OS FERROVIÁRIOS METEM O SARRO POR MINHA CULPA
Exatamente a duas quadras de casa, na cidade onde eu morava, tinha uma estação de trem velha. Passava tardes inteiras brincando nos vagões de carga de cereal que iam e vinham do porto. Nessa estação, num vagão velho reformado como moradia, moravam o Ruivo e o Turco. O Ruivo era maquinista, uns 30 anos, cabeludo e, segundo ele, com uma pica de 22 cm. O Turco era um morenão de uns 50 anos. Eram de Buenos Aires e trabalhavam e viviam na estação como funcionários da velha Ferrovias Argentinas.
Eu tinha virado amigo deles de tanto andar pelos vagões à toa. Eram gente boa, me levavam na locomotiva e me convidavam pra tomar mate ou comer no vagão onde moravam. Esse vagão tinha um quarto com duas camas de solteiro, um banheiro e uma sala grande com fogão a lenha e cozinha. O lugar era cheio de pôsteres e calendários de gostosas peladas e, claro, não podia faltar uma coleção enorme de revistas pornô de todos os tipos. Sempre que a gente se juntava, acabava vendo alguma revista e zoando as gostosas, e eles me zoavam por causa da minha mãe, já que a conheciam da banca de jornal — eram clientes...
Mais de uma vez eu tinha pegado eles olhando descaradamente pra bunda da Mami enquanto ela se abaixava pra pegar alguma coisa. Eles me olhavam, passavam a mão na pica e piscavam o olho... Bom, voltando ao vagão e às revistas... Eles me enchia o saco dizendo que minha velha era muito gostosa, se eu já tinha visto ela pelada, se eu olhava ela trepando com meu pai, que ela tinha uma cara de puta do caralho, e até falavam que mais de uma vez ela tinha dado uma olhada no volume deles... Eu fazia que achava graça, mas na real me dava um tesão que até dava cócegas na barriga...
Um dia eles me propuseram me dar revistas pornô em troca de eu levar de presente, tipo um souvenir, uma calcinha fio dental da minha mãe. Claro que eu topei na hora... E assim que pude, levei uma calcinha fio dental animal print, bem pequenininha, que tinha sido motivo dos meus... Punhetas e gozadas mais de uma vez... Levei elas e os caras ficaram felizes kkkk... Diziam: "como ela é gostosa... a puta que sua mãe deve ficar usando isso"... Cheiravam, mesmo eu tendo tirado limpa da gaveta... Mas cheiravam, passavam a língua... O turco tirou a rola grossa, larga, peluda... e passava ela na rola... Eu morria de rir... Mas tava com o pau durasso pra caralho, aí falei que ia pra casa, deixei de presente e fui com as revistas pra casa me acabar na punheta. Passaram uns dias e um dia que matei aula, fui na casa dos caras... Era meio-dia... Tavam almoçando e, em três pregos na parede, a calcinha fio-dental da minha mãe como troféu... Passei a tarde, tinha pouco trampo porque ficamos no vagão-casa quase o dia todo... Até que aconteceu o que não devia... Chamaram minha velha da escola pra perguntar por que eu não fui, e ela, que não era burra e sabia que eu tinha matado aula e onde me encontrar, pendurou o cartaz no quiosque "volto já" e foi direto pra estação... No melhor da nossa conversa, ouvimos bater palmas... O ruivo espiou pela janela do vagão e falou: "É sua mãe, porra... Entra no banheiro agora!" Entrei no banheiro num raio, e o ruivo atendeu ela: "Ô dona, que surpresa por aqui..." "Que dona... Me faz sentir uma velha..." "Me chama de Hanny", como os pais alemães sempre chamavam. "Oi Hanny, no que podemos ajudar?" "Vocês não viram meu filho, o mais velho? Não anda por aqui?" "Não, mas entra um pouco, ele sempre aparece por aqui..." "Quando eu pegar ele, vou dar uma surra, o idiota matou aula..." "Ah, não é pra tanto", falou o ruivo. "Entra, toma um mate e esperamos, ele aparece." Eu ouvia tudo do banheiro, trancado, tremendo igual vara verde... Minha velha falava: "Que lugar legal esse... As mulheres que devem trazer aqui... Aqui não ??? Não se iluda, disse o Turco... Às vezes quando rola... Minha mãe: "Ah, mas vocês são bem safadinhos, olha as fotos nas paredes..." Nisso ela vira a cabeça e vê a tanga dela, que reconheceu na hora na parede... Pulou igual água fervendo e aos gritos dizia: "Filho da puta, punheteiro, filho da puta, quando eu pegar você, te mato... O que essa minha tanga tá fazendo aqui... E vocês, bando de punheteiros tarados... Enchendo a cabeça dele, pervertendo um garotinho, não têm vergonha..."
