitada que peguei a cabeça dele e enfiei na minha buceta careca. Foi a primeira gozada na boca que eu tive, o cara ficou com a cara toda branca, mas não de espuma de barbear, e sim do meu mel vaginal. — Eu adoraria ter te visto naquela época, Encarna. — Então olha a buceta da minha neta e vê uma cópia exata. Também me lembrei, quando vi você metendo a pica e tirando, que muitas vezes eu colocava um espelho entre as pernas pra ver como o barbeiro metia em mim. A Raquel e eu ficamos muito excitadas com as lembranças da Encarna, a mulher tinha sido muito fogosa e ainda devia ser. Ficamos transando do lado dela, ela nos olhava com os olhos semicerrados. Num momento em que eu tava acariciando um mamilo da Raquel, a Encarna me pegou minha outra mão e levou até a dela, nos peitos sim tinha diferença de firmeza, mas nos mamilos estavam tão sensíveis numa garota quanto na outra. A neta estava apoiada na cama da avó, com as pernas abertas no chão, aguentando as estocadas que eu dava, a cama se mexia no mesmo ritmo. Encarna claramente se masturbava com uma mão. Quando Raquel teve o orgasmo, caiu sobre o peito da avó, os quatro peitos das duas mulheres se espremeram, a avó acariciava amorosamente a neta, tentando tornar mais gostosos os espasmos que percorriam seu corpo. Eu queria aguentar muito, mas Encarna enfiou a mão entre as pernas de Raquel e pegou minhas bolas, acariciando elas, ficaram duras feito laranjas. Falei que ia gozar, mas Raquel se levantou e dobrou as pernas artríticas de Encarna e mandou eu subir na cama dela. Entendi e me deixei cair. A neta guiou meu pau entre os lábios da avó e me deu um tapa na bunda. Empurrei e meu pau entrou em Encarna. O gemido de prazer de Encarna ecoou pela casa toda, e não foi só um, ela não parou de suspirar e gemer até gozar gostoso. As pernas tremiam e os peitos balançavam como pudim, mas um sorriso de prazer infinito enfeitava a cara dela. No último momento hesitei e perguntei onde ela queria que eu gozasse. — Adoraria que você enchesse minha cara, meus peitos ou minha boca, mas dessa vez a foda que vocês me deram merece que você goze dentro da minha buceta, quero seu gozo quente nas minhas entranhas. Encarna acabou de me convencer. Me apoiei nela, tomando cuidado para não machucar as pernas, mas ela fez de tudo para abri-las completamente, pra eu chegar o mais fundo possível. Raquel, com uma mão nas minhas bolas, ficou sentindo como elas se contraíam e se esvaziavam ao encher a avó de porra. Quando desci da cama, Encarna ficou com as pernas totalmente abertas, nem lembrava das dores. Naquele momento, tudo era prazer. Da buceta dela, o gozo ia escorrendo. uma massa de porra igual uma corrente de lava, a Raquel ficou catando o que saía misturado com o fluxo dela. Ajudei a Raquel a arrumar a casa, a Encarna tinha dormido depois do banho, com as pernas abertas, não tinha deixado eu colocar a camisola de volta, saímos de casa sem fazer barulho e fomos tomar alguma coisa antes de voltar pro trabalho. A gente tava sentado numa cafeteria quando vimos a mãe dela passar, indo fazer a janta pra avó, rimos pensando que desculpa ela ia dar quando visse a velha pelada e de pernas abertas, mas a Encarna tinha muitos recursos. Quando entrei no restaurante, a mina foi se trocar pro uniforme de garçonete e eu dei um beijo na minha mãe que tava se preparando atrás do balcão. - Oi filho, hummm, você cheira bem, eu diria que não é perfume de garrafa, acho que sei onde você enfiou a cara, cheira a buceta, acertei? Com o dedo tapei os lábios dela, ela beijou meus dedos e por trás do balcão apertou minha pica. Depois da janta, fiquei ajudando a Raquel a arrumar, a mina agradeceu o que eu tinha feito pela avó dela, comentou que a velha não tinha tido uma vida fácil e agora que não conseguia se mexer direito, servia de motivação se sentir desejada nos seus sessenta e poucos anos, eu disse que o mérito era dela, era uma mulher da cabeça aos pés e sabia o que queria e não queria abrir mão tão cedo de viver o sexo, me emocionava ver ela incentivar a neta a viver sem complexos e eu, por sorte, tava ali na hora certa, se tinha algum mérito era que eu a considerava tão mulher quanto as outras e tratava ela como uma jovem da minha idade, a Raquel sabia disso, não tinha notado diferença entre ela e a avó, tava disposto pra qualquer uma das duas, a Raquel pela idade era mais parecida comigo em muitas coisas, mas a Encarna em filosofia de vida e na vontade de aproveitar era tão jovem quanto a gente, também falei que não fazia só pra deixar ela feliz, mas porque gostava de ficar com ela e quando a gente tinha transado Eu tinha feito aquilo com tanto prazer quanto ela. Disse que esperava que ela entendesse meu jeito de pensar. Ela já tinha entendido e, atrás de uma cortina, me deu um beijo. Fui o primeiro a subir pra casa, queria tomar banho antes de todo mundo. O sexto sentido da minha mãe funcionava perfeitamente e ela era capaz de saber com quem eu tinha estado. Quando saía do banho, cruzei com minha prima. Ela enfiou a mão na abertura da toalha que me cobria e, pegando no meu pau, disse:
— Oi, primo, vocês me deixaram muito tempo abandonada, você e isso que você esconde debaixo da toalha, hahaha.
— É verdade, prima, e não pense que não sinto falta dessas suas tetas. Vamos ter que organizar uma festinha.
— Hahaha, tô morrendo de vontade.
