Minha emoção foi tanta que corri de novo ao ver a bolsa dela e finalmente encontrei a carteira. Abri rapidamente e pude ver a receita. A receita dizia: "O que você precisa é transar pelo menos 5 vezes por semana, isso vai acalmar seu estresse". A mensagem era clara… Minha mãe precisava de sexo diário. Na minha mente, passou a ideia de tirar uma foto, talvez fosse útil para alguma coisa. A adrenalina estava muito intensa, quando de repente ouvi a porta abrindo. Quase correndo, coloquei no lugar e fui pro meu quarto pensando em várias coisas. Será que a mamãe mesmo seguiria a recomendação do doutor? Minha mãe viraria uma ninfeta? O médico estava mentindo? Não sei, mas era algo estranho. Tentei buscar ajuda na internet, mas não encontrei nada, só artigos dizendo que a mulher depois dos 40 fica mais tarada, mas nada que pudesse me ajudar. Passou sábado e domingo. Até que chegou segunda, eu não queria parar de seguir as pistas sobre o caso da mamãe. Não sei se tinha lido ou visto muito pornô, mas sentia que minha mãe ia fazer o que o doutor mandou. Eram 7:30 da manhã e eu tinha que ir pra escola. (Minha mãe sempre teve todas as manhãs livres das 8 às 3 da tarde, já que nesse horário minha irmã saía do jardim de infância). Então decidi fingir que ia pra escola. Meu pai e eu saímos no mesmo horário, mas em direções diferentes. No final, me despedi das minhas irmãs e da minha mãe. No meio da quadra, falei pro meu pai que tinha esquecido meu caderno de álgebra, que voltaria pra pegar e que ele fosse na frente. Ele aceitou e foi. Em frente de casa, temos um carro do meu pai que não pega, então decidi me esconder ali. Tinha umas caixas de papelão, então cuidadosamente entrei debaixo do carro. Com as caixas, cobri a lataria de modo que só desse pra ver pela parte da frente, assim ninguém me veria. Esperei até as 8, quando mamãe sai de casa pra levar minhas irmãs pro jardim e pra escola. Fiquei assim uns 30 minutos até ela voltar pra casa. Nesse momento, outra dúvida passou na minha cabeça… Será que entro na… Vou ou não vou? Já estava ficando cansado de ficar ali, era tipo umas 10:34 e nada acontecia, até que deu 11 em ponto. Foi aí que decidi segui-la à distância, e de novo tive uma frustração enorme, porque ela só foi comprar comida, voltou pra casa e pronto, foi tudo. Então tive outra ideia: MEU PAI! Talvez quando ele chegasse, minha mãe e ele iriam transar (naquele momento eu via com curiosidade, não com tesão).
Exatamente quando eram 4:45, decidi "chegar". Ainda tinha visto minha mãe passar pra buscar minha irmã às 4. Enfim, saí do carro como se nada tivesse acontecido e cheguei. Tudo normal até às 8, quando meu pai chegou em casa. Eu estava muito ansioso pra que fossem 22h (nessa hora a gente vai dormir). Deu 22h e fui dormir, pelo menos era o que eu dizia, porque na verdade ia ficar acordado até descobrir o que acontecia. No final, eram meia-noite e aparentemente já tinham dormido, mais um fracasso. Decidi dormir, porque não ia rolar nada.
Normal. Eram 6h e eu tinha que levantar pra ir à escola. De repente, não sei como, vejo minha mãe falando no telefone com alguém…
M: Sim, hoje vou lá tipo às 8, quando não tem ninguém em casa.
???: ………….
M: É, não aguento mais o estresse.
???: ………….
M: Sim, nesse horário. Bom, já deixo você, meu marido e meu filho não vão demorar pra acordar e não quero que me vejam falando ao telefone. Tchau.
Caralho, finalmente!!! Chegou o dia. Repeti o plano de novo, só que dessa vez meu pai me disse, brincando:
P: Porra, Yisus, você não esquece a cabeça porque ela tá colada no corpo.
Tudo pronto, vi minha mãe passar pra deixar minhas irmãs na escola (quero esclarecer que não a segui porque ela estava meio desarrumada, então não dei tanta importância, além do fato de que, se as amigas dela me vissem, iam fofocar pra ela). A mana demorou um pouco mais do que o normal, porque normalmente ela leva uns 10 minutos pra deixá-las, e dessa vez levou uns 20. Eu, muito frustrado, imaginei que ela ia passar pra vê-lo, mas quando olhei, vi minha mãe voltando quase correndo. Ela não demorou nem 10 minutos pra sair de novo, mas agora arrumada. Ela levava consigo uns sapatos pretos meio... descoberta, uma calça jeans meio larga, uma camiseta preta comprida, estava com o cabelo solto e com sua bolsa preta peculiar e um pouco maquiada. Ela estava muito gostosa, devo admitir. Enfim, esperei que passassem 7 minutos para ela sair do carro, saí rápido e de repente a perdi de vista até que a vi novamente. Fiquei seguindo ela de longe até que chegou ao consultório. O problema era que desta vez tinha um pouco de gente, umas 3 pessoas, minha mãe antes de entrar pegou o celular e quero acreditar que mandou mensagem para o doutor avisando que estava lá fora. Minha mãe esperou sua vez e quando ela entrou o doutor saiu para fechar a porta do consultório, consegui ouvir ele dizendo que minha mãe seria a última a ser atendida porque ele tinha que ir comer. De novo, eu estava cheio de adrenalina e ao mesmo tempo excitado. Esperei as outras 3 pessoas saírem. O doutor foi bem rápido, pois só esperei 20 minutos, fiquei pensando que o cara estava ansioso para minha mãe entrar com ele. Justo quando a última pessoa saiu, pedi para ela me deixar passar mas ela não quis, argumentando que o doutor tinha pedido para não deixar ninguém entrar. Até que eu tirei da manga que só queria usar o banheiro e que quando saísse ia fechar a porta, não muito convencida ela aceitou, então entrei e fechei, corri até o banheiro. E quando dei uma espiada, o doutor saiu para se certificar que não tinha ninguém. Vendo que não, ele entrou no seu consultório. Foi aí que pensei: por onde posso ver o que está acontecendo?! Lembrei que no consultório do doutor tinha um duto de ventilação que dava uma boa visão do ambiente, voltei para o banheiro para ver se tinha algo que me ajudasse e de fato, no canto estava o duto, então subi na privada e com uma vassoura que tinha lá comecei a bater na grade até que ela caiu, subi por ali. (Não era muito difícil achar o consultório do doutor pois só tem uns 5 dutos e o único consultório que tinha era o dele). Pude ver tudo!!!
