CAPÍTULO 4
Me sentia uma marionete, um puto boneco sem vontade que se mexia seguindo os desígnios de um titereiro. Meu destino estava traçado e, sabendo que me sacrificaria por um povo que detestava, saí do meu chalé e fui pra um bar afogar as mágoas. Mas nem isso consegui fazer em paz, tendo a poucos metros a presença do segurança encarregado de me proteger.
—Porra! —resmunguei entre os dentes, virando o uísque que tinha pedido e voltando pra casa.
Chegando como se fosse minha governanta, Loung me recebeu na porta. Depois de perguntar pela princesa, a secretária dela me informou que ela estava se trocando pro jantar.
—Jantar?
—Sim, uns membros importantes da colônia samoana em Madrid prepararam uma festa pra celebrar o noivado de vocês.
Isso foi a gota d'água. Olhei pra ele com ódio e, subindo os degraus de dois em dois, cheguei no quarto de hóspedes e, sem bater, abri a porta e me deparei com a Sovann toda pelada, se penteando na frente do espelho.
―Desculpa ―exclamei ao vê-la daquele jeito e recuando o caminho, estava prestes a ir embora quando a ouvi dizer:
―Não vá embora. Me diz pra que você veio.
Surpreso, observei que, ao se levantar, a viúva do meu irmão me olhava tranquilamente e, sem se importar que eu a estivesse vendo pelada, esperava minha resposta. Resposta que demorou a chegar porque, esquecendo quem era, meus olhos percorreram sua minúscula anatomia sem pudor.
Era impressionantemente linda, agraciada pela natureza com uns peitos adoráveis, no corpo dela não tinha um pingo de gordura e, pra completar, a cintura fina dela fazia aquele rabo soberbo se destacar ainda mais. Juro que não foi minha intenção, mas não consegui evitar de me perder no olhar, reparando tanto nos bicos pretos que enfeitavam os peitos dela quanto na buceta bem aparada que essa mulher exibia.
Sei que ela percebeu minha admiração e o jeito nada filial como eu a olhava, mas não ficou brava. Com um sorriso nos lábios, me perguntou de novo o que eu queria. Atordoado por sentir que, debaixo da minha calça, tinha um traidor que tinha endurecido, só consegui perguntar a que horas e como eu deveria estar vestido para o jantar.
Minha cunhada, revirando os olhos, respondeu:
—Querido, tão esperando a gente às nove. Deixei um smoking pra você na cama— e com cara de santa, perguntou: —Tudo bem se você passar me buscar às oito e meia?
Como eu tava doido pra fugir daquelas quatro paredes, respondi que tudo bem e, covardemente, saí correndo pro meu quarto. Assim que fechei a porta, do jeito que tava vestido, entrei no chuveiro, mas nem a água fria conseguiu acalmar o fogo que me queimava. Amaldiçoando minha falta de honra, aliviei a tensão no meio das pernas batendo uma punheta enquanto imaginava aquela pequenininha chorando nos meus braços.
Minha mente, como se fosse uma premonição, se encheu de imagens de paixão onde a viúva do meu irmão se ajoelhava aos meus pés e, pegando meu pau entre os lábios, selava nosso pacto antinatural. Reconheço que, por mais que tentasse combater o desejo, aquela oriental de corpo minúsculo tinha me marcado fundo e, derramando minha porra no chuveiro, gozei pensando nela.
Ao me vestir, a vergonha me atingiu com força e, xingando a luxúria que tinha me dominado, jurei que nunca mais. Nunca mais olharia pra minha cunhada como mulher, ainda mais agora que sabia que, mesmo que só aos olhos do mundo, Sovann seria minha esposa legal. Infelizmente, todas as minhas boas intenções foram por água abaixo quando a vi sair. Enfiada num vestido preto todo justinho, mas sem decote, aquela diaba parecia um ser angelical. A piranha, se exibindo pra mim, perguntou o que eu achava do vestido dela, só pra me provocar.
—Tá uma gostosa — respondi — Parece a rainha má, só espero não estar por perto quando você virar bruxa.
Morrendo de rir e sem se ofender nem um pouco, ela me olhou e, apontando pro volume enorme na minha virilha, respondeu:
—Você tá enganada, se fosse um personagem de conto de fadas, eu seria a Branca de Neve e você, o caçador. Isso aí que você tem na mão: o que é? A faca que vai usar pra me matar?