Minha prima soltou meu pau e eu consegui entrar no quarto. Deitei e dormi. Não sei que horas eram quando senti alguém abrir a roupa de cama e deitar do meu lado. Entre sonhos, pensei que minha prima não tinha querido esperar e queria um adianto da festa prometida, mas o tamanho pequeno do corpo dela me indicou que era Clara. Ela tinha acabado de sair do chuveiro. Não disse nada, mas se grudou em mim, enfiou a cabeça debaixo do meu pescoço. A respiração dela era calma. Ela foi se acomodando, passando uma perna por cima das minhas. Aos poucos, foi se colocando mais confortável e acabou subindo literalmente em cima de mim, com as pernas penduradas sobre as minhas e os braços colados no meu peito, a bochecha encostada na minha. Estava toda carente e adorava me sentir perto dela. Eu não conseguia dormir. O motivo não era minha mãe, porque ela quase não pesava nada. Me preocupava um pouco a relação dela com o Benito. O médico continuava vindo como sempre e passava o tempo todo conversando com ela, mas ela pensava no futuro. Achei que estivesse dormindo, porque respirava no meu peito, mas quando beijei a testa dela, imediatamente levantou a cabeça e me deu um beijinho nos lábios.
— Tô pesando muito?
— Só o suficiente. Gosto de ter você grudada em mim. Quer conversar sobre alguma coisa?
Ela baixou a cabeça e sussurrou:
— Sim.
— O que foi, Clara? - Não sei, estou nervosa, não sei o motivo.
- Te notei estranha, na outra noite você me fez muito feliz quando quis que eu te acompanhasse na sua cama, mas percebi que algo te preocupa.
- Estou cheia de dúvidas sobre o futuro, o Benito está avançando no meu coração, mas ao mesmo tempo penso como isso vai influenciar nossas vidas. Mesmo que a gente não queira, os anos passam, e pra mim o Benito é um bom homem, eu chegaria a amá-lo, mas queria que isso não afetasse a gente. Por outro lado, tem a filha dele, ela viraria sua meia-irmã mesmo que a gente não se casasse. Agora a relação de vocês é ideal, sem amarras e com total cumplicidade, eu gostaria que continuasse assim.
- Isso não precisa mudar. Na nossa família, justamente, não tem esse tipo de problema, e o Benito e a filha dele parecem ter a mente bem aberta e um comportamento liberal. Eles já me mostraram isso várias vezes.
Minha mãe respirou aliviada e, enquanto conversávamos, foi se esgueirando para baixo em busca do meu peito. Colou o ouvido no meu coração enquanto beijava meu mamilo. Não foi intencional, mas meu pau começou a reagir. Ele estava apenas caído sobre minha barriga, mas minha mãe estava por cima dele. Senti o calor da púbis dela roçando, mas conforme ele foi crescendo, foi se introduzindo entre os lábios dela. Senti o toque suave do clitóris dela quando minha glande foi se alongando, já sem pele. Ela ficou parada, sentindo meu pau passar. A única mudança que notei nela foi a pressão que comecei a sentir no meu peito: dois volumes me apertavam cada vez mais, eram os mamilos dela, já duros.
Quando meu pau parou de crescer, minha mãe rastejou sobre mim e abriu as pernas. Foi descendo até sentir ele entre as coxas dela. Ela só moveu um pouco os quadris até encontrar a cabecinha alinhada com a buceta dela. Depois, continuou descendo até que, centímetro por centímetro, meu pau foi entrando. Ela suspirou quando chegou no fundo e deitou a cabeça de novo no meu pescoço.
- Você acha que, quando for mais velho, vai querer ficar comigo igual agora?
- Pode ter certeza, eu juro. E se quiser saber, posso te mostrar ainda hoje à tarde...
- Puta merda, não quero que me conte nada, já me basta ouvir você dizer. Ela pegou minhas mãos e as colocou entre meu peito e o dela, meus dedos nos mamilos dela, se aproximou da minha boca com os lábios e me beijou, meu pau teve que sair até a metade, mas depois voltou a entrar quando ela desceu, ela gostou e eu também, cada vez que ela se inclinava pra frente me beijava e quando voltava enfiava de novo, tinha a calma da maturidade e sem pressa foi se movendo em cima de mim, envolveu meu pescoço com os braços mordendo meus lábios de leve quando gozou, tentou se mexer o mínimo possível pra não deixar meu pau escapar de dentro da buceta dela, mas não parou de se mover, os beijos dela me aceleraram quando a língua dela encontrou a minha, ao sentir as pulsações da minha cabeça, enfiou fundo dentro dela e esperou eu gozar, fiz isso suavemente, minha porra saiu mansa até eu esvaziar, ela não desceu e ficamos dormindo, minhas mãos não soltaram os peitos dela até que ela me acordou ao cair do meu lado. De manhã, ela já não estava na minha cama quando acordei, teria pensado que foi um sonho se não tivesse ficado a prova da mancha do meu sêmen no lençol. O dia foi normal, trabalhamos bastante, quando cruzava com a Raquel a gente sorria, mencionamos a avó Encarna, com certeza ela estaria lembrando da nossa última visita. À noite, o prefeito veio jantar acompanhado de uma moça, minha tia ao vê-lo saiu pra cumprimentá-lo dando as boas-vindas, estava muito grata pela solução que ele tinha dado, nos apresentou a garota, disse que era a arquiteta da prefeitura, a Júlia gostou de ter contatos pra possíveis reformas e ofereceu a melhor mesa pra eles, se aproximou do Ricardo e disse algo discretamente, tinha certeza que estava pedindo pra ele caprichar ao máximo com o prefeito e a acompanhante, e ainda por cima tudo por conta da casa. O Ricardo cumpriu diligentemente a recomendação, puxou a cadeira da garota, ela estava muito elegante, uma Vestido verde bem rodado, o corpo com um decote em V na frente e outro bem mais cavado atrás, ele se destacava do prefeito que, apesar de também estar de terno, não era lá essas coisas. Depois de um tempo servindo eles, chegaram as duas amigas, Isa e Carmen, as duas vestidas como se fossem para uma festa. O decote redondo de Carmen ficava bem na altura das aréolas, em algum movimento elas apareciam. Isa, mais discreta no decote, estava com os peitos soltos, eles se mexiam por baixo da blusa leve de seda, marcando os bicos. Elas sentaram na mesa ao lado da do prefeito, como sempre vinham agitadas e provocantes. Júlia temia que incomodassem o casal e ficou de olho.
