5 - Trio
Nessa nova história, vou te contar um pouco da parada que vivi com o Raúl, que foi me guiando até eu perceber e aceitar que o que mais me excita é ser corno.
Conheci o Raúl num site, depois de conversar e alinhar tudo, chegou o dia de nos encontrarmos. Foi num sábado, umas 2 da manhã, quando a gente se reuniu. Enquanto a Ana vestia um catsuit de rede que fica uma delícia nela, eu e o Raúl fomos pro quarto e nos apresentamos. Eu, todo orgulhoso da gostosa que tenho como mulher e que tava prestes a dividir na cama com outro cara de novo.
Tudo começou tranquilo, beijos, tirar a roupa e depois veio o sexo oral. A Ana logo ficou de quatro e começou a chupar a pica dele. Eu só observava, vidrado. Depois peguei o celular e comecei a tirar umas fotos e gravar uns vídeos pra ter de lembrança e poder postar alguma foto que desse. Dava pra ver como ela mamava na pica dele, dando uns mordiscos na ponta. Tava toda empolgada chupando aquela pica que não era a minha. Aos poucos, o Raúl foi tirando o macaquinho dela, deixando ela pelada, e aí ele se dedicou a lamber a buceta dela um bom tempo e também lamber a rabeta. Eu aproveitei e enfiei minha pica na boca dela pra ela me chupar também, enquanto ele dava prazer com a língua.
A gente parou e subimos pelo corpo dela, tocando e beijando tudo. A Ana tava mais que entregue naquele momento. Era ela e dois caras ali só pra satisfazer ela: um era o marido, o outro um estranho.
Começou então uma sessão de sexo onde a Ana era o prato principal e a gente se servia do corpo dela. A gente comeu ela em todas as posições, sempre um na buceta e outro na boca e nos peitos dela. Num momento, peguei o creme e comecei a enfiar uns dedos na rabeta dela. Ela gemia com a pica do Raúl na boca enquanto eu dilatava aquele cuzinho gostoso. Depois de uns minutos assim, apontei minha pica pra rabeta dela e, devagar, fui enfiando. Tem que ser muito Cuidadoso, porque pra ela abrir e entrar de tudo, primeiro tem que dilatar bem, depois ela deixa fazer o que quiser, do jeito que tá falando. Seguindo pela bunda dela por um tempo, sempre devagar, ela me olhava com carinha de puta cúmplice, sendo satisfeita pelos dois machos dela, sempre me disse que o mais gostoso é ter uma pussy e outra na boca, nesse caso era na bunda, o que é mais safado. Depois de ficar assim, trocamos e enquanto fui lavar a pica, o Raúl desceu pra pussy da minha mulher e comeu ela, voltei e ofereci algo pra beber, mas ele disse que com os sucos da minha puta tava de boa, então me acomodei e a Ana tava chupando minha pica quando vejo o Raúl virar ela de lado e começar a comer ela de novo, e nisso nunca colocou camisinha, minha mulher não gosta e, mesmo sendo perigoso, eu também prefiro que não use. Minha puta começou a gemer bem gostoso, tavam comendo ela de ladinho e eu via a cara dela diferente, muito tesuda, muito de puta, então ela resolveu montar nele por um bom tempo enquanto eu tava deitado vendo ela cavalgar, e a expressão no rosto dela era de uma verdadeira mulher que com uma pica só não dá conta e me mostra isso em cada ménage, cada gangbang que a gente faz. Ficamos assim um tempão cavalgando até que, cansada, pede pra ele ficar de costas, ela fica de quatro e ele se ajeita e começa a meter, eu até aquele momento só tinha filmado ela e ela parecia ter esquecido que o marido tava ali, me olhava mas a cara dela mostrava que tava curtindo outra pica que não era a minha. Não aguentei mais e encostei minha rola na boca dela e ela começa a chupar, aí olho pra ela, vejo que ela fica tensa um pouco pra começar a gemer entrecortado e falando ahhh, ahhh, e me olha, pergunto: "O que foi, tá bem?" Ela me olha e responde: "Tão arrombando meu cu", e "cê gosta?", "sim, muito", responde. O Raúl tinha metido no cu dela e fazia ela gemer forte, a pica dele é maior que a minha, por isso ela tava Ela se sentiu diferente, não doía, na verdade ela tava bem onde queria, se mexeu bastante até encher a bunda dela de porra.
Ana caiu exausta e Raúl foi pro banheiro, depois se trocou e foi embora.Agora era hora de aproveitar minha putinha gostosa.Que a gente deitou e ela não deixou eu tocar na buceta dela, e me disse que o Raúl tinha machucado ela um pouco porque o pau dele era mais comprido que o meu e ele meteu bem fundo. Depois de comer ela um tempão bem gostoso, enchi a bucetinha dela de porra e a gente dormiu.
Fiquei um tempão sem fazer a buceta dela porque ele me disse pra não fazer até ele voltar, coisa que ia acontecer de novo.
Esse encontro deixou um gostinho sexual tão bom que só fez nossas loucuras ficarem cada vez mais prazerosas.
Raúl virou um guia e amigo nessa estrada quente que é o cuckold, aceitar isso libertou nós dois.
Aqui deixo umas fotos daquele dia.

