mi mama vivi V

Finalmente chegaram as férias de fim de ano, mas infelizmente nesses meses meu pai viaja muito pouco, então as chances de eu poder transar com a Vivi eram bem pequenas, mas nunca se deve perder a esperança. Cheguei na última semana de novembro na casa do meu pai, fui recebido com muita alegria porque passaríamos as festas juntos. No dia 17 de dezembro, minha madrasta Vivi faz aniversário, então dias antes conversei com ela e disse que íamos comemorar o aniversário dela com uma boa terapia de sexo, então esperei aquele dia para dar o presente de aniversário dela do jeito certo. Mas não foi possível. Meu pai ficou o dia inteiro com ela, não desgrudou dela, e à noite pude ouvir meu pai metendo na minha Vivi. Embora não tenham sido mais de 5 minutos, ouvi como ele a fazia gemer, isso me excitou pra caralho e ao mesmo tempo me deixou puto por não ser eu quem a estava fazendo gemer. No dia seguinte, meu pai teve que sair cedo para o escritório, disse que voltaria à tarde porque tinha que resolver uma emergência. A Vivi estava no chuveiro, então não percebeu quando meu pai saiu. No exato momento em que meu pai fechou a porta, corri para o banheiro onde a Vivi estava, me despi e entrei no chuveiro com ela:
V: Filho, o que você está fazendo aqui! Seu pai está lá fora.
J: Não se preocupa, ele está vendo TV na sala, não percebeu que eu entrei (enquanto começava a pegar nos peitos dela e me aproximava para beijá-la).
V: Não... não... filho... podem nos descobrir, não podemos fazer isso... sai... sai agora...
J: Não, mãe, ontem você não me deixou dar seu presente de aniversário e, em vez disso, me fez ouvir meu pai te fazendo gemer. Não aguento mais a vontade de te meter (segurei ela firme pela cintura e a beijei, depois virei ela de costas contra a parede).
V: Filho, se você meter, vai me fazer gritar e vão nos descobrir... por favor... não faz isso...
J: Não aguento mais, mãe... ohhh!... senti falta de estar dentro de você, Vivi... que gostosa você tá... (enquanto metia nela). (pegava nas tetas dela e beijava o pescoço dela)
V: ahhhh... que... gostoso... espera... não... não bate mais forte em mim... você... vai... me... fazer... gritar... ahhh!!!... ummm (enfiei os dedos na boca dela pra ela não gritar)
J: cala a boca, mamãe, ou quer que meu pai nos descubra, hein?... você é uma puta que come o próprio filho enquanto o marido tá na sala (dei uns tapas bem fortes na bunda dela)
V: não... não... para... para... sim, sou sua puta, mas não podem nos descobrir... não... isso... não... (virei ela e levantei no colo, apoiando um pouco na parede do chuveiro)
J: mentira, minha Vivi... grita à vontade, igual a puta que você é, meu pai não tá aqui, ele saiu e vai demorar... (comecei a meter mais forte assim no ar, enquanto ela me beijava e arranhava minhas costas, entre raiva e alívio)
Assim molhada, tirei ela do chuveiro, joguei na cama e posicionei ela de quatro, comecei a meter com toda a vontade acumulada desde o meio do ano, enquanto falava no ouvido dela "Feliz aniversário, sua puta madrasta", de tesão não consegui me segurar mais e gozei dentro dela, enquanto ela gozava ao mesmo tempo, deixando os lençóis da cama todos molhados, não só pela água do chuveiro, mas pelo meu leite e pelos fluidos dela que saíam daquela bucetinha. A Vivi ficou meio brava por eu ter enganado ela, mas depois de uns carinhos, uns beijinhos e mais uma transa, ela se acalmou. Depois trocou os lençóis e teve que fazer uma faxina geral na casa pra disfarçar a troca dos lençóis que supostamente estavam limpos.
10 dias depois, ou seja, 27 de dezembro, meu pai faz aniversário. Convidei ele pra almoçar e tentei ficar longe e chegar tarde em casa, pra minha madrasta poder cuidar dele direito. Já passava das 10 da noite quando voltei pra casa. Entrei e, surpresa, vi a janta já fria na mesa e minha madrasta sentada chorando na sala, vestida com a roupa que meu pai mais gosta: uma saia super curta que quase deixava ver a virilha dela, uma blusa de alcinha que... Destaca os peitos dela, umas meias de renda preta e uns saltos pretos:
J: Vivi, o que foi? Cadê meu pai? (pus minha mão na perna dela)
V: Imagina que ele ficou bebendo com os amigos, sabendo que eu tinha preparado o jantar
J: Sabe que quando ele começa a beber, não pensa muito em nada, mas isso acontece de vez em quando
V: Sim, mas olha, todo o esforço que fiz pra fazer o jantar, até me vesti do jeito que ele mais gosta
J: Isso eu tô vendo, você tá linda, essas pernas e esses peitos (peguei um peito dela)
V: Valeu, filho, você sempre sabe como me fazer sentir melhor, hoje eu queria que ele me metesse por ser o aniversário dele, mas já que ele não tá aqui, acho que você tem uma chance (ela me beijou)
Enquanto nos beijávamos, comecei a pegar nos peitos dela e a passar a mão na bucetinha, ela começou a gemer baixinho, até que se levantou do sofá, tirou a blusa, o sutiã e a calcinha fio dental, ficando só de saia, se ajoelhou e começou a me chupar, enquanto eu tirava a camisa e massageava um pouco as bundinhas lindas dela, depois ela subiu em cima de mim, começou a cavalgar, dando sentadas, desabafando toda a raiva que tava por terem deixado ela na mão:
V: Isso, filho... que gostoso... que pau gostoso... tava com saudade... muita
J: Também tava com saudade, mamãe... (virei ela pra cavalgar de costas pra mim)
V: Filho... tô... tô... gozando... ohhh!!!... issooo... ahhhh!!!
Depois disso, ela se virou de novo de frente pra eu gozar dentro dela, enquanto me beijava. Ficamos assim um tempão no sofá, até que meu pai ligou dizendo que já tava voltando pra casa, a gente se vestiu correndo. No dia seguinte, Vivi me contou que a irmã dela, da Áustria, viria visitar na semana santa do ano que vem e que viria sem o marido.

4 comentários - mi mama vivi V

Cuando continuas con la historia para saber que paso con la hermana
Un final muy apresurado pero espero ya el proximo