Aconteceu algo parecido comigo em Senillosa, "Vaca Morta". A caminhonete quebrou a 45 km do poço, num 30 de dezembro. Como era o último turno, só tinha sobrado 1 guincho, a segurança e as secretárias. A gente voltava no dia 6 de janeiro pro poço. O cara que cobria o turno do guincho já tinha ido embora porque a gente tava num poço a só 40 km da base. O guarda não sabia dirigir e só tinham sobrado a Fany (secretária) e a Nadia (secretária). A base não podia ficar sozinha porque todas as caminhonetes estavam com as chaves na ignição. Então tiveram que mandar as duas secretárias me buscar. Como eu era o chefe de turno e o Martin o chefe de poço, a gente sempre era o último a ir embora, porque tinha que conferir se tudo tava "trancado", digamos assim... Vou direto ao ponto: a Fany e a Nadia vieram me buscar no poço e, no meio do papo, a gente tocou no assunto de Ano Novo. A Nadia, que era a mais novinha, uns 24 anos, perguntou o que a gente ia fazer no Ano Novo. Eu falei que passava um tempo com a família e depois ia pra uma balada conhecida em Neuquén. O Martin, uns 38 anos, era um cara muito gostoso, solteiro, sem filhos e cheio da grana, me disse (com uma parecença impressionante com o Potro Rodrigo): — Eu topo, Carli (meu nome é outro, mas podem me chamar de Carl). — A gente faz um esquenta na minha casa e depois sai. Mas alguém tem que dirigir, porque vão tomar a caminhonete da gente (lei de álcool zero em Neuquén). A Fany, de uns 32 ou 33 anos, entra na conversa e fala: — Se vocês quiserem me convidar, eu vou e dirijo, porque eu não posso beber... Na época, ela tava grávida de 3 meses, mas a gente ainda não sabia. Já que o Martin era um dos chefões da empresa e grávida não podia trabalhar... — Ah, fala sério, mas você vai ficar entediada! — falei eu, nem besta nem lerdo, dando uma indireta pra Nadia. — Nadia, o que você acha? — retrucou a Fany. — Pô, mas eu combinei de passar com meu namorado e a família dele. Desculpa, mas não dá — respondeu a Nadia, jogando todo o nosso plano e o que a gente tinha armado por água abaixo. Já tava imaginando a gente enfestado com as duas na casa do Tincho... Um silêncio invadiu a caminhonete por 1 minuto e aí eu soltei: "Fany, se quiser, posso chamar minha irmã, que tem a sua idade", me jogando na piscina como minha última opção e sabendo que, se rolasse algo nessa saída, minha irmã ia acabar com o Martin. Minha irmã é uma ruiva, peituda pra caralho, olhos castanhos e bem festeira, pra não dizer puta. Só que ela tem um sério problema com drogas (tem a personalidade da Moni Argento). "Ela é mó gente boa, Melu", fala o Martin, "embora meio doida, igual você, Fany" hahaha, todo mundo riu. F: "Beleza então, topo! Mas repito, eu não bebo álcool." M: "Qual é, ano passado na festa do petróleo você não largava o daiquiri bêbada!" Eu: "É verdade, você acabou vomitando na Traffic hahaha" F: "Mas a festa do petróleo é uma exceção!" falou a Fani. Eu: "E ano novo tem que ser outra!" falei sem pensar duas vezes, já imaginando a trepada que queria dar nela (ou que a gente ia dar). Chegamos na base e a Traffic já tava esperando pra levar a gente pra casa. No caminho, não se falou mais da saída porque tava o motorista, o guarda e outro cara que eu nem conhecia. Deixamos a Nadia primeiro, em Centenário. Depois a Fany, que morava em Neuquén, e seguimos pra Plottier, onde o Tincho morava. Eu era o último a descer, em Cipolletti. Quando o Martin desce, ele me fala: "Mano, você pediu o número da Fany?" Eu: "Não seja otário, você que tem que ter, se é o chefe, não tá me zoando, né?" M: "Não, mano, pensei que você tinha pedido, juro!" Nessa hora, um desânimo já tinha tomado conta de mim, tanta