Fiquei vermelha ao perceber que ele tinha notado minha excitação e, cobrindo minhas vergonhas, respondi num tom seco.
—Minha faca nunca vai te furar.
—A gente vê — respondeu dando uma gargalhada, e depois, deixando de lado minha humilhação, me pegou pelo braço e, alegremente, me tirou do chalé.
Já dentro do carro, minha cabeça não parava de girar sem entender qual sentido tinha aquela mulher ficar de gracinha tão descarada com o irmão do marido, quando mal tinha virado viúva há uma semana. Olhando de canto pra ela, me surpreendi ao ver que estava chorando e, sem sentir pena daquelas lágrimas de crocodilo, perguntei o motivo.
—Você me lembra o Alberto e, mesmo sabendo que era o que ele queria, por cumprir meu dever, sinto que estou traindo ele.
―Desculpa, mas não tô te acompanhando.
Desolada, a mulher se abraçou em mim enquanto me dizia:
—Não posso ser sua esposa de mentirinha, preciso de um herdeiro que reine depois de mim e por isso sei que tenho que te seduzir, mesmo que você ache que sou uma puta.
Indignado, mas sabendo que aquela mulher mexia comigo, me recriminei por não ter pensado: as monarquias se perpetuam com filhos e, se aquela mulher estava convencida de que ia reinar, precisaria tê-los. Só de pensar que era minha semente que ia engravidar ela, me fez abrir a porta e vomitar. Minha reação aumentou o choro dela e, esquecendo do motorista, ela me perguntou gritando:
—Você me acha tão nojenta assim?
Juro que não encontro uma explicação lógica pra o que eu fiz, mas, ao ouvir a reclamação dela, peguei ela nos meus braços e beijei. Ela, depois do susto inicial, respondeu ao meu carinho e, se grudando em mim, deixou minha língua brincar com a dela enquanto minhas mãos percorriam o corpo dela.
Aquela foi a primeira vez que senti a firmeza dos peitos dela e só a impossibilidade física de despir suas costas impediu que, como num sonho, eu chupasse os biquinhos dela. Se deixando levar pelo tesão, ela me acariciou por cima da calça e isso quebrou o encanto, ao lembrar do meu irmão.
Sinceramente, não sei se foi ela ou fui eu quem se afastou, mas o fato é que, envergonhados e cada um olhando pela janela, não trocamos uma palavra pelo resto do caminho. Já no hotel onde ia rolar o banquete, enquanto ela descia do carro, me disse com dor:
―Temos que respeitar os três meses de luto.
Sem saber se o sofrimento dela era por causa da traição ou por se sentir atraída por mim, eu a segui pelas escadas da entrada. Adotando um ar majestoso, minha suposta noiva me pegou pelo braço e, com passo firme, entrou no salão. Eu sabia que tinha que cumprir meu papel de consorte e, imitando-a, fui cumprimentando um por um os presentes. Mesmo acostumados ao estilo de vida ocidental, esses membros importantes da colônia faziam uma reverência para nós enquanto a olhavam com genuína devoção.
É uma líder de verdade", pensei enquanto a admirava em silêncio, "sabe que seu povo precisa dela e vai dar a vida por isso".
A noite passou numa alegria só, os súditos dela mostraram uma felicidade sem fim celebrando o noivado da princesa, e depois de três horas de parabéns sem parar, Sovann deu por encerrada me dizendo:
—Querido, tô cansada, dá pra gente ir embora?
A voz dela me mostrou que tava exausta mesmo. Passei o braço na cintura dela e tirei ela do hotel. No carro, minha cunhada apoiou a cabeça no meu peito e apagou. Enquanto voltava pra casa, fiquei olhando pra ela com o coração apertado, percebi que tava afim dela pra caralho. Sabia que não era certo, que era imoral, que ia me queimar no inferno, mas foda-se, preferia uma condenação eterna a decepcionar a mulher que tava no meu colo.
Ao chegar, sem acordá-la, peguei ela no colo e, com ela nas costas, subi até o quarto dela. Lá, coloquei ela na cama, tirei os sapatos, cobri e, aproveitando que ela tava grogue, dei um beijo carinhoso na boca dela.
Já tava indo embora, quando ouvi ela sussurrar:
—Manuel, não vá. Preciso que você me abrace.