Enquanto o prefeito e a acompanhante tomavam um vermute esperando as entradas, as meninas começaram com uns daiquiris. Estavam bem animadas e falantes, logo chamaram a atenção do prefeito, que não demonstrou indiferença, muito pelo contrário. O jantar era do mais requintado, minha tia não economizava nos mimos, o champanhe regava os pratos de frutos do mar sem parar. As meninas, por sua vez, também não paravam de beber, rindo e falando alto. Júlia falou no meu ouvido para eu me aproximar da mesa das meninas e, como as conhecia, ir segurando elas para não chamarem tanta atenção. Passei perto delas com a desculpa de levar algo para o Ricardo, elas me chamaram na hora e me convidaram para sentar com elas. Minha mãe olhou para Júlia preocupada, mas Júlia a tranquilizou, sabia o que estava fazendo.
Como era de se esperar, Isa e Carmen foram petiscando e bebendo mais do que comendo. Ficavam me provocando, pegando nas minhas mãos e, de um jeito sensual, faziam eu colocar as mãos sobre o vestido delas, especialmente sobre os peitos. O prefeito, de olho, não perdia um detalhe, me olhava e fazia sinais para eu apresentar elas. Carmen também viu e falou na lata: "Manu, por que você não nos apresenta ao senhor? Ele é um charme." Já me vi na obrigação e, quando levantei, o prefeito já tinha pulado. Se apresentando, a Isa e a amiga ficaram encantadas ao conhecer o prefeito, e ele ficou deslumbrado com as duas gostosas e seus atributos. As minas aproveitaram que a acompanhante do prefeito levantou pra retocar a maquiagem e chamaram ele pra mesa delas, parecia que ele tava esperando esse convite das gurias e sentou com a gente. Ele mesmo pediu uma rodada de bebidas pra mesa e se interessou pelas duas raparigas, claramente tava querendo abrir novos horizontes e elas sabiam bem disso. Logo convidaram ele pra sair uma noite com elas, ele viu o céu aberto e as mãos dele pareciam as de um polvo, as minas se deixavam querer e também passavam a mão nele. Quando a acompanhante do prefeito voltou, o Ricardo foi rápido e antes dela sentar disse que já que ela tava ali, queria saber a opinião de arquiteta dela sobre umas reformas que tão planejando e levou ela pro depósito. Passou entre caixas de bebida e prateleiras com toalhas e roupa de mesa, foi perguntando vagamente sobre uma possível ampliação do salão e a possibilidade de tirar uns pilares que atrapalhavam. Ia atrás dela, o cheiro do perfume caríssimo tomava conta do lugar, o Ricardo foi guiando a mina e colocou a mão nas costas dela, mas como o decote ia até a cintura, sentiu um arrepio percorrer a pele nua. A guria logo confessou: - Desculpa Ricardo, mas não me atrevo a opinar sobre isso, vou te confessar que não entendo nada de pilares nem de vigas. O arquiteto é meu marido, mas ele quer que eu circule com gente importante pra ter mais influência nos negócios. Eu também gosto de sair por aí e me divertir, e o prefeito me convida muitas vezes. O Ricardo sacou na hora o esquema, o prefeito mulherengo sem vergonha se aproveitava da ambição do marido e da mulher liberal dele. Agiu rápido, a mão que tava nas costas da mina deslizou até o lado dela por baixo do vestido solto, chegou perto e falou no ouvido dela: - Pelo menos você consegue distinguir... se isso é uma viga ou um pilar. Ele tinha tirado a cock e os ovos pra fora da calça preta, o efeito era impressionante, a cock dele ereta aparecia do nada pedindo guerra. Pegou a mão da garota e levou até a cock dela, quando ela roçou, encolheu o braço, mas ao sentir o calor e o tamanho que tinha, abaixou de novo e agarrou com força. - Caralho, Ricardo, isso é sua cock? - Olha pra ela, me diz se você gosta! - Oh! É linda, você tem uma cock enorme... e que ovos!. Ela não soltou mais, Ricardo continuou passando a mão por baixo do braço da garota até encontrar na frente o peito dela, como o vestido era folgado, não mostrava o que tinha ali, encontrou um peito duro, alto, com um mamilo apontando pro teto, a garota encolheu o ombro e a alça do vestido deslizou caindo até a cintura. Ricardo não deixou ela escapar, descobriu o outro ombro e os dois peitos ficaram de fora, se olharam nos olhos e ela, sem tirar os olhos dele, foi se ajoelhando até ficar de frente pra glande inchada, pegou com as duas mãos e puxou o prepúcio, brilhava com uma cor vermelho fogo, Ricardo pegou a cabeça dela, passou os dedos entre as ondas do cabelo e a puxou pra perto, a cabecinha entrou na boca dela com dificuldade mas entrou, enquanto ele amassava os ovos dela. Por um momento ele percebeu que estava no depósito e, pegando pelos ombros nus da garota, fez ela levantar e levou sem soltar a cock até o escritório da Julia, assim que fechou a porta, Ricardo encostou ela na parede e levantou a saia do vestido, a calcinha preta mínima que ela usava não foi obstáculo pra ele, levantou os braços dela acima da cabeça e, desviando a calcinha, enfiou contra um armário, a garota se agarrou nele ao sentir a cock penetrando e, pulando, envolveu ele com as pernas, ele teve que segurar ela pela bunda e, com a ajuda dela, levantar ela no alto, a cock entrava e saía enquanto a garota procurava a boca dele e enfiava a língua até o céu da boca. --------------------------------------------- Enquanto no salão de jantar eu mal conseguia controlar a situação, as meninas tinham decidido dar em cima do prefeito, e ele também não se fez de rogado. Carmen me perguntou se eu achava que ele iria com elas pra casa dela, falou tão alto que o prefeito ouviu e na hora disse que sim. Perguntou se elas moravam na cidade e responderam que moravam sozinhas num apartamento grande.