vontade de comer a Fany tinha ido pro espaço. Ia ter que esperar até o Dia de Reis pra ver ela de novo na base. Queria cortar a pica, literalmente. Bom, me levaram até Cipolletti, desci na casa dos meus pais porque ia dormir lá pra organizar tudo pro réveillon. Cheguei e nem bati na porta. Porta pelo costume de chegar e entrar. Trancado com chave!! Entro pela janela do que foi meu quarto e vou direto pro banheiro, quando nisso entro e minha irmã tava saindo do chuveiro. Fiquei paralisado! Os peitos mais perfeitos que já vi, juro! A partir desse momento, minha irmã entra em ação na história. Melu: o que cê tá fazendo, otário, não sabe bater? Eu: desculpa, Melu, é que tô há 3 horas sentado na kombi e como tava fechado na frente, entrei pelo meu quarto. Ela volta pro chuveiro e se esconde com a cortina do banheiro. M: vai, mija logo e me faz o favor de pegar a toalha que deixei em cima do aquecedor. Comecei a mijar e nisso vejo pelo espelho do armário que minha irmã mais velha tava me encarando enquanto eu mijava. Sem enrolação, falo: o que foi, Mel, nunca viu alguém mijar?... Ela se escondeu de novo no chuveiro e responde: e você nunca viu uma gostosa tomando banho? Olha que você não tirava o olho dos meus peitos, babão, hein, me faz o favor de pegar uma toalha, otário, vai? Eu: já vou te trazer, sua carnuda, não deixa nem mijar em paz… me sacudi o pau e vi que tava endurecendo. Subi a calça o mais rápido que pude e fui pro andar de cima buscar a maldita toalha pra Mel. No caminho, fiquei pensando nos peitos lindos da Mel que não conseguia tirar da cabeça, mesmo sabendo que era errado. Fui pensando o caminho todo em pedir desculpas pra minha irmã por ter entrado de supetão no banheiro e por ter ficado olhando os peitos dela. Quando nisso, percebo a ereção enorme que eu tava, ia explodir o moletom! E a Mel lá de baixo gritando: andaaa, otário, com a toalha!! Já vou, gritei de volta, quando chego no banheiro entro de costas pra ela não ver a ereção gigante que eu tava e passo a toalha. Mel: o que cê tá fazendo, otário, por que entrou assim? Eu: porque você tá pelada, Mel, e me desculpa por ter entrado assim e ficado olhando seus peitos. Mel: Ai, Deus, como se você nunca tivesse visto uns! Além do mais, não são lá essas coisas. Eu: Sem pensar, escapou um: "São sim. filho! Mel: Gostou das minhas tetas, irmão, de verdade? Eu: Sim, verdade, Mel, você tem umas tetas lindas. Mel: Obrigada, irmãozinho, pelo que vi, você também tem um pau muito bonito! Nesse ponto, meu pau já estava explodindo de tão duro, apertava muito a calça e parecia que ia gozar em cima. Eu: Sério, Mel? Quando me viro de propósito, todo ousado, e vejo a Mel colocando o sutiã, percebo que o olhar dela crava direto na minha virilha. Mel: E você, o que acha? Olha como você está, Carlitos! Eu: Não, Mel, desculpa, não queria que você visse isso (mas queria). Mel: Irmão, por que você não tira ele pra respirar um pouco? Tantos dias no campo, seu pobre pau deve estar se afogando. Fiquei duro ao ouvir isso da minha própria irmã, a que me levava pra escola, a que cuidava de mim quando meus pais não estavam, a mesma que me preparava pra prova de inglês. Minha única irmã me pedindo pra tirar meu pau!! Mel: Vai tirar ele pra tomar um ar? Imagino que minhas tetas causaram isso, né? Não pensei mais, abaixei a calça e tirei meu pau pra respirar. Mel: Uau! Que pedaço de pau você tem, irmão! E olha as bolas como pendem! Você já mediu ele alguma vez, Carli? Eu: Não, irmã, nunca, mas deve ter uns 18 cm mais ou menos! Mel: 18 cm? Nem fodendo, isso mede entre 24 e 25 cm. Eu: Nah, irmã, impossível medir isso, eu seria ator pornô! Mel: Vamos fazer uma coisa, vamos