Pablo - Primera parte

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Aviso:
Tudo o que está relatado aqui faz parte das minhas vivências pessoais ao longo da minha vida. Os nomes dos personagens foram deliberadamente trocados para proteger os verdadeiros protagonistas dos acontecimentos. É um relato autobiográfico.Em abril de 2015, minha esposa recebeu uma ligação dos primos dela, que moram a uns 300 km de distância, numa cidade do interior da província, pra resolver a herança de um sítio de 20 hectares que os pais e tios dela tinham comprado uns 40 anos atrás. Como a única que ainda está viva entre todos os irmãos é a tia da minha esposa, que tava muito doente, eles queriam resolver umas paradas sobre essa propriedade pra evitar problema no futuro. Aí ela me avisa que na sexta-feira seguinte ia viajar com a irmã dela e que só voltaria no domingo…

Meus filhos, como quase sempre, "desaparecem" na noite de sexta e voltam só pra janta de domingo. Então decidi que "esse" tinha que ser o fim de semana pra abrir o jogo com seus pais sobre o relacionamento que a gente vem tendo há um tempo…

Naquele sábado, fui até sua casa decidido a te encontrar. Apertei a campainha e uma senhora de uns 50 anos, muito gostosa, apareceu na porta. Era sua mãe…Sim… O que cê quer…?
—"Sou amigo do Pablo… Ele tá aí…?Vejo se aproximando da porta um senhor de quase minha idade, que imaginei que seria seu pai, e ele entra na conversa…—"Amigo do Pablo...? Desculpa aí, mas a gente não conhece ele não...
—Quem tem que pedir desculpas sou eu, devia ter me apresentado... Sou Eduardo, o namorado do Pablo…A cara de surpresa deles foi incrível quando perceberam minha idade. Eles me fazem entrar e te chamam. Pedem que eu me sente num sofá de dois lugares, na frente de uma mesinha com um vaso, enquanto seu pai se senta num sofá individual perto de mim e sua mãe em outro igual, na frente dele, mais afastado de onde estou. Você desce as escadas e, quando me vê, fica feliz igual criança com brinquedo novo. Seu corpo enfiado nuns jeans e uma camiseta denunciava seus 20 anos, mas seu rostinho de menino não parecia...

Você sentou do meu lado e eu quis te dar um beijo na bochecha, mas você se jogou na minha boca e me deu um beijo de língua e tudo. Desconfortável na frente dos seus pais, tento te afastar, mas sua mãe me diz pra não me preocupar com eles. Meu pau começou a crescer e seu pai percebeu, e começou a desviar a conversa pra banalidades...—"E como foi que vocês se conheceram…?Interrogo teu pai…—A gente se conheceu num chat de encontros uns seis meses atrás... Trocamos e-mails, fotos; cada vez ficávamos mais íntimos e, aos poucos, fomos percebendo o quanto tínhamos em comum e o quanto a gente se curtia...
Sim… Eu me apaixonei por ele na hora. Vocês sabem que sempre gostei de caras mais velhos...
— “E hoje é a primeira vez que vocês se encontram…?”Sua mãe se meteu…— “Não… Faz 2 meses que a gente se encontrou num bar do centro da cidade e, a partir daí, saímos várias vezes juntos pra dar um rolê no meu carro. E, como ele diz, quase sem perceber, a gente foi se apaixonando… E aí hoje eu resolvi vir até aqui pra me apresentar pra vocês, conhecer vocês e esclarecer tudo sobre a gente… Mas se vocês não concordarem, eu vou embora sem fazer nenhum escândalo…”
De jeito nenhum… Tudo o que fizer nosso filho Pablo feliz, a gente aceita de bom grado… Não é mesmo, querido…?
-“Claro...”Seu pai se apressou pra responder...—"Pablo, vem comigo pra cozinha preparar um café pra agradar teu amigo...
Namorado, mãe… NA-MO-RA-DO…Quando fiquei a sós com seu pai e, vendo que ele não tirava os olhos do volume saliente da minha calça, ele me pergunta…—"Quantos anos você tem…?
56 anos...
-“E aí, o que você faz da vida…?”
Sou professor de Educação Física...
-“Vocês já transaram…?”
—"O que você quer que eu te responda…?
— “A verdade...”
Ok... Tirando a primeira vez que a gente se encontrou, todas as outras vezes a gente só fez sexo oral, mas seu filho ainda continua virgem... Não quero entrar em detalhes pra não te deixar sem graça, mas o Pablo me faz muito feliz e ele também é feliz comigo...
—"Imagino que você vai ser o homem da relação e ele a mulherzinha...
—Se você tá falando dos papéis, eu sou o ativo e seu filho é o passivo… Mas, não leva a mal e desculpa ser tão direto… Pablo não é nem vai ser a mulherzinha, ele é um homem que faz muito feliz outro homem…E o papo foi interrompido quando você e sua mãe voltaram com uma bandeja cheia de uma cafeteira fumegante, um açucareiro e quatro xícaras de café…—"O que vocês estavam conversando, que do nada calaram a boca…? Só pode ser de mim...
Contei umas coisas nossas pra ela, fica tranquilo...
Isso, não se preocupa, a gente conversa sobre várias coisas, mas posso dizer sem medo de errar que o Eduardo é um verdadeiro cavalheiro e eu valorizo que ele te queira bem...Sublinhei teu pai…