- Então vocês duas vão poder brincar de esconde-esconde sozinhas.
- Pra brincar a gente tem um quarto próprio pra isso.
- E vocês gostam de brincar? Eu também.
- A gente adora e temos muitos brinquedos.
- Adoraria brincar com vocês, mas não gosto de perder.
- Nos nossos jogos nunca se perde, sempre se ganha, mesmo que às vezes dê um trabalhinho.
- Sem problemas, eu gosto de desafios.
Olhei pra Isa, a garota de olhos semicerrados confirmou minha suspeita, elas estavam convidando ele pra sala de sexo, eu pouco podia fazer, os três já estavam embalados ladeira abaixo, além disso ele já tinha esquecido a garota que tinha trazido, parecia que não ligava muito. As meninas se levantaram na hora, o prefeito junto, elas se penduraram nos braços dele e saíram pra rua, na porta estava a Júlia.
- Foi um jantar delicioso, dona Júlia, passo amanhã pra pagar, agora vou acompanhar essas mocinhas, se a senhora for tão gentil, peça um táxi pra moça que estava comigo.
- Não se preocupe, senhor prefeito, como eu disse, o jantar é por conta da casa, e espero que tenha uma ótima noite.
O prefeito piscou um olho quando pegou as duas gostosas pela cintura e chamaram um táxi. Quando chegaram no apartamento, as meninas levaram ele pra sala, Carmen serviu uns drinks enquanto Isa preparava o quarto, combinava as luzes de um jeito suave, quando levaram ele pra sala, ele ficou maravilhado: uma cama gigante com um lençol de seda cobrindo, pelas paredes uma série de algemas e arreios, numa estante uma coleção De dildos e consoladores de todo tipo, a noite prometia ser intensa e o prefeito adorou. As duas cercaram o prefeito e foram tirando o paletó dele devagar, as mãos dele se perdiam pelas curvas das mulheres, elas o acalmaram e foram despindo ele com toda calma, a impaciência dele não deixava desabotoar a roupa, a Isa baixou a luz no mínimo, quando ele ficou quase nu, a garota apagou totalmente as luzes e só deixou a luz negra, as coisas brancas eram as únicas que brilhavam no escuro. A cueca do prefeito se destacava no meio da sala. A Carmen puxou o lençol de seda, embaixo se estendia um arnês para o corpo todo, nas pontas umas argolas, ouviu-se um tilintar e as garotas perguntaram ao prefeito se ele já tinha visto umas algemas, ele brincou e disse que tinha uma em casa, e as que a polícia municipal usava, todos riram da piada, mas as garotas colocaram umas nos pulsos dele, perguntaram se ele não tinha medo e ele, todo corajoso, disse que era bem o contrário. A Isa puxou a cueca dele até tirar, mal se via o corpo do prefeito quando elas começaram a tirar a roupa, só ficaram de calcinha branca, a da Carmen com o corte que subia até o quadril, deixando as pernas enormes, a da Isa do tipo shortinho, de renda as duas. O prefeito tava louco pra começar e pediu que acendessem um pouco as luzes pra admirar elas, colocaram outras algemas nos tornozelos dele e prenderam nas argolas do arnês, aí aumentaram a luz um pouco, ele ficou besta, na frente dele dois monumentos de mulher, a Carmen com os peitos operados como dois melões, duas semiesferas que saíam duras e firmes, a cintura fina e a bunda alta e dura, a Isa com os peitos naturais, mas também operados, tinha reduzido e remodelado eles, perfeitos, um pouco menos voluptuosa, mas com umas pernas torneadas, as duas tão bronzeadas que pareciam mulatas. Quando começaram a puxar as algemas, o prefeito ria, estava na expectativa olhando aqueles corpos que, sem dúvida, iam lhe proporcionar uma noite louca. Quando ficou com os braços e pernas esticados, Carmen tirou a calcinha, os olhos do homem saltaram das órbitas ao ver aquela buceta depilada e brilhante. Quando ela se aproximou da cama, ele se deixou colocar um pano de seda nos olhos; decididamente, as garotas sabiam jogar. Carmen passou uma perna sobre o rosto do prefeito, ele respirou fundo, se encheu do cheiro de buceta quente e procurou com a língua até encontrar, passou a língua entre os lábios molhados enquanto ela pegava a pica dele e colocava na boca.
- Seu prefeito, tem uma pica à altura do seu cargo.
- Jejeje, obrigado, não é ruim.
- Mas tem muito pelo, quase não se vê entre tanto cacho.
- É que sou muito másculo.
- Gostaria de ver ele todo inteiro.
- Pode tirar o pelo que te incomodar.