pra garagem pegar a caixa de ferramentas do papai e medir. Eu: Mas o que eu ganho com isso? Já sei! Se medir menos de 24, você me ajuda a baixar a dureza que ele tá. Mel: E se eu ganhar, você me compra 1000 de pó pra amanhã (sim, minha irmã é uma doida). Eu: Ok, vamos pegar a fita. Temos uma casa bem grande, mas é dividida em duas porque eu tenho meu apê e só ficaram meus pais e minha irmã na casa, então pra ir pra garagem tem que subir pro andar de cima e descer uma escada que fica no terraço. Quando subimos a escada, minha irmã fala: Mel: Sobe você que do terraço podem me ver… Eu: Não, trato é trato. Combinado, vamos nós dois. Olha, eu também tô de cueca e de pau duro! Fala, sobe, eu disse… MINHA NOSSA! MINHA IRMÃ AINDA COM A TOALHA VESTIDA. Fiquei babando vendo a buceta dela, mas era uma coisa de louco, depiladinha pelo pouco que dava pra ver e bem estilo “hambúrguer”. Cheguei num ponto que senti um jatinho de pré-gozo (bem grosso) escapar, mesmo ainda de pau duro esperando pra pelar a rola da minha irmã de novo. Finalmente chegamos na garagem e não achamos a caixa!! Virei a garagem toda procurando a porra da caixa! Era minha chance de pedir pra minha irmã me ajudar a bater uma e quem sabe mais! Não podia desperdiçar, então falei pra ela: Eu: “Espera 2 minutinhos que vou ver no sótão se acho algo pra medir!” Mel: “Tá, mas se liga que os pais tão pra chegar, saíram faz umas 2 horas, Carlinhos!” Eu: “Relaxa, nessa época os supermercados tão lotados, vão demorar mais 2 horas com certeza.” Saí correndo pro sótão, passei de cueca pela varanda e uns pedreiros gritaram: “Lá vai o perna de lã”, pensando que eu tava fugindo de algum corno. Virei o sótão todo, achei álbuns de foto, figurinhas do tempo da onça, mas nenhuma porra de régua/fita/esquadro NADA!. Devo ter demorado uns 5 minutos e nessa altura o pau já tinha murchado. Quando de repente acendeu a luz! A CAIXA DE COSTURA DA MINHA MÃE. Nunca corri tão rápido pra pegar a caixa de costura hahaha e achei o objeto tão precioso que procurava! A fita que as velhas usam pra costurar. Fui correndo pra garagem e lá estava Mel me esperando ainda. Mel: “Fala, otário, foi comprar uma fita? Tira logo pra gente tirar a dúvida… olha, eu já vi pica, mas tão grande assim não, irmão!” Eu: “Mas Mel, tem um problema, demorei tanto que já murchou.” Mel: “E acorda ele, porra, sei lá, se toca ou bate uma!” Eu: “E se a gente facilitar e você tirar a toalha? Prometo não te tocar, só olhar já me ajuda pra caralho.” Mel: “Tá, mas rápido, hein, que…” Ela tava se banhando pra sair. Tira a toalha e fica toda exposta na minha frente, o corpo inteiro. Automaticamente, eu olhei pra aquela buceta dela, porque na escada não tinha conseguido apreciar direito. Era uma hamburgona literalmente, depiladinha na navalha, uma delícia pra qualquer homem. Eu sentia o pau enchendo de sangue.
Mel: "Rápido, hein, Carlitos? Tá tão afim das tetas da sua irmã?"
Eu: "Agora que vi tua buceta, gosto mais dela, irmã. Tá perfeita! Até parece maquiada, Mel!"
Mel: "Que fofo, gordão. Beleza, vamos ao que interessa, porque pelo que vejo, já tá de pau duro em 30 segundos, seu tarado."
Eu: "Mede você, assim tira a dúvida se não é tão grande de perto, o que cê acha?"
Mel: "Claro, porque você vai me foder todo pra eu ajudar, seu porco!"
Mel pegou e me mandou sentar num futon. "Se tocar, perdeu", ela ameaçou. Nunca imaginei estar nessa situação: com minha irmã pelada, ela se abaixando e colocando a carinha de puta perto do meu pau pra medir. Eu rezava pra Deus, pra São La Muerte e pro Papa Francisco que ele medisse menos de 24 cm, e ela com certeza queria que fosse maior pra poder se entupir de pó no Ano Novo.
