Mujer de nadie mujer de todos, vol1

E aí, galera, de volta com vocês! Como não tenho muitas histórias minhas pra compartilhar, resolvi criar essa série – vamos chamar assim – de relatos que consegui através de uma maldição, pelo menos é como eu vejo. Minha maldição é a seguinte: por muitos anos, especialmente na adolescência, conquistei várias amigas porque era muito sério e não tinha muito o que falar, e elas adoravam alguém que as escutasse, só isso mesmo. Às vezes pediam conselhos, mas colocá-los em prática já era outra história. Enfim. Tenho um monte de memórias e histórias comuns sobre namoros, términos, problemas familiares e essas coisas que elas me contavam. Através dessa série, vou compartilhar essas histórias com vocês. *Mulher de Ninguém, Mulher de Todos* – esse vai ser o nome, já que essas minas, mesmo dizendo estar loucamente apaixonadas por cada cara, em poucos meses já estavam em outra cama, ou falavam que não queriam namorado – só mais uma desculpa pra putear à vontade.

A dinâmica é a seguinte: como nos meus posts anteriores, não vou dizer o nome real da garota. Na verdade, talvez use só uma ou duas letras pra mencioná-la. Vou escrever como se fosse ela contando a história, pra deixar o texto mais ágil. Não lembro de cada detalhe, então talvez improvise um pouquinho, mas os pontos importantes estão bem claros na minha memória. Dito isso, vamos começar com essa primeira parte.

**Mulher de Ninguém, Mulher de Todos, vol.1 – K.**informações compleição: magra/atletica olhos: castanho claro cabelo: castanho pele: branca peitos: C bunda: firme


Minha primeira vezFoi quando eu estava no ensino médio, até então nunca tinha tido namorado, meu interesse por garotos era normal, mas meu corpo se desenvolveu muito desde cedo, eu notava desde os 13 anos como os garotos olhavam pros meus peitos, isso me deixava desconfortável, o único que fingiu que gostava de mim foi só pra me levar pra cama, claro que não deu certo. Quando estava no ensino médio conheci um garoto da minha idade, éramos amigos, amigos de verdade e isso me fazia sentir bem, sem perceber fomos nos aproximando aos poucos, a gente conversava todo dia, saía, convivia depois das aulas, um dia ele pegou na minha mão e a gente não soltou por muito tempo, viramos namorados. Desde antes eu já sentia curiosidade sexual e aprendi a me masturbar, primeiro só esfregava um pouco meus lábios por cima da calcinha, depois descobri métodos melhores, desde estimular o clitóris até introduzir os dedos, entre outras coisas, como canetas ou cenouras, depois de um ano namorando, meu apetite sexual crescia mais e mais, meu coração batia rápido quando a gente se abraçava debaixo de um cobertor vendo um filme, minha virilha estava em chamas, meus mamilos endureciam e eu só pensava em como seria o sexo. Um dia na casa dele eu me decidi, estávamos sozinhos, o que não era raro, a gente estava se beijando no quarto dele, eu sentia que o pau dele estava duro e ele encostava na minha perna enquanto me abraçava, baixei minha mão até enfiar na calça dele, peguei no pau dele, ele parou de me beijar mas não disse nada, sentou na beirada da cama, eu abaixei a calça dele até os tornozelos, fiquei de joelhos e comecei a chupar, foi minha primeira vez, sei que fiz mal mas por ser a primeira vez dele também ele começou a gemer, fiquei alguns minutos me limitando a não colocar mais que a cabeça do pau dele com o prepúcio, o pau dele perdeu um pouco a ereção, talvez os nervos, tirei o pau da boca, segurei os testículos dele com a mão e esfreguei enquanto beijava ele, ele brincou com meus peitos, me despi, e a gente deitou na cama. nus, ficamos olhando para o teto um tempo sem saber o que fazer, depois chupei ele de novo, dessa vez ele puxou o prepúcio para trás, engoli a cabeça do pau dele com carinho, depois de um tempo ele tirou o pau da minha boca, me deitou de costas e tentou me penetrar, eu não estava mais tão segura, gostava do que estava acontecendo mas estava com medo, ele começou a brincar com os meus peitos e eu fui abrindo as pernas aos poucos, ele enfiou o pênis, era comprido mas sem exagero e também não muito grosso, a penetração não doeu como eu imaginei que fosse, fizemos sexo um tempo só nessa posição, finalmente ele tirou o pau e gozou na cama, um pouco de porra caiu nas minhas pernas, não fiquei totalmente satisfeita mas gostei, além disso, naquela noite me masturbei em casa lembrando de tudo.