Exatamente quando eram 4:45, decidi "chegar". Ainda tinha visto minha mãe passar pra buscar minha irmã às 4. Enfim, saí do carro como se nada tivesse acontecido e cheguei. Tudo normal até às 8, quando meu pai chegou em casa. Eu estava muito ansioso pra que fossem 22h (nessa hora a gente vai dormir). Deu 22h e fui dormir, pelo menos era o que eu dizia, porque na verdade ia ficar acordado até descobrir o que acontecia. No final, eram meia-noite e aparentemente já tinham dormido, mais um fracasso. Decidi dormir, porque não ia rolar nada.
Normal. Eram 6h e eu tinha que levantar pra ir à escola. De repente, não sei como, vejo minha mãe falando no telefone com alguém…
M: Sim, hoje vou lá tipo às 8, quando não tem ninguém em casa.
???: ………….
M: É, não aguento mais o estresse.
???: ………….
M: Sim, nesse horário. Bom, já deixo você, meu marido e meu filho não vão demorar pra acordar e não quero que me vejam falando ao telefone. Tchau.
Caralho, finalmente!!! Chegou o dia. Repeti o plano de novo, só que dessa vez meu pai me disse, brincando:
P: Porra, Yisus, você não esquece a cabeça porque ela tá colada no corpo.
Tudo pronto, vi minha mãe passar pra deixar minhas irmãs na escola (quero esclarecer que não a segui porque ela estava meio desarrumada, então não dei tanta importância, além do fato de que, se as amigas dela me vissem, iam fofocar pra ela). A mana demorou um pouco mais do que o normal, porque normalmente ela leva uns 10 minutos pra deixá-las, e dessa vez levou uns 20. Eu, muito frustrado, imaginei que ela ia passar pra vê-lo, mas quando olhei, vi minha mãe voltando quase correndo. Ela não demorou nem 10 minutos pra sair de novo, mas agora arrumada. Ela levava consigo uns sapatos pretos meio... descoberta, uma calça jeans meio larga, uma camiseta preta comprida, estava com o cabelo solto e com sua bolsa preta peculiar e um pouco maquiada. Ela estava muito gostosa, devo admitir. Enfim, esperei que passassem 7 minutos para ela sair do carro, saí rápido e de repente a perdi de vista até que a vi novamente. Fiquei seguindo ela de longe até que chegou ao consultório. O problema era que desta vez tinha um pouco de gente, umas 3 pessoas, minha mãe antes de entrar pegou o celular e quero acreditar que mandou mensagem para o doutor avisando que estava lá fora. Minha mãe esperou sua vez e quando ela entrou o doutor saiu para fechar a porta do consultório, consegui ouvir ele dizendo que minha mãe seria a última a ser atendida porque ele tinha que ir comer. De novo, eu estava cheio de adrenalina e ao mesmo tempo excitado. Esperei as outras 3 pessoas saírem. O doutor foi bem rápido, pois só esperei 20 minutos, fiquei pensando que o cara estava ansioso para minha mãe entrar com ele. Justo quando a última pessoa saiu, pedi para ela me deixar passar mas ela não quis, argumentando que o doutor tinha pedido para não deixar ninguém entrar. Até que eu tirei da manga que só queria usar o banheiro e que quando saísse ia fechar a porta, não muito convencida ela aceitou, então entrei e fechei, corri até o banheiro. E quando dei uma espiada, o doutor saiu para se certificar que não tinha ninguém. Vendo que não, ele entrou no seu consultório. Foi aí que pensei: por onde posso ver o que está acontecendo?! Lembrei que no consultório do doutor tinha um duto de ventilação que dava uma boa visão do ambiente, voltei para o banheiro para ver se tinha algo que me ajudasse e de fato, no canto estava o duto, então subi na privada e com uma vassoura que tinha lá comecei a bater na grade até que ela caiu, subi por ali. (Não era muito difícil achar o consultório do doutor pois só tem uns 5 dutos e o único consultório que tinha era o dele). Pude ver tudo!!!
3 comentários - Mamãe Está Doente PT.2