Mel: "Epa, o que foi isso aqui? Já tá babando o pau e nem cheguei perto. Pra mim, falta um pouco pra acordar. Posso dar uma estimulada a mais, irmão?"
Eu: "Pode." Nessa hora, eu nem conseguia falar, tava num nível de excitação que nunca senti. Fechei os olhos e relaxei, imaginei uma boa chupada de pau, mas não aconteceu nada. Sério? Ela só tava roçando a fita, a desgraçada, mas funcionava, sim!
Mel: "Agora sim, irmão. Se prepara pra saber o tamanho dessa pica!" Senti ela apoiar a fita na base do pau e subir devagar, roçando com o que parecia ser uma unha. Eu já não aguentava mais!
Mel: "Vamooo! Sabia, a puta mãe! 24,3, irmãozinho, perdeu! Se eu não entendo de paus, que já comi desde... Chizitos ponjas, até o preto que vende óculos lá em Neuquén! Eu não podia acreditar. Onde ela guardava uma pica daquelas? Será que a excitação de ver minha irmã assim fez minha rola crescer mais? Pode ser que sim, pode ser que não, eu tinha minha única irmã pelada na minha frente com minha pica ainda na mão, comemorando. Definitivamente não podia ficar por isso mesmo. Quando de repente minha irmã me diz: Mel: Amanhã me dá a grana, irmão, porque se me der hoje, vou gastar tudo. Eu pensava e pensava, isso não podia ficar assim, cheguei tão perto da puta da minha irmã me dar pelo menos 10 sacudidas de glande (porque do jeito que eu tava, 11 não aguentava) quando de repente ela fechou tudo. Essa novinha não tinha um puto pra virada de ano e aproveitou a situação do banheiro pra me tirar grana! Só queria dinheiro! Eu: Eu, Mel, dobro ou nada! Mel: Como assim dobro ou nada, punheteiro? O que é isso? Eu: Claro, você mediu minha pica, agora se eu adivinhar as medidas dos seus peitos, você me ajuda a baixar essa pica dura, e se eu não adivinhar, foda-se, mil pila a mais. O que cê acha? Mel: Hahaha, você vai ficar sem grana, punheteiro! Por que não paga uma puta boa com esses mil a mais que vai perder? Eu: Porque eu quero te comer, Mel!! Adorei sua buceta, irmã! Mel: Comer? Cê tá doido, Carlos? Posso fazer uma punheta, mas comer, nem pensar. Ainda bem que a drogada aqui sou eu, seu doente! Eu: Ok, aceita ou não? Mel: Claro que sim, grana grátis pro meu punheteirinho. Eu não fazia a menor ideia de como adivinhar as medidas dos peitos lindos dela, só sabia as medidas das modelos, que era 90-60-90, o mais comum, mas minha irmã puta tinha muito mais, algo tipo a Lulipop, mas natural. Mas qual era o número exato? Então me joguei pra perguntar: Eu: Qual margem de erro eu tenho? Você disse 2, entre 24 e 25... Mel: E você nunca vai acertar, então não vou te dar 2, vou te dar 10! E vai lavar essa cueca primeiro, olha, tá toda manchada com sua babinha, e depois a gente vai. a esquecer! Segui o conselho da Mel e fui colocar a cueca pra lavar na máquina que fica no banheiro, quando abro a tampa e vejo a roupa que a Mel tinha tirado antes de tomar banho, beleza! Peguei a calcinha fio dental dela e cheirei, era uma delícia! Tava manchadinha com um pouquinho de fluxo, acho que era, algo tipo líquido pré-seminal das mulheres e não aguentei mais! Comecei a bater uma com a calcinha branca da minha irmã enrolada no tronco do meu pau, cheirando ela e passando a língua nos fiapos de gozo… quando do nada olho e vejo um