Deitando do lado dela, passei meu braço pelo corpo dela e puxei ela pra perto de mim, fiquei parado. Ela, ao sentir meu carinho, virou e me devolveu o beijo, dizendo:
—A melhor forma de honrar teu irmão é sendo minha mulher — e sem esperar minha resposta, desabotoou os botões da minha camisa.
Não consegui recusá-la, ainda mais quando, depois de despir minhas costas, ela começou a beijar meu pescoço enquanto as mãos dela percorriam meu peito. Devagar, a princesa foi tomando posse do seu reino, descendo pelo meu peito e se concentrando nos meus mamilos. Nunca pensei que sentiria tanto prazer só com aquela gostosa mordiscando minhas auréolas entre os dentes, mas a verdade é que, quando ela montou em mim, meu pau já estava com uma ereção dolorosa por baixo da calça.
Esquecendo meus preconceitos, terminei de me despir, momento que minha cunhada aproveitou para, sem tirar o vestido, pegar meu pau entre as mãos e, apontando pra buceta dela, sentar nele. Me surpreendi por não encontrar a barreira da calcinha dela, porque tinha certeza que não deu tempo dela tirar, e por isso, quando a cabeça da minha glande bateu na parede da vagina dela e antes que ela começasse a cavalgar, perguntei se ela tinha saído de casa sem calcinha.
—Sim — gemeu — passei a noite inteira com o tesão a mil, pensando que algum dos meus súditos descobrisse que eu não tava de calcinha.
―Sua piranha! ―exclamei, morrendo de rir.
—Sim, sou uma puta. Fui a gostosa do teu irmão e a partir de hoje, serei a tua puta — gritou, levantando-se para em seguida deixar meu pau escorregar pra dentro dela.
A confissão dela, longe de acalmar meu desejo, só fez aumentar, e rasgando a roupa dela, eu a deixei nua pra finalmente me apossar daqueles peitos que me deixaram besta. Pegando os mamilos pretos dela entre meus dentes, deixei ela começar a se mexer. Sovann, gemendo igual uma desenfreada, me pediu pra não parar de morder eles e, se contorcendo com meu pau enfiado na buceta dela, deu um ritmo suave pros movimentos.
—Adoro sentir seu pau plebeu na minha buceta real — ela uivou de tanto rir enquanto acelerava os quadris.
Procurei uma resposta à altura da besteira dela e, enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela, respondi:
—Bom, eu sempre quis dar umas palmadas na bunda de uma princesa pra depois, quando ela estiver bem quentinha, meter nela e poder dizer que enfiei o pau na realeza.
—Se prometer me comer gostoso, quem sabe semana que vem eu deixo você realizar seu desejo.
Totalmente sem freio e sonhando de verdade em possuir aquela buceta gostosa, perguntei por que a gente tinha que esperar uma semana.
Querido, é porque tô no meu período fértil e quero ficar grávida.
Escandalizado, eu gritei:
―Do que você tá falando?
A mulher, sem parar de bombar no meu pau, respondeu:
—Pensa bem, é ideal. Se eu engravidar, a gente pode fazer parecer que é do Alberto e, com um filho na barriga, você não precisaria casar comigo. Os dois sairiam ganhando. Você não teria que sacrificar sua vida e eu seria uma rainha viúva.
Nem parei pra pensar que era uma solução inteligente. Furioso do jeito brutal que aquela puta me manipulou, me soltei do abraço dela e, xingando a mãe, saí correndo do quarto dela. Quando cheguei no meu, só me senti seguro das manobras sinistras dela depois que fechei a porta e me isolei.
Filha da puta gostosa", sentenciei ao lembrar do que aconteceu.
Aquela puta tinha me seduzido, não porque sentia atração por mim, mas porque viu no meu esperma uma saída da condenação que os costumes do povo dela representavam pra ela. Sem conseguir pensar direito, decidi que, se Sovann queria reinar, teria que se humilhar aos meus pés e aceitar ser minha mulher.
Até hoje, ainda não entendo minha postura: eu não queria casar e o país dela tava pouco me fodendo, e sei que foi meu orgulho ferido que me obrigou a encarar ela.
Naquela noite, com um frenesi estranho, me masturbei sonhando que aquela princesinha chegava pelada na minha cama, implorando pra eu fazer dela minha. Na minha imaginação, me vi separando as nádegas da minha cunhada e, sem esperar pra relaxar o esfíncter dela, metendo no cu dela até que, rendida de prazer, ela me implorava pra casar comigo.