Eu tenho poderes mágicosUm dia eu estava numa festa, já não tinha namorado na época, na verdade não sou muito de sair, mas dessa vez minhas amigas me convidaram e tal. Enfim, vários caras puxavam assunto comigo, mas eu, sendo antipática, não dei corda, simplesmente fui fria. De vez em quando tomava cerveja, mas não muito. Minhas amigas chegaram gritando "shot, shot!" com uma garrafa de tequila e, só por vergonha de todo mundo estar me olhando, tomei um pouco. Não fiquei muito bêbada, mas entrei no clima. Chegou uma hora que tinha grupinhos de pessoas e os casais iam pros cantos se pegar, isso estava me deixando com tesão... Um cara chegou pra conversar comigo, já com a tequila, eu continuei o papo. Ele era bonito, alto, forte, mas burro, e isso simplesmente me desagrada, mas ao mesmo tempo me deu uma pena. Ele me pediu pra acompanhá-lo até a cozinha pra pegar cerveja pra nós dois. Já na cozinha, estávamos sozinhos, começamos a nos beijar. Ele pegou minha bunda e me levantou no balcão da cozinha, meus peitos ficaram na altura do rosto dele, ele começou a apertar meus peitos. Eu, com meu joelho, acariciei o pau dele por cima da calça. Desci do balcão e virei de costas pra ele beijar meu pescoço. Ele deu esfregadas na minha bunda com o pau duro, uma mão estava no meu peito, a outra ele usava pra mexer meu quadril e me dava beijos no pescoço. Começou a esfregar o pau na minha bunda rápido, tipo um cachorro quando monta num bicho de pelúcia. De repente, ele soltou um gemido e deu uns últimos empurrões. Primeiro eu ri, depois comecei a sentir umidade nas costas. O cara tirou o pau da calça sem que eu percebesse e gozou, encheu minhas costas e a calça de porra. E ainda depois que me virei, vi um pouco de porra pingando do pau dele no chão. Ele me deu uns guardanapos pra me limpar, e eu fui embora sem me despedir das minhas amigas.


A porra tava vencida?Ainda anos depois de terminar com meu primeiro namorado, eu não tinha tido encontros sexuais além daquele com o cara que gozou na minha roupa na festa. Decidi que era hora de seguir em frente.

Os caras continuavam me chamando para sair, só que dessa vez eu aceitava, só para tentar. Nunca passava de 3 encontros, 4 no máximo, e isso só uma vez, exceto por um cara que achei interessante, além de ter um corpo atlético, e isso simplesmente me excitava. Depois de alguns encontros, estávamos no meu quarto. Meus pais estavam fora, tinham confiança em mim para saber que não levaria caras para casa, mas naquele dia estavam errados, pelo menos naquela vez.

Naquele dia não tinha nada interessante para fazer. Meus pais não sabiam que eu estava saindo com ele, já que ele era 10 anos mais velho que eu, e iam pirar. Tínhamos muito tempo sozinhos, então não me preocupei. Começamos com a conversa típica de "me conta como foi seu dia" até chegar em "qual o tamanho do seu pau?", "que copo você usa?", "como você gosta das garotas?", "como você gosta dos caras?". O emocionante começou quando eu disse: "De que tamanho é seu pau?" e ele respondeu: "Quer ver?". Ambos rimos. Eu disse que sim, e ele abaixou a calça sem hesitar. Era grande, não um monstro como no pornô, mas definitivamente era grande e sem circuncisão. Já estava meio ereto. Ele se sentou, mas deixou o pau para fora. Ele me perguntou: "Já engoliu porra?". Eu disse: "Nunca provei". Ele respondeu: "Quer provar?". Não respondi. Em vez disso, fiquei de quatro na direção dele e chupei. Diferente da minha primeira vez, e já com alguma experiência do meu ex durante o tempo que ficamos juntos, pude dar uma boa chupada. Primeiro a cabeça, depois puxei o prepúcio para trás, lambi a glande, engoli metade, brinquei com as bolas dele usando minha mão, fiz chupadas rápidas e lentas, tirei o pau da minha boca e masturbei super rápido enquanto lambia os testículos e chupava um de cada vez. Ele enfiou o pau na minha boca mais uma vez, mas ele empurrava, como se me... Ele pegou minha boca, no total devemos ter durado uns 6 minutos, ele deu um grito e um segundo depois descarregou a porra dentro da minha boca, senti a boca cheia então me afastei, mas ele não tinha terminado e lançou mais dois jatos, um direto na minha cara, bem acima da sobrancelha, o outro com menos força caiu nas minhas pernas, corri pro banheiro, me deu nojo o gosto da porra, e ver como escorria da sobrancelha e descia pelo meu rosto, não aguentei, engoli a porra e depois vomitei, lavei o rosto e pedi pra ele ir embora, dias depois ele me ligou pra repetir mas me desesperou essa atitude que ele tomou então paramos de sair.