Ouviram-se umas correntes e o arnês das pernas começou a subir, logo o cu do prefeito ficou no ar, mas a boca dele não abandonava a buceta. Carmen, com a cabecinha do prefeito dentro da boca, foi descobrindo o tronco de pelos; realmente escondiam bastante o comprimento, e ela era muito curiosa. Enquanto percorria a pica dele com as mãos, uma boca lambia os ovos dele, era como voar; aquela sensação o encantava, por isso não percebeu quando as algemas dos tornozelos puxaram ele e o ergueram da cama, ficou completamente aberto de pernas e pendurado a um palmo da cama. A boca que chupava os ovos dele os meteu na boca, sugando-os. Um odor inundou a sala, não era o que antes reinava de sândalo, mas ele ficou indiferente, embora tenha sentido um creme morno sendo espalhado pela pélvis dele. A língua que antes tinha lambido os ovos agora deslizava pelas virilhas peludas e entrava entre as nádegas dele; era uma zona inexplorada até então, mas naquela situação tudo era novo para ele. Essa mesma língua rodeou a área. do ânus, a princípio ele se contraiu, mas pendurado como estava, se entregou aos caprichos da Isa. A ponta da língua da garota lutava para entrar no cu do prefeito, inconscientemente ele resistia, mas de repente sentiu puxarem os pelos da pélvis, foi uma dor intensa e instantânea, mas ele nem tinha se recuperado quando, depois de espalhar a cera depilatória, a Carmen puxou de novo. A língua no cu já não incomodava tanto, na verdade já não era mais a língua que entrava no reto dele, era um dedo da Isa, bem lubrificado. Agora a cera se espalhava pelo tronco da pica, ele imaginou que seria pior, e foi, mordeu a língua pra não gritar que nem um moleque, mas as lágrimas molhavam os olhos dele, a buceta da garota que ainda estava sobre a boca dele já não tinha um gosto tão doce. O dedo no cu dele não era muito incômodo, devia ser o mais fino, mas quando ela enfiou o dedo do meio ele sentiu bem mais, a diferença é que ela roçou de leve na próstata e isso causou um prazer que ele também não conhecia. Decididamente as garotas sabiam se virar, a Carmen continuou depilando até que a pica e as bolas dele ficaram que nem as de um bebê, até as nádegas ela alcançou enquanto a Isa ia enfiando uns brinquedos que pareciam peças de xadrez, pareciam bispos, e começou com um bem fino, enfiava no cu lubrificado dele e quando os esfíncteres relaxavam, enfiava outro um pouco mais grosso. A Carmen já tinha terminado de depilar ele completamente, a pica não estava no melhor momento, mas logo com as carícias e boquetes da garota ela endureceu de novo. Quando ela passou creme por toda a área, um frescor invadiu ele, relaxando, e ele conseguiu se concentrar em continuar chupando a buceta da garota que molhava as bochechas dele, pena que com as mãos ele não podia amassar aqueles peitos tão duros. A Carmen já tinha conseguido deixar a pica dele durona quando puxou as bolas dele e colocou um anel que apertava o pau e os testículos, quando ela tirou o lenço dos olhos dele, ele demorou um momento pra acostumar-se à luz fraca, mas viu como um farol seu pau duro, vermelho, inchado e rodeado pelas bolas apertadas por um anel preto. Entre as pernas viu a Isa, estava ocupada trocando aqueles pequenos dildos cada vez maiores, a verdade é que não incomodavam muito, ela fazia com todo cuidado e, embora seu orgulho não estivesse muito contente, a vontade de foder as duas mulheres predominava. Carmen se deitou sobre ele oferecendo à boca os peitos que tanto desejava, não sabia qual atender primeiro, sua língua ia de um mamilo a outro sem conseguir saboreá-lo por completo. Não percebeu como foram descendo até deitá-lo na cama, no cu tinha um dildo quase como um pau com um batente que não deixava entrar tudo. Quando estava na cama, Isa sentou sobre ele e enfiou o pau na buceta, sua língua acelerou as lambidas nos peitos de Carmen. Sentia como ela metia muito mais do que achava que tinha, até as bolas pareciam entrar na buceta da Isa, a garota gemia de prazer, sem dúvida devia ter um pau enorme para fazer gozar uma mulher gostosa daquelas. Carmen pediu para trocar de lugar e sentou sobre ele enquanto Isa oferecia a buceta na boca dele, os sucos tinham um gosto um pouco diferente, mas ainda eram de mulher quente, os quadris de Carmen rodavam sobre o pau dele fazendo pulsar todos os cantos internos, Isa se mexia para que nenhuma dobra dos lábios ficasse sem atenção, o clitóris pelado se esfregava na língua do prefeito. ----------------------------------------------------- No escritório da Júlia, Ricardo tinha a garota de frente para a parede, os peitos amassados pelo peso dele, o rosto virado colado num cartaz de uma bebida americana, os braços sobre a cabeça enquanto o garçom tinha levantado o vestido dela e puxado a calcinha até a metade, no tornozelo penduradas, já com as pernas totalmente abertas, metia sem piedade o pau enquanto ela gemia de gosto. Já tinham ido embora num O prefeito e as garotas pegaram o táxi, e eu passei escondido pelo depósito. Não tinha ninguém lá, mas dentro do escritório dava pra ouvir os gritos da garota pedindo mais pica. Bati na porta com os nós dos dedos e esperei. Ricardo fez uma pausa enquanto a garota se recuperava de um orgasmo violento, abriu a porta devagar e me viu. Eu disse que o prefeito tinha ido embora e que eu precisava levar a garota pra casa. Quando ele fechou a porta, tava sorrindo. O garçom contou que o cara tinha abandonado ela, mas em vez de ficar brava, ela abraçou o rapaz e sussurrou no ouvido dele:
- Eu adoraria que você me acompanhasse até em casa, a gente podia continuar na minha cama.
- E o seu marido? Não quer arrumar problema, né?
- Meu marido, quando eu saio com alguém, vai jogar pôquer com os amigos, pode ficar tranquilo.
No restaurante, a gente tava na expectativa quando viu o casal sair. Ricardo não trocou de roupa, saiu com o uniforme preto, e na altura da braguilha brilhava a umidade do melado da garota. Ela, com o vestido amassado e o cabelo bagunçado, tinha passado um batom meio borrado, e saíram sem nem se despedir direito. Uma gargalhada ecoou no salão. Julia imaginou tudo sem medo de errar.