Me sentia uma marionete, um puto boneco sem vontade que se mexia seguindo os desígnios de um titereiro. Meu destino estava traçado e, sabendo que me sacrificaria por um povo que detestava, saí do meu chalé e fui pra um bar afogar as mágoas. Mas nem isso consegui fazer em paz, tendo a poucos metros a presença do segurança encarregado de me proteger.
—Porra! —resmunguei entre os dentes, virando o uísque que tinha pedido e voltando pra casa.
Chegando como se fosse minha governanta, Loung me recebeu na porta. Depois de perguntar pela princesa, a secretária dela me informou que ela estava se trocando pro jantar.
—Jantar?
—Sim, uns membros importantes da colônia samoana em Madrid prepararam uma festa pra celebrar o noivado de vocês.
Isso foi a gota d'água. Olhei pra ele com ódio e, subindo os degraus de dois em dois, cheguei no quarto de hóspedes e, sem bater, abri a porta e me deparei com a Sovann toda pelada, se penteando na frente do espelho.
―Desculpa ―exclamei ao vê-la daquele jeito e recuando o caminho, estava prestes a ir embora quando a ouvi dizer:
―Não vá embora. Me diz pra que você veio.
Surpreso, observei que, ao se levantar, a viúva do meu irmão me olhava tranquilamente e, sem se importar que eu a estivesse vendo pelada, esperava minha resposta. Resposta que demorou a chegar porque, esquecendo quem era, meus olhos percorreram sua minúscula anatomia sem pudor.
Era impressionantemente linda, agraciada pela natureza com uns peitos adoráveis, no corpo dela não tinha um pingo de gordura e, pra completar, a cintura fina dela fazia aquele rabo soberbo se destacar ainda mais. Juro que não foi minha intenção, mas não consegui evitar de me perder no olhar, reparando tanto nos bicos pretos que enfeitavam os peitos dela quanto na buceta bem aparada que essa mulher exibia.
Sei que ela percebeu minha admiração e o jeito nada filial como eu a olhava, mas não ficou brava. Com um sorriso nos lábios, me perguntou de novo o que eu queria. Atordoado por sentir que, debaixo da minha calça, tinha um traidor que tinha endurecido, só consegui perguntar a que horas e como eu deveria estar vestido para o jantar.
Minha cunhada, revirando os olhos, respondeu:
—Querido, tão esperando a gente às nove. Deixei um smoking pra você na cama— e com cara de santa, perguntou: —Tudo bem se você passar me buscar às oito e meia?
Como eu tava doido pra fugir daquelas quatro paredes, respondi que tudo bem e, covardemente, saí correndo pro meu quarto. Assim que fechei a porta, do jeito que tava vestido, entrei no chuveiro, mas nem a água fria conseguiu acalmar o fogo que me queimava. Amaldiçoando minha falta de honra, aliviei a tensão no meio das pernas batendo uma punheta enquanto imaginava aquela pequenininha chorando nos meus braços.
Minha mente, como se fosse uma premonição, se encheu de imagens de paixão onde a viúva do meu irmão se ajoelhava aos meus pés e, pegando meu pau entre os lábios, selava nosso pacto antinatural. Reconheço que, por mais que tentasse combater o desejo, aquela oriental de corpo minúsculo tinha me marcado fundo e, derramando minha porra no chuveiro, gozei pensando nela.
Ao me vestir, a vergonha me atingiu com força e, xingando a luxúria que tinha me dominado, jurei que nunca mais. Nunca mais olharia pra minha cunhada como mulher, ainda mais agora que sabia que, mesmo que só aos olhos do mundo, Sovann seria minha esposa legal. Infelizmente, todas as minhas boas intenções foram por água abaixo quando a vi sair. Enfiada num vestido preto todo justinho, mas sem decote, aquela diaba parecia um ser angelical. A piranha, se exibindo pra mim, perguntou o que eu achava do vestido dela, só pra me provocar.
—Tá uma gostosa — respondi — Parece a rainha má, só espero não estar por perto quando você virar bruxa.
Morrendo de rir e sem se ofender nem um pouco, ela me olhou e, apontando pro volume enorme na minha virilha, respondeu:
—Você tá enganada, se fosse um personagem de conto de fadas, eu seria a Branca de Neve e você, o caçador. Isso aí que você tem na mão: o que é? A faca que vai usar pra me matar?