"Me desculpa te falar isso", disse o ruivo, "mas seu filho já veio pervertido de fora..."
"Também, com uma mulherão dessas como mãe, até eu me masturbaria se fosse seu filho", disse o Turco.
Minha mãe: "Vocês são dois sem-vergonhas mesmo... Devem viver se punhetando entre vocês... Não têm lenha pra queimar com uma puta como eu..."
Eu, do banheiro, sabia que ela estava se entregando, a puta... Eu a conhecia... E, acima de tudo, conhecia o tom de voz que ela usava quando estava com tesão...
"Vem cá, mamãe", disse o ruivo... Ele abriu a braguilha da calça de sarja e puxou uma pica branca enorme... "Viu, puta, que eu tenho lenha pra queimar..."
E ali mesmo a festa começou... Minha mãe se ajoelhou e começou a chupar aquela pica como se a vida dela dependesse disso, o Turco puxou a legging dela com a tanga junto, deixaram ela pelada em dois minutos, só com umas botinhas Topper, daquelas que usavam na época... E começaram a meter a mão nela...
Eu ouvia do banheiro os engasgos da minha mãe cada vez que o ruivo enfiava a pica até o fundo... Abri a porta um pouquinho e lá estava a gostosa... De cócoras, com a pica do ruivo na boca... E o Turco tinha se deitado por baixo e chupava a buceta dela como um desesperado, "Viu, Turco... Te falei mil vezes... Essa é uma puta mesmo... E a gente tinha razão... Que fodida que a gente vai te dar, mamãe..."
Mamãe tirava a pica da boca, cuspia e batia com a cara naquele pauzão... "Me fodam, seus filhos da puta... Quero pica... Colocaram ela em cima da mesa... Abriram as pernas dela e o ruivo meteu a pica na buceta dela de uma vez... Ela gritava, uivava, esperneava... Turco, enche a boca dela de pica que a vizinhança inteira vai ficar sabendo que a gente tá comendo a Kiosqueira... O turco colocou a pica na boca dela e ela chupou igual bezerrinho na teta... Eu já tava com a pica pra fora, me masturbando... Mudaram a posição dela e o turco comeu ela de quatro... Assim... Me rasga essa buceta, puto... Ela dizia pra minha mãe... O ruivo batia com a pica na cara dela... Ela tava descontrolada... Nunca vi ela assim... As tetas, ruivo... As tetas... Belisca minhas tetasssss, filha da putaaaaaaaa... Devagarrrr, ha ha ha ha ha... Assim... O ruivo tirou a pica da boca dela... E disse... Agora você vai comer essa pica pelo cu... Mamãe fez cara de susto... O ruivo, que era meio bruto, enfiou a pica no cu dela, deixou a cabeça entrar... Minha mãe soltou um haaagrrrrr, Deeeeeus, de...va...gar...ciiiinhooo e ele enfiou de uma vez até o talo... Huuuuuuu, filha da putaaaaaa... Mamãe gritou... O turco dedava a buceta dela com três dedos... Que puta que você é, mamãe... Olha como você come essa pica... Dizia o ruivo... Tirava a pica inteira e enfiava de novo de uma vez... Minha mãe tava uma bagunça de saliva, porra, baba dos machos da vez... Ela mesma batia na própria buceta, dava tapas, dava pra ouvir o barulho inconfundível da buceta encharcada... Meu Deus, pra quem eu nasci tão puta, ela dizia gemendo. Quero dupla, mamãe disse quase implorando... Se posicionaram, o turco embaixo e o ruivo em cima... E começaram a comer ela igual uns brutos... Assiiim hahahahaha... Tô morrendo, pelo amor de Deus... Não aguento mais... Continuem, putos, continuem... Cuzões, quero picassssssa... Minha mãe delirando com a surra de pica que tavam dando nela... No melhor da festa, o turco deu um jeito e tirou a pica usa a palavra: buceta e ela, como sempre, começou a mijar em cima, jatos de pressão saíam daquela buceta... Huuuu, que filha da putaaaaa, diziam os caras... Dois, três, quatro jatos de squirt... Foram suficientes pra eles começarem a encher ela de porra... O ruivo escorreu o cu de porca dela... E o turco conseguiu se levantar e banhou a cara dela de porra grossa... ela esticava a língua pra pegar um pouco do que escorria pelo rosto... Mamãe ficou feita um trapo... Feita merda, mas bem comida... Quando se recuperou um pouco e se limpou... Deu de presente a calcinha fio dental que tava usando, uma rosadinha linda... E disse: "Peguem aí, vagabundos, pra guardar de lembrança... E se virem meu marido, falem que eu fui pra casa... E disso, nem uma palavra pra ninguém, hein..." Eu, no banheiro, tinha visto a melhor transa da minha vida e gozei como um filho da... Sim, um filho bem vadia.
