La amiga de mi abuela 23

E vamos continuar com a história. Naquela terça-feira, desde que saí da casa da Tita, não conseguia parar de pensar no que aconteceria naquela quinta-feira em casa. Cheguei e fui tomar um banho para relaxar. Na banheira quentinha, não parava de imaginar como seria desvirgar o cu, nem mais nem menos que o da minha mãe. Isso me deixou de pau duro, e comecei a me tocar. Imediatamente pensei: não, nada de me masturbar, nem hoje nem amanhã, e nem mesmo pensar em foder a vovó Clara. Então me sequei, me vesti e fiquei arrumando meu quarto. Assim chegou a noite, jantamos e fui dormir.

No dia seguinte, fiquei vagando por aí, quase até a hora do jantar. Já estávamos comendo quando minha avó disse ao meu pai: "Genro, amanhã quando você se levantar me chama, porque a Tita pediu para eu acompanhá-la num check-up". "Tá bom", respondeu meu velho. "Eu saio às sete como sempre, levo a menina na escola e sigo pro trabalho". "Ótimo", disse a vovó. "A Tita vai me buscar por volta das sete e quinze, e acho que voltamos depois do almoço, então não prepara nada pra mim", disse ela pra minha mãe, que estava em silêncio total. Naquele momento, meu olhar se cruzou com o dela por um segundo, mas nesse cruzamento de olhares dissemos tudo um ao outro.

Todos fomos dormir cedo. Era uma noite fria e chuvosa. Um tempinho depois, minha avó entrou no meu quarto. Eu não queria tocá-la, ainda bem que ela falou logo: "Filho, eu tinha prometido fazer algo hoje. O que acha de deixarmos pra amanhã à noite? Já que tenho que acordar cedo, gostaria de dormir logo". "Sim, vovó, sem problema. E melhor ainda: por que não deixamos para sexta à noite? É minha última sexta sem aula, e te prometo uma noite só de putaria, desde agora até de madrugada, e dormir juntos e agarradinhos, e quando acordarmos, a gente se fode de novo, de novo e de novo. Topa?" Ela respondeu: "Já que desde terça você não fode, vou te deixar cheio de porra pra mim". Me deu um beijo e foi embora. Obviamente eu não preguei o olho, ouvi meu pai chamando minha avó, escutei quando meu pai e minha irmã saíram, e um tempo depois a campainha, a saída da minha avó. Deixei passar alguns minutos, saí do meu quarto, ainda estava chovendo e fazia frio. Fui até a porta da rua, coloquei a tranca por segurança para ninguém poder entrar e rapidamente entrei no quarto da minha mãe. Estava iluminado pelos dois abajures, minha mãe no meio da cama, coberta com lençol e cobertor, de bruços, sua bunda sobressaindo como uma montanha sob as cobertas. Me aproximei, perguntei: "Você está dormindo?".

"Estou te esperando, filho. Vem, senta aqui", disse ela, tirando uma mão de baixo do cobertor e batendo no colchão à sua esquerda. Fiz assim, ela me olhou e disse: "Por favor, promete que não vai me machucar, que vai me tratar com doçura. O que eu te disse é verdade, sou virgem por causa do bum, e você tem uma grande, mas quero sentir dentro da minha bunda um homem, e nada melhor para me entregar depois de tanto tempo do que fazer isso com o homem que mais amo".

Nesse ponto, eu já tinha desabotoado os botões da calça do meu pijama, porque meu pau estava tão duro que doía. "Na mesa de cabeceira tem um pote de creme", continuou mamãe, "usa todo o que precisar, amor, por favor, cuida de mim".

Tirei completamente o pijama, afastei a roupa de cama e lá apareceu o corpo da mamãe, coberto apenas pela calcinha que as mulheres daquela época usavam, que cobria toda a bunda desde a cintura, de cor rosa. Beijei essas nádegas por cima do tecido apertado, com ambas as mãos desci a calcinha e apareceu a bunda em todo seu esplendor. Mamãe tremia. Com minha língua, comecei a subir e descer pelo meio, abrindo suavemente com minhas mãos as coxas fechadas de uma mulher desejosa. Dei pequenos beijos naqueles interiores nunca visitados até então. Peguei o pote de creme, embebi meus dedos nele, passei com eles pela superfície do buraquinho fechado que desejava poder fazer meu, peguei... um travesseiro, dobrei ao meio para deixar mais alto, coloquei embaixo da barriga dela, mamãe aceitava tudo, quando achei que estava do jeito certo, passei creme nos meus dedos de novo, passei de novo no buraquinho, e agora sim, devagar, com cuidado meus dedos começaram a entrar um por um no canal anal, entre gemidos de dor e de prazer, quando o ânus começou a dilatar pela ação manual, fui tirando meus dedos de dentro, passei creme no meu pau, encostei a cabecinha do meu pau no buraco anal, parei, e disse: mami, você aguenta se a cabeça entrar? ¡não! só a cabecinha até eu me acostumar, sua cabeça é muito grossa pra entrar de uma vez, tudo bem respondi e só encostei minha cabecinha com força e esperei o tempo dela... Agora peço que esperem alguns dias e conto como foi a arrombada do cu da minha mãe. Um abraço pra todos.

3 comentários - La amiga de mi abuela 23

Que culiado me dejaste re caliente y con más expectativas que Sampaoli con Croacia van puntos y esperando