sutiã aparecendo na máquina (que já tava rodando), pronto, é a minha chance, falei! Desliguei a máquina, abri a tampa e peguei o sutiã, e vejo um número nos ganchinhos “4”, achei que era tamanho 4, então saí correndo pro que era meu quarto antigo pegar meu celular na mochila e pesquisar no Google “tabela de tamanhos de sutiã” e aparece a bendita tabela falando que tamanho 4 equivale a 105-120 de busto. Pronto, tinha que ser 113, era minha, minha irmã ia me masturbar e sei lá mais o quê! Desci de novo pra garagem e ela tava lá, já tinha se vestido mas não ia durar muito. Mel: E aí, punheteiro? Colocou sua porcaria pra lavar? Eu: Sim, Mel, e achei uma calcinha fio dental na máquina! Que cheiro gostoso de buceta tinha, sua idiota, e tinha uns fiapos tipo de fluxo, você tava se esquentando, sua porca? Mel: Que nojo que você é, punheteiro!! Não me diga que usou ela pra bater punheta? Então foi minha ajuda, já era, estamos feitos, irmão! Ah, e o fluxo era gozo porque hoje o Roberto veio assim que os pais saíram e me comeu um pouco, mas não serve pra muita coisa. Na teoria, você cheirou meu fluxo e a porra do Roberto hahahaha, punheteiro, isso te acontece! Eu: E você, irmã, sua burra, não se cuida? Quer que a mãe te ponha pra fora, sua idiota? Não quis contar que tinha passado a língua na mistura dos sucos dela e do Roberto… Mel: hahahaha você é doente? Com todas as picas que já comi, por que você acha que nunca engravidei? Tenho cisto nos ovários e, como se não bastasse, coloquei o DIU ano passado, pa Jeritinho, então podem encher minha buceta de porra 20 caras que não vou ter um filho da puta! Só de pensar nas sacanagens que minha irmã tinha me falado, já endureceu de novo em segundos e eu consegui falar:
Eu: e aí, no final vamos redobrar a aposta, Mel? Olha pra mim, ainda não baixou... Continua...
Mel: "Rápido, hein, Carlitos? Tá tão afim das tetas da sua irmã?"
Eu: "Agora que vi tua buceta, gosto mais dela, irmã. Tá perfeita! Até parece maquiada, Mel!"
Mel: "Que fofo, gordão. Beleza, vamos ao que interessa, porque pelo que vejo, já tá de pau duro em 30 segundos, seu tarado."
Eu: "Mede você, assim tira a dúvida se não é tão grande de perto, o que cê acha?"
Mel: "Claro, porque você vai me foder todo pra eu ajudar, seu porco!"
Mel pegou e me mandou sentar num futon. "Se tocar, perdeu", ela ameaçou. Nunca imaginei estar nessa situação: com minha irmã pelada, ela se abaixando e colocando a carinha de puta perto do meu pau pra medir. Eu rezava pra Deus, pra São La Muerte e pro Papa Francisco que ele medisse menos de 24 cm, e ela com certeza queria que fosse maior pra poder se entupir de pó no Ano Novo.
Mel: "Epa, o que foi isso aqui? Já tá babando o pau e nem cheguei perto. Pra mim, falta um pouco pra acordar. Posso dar uma estimulada a mais, irmão?"
Eu: "Pode." Nessa hora, eu nem conseguia falar, tava num nível de excitação que nunca senti. Fechei os olhos e relaxei, imaginei uma boa chupada de pau, mas não aconteceu nada. Sério? Ela só tava roçando a fita, a desgraçada, mas funcionava, sim!
Mel: "Agora sim, irmão. Se prepara pra saber o tamanho dessa pica!" Senti ela apoiar a fita na base do pau e subir devagar, roçando com o que parecia ser uma unha. Eu já não aguentava mais!