Nessa nova história, vou te contar um pouco da parada que vivi com o Raúl, que foi me guiando até eu perceber e aceitar que o que mais me excita é ser corno.
Conheci o Raúl num site, depois de conversar e alinhar tudo, chegou o dia de nos encontrarmos. Foi num sábado, umas 2 da manhã, quando a gente se reuniu. Enquanto a Ana vestia um catsuit de rede que fica uma delícia nela, eu e o Raúl fomos pro quarto e nos apresentamos. Eu, todo orgulhoso da gostosa que tenho como mulher e que tava prestes a dividir na cama com outro cara de novo.
Tudo começou tranquilo, beijos, tirar a roupa e depois veio o sexo oral. A Ana logo ficou de quatro e começou a chupar a pica dele. Eu só observava, vidrado. Depois peguei o celular e comecei a tirar umas fotos e gravar uns vídeos pra ter de lembrança e poder postar alguma foto que desse. Dava pra ver como ela mamava na pica dele, dando uns mordiscos na ponta. Tava toda empolgada chupando aquela pica que não era a minha. Aos poucos, o Raúl foi tirando o macaquinho dela, deixando ela pelada, e aí ele se dedicou a lamber a buceta dela um bom tempo e também lamber a rabeta. Eu aproveitei e enfiei minha pica na boca dela pra ela me chupar também, enquanto ele dava prazer com a língua.
A gente parou e subimos pelo corpo dela, tocando e beijando tudo. A Ana tava mais que entregue naquele momento. Era ela e dois caras ali só pra satisfazer ela: um era o marido, o outro um estranho.
Começou então uma sessão de sexo onde a Ana era o prato principal e a gente se servia do corpo dela. A gente comeu ela em todas as posições, sempre um na buceta e outro na boca e nos peitos dela. Num momento, peguei o creme e comecei a enfiar uns dedos na rabeta dela. Ela gemia com a pica do Raúl na boca enquanto eu dilatava aquele cuzinho gostoso. Depois de uns minutos assim, apontei minha pica pra rabeta dela e, devagar, fui enfiando. Tem que ser muito Cuidadoso, porque pra ela abrir e entrar de tudo, primeiro tem que dilatar bem, depois ela deixa fazer o que quiser, do jeito que tá falando. Seguindo pela bunda dela por um tempo, sempre devagar, ela me olhava com carinha de puta cúmplice, sendo satisfeita pelos dois machos dela, sempre me disse que o mais gostoso é ter uma pussy e outra na boca, nesse caso era na bunda, o que é mais safado. Depois de ficar assim, trocamos e enquanto fui lavar a pica, o Raúl desceu pra pussy da minha mulher e comeu ela, voltei e ofereci algo pra beber, mas ele disse que com os sucos da minha puta tava de boa, então me acomodei e a Ana tava chupando minha pica quando vejo o Raúl virar ela de lado e começar a comer ela de novo, e nisso nunca colocou camisinha, minha mulher não gosta e, mesmo sendo perigoso, eu também prefiro que não use. Minha puta começou a gemer bem gostoso, tavam comendo ela de ladinho e eu via a cara dela diferente, muito tesuda, muito de puta, então ela resolveu montar nele por um bom tempo enquanto eu tava deitado vendo ela cavalgar, e a expressão no rosto dela era de uma verdadeira mulher que com uma pica só não dá conta e me mostra isso em cada ménage, cada gangbang que a gente faz. Ficamos assim um tempão cavalgando até que, cansada, pede pra ele ficar de costas, ela fica de quatro e ele se ajeita e começa a meter, eu até aquele momento só tinha filmado ela e ela parecia ter esquecido que o marido tava ali, me olhava mas a cara dela mostrava que tava curtindo outra pica que não era a minha. Não aguentei mais e encostei minha rola na boca dela e ela começa a chupar, aí olho pra ela, vejo que ela fica tensa um pouco pra começar a gemer entrecortado e falando ahhh, ahhh, e me olha, pergunto: "O que foi, tá bem?" Ela me olha e responde: "Tão arrombando meu cu", e "cê gosta?", "sim, muito", responde. O Raúl tinha metido no cu dela e fazia ela gemer forte, a pica dele é maior que a minha, por isso ela tava Ela se sentiu diferente, não doía, na verdade ela tava bem onde queria, se mexeu bastante até encher a bunda dela de porra.
Ana caiu exausta e Raúl foi pro banheiro, depois se trocou e foi embora.Agora era hora de aproveitar minha putinha gostosa.Que a gente deitou e ela não deixou eu tocar na buceta dela, e me disse que o Raúl tinha machucado ela um pouco porque o pau dele era mais comprido que o meu e ele meteu bem fundo. Depois de comer ela um tempão bem gostoso, enchi a bucetinha dela de porra e a gente dormiu.
Fiquei um tempão sem fazer a buceta dela porque ele me disse pra não fazer até ele voltar, coisa que ia acontecer de novo.
Esse encontro deixou um gostinho sexual tão bom que só fez nossas loucuras ficarem cada vez mais prazerosas.
Raúl virou um guia e amigo nessa estrada quente que é o cuckold, aceitar isso libertou nós dois.
Aqui deixo umas fotos daquele dia.


4 comentários - 5- El mejor trío hasta ahora.