Exatamente a duas quadras de casa, na cidade onde eu morava, tinha uma estação de trem velha. Passava tardes inteiras brincando nos vagões de carga de cereal que iam e vinham do porto. Nessa estação, num vagão velho reformado como moradia, moravam o Ruivo e o Turco. O Ruivo era maquinista, uns 30 anos, cabeludo e, segundo ele, com uma pica de 22 cm. O Turco era um morenão de uns 50 anos. Eram de Buenos Aires e trabalhavam e viviam na estação como funcionários da velha Ferrovias Argentinas.
Eu tinha virado amigo deles de tanto andar pelos vagões à toa. Eram gente boa, me levavam na locomotiva e me convidavam pra tomar mate ou comer no vagão onde moravam. Esse vagão tinha um quarto com duas camas de solteiro, um banheiro e uma sala grande com fogão a lenha e cozinha. O lugar era cheio de pôsteres e calendários de gostosas peladas e, claro, não podia faltar uma coleção enorme de revistas pornô de todos os tipos. Sempre que a gente se juntava, acabava vendo alguma revista e zoando as gostosas, e eles me zoavam por causa da minha mãe, já que a conheciam da banca de jornal — eram clientes...
Mais de uma vez eu tinha pegado eles olhando descaradamente pra bunda da Mami enquanto ela se abaixava pra pegar alguma coisa. Eles me olhavam, passavam a mão na pica e piscavam o olho... Bom, voltando ao vagão e às revistas... Eles me enchia o saco dizendo que minha velha era muito gostosa, se eu já tinha visto ela pelada, se eu olhava ela trepando com meu pai, que ela tinha uma cara de puta do caralho, e até falavam que mais de uma vez ela tinha dado uma olhada no volume deles... Eu fazia que achava graça, mas na real me dava um tesão que até dava cócegas na barriga...
Um dia eles me propuseram me dar revistas pornô em troca de eu levar de presente, tipo um souvenir, uma calcinha fio dental da minha mãe. Claro que eu topei na hora... E assim que pude, levei uma calcinha fio dental animal print, bem pequenininha, que tinha sido motivo dos meus... Punhetas e gozadas mais de uma vez... Levei elas e os caras ficaram felizes kkkk... Diziam: "como ela é gostosa... a puta que sua mãe deve ficar usando isso"... Cheiravam, mesmo eu tendo tirado limpa da gaveta... Mas cheiravam, passavam a língua... O turco tirou a rola grossa, larga, peluda... e passava ela na rola... Eu morria de rir... Mas tava com o pau durasso pra caralho, aí falei que ia pra casa, deixei de presente e fui com as revistas pra casa me acabar na punheta. Passaram uns dias e um dia que matei aula, fui na casa dos caras... Era meio-dia... Tavam almoçando e, em três pregos na parede, a calcinha fio-dental da minha mãe como troféu... Passei a tarde, tinha pouco trampo porque ficamos no vagão-casa quase o dia todo... Até que aconteceu o que não devia... Chamaram minha velha da escola pra perguntar por que eu não fui, e ela, que não era burra e sabia que eu tinha matado aula e onde me encontrar, pendurou o cartaz no quiosque "volto já" e foi direto pra estação... No melhor da nossa conversa, ouvimos bater palmas... O ruivo espiou pela janela do vagão e falou: "É sua mãe, porra... Entra no banheiro agora!" Entrei no banheiro num raio, e o ruivo atendeu ela: "Ô dona, que surpresa por aqui..." "Que dona... Me faz sentir uma velha..." "Me chama de Hanny", como os pais alemães sempre chamavam. "Oi Hanny, no que podemos ajudar?" "Vocês não viram meu filho, o mais velho? Não anda por aqui?" "Não, mas entra um pouco, ele sempre aparece por aqui..." "Quando eu pegar ele, vou dar uma surra, o idiota matou aula..." "Ah, não é pra tanto", falou o ruivo. "Entra, toma um mate e esperamos, ele aparece." Eu ouvia tudo do banheiro, trancado, tremendo igual vara verde... Minha velha falava: "Que lugar legal esse... As mulheres que devem trazer aqui... Aqui não ??? Não se iluda, disse o Turco... Às vezes quando rola... Minha mãe: "Ah, mas vocês são bem safadinhos, olha as fotos nas paredes..." Nisso ela vira a cabeça e vê a tanga dela, que reconheceu na hora na parede... Pulou igual água fervendo e aos gritos dizia: "Filho da puta, punheteiro, filho da puta, quando eu pegar você, te mato... O que essa minha tanga tá fazendo aqui... E vocês, bando de punheteiros tarados... Enchendo a cabeça dele, pervertendo um garotinho, não têm vergonha..."
"Me desculpa te falar isso", disse o ruivo, "mas seu filho já veio pervertido de fora..."
