Oi, tenho 20 anos e sou da Argentina.
Meu relato é sobre a briga de sexo que eu tive com 8 caras. Tava tudo combinado, eu ia na casa deles, vestia a roupa que eles quisessem, a gente fazia o nosso rolê e eles me pagavam, tudo muito fácil, né?
Eu fui com uma regata de couro preta, quase igual a essa
Sem sutiã e com uma tanguinha super fina. Eu tava de short branco e tênis preto. Eu tava totalmente entregue. Quando chego, me deparo com os 8 pelados, o único vestido era o do cara que me recebeu. Tinha uma mesa de sinuca, eles tavam jogando cartas, tinha camisinha, também tinha lubrificante e quando me deram minha roupa, me surpreendi: era um vestido super curto. Fui pro banheiro e os olhos e os paus deles me seguiam pra todo lado. Não tinha terminado de me trocar e eles já entraram no banheiro, me puxaram pelo cabelo e gritavam "Vai, filha da puta, vadia, rabuda. Chupa, vai". Era umas 5 pessoas no banheiro e todos gritavam a mesma coisa. Não me fizeram chupar os paus deles, eu praticamente devorava os paus. Eles cuspiam na minha cara e me esbofeteavam. Depois me colocaram na frente do espelho, eu podia ver como uns desconhecidos me humilhavam, me davam tapas na bunda, me puxavam o cabelo, me batiam, e eu olhando meu reflexo, minha cara suja, a cara de uma puta com cuspe dos outros nos olhos e na boca, roupas rasgadas, cabelo bagunçado pelos puxões e aquele gosto metálico de pau na boca. Depois disso, sentaram no vaso, aí seguraram minha cabeça pra cima e meus braços também, passavam as línguas e os paus deles pelas minhas axilas, isso me excitava ainda mais. Depois abriram minhas pernas, deixando ver que eu tava de tanguinha, arrancaram ela de uma puxada e colocaram na minha boca. Os que não entraram no banheiro foram me buscar, colocaram um saco na minha cara e de quatro, levando chute de todo lado, fui até a sala. Aí me levantaram e me colocaram em cima da mesa de sinuca, esse foi o pior momento, passei horrível. Colocaram uma mordaça na minha boca e depois despejaram uma garrafa de sidra no meu corpo, isso foi gostoso, meu corpo trabalhado tava todo pegajoso. Depois amarraram meus braços atrás das costas e outros dois abriram minhas pernas, eu sentia que já ia gozar, mas aí veio o pior. Entre tantos gritos, cuspidas na minha buceta, lambidas no meu corpo, tapas, apertões de peito e beliscões de Meus peitos... começaram a me bater com os tacos de sinuca. Eu chorava de dor, minha buceta ardia e doía pra caralho, não conseguia mexer nada porque seis caras me seguravam e os outros dois abusavam de mim. Depois daquele momento horrível, me mandaram ficar de pé, mas eu não conseguia, minha buceta doía demais, me joguei no chão. Eles começaram a rir, eu me sentia totalmente humilhada, me arrependia de tudo. Aí me puxaram pelo cabelo e me fizeram ir de joelhos até perto de um sofá. Lá, me fizeram engolir os paus deles de novo, dessa vez enfiando dois de uma vez. Num momento, eu tinha dois paus na minha boca, dois nas minhas mãos, um batendo na minha cabeça, e os outros esfregando os paus deles nos meus pés. Depois me endireitaram e todos os paus me cercaram, começaram a bater na minha carinha de anjo já destruída, bateram nos meus olhos e na minha boca, e enfiavam nas minhas orelhas — horrível, mas excitante. Aí me levantaram e me penetraram entre dois caras. Aí sim eu comecei a gritar que nem uma condenada, não aguentava, lágrimas escorriam de dor, era como perder a virgindade de novo. Todos riam enquanto eu, de braços amarrados, babando pela mordaça e segurada por dois caras que se revezavam para me penetrar — afff, a cena deve ter sido muito pornô pra eles, mas pra mim era horrível, me sentia humilhada, tinham passado paus por lugares inimagináveis. Depois que todos se sentiram satisfeitos com a fodida que me deram, me colocaram de quatro e começaram as investidas. Por 20 minutos, não tive nem a boca vazia nem a buceta, era um entra e sai constante, entra e sai, entra e sai, nem percebia as trocas. Quando acabou, me joguei no chão cheia de porra, tinha tido uns 10 orgasmos, meu corpo tremia, minha boca não fechava mais, meu nariz só soltava bolhas de meleca e baba deles. Enquanto eu estava lá jogada, suja, lambuzada, com a buceta arrebentada, os fluidos não paravam de sair, era um escorrimento constante. Enquanto eu