Fiquei vermelha ao perceber que ele tinha notado minha excitação e, cobrindo minhas vergonhas, respondi num tom seco.
—Minha faca nunca vai te furar.
—A gente vê — respondeu dando uma gargalhada, e depois, deixando de lado minha humilhação, me pegou pelo braço e, alegremente, me tirou do chalé.
Já dentro do carro, minha cabeça não parava de girar sem entender qual sentido tinha aquela mulher ficar de gracinha tão descarada com o irmão do marido, quando mal tinha virado viúva há uma semana. Olhando de canto pra ela, me surpreendi ao ver que estava chorando e, sem sentir pena daquelas lágrimas de crocodilo, perguntei o motivo.
—Você me lembra o Alberto e, mesmo sabendo que era o que ele queria, por cumprir meu dever, sinto que estou traindo ele.
―Desculpa, mas não tô te acompanhando.
Desolada, a mulher se abraçou em mim enquanto me dizia:
—Não posso ser sua esposa de mentirinha, preciso de um herdeiro que reine depois de mim e por isso sei que tenho que te seduzir, mesmo que você ache que sou uma puta.
Indignado, mas sabendo que aquela mulher mexia comigo, me recriminei por não ter pensado: as monarquias se perpetuam com filhos e, se aquela mulher estava convencida de que ia reinar, precisaria tê-los. Só de pensar que era minha semente que ia engravidar ela, me fez abrir a porta e vomitar. Minha reação aumentou o choro dela e, esquecendo do motorista, ela me perguntou gritando:
—Você me acha tão nojenta assim?
Juro que não encontro uma explicação lógica pra o que eu fiz, mas, ao ouvir a reclamação dela, peguei ela nos meus braços e beijei. Ela, depois do susto inicial, respondeu ao meu carinho e, se grudando em mim, deixou minha língua brincar com a dela enquanto minhas mãos percorriam o corpo dela.
Aquela foi a primeira vez que senti a firmeza dos peitos dela e só a impossibilidade física de despir suas costas impediu que, como num sonho, eu chupasse os biquinhos dela. Se deixando levar pelo tesão, ela me acariciou por cima da calça e isso quebrou o encanto, ao lembrar do meu irmão.
Sinceramente, não sei se foi ela ou fui eu quem se afastou, mas o fato é que, envergonhados e cada um olhando pela janela, não trocamos uma palavra pelo resto do caminho. Já no hotel onde ia rolar o banquete, enquanto ela descia do carro, me disse com dor:
―Temos que respeitar os três meses de luto.
Sem saber se o sofrimento dela era por causa da traição ou por se sentir atraída por mim, eu a segui pelas escadas da entrada. Adotando um ar majestoso, minha suposta noiva me pegou pelo braço e, com passo firme, entrou no salão. Eu sabia que tinha que cumprir meu papel de consorte e, imitando-a, fui cumprimentando um por um os presentes. Mesmo acostumados ao estilo de vida ocidental, esses membros importantes da colônia faziam uma reverência para nós enquanto a olhavam com genuína devoção.
É uma líder de verdade", pensei enquanto a admirava em silêncio, "sabe que seu povo precisa dela e vai dar a vida por isso".
A noite passou numa alegria só, os súditos dela mostraram uma felicidade sem fim celebrando o noivado da princesa, e depois de três horas de parabéns sem parar, Sovann deu por encerrada me dizendo:
—Querido, tô cansada, dá pra gente ir embora?
A voz dela me mostrou que tava exausta mesmo. Passei o braço na cintura dela e tirei ela do hotel. No carro, minha cunhada apoiou a cabeça no meu peito e apagou. Enquanto voltava pra casa, fiquei olhando pra ela com o coração apertado, percebi que tava afim dela pra caralho. Sabia que não era certo, que era imoral, que ia me queimar no inferno, mas foda-se, preferia uma condenação eterna a decepcionar a mulher que tava no meu colo.
Ao chegar, sem acordá-la, peguei ela no colo e, com ela nas costas, subi até o quarto dela. Lá, coloquei ela na cama, tirei os sapatos, cobri e, aproveitando que ela tava grogue, dei um beijo carinhoso na boca dela.
Já tava indo embora, quando ouvi ela sussurrar:
—Manuel, não vá. Preciso que você me abrace.