Quando o táxi do casal deixou os dois na casa da garota, subiram na hora, nem acenderam a luz da escada. Ela abriu a porta do apartamento e também não acendeu a luz, guiou ele direto pro quarto. A cama de casal era enorme, a decoração bem minimalista, quase sem móveis. Ela só acendeu o abajur da mesinha de cabeceira e ainda cobriu ele com um lenço, criando um clima íntimo. Enquanto isso, Ricardo já tava ganhando tempo e já tava pelado atrás dela. Quando ela se virou e viu ele de corpo inteiro, os olhos dela brilharam. Antes ela só tinha aproveitado a pica dele, mas agora tinha ele todo pra ela. Ela deixou o vestido cair aos pés, e o garçom também ficou de queixo caído. Na frente dele, a garota com um par de peitos altos, pontudos e separados. O pouco que ele não tinha visto agora tava bem na cara dele: a cintura fina. As ancas largas e sem calcinha, ela não tinha colocado desde o restaurante, a pica do Ricardo começou a ficar bem dura, a mina admirava a potência com que ela subia no ritmo das batidas que o pau dele dava. Ela se deitou na cama, sentindo falta do conforto do colchão, e esperou o cara se jogar por cima dela, as pernas abertas não deixavam dúvida do caminho que ele devia seguir, Ricardo não se perdeu, foi direto na buceta da mulher, enquanto se apoiava nos cotovelos pegando nos dois peitos, a pica dele entrava na xota molhada da mina, a luz meia-boca ajudava a dar mais tesão na metida, o cara olhou pra pica dele, já não via mais, tava cravada entre as pernas dela, com as mãos segurando nas barras da cama de design dela, ela mexia o corpo debaixo do Ricardo, com os músculos da buceta dava uma massagem que mantinha ele tão duro que até sentia nas entranhas. A mina fez o que pôde pra aguentar, mas gozou abraçada no pescoço do Ricardo, gritou como se não houvesse amanhã, no silêncio da noite qualquer murmúrio se ouviria, mas ela tava pouco se fodendo, tava gozando com a pica mais grande que já tinha enfiado na buceta dela até agora. Ricardo já tava muito tarado, tinha comido a mina duas vezes no escritório e uma na casa dela e tinha segurado com muito esforço, mas já não aguentava mais, a mulher tava muito gostosa, ele tava dando o que ela não teria por muito tempo e ela sabia disso e curtia ele, se convenceu que o melhor que podia fazer era encher ela de leite. A pele dela cheirava a mulher no cio, o suor umedecia a pele dela perolando o colo, as barrigas deles ao se roçar escorregavam e os bicos dos peitos raspavam no peito dele, era o momento certo. Um cheiro invadiu o quarto, até agora era um aroma misturado do perfume da mulher e do aromatizador de flores silvestres, mas o cheiro que entrava agora era de tabaco, claramente de cigarro loiro, Ricardo se virou estranhado, a porta tava fechada, bom, Quase fechada e lá fora reinava a escuridão e o silêncio, ela se convenceu de que era da rua. A garota tinha acabado de gozar e respirava ofegante, ele de joelhos na frente dela com o pau a 45º pedindo pra matar ou morrer, ela estava com a buceta irritada do atrito do pau do garçom, mas sabia que era uma oportunidade única e quis aproveitar. Mansamente, ela se virou e ficou de joelhos, apoiou a cabeça no colchão e ofereceu a buceta por trás, sabia que ele ia meter ainda mais fundo do que antes, mas aceitou, só ia relaxar e provavelmente gozaria de novo, não se achava multi-orgásmica, mas naquela noite o pau do Ricardo estava levando ela a outro nível que ela desconhecia. Quando o garoto apoiou as mãos nos quadris dela, esperou pacientemente que ele a penetrasse, ele fez isso colocando a cabecinha na entrada da vagina, ela sentia queimando nos lábios, mas quando ele se inclinou sobre ela e pegou os peitos caídos por baixo, ela temeu o pior, a forte estocada de quadril do Ricardo era o que ela temia, teve que abrir a boca pra pegar um pouco mais de ar, ele enfiou de uma vez da ponta até os ovos, as lágrimas escorreram, mas ela não disse nada, só respirou fundo e quando conseguiu soltou o ar. Uma nova baforada de cheiro de cigarro entrou no quarto, Ricardo se virou, mas viu que tudo continuava igual, lá fora tudo em silêncio, a casa escura e a porta apenas entreaberta, com o pau ainda dentro da mulher, ele cuspiu entre as nádegas dela, como estava morno, a garota não percebeu, mas aos poucos foi escorrendo pelo rego, soltou os peitos e passou as mãos suavemente pelas costas da garota, a pele ia se arrepiando por onde passava, pegou os mamilos de novo e estavam tão duros que roçavam o lençol. Ele se ergueu e, tirando um pouco o pau, fez espaço pra com um dedo circular o cu da garota, era rosado, a pele ao redor do cu também não era escura, então deduziu que ela era loira natural, a cabeleira se partia. dois na nuca e cobrindo o rosto dela. Quando o dedo de Ricardo forçou um pouco a entrada do cu dela, a garota reclamou de leve, ele não acreditou e continuou mais um pouco até a segunda falange. A garota já entendeu que não era só um capricho, ele estava tentando enfiar a pica enorme no cu dela, e sem muita convicção disse:
- Por favor, eu te peço, Ricardo, pelo cu não, você vai me rasgar, vão ter que me dar pontos.
Como única resposta, Ricardo se mexeu um pouco para enfiar dois dedos. Uma nova baforada de tabaco chegou até eles. O garçom reparou num espelho na frente dele, em cima de uma cômoda, dava pra ver a porta como sempre, tudo escuro. A garota mexia a bunda tentando evitar o inevitável, a glande redonda de Ricardo já estava pressionando o cu dela. Pra evitar problemas maiores, ela esticou a mão, pegou um tubo de creme na mesinha e passou pra Ricardo sem olhar pra ele. De repente, sentiu uma sensação fresca no ânus, mas que pressionava entrando um pouco, era a boca do tubo. Ricardo apertou o tubo com força e um jato de creme entrou sob pressão no reto da mulher, enquanto apoiava a glande de novo na entrada, espalhou creme no próprio tronco como se estivesse passando mostarda num cachorro-quente. A garota não quis saber de mais nada, afastou as nádegas com as mãos e disse:
- Se você tá a fim, vai fundo, enfia essa pica, mas te imploro, não me machuca muito.