estava assim, eles riam, me chutavam, continuavam me humilhando, eu chorava e depois percebi que um deles estava gravando. Queria morrer, queria pular neles e jogar a câmera, mas não podia, iam me estuprar todos, além de que eu tava destruída. Depois que terminaram de rir de mim, toda humilhada, tiraram as camisinhas e me tiraram as mordaças, e aí enfiaram as camisinhas usadas na minha boca, todas que usaram, TODAAAAAAS. Quase vomitei, e depois mais uns boquetes, mais de boa, com os braços soltos, mas eu nem conseguia mexer. Daí me levaram pra um quarto e me amarraram nos pés da cama e no chão, tipo crucificada, sentada com as pernas abertas, seguraram minha cabeça e começou o show da chuva de lubrificante. Em dois minutos, meu corpo inteiro tava coberto de lubrificante oleoso: minha cara, meu cabelo, meus braços, minhas pernas, barriga, costas, tudo besuntado. Aí vieram as gozadas, a melhor parte. Todos os porras que atiraram na minha carinha, cheguei a engolir alguns, mas os outros não. Tiraram uma foto minha e era horrível, humilhante, pedia desculpa pra minha mãe por causa daquilo. Eu tava amarrada, espancada, minha buceta ardia e minha boca não fechava, também tava tremendo. Quando pense que tinha acabado, veio o maior e enfiou o pé na minha boca, era nojento, mas não podia fazer nada. O pé dele, cheio de porra dele e dos outros, passou pelas minhas axilas, e aí começou a me masturbar. Uffffffffff, eu gritava que nem louca, tavam me filmando, mas não ligava pra nada, só pedia mais. Ele falava: "ATÉ NÃO SAIR O JATO EU NÃO PARO, VADIA BARATA DE PORRA". Falou isso e saiu um jato de fluido impressionante, explodi, terminei chorando. Me soltaram e depois me levaram pro banheiro, aí fiz xixi e eles chegaram e enfiaram minha cabeça no meu mijo. Vomitei um pouco e eles riam de mim. Explodi num choro desesperado, de filme de terror, eles jogavam as camisinhas e água em mim. Eu tava com a cabeça cheirando a meu mijo, nem queria me olhar no espelho. Tomei um banho rápido e quando fui embora, não conseguia andar, peguei um táxi.
Espero que tenham gostado.
Meu relato é sobre a briga de sexo que eu tive com 8 caras. Tava tudo combinado, eu ia na casa deles, vestia a roupa que eles quisessem, a gente fazia o nosso rolê e eles me pagavam, tudo muito fácil, né? Eu fui com uma regata de couro preta, quase igual a essa
Sem sutiã e com uma tanguinha super fina. Eu tava de short branco e tênis preto. Eu tava totalmente entregue. Quando chego, me deparo com os 8 pelados, o único vestido era o do cara que me recebeu. Tinha uma mesa de sinuca, eles tavam jogando cartas, tinha camisinha, também tinha lubrificante e quando me deram minha roupa, me surpreendi: era um vestido super curto. Fui pro banheiro e os olhos e os paus deles me seguiam pra todo lado. Não tinha terminado de me trocar e eles já entraram no banheiro, me puxaram pelo cabelo e gritavam "Vai, filha da puta, vadia, rabuda. Chupa, vai". Era umas 5 pessoas no banheiro e todos gritavam a mesma coisa. Não me fizeram chupar os paus deles, eu praticamente devorava os paus. Eles cuspiam na minha cara e me esbofeteavam. Depois me colocaram na frente do espelho, eu podia ver como uns desconhecidos me humilhavam, me davam tapas na bunda, me puxavam o cabelo, me batiam, e eu olhando meu reflexo, minha cara suja, a cara de uma puta com cuspe dos outros nos olhos e na boca, roupas rasgadas, cabelo bagunçado pelos puxões e aquele gosto metálico de pau na boca. Depois disso, sentaram no vaso, aí seguraram minha cabeça pra cima e meus braços também, passavam as línguas e os paus deles pelas minhas axilas, isso me excitava ainda mais. Depois abriram minhas pernas, deixando ver que eu tava de tanguinha, arrancaram ela de uma puxada e colocaram na minha boca. Os que não entraram no banheiro foram me buscar, colocaram um saco na minha cara e de quatro, levando chute de todo lado, fui até a sala. Aí me levantaram e me colocaram em cima da mesa de sinuca, esse foi o pior momento, passei horrível. Colocaram uma mordaça na minha boca e depois despejaram uma garrafa de sidra no meu corpo, isso foi gostoso, meu corpo trabalhado tava todo pegajoso. Depois amarraram meus braços atrás das costas e outros dois abriram minhas pernas, eu sentia que já ia gozar, mas aí veio o pior. Entre tantos