A tarde passou entre conversas e café. Os pais do Pablo me fizeram sentir super à vontade. Claro que me convidaram pra jantar e eu aceitei. Teu pai sentou na cabeceira, tua mãe à direita dele, eu à esquerda e tu do meu lado. Lutei a janta inteira contigo, tentando segurar tuas mãos que queriam pegar no meu pau por cima da calça. Tua mãe nunca percebeu o que tava rolando, e teu pai, que tinha notado, fingiu que não viu. Depois da janta, teu pai me convidou pra dormir no quarto de hóspedes, mas tua mãe discordou, dizendo que se eu era teu namorado, podia muito bem dormir no teu quarto. Tua mãe colocou um colchão do lado da tua cama e trouxe os cobertores. Ajudei a arrumar a cama improvisada e, na hora de deitar, vi que ela, ao fechar a porta do quarto, te deu uma piscadinha safada…

Tu na tua cama e eu no chão. Tu me chamou pra deitar contigo e descobri que tu tava só de regata. Eu tava só de cueca. Tu acariciou meu pau por cima da cueca e a gente se perdeu num beijo de língua sem fim, enquanto eu enfiava três dedos no teu cu…—"Quero que hoje seja o dia em que você me tira a virgindade…
—"Tem certeza…?
Sim… Meus pais te aceitaram como o que você é, o namorado do filho deles… Eles não são idiotas, já imaginam que a gente transou…
Você tá enganada… Contei a verdade pro seu pai… Falei que a gente só fez sexo oral, exclusivamente… Confessei que você ainda é virgem…
—"Foi isso que você disse…? Você contou detalhes dos nossos encontros…?
—"Não… Não quis que ele se sentisse desconfortável e envergonhado, mas tenho quase certeza que nesse momento seu pai está contando pra sua mãe...Você tapou minha boca com um beijo lindo e me disse…Quero chupar sua pica e tomar todo o leite que você puder me dar...Você tirou minha cueca e tomou posse do meu pau como um bebê faminto faz com o mamilo da mãe. Aproveitei pra arrancar a regata que você tava usando, enquanto você lambia avidamente minha cabeça e passava a mão nas minhas bolas. Não aguentei muito mais e enchi sua boca com todo o leite que aquele dia quente tinha acumulado, deviam ser uns 4 ou 5 jatos longos, brancos e grossos que inundaram sua garganta, e você, com muita habilidade, não desperdiçou nem um. Quando terminou de limpar ele, comecei a bater uma pra você até que, depois de um gemido agudo, você começou a gozar, e toda sua maravilhosa gozada acabou na minha mão, no meu braço e no meu peito.—Agora quero ser seu pra sempre... Quero sentir seu pau bem dentro do meu cu, quero sentir seu gozo dentro de mim…Depois de alguns minutos e graças aos teus carinhos, minha pica voltou a ter vida própria. Como não queria te machucar, pedi pra você montar de frente em mim, assim você podia controlar a profundidade e o ritmo. Pude ver meu pau desaparecendo devagar dentro do teu cu.—"Tá confortável…? Tá doendo…?
-“Um pouquinho…”
Deixa sua buceta se acostumar e continuar se dilatando, e quando você se sentir confortável, a gente começa...Você começou a cavalgar em mim, primeiro devagar e depois com fúria, e depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade, gozamos juntos. Eu com 2 ou 3 jatos bem grossos dentro do seu cu, e você como uma fonte interminável de porra no meu peito e na minha barriga. Você se deitou sobre mim e, enquanto nos beijávamos, meu pau continuava pulsando dentro de você. Você foi minha pela primeira vez, e foi maravilhoso…

Meu pau saiu de dentro do seu cu recém-comido. Nos beijamos numa dança interminável das nossas línguas se procurando e se enroscando freneticamente, que nos fez perder a noção do tempo. Você virou de costas, encaixando sua bunda linda contra meu pau, e enquanto eu brincava com o lóbulo da sua orelha, dormimos nus e abraçados até o dia seguinte.Continua em "Pablo - Segunda parte
 
 
 
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