Ricardo foi tão considerado quanto de costume, enfiou tudo, fez duas ou três pausas, mas no final deu no mesmo, as bolas dele coladas nas nádegas da garota, se molhando com o fluxo que escorria da buceta dela. Pelo espelho, ele achou que viu a luz da brasa de um cigarro, na hora uma nova onda de fumaça chegou até eles. Ele temeu o pior, estavam sendo observados, possivelmente pelo marido da garota. Não sabia se era só um voyeur ou um corno manso que gostava de ver a mulher sendo comida por outro. Ficou puto e virou a garota de cu pra porta, ele se abriu de pernas para que quem estivesse espiando pudesse ver claramente como a pica dele entrava e saía do cu da garota. Com essas dúvidas, a pica dele amoleceu um pouco, mas a garota o apressou.
- O que foi, Ricardo? Mete a pica no meu cu agora, enfia tudo, queria que o filho da puta do meu marido tivesse uma pica igual à sua pra eu dar meu cu pra ele. Com um discurso desses, todas as dúvidas sumiram, logo a pica encheu de sangue quente de novo e abriu os esfíncteres da mulher, que arranhou o lençol. Ricardo, segurando os quadris da garota, enfiou várias vezes no cu dela, saía até a ponta da cabeça até afundar nos intestinos dela, o barulho que as bolas dele faziam ao bater na buceta era como um aplauso, plash, plash, plash. As baforadas de fumaça aumentaram, já não se escondia tanto, dava pra ver claramente a brasa do cigarro e, às vezes, quando ele puxava, até iluminava os óculos que estavam atrás, possivelmente até se masturbava às custas da mulher dele. A garota tinha o travesseiro mordido e as mãos crispadas no lençol, mas não reclamava, só gemia, não avisou quando gozou dentro dela, estava muito cheio de porra e continuou metendo sem parar, tinha se proposto a continuar até perder a rigidez e a pica sair sozinha, mas várias coisas se juntaram: ele estava puto com o "arquiteto metido a besta", com o prefeito, com a garota tão liberal, com o marido dela e porque ela era muito gostosa e merecia mais porra, porra! Talvez isso tenha ajudado ele a continuar, ou melhor, a continuar dentro dela, a garota gozou de novo, ele teve que segurar os quadris dela pra ela não deitar, mas ele continuou desesperadamente até afundar mais que o normal e, quando a porra já estava na ponta da cabeça, ele tirou e foi espirrando nas costas da garota, os primeiros jatos chegaram na nuca dela, pelo canal dos rins escorria pro pescoço o resto da leitada. Ele olhou pelo espelho, a fumaça continuava entrando e Ricardo olhando. descaradamente levantou o polegar na direção da porta, a fresta dela foi se fechando até que se trancou. ------------------------------------------------ As amigas sabiam como tratar o prefeito, Carmen montava nele enquanto Isa colocava a linda buceta dela na cara dele, ele mal conseguia respirar mas estava adorando, não podia acreditar quando pediu ao arquiteto se podia sair pra jantar com a esposa dele que ia acabar fodendo com duas monumentos de gostosas e o tratamento tão especial que estavam dando, sentia um pouco de pena por ter largado a loira, mas o marido dela era muito compreensivo e tinha certeza que na próxima vez ele compensaria com algum presentinho caro, ela merecia porque era uma garota muito carinhosa, principalmente na cama. Carmen sabia como manter ele no ponto mais alto de excitação, quando ele ia gozar ela freava e deixava ele em pausa até a tensão baixar, ela não tinha problema, gozava quando queria, tinha um poder de concentração que fechava os olhos e na hora um orgasmo a invadia e a pica apertada pelo anel do prefeito agradava ela, com os ajustes que ela tinha feito era perfeita, bem comprida, sempre dura, com as bolas coladas no tronco, depilada e grossa, o que mais podia pedir, já tinha tido um orgasmo e ia pro segundo, a amiga Isa já conhecia ela e esperava pacientemente que ela gozasse quantas vezes quisesse, enquanto o prefeito também não sofria, a única tristeza dele era que não deixavam ele tocar naqueles peitos da Isa, de resto ele tinha a buceta na boca e Carmen parecia incansável. As garotas trocaram carícias entre si, uma apertava os peitos da outra na frente do prefeito, possivelmente deixando ele com ciúmes, mas a verdade é que estavam aproveitando bem, pra Isa foi suficiente, ela gozou na boca do prefeito que mal conseguiu receber a enxurrada que caiu na cara dele. Finalmente soltaram o prefeito, o homem se levantou contente, a cara molhada de sucos femininos e a pica branca de fluidos vaginais, um sucesso total. Carmen se apoiou num baú, todo estofado e acolchoado, deixou o corpo cair, com a bunda pra fora e as pernas penduradas. O prefeito viu uma boa oportunidade, com a rola turbinada, se posicionou atrás da garota. Isa ajudou a centralizar a rola na buceta da Carmen. No cu do prefeito brilhava um botão que impedia que o dildo que ele tinha enfiado escorregasse pra dentro. O prefeito se vingou e meteu com força. Carmen gemeu, não esperava que fosse tão fundo, mas gostou. O prefeito tava sedento de vingança e, cada vez que entrava, ficava uns segundos parado lá dentro, depois saía até quase tirar tudo e enfiava de novo. Enquanto isso, Isa tinha tirado uma caixa laqueada preta, com três gavetinhas. Na de baixo, guardava um pequeno arnês que ela vestiu. Parecia uma fio dental, mas também se prendia nas coxas dela. Na parte que cobria a ppk depilada, tinha