gritos, cuspidas na minha buceta, lambidas no meu corpo, tapas, apertões de peito e beliscões de Meus peitos... começaram a me bater com os tacos de sinuca. Eu chorava de dor, minha buceta ardia e doía pra caralho, não conseguia mexer nada porque seis caras me seguravam e os outros dois abusavam de mim. Depois daquele momento horrível, me mandaram ficar de pé, mas eu não conseguia, minha buceta doía demais, me joguei no chão. Eles começaram a rir, eu me sentia totalmente humilhada, me arrependia de tudo. Aí me puxaram pelo cabelo e me fizeram ir de joelhos até perto de um sofá. Lá, me fizeram engolir os paus deles de novo, dessa vez enfiando dois de uma vez. Num momento, eu tinha dois paus na minha boca, dois nas minhas mãos, um batendo na minha cabeça, e os outros esfregando os paus deles nos meus pés. Depois me endireitaram e todos os paus me cercaram, começaram a bater na minha carinha de anjo já destruída, bateram nos meus olhos e na minha boca, e enfiavam nas minhas orelhas — horrível, mas excitante. Aí me levantaram e me penetraram entre dois caras. Aí sim eu comecei a gritar que nem uma condenada, não aguentava, lágrimas escorriam de dor, era como perder a virgindade de novo. Todos riam enquanto eu, de braços amarrados, babando pela mordaça e segurada por dois caras que se revezavam para me penetrar — afff, a cena deve ter sido muito pornô pra eles, mas pra mim era horrível, me sentia humilhada, tinham passado paus por lugares inimagináveis. Depois que todos se sentiram satisfeitos com a fodida que me deram, me colocaram de quatro e começaram as investidas. Por 20 minutos, não tive nem a boca vazia nem a buceta, era um entra e sai constante, entra e sai, entra e sai, nem percebia as trocas. Quando acabou, me joguei no chão cheia de porra, tinha tido uns 10 orgasmos, meu corpo tremia, minha boca não fechava mais, meu nariz só soltava bolhas de meleca e baba deles. Enquanto eu estava lá jogada, suja, lambuzada, com a buceta arrebentada, os fluidos não paravam de sair, era um escorrimento constante. Enquanto eu estava assim, eles riam, me chutavam, continuavam me humilhando, eu chorava e depois percebi que um deles estava gravando. Queria morrer, queria pular neles e jogar a câmera, mas não podia, iam me estuprar todos, além de que eu tava destruída. Depois que terminaram de rir de mim, toda humilhada, tiraram as camisinhas e me tiraram as mordaças, e aí enfiaram as camisinhas usadas na minha boca, todas que usaram, TODAAAAAAS. Quase vomitei, e depois mais uns boquetes, mais de boa, com os braços soltos, mas eu nem conseguia mexer. Daí me levaram pra um quarto e me amarraram nos pés da cama e no chão, tipo crucificada, sentada com as pernas abertas, seguraram minha cabeça e começou o show da chuva de lubrificante. Em dois minutos, meu corpo inteiro tava coberto de lubrificante oleoso: minha cara, meu cabelo, meus braços, minhas pernas, barriga, costas, tudo besuntado. Aí vieram as gozadas, a melhor parte. Todos os porras que atiraram na minha carinha, cheguei a engolir alguns, mas os outros não. Tiraram uma foto minha e era horrível, humilhante, pedia desculpa pra minha mãe por causa daquilo. Eu tava amarrada, espancada, minha buceta ardia e minha boca não fechava, também tava tremendo. Quando pense que tinha acabado, veio o maior e enfiou o pé na minha boca, era nojento, mas não podia fazer nada. O pé dele, cheio de porra dele e dos outros, passou pelas minhas axilas, e aí começou a me masturbar. Uffffffffff, eu gritava que nem louca, tavam me filmando, mas não ligava pra nada, só pedia mais. Ele falava: "ATÉ NÃO SAIR O JATO EU NÃO PARO, VADIA BARATA DE PORRA". Falou isso e saiu um jato de fluido impressionante, explodi, terminei chorando. Me soltaram e depois me levaram pro banheiro, aí fiz xixi e eles chegaram e enfiaram minha cabeça no meu mijo. Vomitei um pouco e eles riam de mim. Explodi num choro desesperado, de filme de terror, eles jogavam as camisinhas e água em mim. Eu tava com a cabeça cheirando a meu mijo, nem queria me olhar no espelho. Tomei um banho rápido e quando fui embora, não conseguia andar, peguei um táxi.
Espero que tenham gostado.
5 comentários - Eu vs 8 Caras (+18)
A mi me dà verguenza ajena, porque como varòn, ni se me ocurrirìa hacerle èso a una mujer....què se yo... no te ofendas...