"Também, com uma mulherão dessas como mãe, até eu me masturbaria se fosse seu filho", disse o Turco.
Minha mãe: "Vocês são dois sem-vergonhas mesmo... Devem viver se punhetando entre vocês... Não têm lenha pra queimar com uma puta como eu..."
Eu, do banheiro, sabia que ela estava se entregando, a puta... Eu a conhecia... E, acima de tudo, conhecia o tom de voz que ela usava quando estava com tesão...
"Vem cá, mamãe", disse o ruivo... Ele abriu a braguilha da calça de sarja e puxou uma pica branca enorme... "Viu, puta, que eu tenho lenha pra queimar..."
E ali mesmo a festa começou... Minha mãe se ajoelhou e começou a chupar aquela pica como se a vida dela dependesse disso, o Turco puxou a legging dela com a tanga junto, deixaram ela pelada em dois minutos, só com umas botinhas Topper, daquelas que usavam na época... E começaram a meter a mão nela...
Eu ouvia do banheiro os engasgos da minha mãe cada vez que o ruivo enfiava a pica até o fundo... Abri a porta um pouquinho e lá estava a gostosa... De cócoras, com a pica do ruivo na boca... E o Turco tinha se deitado por baixo e chupava a buceta dela como um desesperado, "Viu, Turco... Te falei mil vezes... Essa é uma puta mesmo... E a gente tinha razão... Que fodida que a gente vai te dar, mamãe..."
Mamãe tirava a pica da boca, cuspia e batia com a cara naquele pauzão... "Me fodam, seus filhos da puta... Quero pica... Colocaram ela em cima da mesa... Abriram as pernas dela e o ruivo meteu a pica na buceta dela de uma vez... Ela gritava, uivava, esperneava... Turco, enche a boca dela de pica que a vizinhança inteira vai ficar sabendo que a gente tá comendo a Kiosqueira... O turco colocou a pica na boca dela e ela chupou igual bezerrinho na teta... Eu já tava com a pica pra fora, me masturbando... Mudaram a posição dela e o turco comeu ela de quatro... Assim... Me rasga essa buceta, puto... Ela dizia pra minha mãe... O ruivo batia com a pica na cara dela... Ela tava descontrolada... Nunca vi ela assim... As tetas, ruivo... As tetas... Belisca minhas tetasssss, filha da putaaaaaaaa... Devagarrrr, ha ha ha ha ha... Assim... O ruivo tirou a pica da boca dela... E disse... Agora você vai comer essa pica pelo cu... Mamãe fez cara de susto... O ruivo, que era meio bruto, enfiou a pica no cu dela, deixou a cabeça entrar... Minha mãe soltou um haaagrrrrr, Deeeeeus, de...va...gar...ciiiinhooo e ele enfiou de uma vez até o talo... Huuuuuuu, filha da putaaaaaa... Mamãe gritou... O turco dedava a buceta dela com três dedos... Que puta que você é, mamãe... Olha como você come essa pica... Dizia o ruivo... Tirava a pica inteira e enfiava de novo de uma vez... Minha mãe tava uma bagunça de saliva, porra, baba dos machos da vez... Ela mesma batia na própria buceta, dava tapas, dava pra ouvir o barulho inconfundível da buceta encharcada... Meu Deus, pra quem eu nasci tão puta, ela dizia gemendo. Quero dupla, mamãe disse quase implorando... Se posicionaram, o turco embaixo e o ruivo em cima... E começaram a comer ela igual uns brutos... Assiiim hahahahaha... Tô morrendo, pelo amor de Deus... Não aguento mais... Continuem, putos, continuem... Cuzões, quero picassssssa... Minha mãe delirando com a surra de pica que tavam dando nela... No melhor da festa, o turco deu um jeito e tirou a pica usa a palavra: buceta e ela, como sempre, começou a mijar em cima, jatos de pressão saíam daquela buceta... Huuuu, que filha da putaaaaa, diziam os caras... Dois, três, quatro jatos de squirt... Foram suficientes pra eles começarem a encher ela de porra... O ruivo escorreu o cu de porca dela... E o turco conseguiu se levantar e banhou a cara dela de porra grossa... ela esticava a língua pra pegar um pouco do que escorria pelo rosto... Mamãe ficou feita um trapo... Feita merda, mas bem comida... Quando se recuperou um pouco e se limpou... Deu de presente a calcinha fio dental que tava usando, uma rosadinha linda... E disse: "Peguem aí, vagabundos, pra guardar de lembrança... E se virem meu marido, falem que eu fui pra casa... E disso, nem uma palavra pra ninguém, hein..." Eu, no banheiro, tinha visto a melhor transa da minha vida e gozei como um filho da... Sim, um filho bem vadia.
4 comentários - Mi Mamá la Kiosquera