A gente se vira sozinhaDesde o ensino médio, tenho uma amiga daquelas que é uma bagunça, adora uma festa, mas é uma amiga excelente e uma pessoa linda. Ela sempre brincava dizendo que éramos as namoradas dela, tipo quando os homens fingem ser gays. Às vezes, ela pegava nos meus peitos — não era tão estranho quanto pode parecer para alguns. Teve algumas vezes que nos beijamos, só de leve, nos lábios. Mas um dia foi... especial.

Ela estava na minha casa, estávamos vendo vídeos no YouTube, tiramos os sapatos e ficamos pulando na cama cantando, rindo, sendo nós mesmas. Ela pegou nos meus peitos: "K, cada vez eles estão maiores!" Era normal ela fazer isso, só ri. O novo foi que ela pegar nos meus peitos me deixou um pouco excitada, e meus mamilos ficaram duros, obviamente marcando na roupa. Ela apertou eles e eu gemi. "Ah, então você gosta, K?" Eu respondi: "Cala a boca! Hahaha". E ela fez de novo, mas dessa vez não pareceu brincadeira. Ela se sentou encostada na cabeceira da cama, e eu me deitei em cima dela. Lá estava eu, olhando para o teto enquanto ela brincava com meus peitos, mas agora de um jeito sério. Nos beijamos. Enquanto nos beijávamos, ela pegava nos meus peitos e eu na bunda dela. Eu estava completamente vermelha de vergonha, mas não queria parar. "K, você fica tão linda corada", ela disse, e continuou me beijando. Fomos nos despindo aos poucos. "Eu gosto de você", ela falou, enquanto tirava minha calcinha. Ela me fez sexo oral — só meu primeiro ex tinha feito, e eu achava que era bom até minha amiga fazer. Tive que colocar um travesseiro no rosto para gemer, porque meus pais estavam em casa naquele dia. Continuamos nos pegando, chupamos os peitos uma da outra, beijamos as bundas, colocamos dedos na boca da outra. Ela tirou da mochila uma camisinha, pegou uma das minhas escovas de cabelo e colocou a camisinha no cabo da escova. "Vira de costas para mim", ela pediu. Fiquei de quatro, e ela segurou a escova como se fosse um pau. Ela enfiou o cabo da escova na minha buceta, devagar para não me machucar. Foi... simplesmente delicioso -Mais fundo- eu disse em voz baixa entre gemidos, depois ela tirou o pente da minha buceta e tentou enfiar no meu cu, não deixei, com o mesmo pente e a mesma camisinha eu toquei nela e a penetrei, tinha medo de machucá-la, então não fui muito rápido, ela tirou o pente da minha mão e disse -usa os dedos- e foi o que fiz, aí tinha total confiança, escapou um gemido forte dela que provavelmente meus pais ouviram, depois ela tapou a boca com as mãos, enquanto a masturbava, deixei o pente ao lado dela, peguei e acariciei seu cu com ele, usando o cabo claro, depois enfiei um pouco o pente, e ela estremeceu recuando -vê que você também não se deixa?- eu disse, ela me beijou, brincamos mais um pouco com nossos corpos nus até chegar ao fim, eu gozei primeiro, ela demorou um pouco mais e teve que gozar sozinha, foi a única vez que transamos mas não mudou mais nada, continuamos as mesmas uma com a outra, só que às vezes, muito raramente, se estamos bebendo e no clima, não conseguimos evitar nos dar um beijo.
Bem, galera, é isso aí, espero que tenham curtido tanto quanto eu quando ouvi. Tinha outras histórias, mas nada de especial. A gente se vê no próximo episódio, claro, se vocês gostarem. Valeu!

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