Deitando do lado dela, passei meu braço pelo corpo dela e puxei ela pra perto de mim, fiquei parado. Ela, ao sentir meu carinho, virou e me devolveu o beijo, dizendo:
—A melhor forma de honrar teu irmão é sendo minha mulher — e sem esperar minha resposta, desabotoou os botões da minha camisa.
Não consegui recusá-la, ainda mais quando, depois de despir minhas costas, ela começou a beijar meu pescoço enquanto as mãos dela percorriam meu peito. Devagar, a princesa foi tomando posse do seu reino, descendo pelo meu peito e se concentrando nos meus mamilos. Nunca pensei que sentiria tanto prazer só com aquela gostosa mordiscando minhas auréolas entre os dentes, mas a verdade é que, quando ela montou em mim, meu pau já estava com uma ereção dolorosa por baixo da calça.
Esquecendo meus preconceitos, terminei de me despir, momento que minha cunhada aproveitou para, sem tirar o vestido, pegar meu pau entre as mãos e, apontando pra buceta dela, sentar nele. Me surpreendi por não encontrar a barreira da calcinha dela, porque tinha certeza que não deu tempo dela tirar, e por isso, quando a cabeça da minha glande bateu na parede da vagina dela e antes que ela começasse a cavalgar, perguntei se ela tinha saído de casa sem calcinha.
—Sim — gemeu — passei a noite inteira com o tesão a mil, pensando que algum dos meus súditos descobrisse que eu não tava de calcinha.
―Sua piranha! ―exclamei, morrendo de rir.
—Sim, sou uma puta. Fui a gostosa do teu irmão e a partir de hoje, serei a tua puta — gritou, levantando-se para em seguida deixar meu pau escorregar pra dentro dela.
A confissão dela, longe de acalmar meu desejo, só fez aumentar, e rasgando a roupa dela, eu a deixei nua pra finalmente me apossar daqueles peitos que me deixaram besta. Pegando os mamilos pretos dela entre meus dentes, deixei ela começar a se mexer. Sovann, gemendo igual uma desenfreada, me pediu pra não parar de morder eles e, se contorcendo com meu pau enfiado na buceta dela, deu um ritmo suave pros movimentos.
—Adoro sentir seu pau plebeu na minha buceta real — ela uivou de tanto rir enquanto acelerava os quadris.
Procurei uma resposta à altura da besteira dela e, enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela, respondi:
—Bom, eu sempre quis dar umas palmadas na bunda de uma princesa pra depois, quando ela estiver bem quentinha, meter nela e poder dizer que enfiei o pau na realeza.
—Se prometer me comer gostoso, quem sabe semana que vem eu deixo você realizar seu desejo.
Totalmente sem freio e sonhando de verdade em possuir aquela buceta gostosa, perguntei por que a gente tinha que esperar uma semana.
Querido, é porque tô no meu período fértil e quero ficar grávida.
Escandalizado, eu gritei:
―Do que você tá falando?
A mulher, sem parar de bombar no meu pau, respondeu:
—Pensa bem, é ideal. Se eu engravidar, a gente pode fazer parecer que é do Alberto e, com um filho na barriga, você não precisaria casar comigo. Os dois sairiam ganhando. Você não teria que sacrificar sua vida e eu seria uma rainha viúva.
Nem parei pra pensar que era uma solução inteligente. Furioso do jeito brutal que aquela puta me manipulou, me soltei do abraço dela e, xingando a mãe, saí correndo do quarto dela. Quando cheguei no meu, só me senti seguro das manobras sinistras dela depois que fechei a porta e me isolei.
Filha da puta gostosa", sentenciei ao lembrar do que aconteceu.
Aquela puta tinha me seduzido, não porque sentia atração por mim, mas porque viu no meu esperma uma saída da condenação que os costumes do povo dela representavam pra ela. Sem conseguir pensar direito, decidi que, se Sovann queria reinar, teria que se humilhar aos meus pés e aceitar ser minha mulher.
Até hoje, ainda não entendo minha postura: eu não queria casar e o país dela tava pouco me fodendo, e sei que foi meu orgulho ferido que me obrigou a encarar ela.
Naquela noite, com um frenesi estranho, me masturbei sonhando que aquela princesinha chegava pelada na minha cama, implorando pra eu fazer dela minha. Na minha imaginação, me vi separando as nádegas da minha cunhada e, sem esperar pra relaxar o esfíncter dela, metendo no cu dela até que, rendida de prazer, ela me implorava pra casar comigo.
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