um triângulo com um parafusinho de plástico. Quando ajustou direito, quase não dava pra ver, era cor de pele. Ficou acariciando as bolas do prefeito por baixo das pernas dele. Com o anel, estavam redondas e roxas. Ela acompanhava o vai e vem do homem, que enterrava cada vez mais fundo a rola inchada na amiga dela. O prefeito viu a oportunidade da vida dele. A dois centímetros de onde tava enfiando a rola, estava o cu da Carmen. Era a grande chance. Numa das vezes, tentou a sorte e apertou no cu. A garota protestou na hora. — Um momento, senhor prefeito, isso é direção proibida. — Como? Uma garota tão fogosa como você não dá o cu? — Dou, mas com condições. — Que condições? Eu meto e pronto! — Não, senhor prefeito, o senhor sabe que sempre se ganha, mas também se paga. — Tá bom, acordo, mas vou meter no seu cu de qualquer jeito. — Claro, e o senhor vai gostar muito, e eu também, mas já sabe, vai ter que pagar um preço. — O que for, por esse cu, o que for. Isa aproximou um pote de creme do prefeito. Não teve paciência e enfiou o pau no pote, tirou ele como se fosse uma casquinha de sorvete, com a outra mão passou creme no cu da Carmen e, quase sem empurrar, enfiou. Carmen apertou os dentes, embora tivesse bastante controle no esfíncter, a entrada brusca do prefeito doeu. Isa abriu a primeira gaveta preta, cuidadosamente sobre veludo havia um pau duplo, um mais grosso e comprido e outro grudado nele, menor. Não a convenceu para a ocasião e abriu a outra gaveta, em ordem estavam várias rolas de silicone, na parte do tronco tinham uma rosca que encaixava no cinto de Isa. Na frente dela, o cu do prefeito que se movia impetuoso sobre o da Carmen, que estava deitada sobre o baú. Ela ficou avaliando o tamanho e finalmente decidiu pela mesma grossura que a que o prefeito já estava usando. Aproximou-se dele por trás e pegou o creme, lubrificou a rola de silicone e as nádegas do prefeito. Quando ele ficou parado, enfiado no cu da Carmen, Isa tirou o tampão que ele tinha e substituiu pela rola da mesma grossura. Foi um movimento rápido que o homem mal notou, só quando ela foi entrando. Isa se apertava contra ele com o cinto armado com a rola, enfiando suavemente, seguindo o movimento do homem. Na mão dela, o tamanho seguinte. Quando o prefeito já não sentia mais desconforto no cu, ela trocou pelo próximo, aproveitou que ele estava empolgado com os gritos da Carmen para pressionar e enfiar quase inteiro. O prefeito estava exultante, estava dominando aquela gostosa. Isa não desistia, quando um tamanho já estava dentro do homem, ela já tinha o próximo preparado na mão. O prefeito parecia não se importar, na verdade, ele virava as mãos para apertar o cu da Isa contra o dele. Isso animava a garota e aumentava a grossura mais um ponto. Chegou ao tamanho que o próprio prefeito usava, já não ligava mais pra nada, seu objetivo estava se cumprindo e se cumpriu. Carmen pediu uma trégua, tinha conseguido gozar mais uma vez enquanto levava no cu, mas já era. Demais, eu estava exausta. O prefeito tirou o dela depois de muito implorar, mas ergueu os braços triunfante, se virou procurando a Isa, ela estava grudada nele com o arnês, obrigou ela a tirar, embora ela tenha deixado a pica cravada no cu dele, fez ela se deitar no mesmo baú da Carmen, essa teve tempo só de passar o creme no cu da Isa, porque o prefeito já ia direto nela, segurou as mãos da amiga enquanto ela apertava os dentes, mas o prefeito estava decidido e entrou, e como entrou! Até as bolas, deu o mesmo tratamento que deu na Carmen, ela aconselhava a relaxar e até que ela conseguiu, mas quase desmaiou. A gozada do prefeito dentro dela foi como um bálsamo, molhou o reto dela e, embora tenha ficado cravado nela, pelo menos ficou parado, a Carmen soltou o anel debaixo dos ovos dele, foi como soltar o ar de um balão, a pica dele murchou na hora e ele tirou como um trapo, atrás dela um jorro de porra abundante, o prefeito foi sentar e percebeu que ainda tinha a de silicone cravada no cu dele, tirou e olhou, era mais grossa que a dele, jogou longe. Sentaram num sofá, a Carmen tinha preparado umas bebidas que souberam a glória, suados, cheios de fluidos e sêmen, os três estavam exaustos mas satisfeitos, depois de repetir as bebidas as meninas levaram o prefeito ao banheiro onde borbulhava uma jacuzzi, com elas levaram um balde cheio de gelo e as garrafas, debaixo da superfície de sais de banho as bolhas batiam na pele dos três, possivelmente iam recomeçar. Ricardo quando tirou a pica pegou a garota pelos ombros e sacudiu ela, estava muito puto, mas a garota ao contrário estava mole, deu pena dele. - Me fala! Cadê seu marido? - Tá jogando pôquer, já te falei. - Não acredito em você, vi ele olhando enquanto eu comia seu cu. - Desculpa, é um vício que ele não consegue evitar, mas é inofensivo. - E você permite? - E daí? vou fazer, a gente se ama do nosso jeito. Ricardo deixou ela sentada na cama pelada, ainda exausta do jeito que tava, sem resto de maquiagem nem batom, ela tava gostosa. Ele se vestiu e deu um último beijo na boca dela, ela se agarrou nele com desespero, mas ele deixou ela de novo na cama. Quando saiu, antes de fechar a porta atrás de si, falou bem alto. - Tchau, boa noite. - Boa noite – disse uma voz masculina vinda do escuro. Continua.
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