Mel: "Vamooo! Sabia, a puta mãe! 24,3, irmãozinho, perdeu! Se eu não entendo de paus, que já comi desde... Chizitos ponjas, até o preto que vende óculos lá em Neuquén! Eu não podia acreditar. Onde ela guardava uma pica daquelas? Será que a excitação de ver minha irmã assim fez minha rola crescer mais? Pode ser que sim, pode ser que não, eu tinha minha única irmã pelada na minha frente com minha pica ainda na mão, comemorando. Definitivamente não podia ficar por isso mesmo. Quando de repente minha irmã me diz: Mel: Amanhã me dá a grana, irmão, porque se me der hoje, vou gastar tudo. Eu pensava e pensava, isso não podia ficar assim, cheguei tão perto da puta da minha irmã me dar pelo menos 10 sacudidas de glande (porque do jeito que eu tava, 11 não aguentava) quando de repente ela fechou tudo. Essa novinha não tinha um puto pra virada de ano e aproveitou a situação do banheiro pra me tirar grana! Só queria dinheiro! Eu: Eu, Mel, dobro ou nada! Mel: Como assim dobro ou nada, punheteiro? O que é isso? Eu: Claro, você mediu minha pica, agora se eu adivinhar as medidas dos seus peitos, você me ajuda a baixar essa pica dura, e se eu não adivinhar, foda-se, mil pila a mais. O que cê acha? Mel: Hahaha, você vai ficar sem grana, punheteiro! Por que não paga uma puta boa com esses mil a mais que vai perder? Eu: Porque eu quero te comer, Mel!! Adorei sua buceta, irmã! Mel: Comer? Cê tá doido, Carlos? Posso fazer uma punheta, mas comer, nem pensar. Ainda bem que a drogada aqui sou eu, seu doente! Eu: Ok, aceita ou não? Mel: Claro que sim, grana grátis pro meu punheteirinho. Eu não fazia a menor ideia de como adivinhar as medidas dos peitos lindos dela, só sabia as medidas das modelos, que era 90-60-90, o mais comum, mas minha irmã puta tinha muito mais, algo tipo a Lulipop, mas natural. Mas qual era o número exato? Então me joguei pra perguntar: Eu: Qual margem de erro eu tenho? Você disse 2, entre 24 e 25... Mel: E você nunca vai acertar, então não vou te dar 2, vou te dar 10! E vai lavar essa cueca primeiro, olha, tá toda manchada com sua babinha, e depois a gente vai. a esquecer! Segui o conselho da Mel e fui colocar a cueca pra lavar na máquina que fica no banheiro, quando abro a tampa e vejo a roupa que a Mel tinha tirado antes de tomar banho, beleza! Peguei a calcinha fio dental dela e cheirei, era uma delícia! Tava manchadinha com um pouquinho de fluxo, acho que era, algo tipo líquido pré-seminal das mulheres e não aguentei mais! Comecei a bater uma com a calcinha branca da minha irmã enrolada no tronco do meu pau, cheirando ela e passando a língua nos fiapos de gozo… quando do nada olho e vejo um sutiã aparecendo na máquina (que já tava rodando), pronto, é a minha chance, falei! Desliguei a máquina, abri a tampa e peguei o sutiã, e vejo um número nos ganchinhos “4”, achei que era tamanho 4, então saí correndo pro que era meu quarto antigo pegar meu celular na mochila e pesquisar no Google “tabela de tamanhos de sutiã” e aparece a bendita tabela falando que tamanho 4 equivale a 105-120 de busto. Pronto, tinha que ser 113, era minha, minha irmã ia me masturbar e sei lá mais o quê! Desci de novo pra garagem e ela tava lá, já tinha se vestido mas não ia durar muito. Mel: E aí, punheteiro? Colocou sua porcaria pra lavar? Eu: Sim, Mel, e achei uma calcinha fio dental na máquina! Que cheiro gostoso de buceta tinha, sua idiota, e tinha uns fiapos tipo de fluxo, você tava se esquentando, sua porca? Mel: Que nojo que você é, punheteiro!! Não me diga que usou ela pra bater punheta? Então foi minha ajuda, já era, estamos feitos, irmão! Ah, e o fluxo era gozo porque hoje o Roberto veio assim que os pais saíram e me comeu um pouco, mas não serve pra muita coisa. Na teoria, você cheirou meu fluxo e a porra do Roberto hahahaha, punheteiro, isso te acontece! Eu: E você, irmã, sua burra, não se cuida? Quer que a mãe te ponha pra fora, sua idiota? Não quis contar que tinha passado a língua na mistura dos sucos dela e do Roberto… Mel: hahahaha você é doente? Com todas as picas que já comi, por que você acha que nunca engravidei? Tenho cisto nos ovários e, como se não bastasse, coloquei o DIU ano passado, pa Jeritinho, então podem encher minha buceta de porra 20 caras que não vou ter um filho da puta! Só de pensar nas sacanagens que minha irmã tinha me falado, já endureceu de novo em segundos e eu consegui falar:
Eu: e aí, no final vamos redobrar a aposta, Mel? Olha pra mim, ainda não baixou... Continua...
7 comentários - Minha irmã é uma puta gostosa
Ojala hubieras ganado vos, jeje.
Bien trola tu hermana.
Abrazo.
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